accident at swimming pool Barnebhuah 09/03/2010 17:54
I was at swimming pool. I was swimming and swimming- as else people. Where i finished, i saw, that in pool is only one girl. She was swimming so fast, and light, just as dolphin, was so pretty. She started diving, and the swimming pool was so deep. She saw me, came to me, out of water. Her face was so pretty. She started kissing me, and pull me by her mouths (kissing) to water. When she was on edge of swimming pool, and made last step back (to water), i saw that so deep swimming pool is without water, is totally empty. She falled to bottom of pool. When i went to her, she was died.
I woke up with a tears...
a moça lá de casa...fernandamafra 08/03/2010 14:34
uma luz de fundo no corredor, na altura da porta aparecem a moça que trabalha lá em casa e um cara de boné, provavelmente um desses caras que ela conhece toda semana após ter colocado o número do celular na rádio pra descolar um namorado. ela mostrava a casa pra ele. parava e apontava pra mim. eu acordava e só via a silhueta dos dois num contra luz. mandava ela ir embora, tava só de pijama, vergonha do estranho.
lugares desconhecidosds 08/03/2010 13:55
Tenho um sonho recorrente, na verdade recorrente é o cenário que sempre é uma cidade que não conheço, ou um local de uma cidade específica que nunca conheci. A cada sonho esta cidade - ou o local de determinada cidade - é trocada por outro lugar. O último foi em São Paulo, mas num local que certamente não existe por lá. Meus sonhos não gostam de buscar lugarem conhecidos de minha memória, mesmo sendo em locais conhecidos é tudo muito diferente da realidade.
lugares desconhecidosds 08/03/2010 13:54

Tenho um sonho recorrente, na verdade recorrente é o cenário que sempre é uma cidade que não conheço, ou um local de uma cidade específica que nunca conheci. A cada sonho esta cidade - ou o local de determinada cidade - é trocada por outro lugar. O último foi em São Paulo, mas num local que certamente não existe por lá. Meus sonhos não gostam de buscar lugarem conhecidos de minha memória, mesmo sendo em locais conhecidos é tudo muito diferente da realidade.
li 02/03/2010 12:59
caminhava perdida por uma colônia de férias, onde todas as pessoas andavam sem roupa. Passei por uma miniatura, mas que avistando de longe parecia gigantesca, da torre eiffel. Diziam que esta cópia da torre servia para uma moça descer escorregando por tuneis escondidos.
Conversava com todo o pessoal do lugar, sem encontrar alguém legal para conversar.
Vi uma jovem que era fotógrafa de moda e pedi para ela fazer um teste comigo. Ela tirou um martelinho para verificar as condições dos meus dentes, alegando que faltava um dente e isso prejudicaria meu sorriso, além de constatar que meus olhos eram péssimos para ser modelo. Ela fez uma maquilagem pesada em mim e saiu para fumar um cigarro.
Fiquei deitada numa maca, quando chega o cantor Benito de Paula, me oferecendo uma sombrinha de frevo. Conversamos e rimos muito. Peguei a câmera fotográfica para registrar este momento, mas só encontrei um celular com câmera com baixa resolução. Um amigo apareceu e foi nos fotografar. Eu não fiquei satisfeita com a luz do local.
criança em riscospring 26/02/2010 07:28
Era um bairro de SP, como o Paraíso, e era noite. A iluminação pública precária não fazia diferença, estava muito escuro e a idéia naquele momento era chegar em casa (em uma semi-fuga do sonho anterior).
Chegamos, eu e "alguém", a uma passagem de pedestres - meio escada, meio rua. Lá de cima dava para ver um moleque, no meio da descida, prester a fumar crack. Estremeci, pensando em voltar para trás. "Alguém" disse que não havia perigo, que até chegarmos ao moleque ele já estaria doidão e nem nos veria passar. Avançamos.
Chegando perto, percebemos que o moleque estava passando mal. Na mesma hora muitas pessoas apareceram, surgiram também bancos e luzes. Todo mundo se sentou, esperando uma "amiga" aplicar uma injeção de aspirina com água no moleque, que se escondia dentro de uma caixa de concreto, ao lado da platéia.
Perguntei a ela: "VOCÊ vai aplicar a injeção nele?". Ela respondeu: "Sim, sou pediatra". Desconfiei, pensando que nunca soubera disso. Imediatamente surgiu nas minhas mãos uma carteirinha, com sua foto, que dizia: "Fulana de tal. Pediatra". Fiquei aliviada.
tarde da madrugadaen_drigo 23/02/2010 14:32
o clima todo era de desconfiança. entrei em um carro e TT e LH passaram pela janela, de mãos dadas. eu pensei que eles tinham deixado de namorar há uns dez anos. mas, de fato, pareciam mais jovens e TT usava um vestido florido. ambos se apoiaram na janela do carro e conversaram comigo. o carro estava em movimento, mas isso não os abalou. conversamos enquanto o cenário detrås deles mudou de uma cidade para uma praia. ‘acho que chegamos‘, palpitei, e estávamos em uma casa, com muitas aberturas e gente entrando e saindo. LH estava visivelmente perturbado e não ligava para ninguém. saí de perto e um galo cantou, o que me fez olhar para os lados, com a certeza de que eram três da tarde. TT sumiu e eu atravessei algumas portas atrás dela. não encontrava. saí por uma das portas, ganhei a rua e entrei em um carro e TT e LH passaram pela janela, de mãos dadas, ela usando óculos.
morango!li 23/02/2010 11:36
minha barriga estava grande, ficou assim de uma hora para outra.
apertei para ver se voltava ao normal.
apertei mais. de repente eu estava parindo um grande morango, bem vermelho, perfeito.
casas de papelspring 22/02/2010 06:39
Estava em casa. Alguém testava uma aparelhagem de som. Soube que era o vizinho, que haveria uma festa e que estava convidada. Fiquei um pouco de mau-humor, pois não curtia muito o vizinho e ia ter que aturar a sua festa, de algum jeito. Saí.
Cheguei em uma escola/biblioteca, onde havia uma palestra. Era sobre alguma obra pública, as pessoas perguntavam detalhes e eu fazia muitas perguntas. Quando acabou a palestra, saímos e a tal obra era logo ali do lado de fora. Pessoas haviam sido removidas da área e estava uma confusão.
Iriam morar em um prédio feito de papelão (pareciam grandes caixas de sapato empilhadas), onde se subia por uma escada de pintor. Eram vários andares, muito instável. Logo eu estava em um dos nichos de papelão, no quarto andar, o prédio todo se mexia com a correria de protesto das pessoas. Alguém que estava ao meu lado tentava convencer uma moradora das vantagens daquele lugar e como seria bom morar lá. Eu me sentia constrangida.
Enquanto eu não sabia muito bem o que fazer, meu vizinho foi me chamar: eu precisava voltar logo, porque a festa dele seria em minha casa. Fiquei bem mau-humorada, mas fui embora para organizar a tal festa.
cicatrizquarto 23 21/02/2010 15:39
Estava em um supermercado e ao passar no caixa, você estava ao meu lado. Eu olhei na sacola e havia toalhas amarelas perfeitamente dobradas e sobrepostas. Esperávamos a caixa passar todas aquelas toalhas e você se abaixou para pegar alguma coisa. Eu, então, passei a mão nos seus cabelos, que eram, ora cacheados e cumpridos, ora raspados. Em um dos momentos, que seus cabelos eram raspados, passei a mão em uma parte da sua cabeça e notei uma cicatriz. A cicatriz causava uma pequena depressão na sua cabeça. Passei a ponta dos dedos delicadamente sobre ela algumas vezes.