Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Avião espião não tripulado / dmtr

Sonhei que estava em bagé e olhei pro marco de uma janela e tinha um aviãozinho de plástico com mais ou menos uns 25cm de comprimento estacionado ali. Logo me dei conta que era um avião não tripulado espião e resolvi amassá-lo com as mãos. ele tinha muitas asinhas pequenas e não foi difícil quebrá-las com um ruído crocante. Logo depois disso muita coisa me passou pela cabeça, que poderia ser um avião militar e eu poderia arranjar encrenca por isso. resolvi colocar ele dentro de uma sacola plástica e me dei conta que podia ter um GPS, ja tinha minhas impressões digitais nele, eu teria que desarmar a bateria.

comecei a abrir o avião e dentro do "abdomen" dele descobri algo similar a um termômetro, com gradação e tudo mais e um líquido dourado dentro, lembrando um pouco azeite de oliva. arranquei facilmente o tubo que intuí ser a bateria, e algumas gotas derramaram no meu dedo. Fui correndo ao banheiro lavar o dedo com sabão pra caso fosse algum ácido. no caminho do banheiro cocei o meio das minhas sobrancelhas e a órbita de um dos olhos.

Começo a lavar meu dedo com sabão e vejo que ele começa a sangrar, o sabao arranca um pedacinho da pele. sinto também uma formigação na testa e resolvo olhar no espelho. Estavam caindo varias camadas de pele, no meio da testa estava muito rosado e descascando, ao mesmo tempo saia uma espécie de espaguete branco vivo como se fossem uns vermes fininhos quase transparentes, se mexendo.
Me dei conta que o termômetro era alguma coisa nuclear, radioativa e me preparei para uma morte muito sofrida.
Na Igreja / li

Estava numa casa, no andar superior, com muitas janelas, quando de repente olhei para o céu e vi uma mancha negra voando, era como uma nuvem pesada, mas se movimentava com muita rapidez. Pensei em algo sobrenatural e senti medo. A tal mancha voou sob a cidade e desapareceu no meio do centro, logo se transformou em uma fumaça branca.
Encontrei minha prima CS e fomos na Catedral de SM, eu tive preguiça, mas lembrei que eu tinha prometido para Santa Luzia que iria na missa naquele dia. A igreja estava lotada, entramos e neste dia tínhamos que levar arroz cru nas mãos para em algum momento atira-lo.
Vi duas conhecidas, uma delas uma colega da faculdade, muito chata, que nos indicaram subir uma escada de madeira para irmos para a parte elevada da igreja. Subíamos os degraus de madeira, como era uma escadaria muito antiga, eu cuidava para não pisar em algum degrau quebrado e cair lá de cima. Via que em cada um dos degraus tinha pinturas antigas, e algumas inscrições que eu não identificava o significado. Enquanto subíamos muitos grãos de arroz caiam das minhas mãos.
Subimos e vimos que tudo estava vazio e escuro, então descemos.
Cheguei na nave da igreja e perguntei para um dos padres se já era a hora da comunhão. No meio das pessoas um telefone sem fio tocou e meu colega ED atendeu e começou a me chamar, pois a ligação era para mim, uma voz de criança. Atendi e disseram que era o Zezé e que queriam que eu cortasse o cabelo, recusei.
Raiva e culpa no espancamento / Hannap

Sonhei que estava com a Drica em um galão de um ginásio
dormindo sobre uns papéis, praticamente no chão duro. Lá estavam outros casais também: Gab e Carol, Antonio de Ju.
O status do relacionamento tinha a ver com o lugar onde cada casal dormia. Eu e a Drica no chão, sobre uns papelões. A Gab e a Carol dentro de uma barraca, com edredom. O Antonio e a Ju estavam em um quarto, com cama e mosquiteiro.

Era reveillon. De repente pudemos ver pela janela do ginásio.
Vimos o Tatá e a Camel pela do lado de fora.

