orbitados colmanetti 03/07/2009 09:32 Sonhei que estava num ambiente com meus amigos, aonde sempre nos reunimos pra usar enteógenos. É uma rua sem saída, que fica no meio de uma fábrica e um riacho.. mas eu via só algo pouco ao meu redor, e o resto parecia estar flutuando no espaço.. eis que vi uns planetas alinhados , bem proximo a terra, igual quando a lua fica cheia.. então eu chamava meus amigos para verem, maravilhado.. mas eles pareciam sonambulos no meu sonho, não demonstravam interesse naquele fato lindo! Eu pude sentir na pele como é ver planetas assim tão próximos, foi algo lindo que nunca vou esquecer.
A história de Lou Reed chuazinha 01/07/2009 14:21 A isabela estava comigo no que seria a minha casa. Conversávamos e equanto eu falava com ela eu lembrava de um dia que tinha acontecido mais cedo no tempo do sonho, nesse dia eu tinha mergulhado numa psicina que parecia a do parque lage, com vários amigos. Tinha as lembranças desse dia muito frescas em mim e me sentia bem relembrando-as. Percebi que a isabela usava um vestido e um tenis que não combinavam. O tenis parecia um sapatenis, futurista, era rosa metálico com uns furinhos. Nessa hora ela começou a me contar que um amigo nosso tinha morrido, fiquei muito triste. A isabela queria fazer uma comparação e para tentar explicar ela contou uma história que tinha visto no you tube sobre como Lou Reed, um músico, tinha morrido. Enquanto ela contava a história eu via as cenas como uma animaçao na minha cabeça. Era assim: O Lou Reed tava bebado e ia embora, seu médico não queria deixar pois tinha medo dele sofrer um acidente e então desconectava fios do carro do Lou para ele não poder dirigir. Quando Lou entrou no carro estacionado numa floresta e não conseguia ligar, ficou muito puto e falou "AH É?". Então acendeu um fósforo e jogou pra fora da janela para incendiar a floresta. Todas as árvores começaram a queimar e Lou Reed morreu asfixiado com a fumaça da floresta em chamas. Achei a história impressionante e entendi o que a isabela queria dizer em relação ao nosso amigo. Era como se a gnete não devesse ficar triste pq ele tinha morrido nos seus próprios termos.
Acordei com a isabela me telefonando, por sinal.
pererecas gnight 30/06/2009 22:19 eu tinha que matar pererecas e elas eram bonitinhas. cheguei a arrancar umas perninhas. uma era macho e outra era femea. a femea era menor.
fly li 29/06/2009 17:45 Eu, minha mãe e L íamos começar a trabalhar de comissária de bordo, já estávamos vestidas com o uniforme da empresa, que era muito espalhafatoso, parecendo os fardões da Academia brasileira de Letras. Comentávamos que o uniforme poderia ser mais discreto. Caminhávamos, pelo campus central da Ufrgs para o nosso primeiro vôo, preocupadas, pq não tínhamos recebido nenhum treinamento do trabalho. Já no avião, a tripulação nos acomodou como passageiras. Passamos por uma turbulência forte e um grupo de chineses faziam barulhos e caçoavam dos nossos uniformes.
#wind twedah 29/06/2009 05:41 comecaram a aparecer tweets no meu twitter falando sobre o vento, alguns amigos que estão em outras cidades diziam "aqui tambem não tem vento!" apareceram RT com frases em ingles sobre o que os cientistas diziam, e links pra materias que diziam que não estava ventando em nenhuma parte do mundo, que bizarramente era o primeiro dia sem vento.
fui ate a janela e notei que a cidade estava quieta, em silêncio absoluto e as folhas das arvores estáticas. o céu era laranja do anoitecer. cada vez que eu atualizava a pagina novos tweets desesperados apareceiam sobre o vento, alguns faziam piada, muitos usavam #wind. o sentmento geral das pessoas é de que estávamos vivendo o último dia.
