Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
LDNgnight 24/11/2009  22:39
sonho de novembro do ano passado:



Estava em Londres com os colegas de trabalho. Os colegas aproveitavam com entusiasmo cada momento de suas presenças em Londres, enquanto eu apenas chorava, sem querer deixar o hotel para acompanhar o grupo em seus passeios turísticos.

Em apenas um passeio do qual participei senti tédio: nada me impressionava.

Enquanto os outros contemplavam alegres as antiguidades de um museu, eu explicava: nada disso é tão importnte. Vocês tinham que ver o que eles têm em Paris. Aquilo sim me emocionaria pois era antiguidade verdadeira, do Egito. Falava com propriedade de quem conhecia os museus franceses sem, na verdade, conhecê-los.

De volta ao hotel, insistia em não falar com o anfitrião, sempre gentil. Apesar do meu inglês fluente, não tinha vontade ou o impulso de falar uma palavra sequer. Fui para o quarto, comunicando-me com gestos e atitudes não-comunicativas e contemplei a vista da minha janela. Sozinha, não via a Londres turística e queria ver apenas o que atraísse a minha atenção particular. Foi quando vi um monumento grandioso, como um prédio, horizontal, em forma de baleia. Quanto mais observava os detalhes da tal construção, mais assustadora me parecia. Era de cor azulada acinzentada e tinha os olhos saltados e vermelhos. Por dentro da boca aberta, pude ver um parque de diversão colorido e cheio de luzinhas e barulhos de fliperama como qualquer parque do tipo. Conseguia ver tudo com tantos detalhes que ora parecia estar lá, ora parecia estar imaginando. Estava indecisa se ia ou não pois, ao mesmo tempo que queria, não via muito o que fazer ali. Não via razão para gastar minhas libras tão caras naquelas máquinas.

Em uma das visões do parque, algo me pareceu marcante. Uma londrina de cabelo marrom soltava-se e ria em um dos brinquedos. Mesmo que fosse bom contemplar a diversão de uma londrina qualquer, vi naquilo uma alegria boba. Boba de pureza e de inutilidade. Faltava-me qualquer coragem de usar qualquer centavo em segundos inúteis.
german skillschuazinha 24/11/2009  09:31
german skillssonhei que recebia uma msg de texto no celular em alemão, era do pedro f. desmarcando nosso encontro.
Vitória - Espírito Santo ES - BrazilKaneda 22/11/2009  14:33
Vitória - Espírito Santo ES - BrazilDe um elevador fui teleportado para outro.

O problema real, é que fui de São Paulo para outro estado. Apareci no Espírito Santo, em Vitória.

Encontrei com a senhorita Tristao, no elevador. Ela me fitou, trazia um violão nos braços, dizia que era para um de seus amigos e que ela morava naquele prédio. Nos olhamos surpresos e descemos para o Hall.

O Hall tinha várias mesinhas de madeira, parecia um bar bem antigo, mas muito bem decorado. Era um ambiente sadio, descontraído. Me sentia bem ao estar ali, compartilhando daquele momento, mas acho que fiquei mais feliz ao ver que estava em Vitória.

Vi um grupo de amigos numa mesa, logo a senhorita Tristao, virou senhora. Sentou-se numa mesa e começou a beijar um rapaz desconhecido. Não quis me enturmar, sentei numa mesa próxima. Começaram a música.

Olhei para o balcão, para a mesa de amigos e ambos olharam para mim com o violão, começaram a tocar violão. Eu comecei também, ecoava pela sala toda. Tinha medo de errar um acorde.

De repente, parei de tocar, larguei o violão e decidi ir atrás de N*.

Sai pela porta, me deparei com uma descida de rua. Um ponto de ônibus. Olhava pelos cantos, tentando encontrá-la.



Não entendi a sacada.

Acho que foi por saudades.



Cigana ? (José Arcadio Buendia?)Kaneda 21/11/2009  06:22
Encontrei com a minha irmã em uma casa de madeira com vidros ao invés de paredes. A garagem era extensa e a casa deveras refinada. De mochilas, fui desci o caminho da garagem enquanto conversava com minha irmã. Falei sobre o atual namorado dela e o que eu realmente achava do carácter dele (o que não é nada bom), mas que eu não iria me impor contra os desejos dela. Num relance, ao olhar para os vidros, foi quando avistei a CB. Ela vinha em direção à casa. Não era uma casa, era um centro de recreação de alguma coisa.

Não entendi direito, ficou meio confuso esse lugar.

Enfim. Cumprimentei-a, fiquei surpreso com a aparição daquela menina que havia causado tanto alvoroço e talvez perda de amizades em minha vida.



