Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
O médico / Takika S.

Eu estava tomando banho quando meu marido, o diretor do hospital, entrou no box e me abraçou por trás. Ficou me ensaboando as costas e então fez sexo anal em mim.
L.R trocou meu nome / Takika S.

Sonhei com L.R novamente. Ele me chamou de Cristina.
L.R, eu e a bolsa de gatinho com contas coloridas / Takika S.

Me confundiram com alguém menor de idade e acharam que L.R era um corruptor de menores, ao me verem de mãos dadas com ele na rua.
Ele comprou para mim uma bolsa de pelúcia no formato de um rosto de gatinho. Me mandou escolher a cor. Escolhi uma vermelha com pelúcia degradê num tom mais escuro. Procurei o fiozinho de contas q vinha como um pingente, era comprido, intercalando fieiras de continhas nas cores vermelha, rosa num tom mais claro e rosa num tom mais escuro.
Convenção de crianças, charuto ao contrário, Will Ferrell / Takika S.

Nas ruas ao redor da minha (e na minha tb) houve uma conferência de crianças. Não sei bem o que era aquilo. Vieram crianças de toda a Europa. Então havia um rapaz que deveria ter uns 14 anos, mas era muito baixo para a idade (parecia ter uns 9), não muito gordo nem muito magro, com camiseta de banda de punk rock. O garoto fumava charuto ao contrário ( a brasa pra dentro da boca) sem se queimar. Quando viu meu pai vindo pela rua carregando bolsas com compras de supermercado, cismou de empurrar meu pai para ele cair. Então eu me adiantei, peguei o moleque pelo braço com fúria, pra machucar mesmo, levantei ele pelo braço e o sacudi, gritando com ele.
" Escuta aqui, seu filho da ****, aquele senhor ali é meu pai. Se você encostar um dedo nele, você morre da pior maneira possível, seu bosta ! "
O garoto saiu injuriado e foi reclamar com o chefe da convenção, o Will Ferrell. De longe eu vi o moleque reclamando de mim (como estava distante, não dava para ouvir) e me apontando. O Will Ferrell ignorou o garoto.
Meu amigo P* / Takika S.

Sonhei que P* aparecia novamente, apenas me dava um beijo no rosto, me abraçava e saía.
A amizade de P* e coisas legais e ilegais / Takika S.

No sonho eu sentia muito amor pelo meu amigo P*. Mas amor de irmão, amor fraterno mesmo. Na vida real eu realmente adoro esse cara. Ele é show. No sonho a gente ria, brincava, se divertia - Ele estava aqui em casa e meu quarto estava bem mais arrumado do que é na realidade. Então parece que estávamos no trabalho, ou algo assim, e ele trouxe um monte de maconha. Estávamos no meio de um monte de gente e começamos a fumar. Então chegou a chefe e reclamou, dizendo que fumávamos demais, acendendo um baseado no outro. Então ele pegou e doou a maconha para outra pessoa. Eu falei que aquilo é errado e não devemos mais fazer isso, pois é prejudicial não só ao corpo como ao espírito.
Lembro q n sei como fomos parar na Inglaterra e eu o chamava de David (embora ele se chame P*, coisa q na vida real acontece sempre q a gente tá mto bêbado, n sei pq sempre chamo ele de David) aí eu passava por um campo de trigo (tinha dono, eu tinha medo do dono perceber que eu tava puxando por vandalismo alguns ramos), mas afinal o terreno era público, só a plantação q tinha dono.
Eu percebia algumas poças muito rasas para ter tantos peixes ali dentro, de onde eles teriam vindo? Só sei que pensei em providenciar uma vara de pescar e um anzol improvisados para pescar.
L.R* / Takika S.

Fui visitar meu último emprego e L.R* estava muito doente. Acho que estava quase morrendo. Carregaram-no dentro de uma caixa (não era um caixão) e ele estava quase morto. Senti-me muito triste, pois eu sentia que o amor que eu sentia por ele era recíproco.
O acidente no cruzamento da Estrada do T* com a rua A.R* / Takika S.

Esse sonho é bem antigo. Eu estava aguardando para atravessar, perto da minha faculdade, então vi um acidente horrível com ônibus, acho que ele virou. Muita gente morreu. Tocava no auto falante da rua a música "It's my life", do No Doubt.
A perna debaixo do ônibus / Takika S.

