Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
dial bubble / chuazinha

O sonho foi um Bubble score.
Eu tinha que responder uma pergunta sobre affect, no formato de texto. Resolvia responder a pergunta com um sistema muito simples: usei um telefone celular para ligar para todas as pessoas presentes, cada pessoa atendeu no seu próprio telefone, ao mesmo tempo. Enquanto eu falava no meu telefone para todos, cada um recebia uma parte do texto.
deixa a galera / chuazinha

Estava de noite e eu e Pedro estávamos em frente a uma estrutura de metal branca recentemente inaugurada no Rio. Era bonito pois estava bem escuro e a estrutura era toda branca e iluminada. A estrutura era meio geodésica, mas mudava de formato e desenho em algumas partes. Era bem grande e estava montada numa praça, de onde podíamos ver o Museu do Amanhã ao longe. Era uma peça pública e as pessoas estavam usando-a como tal. Subiam nela, sentavam e conversavam. De certa forma a estrutura se tornou um espaço de uso público para assembléias e conglomerados de pessoas conversando. Logo, a polícia e o poder público apareceram e começaram a tentar dispersar as pessoas, porque era uma espécie de escultura pública não queriam que ninguém sentasse nela, nem a usasse de verdade. Eu e Pedro estávamos mediando a situação, tentávamos explicar que era bom que as pessoas estivessem usando a peça, que esta tivesse um poder de atrair as pessoas e acomodá-las. Argumentávamos os dois de forma super racional e direto, sem meandros. Era muito importante para a gente que as pessoas pudessem ficar ali, sentadinhas conversando.
z / z

z
Berlim / DdN

Estavamos em Berlim. Minha mãe também estava. Eu estava na casa da Laura, e as meninas em outras casas, elas me ligaram no meu celular do brasil, fiquei intrigada com isso. Eu usava um vestido de cetim azul tomara que caia. Que ficava caindo o tempo todo. Tinha um clima de nudez e sexualidade no ar. Fomos a um bar. Provamos umas botas. Eu procurava uma meia que tinha comprado por esses dias... Acordei exausta.
Celebração / DdN

Era uma festa grande. Estavamos a espera do nascimento dessa criança. Já não me lembro direito quem era a grávida, por um momento me parecia a Helena, ficou confuso quem era a mãe. Era uma grande festa. O Carlos estava debaixo de uma arvoré bebendo algo. Era de dia. Tinha uma parte externa e um grande salão, todos se divertiam muito, falavam, dançavam, bebiam. Tinha muita alegria no ar. Era um dia especial. Uma grande celebração de nascimento.
clássicos / li

Eu abri um caderno e nele tinha partituras escritas. Imediatamente comecei a entender qual música era e, que mesmo sem nunca ter tido contato com partituras, comecei a entender perfeitamente, reconheci a obra e já imaginava uma orquestra a executar a obra, os movimentos do maestro e tudo mais.
Logo fui assistir a um filme e os créditos iniciais aparecia como o título "Albinoni", assim como o nome de toda equipe do filme eram esse.
Segunda boca / Hannap

Sonhei que eu tinha espremido uma espinha na maçã do meu rosto e tinha aberto ali um rasgo, tipo uma boca. Eu fazia uma contorção com a pele e deixava aquele rasgo aberto, mostrando parte dos meus dentes. Parecia que era a minha boca. Fui mostrar isso para um médico e cheguei lá fingindo que aquele rasgo era a minha boca. Eu recolhi os meus lábios e deixei o rasgo aberto, com os dentes aparecendo. O médico perguntou o que eu tinha e então eu abri a minha boca verdadeira. Ele tomou um susto e entendeu que eu estava com um problema.
não vou pintar não / chuazinha

Ia na exposição abre alas no Rio com uma amiga. A gente via a exposição e achava tudo muito ruim; muitos trabalhos de pintura e algumas instalações. Os trabalhos eram forçados, rasos e feios. Mas a gente olhava com atenção mesmo assim. As coisas pareciam diferentes, mas na verdade não eram. Encontramos os donos da galeria, cumprimentamos um dos donos e sua mulher. Ele já nos tinha visto vendo a exposição e eu sentia seu olhar tentando avaliar o que estávamos achando e, ao mesmo tempo, sendo meio non-challant. Enquanto conversamos ele me pergunta:
- E você, Luiza, quando vai começar a pintar, hein? Já está na hora.
Meio surpresa com a pergunta, respondo:
- Não pretendo começar a pintar. To feliz fazendo as coisas que to fazendo.
Daí a gente desenvolve um rápido diálogo, ele falando que todo artista tinha que pintar, oras, e eu cada mais mais confortável em dizer "Você tá viajando" e em falar dos meus trabalhos e porque eu escrevia, desenhava e performava etc. O tempo todo o Pedro passava pela minha cabeça e eu pensava que ele iria achar engraçado essa conversa. A conversa acabou e fomos embora.
Tour subterraneo com presidiarios e a doença do fósforo baixo / apta

Foram dois sonhos.
O primeiro eu e Dimi estávamos numa espécie de tour com presidiários. Um dos passeios do tour era um lugar onde você descia varios lances de escada, e ficava muitos metros abaixo do chão. O lugar era sem luz alguma. O próposito desse lugar era fazer com que os presos pudessem pensar melhor sobre os crimes cometidos. Segundo o pessoal do tour, sem luz a mente acalma e você consegue se ouvir e pensar com mais claridade. Como sabia que iriamos ficar sem comida, levei 4 sanduiches pra mim e pro Dimi.

Segundo sonho.
Era meio a continuidade do tour. Eu estava em um lugar cheio de pessoas tipo turistas mas nao eram presidiarios. Estavamos num lugar bem de passeio, tipo visitando algo bonito. De repente um senhor começa a falar que esta passando mal, mas que nao é nada demais é só o fósforo dele que esta baixo. Imediatamente achei uma caixa de fósforos, acendi e apaguei o fosforo no lombo do senhor. Isso aconteceu como se fosse a coisa mais normal do mundo, era algo normal de se fazer quando alguem ficasse com o fosforo baixo.
A moment in time / Cicciolina