Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
passeioli 14/07/2009  18:35
Numa festa na Prefeitura eu e LV corremos para pegar uma ficha que dava direito a um vôo em um balão. LV pegou a primeira ficha, eu a segunda. Os instrutores diziam que teríamos que correr para se jogar no balão. Me joguei para dentro do meu balão e me lembrei que eu poderia ficar com medo de estar sozinha e voando alto, naquela noite escura.

O võo foi calmo, vi toda a cidade e me senti leve. Amanheceu e o meu balão parou num balneário abandonado, onde uma moça dizia que ali era point dos anos 70 e me encaminhou para o bar, por uma ponte de madeira apodrecida sobre o açude. No bar tudo era velho, mandaram eu carregar uns pneus de trator para eu sentar com senhores solteiros.

Procurei por LV e não encontrei ela.
ambushrudá cabral 14/07/2009  15:04
ambushUma das meninas sofreu atentado violento ao pudor por um dos truckers da fazenda trucker ltda.



Sai com elas de madrugada em trajes militares em direção à mata que cercava a fazenda. Fomos avistados por cães. Latiam e mordiam alguma das meninas. Até que um jagunço trucker assoviou. Todos correram. Ele achava que deveria ser algum animal selvagem e não nos deu atenção.



Mais adiante, perto de um rio barrento e largo, estava a entrada mais discreta para a fazenda. Uma das meninas foi eletricutada com um fio invisível ao passar pela porteira. Um alarme gritava como uma aguia repetitivamente.



Os truckers de xadrez chegaram atirando tranqüilizantes. Antes que eu caísse fui encapuzado. Tudo ficou preto antes de tudo virar preto.

Do passado.SL 13/07/2009  21:48
Eu estava em uma festa com X quando Y aparece, lindissimo, com um cabelo muito diferente do que ele tinha. Ele veio falar comigo naturalmente e ambos comentamos como os anos se passaram e como estávamos diferentes. Y contava da sua vida de casado no Rio de Janeiro e X havia sumido. Desci as escadas para procurá-lo e W puxa a minha mão, e com toda intimidade do mundo nos beijamos e ele pergunta se ainda rio enquanto estou dormindo. Digo que não sei, e X aparece respondendo que não. Era dia e eu saí da casa de X dentro de um taxi amarelo, igual aos de NY, e estava indo em direção a rodoviária. W estava lá me esperando para irmos visitar a sua família no chile. Quando pergunto porque não fomos de avião, ele responde que Y é uma pessoa de um passado muito remoto e como ele morava no RJ, não deveriamos usar avião mais.
ich tremedeirarudá cabral 13/07/2009  14:19
ich tremedeiraDe uma janela alta no setor comercial sul de Brasília vejo ao leste o Hotel Blue Tree. Mas estava edificado no lugar do edifício da Caixa Econômica do setor bancário sul. O hotel era vertical e mais parecia outra obra de seu arquiteto Ruy Ohtake. Era quase idêntico ao edifício paulistano Instituto Tommy Ohtake. O sol saia de trás do prédio pelas nove horas da manhã quando começou a balançar de um lado ao outro até que ele desmoronou.



Eu desci as escadas atravessando gritos de surpresa e correndo com uma câmera para registrar a primeira impressão da catástrofe. Depois de uma hora no meio dos destroços, ainda não havia explicação formal para o incidente. Então corri atrasado para um almoço com meus melhores amigos candangos-paulistanos no restaurante da cobertura do hotel Eron.



Eufóricos, conversamos alguns minutos sobre o dia estranho. Uma menina britânica familiar me olhou brevemente antes de desaparecer atrás de uma coluna larga. Levantei imediatamente da mesa e fui atrás para dizer oi. Ela sorriu e em seguida senti um pouco de falta de equilíbrio. Alma Gêmea?