O Tatá esta batendo com a cabeça dela violentamente na parede. Ela esta quase desmaiada. Ele batia com muita força, segurando ela pelos cabelos. Com muita raiva. Havia uma outra mulher ao lado deles, acompanhando o processo.
A Camel já estava com o rosto desfigurado e sangrando. Olhamos e ficamos totalmente chocados.

Eu sabia que ele estava fazendo isso porque havia descoberto que ela traiu ele em Ibitipoca, com um amigo deles.

Nos ficamos olhando sem fazer nada, com muito medo. Parecia que ele ia matar ela. Todos no galpão olharam e ficaram assustados, clima de terror.

Eles estavam vindo dormir também com os casais.
Ele espancava ela e repetia a palavra Ibitipoca.

Também sabia que ele traia a Camel com outra menina regularmente, mas não falou sobre isso com ela. Eu achava que ele ao mesmo tempo sentia raiva da Camel e dele mesmo, por sentir-se culpado.

Percebi claramente que a raiva tem a ver com a culpa.
É como se o Tatá não aceitasse a si próprio por ter traído a Camel também.
Eu era parte do cardume. / Hannap

Sonhei que estava nadando com os peixes. Eram peixes grandes e bonitos. Eu nadava junto com eles, na mesma velocidade, mexendo o corpo sem usar as mãos. O mais gostoso era quando nos tocávamos levemente na lateral. Eu sentia o corpo dos peixes.

Acordei dentro do sonho, e falei com o meu pai Eugênio que havia sonhado isso.
Estávamos em Recife, ou alguma outra praia do nordeste. Era um lugar lindo. Nossa casa ficava na beira da praia, no alto de umas pedras.

Fiquei olhando para o mar, lembrando do sonho com nostalgia.
O mar não estava tão bonito mas acabei saltando das pedras e entrando na água.
De repente me surpreendi com a cena. Ela se repetiu exatamente como no sonho. Eu estava nadando com os peixes grandes e desta vez era "de verdade".
Fiquei muito feliz porque meu sonho tinha se tornado realidade e a sensação era muito mais intensa na realidade do que no sonho. Acordei radiante, realmente sentindo que tinha nadado com os peixes.
Sobre o tio Pampa / li



Eu e DF fomos visitar meus parentes mais distantes. Chegamos na casa da prima da minha avó, a Leda. Enquanto ela se arrumava para vir nos receber ficamoos caminhando pela casa, que era muito chique e bonita, com antiguidades e arte por toda parte. vi paredes com quadros com fotos muito antigas e queria saber quem era quem ali, pois seriam os meus ascendentes. Sentamos em uma grande sala e logo chegou dois sobrinhos seus, nos apresentamos e eles começaram a falar num tal de tio 'Pampa', que eu nunca tinha ouvido falar, mas fingi saber. Os sobrinhos começaram a contar histórias fantásticas do tal tio Pampa, e eu quase sentia dor ao tentar forçar a memória para saber de quem se tratava.
O médico / Takika S.

Eu estava tomando banho quando meu marido, o diretor do hospital, entrou no box e me abraçou por trás. Ficou me ensaboando as costas e então fez sexo anal em mim.
Venus / Ju

Eu estava a dormir, e ele chegava, e punha suas mãos sobre mim. Estávamos a ir num chalé na estrada, e tinha uma abismo no meio, com luzes brilhantes e cegantes. Caíamos no meio, e pulávamos numa cachoeira com águas cristalinas. Que logo se desfez em sangue, e eu ficava a chorar.
Pass / li

Fui convidada para o casamento de um antigo colega de escola, Ox, uma cerimônia chiquérrima em um tradicional hotel da cidade. Eu e DF fomos na festa, eu encontrei algumas colegas antigas e logo fui conversar com o pai de Ox, no momento que foi servido o jantar e estávamos todos sem acomodação, sentávamos em um corredor de auditório para comermos, que fez com que Ox se indignasse e fosse comer no toilette.
De repente estávamos atravessando a fronteira para entrarmos na Indonésia e no Irã, atravessamos uma ponte de madeira e corda e na alfândega eu e DF procuramos nossos passaportes e não encontramos. Eu tinha muitas bolsas com minha bagagem e procurava incessantemente nossos passaportes, mas tinha apenas dicionários que se pareciam com os passaportes.
Em casa eu abri uma gaveta e encontrei o passaporte de DF, que estava envolvido em uma folha de papel branca.
Casco de cervejas, Marcelo primo / xandre