Jóias L 27/06/2009 10:00 Estava em um vernissage de uma exposição de jóias onde serviam um buffet de primeira, com bebidas finas e comidas deliciosas. As mulheres podiam usar algumas jóias, era só ir até uma determinada mesa e escolher a jóia. Vi uns brincos de ouro branco maravilhosos. Eram pequenas argolas retorcidas unidas umas às outras. A mulher então colocou o primeiro brinco em minha orelha e eu senti o peso. Perguntei: como podem ser tão pesados?? Ela dissse: são de ouro! Eu logo retruquei: mas não deveriam ser tão pesados, logo que são vazados!!! Dê-me outros brincos... podem ser lindos, mas ninguém aguentaria usar brincos tão pesados por muito tempo.
Procurei outros brincos, mas nenhum era tão bonito quanto aqueles.
No aeroporto Tina 25/06/2009 08:33 Eu estava pronta para finalmente viajar à Argentina. Ficaria lá por 4 anos estudando. Meu pai me acompanhou de Brasília até São Paulo, no aeroporto de Guarulhos, onde ficamos dando voltas até dar a hora de pegar o vôo e ir embora. Estavamos esperando um elevador. Quando ele chegou, I, saiu de dentro dele, com aquelas roupas que só ela mesma usa, sem óculos, com seus cabelos negros balançado... e ela sorriu, como raríssimas vezes o faz e disse: estou voltando para Brasília.
varanda li 24/06/2009 17:14 eu caminhava por ruas de São Paulo, e todos reclamavam do frio, que eu não sentia. Cheguei no meu apartamento e comecei a preparar uma varanda, na minha área de serviço. Reparei que o banheiro auxiliar tinha o vidro da janela quebrada e tudo por ali estava sujo e úmido. Limpei um pouco e coloquei uma poltrona confortável ali, pois M havia me falado que ali era um ótimo lugar para descansar.
Pesquisas sensoriais Tuk 24/06/2009 08:05 Eu, o Marcos que trabalha comigo e mais alguém que eu não lembro fomos abordados na rua para fazermos parte de um experimento. Não lembro como venderam pra gente o experimento mas parecia uma boa e a gente aceitou.
Entramos então em um lugar muito doido cheio de salas diferentes. Uma mulher veio receber a gente, explicou que eles estavam fazendo uma pesquisa sobre a mente humana e tal e ela começou a mostrar pra gente algumas salas. Cada sala era mais estranha, mais dark, do que a outra. Lembro que quando entramos em uma delas vimos umas paredes bem escuras, a sala iluminada só com algumas velas e um cara deitado numa cama e coberto com uma coberta também de cor escura, parecendo inconsciente. A mulher disse pra gente que o cara estava passando por algumas sensações sensoriais tais e tais e que a gente não podia acordar ele. Fiquei mega assustado porque achei que eles queriam fazer aquilo com a gente e eu não queria ficar inconsciente.
Daí ela levou a gente pra uma outra sala em que a gente tinha que tomar um negócio injetável. O líquido que foi injetado era azul muito escuro, quase preto. Todos nós tomamos e começamos a olhar mais outras salas. Nisso já tínhamos subido vários andares no lugar. Eram umas escadas muito doidas, algumas delas não sendo nem escadas, mas plataformas que se elevavam sei lá como, porque eles não tinham eletricidade.
Enfim, chegamos em uma nova sala e nesse momento percebi que minha pele estava mudando o tom pra ficar meio azulada e eu começava a sentir tontura. A mulher falou que deveria ser assim mesmo. Nessa nova sala tinha umas duas camas, várias velas espalhadas e a parede parecia que alguém tinha coberto ela com cera de vela vermelha. O outro cara que estava com a gente já estava super azul e tinha desmaiado, enquanto o Marcos estava quase inconsciente. Eu me sentia melhorando, a cor azul sumindo da minha pele e a tontura passando; fiquei olhando o que ia acontecer. Nisso a mulher pegou o Marcos e deitou com ele na cama. Eles ficaram rolando na cama e o Marcos fazia uns barulhos MUITO bizarros, como se ele estivesse tentando falar alguma coisa e não conseguia. Eu conseguia pegar uma ou outra palavra dele de vez em nunca, e percebi que em certo momento ele falou "contato" e em outro momento ele disse "to entendendo tudo". Eles começaram a parecer muito estranhos lá rolando na cama, como se tivessem virado fantasmas e eu via na cara deles, às vezes, flashes daquele primeiro cara que eu vi inconsciente. Entendi que pelo jeito eles estavam fazendo algum tipo de contato com ele.
