Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Patti Smith / Hannap

Patti SmithEu estava num avião, voltando do Japão.
Só que o avião era um quarto de hotel.
O avião já tinha pousado e todo mundo tinha descido, menos eu, porque eu não tinha arrumado minhas malas.
Tava tudo bagunçado no chão do quarto. Eu tinha duas malas e fui jogando tudo dentro delas de forma desordenada pra poder sair do hotel/avião.
Tinha bermuda em cima da cama, caderninhos e canetas no chão.
Enquanto eu arrumava tudo a Patti Smith entrou no meu quarto e foi no banheiro.
Eu a vi muito rapidamente, não tinha certeza de quem era, mas ela deixou uma carteira em cima do meu chinelo, que tava no chão.
Eu peguei essa carteira pra guardar na mala e vi que não era minha. Abri e vi que era da Patti Smith.

Pensei em esperar ela sair do banheiro para sairmos juntos do hotel/avião.
Foi o que aconteceu. Arrumei tudo rápido. Soquei as coisas nas duas malas e a Patti Smith saiu do banheiro.
Nesse meio tempo apareceu a Camila Moletta. Ela ia ocupar o meu quarto na viagem dela.
Ela adorou ver a Patti Smith comigo e disse pra Patti que ela estava em boa companhia. :)

Fomos andando pelo corredor, eu e Patti, e perguntei o que ela tinha vindo fazer no Rio.
Ela disse pra eu parar de fazer piada, que que eu sabia exatamente onde nós estávamos.
Mas eu não sabia, achei que tinha chegado no Rio, mas em seguida descobri que estávamos em NY.

Saímos do aeroporto por um corredor industrial onde vários funcionários fechavam tortas de chocolate, que vinham em esteiras. Eles colocavam a última camada de massa folhada sobre a torta e salpicavam chocolate em pó por cima. A Patti Smith carregava uma mochila com formato de macaco. Essa mochila era recheada de chocolate em pó do bom! Encontramos no final dessa sequência de funcionários a Marina Lutfi, que era amiga da Patti. Elas se abraçaram e a Patti deu pra ela a mochila/macaco. A Marina então fechou uma torta e apertou aquela mochila sobre a torta, dando uma cobertura extra de chocolate. Aquela torta era um presente pra Patti. A Marina subiu nas costas da Patti e abraçou ela. Eu tirei uma foto das duas com o meu celular.

Segui pelo corredor para pegar meu próximo avião, pois ainda tinha uma longa viagem até o Rio, de volta pra casa.
malas, malas / li

eu estava no apartamento do meu médico CK e deitei na sua cama para dormirmos juntos. no meio da noite nos abraçamos e um clima surgiu. Levantei para ir ao banheiro e vi outro quarto de casal, com sua esposa. Fiquei preocupada e ao vê-la se aproximar, me escondi no box do banheiro, mas ela me viu. De repente começou a me xingar e eu resolvi mentir que não sabia que ele era casado. Ela começou a ficar alterada e eu disse que iria embora e que também estava brava com ele por ele me levar para sua casa de família. Resolvi fugir e a filha deles me ajudou. No apartamento havia muitas malas, pois iam viajar, e colegas de escola. Eram pessoas muito ricas. A irmã dele me colocou no quarto do irmão e após me passou pela sala e fui me misturando aos colegas para conseguir chegar até a porta de saída sem a esposa perceber. Eu pegava minhas malas, que ali estavam e tinham documentos e coisas da minha filha. Saí e caminhei na rua para voltar, era no bairro Moinhos de Vento, agradável de caminhar, mas não conseguia me situar. De repente cheguei numa avenida que tinha o prédio da SEMA ( secretaria de Meio Ambiente), e havia muita floresta que encerrava a avenida, seguindo de apenas uma descida com escada de grama, então lembrei que era ali que ocorria muitos assaltos. Voltei e estava perdida, procurava um taxi.
li / Aranha, gafanhoto e eu

