Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
/ Lua

Sonhei que estava num jogo de realidade virtual e que a mansão que eu estava visitando pegava fogo. Tentei mexer a mão como se estivesse usando um mouse pra clicar no telefone e chamar os bombeiros, mas o fogo já tinha se espalhado por toda a casa.
No quintal eu vi a casa desmoronar mas nem liguei porque não era minha e o dia estava muito bonito.
Alguém me deu um ovo branco de galinha pra segurar, olhei pra cima e vi outro do tamanho de uma caixa de sapato, mas que estava quebrado e dava pra ver um pintinho morto dentro. O pintinho na verdade era um frango depenado desses que vende no mercado.


Sonhei que ficava com outra mulher, ela era loira. Estávamos na cama dela, nuas. Eu não queria fazer sexo e ela ficou chateada. Nos vestimos, analisamos bem as lingeries uma da outra, as minhas quando já estavam em mim, as dela, ainda na cama. Renda. Chegaram uns amigos dela na casa, ficamos trocando ideia. Fui embora sem me despedir direito.
Carnes nobres / li

Eu chegava na fazenda do primo da minha avó, o Ari M.. Ia em um carro com um amigo. Chegando na casa, com uma grande escadaria na entrada, paraecia simples, mas por dentro havia muitas coisas luxuosas e caras. logo após a sala havia uma piscina e um terraço que dava para uma vista de cima dos morros de Santa Maria. alguns de seus netos e sobrinhos adolescentes estavam ali, e um deles pegava uma grande cobra verde pelas mãos. Senti medo e falei que não queria entrar na casa, por causa da cobra, e falei que minha filha também sentiria medo. Conversamos na cozinha e eu perguntava o que ele lembrava da minha bisavó e da trisavós, e ele apenas me mostrava uma imagem, como se fosse um filme do seu pensamento, das mulheres com roupas antigas no meio do campo, e logo no meio de um milharal e de trigo,, e dizia que não lembrava de mais nada além disso. Após, fomos convidados pelo primo Ari a ir jantar com ele em outra parte separada da casa, mais à noite. Eu e o amigo chegamos e entramos na casa, um ambiente mais escuro e decoração refinada, com muitas pessoas vestidas em traje black tie, e ali seria servido as melhores carnes da sua fazenda. Provei um pedaço de churrasco e a carne era sensacionalmente boa.
Após eu caminhava na Avenida Rio Branco, via muitos comércios antigos que não lembrava mais. Estava anoitecendo ou amanhecendo, naquela penumbra típica da mudança do sol, e eu procurava um taxi e não encontrava. Vi uma loja e resolvi entrar para comprar uma surpresa.
/ ????

eu dormia e sentia braços sem um corpo em volta de mim. acordava em dúvida se tinha sido um sonho ou não. dormia de novo e tinha a mesma sensação.
/ Lua

Fui comprar plantas e pirei numa costela de adão retangular.
Osório / Hannap


Luiz Osório
Matheus Osório
José Osório

Era o nome do cara que a Lara estava chamando de “meu amor”.
Nós morávamos em algum lugar. A entrada era por um buraco no chão.
A nossa cama ficava no chão.

Eu cheguei em casa e os dois estavam lá.
Abraçados na cama. Ele em cima dela.
Eu via tudo de cima.
Quando me viu a Lara saiu por uma porta lateral.

Ele era muito bonito, de olhos azuis, moreno, jovem, alto e tinha uma filhinha.
Fiquei muito desconcertado.

Subi num móvel para poder sair dali pelo buraco no teto.
Olhei pra ele e pedi ajuda para me empurrar para cima.

Ele era um sujeito querido, me ajudou.
Eu estava muito triste pois eles estavam se amando e aquela já não era mais a minha casa.
Fui embora dali.

Depois eu morava na Itália e trabalhava com a Karuna.
Ela era dona de um bar e eu era o garçom.
Eu vendia maconha escondido para os clientes, para fazer um dinheiro extra.
A Karuna não sabia de nada.

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Acordei com a percepção de que talvez esse seja o nosso futuro.
Eu vá morar em outro lugar, fazer outra coisa da vida.
Lara encontre um cara muito legal, se apaixone e viva um novo amor.
Genealogistas / li

Era noite e eu Estava viajando num ônibus da linha Curitiba-Santa Maria e meu tio OTV estava junto. Encontrei Gustavo B. No ônibus e conversávamos sobre suas músicas e sua vida, depois de tanto tempo sem nós encontrarmos. O ônibus fez uma parada para um Seminário de Genealogia, que teria Gustavo B. Tocando. O organizador era um senhor velho, famoso genealogista, e eu me lembrei que não tinha preparado nenhuma apresentação para a conferência e senti vergonha. Tinha um clima entre eu e Gustavo B. . Voltamos para o ônibus e seguimos viagem pela noite.
/ Lua

Sonhei com um campo de plantas secas.
/ ????

sonhei que só existia dentro da narrativa de outro.
/ gui v.

brenda usava um vestido azul florido, sapatos amarelos e sombra verde nas pálpebras. veio me perguntar o que eu achava da combinação. eu disse que estava boa. pegamos o carro e a levei até uma festa. entrei num supermercado com lara, mas os tomates e cebolas estavam podres. brenda me ligou dizendo que não voltaria pra casa. comecei a choramingar, implorando para que ela voltasse, mas brenda agora era minha mãe.