Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
bebê congelado / bi

resolvia ir pro rio para o aniversário da drica, descolava uma carona de última hora. mesmo sabendo que tinha hora para viajar eu não me apressava muito, na verdade eu não estava muito afim de ir, sei lá. enquanto esperava a carona comecei a ver tv. tava passando um programa, tipo faustão, onde a angélica era a convidada. ela participava de uma gincana onde cada pergunta que ela acretava ela tinha direito de escolher uma entre 3 portas para abrir e ela ganhava oq estava atras da porta. nesse momento eu estava lá no palco, como se eu fosse da produção do programa. ela já tinha aberto uma porta e ai o apresentador fez outra pergunta e ela acertou (todas as portas eram brancas). ainda rolou aquela brincadeirinha do tipo "tem certeza que vc quer essa porta?". qndo a porta se abriu a angélica ganhou nada menos do que um bebe de verdade, mas ele estava congelado e era do tamanho de um cubo de gelo. ela dizia que lógico que ela ia querer ficar com o prêmio pq como ela já estava grávida as duas crianças serias criadas como gêmeas.
pizza póstuma / bi

Sonhei que iamos, eu e meus pais, a uma missa de setimo dia ou algo do gênero de um amigo muito próximo da familia. ao chegarmos no lugar, que era um casarão antigo mas bem conservado, notamos que o "público" é bem jovem (o morto tem uns 60 anos), todos estao bem vestido e bebendo. em nada parecia um velório, o clima era de festa. estavamos procurando vaga e achamos uma bem proxima a entrada. estacionamos nossa cadeira numa mesa onde outros dois garotos estavam sentados. um deles perguntou se poderia dar uma olhada e eu respondi "se vc tocar nessa cadeira eu te quebro, te mato!" tenho a impressão de que ele era um conhecido (mas nunca vi o cara acordada). entramos no salão, nos sentamos perto da familia do morto e qndo olho o próprio esta sentado perrto da gente e bem vivo. no palco, ao lado de um púlpito, tinha um banner bem grande de uma pizza de calabreza. parecia que ela era a homenageada. as pessoas subim no poalco com seus discurssos emocionados e ao fundo uns slaides da tal pizza. todos choravam, muito emocionados, inclusive o suposto morto.
eclipse manguetown / bi

eclipse manguetownia rolar um eclipse solar logo pela manhã e todos estavam muito anciosos a espera desse evento. pessoas passaram a noite acordadas, esperando o sol nascer. qndo o dia começou a raiar uma névoa forte baixou e ninguém conseguia enchergar nada. lembro de olhar pela janela do querto da minha irmã e ver as núvens abaixo da janela (eu moro no quinto andar). pareciam núvens de chuva mas não tão carregadas. um avião, desses de demonstração aérea, resolveu ultrapassar as núven para filmar esse eclipse mas no meio da subida el;e começou a cair em parafusos e se espatifou no play do meu prédio. com o barulho todos sairam nas janelas para ver oq tinha acontecido e eu fiz o mesmo. desci para ver maius de perto e aí percebi que o piloto era um menino gordinho de uns 15 anos no máximio. ele estava caido de bruço e usava um uniforme de piloto (calça camuflada e casoco de couro com aqueles pelinhos na gola). uma equipe de para-médicos chegou para tentar reanimar o piloto. vioraram o menino e depois colocaram numa maca. eu estava o tempo todo ali, acompanhando tudo de perto. o menino estrava paraticamente morto e entao começaram a fazer uma ressucitação. ligaram o desfibrilador e começaram a dar os choques nele. mas não estava adiantando então eles iam aumentendo a voltagem. cada vez que iam dar o chaoque a gente se afastava pq era muita energia leberada pelo aparelho. a cada choque adescarga era cada vez maior até chegar no limite. qndo isso aconteceu o ouvido esquerdo do garoto esplodiu e imediatamente ele acordou. começou a falar que tinha ido até o fundo do poço e que tbm seguiu a luz mas que graças a gente ele tinha voltado. enquanto ele falava os rostos dops médicos se iluminavam com as mesmas cores e efeitos da auróra boreal. imediatamente o tempo se abriu.



corta



estou num barco no meio de um mangue. tinham umas pesoas comigo, todos homens e locais. eles estavam catando caranguejo e eu não queria descer da canoinha por nada, estava com medo de pisar naquela lama, de não saber em que estaria pisando. chegou minha vez de descer e lembro da textura da lama, do meu pé afundando a da primeira "picada" de caranguejo. de repente eu sinto uma dor muito forte no meu dedão mas continuo catando caranguejos mesmo com muita dor. quando eu finalmente tirei o pé da lama tinha um ouriço enorme espetado no meu dedo. eu só lembrava que não podia puxar pq se o espinho ficasse dentro eu teria muita febre e meu pé incharia. doia muito e fiquei segurando meu pé pra cima e do nada o ouriço se auto-expeliu do meu dedão e a dor parou no mesmo instante.
japonesa / bi

sonhei que tinha acabado de me casar e estava chegando no hotel para minha noite de núpicias. reparo que meu marido é japones e qndo vejo meu reflexo no espelho percebo que sou japonesa tbm. a suite era linda, toda em estilo oriental, com várias salas e bem ampla. lembro que fiquei encantada com tudo oq via. daí eu e meu marido partimos para a ação. Comecei sem nem mesmo tirar o meu vestido e começamos transar loucarmente. de repente eu olho pela porta que dividia nosso quarto de um outro ambiente e vejo um senhor japones arrumando uma mesa de jantar. eu digo pro meu marido: "tem alguém aqui no quarto! acabei de ver um homem pondo a mesa." meu marido diz que eu estava enganada e que nao tinha ninguém ali mas eu insisti que tinha visto alguém! decidi ir ver se realmente tinha alguém ali com a gente e qndo sai do quarto percebo que estou num salao de um restaurante mto chique prestes a abrir para funcionar. volto correndo pro meu marido para dizer oq eu havia descoberto e qndo chego percebo que ele não estava mais ali e meu vestido sumira. la estava eu, pelada dentro de um restaurante prestes a abrir! me enrolei na primeira coisa que vi: um capacho, e saí correndo de lá. pensei assim: vou sair daqui e fazer o mesmo trajeto para chegar ao meu quarto. fiz isso e qndo abri a porta do meu suposto quarto, ele não era mais meu! dai me bateu o desespero: meu marido sumiu, eu estou andando pelada pelo hotel e não consigo chegar no meu quarto!

