Sonhei com L.R novamente. Ele me chamou de Cristina.
A4 / LaisP•
Sonho sempre que devo preencher um formulário que um amigo meu me entrega e no lugar do nome escrevo por impulso "A4".
Estranho / Nines•
Estranhíssimo. Assis Brasil queria introduzir o dedo no meu cu. E eu gostava da ideia.
mães / li•
Eu e DF estávamos em um prédio que moravam vários cohecidos. Encontrei amigos e sempre ia conversar, mas percebi que eu nem interagia com DF, e pensei que talvez por isso estivéssemos em alguma crise. Logo, já estávamos na Europa, em uma estação de trem e não sabíamos o que fazer primeiro. Encontramos uma mulher loira com olhos claros, que era a mãe de DF e dizia que ela decidiria o que faríamos, e iríamos na casa da avó de DF - que na verdade era a mãe de DF-. Argumentei que eu tinha comprado um presente para ela, na verdade uma lembrança, pois era um pequeno hidratante, e queria levar, mas sem sucesso.
Caminhávamos por salões de uma escola, e depois entramos no apartamento da avó-mãe de DF, que tinha uma mesa redonda repleta de comidas para nós.
Casa antiga da Vó e soltando pipas / xandre•
Estava morando na antiga casa da minha Vó e fui até a rua ao lado, engraçado que a paisagem era bem antiga mais ou menos da década de 90, olhei para o alto e tinha várias pipas no céu, então pensei esta na época que bom, fui ate o quintal da casa e vi meu primo Marquinho, mais ele tinha aparência de quando era criança com 12 anos, ele estava encostado no muro soltando pipa tentando laçar com uma que esta na rua ao lado, peguei da sua mão e cheguei mais perto da varanda onde tinha uma colorida no alto, peguei na laça com ela e cortei meu primo começou a rir e ficou feliz, apareceu meu tio Francisco cabeção, e segurou a lata de linha nisso veio outra pipa para laçar, mandei meu tio prestar atenção na hora de dar linha, pegou na laça mais meu tio deu mole e prendeu a carretilha e acabei voando fiquei com muita raiva pois ela uma pipa grande com o escudo do Flamengo, quando passou duas meninas e apontou para o pé de goiaba , mostrando uma pipa preta e vermelha que ficou agarrada la, consegui pegar mais tinha outras meninas gritando em uma janela em um abismo alto dizendo que era do irmão dela, quando apareceu meu colega Leonardo e gritou para eu devolver dizendo que aquela pipa ela dele.
/ Casa antiga da Vó e soltando pipas•
Estava morando na antiga casa da minha Vó e fui até a rua ao lado, engraçado que a paisagem era bem antiga mais ou menos da década de 90, olhei para o alto e tinha várias pipas no céu, então pensei esta na época que bom, fui ate o quintal da casa e vi meu primo Marquinho, mais ele tinha aparência de quando era criança com 12 anos, ele estava encostado no muro soltando pipa tentando laçar com uma que esta na rua ao lado, peguei da sua mão e cheguei mais perto da varanda onde tinha uma colorida no alto, peguei na laça com ela e cortei meu primo começou a rir e ficou feliz, apareceu meu tio Francisco cabeção, e segurou a lata de linha nisso veio outra pipa para laçar, mandei meu tio prestar atenção na hora de dar linha, pegou na laça mais meu tio deu mole e prendeu a carretilha e acabei voando fiquei com muita raiva pois ela uma pipa grande com o escudo do Flamengo, quando passou duas meninas e apontou para o pé de goiaba , mostrando uma pipa preta e vermelha que ficou agarrada la, consegui pegar mais tinha outras meninas gritando em uma janela em um abismo alto dizendo que era do irmão dela, quando apareceu meu colega Leonardo e gritou para eu devolver dizendo que aquela pipa ela dele.
Trannsyberia / B•
Była ostra azjatycka zima, tak zimno jak tylko można to sobie wyobrazić. Jechaliśmy z kumplem i paroma osobami koleją transsyberyjską przez lasy. Tory prowadziły przez las sosnowy, cały zasypany śniegiem. Biało zimno i pusto. Nasz skład to była tylko lokomotywa. Siedzieliśmy w tej lokomotywie, piliśmy bimber, zagryzaliśmy jakimś suszonym mięsem i trzęśliśmy się z zimna. Kumpel ciągle przyspieszał.. Znaleźliśmy się w terenie pagórkowartym, droga robiła się dość kręta. Poprosiłem kubla aby zwolnił, ale on się tylko uśmiechnął i przyspieszył. Otwarłem drzwi aby nieco przewietrzyć wnętrze, wnet na zakręcie wypadłem. Potoczyłem się po śniegu, i po chwili usłyszałem trzask łamanych drzew.
Idąc wdłuż torów ruszyłem w kierunku huku, doszedłem do drogi. Zimno mi było, że hej. Drogą doszedłem do sklepu. Przed sklepem zagadałem się z miejscowymi, napiłem piwa. Ekipa kolejowa dołączyła do sklepu. Dalej ruszyliśmy autobusem. Wszyscy cali i weseli. Co się stało z lokomotywą, nie wiem. Chyba mi się przyśniła
Meu Milagre / li•
eu estava em uma festa de atletas de meia-idade, que usavam roupas de tenista. A festa acontecia em um salão de festas de um prédio e todos falavam alemão. Eu procurava interagir com as pessoas, pois o clima era muito bom, mas eu não conseguia articular palavras neste idioma, só lembrava da expressão "nehmen Sie".
