Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
pipi cat / Lola

Fui limpar a caixa do gato e percebi que A já o havia feito.Acontece que em vez de tirar só o cocô do gato ele havia jogado tudo fora,inclusive a areia da caixa.Hum,pensei,mania de fazer as coisas de qualquer jeito,coisa irritante.
Glass ElevatorVirus Outbreak / Im

Glass ElevatorVirus  Outbreak

I had a dream I was in an elevator made of glass and dark coloured aluminium.. and while I was travelling to one of the lower floors. I was informed that there has been a virus outbreak on that floor and that they will seal it off . I tried not to breath on that floor and I believe the door never opened anyway..



someone the only person I could call was a famous psychologist, who was appearing on a TV show that day.. he said he will be with me at the latest in 70 minutes..



I woke up I think before the dream ended and the psychologist was in a helicopter.

xtra_large / en_drigo

eu caminhava por uma praia feia e de vento forte, com o sol a oeste e o mar muito distante, à esquerda de quem vai ao norte;

pensei que se a praia do cassino fosse não no atlântico, mas no pacífico, ela seria assim.

ao meu lado vinha XL., amigável como jamais fora, agradecendo-me a camiseta que eu havia lhe dado de presente.

perguntei a ele se não havia ficado apertada e ele concordou, disse que havia pedido para sua mãe consertá-la.

eu disse a ele para cortar apenas a estampa e costurá-la em uma camiseta maior.

ele me olhava e ria, muito satisfeito, com uma cara que dizia *por que eu não pensei nisso antes?*
? / en_drigo

encontrei um amigo antigo, que parece o frank zappa, em uma rua que virou uma duna.

depois de nos cumprimentarmos, ele desceu a duna rolando, daquele jeito típico que as pessoas costumam se atirar, pra virar um croquetão de areia.

eu respondi a ele, falando alto, *que a gente se via mais tarde*.

em cima dessa duna que tinha sido uma rua haviam vários móbiles.

porém, estes móbiles estavam pendurados em lugar nenhum, o seu fio simplesmente pendia, suspenso, sem nenhuma base acima.

prestei mais atenção neste móbile e a duna voltou a ser rua.

nesta hora, eu pensei que se tratava de um arranjo diferente pra festa junina e estranhei, estamos no meio do verão.
perda e ganho / li

conversava com a L., na sala da sua casa enquanto percebi que meus cabelos começavam a cair. a quantidade era absurda, fiquei envergonhada de colocar tanto cabelo no lixo da sua casa. Logo mais, vi que nos cabelos que ficaram, tinha muita sujeira, chicletes, isopor, papel, bichos e muitos nós. Imaginei que teria cortar o cabelo bem curto para que pudéssemos sair. Mais tarde, caminhava com XX na rua da ufrgs, campus centro, à noite , em nossa direção aparece o alemão-louquinho, ao me ver ele grita q queria vingança comigo. Sacou uma faca, e com ela atingiu a minha barriga. Fiquei assustada, mas percebi q as facadas não me perfuravam.
bbb / ana

uma das partes do sonho era que eu tava na fila de um restaurante vegetariano com uma amiga porque ela ia comer, eu já tinha almoçado mas mesmo assim eu comecei a fazer um prato com salada etc. e aí fiquei meio em dúvida se comia de novo. aí quando eu olhei na fila de pessoas pra pegar comida, eu vi uma menina e lembrei que ela me era familiar, mas não que eu conhecia mas que eu tinha visto mto a cara dela por aí. aí cheguei a conclusão que ela estava me seguindo.

fui procurar um serviço tipo de detetive que descobria se alguém estava sendo perseguido ou não. aí o cara começou a analisar várias coisas e foi na minha casa. depois de um tempo ele veio me falar que eu estava sendo observado há muito tempo, e que minha casa estava inteira grampeada e com várias câmeras secretas que ficavam me filmando. me senti muito mal, quase desmaiei. perguntei para o cara se era a menina da fila que tinha feito isso e ele falou com bastante certeza que não. mas também não me falou quem tinha sido.
SUL Ensemble / dmtr

#1

estava chegando no sul e alguem me falou pra mim ir na TVE, porque eu ia falar sobre algo q nao lembro na TV. nem pensei muito e fui lá. A TVE era um casebre, e quando eu cheguei estava com vontade de urinar. logo perguntei onde era o banheiro e entrei. Fiquei um tempo tentando me decidir pois haviam dois vasos sanitários um ao lado do outro no banheiro, além de um tanque de lavar roupa e muitas roupas e lençóis. a porta também nao fechava e tinha um degrau no meio do banheiro, que era feito de lajota

Por acidente passei na frente de um espelho e me lembrei que eu estava de bigode, nem sabia desde quando, e também que dentro de pouco eu ia estar na TV.