Sonhei que estava atravessando a Rua A.R*, mas no sonho ela parecia um pouco diferente do que é na realidade - Pois no sonho ela apresentava dois sentidos.
Então vinha um ônibus C* e debaixo dele havia uma perna humana grudada ali, provavelmente de alguma vítima de atropelamento. O asfalto estava todo sujo de sangue, eu vi aquilo e fiquei furiosa, dizendo que o motorista teria de se entender com a polícia.
Espíritos de meninas numa antiga catacumba cristã em Portugal / Takika S.

Era um local meio que abandonado, no interior de Portugal. Não sei precisar a cidade.
Os espíritos de meninas adolescentes viviam presos dentro das catacumbas, que eram dentro de cavernas, num subterrâneo que datava dos tempos da perseguição aos cristãos, no império romano.
Sempre passava um ônibus para tentar resgatar essas meninas. E elas, desesperadas para saírem dali, corriam todas até a saída da caverna, mas ao chegar lá, algo as impedia de sair, talvez o medo, o mais provável. Eu conseguia sair, chamava-as para sair, o ônibus não queria me levar. Ele partia e as meninas voltavam para os fundos da catacumba, choramingando e lamentando.
Eu me perguntava como iria sobreviver, o que comer, como me vestir e me abrigar naquele local. Enfiava as mãos nos bolsos da minha própria roupa e verificava que dispunha de algumas notas de R$2,00 meio mofadas.
A escada de Madureira / Takika S.

Esse sonho é recorrente. Sempre sonho que estou subindo ou descendo a escada de Madureira. Mas não é a escada rolante, a escada comum mesmo. Isso quando não sonho com um terminal de ônibus coberto parecido com o atual, porém indo na direção da outra rua. Ando no meio do comércio, visito a C*, que estudou comigo no ensino médio. É tudo muito estranho
Trem de brinquedo atravessando toda a cidade / Takika S.

Um longo trem de brinquedo - os vagões do tamanho de caixas de sapato - atravessava toda a cidade. As pessoas montavam nos vagões e iam encarapitadas ali em cima. A cidade tinha uma aura estranha. Era no meio de um bosque, casinhas coloniais antigas. Meu vizinho da casa de frente montou em cima de um daqueles vagões e foi tranquilamente viajando ali
Festa com mesa de halls, balas de ursinho gigantes / Takika S.

Eu só me lembro do final do sonho. Acho que a festa era na minha rua. Os funcionários do buffet eram as mesmas pessoas que trabalharam no meu antigo colégio.
Havia uma mesa com vários pacotes de balas halls. Até sabor café. E balas de jelly ursinhos com uns 5 ou 6 cm de altura. A festa deve ter sido animada, mas meus pais voltaram para casa antes de mim. Havia um rapaz que ficava conversando comigo, mas ele sumiu de repente - Depois meu pai me contou que ele era falso e ficava me imitando. Então eu peguei um monte de halls e jelly ursinhos e enfiei na bolsa antes de sair. Acho que não gostavam que pegássemos muito, mas eu peguei. Então saímos, eu o menino. Na porta, uma inspetora q trabalhou no meu colégio distribuia halls de cereja para quem fosse embora de táxi. Eu peguei um e saí - pois achava que encontraria meus pais no táxi. Eles não estavam. Então fui embora, aí que notei que a festa fora umas duas casas antes da minha, eu achava que estava longe de casa mas estava perto !! Aí vi um menino que estudou comigo, o R*. e apontei minha casa - "Olha, R*, eu moro aqui" - Ele olhou, mas nada disse, foi embora. Aí eu me lembrei que a única amiga do ensino fundamental que veio em minha casa foi a M*, eu gostaria que a C* tivesse vindo - mas C* foi minha amiga no ensino fundamental.
O telejornal fake, humorístico. / Takika S.

