Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Visão maravilhosa na Jerônimo Coelho / Hannap

Sonhei que eu estava em São Paulo fazendo um monte de coisas, andando pela rua, vendo exposições.
Teve uma noite que eu dormi na rua, na calçada. Cheguei tarde de uma festa e dormi na calçada direita de uma rua chamada Jerônimo Coelho.
Essa rua era uma ladeira enorme, eu fui até o topo dela e me deitei com minhas coisas e dormi.
Quando acordei tive uma visão maravilhosa!

Eu olhei pra ladeira e vi a cidade grande, cheia de prédios, na descida daquela ladeira. No final tinha o mar. O mar com barquinhos. Atrás desse mar, na linha do horizonte, tinha uma montanha.
Eu falei pra mim mesmo: Que cidade maravilhosa é essa! Ao mesmo tempo cidade grande e com o mar, com natureza.
Fiquei muito feliz de ver aquela cena.

O dia estava começando com muito barulho. Acho que tinha um cachorro perto de mim, me cheirando.
A minha visão foi ficando cada vez mais nítida. Fui definindo a cena, acordando de verdade e vi que não tinha mar.
No final da ladeira era cidade. A cidade continuava.

Eu tinha que descer aquela ladeira em direção a uma casa onde estavam o Peninha (Eduardo Bueno) e a Lena, minha professora de cerâmica.
Desci pra lá e encontrei com o Peninha e com a Lena e contei essa visão que eu tive. Eles começaram a rir pra caramba.

O Peninha me deu uma nota de 150 dólares, grande, que eu nunca tinha visto, como pagamento de alguma coisa.
Na noite anterior ele tinha feito uma palestra até entrar em transe.
Ficou muito louco no final da palestra. Perguntei pra ele: Nossa! Tu sempre faz isso? Tu dá as tuas palestras e fica num estado de loucura?
Ele falou que gosta de fazer isso, mas que ele já estava bem. Aí ele me deu esse dinheiro
Eu acho que eu tinha alguma coisa a ver com a palestra. Eu tinha organizado a palestra.

Eu tinha que ir na casa da Lena, nesse lugar onde eu estava, para pagar o aluguel de uma moto que eu havia usado naqueles dias.
Mas quem estava com a moto, quem tinha carteira, era a Marina Lutfi, minha amiga. Ela iria devolver essa moto noutra hora.
Vingança das mágoas / Hannap

Sonhei que eu acordava no meu quarto (na casa da Murtinho Nobre, em Santa Teresa) e via alguém arrombando a porta da casa, de dentro pra fora.
A porta deformava. Eu via os calombos surgindo nela. Era alguém chutando, querendo sair.

Havia mais gente na casa. Trinity, Jéssica e outras pessoas. Consegui descer e ir atrás dessa pessoa.

Entendi que o invasor estava morando na casa, na garagem, já fazia algum tempo, e ele causava problemas para atrapalhar a vida dos donos da casa, João, Ada e os filhos.

Perguntei porque ele fazia isso, quem o havia contratado. Ele disse que era um parente inglês que tinha algum vínculo burocrático com a família e uma mágoa antiga mal resolvida.

A Dani estava dispersa, como sempre, e chegou depois da explicação do moço.
Ele fugiu e eu perguntei a ela: - Você ouviu o que ele falou? Ela disse que não.

Eu entendi que ele havia sido responsável por uma série de problemas da família: falta de dinheiro, a tragédia da morte do filho, a morte do bougainville, brigas, etc. Expliquei isso pra Dani, mas ela relativizou.
Diversão e treta no lago / Hannap

Eu, Thomaz, José, meu pai estamos em um lago. As meninas Andrea, Filipa, Aurora e uma funcionária estão mais distantes, em um lugar mais protegido.
O lago é fundo e escuro, mas tem uns anéis de tijolos onde nós ficamos em pé com metade do corpo pra fora da água.
Estamos curtindo, comendo bolinhos e bebendo limonada.
Me desequilibro e me jogo pra trás. Vou nadando até outra construção onde está o meu pai.
Todo mundo grita : cuidado! Porque o lago tem tanques com piranhas.
Continuamos contando histórias, Thomaz, meu pai.
De repente um sujeito aparece pendurado no muro do lago. É um acerto de contas entre bandidos. Chega um grupo e joga esse cara dentro de um tonel com água. Afogam ele e depois batem nele. A polícia do lago aparece de lancha, mas os bandidos conversam com eles e os policiais vão embora.
O líder dos bandidos diz que é “sujeito homem” e por isso não vai matar o outro, mas deixa o recado para ele resolver alguma pendência.
Todos vão embora.

