Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
SL 19/07/2009  21:14
X e Y e eu estávamos sentados em uma mesa de bar exatamente a mesma mesa do mesmo bar que estivemos na noite anterior. Ninguém conversa com ninguém. Me levantei e fui no banheiro, quando voltei para a mesa, X e Y estavam conversando mas quando me aproximei eles cessaram a conversa no meio. X levantou e falou que ia me levar pro aerporto. Meio sem entender a pressa falei que iria viajar só no fim de Agosto e ele respondeu que eu devia ir agora. Levantei e estava indo em direção a porta quando Y veio e até mim, pedindo desculpas e falando que era tudo uma questão de auto-preservação. Disse que entedia que fui embora. Saí do bar e fui caminhando em direção a 24 de Outubro quando Z vem correndo atrás de mim dizendo que estão precisando muito de mim na casa de X. Z chama um taxi e vamos a casa de X. O motorista do taxi nos chama pelos nossos respectivos nomes, e eu pergunto como que ele sabe meu nome, e ele diz que o meu nome judaíco está escrito na minha cara. Z me olha rindo. Chegando na casa de X ele está na cama, deitado, com o peitoral aberto, há sangue por todo lugar e o coração dele, estava dentro de um prato de comida, com uma carta escrita, mas o sangue havia molhado o papel, tornando impossível de ler o que estava escrito ali. Z me segura para que eu não caia no chão e Y diz que é culpa minha. Fui até a sala da casa de X e seu pai está ali, fumando um cigarro, em silêncio. Vesti meu sapatos e fui embora dali, em direção ao aerporto, com o mesmo taxista que me chamava de Sarah.
ExcelTuk 18/07/2009  06:48
Sonhei que a Bianca trabalhava em um prédio enorme em uma consutoria de Excel. Ela dizia que tudo era possível no Excel e ele batia a performance de qualquer coisa e que eu devia estar usando ele pra tudo no banco. Falei pra ela que era um absurdo e que a gente devia medir a performance qualquer dia. Ficamos argumentando um tempão até ela me oferecer um emprego na empresa dela. O argumento principal era que o lugar era no maior prédio da cidade. São Paulo ela muito diferente e tinha vários prédios de 40, 50, 60 andares e esse onde ela trabalhava era o maior.
ferroli 17/07/2009  10:49
eu passeava de carro com alguém. Paramos em uma casa no subúrbio e fui ao quintal. Outro carro chegou e estava o pai de Z, irritadíssimo. Logo após, caminhando no quintal, no meio de lixo e grama alta, encontro amigos FB e outras amigas. Z chega ao quintal, saindo de uma brasília velha e toda enferrujada, com a namorada. Z puxou assunto comigo e respondi ofensivamente debochando da vida dele. Minha mãe chegou ali, xingou ele, assim como todas as minhas amigas, e Z tinha argumentação tola para as ofensas. Gritei e gritei com ele e saí fora, deixando que meus amigos continuassem a discussão.

Fui descansar em uma escadaria, quando Z chegou, querendo conversar. Já cansada do papo dele, ao invés de responde-lo, arranquei o corrimão de ferro da escadaria e comecei a bater nele, com fins de espancamento.
Cinema barato.SL 17/07/2009  06:50
Eu estava na casa de X com Y e nós bebiamos uma bebida verde-brilhante com gosto de suco de laranja artificial. X dizia que fazia bem a saúde. Logo em seguida estávamos dentro de um carro e X estava usando um óculos escuro muito grande e eu achava muito esquisito. Estávamos indo no cinema e Y repetia que tinha que ser um cinema barato pois ele estava sem dinheiro e o real estava se desvalorizando no mercado.
Lago de baratasKah 15/07/2009  15:42
Estávamos numa floresta fria e escura dois homens e eu , eu estava sendo sequestrada, mas já tinha tentado fugir duas vezes, até que um deles resolveu me amarrar a ele.



Fomos andando e em certa parte do caminho tinham algumas armadilhas a nossa espera . O de cabelos claros ficou pra tras , pego por uma armadilha pra ursos. Segui o de cabelos escuros (embora eu nao tivesse muitas opçoes, já que eu estava presa a ele). Mais a frente uma chuva de flechas nos atingiu e eu acabei usando o homem como escudo .



Deixei seu corpo já sem vida para tras e fugi. Corri por uma trilha estreita e fria, avistei uma sombra e ao chegar perto era o homem que me sequestrou , que morreu e eu deixei pra tras .



Mas, ele nao parecia hostil, entao fugimos dali. Chegamos em um lago e teriámos que atravessar a nado.



No meio da travessia , vejo uma barata nadando por perto, fico desesperada e começo a nadar mais rápido. Porem, quanto mais rápido eu tentava nadar , mais baratas apareciam nadando comigo.



