Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Oráculo Morto / Nines

Oráculo MortoEu ia jogar dois oráculos, um era meu e o outro do meu pai. Na mesa, o oráculo do meu pai aparecia morto.
Focas / li

Estava em alguma casa, na rua de. Bozano, em Santa Maria. Na rua algumas focas andavam e senti medo. Percebi que ela procuravam um chafariz e vi 3 focas entrarem ali.
Encontros do passado / li

Estava em um apartamento com minha filha e logo ela saiu. Não sabia onde ela tinha ido e desci para procurá-la. No pátio era um colégio e vi minha filha com a tia NCV e LCV, fui até elas e vi que tia NCV estava negra. Conversamos e vi meu colega De colégio, o MDC e imaginei que tivesse filhos naquela escola. Logo mais eu estava namorando GCL, e não sabia se gostava dele. Ele sugeriu fazer sexo a 3 e eu o achei muito chato.
Great Friends And Crystals / Kaneda

Estava com um carro cinza e espaçoso, parecia que era meu. Estava deixando algumas coisas como se fossem minhas na parte de trás, mas tinha algo estranho, pareciam roubadas. Avistei ao longe um muro, mas não podia escalar ele para não ficar com bolhas nos pés. Foi então que vi Ailiram com mais duas mulheres indo em direção ao muro. Pedi então que elas trouxessem amora pra mim, pois eu não poderia escalar, além de estar cuidando do carro. Em troca, eu faria algo pra elas. Elas voltaram e me entregaram pedras de ametista, dizendo que era para que eu levasse para elas, mas quando cheguei no carro dei de cara com o Erdna Aletsoc. Começamos a conversar e ele começou a querer roubar o carro de mim, direto Baixava o freio de mão para que o carro descesse. Ficava desesperado pois não podia deixar ele levar os cristais, ou pior, bater o carro. Depois de muito brigar com ele, dei um soco nele e ele caiu. Deixei ele lá, mas me desculpei pelo que havia acontecido e, como solo amigos, que ele entenderia. Quando voltei para o carro, ele estava lá.
Café Costura / li

Eu chegava no Rio de Janeiro, ia conhecer um café que era do Faustão, uma proposta diferente, em uma ilha, o café tinha máquinas de costura para os clientes. Faustão estava ali, mostrava o local. Saí e fui caminhar por uma ponte, encontrei minha prima CVS e o mar começou a inundar a ponte. Fui para outra parte da cidade, fiz amizade com 3 jovens, uma de São Paulo. Sentamos numa mesa de bar e esperávamos amigos. Achei o lugar feio e fui caminhar. Encontrei S e ficamos juntos, percebi que ele não estava usando aliança. Falamos na UFRJ. Seu irmão chegou com a esposa e me ignoraram. Logo sua esposa estava ali perto e nos viu, mas reagiu normal e eu não entendi nada. Procurava fazer fotos do RJ e nenhuma ficava bonita.
Eu e filha / li

Estava com VS, que era o pai da minha filha, mas não tínhamos nada a ver. Eu tentava estar com seus amigos, mas tudo era novo. Ele cozinhava muito e organizava eventos e festas. De repente num bar eu estava com minha amiga RCA e logo chegou meu amigo BM. Ele estava bonito e chamou uma amiga para sair com ele. Na porta de saída, vi que ele usava um longo casaco cinza de lã. Ele saiu e eu comecei a ver uma cena, como se fosse um final de filme. Eu via eu usando um longo e volumoso vestido vermelho, e minha filha, junto de BM. Subíamos montanhas como em câmera lenta.
Testamento / li

Numa mesa conversava compunha irmã e ela dizia que meu pai falava que ia me deserdar.
Casa do tio / li

Estava no pátio da antiga casa do tio Toi. Ninguém mais morava ali, e anoitecia e eu fechava a casa. O lugar ficava perigoso e rapidamente eu fechava os portões da frente, e não conseguia fechar bem. Encontrei um molho de chaves no chão. Vi que algumas pessoas estavam no pátio que ligava a casa do tio com a da minha avó.
Noite fechando janelas / li

Eu caminhava com DG, era noite chuvosa e ia mostrar para ela meu novo prédio, mas a rua ficou muito escura e resolvi voltar correndo para casa, já que meu marido voltaria logo com minha filha e não teria chaves. Cheguei e o marido chegou depois. O apartamento era a casa da tia LEna e fui fechar asnjanelas e persianas. A sacada do meu quarto dava para outra casa bem ao lado, que era a antiga vizinha da casa da minha tia TVM, uma casa de madeira verde claro, e ali se ouvia música ruim em volume alto. Baixei a persiana da sacada e logo uma cortina brega da Barbie. Meu marido chegou e minha filha foi dormir no colo da vovó. Marido falou que tinham feito muitas coisas, que encontraram os Jacksons no shopping. Logo, já era o apartamento de DG, que era o meu também e fui fechar as janelas para dormir e o som ligou tocando música clássica em volume muito alto na madrugada. DG falou quebrei casamento não estava bom.
Frango com cocô / Hannap

Eu estava no apartamento do Índio. Estávamos limpando as varandas com muitas plantas pois a Tati ia chegar e era aniversário dela. Eu resolvi fazer cocô num vaso de uma planta. Ficou um fedor grande. Aí eu fiz um buraco na terra pra enterrar o cocô. Nesse instante chegou a Tati com um frango de padaria. Eu peguei o frango e coloquei em cima do cocô, sobre a terra pra esconder o cocô. Eu disse que ia enterrar a carcaça do frango, que isso era um bom adubo. Aí ela pediu pra eu tirar a carne pra ela então. Trouxe um prato é uma faca. Eu tirei dois pedaços grandes e ela comeu. Aí eu disse que iria tirar o restante da carne aos poucos. Fui tirando a carne do frango e o cocô embaixo dele, tudo isso sobre a terra do vaso das plantas. Em alguns momentos eu via o cocô e ficava com nojo. Ele encostado no frango. Resolvi enterrar tudo sem tirar toda a carne pra não correr o risco de encostar no cocô. Dentro do buraco da terra havia varias cabeças de algo que estavam brotando. Eu tirei elas e coloquei o cocô e a carcaça do frango alí. O Índio acompanhou todo o processo com apreensão.