Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
de criançaCamilla 14/09/2009  13:31
Lembro de um pesadelo q tinha qdo eu era criança. E por vezes tenho esse sonho depois de crescida!

Estou correndo, muito rápido, atrás de mim tem um monstrão, ele tem chifres e é bem grande, chega a parecer um gigante. A cara dele é como a de um boi, ele tem uma argola no nariz e qdo respira sai fumaça.

ele me dá mto medo pq é mto forte e tem cara de mau.

eu corro mto mto viro a direita, um banheiro.

entro na primeira porta. silencio.

ele entra no banheiro, sinto o cheiro dele. vejo a fumaça que ele exala. subo no vaso sanitario.

a sombra dele aparece. seus olhos gigantes e verdes aparecem debaixo da porta. qdo ele percebe q estou lá, solta mta fumaça pelo nariz.

eu estou tremendo.
Fagner et moili 14/09/2009  00:58
Acordei deitada numa rede baiana ao lado do cantor Fagner, que era meu namorado novo.

Eu detestava estar namorando ele, tentava lembrar se o sexo era bom, ao menos para compensar, mas não lembrava.
antes da revoluçãoen_drigo 13/09/2009  22:23
o soalho de tábua corrida rangeu enquanto eu me aproximava da janela daquele salão vazio. da janela vinha uma luz que eu pensei ser da tarde. ZZ estava ao meu lado e parecia ser o dono do lugar. logo começou a dizer que, por causa da crise, mandou um monte de gente embora, umas doze pessoas, mas que eu ficasse esperto, que essa coisa de crise era mentira e tinha muita gente lucrando com isso. "dinheiro grosso", completou.

isso me chamou a atenção, pois ZZ não costumava mencionar dinheiro em seuas conversas.

passei um bom tempo observando uma multidão da janela. devíamos estar no terceiro andar. percebi um cavalheiro em terno, que manipulava distraidamente um teclado de computador no canto da sala. até então, não havia notado. "aquele ali... é o obama...?". ZZ respondeu que sim, tão distraído quanto o presidente dos EUA, aliás, ex-presidente. "ele renunciou, ou foi derrubado, sei lá. e tem pedido, todos os dias, pra conferir seus emails."
fim do orgulhochuazinha 13/09/2009  09:21
estava viajando num avião que às vezes era um onibus. era pequeno e eu minha irmã e bruna estávamos sentadas na última fileira, que ocupava toda a traseira do avião. a aeromoça era uma mulher baixa, loira, com os cabelos presos num coque justo. ela vinha distribuindo bombons para os passageiros até chegar na minha irmã. sorriu para ela, lhe deu o bombom e então se virou pra mim, fechou a cara o jogou o doce com força no meu peito. eu não entendi nada e fiquei chocada. me levantei para reclamar com ela e então ela me respondeu "quem vc pensa que é?! se vc quer refeição quente deves pedir ANTES do voo, e quando alguém te der alguma coisa vc deve agradecer".

a retaliação me pegou completamente de supresa, mas pior foi ouvir os motivos. fiquei irada. falei: "ahn?? quem EU penso que sou? eu sou a cliente da tua companhia, e vc é a funcionária que deveria me tratar com respeito e cortesia. por sua causa a TAM (aparentemente voávamos TAM) está em maus lençois. se eu deveria ter pedido a refeição quente antes vc me desculpa, mas eu não sabia, achei que era de praxe.". a aeromoça virou as costas pra mim, então eu levantei e falei bem alto "vc me deve desculpas, eu te pedi desculpas agora é a sua vez" ela continuou andando e sentou no primeiro banco. a essa hora todos os passageiros já percebiam a confusão.

fui atrás dela e a fitei nos olhos. nesse momento meu sentimento mudou, me sentia mais calma e conseguia ver o ressentimento e a dureza naquela mulher. pedi novamente ela que me me pedisse desculpas. ela falou ao motorista (agora era um onibus) "me deixe no próximo ponto, eu quero saltar". me posicionei na frente dela e mais uma vez lhe disse "me peça desculpas. isso que vc tá sentindo é orgulho, não é bom. deixa ir. vc só precisa pedir desculpas, não há problema". achei que ela fosse desdenhar de mim e pedir desulpas com careta. mas alguma coisa no jeito e postura que eu falei mexeu com ela. com lágrimas nos olhos e um certo alívio ela falou baixo:

-me desculpe.

e eu falei:

- tudo bem.

