Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Mirote / Tuk

Sonhei q existia um prato típico da culinária brasileira chamado Mirote. Tinha até uma música oficial do mirote. Era uma mistura de duas coisas, uma espécie de caruru feito com abóbora, e uma espécie de moqueca feita com abacate, prato verde-e-amarelo hahaha. Fui na casa da Elisa e ela tinha mirote em lata, que vinha em duas latas que vc abria e misturava no chão depois comia.
A piscina-rio / Tuk

Eu tava na casa da Bruna e da Giulia, só que não era a casa que aparece nos calls. Era quase uma propriedade rural de tão grande. Tinha uma casona, enorme e tal, mas o lance é que tinha um rio que passava por dentro da propriedade e por dentro da casa. Mas não era exatamente um rio, era uma piscina-rio. Imagina uma piscina SUPER COMPRIDA e não muito larga, em que a água não tá parada, ela corre de uma ponta pra outra, e vc não vê o fim dela em nenhum dos dois lados. Todo mundo se referia à piscinona como "o rio".

Então pensa em uma mega-piscina longa, centenas de metros, toda forrada de azulejo azul, com um mecanismo elétrico que faz a água correr suave como se fosse um rio.

O home office delas era completamente na água. Todo na água. Mas não precisava ficar dentro d'água pra trabalhar, tinha um monte de boias diferentes. Tanto pra elas, quanto pras coisas. Tinha boia pra monitor, pro note, pro teclado, pra se sentar, tipo uma boia-cadeira, etc. E o rio-piscina era fundo, tinha 2m de profundidade em toda a extensão, e totalmente interno à propriedade.

Aí eu resolvi que ia fazer uma competição assim: eu ia várias centenas de metros pra frente no rio e eu ia esconder uma coisa. Nem ideia como eu ia esconder, não sei se era no rio, perto do rio, na margem... mas de alguma forma eu ia esconder.

A gente começou a discutir sobre como ia funcionar. Uma das boias que elas tinham era uma bem grande tipo um discão de 5m de diâmetro, onde as pessoas podiam se sentar no meio, e tinha bordas altas e esse treco suportava você.

O desafio era: ia a Bruna, a Giulia e a Prin na boia-discão rio abaixo em busca da coisa, e a coisa era um papel. Quem encontrasse o papel primeiro ganhava o direito de tentar adivinhar a charada. No papel ia ter uma adivinha, mas só quem achasse poderia tentar adivinhar. E se adivinhasse certo, aí ganhava algum presente. Sentamos pra discutir como operacionalizar, pq afinal era um papel. Na água. Corrente. E de algum jeito a gente chegou à conclusão que era perfeitamente possível.

Nisso fui começar a confeccionar o tal papel, e resolvi fazer dois pra dar mais chances de achar. A Bruna me trouxe duas folhas de um papel de um material especial, de alta qualidade, com um acabamento super brilhoso, quase encerado, gramatura super alta etc, e ENORMES - tipo tamanho A0. As duas folhas tinham coisas escritas que pareciam uma receita, ou anotações contábeis, ou talvez uma lista de coisas pra comprar. Algo assim, mas tinha uma listagem de itens escritos em caneta azul. E o papel era quadriculado, e o quadriculado era verde-claro, cor do Excel.

Peguei esse papel e disse pra Bruna "Nossa, esse papel é perfeito pq vai aguentar a água", e perguntei várias vezes se podia mesmo usar aquele papel. Ela disse "Não, tranquilo. Eu só tenho esse papel porque eu estudei numa faculdade-planilha!"

No sonho todo mundo sabia o que isso significava, aí eu só falei "Ah, tá!" e comecei a dobrar o papel pra fazer uma dobradura, e as duas me observavam, a Giulia com a Parafina no colo. Eu disse que ia fazer duas adivinhas, as duas igualmente difíceis, mas que tinha dois presentes diferentes e que um presente era melhor do que o outro, e que não tem como saber, vai ser sorte total. Aí a Bruna disse: "Ih, já que tem um melhor do que o outro, a Giulia vai querer esse pq ela é muito competitiva"

