Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
/ gruszka

sonhei que morava em um beco com a minha mãe, mas tudo lá seguia a disposição do meu quarto normal. cheguei para dormir, e percebi que havia um outro morador de rua ocupando a minha cama, mas minha mãe não parecia se importar ou notar que eu estava apreensiva em estar ali. pedi para que ela guardasse algumas coisas que eram importantes para mim, e sai em busca de outro lugar para dormir. em uma rua qualquer, me deitei e esperei o sono. eis que então um amigo chega com uma coberta e pergunta se estou com frio. digo que sim, e ele se oferece para dormir comigo. passamos a noite abraçados nos esquentando.

em outro momento, estou em um colchão no chão do quarto da minha avó, e o irmão desse amigo está comigo. tomo conta dele pela tarde e pergunto se ele não gostaria de tirar algumas fotos, mas o meu celular acaba estragando no meio da sessão.
Reencontros / li

Eu voltava à uma igreja que frequentava no passado, que ficava dentro de uma escola antiga. Atravessei os corredores imensos e escuros e entrei na igreja, sentei no banco e rezei. Algumas pessoas chegavam, e uma que estava trabalhando ali era uma amiga antiga, que eu perdi o contato. Ficamos muito felizes com o encontro. Saí da escola e o pátio estava em reformas, com muitos buracos e morros de terra, sentia perdida. Encontrei meu marido, que era Z e fomos na casa de seus pais, que era de madeira, com lareira e poucos cômodos.
Mercury / li

Estava no pátio da casa do meu pai com vários amigos da adolescência, logo entrou o Fred Mercury, e cumprimentou apenas uma das pessoas. Ele caminhava rebolando demais e estava muito sério. Todos ficaram em silêncio e eu perguntei o que ele faria indo para a garagem.
Pela primeira vez cozinhando carne humana / Hannap

Pela primeira vez cozinhando carne humanaEu e Lara numa praia
Tinha um pão de açúcar menor
Praia urbana
No meio da cidade tinham uns buracos no chão e era água do mar ali. A gente se jogava na água
Tinham bichos na água
Era perigoso
Mas estávamos felizes

Depois a gente tava num ap rústico
Numa rua comprida e famosa dessa cidade

Eu estava com medo pois iria cozinhar uma carne humana
Uma carne que não era permitido comer

Não lembro como a gente conseguiu aquela carne. Era um pedaço pequeno, mas era um humano inteiro, como se fosse uma miniatura

Eu mandei um monte de mensagens pra pessoas amigas para sondar sobre essa carne. Mas eu estava tão nervoso que as mensagens não tinham sentido nenhum. Eram ininteligíveis. O Jorge Menna Barreto estava chegando pra comer. Ele comia carne também. 
Privada exposta no barco de um casamento / Hannap

Casamento do João Gurgel. Eu vou. Tem que pagar 30 reais. A primeira vez é cancelado. Todo mundo volta pra casa porque o avião com alguns convidados importantes não conseguiu pousar. É outro dia. Volto ao barco. Sim o casamento é em um barco. Estão Paula Mello, Luana Carvalho, Bleque. Eu estou sozinho. Conrado Abrantes também está. Um grupo de pessoas heterogênias. O casamento está muito lotado. Não consigo chegar à sala principal, nem vejo nada. Fico na parte de fora conversando com alguns convidados que também não estão nem um pouco ligados na cerimônia. A festa segue, acaba. Entro no salão principal e está tudo sujo, destruído. Não me diverti mas vejo que muita gente sim. Tenho vontade de ir ao banheiro fazer cocô mas todas as portas que abro são de despensas de tralhas. Há no fundo do salão um vaso sanitário mas ele fica exposto para todos e ainda estão lá alguns convidados. Não quero fazer cocô na frente deles. Ao lado do vaso há um tanque de lavar roupa todo cagado. A festa não tinha a infraestrutura necessária. 
Fico perambulando por todos os espaços reconhecendo toda a destruição e sujeira da festa. O mestre de cerimônias é um palhaço espanhol. Tento conversar com ele mas ele se desvencilha educadamente. Na mesa central a Luana Carvalho está mal-humorada e fica dando ordens pra todo mundo. Tenho medo dela. Um grupo de homens, amigos do Conrado Abrantes sobem para um andar de cima do barco. Vou atrás logo depois. Eles estão sem camisa, suados e se injetando alguma droga. Vejo tudo com naturalidade. O Conrado carinhosamente me traz na boca dois cigarros, um menor do que o outro. Nem consigo recusar. Sei que um é de maconha e o outro é um complemento. Ele faz isso porque sabe que eu não usaria essa outra droga injetável. Dou um trago ao mesmo tempo nos dois cigarros e desço a escada novamente. Luana percebe que estou andando de um lado pro outro e pergunta se eu quero alguma coisa. Respondo que não mas depois volto e digo que gostaria de um banheiro. Ela me aponta aquela privada exposta. Eu simulo uma surpresa e vou até ela. Vou ter que encarar. Ela esta imunda. Entupida de cocô. Prefiro acordar, levantar e ir no banheiro daqui de casa.
/ li

Estava morando num apartamento grande e antigo, meus primos estavam lá, uma antiga colega de escola, CLO passava ali. Fomos descer para sair e antes fui ao banheiro, que tinham vários vasos sanitários. Fui escolher um e vinque todos estavam cheios de coco, com cheiro horrível. Desci para ir conhecer a linda já que tia NCV inaugurava, na galeria do comércio de Santa Maria. Logo saí com mos nha tia e ela me deu carona na nova bicicleta motorizada que tinha comorado, Ainda meio desajeitada para andar.
Cíclico entre Poa e Paris / li

Eu estava no centro de Porto Alegre e meu marido pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris, nas com algumas alterações, como a torre de Saint Jacques estava dentro do rio Sena e outros monumentos em local diferente. Caminhei pela ilha de Saint Louis e encontrei uma velha senhora parisiense que me mostrou seu apartamento, que era um bar-café charmoso desde a década de 20 do século passado. Sentei num banco na calçada e Z estava ali, e ao mesmo tempo ele era o meu marido e eu falava para ele que tinha sonhado que estava em Porto Alegre e ele me pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris,(...) -continua novamente o início deste sonho-
Perfurada / li

Amanhecia, tocou o interfone e era engano. Deitei rapidamente na cama da minha mãe e de repente senti dores, e vi que eu tinha deitado em cima de uma colcha Branca, toda alinhavada com alfinetes, que penetraram no meu corpo. Comecei a retirar, tinha nos olhos, pés, enfim, em todo corpo. Pedia ajuda da minha mãe, mas minha voz não saia. Outras conhecidas ajudaram. Comecei a ver pregos e muitas coisas pontiagudas pelo meu corpo.
Perda dolorida / li

Pelo facebook minha cunhada escreveu que meu cunhado havia falecido. Não acreditei e vi surgir na página dele postagens sobre sua morte. Senti perdida e muito, mas muito triste e vazio.
Menino / Avê

Eu estava tomando banho e um menino loiro com cerca de dez anos estava alí parado dentro do boxe com o olhar perdido. Eu sentia como se ele estivesse comigo e me acompanhava há muito tempo. Nessas noite acordei com meu gato andando sobre a cama, algo que ele nunca faz. E com sentimento de que esse menino precisava ir embora.