Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
fora da ordem / en_drigo

em uma subida, percebi que o carro falhava e necessitava reparos; pensei que fosse apenas a água, mas faltava gasolina, também.

quando finalmente cheguei no topo da rua, vi uma placa do posto Ipiranga, que se destacava, atrás dos telhados das casas. segui o caminho disponível - agora, uma descida - tentando encontrá-lo, em uma situação definitivamente tensa. tive que soltar o carro, à moda banguela, pois já estava sem nenhum combustível. eu não contava que o posto estivesse bem no meio de um parque, onde nenhum carro tinha acesso. praguejei, pensando em qual motivo, afinal, constroem um posto onde nenhum automóvel consegue chegar! tirei um pouco de dinheiro do bolso, notas amassadas e soltas, e por mais que eu tentasse organizá-lo, ordenando as carinhas, sempre aparecia uma nota no meio, fora da ordem.
O taxista e a mãe dele / EDW





Paramos na casa do taxista antes de seguir adiante. Era minha primeira corrida com ele. A mãe dele lavava roupa para fora e iria lavar a minha. Depois seguimos, o caminho era longo. Eu cheguei ao meu destino, fiz o que tinha que fazer e ele me esperou lá fora, não sei quanto tempo. No retorno, ele começou a dizer que queria ser meu amigo, que a gente devia sair junto e tal. Eu me fiz de desentendido, disse que, se precisasse, chamava ele de novo. Ele insistiu. Insistiu muito e até chorou. Depois fui encontrar a mãe dele na horta para acertar as contas. Ela disse que estava tudo pronto, a roupa e a comida. Eu não lembrava de ter pedido para ela cozinhar para mim, mas tudo bem. Ela apontou para um bosquezinho e disse que o caminho para a minha casa era por lá – pela “floresta”. Ela comentou que na floresta tem árvore, coelho, passarinho... Eu respondi: “se a Sra. fosse um psiquiatra, me perguntava se não é na floresta que vive o lobo”. Era uma piada, mas ela pareceu não entender.

claro / ana

uma banda num lembro qual, mas uma banda que eu não gostava tinha inventado uma promoção que os integrantes da banda iam encenar um julgamento com os fãs que ganhassem. tipo um teatro. eu tava vendo, mas aí quando vi que eu não gostava da banda eu saí do lugar.

tinha um estacionamento e vi o iggy pop com outros caras, fiquei meio sem graça pq tava sozinha então fui até eles. um cara falou pro iggy: ela parece a nina person de cabelo preto. aí falei que não pq a nina person era bonita e tudo mais, o cara concordou.

aí o iggy foi super bonzinho, achei estranho. ficamos mais um tempo e eles tiveram que ir embora, mas o iggy quis me dar um dvd de um show deles.



2a parte:

eu estava descendo uma rua à caminho do claro que é rock, aí comecei a ver umas pessoas mortas na calçada, com a cabeça e o pé inchados, tipo elefantíase. e estavam meio amarelas tb. fiquei mto assustada, mas continuei andando.

aí tava aquela lotação de gente e ouvi alguém dizer que estava rolando uma doença que um inseto picava a pessoa na perna e aí começava a inchar e ela morria. tudo mto rápido, num tinha cura eu acho. aí entendi que aquelas pessoas tinham morrido disso.

fiquei preocupada... eu tinha ido de bermuda e ia ser mto mais fácil ser picada.

passaram umas coisas mas aí eu vi que eu tinha 3 picadas na perna. mas num estavam inchadas e aí fiquei pensando se eram ou não do inseto que matava gente.
flàs / èn_drigo

a minha companhia era uma menina, a qual eu não conseguia identificar, volta e meia ela mudava de rosto. somado a isso, a claridade do quarto era escassa,as janelas estavam fechadas, apesar de ser de dia (entrava uma luz solar pelas frestas da veneziana).

isso me deixava bastante confuso, pois eu acabava dizendo um nome que não batia com a pessoa, causando constrangimento. de qualquer maneira, mesmo constrangido, o sexo entre eu e ela continuava.

virei ela de quatro e ela ficou com a barriga em cima de uma televisão.

- vai comer a minha bunda?, perguntou ela, e eu percebi que não tinha cogitado o assunto, mas que, afinal, era uma boa idéia, por que não?

de repente, aquela escuridão foi interrompida por um flash, que me cegou por um instante.

um frame ficou colado na minha retina, a imagem dela virada pra mim, com uma câmera digital na mão.