E foi isso, saímos da àgua e fomos pra casa.
a fotochuazinha 15/07/2009  11:35
a fotoestava com a clara em ipanema. eu queria comer alguma coisa e transitava pelas lojas. ao lado do mundo verde tinha uma padaria, eu alternava comparando produtos e preços. em algum momento voltei no mundo verde e encontrei a clara sentada no chão, sentei com ela e conversamos um pouco. me sentia muito a vontade, como se fizesse sempre isso e como se aquela região fosse minha.

depois encontrei o antonio perto da padaria, tinha mais alguém com a gente, um bróder nosso acho, começamos a tirar fotos juntos. tirei uma dos dois onde só aparecia o topo da cabeça deles e no fundo um mar que era céu também de vez em quando. a foto ficou incrível, todos a admirávamos.

tinha um quê de fantasia mágica o sonho inteiro. olhando para o fundo marcéu da foto fui transportada para um acidente de avião de combate, com mais um homem, no meio do oceano. tínhamos que nadar para tentar não morrer. o oceano era imenso e estava muito revolto. em pleno alto mar vinham ondas gigantescas, e eu falava pro meu companheiro ir o mais fundo possível para escapar das ondas. ele apontava a direção que devíamos nadar e me incitava a continuar. para mim parecia uma causa perdida, me questionei como seria melhor morrer, relaxando com as ondas ou lutando contra as ondas e bichos marinhos.
passeioli 14/07/2009  18:35
Numa festa na Prefeitura eu e LV corremos para pegar uma ficha que dava direito a um vôo em um balão. LV pegou a primeira ficha, eu a segunda. Os instrutores diziam que teríamos que correr para se jogar no balão. Me joguei para dentro do meu balão e me lembrei que eu poderia ficar com medo de estar sozinha e voando alto, naquela noite escura.

O võo foi calmo, vi toda a cidade e me senti leve. Amanheceu e o meu balão parou num balneário abandonado, onde uma moça dizia que ali era point dos anos 70 e me encaminhou para o bar, por uma ponte de madeira apodrecida sobre o açude. No bar tudo era velho, mandaram eu carregar uns pneus de trator para eu sentar com senhores solteiros.

Procurei por LV e não encontrei ela.
ambushrudá cabral 14/07/2009  15:04
ambushUma das meninas sofreu atentado violento ao pudor por um dos truckers da fazenda trucker ltda.



Sai com elas de madrugada em trajes militares em direção à mata que cercava a fazenda. Fomos avistados por cães. Latiam e mordiam alguma das meninas. Até que um jagunço trucker assoviou. Todos correram. Ele achava que deveria ser algum animal selvagem e não nos deu atenção.



Mais adiante, perto de um rio barrento e largo, estava a entrada mais discreta para a fazenda. Uma das meninas foi eletricutada com um fio invisível ao passar pela porteira. Um alarme gritava como uma aguia repetitivamente.



Os truckers de xadrez chegaram atirando tranqüilizantes. Antes que eu caísse fui encapuzado. Tudo ficou preto antes de tudo virar preto.

Do passado.SL 13/07/2009  21:48
Eu estava em uma festa com X quando Y aparece, lindissimo, com um cabelo muito diferente do que ele tinha. Ele veio falar comigo naturalmente e ambos comentamos como os anos se passaram e como estávamos diferentes. Y contava da sua vida de casado no Rio de Janeiro e X havia sumido. Desci as escadas para procurá-lo e W puxa a minha mão, e com toda intimidade do mundo nos beijamos e ele pergunta se ainda rio enquanto estou dormindo. Digo que não sei, e X aparece respondendo que não. Era dia e eu saí da casa de X dentro de um taxi amarelo, igual aos de NY, e estava indo em direção a rodoviária. W estava lá me esperando para irmos visitar a sua família no chile. Quando pergunto porque não fomos de avião, ele responde que Y é uma pessoa de um passado muito remoto e como ele morava no RJ, não deveriamos usar avião mais.
ich tremedeirarudá cabral 13/07/2009  14:19
ich tremedeiraDe uma janela alta no setor comercial sul de Brasília vejo ao leste o Hotel Blue Tree. Mas estava edificado no lugar do edifício da Caixa Econômica do setor bancário sul. O hotel era vertical e mais parecia outra obra de seu arquiteto Ruy Ohtake. Era quase idêntico ao edifício paulistano Instituto Tommy Ohtake. O sol saia de trás do prédio pelas nove horas da manhã quando começou a balançar de um lado ao outro até que ele desmoronou.



Eu desci as escadas atravessando gritos de surpresa e correndo com uma câmera para registrar a primeira impressão da catástrofe. Depois de uma hora no meio dos destroços, ainda não havia explicação formal para o incidente. Então corri atrasado para um almoço com meus melhores amigos candangos-paulistanos no restaurante da cobertura do hotel Eron.



Eufóricos, conversamos alguns minutos sobre o dia estranho. Uma menina britânica familiar me olhou brevemente antes de desaparecer atrás de uma coluna larga. Levantei imediatamente da mesa e fui atrás para dizer oi. Ela sorriu e em seguida senti um pouco de falta de equilíbrio. Alma Gêmea?



Ouvi um copo quebrando e talheres caindo da mesa para o chão de carpete marrom enquanto garrafas desciam rolando para o canto mais iluminado do restaurante. Nas janelas o horizonte estava diagonal. Eu não queria morrer.



Corri para o elevador panorâmico levando minha câmera. Antes de apertar térreo ele começa a descer quase despencando enquanto o prédio gemia o concreto rachando. Ele parou imediatamente no segundo andar me jogando no chão. Nada importava mais. Nem os amigos que ficaram lá em cima, nem a câmera que usei como pedra para quebrar o vidro panorâmico. Pulei.



Me levantei correndo com o pé torcido. Sem sentir dor, chorava em desespero enquanto a poeira do Hotel tombando tentava me alcançar.



Corri até acordar.