Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Surpresas / li

Era noite e eu caminhava na rua do Acampamento, emSanta Maria. De repente 3 pessoas usando cabeças de boneco enormes vieram correndo, um me puxou e me pegou pelas pernas e me arrastou pela rua e me largou. Senti medo e que poderia ter morrido.
Segui e encontrei o bar do GNM e entrei. Ali todos comentavam que ele havia descoberto sua verdadeira mãe. Logo a mãe dele chegou e era uma mulher negra, muito diferente dele. Ela falou que o pai de GNM teve um relacionamento com ela é certa vez a polícia levou-o atras dela, em Itu, mas ela havia se mudado para a Bahia. Falei para ela que eu gostava e queria GNM muito bem.
O abraço / Sonhadora Dandara

O abraçoEu te abraçava mas eras
um assobio
Assombrações / li

Era um dia de verão, à tardinha, e eu estava numa casa grande e elegante, na Avenida Presidente Vargas, em Santa Maria,era casa da minha prima LCV e ela recebia convidados. Chamei a prima CVS para chegar. Logo, a casa já era de VS e CVS chegou, falava alto e seu estilo era diferente da recepção elegante dali. Mas VS ficou cativado por ela, e logo vi que ele fez um vídeo institucional que citava CVS como pessoa com grande energia e a relacionava com algo de budismo.
Fomos ajudar profissionais de uma escola ao lado a colocar uma extensão de luz. O fio passava por cima de prédios e entre casas, e eu e CVS o puxavamos e levava para onde uma coordenadora orientava. Acabamos entrando em uma casa abandonada, mas ainda mobiliada e cheia de entulhos. Dizia que a casa havia sido comprada pelo vizinho e logo a reformaria. Eu comecei a ver coisas sobrenaturais, como a aura de um adulto e uma criança, projetada numa parede branca. Logo CVS entrou num escritório abarrotado de livros velhos e encontrou um senhor, que com sotaque, dizia que queria se comunicar em inglês. Senti medo e comecei a recitar uma pequena oração de exorcismo ensinada por Santo Antonio.
Casas e Anjo da guarda / li

Estava em Poa num apartamento da minha prima KVS, enquanto ela e o marido viajavam. Saí e encontrei AA e nos apaixonamos instantaneamente. Fomos para o apartamento e conversávamos muito, riamos, nos beijávamos e tomávamos banho juntos, mas sem sexo. Minha prima chegaria logo e fui comprar passagens para voltar à SM, na volta, caminhávamos pelas imediações da rua Protasio Alves com Vicente da Fontoura e encontrei ruínas de um castelo medieval. Resolvi voltar de carro e AA foi a pé. Nós perdemos e não nos encontramos mais.
No meu apartamento, tocaram a campainha, ao olhar no olho mágico, vi que era um menininho com pele moreninha, meio indiozinho e eu e minha mãe sentimos medo e perguntávamos quem era. Ele sumiu e descobrimos que ele era um anjo da guarda.

Festa de Aniversário / li

Era a festa de aniversário da minha filha, comemorava num salão de festas pela rua Silva Jardim e Parque Itaimbé, em Santa Maria. Chegavam os convidados e eu percebi que não tinha muitas bebidas, as que tinham não estavam geladas. Comecei a procurar, fui na cristaleira da minha avó e peguei umas bebidas. Levei-as só salão e vi que não tinha copos. No salão já estava a família da prima DRM e em outra mesa o Finado IGV, e senti muito felizes s dele ter ido a festa. Sai correndo para procurar copos.
Cemitérios / li