De repente algumas pessoas entraram na festa, eram croatas, falando somente seu idioma e sendo muito agressivos. Logo me dei conta que aquilo tudo era um sequestro. Os croatas começaram a torturar algumas pessoas, trancar pessoas em geladeiras e a dar tiro na cabeça do pessoal. Senti muito medo e consegui me esconder em uma bancada, embaixo da mesa de uma cozinha e me cobri com uma toalha de mesa vermelha. Ouvia palavras que não entendia, mas sentia o tom muito agressivo dos croatas.
Ouvi que alguns se aproximaram de onde eu estava, senti muito medo e comecei a rezar, pedi a Deus que se houvesse um milagre, que o fizesse neste momento, fazendo com que os croatas fossem embora.
Logo alguém ia puxar a toalha vermelha que eu me escondia e de repente saiu, pois todos os croatas foram embora. Acordei agradecendo a Deus pelo milagre.
Indo acampar e Vitor sendo preso•
Estava indo acampar eu minha namorada, quando chega Vitor e outro rapaz querendo ir também, ficamos em uma praça que tinha muita gente esperando Vitor, pegamos o carro e partimos para uma estrada, tinha uma monte de bichos estranhos e um fazendeiro tentando dominar, pegamos uma subida muito ingrime e mandei Vitor acelerar bem o carro para não morrer, vimos um soldado com um fuzil encostado em um poste, minha namorada brincou chamando de camaleão, mais a frente paramos um carro e chegou um soldado falando espanhol e pediu os documentos de Vitor que estava dirigindo o carro, o policial prende Vitor pois alega que a foto da identidade não esta nada parecido com ele, ficamos um tempão esperando ate ele sair, começa a chover muito quando ele é liberado e minha namorada não quer mais ir acampar, fomos para uma casa onde ela tinha um trailer e uma menina que trabalhava para ela estava insatisfeita, a menina tinha olhos verdes lindos.
traição, tiros e corrida de carro / Hannap•
Sonhei que eu tinha saído da casa da Drica, estava voltando pra minha casa. Era a rua Duque de Caxias em Santa Maria. Nós havíamos brigado por algum motivo. Resolvi no meio do caminho passar na casa da Luna pra conversar. Era tarde, tipo 23h. Toquei na casa dela e ela me atendeu a porta semi-nua, só com uma camiseta meio transparente. Me chamou pra entrar rápido e disse que estava indo dormir e que era pra eu dormir com ela. Eu só queria conversar mas não pude evitar de me excitar com a situação. Ela me arrastou pro quarto dela e deitou num sofá-cama com as pernas abertas. Comecei a chupá-la. Chupei bastante. De repente ouve-se um barulho na casa. Eu digo: - É o teu pai! Ela diz: - Ihhh te esconde rápido. Eu me escondi muito mal, atrás de uma cômoda, pensando que ele não entraria no quarto. Ele bate na porta e pergunta se tem alguém ali com ela. Ela abre a porta e diz que não. Ele entra e me descobre, me dá um soco na cara. eu seguro ele e jogo ele pra fora do quarto. Logo depois falamos com ele por skype. Eu e a Luna no quarto dela e o pai dela em algum lugar da casa.
Digo que ele é um estúpido, que não tem capacidade de simplesmente falar o que incomodava ele. Fico muito puto com ele e percebo que agora tenho que bancar a situação. Ela diz pra gente casar e sair dali. Eu penso que devo fazer isso mesmo, mas eu namoro a Drica e estou feliz com ela. Me arrependo de ter passado na casa da Luna. Eu só queria conversar e agora vou ter que casar com ela. E se a Drica descobre?
Falo pra Luna: - Vamos pra minha casa em Terê, ou pra Copacabana… Mas resolvo sair dali e fujo da casa dela. O pai dela vem atras de mim com uma arma. Eu subo a rua e penso em atravessar uma avenida movimentada para ele não conseguir atirar em mim. Ela atira 4 vezes mas erra todos os tiros. Atravesso a rua e vou em direção a uma blitz da polícia. O pai da luna (que no solho nao é o Guilherme e sim um homem baixinho e feio) vem atrás de mim com a arma, enfurecido. Eu chego apavorado na polícia e falo que ele está tentando me matar. Os policiais capturam ele, ameaçam atirar se ele não largar a arma. Me escondo atrás de um policial grande e forte.
Conto a historia pra este policial e ele diz que eu vou precisar de um advogado. Ele diz que também é advogado. O nome dele é Dito e ele tem a cara do Pedro Bial. Eu aceito que ele seja meu advogado e ele diz pra eu esperar um pouco que ele vai dar um "tapa numa ponta". Ele entra numa loja de discos na esquina e pega, atrás de uns cd's, uma caixinha de fósforo com um resto de baseado. A Luiza Crosman também está na loja com uma ponta de um baseado nas mãos. Percebo que a loja é do Dito, ou de algum amigo dele.
O Dito fuma do lado de fora da loja e depois sobe em um ônibus turístico e descubro que ele trabalha ali também.
Policial, advogado e segurança do ônibus. Ele vai embora com o ônibus e me sinto desprotegido novamente. Começo a correr pela avenida Presidente Vargas em Santa Maria e aparece o Róger Donadell com a mulher dele de carro. Eles me vêem, param e eu entro no carro. Eles estão indo pra casa, por uma estrada de areia fina, tipo uma duna. Tudo nesta estrada é feito de areia, os túneis, as casas, tudo. O Róger vai acelerando e derrapando com o carro. Ele faz as curvas na tangente e desmorona pedaços das casas de areia de propósito. A estrada é cheia de curvas sinuosas. O carro derrapa o tempo todo. Os dois se divertem e eu me sinto mais tranquilo.