Ouvi um copo quebrando e talheres caindo da mesa para o chão de carpete marrom enquanto garrafas desciam rolando para o canto mais iluminado do restaurante. Nas janelas o horizonte estava diagonal. Eu não queria morrer.



Corri para o elevador panorâmico levando minha câmera. Antes de apertar térreo ele começa a descer quase despencando enquanto o prédio gemia o concreto rachando. Ele parou imediatamente no segundo andar me jogando no chão. Nada importava mais. Nem os amigos que ficaram lá em cima, nem a câmera que usei como pedra para quebrar o vidro panorâmico. Pulei.



Me levantei correndo com o pé torcido. Sem sentir dor, chorava em desespero enquanto a poeira do Hotel tombando tentava me alcançar.



Corri até acordar.

JESUS!ESTE NOME TEM PODER.CELIA 12/07/2009  19:07
OLHA O QUE DEUS FALA CONTIGO!!!

FILHA(0) MINHA, Na solidão, te acompanho.

Na tristeza, te acalento.

Quando você cai, te apanho.

Quando você precisa, estou perto.

Nas trevas, sou a luz.

Nas dificuldades, a ajuda.

Nas incertezas, sou quem conduz.

Nas doenças, sou quem cuida.

Nas dúvidas, sou quem esclarece.

Nas A l e g r i a s, nem sempre sou o motivo.

Quando peço, nem sempre me obedeces.

Mas com certeza, sempre estou contigo.

Faço tudo e você não vê,

Quero te agradar e você nem percebe

Quanto mais luto por você

Mais você me esquece.

Mas estarei sempre por pertoH

Em todos momentos seus.

Pois, sou...Teu DEUS .
me voy bailarme 11/07/2009  09:11
un zapato

un paso

una milonga

me ponga
renascendo no become 10/07/2009  01:40
quando eu

mendigo

e vem o sol

bendigo
little wingHyeronimutrek 09/07/2009  15:54
I was in a cold place with cold people gathered. Then, suddenly, this boy standing next to me got a really small tin whistle from his backpack and started to play. I was mesmerized and got my tin whistle (normal sizer) too to join him in the playing. We spent hours playing tunes and having loads of fun. His tin whistle was shiny golden!
mortesli 09/07/2009  14:28
Eu comecei a trabalhar num hospital, como enfermeira, mesmo semter nenhuma formação para o emprego. Cheguei no hospital e funcionários me vestiram de branco e me encaminharam ao pavilhão 5, ala 13, onde seria meu local de trabalho. Em todas partes havia imagens de Santo Antônio. Um médico mau-humorado me chamou para auxiliá-lo, entrei na sala, com duas pacientes no quarto e ele mandou eu entrar por outra porta e levar bolinhos fritos. Fui numa cozinha e fiz bolinhos, com ajuda da nutricionista. Ao levar os bolinhos para o quarto, o médico não estava lá, e as duas pacientes estavam mortas, já com o corpo esverdeado.

Fui procurar o meu chefe para pedir treinamento, funcionários me encaminharam a sala 13, do andar. No caminho tocou meu celular e era o humorista Jimmy Pipiolo que pedia para eu agendar uma consulta com um ortopedista, urgentemente.

Cheguei na sala do meu chefe, que era o Carlos Gerbase, e pediu para eu voltar mais tarde,pq estava com muito trabalho. Sua secretária me falou q o trabalho era assim mesmo, para eu não me preocupar, e começar a acostumar com mortes.
cenagnight 05/07/2009  13:48
estava sendo dirigida por angelina jolie numa cena em que eu lambia o mamilo do brad pitt e depois beijava ele na boca. a gente ficou uma tarde inteira repetindo a cena sem que angelina jolie dissesse o que tava errado. e brad pitt não colaborava, ficava falando ou rindo durante a filmagem e eu tinha que dizer pra eles se controlarem e fazerem o trabalho direito. fiquei me sentindo a única profissional ali e saí com a sensação de que eles nem iam usar a minha cena no filme.