Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
manhã de domingo / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
/ Lua

Chamei uma amiga pra ir numa galeria de arte antiga e meio abandonada. Era um lugar muito bonito com azulejos antigos cor de creme e entrava muita luz do sol por janelas grandes de vidro. Do lado de fora era puro mato, bem verde e vivo.
Nós duas usávamos meias calça brancas finas e roupa de cetim.
Madonna ressentida / li

Assistia televisão com minha prima CVS e outra pessoa, era o programa do Jô, que entrevistava a Madonna. Fiquei chocada com tanto lixo ideológico que ela falava e eu comecei a discorrer o sobre o que ela falava, e me vi com ódio e ressentimento igual ao dela.
/ Avê

Sonhei que eu e vários amigos estávamos vestidos pra uma festa de casamento e tirando fotos bem vestidos, porém jogados no chão. Eu não era a noiva, mas me vestia com um vestido branco e uma rosa vermelha na cabeça com um véu fino branco. Eu me sentia ótima e linda nessa roupa, mas resolvi trocar de roupa pra festa pra não acharem que eu queria fingir que era a noiva. Vesti uma saia preta e uma blusinha meio cigana azul e pensei que seria bom também ficar mais à vontade.
/ Avê

Aparecia um monte sal grosso no teto do meu quarto na casa da minha mãe. Eu via como se crescesse ali. Em algumas partes fazia umas linhas e formas. Fiquei muito impressionada. Chamava as pessoas pra ver, ninguém se importava muito.
Avião caíndo / li

Era noite e eu caminhava pela avenida Dores, próximo ao Corinthians, em Santa Maria. Olhei para o céu e vi um avião voando muito baixo e senti medo. Comentei com algumas pessoas e com a tia NCV sobre voar tão baixo e todos acharam que era normal. De repente vi que algo se desprendeu do avião, ou um míssel ou uma grande parte dele, saindo fogo e seguido de um grande estrondo e impacto por ali.saí correndo pq parecia que o fogo da queda poderia chegar até o de estava. Corri e apavorada telefonei parabéns os bombeiros para avisa-los. De repente percebi que a região da queda tinha varias escolas e pensei em ISV, que poderia estar em aula. Fui até a escola e muitos bombeiros e equipes de psicólogos, alguns vestidos de Papai Noel para confortar crianças que presenciaram ou foram vitimadas nessa situação.
Artes e poças / li

Eu, minha mãe, marido e filha fugíamos de alguém ruim e fomos para casa de um conhecido, em Florianópolis. Dormíamos num quarto, era uma casa de alguém q gostava de rock, mas eu não sabia quem era. Vi bque tinha uma luz perto do colchão e imaginei que estávamos sendo espionados por ali. Eu e minha mãe levantamos mais cedo para o café e chovia. Era um café numa varanda, como em umabpousada. Vi AA por ali e passei por ele e nos olhamos. Precisamos sair correndo e fugindo, ao longe avistei o consulado brasileiro. Um policial nos parou e pediu nossos documentos e mostrei meu visto, mesmo sendo floripa, e ele disse que éramos bem-bondas. paramos no centro de Floripa. Vi que não leva-os dinheiro nem celular e estávamos perdidas e sem comunicação. Andamos por lugares com pessoas perigosas e ameaçadoras, e comerias e calçadas inundadas. Pedi desculpa para minha mãe. Logo minha filha estava junto e a deixamos numa salinha deusa pré escola. Caminhamos perto de uma pizzaria e havia um teatro de rua, assistimos e era chato, com palhaços dizendo textos ruins e doutrinadores, nem minha filha gostou. Descemos por um morro e chegamos num mercadinho que meubmarido estaria esperando, e ele e filha esperavam arrumados, em frente a uma prateleira, ele brabo conosco. Entrei correndo num teatro e era fim de uma peça e mostrei para minha mãe um ator q ela gostava no passado, que era o Rock Hudaon com rosto do Alain Delon. Correndo, Subi no palco e tirei, que fez um efeito bonito com unha longa saia, e logonpercebi que minha calcinha branca havia caído. Fui ao camarim me arrumar e o diretor foi junto, era um camarim com móveis antigos e com uma energia ruim. Tirei a calcinha e a guardei pq não consegui vesti-la. A peça começou e era chata, logo o diretor entrava em cena, era um homem muirobpeueno, corpo como da minha filha, usava barba e roupa azul e dourada e repetia uma frase mencionando negros, que me soava racista é inadequada. Resolvemos ir embora.
Melhora / li

Encontrei o Chico H. Caminhando em um mercadinho, e ele parecia bem saudável e forte e perguntei para sua esposa, Eneida, o que ela fez para essa melhora.
London 2 - Vipassana Dream #5 / Hannap

Eu estava em Londres com a minha família toda, pai Eugênio, mãe, irmãos. Eu tinha ido inaugurar a minha exposição individual em uma galeria naquela noite. Por coincidência toda a equipe da Tátil estava lá. O Fred Gelli estava dando uma palestra. Eu encontrei todos em um espaço comercial, tipo um shopping. Vi o Fred em pé, falando para um platéia e reconheci algumas pessoas da Tátil lá. A Paula Mello estava sentada vendo a palestra, nos abraçamos e nos beijamos na boca. O Fred ficou surpreendido de me ver. Eu interrompi a palestra dele, pedi licença e falei com a platéia. Convidei todos para a minha inauguração naquela noite. Eu estava super animado, ninguém ficou bravo com a minha interrupção. Ao contrário, ficaram instigados. Era um programa perfeito para aqueles brasileiros que passar o dia inteiro trabalhando, ir em um lugar cool, com comes e bebes grátis e um amigo expondo.
London 1 - Vipassana Dream #4 / Hannap

Estava com o meu pai Jorge na entrada de um museu, onde havia um gramado e uns bancos. Num dos bancos estava sentado o Caetano Veloso. Ele estava fumando um cachimbo. Eu cheguei perto dele e puxei assunto: — Oi Caetano, você está um cachimbo né? Esse fumo é bom? Eu tô com um fumo muito bom no meu cachimbo. Você quer provar?
Ele disse que sim e enquanto fumava o meu cahimbo eu explicava de onde vinha aquele fumo.
— Sabe o Eduardo Bueno, o Peninha? Então, ele coleciona muitos documentos históricos de personagens diversos e tem muita coisa entulhada lá. De vez em quando ele faz uma limpa. Esse fumo é de algum desses personagens muito antigos. Ele tinha isso guardado e resolveu jogar fora. Eu conheço a filha dele, a Lizia, ela me deu esse fumo.
Era um fumo muito verde, misturado com carne seca bem vermelha. Muito antigo mas preservava as cores muito vivas. Era delicioso!

Depois dali eu fui morar em Londres. Por coincidência a Lara também recém havia ido morar em Londres.
Eu estava com algumas mulheres em um apartamento e resolvi descer para um bar, sozinho. Chegando lá encontrei com a Lara, muito feliz, conversando, recém chegada na cidade. Nos vimos mas não nos falamos. Eu cheguei perto da janela da cozinha do bar, por onde entregavam os pratos e resolvi pedir algo ali. De repente chegou um negão, pedindo licença, eu disse: — Passa, tranquilo. Ele respondeu: — Brasileiro! Meu brother. Aí começamos a conversar em português e o bar todo ficou nos olhando, não entendendo nada. Nos abraçamos e depois eu já estava dando comida na boca dele. Ele disse que morava lá havia muito tempo e que aquele tipo de conversa animada e afetuosa que estávamos tendo não era normal lá, por isso todo mundo olhava com estranhamento e admiração.