Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
LuhCampinando 20/02/2010  06:19
Ele me recebeu e me levou direto à sua casa. Me apresentou aos parentes como sua namorada. Me mostrou um quarto onde eu poderia tomar um banho e trocar de roupa e deixar as malas. Sua mãe lhe fazia mil perguntas e parece que não gostava muito do fato de eu estar alí. Logo, me levou para conhecer a cidade. Muitos cafés e restaurantes. Em um deles ele me parou e disse: eu gosto daquele café. Lá servem um dinossauro de carne delicioso e o café então, hmmmm.





*Dinossauro é um salgado que é vendido num café chamado Bom Bocado, em Brasília.
débito automaticoen_drigo 19/02/2010  21:06
débito automaticoEncontrei uma nota alta de dinheiro em minha barba. Decidi depositá-la no banco e enfrentei uma grande fila. A moça do caixa me informou que eu não precisava ter ido pessoalmente, que poderia ter feito o depósito pela internet, online mesmo, direto da barba.
visitali 19/02/2010  12:36
era madrugada e fui em uma festa na casa de T. cheguei no apartamenteo dele, num suburbio de uma cidade do interior, onde moravam muitos estudantes universitários, vindos do interior de são paulo, todos colegas.

Os moradores do apartamento comemoravam que entravam em férias da universidade e se preparavam para voltar para casa de suas famílias.

T falava que era bem divertido morar ali, mesmo quando ficava sozinho, nas férias.



todos conversávamos na sala, que tinha pouca luz. euT começamos a ficar junto, mesmo sem ter muita privacidade, ali. um de seus amigos, um jovem com feições orientais, que tinha um filho, ficou muito bêbado.

eu e T juntos, deitados no sofá de uma sala, tapados com um cobertor, percebemos que estávamos deitados em cima do filho do rapaz japonês, resolvi tirar a criança dali.

fui na sacada do apartamento, percebi que eu não estava usando calcinha.

T me chamou para um passeio. saímos na madrugada, passamos em frente de uma favela, senti medo, enquanto T dizia que não havia perigo, pois sempre passava por ali, tranquilamente.

uma gang se aproximou para nos assaltar. deram tiros, corremos.



Morte de C.Tatiana Gondran 16/02/2010  23:06
Eu fiquei sabendo que um professor de quem eu gosto muito foi morto. Eu fico muito triste e angustiada e vou até o quintal da minha antiga casa onde estão um amigo do meu professor e a namorada dele. Sinto um certo prazer em demonstrar para eles o quanto eu gostava do C.(meu professor). Eu vejo em algum lugar o cadáver dele, ele foi decapitado. Fico horrorizada com essa morte violenta e saio andando à toa pela cidade. Ao chegar em uma determinada esquina de um rua movimentada, sinto uma forte sensação de angústia, penso que é horrível ele ter morrido, que não posso aceitar a sua morte e que o mundo é um lugar muito cruel. Sinto também muito medo, parece que agora que ele morreu o mundo me parece um lugar totalmente hostil, sinto medo de também poder ser assassinada.
UniversidadeTatiana Gondran 16/02/2010  22:28
Eu estava na universidade onde estudo. O dia está nublado e tudo parece um pouco desolado, há poucas pessoas no campus. Eu saio do campus e vou andando por uma estrada deserta com árvores dos dois lados. Eu paro em um ponto de ônibus. De repente aparecem duas amigas minhas de carro. Elas descem do carro e ficamos conversando, não sei porque mas elas não me oferecem carona e nem vão embora, apenas ficam por ali. Ali perto do ponto de ônibus há alguns animais mortos, há sangue... aquilo me dá nojo e uma sensação de medo, quero ir embora daquele lugar.
ViagemMarcelo Nunes 16/02/2010  21:39
Eu estava em um lugar desconhecido, encontrei uma ex-namorada minha e fui falar com ela, ela disse que não me conhecia, eu falei pra ela como nos conhecemos e ela falo que era impossível ser eu porque o Marcelo (que sou eu) tinha desaparecido já fazia 20 anos.
subli 14/02/2010  21:28
Fui convidada participar de uma palestra do Caetano Veloso em uma igreja subterrânea. Desci com várias pessoas por escadas dentro de salas de aula. Cheguei no lugar da palestra, era uma catedral toda em cor cinza com um púlpito como se fosse uma gaiola no centro deste espaço, que ficava suspenso pelo teto. Caetano Veloso chegou ali, pés descalços, pediu uma rede para ficar deitado enquanto falava. Foi pendurada uma rede branca para ele deitar.

A palestra começou e eu me acomodei numa cadeira ao lado da minha amiga LV. Quando Caetano começou a falar, após sua primeira frase, alguém fez uma observação em voz muito alta e tom ofensivo. Eu e LV percebemos que a voz era de uma pessoa sentada atrás de nós, olhamos quem era e era a Alessandra Negrini, também com pés descalços, unhas pintadas com esmalte verde claro, além de notarmos que o pé dela era muito feio.

Caetano e Alessandra começaram a discutir ofensivamente e eu e LV tetávamos acalmá-la, sem êxito.

Caetano cancelou a palestra e saiu do recinto, enquanto eu e LV segurávamos Alessandra.