Depois disso, como eu estava me sentindo bem, comecei a fugir. Pensei que se eles não tinham eletricidade e a mulher naquele transe não ia ter jeito de ninguém saber que eu estava fugindo, mas comecei a fugir e logo ouvi, como se fosse em um megafone, a mulher dizendo "Tem gente fugindo" e ela dizia isso bem calmamente. Fiquei doido pra sair logo, mas era bem difícil refazer ao contrário as escadarias, plataformas, subidas, descidas que a gente tinha percorrido até chegar onde a gente tava. Percebi que em alguns lugares que antes só tinha as plataformas e eu iria ter que pular, agora tinha escadas. Deus está me ajudando a fugir, eu pensei.
No fim das contas ninguém me pegou na fuga e consegui sair na rua, que era lá no bairro Veleiros em São Paulo (capital). Fui até o ponto de ônibus (nem tem ponto lá onde eu saí, mas tudo bem) e eu ia tentar ir pra o mais longe possível e despistar os caras. Vi que duas mulheres saíram de lá e claramente estavam procurando por mim. Me escondi atrás de um poste perto do ponto e elas passaram direto por mim depois de vários momentos de incerteza e muita ansiedade. Uma delas parecia a Paula que também trabalha comigo. Eu não podia mais pegar ônibus porque apesar delas não me terem visto, elas estavam de olho no ponto e eu só tinha uma rota de fuga de trás do poste sem elas me verem, e essa era voltar na direção daquele lugar doido. Fui voltando e corri pela rua do lugar, chegando na casa de doces que tem lá.
Nesse lugar apareceram três caras, um deles segurando um negócio que tinha formato de pistola mas tinha uma seringa e uma agulha enormes no lugar do cano. Tentei me esquivar deles indo atrás de um carro e tentando enganar eles pelo método do por-aqui-ou-por-ali, tipo quando você tá brincando de pega-pega e tá atrás de alguma coisa e finge que vai por um lado, depois finge que vai pro outro etc. Isso acabou dando certo pra dois deles mas ainda sobrou um, o que estava com a pistola na mão. Ele disse que ele iria me pegar e me pegou e me aplicou uma dose do treco azul escuro quase preto. Consegui me soltar dele e ele disse que não adiantava chamar a polícia porque ele não tinha me matado nem nada (nota: nesse ponto os outros dois caras tinham desmaiado não sei como). Fiz ele desmaiar também não sei como, peguei a pistola-seringa dele, cuja agulha era extremamente grossa, e apliquei do lado do olho dele e ele começou a sangrar. Saí correndo pensando ("agora sim, se chamarem a polícia, alguém realmente matou alguém"). Fiquei preocupado com o que aconteceria depois da dose que o cara me aplicou. Imaginei que eu ficaria doido, me colocariam em uma instituição psiquiátrica onde me dariam vários remédios para ficar catatônico e eu não conseguiria nunca mais viver normalmente.
Vira e mexe o sonho se confundia com uma outra cena em que eu estava vendo um filme de ação do qual eu participava, mas o nome do filme era "Ferris Bueller‘s Day Off" (o "Curtindo a vida adoidado"). Eu queria muito saber o final do filme, afinal o personagem tinha tomado o negócio azul e sabe lá o que iria acontecer com ele, ele poderia ficar maluco no caminho pra casa, alguém colocaria ele em uma instituição psiquiátrica etc, a mesma história que eu mesmo estava pensando no ‘filme‘, eu pensava enquanto assistia ao filme. Aí eu acordei.
casamento (indesejado) à vista chuazinha 23/06/2009 11:42 sonhei que ia casar, mas não queria muito. no entanto entendia que tinha chegado a hora pq tinha construído toda uma relação em direção a isso. meu noivo estava muito feliz, e contava pra todo mundo numa espécie de festa para anunciar a ocasião. eu me sentia desconfortável e queria pedir conselhos para alguém.
será que eu podia simplesmente mudar de idéia? queria conversar com a Bia, mãe do luiz, mas ela estava viajando em madrid com um amigo dele. pensei que era na hora do vamos-ver mesmo que a gnte percebia se queria de verdade casar ou se na verdade nem gostava da pessoa.