Aí eu acordei.
Eu era outro e voava / li

Eu era S e estava em Porto Alegre, perto da Casa de Cultura MQ. Caminhava por ali e fugia de algo. Nessa fuga Entrei em um prédio antigo, subi escadarias e havia um p[atio interno e muitos apartamentos abertos e grandes por ali. Fiquei escondida(o) ali e vi vários amigos da época da adolescência por ali, que chegavam para uma festa. Eu me escondi no meio de uma árvore de natal, ficava imóvel para não me perceberem. Logo eu estava na rua, por SantaMaria, nas imediações da Prefeitura e voava para chegar a um destino seguro. Voava muito e algumas vezes pensava que ia cansar, mas não cansava, movia os braços de forma diferente e seguia. Cheguei em um mirante que tinha a bandeira do Chile, que era algo que mencionava o futebol, e dali comecei a voar mais baixo.
Trem japonês em chamas / Hannap



Sonhei que eu estava numa estação de trem, sentado num banco, na última plataforma.
Era um lugar aberto, dava pra ver os vários trilhos que se dividiam para as plataformas.
De repente vem chegando um trem.
O funcionário da estação vai até o emaranhado de trilhos e aciona uma alavanca para direcionar o trem para a plataforma onde eu estou sentado.
É um trem pequeno de apenas um vagão.
O funcionário da estação me olha, ele é japonês, a cidade também é japonesa e todo mundo que está no trem também é japonês.

Esse trem vem vindo em altíssima velocidade!
Quando se aproxima ele começa a freiar, trava as rodas da frente e elas ficam incandescentes.
O trem continua andando com o freio acionado e passa do ponto onde ele deveria parar.
O trem fica todo incandescente e começa a pegar fogo.
As pessoas que estão lá dentro morrem todas. Outras pessoas correm para ajudar e também morrem queimadas.

Eu fico olhando tudo isso de longe, apavorado.
Depois eu volto pra casa e tem uma ventania muito forte na cidade.
Eu tô ficando na casa da Mariana, minha prima. Ela morava no Japão.
Eu chego na casa e estou em choque, com os olhos atônitos, sem expressão.
Ela pergunta como foi o meu dia e eu começo a contar que o trem pegou fogo, que as pessoas que foram ajudar também pegaram fogo. Ela não acredita na história.
De repente eu começo a chorar. Choro muito, compulsivamente.
Minha prima percebe que eu estava em estado de choque.
Eu estou muito triste.
Mordi o dedo do meu pai / Hannap

Tô sonhando com o meu pai.
Estamos na praia. A maré começa a encher, molha as nossas coisas.
A administração da praia manda todo mundo sair da areia.
Meu pai fica todo perdido, fica puto e atrapalhado.
Eu fico impaciente com ele.

Caminhamos para o calçadão. Eu sugiro de irmos tomar um cafezinho no bar.
Estou eu, ele e a Amanda.
A moça vem servir o cafezinho toda tremendo e derruba tudo.
Eu pergunto: - Tá tudo bem moça? Ela diz: - Não, não tá tudo bem.
Minha colega saiu, teve um problema e eu tenho que fazer o trabalho dela.
Eu falei: - Calma, vai passar.

Eu viro pro meu pai e falo: - Pai, sabe qual é o problema?
Quando eu vou falar aparecem duas meninas jovens do meu lado e ficam querendo ouvir.
Eu olho pra elas e pergunto: - Oi meninas, vocês estão querendo ouvir a minha sabedoria?
Elas dizem que sim e eu digo: - Então vamos ali dar uma caminhada aqui na areia, vamos conversar.

Já fazia tempo que haviam mandado a gente sair da praia.
Estávamos caminhando discretamente na areia, longe do mar.
A maré ainda estava muito alta.
Meu pai diz: - Vamos mais pra lá, em direção ao mar.
Eu falo: - Pai, se liga. Tu tá com algum problema? A maré tá subindo, como é que a gente vai pra lá? A gente vai se molhar.
Ele: - Ahh mas é que eu pensei que dava.
Aí passam umas motos do pessoal da administração da praia, mandando a gente se afastar do mar.

Ai eu falo: - Viu pai. Vamos caminhar discretos aqui, na areia, perto do calçadão.
Quando estiver tranquilo a gente senta aqui, longe da água.
Tu tá com algum problema de entendimento, pai?

Aí meu pai fica com uma cara de abobado.
Aí eu mordo o dedo dele e arranco um pedaço.