corta

agora eu entro numa salinha, ainda enrolada no bendioto capacho que me pinicava horrores e encontro uma amiga. eu tinha entrado no camarim do filme dela e agora era eu acordada. ela vira e fala: "nossa que vestido lindo!" e eu dizia: "camilla eu to pelada, me empresta alguma coisa pelo amor de deus!!!" e ela dizia: "imagina, vc está ótima, par que se trocar?"
beijo / bi

beijosonhei que o hd estava na mesma balada que eu (era tipo uma reunião só com amigos, bem gostoso). daí o cara não parava de me cercar e eu fugindo dele deseperada, só pensando: "preciso fugir desse cara, não posso ceder!!" certo momento eu olho e vejo ele xavecando minha irmã e chegando perto de mim. ela não estava nem aí pra mim e dando a maior bola pra ele. detalhe: ele sabia que ela era minha irmã e ela sabia da minha história com ela. daí o casal para do meu lado e começa a se pegar muito e eu pensava: "fdps! o cara me paquera sem para, me cerca, não me deixa em paz e aí pega a minha irmã. e essa daí tbm não fica atras!" logo em seguida ele pega minha mão (ainda beijando minha irmã) e eu paralizo. daí ele larga dela e começa a me abraçar, e eu ficando atordoada pq ele sabe que mexe comigo. no começo ainda faço jogo duro mas depois eu cedo e a gente começa a se beijar loucamente! que beijo gostoso, puta quimica... acordei passada, fui trabalhar e qndo chego a primeira pessoa que eu encontro: hd!
johnny and marc / bi

sonhei que o johnny e o marc estavam no brasil de passagem, visitando os amigos. como eu não os via a muito tempo resolvi chama-los para indaiatuba. acontece que nossa amizade não era mais a mesma (com os dois). não tinhamos mais intimidade, não nos entendíamos, não rolava uma sintonia entre a gente. eu me lembro que o johnny, que era como um irmão me parecia um toptal estranho. o mais engraçado é que foi meu pai que deu a idéia de irmos pro sítio e todos concordaram. só que nós fomos numa sexta e bem nesse mesmo dia eu tinha uma festa que eu não queria e nem podia perder mas tbm não consegui falar não para eles. então eu ficava ligando pra gabi para combinarmos a ida pra festa mas eu tbm não sabia se iria conseguir ir ou não. e aquela sensação de tempo passando e eu não queria pegar estrada de noite... não sei se acabei indo a festa ou não mas depois, no mesmo sonho, o marc me liga dizendo que não tinha entendido meu comportamento, que ele havia se sentido deixado de lado e tal. e eu falava assim pra ele: "pelo amor de deus desencana, a gente não tem mais nada! vc sumiu da minha vida a mto tempo, nunca mais ligou pra saber se eu estava bem e agora vem me cobrar? ta maluco?!
parindo / bi

parindoestava grávida de uns 8 meses qndo a irmã do marcelo (gravida tbm) começou a entrar em trabalho de parto. fomos todos correndo pra maternidade para acompanhar todo o processo. acontece que tudo aquilo me fez entrar em trabalho de parto tbm e bem mais rápido que a irmã dele. me lembro de sentir as contrações mas sem dor alguma e de estar bem calma e tranquila. entrei numa banhei de aguá morna, nua, e o marcelo tbm (só que ele entrou antes de mim). me lembro de te-lo olhado e ele estava bonito, alguma coisa nele estava diferente e eu achei que ele etava mais magro tbm. entrei na banheira e ficamos os dois ali, esperando nosso filho nascer. me lembro de colocar a mao e sentir o bebe coroando, os cabelinhos dele na aguá. estava muito feliz, sem sentir dor nenhuma, um processo completamente natural e respeitando o tempo do bebe. acordei antes dele nascer.
entulhos / bi

entulhosEu estava na rua com o Marcelo e o Marcinho recolhendo uns entulhos numa caçamba que depois seria arrastada pelo carro do Marcelo (ainda era seu carro antigo). Acontece que Marcinho repetia tudo oq eu falava só que não esperava eu terminar a frase, falava em cima. Como ele fazia isso o tempo todo em dado momento me irritei e comecei a gritar com ele, mando-o calar a boca. Qndo paro e olho pro lado vejo que Marcelo esta dentro do carro, pronto para ir embora e sem me ajudar. No memso instante entro dentro do carro e pergunto oq ele estava fazendo, que não podia ir embora assim sem me ajudar a carregar aqules entulhos todos, q a final ele tinha me prometido isso! Começamos a discutir dentro do carro, enquanto rodavamos pela cidade. Comecei a questionar as ações dele, chamando-o de covarde, que era sempre assim: ele sempre fugia das coisas e não tinha coragem de resolver nada. Estava com tanta raiva que parti para a agreção mas ele não revidava, parecia que ele achava que merecia cada soco que dava nele.