Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
extraterrestes me curam / apta

sonhei que o mundo estava acabando, eu estava muito preocupada em encontar pessoas, meus cachorros, tentar dar um jeito antes de tudo ir embora.
acordei.
voltei a dormir e no sonho minha mae falava que nao era que o mundo estava acabando, era que os extraterrestres estavam chegando na terra para ajudar as pessoas com problemas mentais, psiquicos.
do nada estava num quarto, que parecia ser o quarto da minha avó, e uma luz muito forte entrava, eu estava de bruços, assustada, sabia que eram eles chegando, senti minhas costas muito muito muito quentes, e senti a presença de seres perto de mim, pouco depois, senti gotas do que parecia ser óleo quente na minha lombar e uma tensão muito forte no lugar, fiquei com medo, entendi que era um sonho e pude ouvir minha mae na sala conversando, quis me mexer mas nao conseguia de medo, os seres se foram e lentamente fui acordando e entendendo o que aconteceu.
tiros / li

Caminhei pelo calçadão e vi MC sentado, de calça verde e com uma perna amputada.
Eu, filha e meu marido estávamos em Gravataí, mas na escola Maria Rocha de santa Maria, e tentamos pegar um microônibus para voltar para casa, ao chegarmos na porta do microônibus, lotou e ficamos de fora. A outra condução demoraria muito para chegar.
Fomos caminhar pelo centro e logo deu um tiroteio nas ruas e muita polícia chegou. Eu via uma arma, tipo um cano de canhão para carregar nos ombros, que disparava fortemente, e dispararam ao meu lado. Me joguei no chão com minha filha, e via os disparos passarem perto. Entramos num consultório de uma médica e ela indicou um uber para nós, que era um carro azul que chegava na calçada. Fui falar com o motorista e ele falou que ia beber água. Logo estávamos numa casa que as portas não fechavam bem, ali circulava várias pessoas humildes, gente boa, mas todos fortemente armados e com um discurso de legalização da maconha e contra o governo. Logo chegou a polícia, fazendo um cerco grande. Tentamos sair dali, mas policia e bandidos armados por todos os lados. Minha filha era maior e saiu sozinha, eu e marido procurávamos desesperadamente. Saímos correndo e meu marido e minha filha entraram num lugar, eu fique para trás e tiros estavam perto de mim, me joguei para um muro, que do outro lado havia muitas árvores.
uma câmera no meio do tiroteio / cau