Estava no apartamento do Hotel Everest, em POA, quando vejo na porta do banheiro, uma grande aranha. Aviso ao meu marido para matá-la, enquanto oriento minha filha a ficar longe.De repente percebo que a aranha está no meu tornozelo e tiro-a com a mão, preocupada se fui picada por ela e se ela é venenosa.
Logo estou no bairro Nonoai, em Santa maria e vou com a tia N para o novo local que ela quer se mudar, um apartamento com vista para o Shopping. Entramos e as paredes do apartamento eram verdes, havia 3 quartos e a sala estreita e pequena. Ela pediu a minha opinião e eu disse que achava pequeno e que a vista não parecia tão boa. Olhei para fora e havia um parque público, com árvores e um lago, bonito local. Fazia calor e algumas pessoas tomavam banho ali, vi um casal com uma moça negra sem blusa na água. Encontrei RS e conversamos, de repente senti grande dor na palma da minha mão, percebi que parecia um espinho e puxei para retirar, e saiu de dentro um grande gafanhoto todo dobrado.
Bem-vindos / li

Eu e meu marido estávamos hospedados no apartamento da JT, junto de sua filha, marido e sogra. Era em Porto Alegre, em um antigo e grande apartamento numa rua calma e perto de tudo. Ficamos no quarto das meninas, que estava sendo decorado. JT havia pintado as paredes em tema de floresta e usado tintas 3 D que faziam os desenhos ficarem animados, quando vistos de alguns ângulos. Fomos na área de serviço, que era grande e sentia vento muito forte, parecia perigoso. Avisamos para nossa filha ter cuidado.
De repente percebi que estávamos hospedados há dias e parecia chato, e logo vieram nos pedir para sairmos. Tomamos um café num terraço bem decorado, com uma placa na mesa, escrito em azul e verde ''Bem-vindos''.
Percepções malucas / li

Meu marido e marido da minha mãe conversavam na cozinha, achei estranho e queria ir embora, pois era uma conversa forçada. Levei um par de sapatos pretos para minha filha e ela veio me mostrar que eu já tinha comprado mais 2 pares pretos, todos novos e eu fiquei confusa por não lembrar de ter feito as compras. Fui visitar a esposa do meu padrinho, entrando na sua casa percebi que ela estava pobre, sua casa era humilde, dividia com outra pessoa. Havia uma sala sem janelas e seu quarto com uma pequena janela perto do teto. Ela estava linda e me falou que teve 7 anginas e por isso estava em repouso.
na minha mente veio uma ideia, que eu era homossexual e nunca havia percebido.
anotações no exato acordado / lupino

encontro barbara marcolini no antigo am-pm de icaaráí. vou falar com ela e ela diz q o nome dela n é esse. estou sendo enganado, sempre soube q ela sentia vergonha de falar comigo na frente das amigas. me retirei. acabei derrubando alguém em uma moto. é R, fico surpreso e dou um forte longo abraço nele, q logo deixa de ficar chateado por ter sido derrubado. R ta preso faz tempo e ter encontrado ele nesse sonho me deixou feliz. me lembro de ter falado “tu é uma pessoa boa". ajudei ele a levantar a moto e me despedi. entrei no posto e encontrei amigos antigos. saí dali. estou no jardim da casa nova de rafael, tem dois pombos pretos mortos e eu sei q eles estão ha algum tempo ali (rafael nunca deixaria animais mortos no jardim). estamos falando sobre tinder e soulseek. um corvo me ataca e eu estou com uma toalha, dou sorte e ele pega na toalha. tento bater ele na parede, mas n consigo, não quero machuca-lo. estou rodando a toalha de um jeito mt forte, na minha cabeça um corvo sempre volta, estou com um pouco de medo. ele solta e não volta. se retira tonto demais pra fazer qualquer coisa. vamos gravar. fui fazer um trabalho no cemitério, transmitir ao vivo um funeral. cheguei na capela e me deparei com três corpos, dois estavam de barriga para baixo e o que estava de barriga para cima tinha uma pequena cabeça, desci a escada e encontrei Joana, era um funeral múltiplo da família dela, fomos fumar um. encontramos bruno lemgruber, q um dia foi meu chefe, com pedrinho e giulia, cada um tinha um baseado e ele n me reconheceu. eu falei q tinha trabalhado com ele, q me olhou e falou “vc é rico então” e eu respondi “eu não, vc sim” ele riu, eu não.
rojava / cauli