Fico muito irritado com o meu pai. Ele faz tudo errado.
Amanda, todo mundo percebe que meu pai tá meio sequelado.
Só que eu fico muito chato. Fico chateado comigo, como eu sou agressivo com ele.
/ Hannap

Sonhei que eu estava com o Dé, saindo à noite em Porto Alegre, numa casa noturna.

O Dé tinha um escritório ali perto. Nós resolvemos deixar algumas coisas dentro do escritório, pra não ter que carregar.
Resolvi deixar meu cartão do banco, pra não perder.

Ele me entregou um chaveiro pra eu entrar e deixar as coisas em cima da mesa.
Só que o chaveiro era tão pesado, tão pesado.
Tinha umas 300 e poucas chaves. Eu achei aquilo muito estranho.
Eu tentei deixar aquele chaveiro lá dentro também e pegar só a chave da porta do escritório.
Mas eu não consegui separar a chave. Era tudo enredado.

Fiquei indignado. Deixei as coisas, fechei a porta, peguei o chaveiro. Olhei pro Dé e falei: - Que isso isso? Que chaveiro é esse?

Ele era tão grande que ele ficava dentro de uma sacola. Eu entreguei a sacola pra ele e falei: - Dé, tu sabe que isso aqui não tá legal né? Tem alguma coisa errada, guardar tanta chave.
Ele falou: - Tá, tá, eu sei.

Entramos na casa noturna, sentamos numa mesa e começamos a conversar.

Ele pegou na minha mão, me olhou e perguntou: - E aquela coisa que tu fez, como é que é? Tu gastou muita grana?
Ele tava falando do Vipassana.
Eu falei: - Não Dé, é de graça.

Aí eu percebi que ele tinha muita coisa pra mexer internamente. Muita coisa guardada.
E que o Vipassana seria interessante pra ele.
Mas eu mesmo fiquei com medo, porque eu imaginei tanta dor, tanto sofrimento que ele guardava.

Ficamos conversando sobre isso.
Eu falei: - Dé, tu é um cara que já fez ou faz análise. Tu vai gostar do Vipassana. É um negócio sério. Dói muito, mas tu vai mexer profundamente em várias questões.

Ele olhou pra mim e falou: - Eu não sei. Tenho medo de abrir um negócio e não conseguir controlar.
Eu falei: - Entendo esse medo, mas é tranquilo, porque lá tu tem apoio e não acontece nada de ruim.

E ficamos conversando sobre isso. Eu senti o Dé frágil. A gente falou do pai dele, meu avô.
Ele disse: - Tudo o que eu faço eu penso que eu tô fazendo pro meu pai, pra dar suporte pra ele. Suporte que ele deveria ter recebido.
Eu falei: - Poxa Dé, engraçado tu falar isso, porque o certo era tu ter recebido o suporte dele. O papel do pai é esse. Tu não tem que dar suporte pra ele. Não é o caminho natural. Não é tua responsabilidade.

Eu disse: - É muita paranóia, né Dé?
Ele falou: - Cara, tem um bicho. Quando eu chego em casa, depois de tal horário, eu percebo ele.
Eu perguntei: - Você ouve ele?
Ele disse: - Não, é um vulto.
Eu falei: - Caralho Dé! Que loucura.
Senti que ele tinha muita paranóia, muito medo.

Eu disse: - Dé, eu também sinto isso. Também tenho essas coisas. Mas fica tranquilo. Isso vai ser bom mexer.

Foi um sonho interessante e uma sensação muito legal, muito bonita, de estar junto com o Dé.
Percebi que ele tinha muitas defesas, muitas cascas, muita proteção que ele construiu ao redor dele.
Nós falamos de muita coisa.
Jipe sem freio / Hannap

Estou na festa.
Tem que subir uma escada rolante enorme.
Eu estou rodeado de mulheres.
A festa acontece. Tem várias atividades.

Tem um momento que eu estou num jipe.
Tá a Elis Vasconcelos, a Lízia Bueno e mais pessoas.
A gente tá dando carona pra um cara da festa. Tá todo mundo feliz, menos o cara.

Eu acho que eu estou ficando com a Mel Ferraz. Eu tô no banco do carona.
Tem uma mulher dirigindo. Tá a Joana Lavor também.
A gente está andando por uma cidadezinha de Portugal.