- pra que isso, peguntei, atônito. - é pra internet?
adsf / adsf

adsf
lugar nenhum / li

era uma reportagem de tv, mostrava uma alternativa para locais de trabalho. O local que se via era um condomínio popular para salas comerciais. Era um local com pouco espaço, pois todos os tipos de serviço ali se instalavam, encanadores, professores, camelôs, motoristas; ocupando qualquer espaço mínimo. A repórter mostrava a sala de um despachante, um jovem advogado sem sorte na vida profissional. Era uma sala apertada, com o teto muito baixo e sem janela, tinha apenas uma mesa e duas cadeiras, a dele e uma para algum cliente. Mas a característica principal deste espaço eram as alternativas para decoração ser mais atraente, mesmo com escassos recursos. O jovem advogado/despachante mostrava que tinha forrado as paredes e o teto com vidro grosso e entre o concreto e o vidro, havia colocado flores de plástico, coloridas, para alegrar o ambiente. Logo, eu estava numa praia gaúcha, numa casa branca de dois andares, com muitas janelas de vidro, na beira do mar. Sentada ali, avistei minha prima e o seu marido na casa ao lado. Um senhor, moreno e magro, sentou ao meu lado e apontava para o sul, indicando uma estrada, dizia ‘ aquela estrada ali, a BR 293, vai para o interior do estado, só q no interior não tem nada, nem cidade tem mais, a estrada vai para lugar nenhum, lá tudo é vazio’ . fiquei observando e pensando o porquê da construção de uma estrada para nenhum lugar, achei curioso e deprimente. Depois de um tempo eu percebi que aquela estrada passava pela cidade de Cachoeira do Sul, falei para o senhor ‘ mas a cidade de cachoeira do sul até que é legal, ela é alguma coisa, ainda?’
Na casa dos outros / EDW

Estávamos na noite eu e uma amiga prostituta e grávida. Eu pensava se iria acabar me envolvendo com ela e considerava os inconvenientes. No fim da noite, já quase amanhecendo, ela sugeriu que nós invadíssemos a casa de um antigo professor meu, com quem eu nunca tive afinidade. Achei a idéia péssima, mas topei. Enquanto estávamos lá, comendo e bebendo as coisas dele, eu insistia para a gente ir embora, mas ela dizia que não dava nada. Já bem de manhã, o professor apareceu de roupão na cozinha e me pegou de sorriso amarelo, tentando apagar os vestígios da nossa presença. Ao invés de chamar a polícia, ele disse que eu era de casa, que aparecia quando queria. Eu não sabia que tinha toda aquela moral, e fiquei com vontade de dizer que ele era “um perfeito cavalheiro”. As visitas do professor começaram a chegar quando eu e a minha amiga puta e grávida saímos por uma estrada enlameada, num carro que eu tinha dificuldade de controlar.
festas / li

Acontecia uma grande festa, na frente da casa da minha avó, em santa maria. Eu não conhecia ninguém ali, mas todos sabiam quem eu era, me tratavam muito bem. Na minha frente passava uma mesa, que era uma esteira rolante, com muitos petiscos e bebidas. Tinha uma jarra com um líquido incolor. Achei q era Ouzo e provei, porém era uma bebida desconhecida, muito boa, uma bebida alcoolica com sabor suave. Eu também comia guacamole com farelo de pão torrado. Queria pegar mais coisas para comer, mas a mesa/esteira passava muito rápido. Logo, duas adolescentes q eu não conhecia me convidaram para uma outra festa, na casa de sua família, pois seus pais tinham ido viajar. Chegando lá, elas chamaram o Prince e o Axel Rose. Uma delas levou o Prince para uma sala pequena e eles ficaram deitados num sofá jogando rpg. O Prince usava uma máscara de ferro, em forma cônica, com abertura apenas nos olhos, não dava para ver seu rosto.De repente, Prince se levanta e diz querer transar comigo, mas mesmo a fins de transar com alguém, eu não queria que fosse com ele. Nesse momento, os pais das garotas chegaram na casa e elas, apavoradas, tentaram esconder os convidados. Fiquei mais tranqüila, pq não queria ter de explicar para o Prince pq eu não transaria com ele. No desespero as garotas atiraram o Axl Rose pela janela, já com o prince, era mais difícil, ele tinha dificuldade em se movimentar por causa da máscara, falei para ele que não iria ajudá-lo pq eu detestava suas músicas.Saí correndo e parei em uma avenida grande, perto do aeromóvel, em poa ,era uma madrugada quente e tudo estava vazio. Um jovem me acompanhava, ele andando de moto, eu caminhando ao seu lado. Fomos para a minha casa, q ficava próxima do rio guaíba e a festa que eu estava antes estava acontecendo ali novamente, do mesmo jeito. Uma adolescente, parecia mimada e mal-humorada, começou a fazer xixi no chão de toda minha casa. Fiquei muito braba e busquei um pano para limpar enquanto dizia q ela deveria ter mais cuidado com isso e que eu detestava limpar xixi dos outros. Fiz ela limpar tudo, aos gritos, e ela fazia o serviço com má vontade.
Visita / Lola

Meu primo estava de visita na minha casa e nós não jantamos.Qdo já estavam tds deitados ele disse que não conseguia dormir pq havia feito um treino muito puxado e estava com muita fome.Fiquei com vergonha por não ter abastecido a casa para espera-lo e ofereci um pedaço de bolo.Enquanto ele comia o bolo encontrei uns pães-de-queijo e pus para assar.Ele ficou contente.
carne / li

minha casa ficava no meio do campo, quase uma fazenda, só q não tinha animais nem plantação, não tinha nada mais, era só eu o campo e a casa. Era uma casa antiga e bem grande, e ali eu vivia sozinha, no meio da imensidão daquela planície. Andando pela casa, sempre me perdia ali dentro, atravessava muitas portas e era muito difícil chegar em algum cômodo. Assim eu vivia, andava sempre com uma águia no meu ombro, o tempo todo. Da varanda da casa eu avistava pequenos muros pelo campo. Eram muros antigos, assim como a casa, mas percebi que eles eram muros construídos com carne moída.