Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Porcelana no mar / Amora May Ananás Araujo Braga

sempre que eu durmo fora de casa eu sonho: Essa noite sonhei que estava na praia a beira mar, com o ro a fabi e a sojim ai vinha uma onda enorme e molhava agente e trazia um jogo de cha e pedaços de porcelana e um bule do mar de presente pra gente
A estonteante beleza e medonhez das praias da Califa / dmtr

Estava numa praia na California. Lembro (isso não aconteceu na realidade) que já havia conversado com a Jana sobre as praias e ela me falou que não havia como falar das praias de lá sem nunca ter ido, então lembrei dessa conversa.

As praias realmente eram muito bonitas, nas quadras haviam praias por 3 lados diferentes, cada lugar mesmo os menos mainstream era com praias belíssimas, gente bonita tomando sol.

entrei um pouco no mar e o mar era ventoso, com muitos níveis diferentes do mar. já sonhei com um mar assim antes.
Era algo como rochedos feitos de agua, com lugares completamente desnivelados, onde em alguns lugares dava pé, outros não. Haviam também morros de areia bem disformes. era tudo muito lindo mas dava muito medo de se afogar.

Vi uma onda grandona vindo e deu tempo de correr pra fora d’ água. Tudo era muito belo e medonho.
Formidable Lugar / dmtr

Sonhei estar num lugar no interior, um campo ou terreno com grama alta, cheio de orvalho.
Realizei imediatamente que estava num lugar mágico. Pensando agora é o tipo de lugar que só se vê nos sonhos.

Tive um insight completo, de uma vez só de algo mais ou menos assim: as pessoas e eu vivemos em cidades, em lugares que parecem mais civilizados mas que drenam a energia vital de todo mundo que está ali, quando na verdade algumas coisas da natureza, algumas vistas são capazes de alimentar as pessoas através da pele, trazendo todo tipo de bem estar que uma pessoa precisa pra viver bem.
Capitão Mario Feliz / dmtr

A questão não era exatamente de direta ou esquerda no pais, mas capitalismo vs não consumismo. Algumas empresas estavam adotando uma política de doação, disponibilizando produtos em uns terrenos baldios pra quem quisesse. Uma delas era a Cia Orgânica de cafés.
Isto era uma forma pratica de protesto ao governo, e começou a ficar proibido. muitas pessoas “esquerdistas” pegavam os produtos porque era uma forma aberta de protesto, apesar dos problemas de represália.
Outros ficavam tentados a pegar mas não queriam correr muitos riscos nas batidas policiais.

Depois de passar em um lugar de produtos gratis, algumas canecas de plástico e cafes, seguimos viagem de carro.

Quando fomos parados numa blitz policial. começaram a revistar o carro em busca de produtos não vendidos. a única forma de se safar era carregar as notas fiscais de tudo que havia sido comprado, dessa forma assegurando o método capitalista.

fui tentar ver o nome do chefe da policia, pra memorizar e tratar ele pelo nome, assim dando a entender que não abusassem dessa blitz. o nome dele era capitão Mario Feliz, sangue O+.

outro policial tentou revistar uma moça que estava com a gente de e fingi ser o namorado dela.
Um não-encontro / VanMichelis

Um não-encontroEstávamos em uma vila na praia, algo do tipo. Não me lembro ao certo o caráter desse nosso encontro. Havia uma sensação de férias, algo finito mas tranquilo. Nenhuma de nós estava em "casa". Mais cedo achei um chapéu de soldadinho de chumbo tamanho real e vesti. Vc achou lindo. Fui dormir uma hora e achei um dildo ao lado da cama, no chão. Era do meu tamanho. Fiquei feliz, quis te perguntar se era seu, se vc tinha comprado pra mim, mas não tive coragem. Estávamos muito distantes.
ser sapatão emociona Ney Matogrosso / mikael

Sonhei que tava numa sala de estar com o Ney Matogrosso. Eu tava falando umas coisas sobre esse existir no mundo como pessoa-sapatão. Meu sotaque todo tinha voltado muito. Ele me ouvia emocionado, rindo e me abraçava. Tinha mais gente ouvindo e compartilhando o momento, era um clima de amizades.
Praia de Japonês / Churrasquinho dos traficantes / Intimidando um policial / Hannap