Havia uma falsa redação de um jornal fake, humorístico. Ele ficava tipo em um porão. Era tudo claro e iluminado, porém estavam um pouco abaixo do nível do mar, instalados em um porão, onde os repórteres ficavam em frisas como as de teatros. Não se podia chegar até lá, era proibido chegar perto deles. Havia um repórter com o cabelo loiro repartido, de terno e gravata, alto e ligeiramente robusto. Ele tinha um olhar malicioso de espírito zombeteiro. Havia também outro, maior e mais moreno. Eles não queriam de jeito nenhum que eu fosse até eles, então eu, desobedecendo, fui. Então eles me doparam de alguma forma - acho que alguma substância lançada no ar - E eu fiquei numa espécie de torpor. Via tudo o que estava acontecendo, mas parecia um sonho. Então o homem mais moreno me empurrou no chão, virou-me de barriga para cima, levantou o meu vestido e tentou penetrar o pênis em minha vagina. Encontrou muita dificuldade no ato e achou que eu era virgem. Pensei que ele não sabia diferenciar uma mulher não virgem de uma virgem. Então o loiro resolveu tentar de outra forma. Me fez ficar na posição de quatro, se colocou por trás de mim e tentou penetrar-me no ânus. Encontrou um pouco de dificuldade mas conseguiu penetrar. Eu movia os quadris rapidamente. Os dois riram, dizendo que eu era uma safada que provavelmente queria casar virgem e por isso somente fazia sexo anal. Então eu percebi que o loiro era apaixonado por mim e tinha vergonha de admiti-lo, afinal eram zombeteiros. Eu puxei as mãos dele para minha cintura e ele as acariciou rapidamente, com medo do outro ver.
O choro dos pássaros / Takika S.

Eu e minha mãe estávamos no Egito. Então haviam pinturas nas paredes. Observei que havia um olho estilizado. Ela me disse que representava o choro dos pássaros
O cão / Takika S.

Havia um belo cachorro, de porte grande. Ele disse que toda vez que houvesse algo de errado, ele daria uma piscadela, me avisando, e eu saberia que ali poderia haver problemas.
Balsa / Takika S.

Eu e meu pai estávamos em uma balsa, navegando no mar. Havia uma tripulação de marinheiros, todos de branco. Então de repente a balsa balançou muito e eles avisaram: "precisamos voltar, estamos adentrando o Delta do Nilo".
Mulheres em cima do trem / Takika S.

EU estava na estação do trem e havia algumas senhoras em cima do trem, elas viajavam ali. Eram espíritos de mulheres que haviam morrido e por algum motivo tinham de ficar ali.
Esposa do faraó / Takika S.

Eu estava trancada em algum local escuro, abafado, de paredes de pedras. Muitos insetos esvoaçavam ao meu redor, me atacando, picando. Aflita, gritei pelos criados. Eles não apareceram. Ameacei-os dizendo que meu marido iria os jogar aos crocodilos. Então uma voz grave masculina avisou:
" Você não tem mais criados. Você não tem mais marido. Olhe bem para você mesma."
Quando olhei para trás, vi uma múmia feminina dentro de um sarcófago.
O espírito da floresta / Takika S.

Eu estava voando pela Finlândia. Então de repente um espírito maligno cismou de me perseguir. Eu tive pavor dele e fugi. Ele estava quase me alcançando, mas de repente desistiu. Eu devo ter entrado em algum domínio onde ele era incapaz de prosseguir.
Caça, carne de cachorro / Takika S.

Eu estava em um castelo, do qual meu pai era dono. Mas naquele tempo eu não era sua filha. Creio que ele tinha apenas uma filha - uma mocinha de uns 10 anos no máximo - e um rapaz de no máximo uns 21 anos.
Estavam em tempo de guerra e o rapaz não gostava de guerrear. Tinha uma péssima pontaria. Não tinha interesse por nada daquilo. Meu pai, que era um senhor feudal e veterano de outros combates, ficava desapontado, abismado com aquilo, muito deprimido.
Precisavam racionar carne, a carne de caça dos bosques era toda para os soldados. Creio que o rei proibiu que se comesse da carne de corsas, faisões, codornas etc. Então, mesmo que fossem ricos, a família de meu pai viu-se forçada a comer animais domésticos - cães. A filha dele, ao contrário do irmão, tinha um sangue frio de guerreira. Não tinha o menor dó de comer a carne dos cachorrinhos filhotes com quem brincava tão contente dias atrás. Fincou a faca suja do assado em cima da mesa, com grossura, e alisou a barriga, dizendo que a carne estava deliciosa.
Pazes com o diabo / Takika S.