Thomaz aparece com os olhos arregalados e rindo dizendo: gente, vou precisar da ajuda de vocês, a nossa conta deu novecentos reais!
2 leõs / medusa

Dream 22/7/22 (portal?!): 2 lions were hidden in some obscure unactivated HQ industrial style warehouse and I was there with some other ppl, around a hundred, young men and women. I think we never actually saw the lions, but we knew they were huge and would eat us alive if found, maybe we did saw them at some point cause some of us really believed they existed. Just a few tried to find a way to leave, like me, but mostly ppl just wanted to stay in and see how things would go. I mean, why stay inside an ominous HQ with lions around like vultures on the prowl when you could just run away from there? i wanted to scape no matter what. something was holding them there but not me. didn't looked like a difficult scape but I woke up without leaving the building. i was about to, i think, but something woke me up.
Nave espacial na praia / Xandre

Estava na praia de Atalaia em Itajaí onde morei por um bom tempo, avistei uma pedra grande que servia tipo um camping, tinha umas pessoas deitadas quando cheguei perto da saída e ui olhar para o mar, vi um brilho forte no céu, era uma nave espacial que se camuflava no meio das nuvens, me deu um medo mais fiquei bem curioso pra ver onde ela iria.....
Kombi branca velha e casa de André / xandre

Estava dirigindo uma Kombi bem velha uma verdadeira sucata, para dirigir tinha que encostar os fios, não tinha cambio, estava junto com minha mãe, fui ate a casa de um conhecido antigo André, la fui cobrar um dinheiro de uma camisa que tinha vendido a anos, uma senhora atendeu a porta e com um garfo me ofereceu um pouco de camarão, mais disse que não queria pois já tinha jantado, André veio até mim e perguntou se eu já tinha feito exame de coração, ele estava ao lado de um senhor de idade que pensei ser seu pai, me despedi logo pois o céu estava muito escuro e pretendia cair uma chuva muito forte, ao lado da gente tinha um valão grade e muito sujo.
Pipas, Céu Dourado e Naves Espacias / Xandre

Estava na rua onde morei em Itajaí, soltando pipa o céu tinha uma cor dourada e fazia muito frio, derrepente avistei muitas luzes no céu, várias naves espacias, no começo deu medo, mais depois me acostumei, meu pai apareceu com um pedaço de bambu na mão, dizendo que ia fazer mais pip, então perdi o medo e comecei a laçar e a cortar as outras pipas que estavam no céu.
Maradona e Caetano / Hannap

Sonhei que estava numa casa muito simples, de uma família argentina. O Maradona estava lá, deitado numas almofadas no chão, meio entediado. Eu e ele estávamos conversando e fumando. De repente chega a notícia de que o Caetano está na cidade. O Maradona fica todo empolgado e se levanta para ir atrás do Caetano. Eu digo: Diego, vamos fazer umas fotos suas com ele? Ele responde que sim. Eu pego a câmera digital e a analógica e vou atrás do Maradona.

Na calçada havia um monte de gente, crianças, cachorros, uma confusão. Passamos por estas pessoas e entramos aonde o Caetano estava. Era uma exposição da Leda Catunda. A expo estava cheia. Todos excitados com a presença do Caetano. Diego começa a buscar o Caetano e eu encontro uma amiga. Pergunto pra ela: Você sabe quem é esta pessoa que está comigo? Uma outra pessoa responde: Diego Armando Maradona! E todos ficam de olhos arregalados.
Eu penso que a luz dentro da sala de exposição está muito fraca para fazermos as fotos analógicas.

O Caetano vai caminhando em direção à saída pelos fundos do espaço. Ele anda cercado de um grupo de pessoas, Paulinha e etc. Mal dá pra ver ele no meio do bolo. Eu e Diego vamos atrás e saímos do prédio. Nos fundos há uma área externa muito bonita com uma pedra inclinada enorme, cor de creme. Eu penso em fotografá-los ali, mas o Caetano está muito adiantado e não conseguimos alcançá-lo.

Eu e Diego ficamos frustrados. Vemos o Caetano e seu grupo entrarem num transporte e irem embora.
Mesmo assim vamos até o local do transporte. Quando chegamos lá já está escurecendo. Reencontro com a minha amiga junto com um grupo de pessoas. De repente, passa por mim um jovem bem magro de cabelo comprido e escorrido e fala baixinho: harina
Percebo que alí é uma boca, um ponto de venda de drogas e comento isso com a minha amiga.

Os traficantes percebem que não estamos ali para comprar nada e ficam agressivos. Saímos todos correndo.
Partindo pro Maracanã / Xandre

Tinha jogo no Maracanã, e resolvi ir cedo para tentar comprar ingresso, tentei estacionar o carro bem longe e fui andando, vi um mico andando pelo fio e fui atraz de uma turma, começamos a pular um muro pensando que ia parar perto do bar do Chico, estava frio e eu sem camisa, aí onsei se eu conseguir entrar com o dinheiro que tenho como uma camisa para poder me esquentar.
Gatinho mutilado / Hannap

Sonhei que estava numa cidade onde havia um mercado japonês. Eu e meu pai Jorge fomos comer lá. Haviam muitas barracas e lojinhas de comida e produtos japoneses. Comemos sushi e outras coisas. Depois eu encontrei com a Lara e voltei ao mercadinho. Fomos fazer uma massagem. Na saída da massagem vi um gatinho muito bonito, novinho. Ele havia sido mutilado. Cortaram as 4 patas e cauterizaram. Queimaram as tetas e outros pontos no corpo dele. Uma violência. Tive vontade de chorar. Fiquei com raiva. Olhava pra cima e sentia que alguém me olhava. Via cortinas se fechando. Entendi que era alguém de body modification que havia treinado no gatinho. O gato conseguia andar rastejando com muita dificuldade e ele ficava junto de nós dois. A Lara me levou até a loja de um tatuador muito famoso, que só tatuava o que ele queria. Era um cara muito sensível. Ele conversava por horas com cada cliente e depois fazia uma tatuagem. Conversamos com ele, tomamos cerveja e ele viu o gatinho. Fomos embora pois ele tinha que tatuar um cliente.