Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Plataforma umbilical / Hannap

Plataforma umbilicalAcho que morávamos no meio do mar numa plataforma gigante (eu, Caco, Paula Mello). Eu me suspendia por uma corda elástica na base da plataforma e ficava fazendo pêndulo para tentar pisar na plataforma de maneira suave. Nossa maneira de se transportar era de elicóptero. Voávamos muito. A sensação desse sonho era de pairar no ar.
escadas interrompidas / en_drigo

a casa onde supostamente estava o meu quarto era de dois andares e todas as escadas, espalhadas pela casa, que levavam ao andar de cima - onde supostamente estava o meu quarto - estavam interrompidas com um espaço de um metro e meio de altura. do chão, não subiam mais do que três degraus, onde então começava este vão só continuado por degraus acima da minha cabeça. eu não conseguia me pendurar nestes degraus, muito menos subí-los.

ar / li

Sentada em um banco dentro do meu banheiro, alguém me empurrou e enrolou a cortina do box na minha cabeça. Caí no chão e não conseguia respirar.
O Retiro / Lola

Eu e uma amiga tínhamos sido chamadas pra investigar o caso de uma imagem da Virgem Maria que chorava sangue.A imagem ficava em um retiro de freiras,e para se chegar lá era preciso viajar de ônibus e depois atravessar a pé um rio raso onde havia serpentes,piran e animais perigosos e venenosos.As freiras não eram incomodadas pelos animais pq recebiam uma certa proteção "divina".Minha amiga atravessou o rio e eu fiquei do outro lado com algumas noviças.Havia freiras jovens,alegres e bem humoradas,e outras eram sisudas e nada simpáticas.A madre não gostava de mim.Num desses dias,estávamos em um ônibus a caminho do rio e minha amiga ligou para o meu celular dizendo que fõssemos com urgência encontra-la na margem,que ela estava voltando do retiro e coisas muito graves haviam acontecido.Qdo chegamos na beira do rio,cedo da manhã,eu quis atravessar para encontra-la mais rápido mas tive medo das cobras que estavam por toda parte na água e recuei.O dia prometia ser quente e eu só pensava que se resolvêssemos aquilo logo, antes do meio-dia chegaríamos na praia e poderíamos tomar banho de mar.Minha amiga chegou com algumas freiras,e indignada contou que no retiro mantinham uma criança que diziam ser filha do demônio e que precisava ser alimentada com sangue.As freiras haviam deixado a criança para morrer de fome e minha amiga a trazia de volta.A santa chorava sangue pq o sangue que seria dado a criança ficava dentro dela.
casa rio / li

Fui visitar minha mãe, que morava numa casa, dentro de um rio com forte correnteza e muitos morros em volta. Havia uma ponte branca, cheia de bancos, que acompanhava o percurso do rio, e por onde muitos turistas por ali passeavam. Nossa casa ficava bem onde o rio fazia a curva e tinha muitos terraços. Começou a chover e os turistas começaram a saltar da ponte para atravessar o rio, um homem grisalho com seu filho foi arrastado pela correnteza para dentro da casa, logo depois um peixe enorme tbm entrou pela sala e atravessou a casa até entrar novamente no rio. Olhei para os morros e no meio do mato vi uma pequena casa no alto, minha mãe disse que a casa estava abandonada desde o século XIX.
Mendigos Eestrela / Hannap

