Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Sul ensemble #2 / dmtr

Sul ensemble #2#1

Sonhei que havia uma pessoa que acho que era a Clarissa T. em santa maria (talvez) que tinha que visitar a Universidade Federal. Eu ainda tinha alguns trabalhos pra fazer em casa e concordamos que ela iria de taxi. Estava chovendo muito e ela foi pra lá. Nesse meio tempo chegaram em casa o gustavo e o roger, e me perguntaram por ela, falaram que estava chovendo muito na rua e que eles iriam ter problema em chegar.

me lembrei de um detalhe importante. a rua acabava uns 500 metros antes da universidade, que ficava atras de um cerro, assim que se o motorista nao conhecia o lugar, eles nao teriam como chegar (so havia acesso a pé).

eu nao fui junto, mas acompanhei a ida deles, como se estivesse assitindo um filme. Quanto mais ia chovendo mais embarrada ficava a estrada, que era no meio do nada, cheia de subidas e descidas. haviam fios de alta tensão e torres, beirando a estrada, e ficavam cada vez mais baixos e mais no meio da rua que estavam quase tocando no carro.

pensei que eles teriam que voltar e eu teria que ir com eles ate lá. A Clarissa era também a Agu

#2

Estava em Bagé, o Silveira e eu fomos visitar o T. na casa dele. Ele não estava mas entramos mesmo assim, pegamos uma guitarra que estava na parede e ficamos ali fazendo barulho. de repente entra o Coca q era ao mesmo tempo pai do T.

fiquei pensando como podiam pai e filho ter tão pouca diferença de idade. A gente continuava fazendo um som bem alto até que os vizinhos começaram a reclamar. Aí caiu a ficha que estavamos na casa de um cara q eu nao via há anos, ele não estava em casa e a gente ja estava criando problemas.
Sonho repetitivo #3 / dmtr

Sonho repetitivo #3Este é o sonho da infância remota (3 ou 4 anos). Haviam dois seres particularmente estranhos. Um deles tinha aspecto assustador mas era muito amigável, era um são bernardo gigante meio monstruoso. (este monstro era muito parecido com a marca da Comolatti ?, cujo baralho promocional marcou a infância)
e outro ser parecia um olho. um olho autônomo.
quando eu tomava banho, a água preenchia todo o furo do ralo, então eu via uma gota ao contrário, que lembrava muito um olho (de verdade), e esse ser que era pequeno e tinha uma forma neutra, era muito peçonhento eu sabia.
Sonho repetitivo #2 / dmtr

Sonho repetitivo #2Estava no onibus da ouro e prata indo de santa maria a bagé. Depois de uma curva numa descida, daquelas que tem morro dos dois lados, o panorama abria e sempre aparecia a clássica ponte do rio camaquã, vão de 200metros.

só que nesse sonho sempre aparecia um oceano dágua.

assim que percebíamos isso o motorista acelerava muito pra tentar chegar na outra ponta, entrávamos com boa velocidade, criando uma lámina dágua de cada lado do ônibus, mas não demorava muito pra sensação ficar mais cremosa, com menos mobilidade pro ônibus e suas rodas, que devagar iam perdendo o movimento e afundando com a gente dentro.
Sonho repetitivo #1 / dmtr

Sonho repetitivo #1Eu sempre sonhava que tinha uns 5 anos, e de repente estava no volante de um Corcel Laranja em movimento, e minha irmã no banco do carona. Não sabia dirigir e não conseguia parar o carro, então ficava a noite inteira desviando obstáculos, e fazendo curvas fechadíssimas em 90 graus na cidade imaginária bizarra. de uma estrada de terra passava a uma escada com degraus baixos de mármore cor de madeira, cada vez mais estreito e virando uma ponte que cruza o grand canyon. Ufa, cheguei na outra ponta do canyon e o carro não caiu, outra curva, mais outra em 90 graus...
perfuração / li

estava deitada, lendo, na sala da casa da minha avó, no sofá azul da minha mãe. No teto, muitos balões coloridos pendurados. XX, tbm na sala, passava o tempo jogando alfinetes, de baixo para cima, para ver quantos balões estourava. Num momento, senti q um alfinete atingiu o meu braço, retirei-o. Logo senti uma dor na perna direita e percebi q um alfinete tinha entrado por inteiro para dentro da minha pele, atingindo minha artéria. Tentei tirar, mas a dor era forte. Começaram a surgir hematomas internos e fiquei com medo. Falei para XX que aquilo era uma brincadeira perigosa.
terceira amiga / li

recebi um convite para ser a terceira amiga de orkut do wes anderson. Em vez de ter sua foto no perfil, havia um filme com imagens dele fazendo acrobacias e sinais simpáticos balbuciando meu nome. Fiquei muito feliz.
quadrinhos / en_drigo

entrei em um galpão enorme, onde junto a mim caminhavam o casal D. e J.

cada um deles trazia em uma das orelhas fones de ouvido, do mesmo walkman.

isso fazia deles inseparáveis, pensei, obviamente.

o galpão onde a gente estava era um sebo de revistas em quadrinhos, e ali tinham muitas que eu não fazia idéia quais eram.

achei uma edição grande do frank miller, intitulada * o ringue*, a qual eu nunca tinha ouvido falar.

o vendedor me pediu por ela 800 reai, porque era importada.

eu retruquei dizendo que a edição era em português, e ele insistiu, dizendo que era importada.

ligação / li

Falava com minha mãe ao telefone, conversamos muito e desligamos. Foi só colocar o telefone no gancho que percebi que havia esquecido de falar algo bem importante para ela. Imediatamente liguei de novo e o marido dela atendeu. Ele falava com voz baixa e dizia que minha mãe não estava, que fazia tempo que ela tinha saído. Explicou que certamente não era com ela com quem eu havia conversado segundos atrás.
barro / li

caminhava em um aeroporto, que era a rodoviária de porto alegre. Esperava alguma coisa, uma viagem ou alguém que não vinha nunca. Comecei a perceber que a construção, assim como os móveis e objetos dispostos ali eram feitos de barro. Tudo era marrom. Fazia muito calor e fiquei com medo que o barro derretesse. Pessoas falavam que os construtores haviam misturado chocolate junto do barro para dar maior brilho. Enquanto esperava, vi os aviões chegando, todos pequenos e estreitos, feitos de alumínio, pareciam feitos de panela velha, pensei. Vi também, em minha mão, que eu usava um anel feito de barro tbm. Fui procurar alguma pessoa conhecida que eu sabia que estaria lá me esperando, mas não sabia quem era. No caminho parei para assistir um show de índios peruanos que tocavam uma versão heavy-metal do kid abelha, ‘eu tenho pressa e tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim’. Achei a proposta genial, mesmo com o sotaque indígena na canção. Daí lembrei o porquê de tudo aquilo e de estar ali, eu estava nos anos 70, ainda. Para aquela época, nada daquilo era estranho.
Flaming Lips x Dr Spock / Lola

O Flaming Lips estava tocando numa espécie de centro de convenções, vi de longe que havia muitas pessoas vestidas com roupas estranhas perambulando pelo lugar, então alguém me disse que era uma convenção de Jornada nas Estrelas, as roupas estranhas eram fantasias de alienígenas e uniformes da federação.