Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Camisetas / Hannap

Sonhei com uma festa de aniversário da Yara. Estava o Bruno Di Lullo. Eu e o Bruno tínhamos combinado de fazer camisetas e estávamos fazendo as artes para isso. Estávamos animados. Ele fez um arquivo no computador pra testar os layouts, eu estava mexendo. Na festa de aniversário tinha muita comida, muito pão. A Camila Fank chegou atrasada, bem na hora do parabéns, com umas fotos ampliadas que serviriam de decoração pra festa. A Camis se desculpou pra mim e se desculpou novamente por ter cagado e vomitado na minha casa numa outra ocasião. Eu disse que não tinha problema nenhum, que ela não precisava ter vergonha.
Rupestre / Hannap

Sonhei que estava num planeta estranho, que havia sido destruído. Tudo estava derretendo, alagado, no barro. As pessoas que estavam lá eram visitantes e todos estavam afoitos. Eu achei pertences de algumas pessoas pelo caminho e peguei pra mim. Em algumas poças de água haviam imagens fotográficas tipo gordura, flutuando no líquido. Dava pra capturar essas imagens mergulhando uma folha de papel na água e pescando a imagem como uma nata. Eu fiz isso com o meu caderno em duas imagens coloridas que encontrei. Além disso havia muitos desenhos nas paredes.

Sonhei com novos desenhos de inspiração rupestre, mas eles eram mais cheios de elementos e variações de cores.
Lamas / li

Estava num apartamento novo e via uma cabeceira de cama antiga para ver-se montava. Minha prima KVS estavam ali e um outro homem que era meu namorado, e minha filha estranhava o meu namorado. Ele falava de uma amiga grávida de um menino na França. Sai dali com as primas, elascamimhavam na frente, com um cachorro. Começou a chover e eu fui atrás delas, tentava alcançá-las. De repente elas estavam em um fusca preto e foram Estacionar na frente da casa que estavam, na grama, e o gramado afundou no lodo. Fiquei apavorada. Logo fui para perto e comecei acabar, e logo vi o carro pequeno, trípode brinquedo e eu pude retirá-lo com as mãos. Um rapaz q passava ali me disse q era necessário esperar sair a lama e fazer respiração boca a boca nelas. Chegou irmão delas e começou a ter comportamento estranho, como louco, me chamava e jogava cuspe em mim.


Sonhei com uma folha de couve gigante, eu estava pelada e pensei em usar ela como roupa.
primos em situação estranha / li

Cheguei na cidade da tia LVS e por lá estava muito perigoso. As ruas com muitos marginais ameaçado as pessoas e senti medo. Anoitecia e eu não conseguia chegar na casa da tia. Descobri que meu primo estava envolvido com aqueles marginais. Entrei num hospital e a minha tia estava lá. Ela saía de um procedimento e estava linda, com longos cabelos loiros e unhas das mãos bem feitas e esmalte com cor vermelho amarronzado. Eu tinha que me esconder para meu primo não ver-me ali, e fiz sinal para ela.
Após estava com meu tio OTV e sua esposa, e outras pessoas, sentados numa varanda ao entardecer. Ele falava que seu filho mais novo estava desaparecido há 10 anos, quando subiu uma montanha e não retornou mais. SUpunha-se que ele foi ajudar em um estupro de duas garotas, e acabou sendo assassinado. Mas mesmo assim, continuavam a tratar como se ele ainda fosse voltar,ou estivesse vivo, por causa do seu filho. Eu falava que gostava muito de uma praia de Florianópolis, que era linda, e logo estava em uma movimentada praia do Rio de Janeiro. Um bebê nascia, menino de 3,2 kg, era famoso e importante e eu não sabia quem eram seus pais, exatamente. fui em um posto de gasolina na estrada para tentar voltar para casa, falei com um caminhoneiro para pedir carona.
Eventos / li