Quando eu era pequena tinha vários pesadelos com o diabo. Então um dia sonhei que ele disse que tínhamos de fazer as pazes. E me convidou para ir em sua casa, onde daria uma festa, ele iria dançar.
Eu nunca via seu rosto, nesse dia eu vi. Ele tinha corpo de fauno, era todo vermelho, com chifrinhos, rabo de ponta de flecha, pés iguais a cascos de bode.
Havia um palco iluminado, poucas pessoas na platéia. Ele acabava um número de sapateado no momento em que adentrei o auditório. Alguém aplaudiu quando ele encerrou seu número, tirando o chapeuzinho, curvando-se num cumprimento, a bengalinha na outra mão. Aplaudiram e bradaram "Muito bem, diabo !"
Maracanã, a arquibancada / Takika S.

Eu estava no Maracanã. As arquibancadas eram todas de cimento, grandes bancos, igual antigamente. Eu quis sentar bem lá no alto, para evitar que me jogassem sacos ou copos cheios de xixi, como os vândalos costumam fazer. Eu tinha medo de cair lá do alto.
África / Takika S.

Eu estava caminhando sob o sol escaldante da África. Morrendo de sede. Então apareceu uma nativa com o próprio bebê atado às costas numa espécie de bolsa. Muito simpática, me ofereceu água. Era um líquido barrento, o gosto não era lá essas coisas, mas tragável. Bebi. Ela ofereceu alguns bichinhos de madeira, umas larvas gordas. Recusei educadamente. Ficamos em volta de uma fogueira observando as árvores magras e ressequidas da savana.
O diabo quer que eu assine / Takika S.

O diabo me mostrou um papel onde tinha meu nome escrito. E que era para eu assinar embaixo de onde estava escrito meu nome. Muito calmamente eu disse que não iria assinar. Ele insistiu, mas eu não tinha medo dele. Ele ficou muito decepcionado.
R* / Takika S.

Isso não foi bem um sonho e sim uma projeção astral. Eu estava deitada em minha cama, vendo tudo o que acontecia ao redor. Via as prateleiras com meus livros da faculdade, via meus bichos de pelúcia, o computador, as almofadas etc. Então escutei o ruído de um instrumento de sopro - Um saxofone ou algo assim - E ouvi uma voz dizendo que quando eu escutasse aquele som, é porque haveria um espírito desencarnado próximo a mim. Então eu vi o ator (que na vida real é falecido) chamado R*. Ele exalava uma energia um pouco negativa. Acho que morreu revoltado, ou tinha algum karma pesado. Ele me disse "vc está pensando muito em mim !" (Como se aquilo o incomodasse)
E de fato eu estava vendo a reprise de uma novela onde ele aparecia. Mas na verdade eu não estava pensando nele. Eu estava reparando era na personagem que ele interpretou.
Então ele demonstrou interesse sexual por mim. Disse que eu estava muito cheirosa e perfumada. E fizemos sexo.
Midas, rio sujo, meninos de rua / Takika S.

Sonhei que ia andando pela rua, no centro da cidade do Rio de Janeiro, então encontrei várias criancinhas bonitinhas, limpinhas, bem arrumadas (que tinham família) e lhes dei doces de Cosme e Damião. Andando mais um pouco, encontrei crianças pobre e sujas, abandonadas. Também dei doces a elas.
As crianças limpinhas me convidaram a ir a um parque onde teria uma festa de S. Cosme e S.Damião. O local era lindo ! Florido, um belo gramado, muita gente alegre e feliz. Lá havia uma ponte sobre um rio sujo - que destoava da limpeza do local - e eu teria que atravessar essa ponte. Achei-a muito frágil e não quis arriscar. Então apareceu meu professor da faculdade e me chamou de Midas, dizendo que tudo o que eu tocava, virava ouro.
A casa da luz vermelha / Takika S.

Sonhei que queria ir em um prostíbulo ver se tinha algum garoto de programa trabalhando ali, para fazer sexo com ele. Mas o prostíbulo era num bairro muito frequentado por vizinhos. Então tive que entrar escondida. Encontrei um vizinho por lá e fiquei com medo dele me ver e achar que eu trabalhava ali. A cafetina não me deixava sair dali e eu comecei a me irritar. Então apareceu um homem e me ajudou a sair do lugar. Saí aborrecida, porque não consegui fazer sexo.
O homem em cima do ônibus / Takika S.

Esse sonho é de 1996 ou 1997, não me lembro ao certo.
Perto ao colégio onde eu estudei, em Cascadura (RJ), bem no cruzamento que eu atravessava para ir para o colégio (e para voltar para casa, também) passou um ônibus. Em cima dele havia um homem muito parecido com um jogador de futebol italiano chamado LM. Eu amava aquele homem que estava em cima do ônibus e ele também me amava. Ele era tipo hippie, não tinha paradeiro, não trabalhava.
Bloco de carnaval / Takika S.