O público presente saiu às pressas, eu também, com medo de ser pisoteada. Quando subi as escadas e voltei a entrada da igreja subterrânea, encontrei senhores conversando, com extrema preocupação, sobre o que acontecia. Notei que todas as pessoas do lugar estavam vestidas em tons de cinza.
Guerreiro NinjaHannap 10/02/2010  09:51
Guerreiro NinjaSonhei que eu era uma espécie de guerreiro ninja, que estava em fase de testes. Eu me vestia de preto e tinha um encontro marcado com um grupo de 6 outros guerreiros, de azul. Eles me esperavam no parque, onde iríamos lutar. Eu tinha que descobrir onde eles estavam. Cheguei em uma encruzilhada de árvores onde se encontravam 5 caminhos, senti que era ali o lugar e fiz uma pose ninja e dei um giro de reconhecimento. Era tudo muito no improviso. Eu pensava: - caramba! eu nem sou ninja e tô fazendo pose... é tudo inventado...

De repente eu vi os 6 guerreiros, no horizonte de cada caminho. Atrás de mim estavam 2 ninjas, bem longe. Um deles era o chefão. Ele ordenou o início do combate. O primeiro ninja azul foi fácil. Bati nele e acabou a história. O segundo veio em seguida e me arrancou a cabeça depois de apanhar bastante. Eu fiquei desesperado sem cabeça e procurei algum animal pra arrancar a cabeça e usar. Testei um bicho estranho, mas a cabeça era muito pequena e tina uma visão ruim. Então peguei a cabeça de um animal que parecia um polvo e me aprontei para o terceiro combate.
aeroporto indianochuazinha 09/02/2010  08:04
Ia viajar para a India com a isabela e meus pais, estávamos no aeroporto e não se porque motivo nos separamos. O aeroporto era caótico e estava muito cheio, era na barra da tijuca. No mesmo dia ia ter o show do coldplay que eu e isabela queríamos ir. Do aeroporto dava pra ir andando até o local do show e a gnete via as pessoas indo para já garantir seu lugar morríamos de inveja e vontade de ir tb. Sugeri que enquanto a gnete esperava o avião a gnet epodia tentar se aproximar para pelo menos escutar o sho. Fomos andando com nossas malas, era angustiante, tinha muita gnete e era difícil a locomoção.

A isabela estava carregando na mão uma versão do livro Printmaking, que era também um computador, e na outra mão uma mala grande e pesada. Em volta da gnete tinham várias pessoas com uma espécie de uniforme, um colete amarelo, todos eram indianos. Pedi para um dos homens nos acompanhar e levar a mala da isabela, eu queria avançar logo para ver o show e com tanto peso não chegaríamos nunca. O homem acietou meio a contragosto. Só depois fui entender que ele não trabalhava no aeroporto e na verdade era um pai de aluno, pois lá também funcionava uma escola. Nesse momento ele sumiu e a isabela entrou em panico, pela mala dela. Soube na hora que a culpa era minha pela forma como tinha pedido pro homem nos ajudar sem nem prestar atenção nele e por isso resolvi ir procurá-lo. Falei para a isabela me esperar e fui.

Cada vez mais o aeroporto se assemelhava ao meu antigo colégio e assim ficava mais fácil de eu andar pelos corredores, muitas crianças começaram a aparecer, cheguei num corredor longo com portas de um lado, eram os quartos dos pais para a reunião que ia acontecer naquele mesmo dia. Do lado de fora de um deles tinha uma cesta e reconheci dentro dela o livro computador da isabela, ao lado estava sua mala, o homem não se encontrava em lugar nenhum. Peguei as coisas e qndo ia embora ele apareceu. Não queria deixar eu levar o livro computador, ele dizia que era de direito dele, eu tinha dado pra ele. Comecei a explicar num inglês péssimo, acho que na hora eu achei que era melhor assim, falar inglês mal... então ele falou que eu podia levar o computador mas que antes ele ia formatá-lo pois queria pegar as músicas, e esta era, aparentemente, a única maneira de tirar as múscias do computador. Eu tentava argumentar que podiamos usar um pen drive, mas o filho do homem e o homem continuavam dizendo que não daria certo e que eles iam formatar o computador. Eu claro, não podia deixar que fizessem isso sem falar antes com a isabela e fiquei horas discutindo com o cara, convencendo-o de me deixar ir perguntar a ela, e que depois voltava para que ele formatasse e tudo o mais. Ele não pareceu mto convencido mas me deixou ir.

Na verdade eu não pretendia voltar, e embora estivesse me sentindo péssima, tive que mentir, pois até eu voltar e encontrar a isabela já teriamos que entrar no avião para ir embora. Lembrando disso, voltei e perguntei pro homem quando ele ia embora, não queria arriscar encontrá-lo no avião mais tarde. Voltando com a mala e o livro computador me sentia muito leve, e corria pelas escadarias sem nem mesmo olhar os degraus e fazia isso sabendo que estava fazendo.

Ao chegar no meu ponto de encontro com a isabela não a encontrei. Telefonei pra ela do livro computador e ela me respondeu dizendo que já estava na hora de embarcar e que ela tinha ido encontrar meus pais. Eu não sabia onde era o Embarque e pedi ajuda ao meu pai pelo telefone, ele não teve muita paciencia para explicar e falou para eu ir pedindo informações conforme fosse avançando. Eu não conseguia acreditar que ia ter que revirar aquela aeroporto tudo novamente.