Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casa de Praia / Kaneda

Numa casa de praia briguei com um rapaz que tinha dado em cima de minha namorada (?!) Fui buscar uma delegacia para prestar queixa porque tínhamos brigado e eu havia socado ele até ter que interná-lo. No caminho da estrada que levava para praia, não tinha ninguém. No final dela havia dois caminhos a seguir, encontrei um louco que foi pego pela médica do hospício logo após termos nos encontrado. A médica tinha o caminho da delegacia tatuado na mão direita e me mostrou como chegar.

No caminho para delegacia encontrei um tira do tipo missão impossível, ele tinha invadido uma casa com uma parceira. Pareciam espiões e ele se matou para que ela se livra-se.
Bowie / li

eu via o David Bowie, em estilo Ziggy Stardust, dançando em uma caverna que tinha as paredes pintadas de rosa.
show do Muse / rogerio

eu ganhei um ingresso pro show do muse no japão.. mas eu fui sem avisar meus pais

começaram tocando bliss, depois stockholm syndrome e plug in baby



eu chorava em cada musica q tocava

mas ae eu tive que sair do show e eu nao pude continuar assistindo

depois eu voltei pra casa e assisti o show no videoshow da globo
sorrisos / saborga

eu guri e flora dia de sol numa cidadezinha com estrada de terra e casinhas simples baixinhas de portas abertas perto do mar azul. Andando.... o guri mostra algo cheio de muitas muitas coisas. Falamos pra ele selecionar e ele veio com super poucas coisas bem resumido, até demais.... e começamos a rir muuuuuiiiiitooooo muito felizes!!!!

velho tarado / Fer

Estava andando de moto enlouquecidamente, eu simplesmente voava na moto, pulava obstáculos e empinava como uma louca!! de repente parei num pub bem tradicional, quando estava de saída veio um velho de uns 90 anos e me convidou pra transar com ele por R$ 1500,00, achei um absurdo, mas o velho me apertou e eu senti o pau duro dele na minha bunda (que nojo!) e ainda por cima me beijou a força, ele tinha uma baba branca na boca, ainda bem que eu acordei deste pesadelo bem nessa hora!!!
Gravata de crochet / tanya

Eu estava em Portugal dentro de uma igreja. Todos se preparavam para rezar a missa de natal ou de fim de ano talvez. Estou com outra colega perto do altar enquanto chega o padre. Ele não consegue passar porque nós estamos a empatar o caminho. Decidimos sair dali e vamos para uma pequena sala no final da igreja onde há um grupo de pessoas vestidas todas de igual e com uma gravata de crochet. Eu peço para me fazerem também uma gravata. Uma senhora que estava lá argumenta um pouco mas faz. Deste lugar consegue-se ver a missa a ser rezada. Um dos ajudantes do padre olha-nos muito, acho que fazemos demasiado barulho. Ele de repente levanta-se e vem ter connosco. Entra na sala a transpirar, desesperado com o nosso comportamento. O meu pai limpa-lhe o pescoço e tenta acalmá-lo. Eu saio da igreja para ligar ao Gustavo e desejar-lhe os parabéns pelo aniversário. Enquanto falamos eu miro as milhares de estrelas no céu bem negro. O meu pai sai à rua e diz-me para ir a casa fazer algo. Eu implico com ele porque as portas não estão trancadas.
Zona chill-out / tanya

Estava imensa gente no quarto da Vanessa. A porta do quarto era mais ampla e o quarto também. Tinha móveis novos, alguns antigos mas muito coloridos. A cozinha tinha dois fogões.

Saímos todos e fomos a um bar. Estavam lá dois membros de Sigur Ros. Eu perguntei se eles eram da banda e eles disseram que só participaram no terceiro album. Um deles esticou a cara para eu lhe dar um beijo.

Voltámos para casa e estava lá uma rapariga que dizia: "Estás a ver este sinal de carne aqui (apontou para o ombro), eu tenho um igual no peito."

Falámos da senhoria que estavam a fazer um tratamento. Penso que estava a ficar louca. Tínhamos medo que ela não nos desse a fiança.

Tocava Sigur Ros, o cd que o Gus me tinha dado e eu olhei para a Vanessa e disse: "Foi o cp que me ofereceu."

Imaginei a situação do telefone do marmanjo Uriol sempre a tocar (e em realidade tocava mesmo!!) e ele não atendia. O Gustavo olhou-me e disse: "Que mongól."

O Gus disse para irmos dormir um bocadinho. Havia gente no nosso quarto, sentados no chao. Nós deitamo-nos e as pessoas foram saindo do quarto. Pedi para apagar a luz, depois perguntei ao Gustavo se ele estava bem, se tinha frio e ele respondeu: "Ahh, não implica."
skate na niemeyer / saborga

eu andava de skate na niemeyer, tinha trânsito e numa hora o skate foi em direção a uma kombi branca. Fiquei torcendo para não estragar o skate que só esbarrou na roda e foi parar num rio do lado oposto do mar. Mergulhei no rio e foi bom!
entrando em miami / saborga

eu pat e andré tentávamos entrar em miami pelo mato (essa fronteira era em são conrado perto da fiat) no mesmo esquema que os cubanos. Tínhamos medo de morrer e eu falava para o andré andar agachado. Estávamos afastados dos negões. Eu estava sem camisa e o cara nos viu, fiquei sem saber o que fazer, só q o "dono da terra" um coroa amedrontador armado foi com a cara da pat e acabou nos dando carona.
Mercado / Aspros

Estava na frente do mercado, faltava povcas horas para a formatvra, et estava no sentado na calçada com mevs amigos, entao veio vm td já arrvmado et disse q se ia de mexicano, havia pessoas no teto do mercado, et elle falava com tais, et estava vm amigo mev, elle sempre anda calado et de mal hvmor, chegov ao mev ovvido et disse q faria td q ev qvisesse, achei estranho da sva parte dizer isso.

Ficamos em silêncio, veio de novo o "mexicano", lhe ensinei algvmas mvsicas mexicanas para cantar. Et elle as repetiv.