Ao longo de toda a estrada haviam vários botequins e barracas vendendo cerveja. Eu e minha cunhada vínhamos pela rua bebendo cerveja em lata. Então passou um homem (de uns 40 anos no máximo) carregando uma caixa de isopor muito grande, à frente do rosto, o que lhe atrapalhava a visão. Ele esbarrou em mim e eu reclamei muito com ele, briguei. Minha cunhada disse que não brigasse com ele, que o conhecia e ele fora professor dela quando ela estava cursando o EJA.
Então ele disse que estava com um balão pronto para voar, perguntou se nós queríamos dar uma voltinha. A princípio eu concordei. Fomos andando até minha rua, que não é muito longe dessa estrada, então o balão estava bem defronte à minha casa.
Eu fiquei com medo (pois tenho medo de altura) e não quis subir. Minha cunhada (que na vida real adora uma bagunça !) subiu pela escadinha. Daí para descer, não quis ir pela escada e pulou.
Ela quebrou o braço, foi fratura exposta ! Eu fiquei apavorada e toquei a campainha de casa, pedindo que ligassem para o SAMU.
Menino dentro do vaso de plantas / Takika S.

Esse sonho é bastante antigo, tem uns 6 anos mais ou menos.
Eu estava no quarto da minha irmã (que após a reforma se transformou na sala de estar da casa dela) e havia um grande vaso de plantas.
Mas ao invés de planta, havia um rapazinho plantado. O menino tinha no máximo uns 12 anos. Eu tinha a impressão de que todo ano eu o reencontrava. Não parecia um estranho para mim.
LR, sempre tão sério... / Takika S.

Sonhei que estava debruçada na sacada de uma varanda. Não sei a quem pertencia a casa. Estava conversando animadamente com meu pai sobre a Guerra dos Farrapos. Então, há alguns passos de distância de nós se encontrava L.R. Sério. Nem sequer me olhava. Por que toda vez que sonho com ele, ele está sempre sério?
França debaixo do assoalho da minha casa / Takika S.

Por algum motivo fomos escavar o piso de casa. Deveria ser alguma obra. De repente observo que lá embaixo havia outra construção, um grande e luxuoso salão de baile, repleto de pessoas em trajes de luxo dançando, tomando champagne cara e comendo petiscos também caros. Eu os mandei sair dali, pois a casa era minha. Um dos garçons respondeu (em francês) que ali era território francês e o salão não me pertencia.
Mercado do meu pai, data de validade antiga, volta no tempo, inception / Takika S.

Meu pai tinha um supermercado em Curicica.
Então nós fomos de carro até lá. Eu sabia que estava dentro de um sonho e que podia fazer o que quiser.
A sensação de liberdade para cometer qualquer desvario...
Passando pelas gôndolas, vi os produtos com datas de validade para 1982 - E não estavam estragados - Sinal que viajei no tempo.
Então, movida por alguma força misteriosa, fui até os fundos do mercado, onde se localizava o açougue, para procurar pelo responsável do local - Na verdade eu estava procurando por um determinado tipo, que seria o mais adequado para o que eu queria fazer.
Perguntando pelo tal encarregado, me indicaram um sujeito não muito alto e magro, orçando pelos quarenta e tantos anos. Ele sabia que eu era a filha do patrão dele e que supostamente trabalhava no escritório da firma, então não se opôs a me acompanhar até o depósito quando eu o pedi que fizesse. Esperei-o entrar e fechei a porta atrás dele.
Então eu comecei com uma conversa aparentemente sobre trabalho, daí de súbito coloquei as mãos em seu cinto e principiei a desabotoar suas calças. No susto, no primeiro instante ele tentou afastar-me as mãos, mas no segundo seguinte ele deixou que eu fizesse. Mergulhei o rosto entre suas pernas e fiz sexo oral nele.
A firma inteira ficou sabendo, inclusive meu pai. Não souberam exatamente o que foi feito - O encarregado não contou - mas viram quando eu fiquei trancada com ele dentro da sala.
Mas como era um sonho dentro do sonho, eu acordei tão logo vi o rosto enfurecido do meu pai e o escutei dizendo que ia me dar uma surra !