aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
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Assassinato
Aspros 28/01/2008 22:17
Estava no carro, e algm me levava para um lugar estranho, era uma floresta de arvores de clima europeu/canadense, essas arvores q as folhas caem no outono, as folhas caidas na grama verde et bonita davam vm estranho aspecto. Entao chegamos até vma casa, no meio do nada, lá vm homem nos recebev. Entao nao lembro q acontecev, elle ia nos matar, entao nos defendemos, et o atacamos a ponto de ele desmaiar de tanta porrada q lhe dei na cabeça, saimos de la et descobrimos vm monte de carro parado, presumimos q eram os carros de totas as pessoas q elle matov dvrante mvito tempo.
tenis no alto
saborga 25/01/2008 07:37
eu e guri távamos no jardim botânico na direção do horto... era muuuuuuito rural, viviam várias famílias bem pobres que trabalhavam nas plantações ao redor.... tinha muito mato alto, cana de açúcar e outras... era dia de sol, alguns poucos homens capinando e uma super estrada de terra fofa bem marrom, bem viva e fofa! Seguíamos por ela até o fim que era mais mato alto. E de lá avistávamos um paredão de morro bem ao alto a direita e no topo tinha uma quadra de tenis. Fomos para lá e tinham várias pessoas e jogamos uma partida de dupla. Alguem ficava pelado. Da quadra avistávamos algumas casa adiante fofoletes, pequenas, aconchegantes e branquinhas com uma vista animal e pessoas alto astral moravam lá. Foi muito bom jogar aquela partida!
A bomba aconteceu
dmtr 24/01/2008 18:53
Sonhei que estava chuvoso em bagé meio escuro intempéries ventosas frias. me dei conta de uma luz estranha e fui ver era o aterrorizante cogumelo atômico.
Não dava pra saber o quão longe estava mas era grande a visão. também refratava diversas cores do espectro, inclusive algumas que não lembro de ter visto antes
sabíamos que era perigoso à saúde ficar olhando assim diretamente mas também era muito bonito e assustador de ver
também não sabíamos se era melhor ficar em casa embaixo de alguma coisa ou sair correndo pra longe e se expor mais a esta medusa
Spielberg lança Medo e Paixão
Hannap 24/01/2008 03:51
Eu e Paula Mello, estávamos juntos numa casa de madeira em algum lugar no interior do Brasil. Era noite de fim de ano. A Aline também estava (sentada em uma mesa comendo com a família). Eu queria que fossemos viajar juntos, para um lugar ainda mais no meio da natureza. Estávamos sentados num morrinho vendo a lua. A lua era gigante, amarela. Demasiado grande. Vimos que aquilo não era a lua, pois a lua verdadeira estava do outro lado, num tamanho normal. Aquilo era um anúncio de um filme projetado no céu. Era um filme do Spielberg. O anúncio projetava palavras: Medo e Paixão. Em várias línguas. O Manu e a Rosa me diziam que esse filme era "la hóstia". Apareceu no programa do Jô, alguém que ia falar do filme. Era como uma febre mundial. Todas as pessoas no programa do Jô sabiam cantar a música tema do filme. A banda do Jô tocava e um homem muito gordo, tipo o Tim Maia, cantava acompanhado de todo o público.
O filme ensinava que devíamos destruir o Medo e a Paixão (era um conceito entre paixão, euforia e excitação). Segundo os ensinamentos, somente vivendo sem a influência dessas duas emoções é que poderíamos libertar-nos.
Teco Padaratz
Gabi 23/01/2008 11:55
Sonhei que eu conheci o Teco padaraz(surfista profissional) e ali mesmo, na hora que eu conheci ele tive o melhor momento da minha vida!hahah
Aqueles minutinhos que eu estava sendo apresentada pra ele ficaram em camera lenta por todo o sonho, tipo como se a gente tivesse se "reencontrando" ... hhaahaahahha ... eu só via cabelos loirinhos, voando no vento... que gracinha!!!