uma câmera no meio do tiroteioFui num congresso/encontro universitário. Cheguei atrasado ou só "acordei" no sonho em certo momento que já estava lá. O lugar que ficamos hospedados era um predinho institucional de uns 3 andares na beira de uma favela. Tinham alguns amigos do curso lá: Gusta, Lou, Daf... então deduzi que fosse algo relacionado a arquitetura. Conversei com elxs e senti um clima de festa, lamentei não ter trazido uma garrafinha daquelas cachaças especiais que faço. Percebi que não estava com mais algumas coisas que precisava pra dormir por la. Perguntei pra um professor quando o ônibus iria voltar pra eu poder buscar mais coisas (o ônibus voltava diariamente). Lá pelas 23h. Nessa fui falar com Lou, perguntei se ele ia também ou se precisava de umas coisas. "Não cara, vou ficar por aqui, a Ka ta aqui e a gente ta se pegando de novo". Que locura! Demoro, então depois eu volto com a cachacinha e meus trem. Quando subi mais um andar pra checar minha mochila, comecei a ouvir tiros. Me escondi e rastejei até uma janela pra ver o que tava acontecendo. A PM tinha chegado e tava atirando nuns caras do morro. Aí começou a vir tiro do outro lado. Alguns tiros vazaram nossas paredes, umas pessoas começaram a gritar nos outros andares. Vi que tinha mais uns deitados no chão e se escondendo atrás das paredes perto de mim. Rastejei pro meio do prédio, pra não ficar de frente pra parede mais externa. Mas do meio, senti era visto por várias pessoas lá fora e me senti inseguro também. Será que ia tomar um tiro, morrer ali? O tiroteio não parava. Lembrei que tava com minha AE-1 na mochila, resolvi tirar foto daquilo tudo. Comecei pelo pânico dentro do prédio, todo mundo se arrastando e escondendo, depois mirei lá fora. Ouvimos um barulho la cobertura e depois lá embaixo. Tinha gente entrando no prédio e correndo. Uns caras do morro entraram e queriam usar o prédio pra atirar nos poliças. Decidi que ia tirar o filme da câmera. Tinha mais um amigo com uma câmera analógica, pediu ajuda pra tirar o filme. Quando vi a câmera dele ja tava aberta sendo que ele não tinha rebobinado o filme. Queimou tudo, disse pra ele. Fui mostrar pra ele como fazia e minha câmera abriu antes de eu conseguir rebobinar também. Fechei e rebobinei correndo, quem sabe salvava alguma coisa. Um cara veio correndo rindo e soltou uma bomba caseira no nosso lado. Era um charuto preto que veio rodopiando e explodiu perto de um amigo meu. Corri e tentei fugir, quando ele viu a câmera na minha mão. "Maneira essa câmera hein". Falei toma, fica pra você, só deixa eu ir embora daqui. Ele pegou, rindo, e já jogou pra um outro amigo dele subindo a escada: "saca aí, que doida". Fiquei vendo eles jogando ela pra um lado e pro outro e virei a cara, desci a escada querendo desapegar. O tiroteio parou, o pessoal levantou e saiu correndo do prédio. Lá fora tinha um monte de gente, uma gritaria rolando. "Pega minha mochila, por favor!!" "Traz minhas coisas" "Vamo embora daqui!!". Fiquei procurando minha mochila por alguns instantes, mas resolvi tacar o foda-se e sair correndo. Lá fora tinha uma multidão e acabei encontrando a Lu, minha namorada. Ela tava com minha mochila e com uma cara tranquila. "Cê tá bem??" "Tou uai, ta sendo ótimo o congresso!" "Congresso, menina, que porra de congresso, a gente tava tomando tiro, nem sabia de congresso" "Sim, umas palestras ótimas, depois te conto. Vamo embora"
sequestro de carro, cinema, onibus e ovo / la

sequestro de carro, cinema, onibus e ovosonhei que estava com a lizia num carro e entramos num caminho bonito, com árvores. Quando olhamos pra baixo, vimos que estavamos em cima de dois pinos grandes, e que era um sequestro, um roubo de carro. os pinos subiam desde o chão da estrada até encaixar no carro, e esses pinos faziam parte da armadilha porque eram parte de um micro carro que estava em baixo da estrada. Na placa do carro tava escrito UM UM.

Eu e a lizia começamos a conversar com o cara que queria nos roubar e eu perguntei se nao tinha algo que a gente pudesse fazer, dar pra ele, para ele nao nos roubar. Ele disse que gostava de cinema e queria ver o novo filme do Owen Wilson.

Depois tava eu e lizia correndo pelos viadutos da ponte do guaíba, e correndo muito para os carros não nos pegarem, uma hora saltamos do viaduto para o chão, tinha muitas árvores. Alguém me perguntou onde era a Penha, eu não soube responder, só sabia que era longe.

Depois tava eu e meus pais, e eles também queriam ir no cinema e acho que a gente ainda tava escapando desse caso do sequestro. Meu pai falou que os pinos na estrada normalmente eram mais estragados, com arranhões, que não dava mais pra confundir. Expliquei que a lizia que tava dirigindo e ela não viu. Eu, meus pais e minha batiam resolvemos pegar um onibus e eu fiquei preocupada de a minha batiam não ter onde sentar, mas aí foram liberados alguns bancos. Uma mulher que liberou um banco deixou um ovo e minha vó não quis sentar lá. Aí fiquei conversando com meus pais.