Eu estava num lago no meio do mar bebendo água doce
O nome do lago era de uma das irmãs mitológicas, a unica que tinha de dado mal
Do nome dela derivava nome de vagina, Pussiana algo assim
Tinha formato ou decoracao de concha
E o gosto da água era bom
Eu tava vivendo num mundo pos apocalíptico fazia um tempo
Conversei e passei por muitos perigos ate chegar ali naquele lago, seguro novamente
Voei rasante fora do aviao monomotor, pintado com as cores da África do Sul, sobre a devastada e vazia cidade de Rojava. Algo perigoso pois ainda existiam algumas luzes de tiro acendendo esporadicamente pela cidade. Mas eu confiava no dono do avião (que nao pilotava) e estava comigo do lado de fora contando suas histórias de voos perigosos sobre os postes de luz e lajes do segundo andar dos prédios azuis do bairro afastado daquela cidade
"Eu já voei sobre uma floresta de pinus que eu aluguei" dizia ele com seu bigode grosso e cabelo ralo que balançava com rajadas de vento
Eu desci do avião no bairro podre com alguém que devia ser minha da família ou clone de mim mesmo. Eu sabia que estava sozinho, mas ter alguém artificial para conviver era necessário para sobreviver naquele ambiente hostil e com tão pouca gente. Eu nem queria compania, era perigoso demais. Muito risco, eu era experiente para isso.
E no topo do morro, deitado em guarda no meio da rua estava ele. Um pastor alemão de olhos vermelhos me (nos?) fitava
Meu clone de preparava para lutar, mas eu sabia
Eu sabia que ele nos tinha como amigo
Cães eram raros e inteligentes. Mudei de ideia. Ele não tinha nome ou não me lembro agora o nome dele, mas você não sabe o quão importante ele era para mim
Mas um cachorro não precisa de nome quando é o único cão que você vê em uma década ou duas.
Ela
Pera, era fêmea
E quando teve seu filhote parece que saiu de mim
Mais uma pessoa no meu mundo de devastação e caos, quando eu começava a juntar todos os trapos e tudo parecia começar a voltar ao normal
Depois disso lembro de flashes da fonte e outras pequenas memórias e acordei
Museu futurista / Hannap

Sonhei que eu encontrava o Luis Igreja no flamengo, perto do tacacá. Fazia tempo que não nos víamos, demos um grande abraço e um sorriso. Eu estava de bicicleta e ele a pé.
íamos para a casa dele fazer uma comida. No trajeto passamos por um prédio novo, cujo projeto havia sido feito por uma conhecida minha, designer. Entramos lá. Era um museu ultra moderno. Todo branco e liso por dentro. O piso de madeira, as paredes brancas, o pé direito muito alto.
Entrei de bike no lugar. Logo na chegada tinha um túnel branco, muito lisinho e estreito. No meio dele atravessava um outro túnel, com um trem de vidro de altíssima velocidade. O trem passava justíssimo no buraco. Não fazia nenhum barulho e eu conseguia ver através dele. O Luis estava do outro lado do túnel, o trem entre a gente. Eu chamava o nome dele mas ele não me ouvia. Passou um trem silencioso e eu quase atravessei, mas logo em seguida veio outro trem. Quando esse segundo passou fechou-se uma parede por onde ele entrou. Aí eu tive certeza de que não viria outro e atravessei.

Muito moderno. Chegamos em uma sala grande. Eu dei uma acelerada na bike e fui até o final da sala. Dei uma freada que fez a bike deslizar no piso até tocar a parede. Achei que seria repreendido, mas o segurança deu uma risadinha cúmplice. Tava tudo certo. O ângulo da parede com o chão era em curva suave. Eu acelerei de bike e subi na parede até um piso lá em cima. Pela primeira vez fiz aqui e foi fácil. Fiquei muito feliz.