Sonhei que estavamos indo para minha casa (eu, chico e leo) no fim da tarde. A gente chegou lá e não tinha comida na geladeira mas tudo bem. O Leo era também o Bessa às vezes e não aparecia muito no sonho. De repente liga o Lorenzo, proprietário, e diz que está indo pra lá. Eu recém tinha aberto a geladeira e visto que nada tinha ali e organizei umas coisas. Me deu vontade de ligar para o Lorenzo e pedir para que ele trouxesse um spaguetti e uns tomates. (eu estava om muita fome). Nesse meio tempo eu vou até o final do corredor do prédio (ponta do prédio virada para o posto) e me debruço na janela. Olho lá para baixo e vejo 5 pivetes deitados na grama fazendo um desenho bonito de uma estrela. Eu chamei o Chico para ele ver e ele veio. De repente a polícia chega na graminha. (3 policiais). Pegam um pedaço de pau e e vão retirar uma pedra que ficou presa num galho de uma árvore alta eque os pivetes jogaram. Um policial com uma vara recolheu a pedra e arremessou com toda a força em direçao ao Zona Sul do outro lado da rua. A pedra rebate e faz um estrago no telhado de lá.

Eu penso: que ignorante, tá combatendo o arremesso de pedras, pagando moral e faz uma dessas! Porra.

Eu pego, com com o Chico, uma pedra dessas e jogo em direção ao policial. (ela vai caindo na cara dele) eu me escondo saindo da janela. O Chico vica vendo e depois conta que a pedra bateu num carro. Que merda, eu tô fudido. Tento disfarçar a janela para os policiais não descobriram. Fecharam uma cortina.
tardinha / li

Olhei meu relógio de pulso e os ponteiros marcavam 17hs 15min. Em minha volta estava um casal de irmãos adolescentes junto de um amigo. Estávamos em uma piscina que ficava entre duas casas, uma mansão e outra bem simples, de madeira. Todos ali conversavam normalmente comigo e eu não conseguia lembrar de onde os conhecia. Mergulhei na piscina, a água estava quente e logo saí para me secar ao sol. Percebi que eu estava muito bronzeada e não sabia o porquê nem como tinha ficado com aquela cor. Olhei para minhas pernas e vi manchas douradas junto das gotas de água na pele, imaginei ser reflexo da luz do sol ,pois a luz do dia estava amarelada. Ouvi ruídos altos e então avistei q se aproximava um caminhão de lixo vindo de um estreito corredor do pátio.
DDI / ana

sonhei que o morgan freeman me ligou no celular falando para a gente se encontrar numa lanchonete na califórnia porque ele precisava conversar. aí falei pra ele que num ia dar porque eu tava no brasil, só tinha ido pros eua pra ver o oscar mas já tinha voltado. depois eu estava esperando no aeroporto e ele apareceu de moletom.
Marinheiros decapitados / Lu

Era uma casa antiga, com estábulo, num estilo Los Angeles do tempo do Zorro. Mas era frio. Numa peça havia um quadro com o retrato de rosto, quase em tamanho natural, de 4 marinheiros, naquele naipe Jacques Cousteau, de blusa branca e casaco de lã azul, de 8 botões. Os marinheiros fizeram alguma maldade e um outro cara aparece e mata os 4 como vingança e pendura suas cabeças no lugar do quadro.
um corte / li

Estava no último andar de um edifício antigo, numa repartição pública, muitos móveis velhos e em tons de cinza e muita ferrugem pelas paredes. Eu e uma colega pedíamos papéis e documentos, os funcionários nos entregavam através de buracos pequenos das paredes de ferro. Todos documentos empoeirados e sujos. Fiquei chateada com tamanho descaso com o que era meu e senti uma sensação de tédio e tempo perdido. Eu e a colega resolvemos ir embora, descendo pelas escadas metálicas. Íamos conversando e ela tentava me fazer rir. Pessoas passavam próximas de nós e nos olhavam desconfiadas. Quando ficamos sozinhas na escadaria ela , no meio da conversa, cai desfalecida. Carrego-a e vejo um grande ferimento na sua testa por onde saía muito sangue. Já em um quarto de hospital, que ficava no meio dos arquivos do serviço público, um médico que era meu ex-namorado, enfaixava todo o corpo dela. Por uma janela eu me enxergava apanhando flores num grande pátio de concreto. Eu não sabia o que fazer com as flores e logo a colega acorda normalmente e diz ‘lisi não é só destruição’.