Encontrei meu primo Marcelo com duas sacolas cheias de garrafas de cerveja mini ele estava indo ao depósito comprar mais não aguentava o peso, peguei uma sacola e fui junto com ele, no meio do caminho encontrei Altair pegando um pouco de lama no chão falei com ele mais não me viu, chegamos no rapaz que vendia bebida e começamos a encher a bolsa contamos 24 cascos vazios mais não tinha dinheiro suficiente para pagar todas, o homem falou que faltava cinco reais, com isso a cerveja esquentou e quando fui olhar meu primo Marcelo estava pelado correndo pela rua.
Complexos Subterrâneos, Caos, Imponência e Valor / Pietro Impagliazzo

16/04/2012

Conexões subterrâneas, shoppings embaixo da terra, por caminhos de metrô, com paredes de lajotas brancas, parecendo o metrô de NY (Max Payne).

Um corredor que é um vagão de metrô que passa por paredes, parece ser descarrilhado, um acidente, mas as pessoas usam como passagem. Passando por ali e caindo num compartimento mais embaixo tem outro complexo, um outro shopping.

Passando por esse vagão encontro um conhecido, ele carrega na frente do corpo uma mochila feita de lona parecendo ser um malote de dinheiro, ele passa ensandecido, falando que quer depositar aquele dinheiro. Eu olho dentro da mochila e vejo que há centenas de bolinhos de dinheiro, parecendo ser dólares.

Agora me vejo como se estivesse dentro do corpo desse conhecido, agora eu sou ele. Fico muito entusiasmado e assustado de estar com tanto dinheiro. Olho brevemente para dentro da mochila e vejo o dinheiro na penumbra. Saio desse vagão-corredor e vou para uma área mais aberta desse complexo subterrâneo. Falo com meus pais que quero sair dali, mas não quero andar com tanto dinheiro. Então decido ir no banco, guardar no cofre.

Chego num lugar que parece ser uma adaptação altamente sofisticada lá embaixo, numa estação de metrô adaptaram um banco de alta classe, daqueles estilo antigo americanos. Com salões amplos e muitos seguranças. Eu chego na recepção e falo que quero depositar uma quantia alta. Passo pela roleta e por um segurança, meus pais ficam atrás. Chega um homem mais alto que eu (1,95m), trajando terno verde musgo ou cinza esverdeado, ele é um pouco careca, ele é altamente educado e reservado. Ele me acompanha até um balcão/cofre, numa sala onde há dezenas desses balcões e pessoas depositando coisas valiosas. Eu fico ao lado de um homem careca, mais velho e gordo que deposita bastante dinheiro e usa um contador de notas, penso que deveria usar um também para saber exatamente com quanto dinheiro estou, penso que devo ter U$ 200.000, é bastante.

Então abro a mochila para pela primeira vez dar uma boa olhada no dinheiro e para minha surpresa... Não é dinheiro! São centenas de carteiras de identidade de inúmeras pessoas, antigas, velhas, novas. Organizadas como se fossem bolos de dinheiro. Eu fico muito frustrado! Queria ficar rico. Então me sentindo humilhado por ter sido tão infantil na minha euforia falo para o funcionário de alta classe do banco: "Infelizmente eu cometi um erro, não trouxe o que deveria trazer. O dinheiro não está aqui. Obrigado". Meu pai chega e falo para ele: "São carteiras de identidade!", eu vou saindo e penso que deveria levar as carteiras comigo, elas devem ter alguma importância, algum uso eu poderei fazer delas.

Eu acordo.