Cabeça de tatu / li

JL e família iam se mudar para-o Maranhão e nos convidaram para um almoço festivo em sua casa. Chegamos e ficamos no pátio, com outras pessoas. Fui para a cozinha com JL e conversávamos. Para ir ao pátio, encontrava cachorros de rua, que assustava. Um cachorro cinza, com cabeça de tatu me apavorava, nunca tinha visto igual. Meu marido ficou na cozinha cozinhando sozinho e eu falei para irmos junto dos outros.
Logo eu estava sentada com meu marido, que falava palavras muito carinhosas, mas quando vi, era Z e senti perdida.
Cheguei em casa e minha mãe tinha mandado pintar o teto do apartamento, que era o antigo apartamento do meu pai.
Encontro de sofrimento / li

Estava no salão do clube, entrei no banheiro e vi LV passar, ela usava roupa preta e um blazer preto com estampas de correntes formando quadrados, beges. Ela passou e não me viu. Achei estranho ela estar na cidade e não me falar. Logo nos encontramos na porta do banheiro e nos falamos. Ela disse que veio ver sua mãe, que estava muito doente, não saia da cama. LV falou que tinha pedido demissão do trabalho para ir cuidar da mãe. Logo estávamos em frente a uma lavanderia, no fim da rua Benjamin Constant e minha filha começou a vomitar um líquido roxo,algumas vezes com glitter, e sofria. Senti medo e pavor de ver esses sofrimentos.
sétimo dia / li

Eu estava numa missa com DRM e sua família. O padre falava que seria como uma missa de sétimo dia, para VM, mesmo ele estando vivo. Eu achei o discurso muito triste e saí, caminhava por um morro, onde ficava a igreja.
Filled with repression / Ranunculus

In a airport somewhere with family and what would be extended family, walking through a store, it has everything you would need to travel and souvenirs, after a short stroll with my mother by my side I find a shelf covered in sexual apparatus, dildos, anal plugs, vibrators... I’m surprised but intrigued and think why shouldnt one indulge whilst traveling, I take a discreet look around, somewhere on the other side of the store a white haired lady in her 50-60s is displaying strains of cannabis on top a solid light brown wooden stand delicately breaking apart buds with her finger tips and explaining to a fellow store member to her side something about use or quality, i park myself in between them and observe thinking that I might get a sample, my family has left the store because I always browse a bit to long, I am alone and return my gaze to the sexual apparatus, imagining how I might gratify myself, which one is for me, do I want one? I do , how do I choose... I see everything and even identify some models and one which i have owned before, a horrible rotating vibrator which is the only type that vibrates and give up after intense pondering. I sit in the corner on those traditional connected airport chairs next to a couple and some more people, the couple is very comfortable stretched out and with covers, I am excited and ponder about the nature of the couple, a foot is extended onto me and rapidly it is obvious to me it is a sexual invitation of sorts of the couple snuggled and hidden occult, I think a menage but here? Tempting but no, I see most people could probably notice and wonder why anyone hasn’t said anything yet.... out of the blue appears a old friend one who I hadnt known so well and he sais something like “ what menage! Of course ill participate” Im thrown of balance and rethink my initial stance, maybe ill do it to... my father bursts in through the store door and quickly puts an end to the vine and situation with his loud imposing voice, condemning... I snap at him and say, are you really going to be the one judge us? Somewhat threatening to expose his own dark repressed secrets that I am aware of...
jardim de festa hippie / li

Eu caminhava por ruas curvilíneas de Gramado, mas era um lugar feio, como favela de concreto, e eu procurava o antigo apartamento da minha mãe. Entrei num pátio de um condomínio estilo BNH, decadente e feio e vi MB por ali. Tentava não encontra-lo mais. Entrei numa parte bonita da cidade, com um casarão rústico de madeira, algo acontecia li, tipo uma festa hippie, em um jardim imenso, e MB por ali. eu sentei numa varanda, vi que começava a fazer frio e eu não tinha muita roupa de frio.
em hotéis / li

Estava com AP e fomos para um hotel em Porto Alegre, na Cidade Baixa, mas parecia Capáo da Canoa. Ele era meio rude e me tratava como garota de programa. Tinha nojo dele, por ser velho e ter um estilo empresário, mas eu tinha que aguentar, pq ele estava um pouco violento. No quarto que entramos, simples, avistei da janela a vista do meu antigo apartamento, e via que teria manifestação popular pelo dia 1 de maio. AP precisou sair logo e deixou o hotel pago.
Fui trocar de hotel para que ele não me encontrasse mais e encontrei o hotel que costumo ficar, mas tinha paredes de vidro, apesar de bonita decoração.