Era uma festa de encontro da minha família,mas poucos foram. Na minha meássemos a falecida Tanira e ela era linda e bem braba. Comemos um risoto que estava ruim e ela foi reclamarcom quem fez. Logo eu estávamos casa deVS, ele organizava eventos. De repente ficamos sozinhos na casa e começamos a nos beijar como apaixonados.em seguida parei e lembrei que seu filho ianascer logo então fiquei confortável.
Portugal com sapatos molhados / li

Fazia calor e eu chegava em Portugal. Usando roupas de inverno, podia identificar quem chegava do Brasil. Fui encontrar CAL e sua filha que morou lá. Eu caminhava por praias que eram ilhas interligadas. Cheguei na beira de um monumento com um chafariz junto da minha prima LEM, e ela foi subir na escultura de onde saia a água, um círculo inclinado, tipo um relógio, e escorregou para dentro. Fui ajuda-la e senti que molhava meus sapatos. Sentia feliz por estar em Portugal e caminhava para encontrar amigos.
Peixe em fuga / li

Eu estava numa casa com outras pessoas, uma casa com varandas envidraçadas emalharmos dizia que a casa precisava ser ocupada e que assim que fosse, colocaria grades de segurança. Entrei em uma cozinha e ao lado tinha um quarto cheio de plantas. Eu colocava algumas na cozinha. Um homem gordinho de Santa Maria estava sentado à mesa. Logo mais, na antiga casa da minha avó eu via que um peixe vermelho e laranja que minha mãe havia comprado havia fugido. Ele se arrastava no chão e voava com sua imensa cauda. Eu tentava pega-li e não conseguia. Chamava minha mãe para ajudar e ela não vinha.
bambusal, lama, pai / Jo

É tarde, estou velha e cansada e sou uma espécie de revendedora de móveis de fibras de bambu. A casa é toda verde por dentro, o chão gelado demais. Sinto dor nas costas o tempo todo, mas preciso carregar uma porção de cadeiras e mesas revestidas de palha enfileirando elas na parede. Fazia isso todos os dias, tinha muitas manias na forma como os móveis se encaixavam, mas naquele dia estava lenta e passiva, meio congelada olhando para o chão. Nesse ponto, percebo que a casa é do bosque, é Jacarepaguá e fico muito confusa olhando para o rodapé e a parede. O chão não é o mesmo, mas me sinto revirada porque os móveis antigos têm o mesmo cheiro e são a retomada de tudo. Sento, descanso e fico olhando para um monte de móveis se movendo ao lado de fora da casa, no breu, em círculos. Vou lá checar, entre várias pequenas mesas e cadeiras iguais, vejo muitos cestos e samburás e começo a pegar um por um e colocar na sala pequena onde meu pai guardava os discos de vinil, coloco todos em fila, muitos, fico exausta e abro um deles. Dentro tem muita lama. A lama começa a subir pelos braços e pernas. Por muito tempo eu fico perplexa e coberta, não sabia se queria me defender, não queria movimento algum. Quando levanto um pouco o tronco para fora da lama, a água está ficando mais rala e estou na casa da Ana, a casa de trás onde ela morava. Estou sozinha, estou criança e pequena e fico sufocada na lama olhando para as paredes de novo. Fico muito confusa e vejo muita água vindo, lama subindo e os móveis boiando. Vejo o rosto do meu pai no teto, transparente, e aí pela primeira vez paro de ser passiva e arremesso os braços para tocar. Não consigo, me afogo, como lama, fico muito muito sufocada e sem enxergar nada saio da casa quando uma janela se rompe. Caio no quintal e fico olhando para a Ana, que está de pé bem em frente, adulta, no escuro pegando muita chuva e sorrindo com os olhos. Sou ainda menor, tenho 4 anos, corro até ela. Fico muito confusa, tem palha e plantas por todo o chão. Ficamos abraçadas debaixo da chuva.
Pai / li

Junto da minha filha, Eu caminhava por uma calçada para ir encontrar minha irmã C. Paramos em frente a uma casa e ela estava ali. Conversamos e logo chegou meu pai, e eu senti desconfortável. Ele veio direto pegar minha filha no colo, e a levou ao seu carro para dar alguma coisa. Minha filha sentiu muito medo.