Estava numa cidade diferente, tinha montanhas e natureza no meio da região central. Logo eu estava com a prima LCV, e outros parentes chegavam. Encontrei a ex esposa do meu tio, DCS, e ~iamos ir aovelorio do irmão dela,mesmo que ele já havia morrido há muitos anos atrás. Amanheceu e vi minha prima e tia voltando do velório, e eu não havia sido informada do horário. Fiquei triste e chorava dizendo que era sempre assim, minha mae nunca me avisava de nada e eu passava por situações constrangedoras, que havia acontecido o mesmo com a morte da irmã de JSS.
Depois eu caminhava ou lembrava de um cemitério muito antigo e aterrorizante.
tempo/mr burns/inglês / mew

tempo/mr burns/inglêstinha uma palavra que se vc disesse te tornava capaz de atravessar com sua consciência pelo tempo, eu e o a. sabíamos essa palavra, olhando pra ele eu vi ela saindo de sua boca e a partir daí comecei a me sentir estranha, não sei se eu também disse a palavra, acho que ela começava com 'i', mas não era nenhuma palavra que significasse nada, acho que era mais por causa do som. senti como em muitas outras vezes em que estou dormindo como se minha consciência fosse sugada por um vórtex, é uma sensação horrível, vc está se aprofundando numa velocidade muito rápida e não tem controle de nada, e também não tem mais nada que te prenda ao seu corpo, como se vc tivesse sido abandonado no espaço-tempo, caindo pra sempre, sem esperança de sentido. pareceu pra mim que a palavra, ao anunciada, te dava um poder como aquele que é dado de presente pelos aliens no filme arrival, vc deixa de sentir o tempo passando linearmente e tudo passa a acontecer ao mesmo tempo, me deixa muito agoniada só de pensar nisso, como se toda a ilusão de estabilidade do seu 'eu' diante do tempo fosse perdida. acordei sentindo como se tivesse usado um alucinógeno na noite passada e começasse a voltar a sentir o tempo como de costume. o som lá de fora tocava de maneira diferente, muito rápida ao mesmo tempo que lentamente. no final do sonho tem um suposto insight sobre como só o afeto do outro nos prende ao nosso corpo em um determinado período tempo, e a perda desse afeto seria catastrófica para a sensação do 'eu'.
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eu e minha irmã estávamos numa casa, muitas coisas aconteceram mas a parte de que eu me lembro era que uma moça ia dar um presente pra ela como uma recompensa e minha irmã escolheu ganhar olhos de cor pastel, meu pai não gostou nada disso e eu fiquei com inveja apesar de considerar a possibilidade de que nem ficaria bom. pula pra eu vendo um boletim das notas que tirei no cursinho do p., minha maior nota era D, fiquei surpresa, não lembrava de ter ido tão mal assim, mas aí me veio uma memória que só existe na realidade do sonho do p. me dizendo que não tinha ido nada bem mas me dando esperança, tinha muita coisa pra gente trabalhar, aí penso nas notas da minha irmã, altíssimas, pra tentar me sentir melhor eu racionalizo que esse tipo de conhecimento não importa e que não media realmente a inteligência ou o valor de ninguém, mas continuo me sentindo um lixo. pula pra casa de novo e aparece lá um personagem amarelo que me lembra do mr burns dos simpsons, a única parte que me lembro dele é que na hora dele ir embora fez xixi no chão, antes dele voar janela afora eu falei pra ele ir no banheiro primeiro, o que pensando agora não faz sentido já que ele já tinha se aliviado...
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meu celular começa a tocar e eu estou incerta sobre atender, imagino que deva ser o instrutor de tai chi que eu não respondi e que ele vai me perguntar acerca da tal aula experimental, penso no dia em que r. vai estar aqui e como eu devia marcá-la pra nós dois pra eu não ir sozinha, quando atendo ouço sons de academia, mas alguém começa a falar comigo na linha em inglês, dizendo que eu sabia inglês e que era pra eu falar em inglês, começo a falar em inglês e o cara passar a me oferecer aulas de inglês e pergunta porque eu não precisaria estudar mais, eu fico meio sem graça mas ao mesmo tempo sinto um pouco de desprezo pelo cara e digo que 'i'm already pretty good at it', ele começa a divagar sobre outras coisas e diz a palavra 'buck', só que eu percebo que a palavra que ele queria dizer era na verdade 'bride', e o corrijo, ele fica meio sem graça e fala outra palavra que não faz sentido, eu digo que não entendo, ele dá uma risada sem jeito e acho que a ligação termina por aí.
Prédio de luxo / Hannap

Eu e Lara havíamos nos mudado para um edifício grande, de luxo.
Estávamos felizes, mas um pouco deslocados.
Aquele lugar parecia luxuoso demais pra gente.