Fomos andando em direção a um ponto de ônibus. Conversando sobre coisas frívolas. Sem empolgação. Sem amizade. Sem sentimento. Bate papo frio.

Quando chegamos ao ponto, ela encontrou um amigo, do qual não deixei de reparar, era um bocado acima do peso. Começaram a conversar.

Assim que acendi um cigarro, uma mulher (pensei ser uma brincadeira de algum amigo)(mulher, a qual notei depois), se encostou de costas com as minhas costas, de modo sensual. Achei esquisito, fiquei surpreso, depois senti tesão. Olhei para ver quem era, ninguém conhecida. Era uma cigana.

Moça jovem, bonita, mas mal tratada. Cabelos soltos e longos, escuros. Dançava e me chamava.

Até que uma amiga a chamou e a desencostou de mim.



Foi uma experiência extravagante. Acordei curioso com a cigana e por ter lembrado do sonho 1 hora depois de acordar.
PulguetesKaneda 21/11/2009  05:46
Estava eu tranquilo, sentado em minha cama.

Meu cachorro não tinha tosado seus pêlos, sentou-se ao meu lado.

Percebi que ele se coçava, muito. Comecei a procurar pulgas e vi várias entre seus pêlos. Matei uma entre minhas unhas, comecei a procurar outras e outras. Não acabavam.
queria amarV 13/11/2009  22:46
Queria amar muitas mulheres
li 09/11/2009  21:35
meu pai me mostrou a garagem do meu irmão, que tinha duas lanchas, que ele havia acabado de comprar, dizia que era um bom veículo para andar no campo.
exnega 09/11/2009  18:49
naquela noite vi um filme sobre relacionamento e desconfiança e acho q isso me fez ter sonhado com o meu ex.

ele estava no mesmo lugar q eu com a namorada dele e os dois não paravam de me encher o saco com perguntas sobre minha intimidade e, em especial ela, queria saber sobre como foi a vida que levei ao lado dele.

caraca, desgastante a conversa. acaordei zonza, com vontade de ligar pra ele e mandá-los a merda!
Tramaxtinita 09/11/2009  18:46
Matei aula e fui ao cinema. Cheguei lá e parecia não ter ninguém, só eu. O filme começou, era The Fountain. Daí, não sei onde, durante o filme, eu assei uma merluza empanada e comi. Percebi depois que eu não estava sozinha no cinema, havia mais pessoas, muito mais. Mas na fileira onde eu estava, não havia mais ninguém, então me deitei, ocupando três poltronas. Lá pelas tantas, senti que alguém estava tentando me agarrar. Sentei e tentei me desvenciliar, mas ele continuava me segurando e tentando beijar meu pescoço. Quando conseguiu, fiquei tão furiosa que enfiei (mas enfiei mesmo) um dedo no olho dele e consegui me levantar. Xinguei o moço, e fui embora. Nisso, o filme já havia sido interrompido, as luzes se acenderam e as pessoas começaram a sair também. Fui a um ginásio, onde estava acontecendo alguma competição esportiva, e um cara veio me convidar para o baile. Eu disse que não, que tinha namorado, e que iria com ele. Saí do ginásio e encontrei duas moças e um senhor que estavam no cinema, e passamos a falar do ocorrido. O senhor e eu acompanhamos as duas moças até uma estrada de chão, pela qual elas foram embora. Este senhor me convenceu a procurar pelo abusado do cinema no alojamento de estudantes, porque a lei penal mudara, e eu deveria denunciá-lo por estupro. Assenti e acompanhei o senhor até o alojamento. Não encontrei o safado, mas descobri que na ala leste do alojamento acontecia um bacanal. Parecia uma gigantesca ilustração de Milo Manara. Saí de lá e continuei procurando o rapaz na rua, e lá pelas tantas o avistei. Era muito parecido com aquele loser do clipe Hole in my soul, do Aerosmith. Vestia uma calça jeans preta e uma camisa de seda marrom e bege estampadíssima. Ele entrou em um Fiat Uno preto, placas IKL 9741. Fui à Polícia, ainda acompanhada daquele senhor. Percebi que eu estava sendo usada, que aquele senhor estava tentando incriminar alguém, pois informou ao policial outro veículo, apresentando um ticket em que constava os dados desse carro, e a hora em que ingressara no estacionamento da universidade. Perguntei como raios ele poderia afirmar que aquele ticket tinha relação com o rapaz. Ele não soube me responder, tentou me enrolar. Acordei.
aparelho eternosonhei q fui de bicicleta até pinheiros! mas ela nao tinha freio! ta ai tudo bem. ai eu tava de aparelho no dente e ele nao saia! era eterno eu tirava e surgia outro! isso durante mto tempo