Segui subindo o museu com a bicicleta, subia de elevador, de escada rolante (eram muitos andares).
Peguei uma escada rolante de alta velocidade que me projetou com a bike pra cima. Dei um salto muito legal! Passei por uma sala que dizia assim: fábrica de discos voadores. A temática do museu era toda futurista.
Lady Di sabia fazer sabonete / Hannap

Sonhei que estava em alguma universidade, saindo de uma sala grande. Esperando o elevador chegar. Eu estava sem camisa. Estava muito calor. De repente subiu o reitor, por um elevador todo de vidro e exclusivo dele. Ele usava um short cinza de lã e meias longas cinzas até a altura do short. Usava também um blaser bonito e tinha um cabelo estiloso, branco e comprido. Me olhou e viu que eu já estava vestindo uma blusa e disse: — Isso aí, por favor, vista-se. Ele foi para o auditório, fazer uma fala.
Eu desci com o elevador, estava com mais alguém e chegamos em uma sala onde a princesa Diana estava preparando umas embalagens. Ela cortava um pedacinho de sabonete, feito por ela, e colocava junto com um papel e outras coisas em cada envelope. Era uma lembrança dela. Eu fui até a mesa e conversei com ela. Perguntei sobre o sabonete, qual era a receita, como ela fazia. Ela estava ocupada mas ainda assim foi super atenciosa, mas eu não entendia aquele inglês britânico de Lady Di, falado em meio a outras vozes. Falei de uma amiga, Paula Mello, que também fazia sabonetes incríveis, com a receita original dos famosos sabonetes de Alepo e de Marseille. Perguntei se ela podia me dar um pedaço do sabonete dela. Ela disse que sim, mas que aquele lá estava contado para os envelopes. Então ela disse que me enviaria pelo correio. Eu fiquei muito animado e pensei que isso seria uma relíquia. Eu já sabia que ela havia morrido e que eu estava visitando um tempo passado. Pensei em guardar essa correspondência lacrada, com o nome de Lady Di e o sabonete dentro e mostrá-la como uma relíquia. Ir ao programa da Luciana Gimenez e do Faustão e ganhar algum dinheiro. Fiz o cálculo de que ano seria aquele para dar a ela um endereço seguro, onde eu estivesse com certeza. Resolvi dar o endereço da casa dos meus pais em Porto Alegre.
Muita gente falando alto e ela me perguntando o cep da casa. Eu não lembrava. O sonho acabou antes de eu finalizar o endereço. Acho que a encomenda não chegará até mim.
caminhos de água para um taxi / li

Era tarde da noite quando chegamos no aeroporto de Porto Alegre. Eu e meu marido fomos ao ponto de taxi, mas não havia mais nenhum, devido ao horário. Resolvemos passear pelo aeroporto, até algum taxi chegar. Caminhamos e era a parte antiga do prédio do colégio Santa Maria, dessa cidade. atravessávamos os corredores, e algum movimento, pois havia acabado uma peça de teatro. os corredores antigos eram meio escuros e aos poucos iam ficando desertos. Ao fundo eu avistei pessoas estranhas, enroladas em cobertores brancos,como mendigos, que vinham em nossa direção. começamos a correr e eu usava o crocs da minha filha, tamanho pequeno e a todo momento caiam pelo caminho. Corríamos muito, até pararmos e ver que era uma encenação e logo os atores tiraram as cobertas brancas e começaram a dançar, a peça era West Side Story. assistimos e voltamos para procurar um taxi, e de repente nos corredores antigos, havia um rio que desaguava ali e tínhamos que atravessar. Estranhei que a água era límpida e cristalina, parecia artificial, e eu sabia que há pouco tempo atrás aquela água era normalmente barrenta, marrom e turva. atravessamos e olhei para fora, era uma noite clara, de lua cheia, vi o rio guaíba de longe e sua água também estava cristalina e brilhante.Saí para uma parte da cidade que tinha uma grande duna de areia e no topo um portáo bonito, diziam que do outro lado era um presídio. Mais adiante atrás de outra montanha avistei o mar, e do outro lado uma vasta planície de areia branca. De volta ao aeroporto, sem taxi ainda, reclamei e senti que algo de muito ruim ia acontecer. Logo, um homem entregou um saco de viagem azul marinho pedindo para meu marido levar, e na hora pensei se tratar de algo ilícito para incriminar meu marido. Briguei com ele para deixar o saco num canto. Vi um taxi chegando, mas outras pessoas chegaram antes, quando chegamos no ponto, só havia um taxi trator, que só cabiam um passageiro.
Meu marido falou com algum conhecido ao telefone, que o orientou a irmos procurar um conhecido seu que morava nas imediações. Subimos um morro, com ruas de terra e casas em construções rudimentares. Senti medo, mas não havia ninguém nesse local.