O prédio tinha uma parte meio shopping, horizontal, no térreo.

Fazia menos de uma semana que estávamos lá e eu precisei descer correndo para resolver alguma coisa na rua. Fui só de cueca samba canção, sem camiseta nem nada. Cumprimentei o porteiro e alguns moradores no caminho e cheguei na rua.

Na volta pra casa entrei pelo shopping do prédio e encontrei a síndica.
Ela veio falar comigo com um sorriso formal e disse que precisava conversar, que iria subir ao nosso apartamento em seguida.
Eu senti um clima ruim e entendi que ela iria me advertir por ter saído só de cueca na rua.
O porteiro confirmou que a síndica queria falar comigo. Eu perguntei porque e ele disse que alguém havia denunciado que eu estava andando de cueca pelo prédio e exibindo uma ereção!

Fiquei estupefato! Senti que seríamos expulsos do prédio.
Pensei que eu pudesse argumentar e dizer que não sabia de nada, que aquilo nunca mais iria acontecer. Pensei em dizer que eu não estava com uma ereção, mas desisti.

Entrei em casa e encontrei a Lara dentro da banheira com mais dois homens.
Ela estava fazendo uma depilação à domicílio.
Toda contente, disse que tinha visto no instagram da Ju Terra e contratou esse serviço.

Eu não gostei nada daquilo. A Lara nunca tinha pensado em se depilar e nem gastar dinheiro com isso. Enquanto isso um dos homens estava mergulhado na água depilando a virilha dela e o outro, por fora, depilando o buço.

Comentei: — Que pena! Tu vai ficar sem o teu bigodinho!
tio mãe e primo / mew

meu tio c. me levando pra tomar milkshake, o meu milkshake favorito de acordo com ele, que eu gostava na infância, conversava sobre alguma coisa, acho que minha mãe estava presente, eu me sentia despersonalizada e ansiosa. pula pro meu primo no sofá falando sobre a separação dos pais dele, como era estranho não saber o que era de quem, que casa, que carro. meu pai respondeu dizendo que no nosso caso era diferente, pq ele quem comprou tudo que eles tem, mas que certas coisas tinham que ficar com minha mãe. eu observando de longe pensei que não conseguia me identificar com a história, não conseguia me identificar com meu primo, não conseguia me identificar com ninguém, porque eu não consigo dar sentido pra nada que aconteceu na minha vida.
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minha mãe na banheira da casa dos meus avós dizendo que jamais havia batido ou brigado com a gente, eu e minha irmã contestando, ela dizendo que ela não merecia o que a gente faz com ela, ela diz algo que me irrita e eu dou um tapa na cara dela, depois minha irmã diz algo que me irrita e eu dou um tapa na cara dela, daí minha mãe usa isso contra mim, eu era tão ruim quanto ela, ela ri, e faz cócegas no meu pescoço, e dói, e eu penso que foi por isso que aquela sensação me foi passada no pescoço antes, em um sonho anterior, ou quando estava acordada, não tenho certeza, mas teve algo que veio antes que também envolvia meu pescoço.
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eu e o w. iríamos fugir, estávamos num lugar cheio de carros, não sei se eu queria fugir com ele.
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três caras corriam atrás da gente com metralhadoras e atiravam em mim sem parar, mesmo depois de eu estar morta, a aflição de estar sendo perfurado de novo e de novo.
irmã / mew

minha irmã chegou pra mim e virou de costas e disse que estava doendo abaixo da nuca dela, eu olhei e vi que estava bem vermelho e disse que era uma queimadura do sol, ela não aceitou esta resposta e disse que falou pro meu pai e ele não fez nada, ela saiu mas depois deu meia-volta porque o corpo dela começou a ficar cheio de bolinhas vermelhas como se fosse catapora, eu disse que era uma alergia e que era pra ela pegar o anti-alérgico, mas aí começou a sair sangue dessas bolinhas, fiquei preocupada por não saber o que era.