almoço guardado
saborga 23/01/2008 07:41
eu andré mimi e guri demos carona para o anderson até próximo ao barrashopping. Nós três entramos numa parte inativa do barrashopping para deixar a nossa comida do almoço. Era uma parte de lojas de roupas moderninhas, mas estava tudo apagado e tinha um segurança vigiando. Entramos sem ninguém nos ver para deixar nosso almoço seguro. Na saída fingimos que nada estava acontecendo.... Deixamos nosso almoço seguro lá dentro da parte escura e saímos tranquilíssimos para o estacionamento.
buddy
saborga 23/01/2008 07:38
Eu Bia e Gabi e acho q a luiza atual amiga da gabi estávamos a uns 14 anos atrás no Barrashopping lá em baixo perto de onde ficava a 2surf. Era uma loja com umas roupas arrumadas e eu experimentava uma saia cinza, prateada, meio de tule, armadona, bem grande, dos tempos do reinado, mas ela não era muito longa. Estava grande em mim e pedi um tamanho menor. Enquanto isso vinham vários promotores todos jovenzinhos adolescentes de uma companhia de telefone tipo a claro, alguns com prancheta, outros tirando fotos tentando promover algum serviço e no meio deles estava o Buddy... que era um carinha gato com cara espinhenta e tinha um irmão gêmeo. E ficávamos comentando sobre ele. De repente uma velha de uns 60 e poucos anos se aproxima da minha cabine e fala que quer experimentar a saia também.... dei a ela a saia que ficou grande em mim e ela tava indo para a outra cabine, nisso ela volta coloca o mãozão dentro da minha cabine e rouba meu sutiã/top listradinho bonitinho e que ela iria alargar... fiquei P da vida!
Sampa Andaluz
Hannap 22/01/2008 03:23
Estava saindo de uma estação de metrô em são paulo.
Era de noite, no centro. A impressão que eu tinha da cidade era que tudo era meio improvisado e estragado. As placas na rua, as grades, a calçada... A cidade estava suja e eu fiquei com medo. Conheci um cara alto e combinamos de encontrar-nos umas horas mais tarde em um cruzamento (tipo paulista com consolação). Eu disse: - Me dá teu telefone. E ele disse: - Não. Nos encontramos aí pelas 3, 3 e meia. Pensei: - Iiihhh, não vai rolar. Não vou ficar plantado nessa rua esperando esse cara. Eu ia caminhando de uma maneira meio torpe. Passava alguns passantes e logo depois me cansava e eles passavam por mim. Todos me olhavam e estranhavam meu comportamento. Mais adiante vi um grupo de 3 pessoas. Eram Antonio e Clara e alguém mais, não identificado. Seguimos caminhando juntos até que paramos em um tabuleiro de doces. Era um vendedor ambulante com doces incríveis. A Clara arregalou os olhos e disse: - É tudo que precisamos!!! O vendedor estava do outro lado da rua, atendendo a outros clientes. O Antonio começou a comunicar-se com ele por leitura de lábios e a Clara não se deu conta e ficava excitada dizendo: - Como vamos fazer para comprar isso? Será que pegamos e saímos correndo. Eu peguei no braço dela e disse: - Shhh, silêncio que o Antonio tá negociando. O vendedor entedia o Antonio porque ele tinha um sotaque andaluz.
Prainha sem água
saborga 21/01/2008 07:26
Eu Guri Juca e Cami pegamos uma trilha e fomos pra prainha, que era uma praia muito menor, mais cheia de árvores e com mais pedras do que a prainha. Era final de tarde, tava vazia e já não tinha muito sol. Conversávamos e nos banhávamos. De repente a maré levou toda a água embora. Ficou uma praia sem água, surreal. Ficamos meio assustados e pegamos uma trilha pra ir embora... eu ia começar a pegar uma trilha errada e um dos meninos deu uma luz para o caminho certo e pegamos o carro e fomos embora.
morada
li 20/01/2008 00:17
era noite e eu estava em um novo apartamento, no décimo segundo andar. era um apartamento pequeno em uma grande avenida. pela janela do quarto eu via muitos pivetes tomando conta da rua. Durante a madrugada, a rua era ‘deles‘. Minha mãe chegou, arrombando a porta, pois meu sofá estava pegando fogo. Ficamos no apartamento, sem a porta de entrada, e eu via que muitos outros também não tinham portas. Vi no apartamento do lado, muitas pessoas dormindo amontoadas na sala, e uma senhora deficiente mental acordada tendo ataques de insanidade.
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