Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Sampa Andaluz / Hannap

Estava saindo de uma estação de metrô em são paulo.

Era de noite, no centro. A impressão que eu tinha da cidade era que tudo era meio improvisado e estragado. As placas na rua, as grades, a calçada... A cidade estava suja e eu fiquei com medo. Conheci um cara alto e combinamos de encontrar-nos umas horas mais tarde em um cruzamento (tipo paulista com consolação). Eu disse: - Me dá teu telefone. E ele disse: - Não. Nos encontramos aí pelas 3, 3 e meia. Pensei: - Iiihhh, não vai rolar. Não vou ficar plantado nessa rua esperando esse cara. Eu ia caminhando de uma maneira meio torpe. Passava alguns passantes e logo depois me cansava e eles passavam por mim. Todos me olhavam e estranhavam meu comportamento. Mais adiante vi um grupo de 3 pessoas. Eram Antonio e Clara e alguém mais, não identificado. Seguimos caminhando juntos até que paramos em um tabuleiro de doces. Era um vendedor ambulante com doces incríveis. A Clara arregalou os olhos e disse: - É tudo que precisamos!!! O vendedor estava do outro lado da rua, atendendo a outros clientes. O Antonio começou a comunicar-se com ele por leitura de lábios e a Clara não se deu conta e ficava excitada dizendo: - Como vamos fazer para comprar isso? Será que pegamos e saímos correndo. Eu peguei no braço dela e disse: - Shhh, silêncio que o Antonio tá negociando. O vendedor entedia o Antonio porque ele tinha um sotaque andaluz.
Prainha sem água / saborga

Eu Guri Juca e Cami pegamos uma trilha e fomos pra prainha, que era uma praia muito menor, mais cheia de árvores e com mais pedras do que a prainha. Era final de tarde, tava vazia e já não tinha muito sol. Conversávamos e nos banhávamos. De repente a maré levou toda a água embora. Ficou uma praia sem água, surreal. Ficamos meio assustados e pegamos uma trilha pra ir embora... eu ia começar a pegar uma trilha errada e um dos meninos deu uma luz para o caminho certo e pegamos o carro e fomos embora.
morada / li

era noite e eu estava em um novo apartamento, no décimo segundo andar. era um apartamento pequeno em uma grande avenida. pela janela do quarto eu via muitos pivetes tomando conta da rua. Durante a madrugada, a rua era ‘deles‘. Minha mãe chegou, arrombando a porta, pois meu sofá estava pegando fogo. Ficamos no apartamento, sem a porta de entrada, e eu via que muitos outros também não tinham portas. Vi no apartamento do lado, muitas pessoas dormindo amontoadas na sala, e uma senhora deficiente mental acordada tendo ataques de insanidade.
/ Iron Man

Sonhei que estava eu e meu tio nas boca (prostibulo, pra quem não é bagacero) cheirando cocaina. Sonhos com drogas estão cada vez mais frequentes na minha vida!
Snakes! / Kaneda

Estava numa rua estreita no estilo dos bairros de interior franceses, com ruas de paralelepípedos e casas bem decoradas.

A rua acabava num corredor de prédio. Numa das portas estava um adestrador de cobras. As cobras começaram a sair do apartamento do adestrador em minha direção.

Uma amarela que eu deixei para trás e outra verde que veio para me picar e em seguida eu me defendia com um pedaço de papelão. Ela veio me perseguindo até que eu subisse em uma cadeira amedrontado.

Logo a frente havia um carro estacionado e um senhor tragando um charuto sentado num daqueles bancos antigos de madeira que não me ajudava.
Requeijão / Aspros

Fvi a casa de minha amiga, visita-la, então saimos a rva, andamos, encontramos sev irmão, et nos fomos de compras, voltamos para sva casa, entramos em vm qvarto, com tres camas individvais.

O qvarto tinha vma lvz fraca, et a cor do qvarto parecia aqvella cor das mesinhas onde ev estvdava no pré.
gossip / saborga

gossip, goossip, go sip!
monitor gigante / fer

Estava no meu quarto de madrugada vendo uns videos, o monitor lcd do meu computador era do tamanho de uma TV de plasma gigante, eu pensava...que legal ver clipes do HIM neste monitor!!!
Congresso de jornalistas feministas em Barcelona / Hannap

Eu e Tanya estávamos dentro de um ônibus em Barcelona, sentados em um banco na frente. Estávamos excitados, mas alí na frente havia muita gente e ficava difícil fazer qualquer coisa. Nos mudamos para um banco no meio do ônibus, em frente à porta de saída. Comecei a fazer uma carícia nela. Coloquei discretamente a mão dentro das suas calças, mas o acesso estava difícil. Tinha alguém atrás da gente que via e ouvia perfeitamente tudo que fazíamos. Eu e Tanya falávamos palavras explícitas, achando que ninguém entendia. Eu disse: - Ai! Tá difícil pegar essa bucetinha. E ela disse: - Espera, agora não. A pessoa que estava atrás se levanta para descer e na saída diz pra mim: - Tu deverias tomar mais cuidado com o que falas e fazes nessa vida. A Tanya e eu nos surpreendemos e ela muda de banco, vai pra um ao lado. Na frente do banco dela estão sentadas 3 brasileiras que escutam a cena e começam a falar alto para mim. - Seu machista! E perguntam à Tanya se eu havia tentado fazer algo com ela. A Tanya resolve fazer um teatro e diz que sim. Elas se viram pra mim e começam a xingar-me A Tanya ri ligeiramente, adorando o teatro! No ônibus estavam um monte de jornalistas brasileiras feministas voltado de um congresso. Todas elas se revoltam contra mim e me ameaçam, dizendo que vão me denunciar à polícia. Elas descem do ônibus a na parada seguinte descemos eu e Tanya. A Tanya ria-se muito. O teatro dela havia sido engraçado, fazendo-se passar por vítima violentada. Vamos caminhando à beira de uma praia onde estão meu pai Jorge e meu tio André. Tiramos todos a roupa e mergulhamos no mar cristalino. Eu estava triste com a história do ônibus.
Abelha / Kaneda

Na mesma noite do sonho de casa de praia sonhei que estava no quarto de minha namorada (?!) e o quarto dela tinha um data show com um telão. Era todo com piso de madeira e ficava como se fosse um mezanino. Ela tinha aqueles globos refletores de casas noturnas e de repente fomos atacados por uma abelha e logo em seguida por outra.