A gente deixa o cara que está meio triste na casa dele.
Ele tá chateado porque perdeu o celular. Tá brabo.
Ele fica desconfiado de mim, que eu teria roubado o celular dele.

A gente tá super feliz, a Lízia, a Joana, a Elis.
É a Elis quem está dirigindo.
A Mel Ferraz está atrás de mim, atrás do banco do carona.
Ela se estica pra frente e a gente se beija.

É uma cidadezinha portuguesa, pequena. Muito bonita!

O jipe não tem freio.
Quando ele para no plano ele fica parado, mas num lugar inclinado ele começa a andar sozinho.

A gente estaciona pro menino descer.
A Elis desce pra dar um abraço no menino e o jipe começa a andar sozinho.
Eu consigo controlar ele.

Depois a Lízia andou com o jipe e deixou ele atravessado numa rua.
Eu lembro da Mel Ferraz dizendo: - Cuidado o jipe tá andando!
A Lízia vai correndo pra controlar ele, mas não consegue evitar que ele bata numa casa.

Eu tô segurando um bebê.
A cena é linda que eu tô vendo: uma velhinha portuguesa.
Eu peço pra Lizia me alcançar o celular pra eu fazer uma foto.
Ela demora. Eu não posso me mexer porque eu estou segurando o bebê.

Ela pega uma arma, só depois pega o celular.
O jipe bate na parede de uma casa que é um armazém.
Elisa e Mohamad / Hannap

Sonhei que a Elisa e o Mohamad do Masterchef moravam num apartamento minúsculo.
A gente tinha que passar se esfregando nas pessoas porque era muito pequeno e tava muito lotado.
A Elisa era muito legal o Mohamad também. Eles gostaram de mim.
A gente tinha conhecidos em comum. O João Gurgel era nosso amigo em comum.
Eu achava a Elisa uma gata!
Ela passou cantando: - Un-break my heart. Say you’ll love me again.
Aí eu fui lavar uma louça e eles sentaram do meu lado pra gente conversar.

Algumas pessoas foram para um quarto e aliviou a quantidade de gente da sala.
Tava passando alguma coisa na televisão que todo mundo sentava pra ver junto.
Eu tava feliz que eu era amigo da Elisa e do Mohamad. Eu queria me aproximar mais da Elisa.
ter uma filha / li

Eu encontrava T e ele falava que tinha uma filha bebê. Logo ela chegou com sua mãe e Fiquei amiga da mãe da menina, conversámos muito. Eu explicava a ele como era bom ter uma filha e via que ele sentia muito amor pela menina.
Eu entrei no meu apartamento, que era um apartamento térreo, com uma pequena escada para um cômodo superior, onde tinha o quarto, mas sem paredes. Havia um violão e a decoração era meio hippie, mas toda branca. Estranhei eu ter escolhido morar ali, pensava que a combinação de apartamento térreo, coisas hippies, violão, sem paredes, não eram nada do que eu escolheria para morar.
Para chegar em casa / li

Eu estava em uma casa grande, de 2 andares, com pátio e era uma espécie de escola ou universidade que frequentava. Fui encontrar meu marido para voltarmos de carro. Por ali tinha um bazar e fiz umas compras ótimas com ótimos preços. Fui buscar meu material de estudo no segundo andar e senti um clima estranho. A porta para a escada foi fechada e diziam que um aluno surtado estava ali e melhor seria não entrar. Fui encontrar meu marido e logo começou a entrar uma multidão pelo pátio. saí e com meu marido resolvemos voltar de metro. caminhamos até a esta~
ao, mas estava fechada. Fomos para outra estaçáo e havia protestos nas ruas. Jovens violentos com pedaços de pau nas ruas nos impediam de seguir nosso caminho e não sabíamos mais para onde seguir.
Entrei em uma rua pequena, que era o final do bairro Providencia, mas me enganei e era um bairro ao lado, conhecido por ser perigoso. Era bem vazio e Havia casas e terrenos baldios e pessoas que pareciam ameaçadoras. Caminhei e cheguei em um barranco com árvores e lá avistei uma avenida conhecida e movimentada do meu bairro. Fui subir por uma das árvores que tinham cordas e era difícil, já que a subida era íngreme. Logo um senhor me falou que havia uma escada por ali, improvisada com terra, mas melhor para subir.