Sonhei que eu tinha um trabalho pra fazer, da Rio 2016.
Eu ia visitar a Jéssica e o Gustavão pra fazer o trabalho na casa deles.
A casa deles era no alto de uma ladeira, perto de uma favela (igual à minha casa no Rio).
Eu levei meu computador lá, toquei na campainha e não tinha ninguém.
Desci um pouco a ladeira até um churrasquinho e comi um.
O churrasquinho era dos traficantes donos do morro.
Aí eu comecei a ajudar eles a fazer o churrasquinho.
Teve que mudar a churrasqueira de lugar e eu ajudei e virei amigo dos traficantes.
De repente chegaram dois policiais e pediram um churrasquinho.
Eu preparei pra eles e eles subiram pra favela.
Os traficantes disseram: Pode trabalhar aqui não tem problema. Ao lado da churrasqueira.
Mas eu não conseguia trabalhar ali, ficava muito disperso. Aí eu disse: - Não consigo - e peguei meu computador e subi a ladeira pra tocar novamente a campainha da casa da Jéssica.
Fiquei esperando na estrada do prédio e de repente aqueles mesmos policiais desceram e me viram.
Um deles veio me enquadrar, pediu documento e me pediu um dinheiro pro churrasquinho.
Aí eu falei: - Pô meu irmão, tu tem coragem de me pedir isso? Eu te dei um churrasquinho antes. Eu que preparei teu churrasquinho.
Comecei a falar alto com ele e o policial ficou com vergonha e foi indo embora.
Eu fiquei puto com ele e fui descendo atrás, xingando ele. Me senti bem.

Aí veio a Roberta Gamboa subindo de carro e me viu.
Aí eu fui pra casa dela. Tava o Bernardo também.

Depois eu subi o morro de bicicleta, com a Lara na garupa.
Era o topo da montanha e tinha mar dos dois lados.
A gente andava de bike por uma estreita faixa de areia no meio dos dois mares.
Era muito bonito. Perguntei se a Lara estava gostando e ela disse que sim, sem muita empolgação.
Ela disse que parecia praia de japonês.
Abertura das Olimpíadas / dmtr

Sonhei que assistia a abertura das olimpíadas na TV. era algo que tinha a participação do público, uma enorme platéia. Começava com um corredor correndo com a tocha e logo depois o segundo bloco ele passaria pra uma mulher. lembrava o comercial da Apple 1984, e uma corrida de revezamento.
Quando ele vai passar o bastão explode como uma bomba, o atleta fica totalmente dilacerado. As pessoas próximas estavam horrorizadas, os policiais ficavam sem ação, não sabiam pra onde ir, as câmeras filmavam pra qualquer lado, não sabendo o que mostrar / ocultar.
Lembrava um pouco o filme do assassinato do JFK.
Depois de uns 30 segundos vinha uma voz no megafone falando coisas em código, lembrava o video do desastre da Challanger onde o narrador continua falando depois da explosão. A voz tentava também controlar a população fugindo pra não acontecer tumulto e pisoteamento.
bafomé? / mikael

bafomé?sonhei que fazia amor com alguém
alguém que eu não sei quem é
e que tinha peito e pau

quando acordei vi que se associava à figura de bafomé
Pessoas do passado / li

Era noite e eu estava numa apartamento em outra cidade, parecia um lugar de veraneio.
XY chegou, deitou no meu colo e disse sentir saudades. Tentou me beijar e eu falei que agora não era mais tempo para nós, tinha família e não tinha mais vontade de novos relacionamentos. Ele insistia, deitou na mesa e me beijou à força, e logo entru sua esposa, uma pessoa muito querida e legal. Ela não percebeu nada do beijo forçado.
Saí correndo e encontrei a Mardilê, amiga da minha mãe, caminhando pela rua. Ela me convidou para conhecer seu apartamento. Entramos no prédio, e uma escadaria muito íngreme para subir me assustou. Quando entramos, o apartamento era imenso e lindo. Tinha vista bonita para todos os ângulos da cidade.