#2

de repente eu ja estava num galpao enorme, nada a ver com a TVE, e eoncontrei um elástico preso no teto, e no chao um tijolo de seis furos, todo enrolado com um fio de cobre formando um gancho.

nao tive duvida e enganchei o tijolo no elastico, e saí caminhando pelo galpao, sempre com o tijolo na mao

surgiu um cara tentando tirar uma foto disso, e fiquei meio constrangido. Lembrei que seu deixasse o tijolo ali pendurado alguem poderia por acidente dar uma cabeçada, entao comecei a tentar desamarrar o nó.

perguntei pro cara que camera era aquela, so pra dizer algo, e percebi que o galpão era a gráfica da universidade em Santa Maria.

#3

vi alguns flyers e camisetas impressas em offset(?) todas penduradas num varal, parecido com revelacao de foto.

comecei a perguntar pra eles se eles tinham fotolitos velhos pra me dar que eu queria fazer uma colagem.

eu tinha certeza que por algum motivo eu tinha voltado a estudar no colégio, era o segundo dia de aula no ano e as aulas duravam o dia inteiro, e ainda eu morava e dormia no colegio. Quando eu me acordei percebi que todo mundo ja estava na aula e eu nao fazia nem idéia de que horas eram, se era de manha, tarde ou noite.

#4

vi que todos estavam saindo da sala de aula e pensei que fosse hora do almoço pois estava com fome, quando encontrei alguem conhecido fiquei sabendo que ja eram 16h, e as pessoas comecaram a correr em círculos. Me dei conta que era a hora da educação física e eu mal tive energia pra sair da cama, estava com fome, não estava acreditando que depois de velho eu teria que encarar o colégio novamente, e que além disso no segundo dia de aula eu ja tinha sumido por ficar dormindo.

#5

Estava na casa dos meus pais que no caso era um casarão gigante com muitas escadarias na entrada. aproveitei que estava por la e chamei varios amigos pra casa, varios que nao se conheciam entre si.

eram 11 da manha o almoço ia ficar pronto quando anoiteceu em minutos. Fiquei gritando chamando todo mundo pra ver, perguntando se havia algum eclipse agendado, ficou escuro por um tempo e BLAM! caiu um metero vindo com muita velocidade, no tremor nao ficou ninguém em pé, aquelas coisas apocalípticas que eu sempre sonho.

Globsters / dmtr

dormindo por cinco minutos tive um sonho muito específico

era um instrumento musical parecido com o piano, mas que a tecla ficava diretamente ligada a uma peça de cristal, com o formato de gota invertida, ou bulbo. sobre o instrumento eu não sei dizer muito, mas sei que as bolhas de cristal chamavam "Globsters" e que tinham um som muito "cristalino", sendo mais prolongado quando martelado com a parte gorda, e mais stacatto quando marteladas com a parte fina. e não quebravam
corpos / li

minha nova casa era uma construção bem antiga, muito escura. Moraria ali com pessoas mais velhas que eu não conhecia, entre elas a Maria Bethania. Pensei que ficaria deslocada no meio daquela galera, uns cinquentões, executivos e magrões da antiga. Assistia TV e percebi que a Maria Bethania só andava pelada pela casa. Ela tinha um corpão, e pensei que eu precisaria me cuidar mais, com 30 anos, o corpo-bagulho era o meu naquela casa.
almoço francês / li

eu almoçava com a minha mãe no Ocidente (restaurante/bar), que recém tinha mudado de lugar, ficava agora numa rua calma do bairro petrópolis. Era uma casa grande, de dois andares e o novo chef era o Oliver Anquier. Ele me apresentava vários pratos servidos, mas nenhum me agradava, acabei escolhendo um risoto de alho poró e pimenta preta. Enquanto almoçávamos entrou a Fatima Bernardes e o William Bonner com seus filhos, minha mãe ficou muito feliz em vê-los, comentei que tbm o Luis Fernando Veríssimo costumava almoçar ali. Mesmo almoçando eu já estava agora em uma sala de espera de um curso de francês, seria minha primeira aula neste lugar. Um recepcionista me chamou e conduziu-me até a sala do professor. Eu teria aulas isolada do restante da turma e a nossa sala era como a de um psicanalista, mesa e duas poltronas. Tudo que o professour falava, eu não entendia. Comentei que eu apenas sabia dizer ‘bonjour’, o resto eu tinha esquecido. Ele continuava a fazer perguntas e nada de entendimento. Comecei a achar o professor bonitinho, mesmo sendo tímido, arrogante, caretão e super sério. não prestei mais atenção no que ele dizia, coloquei um óculos escuro de aro redondo para poder ficar olhando mais para ele.