Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Surpresas / li

Estava indo na comemoração de aniversário do LA e de sua esposa SA, em Vacaria. Era noite e sentamos junto de uma mesa no pátio da casa deles. SA estava muito animada e feliz.
Percebi que na minha mão esquerda começava a aparecer uma estigma das chagas de Cristo.
/ li

Era noite e eu ia n casa da família B, amigos da época da adolescência na praia. Encontrava AB, seus pais e CBS e falava que sonhava com o falecido irmão de AB, mesmosem saber que ele havia morrido.
Pelo pátio da Casa verde / li

Eu morava numa grande casa verde de 2 andares e com um grande pátio. Recebi uns amigos, RCA junto, e resolvi convida-los pata conversarmos ao sol agradável da tarde. Eles não gostaram muito. Atravessamos o pátio e havia outro sobrado por ali, ode moravam uma família chinesa. Voltei para pegar algo e tinha que passar por escadas de madeira que pareciam pontes e uma lésbica tentava me seduzir.
Cenário exclusivo dos meus sonhos / Hannap

Mais uma vez um sonho com o mesmo cenário que só existe nos meus sonhos.
Sempre que sonho com esse lugar é muito gostoso.
Ele já apareceu umas 4 vezes.

É um lugar que se chega a partir do alto da pedra da gávea. É difícil achar, mas existe um caminho que dá acesso a um paredão vertical cheio de lâminas de pedra e reentrâncias, fácil de escalar, mas muito perigoso. Esse paredão não é muito alto. Tem uns 10 metros. Ele acaba no mar profundo. A maré sobe e vai cobrindo partes desse paredão. É gostoso jogar-se na água, mas é difícil voltar para a pedra. Tem que entender o ritmo da água e escalar uma pedra bem vertical.
Perdendo a Lara / Hannap

Sonhei que a Lara tinha ido embora.
Eu estava muito triste.
Não havia motivo. Não havíamos nem brigado.

Dias depois da Lara ter ido embora eu estava sozinho em casa e tocou a campainha uma prima dela, mais velha, bem japonesa, que morava em Londres. Ela só falava inglês e eu não a entendia muito bem.

Eu expliquei pra ela que eu e Lara não estávamos mais juntos. Ela já sabia.
Ela iria ficar uns dias em casa. Havia na sala um pedaço de colchão, quadrado, que dava pra ela dormir.

A janela da sala tinha uma vista para um campo de futebol, casas e prédios e uma pedra à direita.
O céu estava bonito. A prima japonesa achou a vista incrível. Eu nem achava tão bonito assim.

De repente havia um monte de gente lá em casa. Todos parentes da Lara.
O avô dela estava esculpindo umas madeiras e me fez um convite: - Tá desempregado? Quer me ajudar a esculpir umas madeiras?
A Lara também estava lá. Tinha vindo pegar algumas coisas dela.
Ela pegava alguma coisa e me perguntava quanto custava.
Pegou um toco de lápis e perguntou: - Quanto custa isso aqui?
Eu disse: - É quatro reais, mas pode levar de graça, isso é seu.
Ela queria comprar as coisas. Eu queria que ela voltasse pra casa.

De repente mais alguém tocou a campainha, eu fui abrir a porta. Era a minha nova namorada.
Eu esquivei o beijo na boca e dei um beijo na bochecha dela. Ela foi entrando de sapato. Eu pedi para tirar. Eu nem gostava daquela menina e fiquei muito constrangido por ela aparecer naquele momento. Foi a primeira vez que tive a sensação de perder a Lara e acordei muito triste.


Algumas casas / li

Eu fui morar na Argentina, num apartamento que meu marido escolheu. Entrei e um corredor era de vidro, entrava vento gelado por frestas. Era noite e fomos dormir e onquarto era dentro de um ônibus, que estava toda nossa bagagem e entrava pessoas estranhas. Falamos parado motorista que ali era nossa quarto, umas pessoas falando alto e rbom clamando entravam. O ônibus foi para Mendinza, na Argentina, ode tinha praias com areias grossas e subia por estradas íngremes nas montanhas.
Fui fazer Microfisioterapia e era outro profissional, um enfermeiro parecido com o Diogo Vilela, e logo quem faria seria uma senhora famos, bem qualificada. Era rápido e estranhei. Já estava no meu apartamento de Poa espia homens iam consertar algo. Precisavam comprar um a dobradiça e o homem iraria na Azenha. Chegu PB é-nos comunicávamos por WhatsApp, senti vergonha que eu havia mandado Titãs mensagens para ela.
/ avê

não sei explicar, mas era muito louco
tres casas, mesa de desenho / dmtr

sonhei que eu tinha três casas diferentes, morava um tempo em santa maria em um ap com meu irmão que nunca tava, morava um pouco em caçapava do sul com meus pais e um pouco em são paulo.
tava recente no ap em santa maria e tentando entender a geometria do ap, onde eu dormia e tal. era um terraço com tipo de uma varanda aberta, os quartos eram como se fossem casinhas, entrava sempre no quarto errado e acabava abrindo uma porta com um deposito e cheiro de inseticida.

depois notei que havia umas escadas de incendio e que as vezes entrava uma molecada nova ali de curiosidade. nao me sentia muito a vontade.

ficava refletindo sobre a dificuldade de morar em tres lugares diferentes e no que faltaria na casa em SP. lembro que cheguei rapidamente a conclusao que precisava de uma mesa com altura otima e muito lisa e clara pra desenhar. veio muito claramente a imagem de que eu não podia ficar desenhando nem na mesa do computador nem numa mesa de jantar que tinham o contexto altura e ranhuras diferentes do que eu precisava pra desenhar, e lembrei de uma mesa da mãe de um amigo meu quando eu era criança que tinha um tampo muito liso de mármore claro numa sala bem iluminada, que era muito boa pra desenhar em cima.
Música em Santo Ângelo / li

Estava na casa de ACA e ela me falava que iria estudar música em Santo Angelo’ partiria logo.
/ li

Eu estava com minhas primas CVS e KVS passeando em Taquari. Havíamos chegado à tardinha e passeávamos pela cidade. Entrei num apartamento, nos blocos de prédios da rua Pinheiro Machado de Santa Maria, que estava CVS e colegas defaculdade e ela dizia que a dona não estava, mas celebravam algo, mesmo que eu sentisse que havia algo muito ruim ali.
Caminhamos pela cidade e subimos num morro no centro, mas ali haviam homens jovens bebendo cerveja e sem educação, descemos por um lado com espinhos e machuquei meu pe, que sangrou e colocaram-o em um balde transparente.
Caminhamos até o cemitério e havia sido transferido para o outro lado da rua, parecendo mais agradável, segundo dizia minha prima CVS. Eu senti ruim e pedi para voltarmos ao centro. No caminho havia um carro estacionado, que pegou KVS e , voltamos para o centro e acionamos a polícia, que logo mobilizou a cidade toda.