e voltei pro meu lugar.
Ficar com alguém que não vejo há dois anos. Placa-mãe 12/09/2009  23:16
Ficar com alguém que não vejo há dois anos. Assim... Eu namoro há quase um ano e meio com um cara, mas eu tava me lembrando esses dias de uma outra pessoa de quem eu gostei, a qual não vejo há dois anos. Lembro-me quando ele descobriu isso, riu de mim, disse que era uma coisa lógica e que eu era idiota demais... :( Eu fiquei muito triste mesmo, me sentindo a pior pessoa da face da terra. Mas em seguida superei. Mas, bem, essa história não vem ao caso. O fato é que eu sonhei que estava na loja da mãe dele junto com ele, ela tinha saído e pediu para que a gente cuidasse da loja... E a gente se sentou num sofá e começou a conversar, daí do nada ele me beijou. E foi bizarro porque mesmo que eu não visse ele há dois anos, eu ainda lembrava muito da fisionomia dele. E o mais bizarro é que eu sentia ele, a pele dele, o beijo, tudo... E algo mais bizarro ainda (meu deus!) é que eu gostei disso! E ele falava umas coisas, dizia que escondeu de mim porque tinha medo que eu não o aceitasse, e não sei mais que coisas... Depois, quando eu estava indo embora, ele se despediu de mim com um "amo você, não esquece". Foi bom e ao mesmo tempo estranho.
amenidadeschuazinha 11/09/2009  09:19
estou na sala com meus pais e minha vó, sentada atrás de nós no sofá. está passando alguma coisa na televisão mas não consigo ver pq meu pai está sentado na frente conversando com a minha mãe. eles discutem lugares para viajar, especialmente um determinado destino no nordeste onde tem uma grande produção de ferro. aqui minha mãe interrompe meu pai e diz "é, lá seria um bom lugar pra ir, msm que esse ferro seja para a produção de cocaína. nós devíamos chamar a M.M.! ha ha ha" M.M. é uma amiga deles, e eu fico supresa em descobrir que ela cheirava cocaína. meu pai responde "É! M.M. é uma locomotiva que só funciona assim!"
Salada cabalísticaLola 09/09/2009  06:38
Eu estava dando uma volta de bicicleta e parei numa banca de verduras para comprar couve. Tinha um monte de verdureiros na banca, mas quem me antedeu foi a Fergie do Black Eyed Peas, que era verdureira também. Uma senhora veio ajuda-la e eu perguntei quanto custava o molho de couves, ela respondeu que tinha um de R$1,10 e outro de R$7,70. Achei um disparate pagar E$7,70 por um pé de couve e pedi o mais barato. A senhora retrucou, "leva o de R$7,70 para experimentar, tenho certeza de que você vai gostar", e eu repliquei "por que eu pagaria R$7,70 por um pé de couve se posso pagar sete vezes menos? Couve é couve!".
Pizza DreamsGuido Verdi 08/09/2009  20:51
PIZZA DREAMS...





You know, many of my friends have told me that when they eat Italian food, the dreams they have that night that are either, (or all) wild, crazy, deep, or even scary dreams. I wonder what it could be? I have taken a few Dream Interpretation classes here and there throughout my various and many years of academia, and I have presented this question to various instructors without avail. What could it be? The combination of spices, the ingredients, cheeses, what?!? It very well may be the Italian food coupled with the wine, or other libations. Or perhaps it might be the chemistry of the individual with the chemistry of the food. Who knows...?



As much as I love to cook, and consume Italian food, I have no such occurrences except...when it comes to Pizza. Don‘t ask me why, it just does. And it seems like the more diverse the pizza is (in regards to the various toppings), the wilder, or intense my dreams are!



Here are two examples of those dreams...





*The Airport





I had a pizza dinner at a friend‘s house one night. They had bought one of those: “Take and Bake” pizzas with everything (and I do mean “everything”) on it and we all had a decent share of Chianti along with dinner as well. That night, as I slept, I had this dream:



I was in an airport, and had just gotten off a plane. I arrived in the middle of the night, and the airport was quite empty, save a few workers vacuuming the carpeted hallways and waiting areas. Everything was quiet, too quiet, actually. In fact, the only thing I could hear was the sound of my footsteps... I could hear it even as they tread on the carpet... Koow.... Koow... Koow... I was moving in slow motion. I was dressed in a casual suit and carrying a briefcase. Only the sound of my footsteps was heard. Koow... Koow... Koow... As I walked down the corridor, I saw two men in conversation standing near a huge window on the right side of the hallway ... Koow... Koow... Koow... I could see it was dark outside, as I passed them, and they stopped speaking as I approached them. Koow... Koow... Koow... The man that was facing in my direction as I walked by them was picking at his nail with a small file. They both turned and watched me as I walked by, yet said nothing. Koow... Koow... Koow... Still moving in slow motion, I continued down that long hallway... On the left side of the hallway, I came across a bank of those “sit-down” types of half sized in height telephone booths. On the third booth down, there was a seated man who watched me cautiously as I walked by. Koow... Koow... Koow... Still, I could only hear my footsteps as I walked by in an almost animated slow motion movement. As I continued still further down that corridor, I was approaching the restrooms that were about fifteen yards on the left side... Two men exited the restrooms and were beginning their walk in my direction. KOOW... KOOW... KOOW... My footsteps seemed to grow louder... As the two men walked even closer to me, they both reached into their jackets and pulled out handguns. Seeing this, and as they raised their weapons to fire, I turned around to make a retreat to the reverse...KOOW... KOOW...KOOW... The sound of my footsteps became the sound of my heartbeat. When I turned around, I saw that the man in the phone booth and the first two I had seen at the window were all facing me and pointing weapons at me as well. They all began to fire. I remember seeing my briefcase flying into the air. As each bullet hit me, I was grabbing the parts of my torso where each round had made its‘ entry point. Still in slow motion, I fell back and onto the floor. I saw myself slightly bounce off the carpeted floor before I came to rest near a trash can. My breathing became laboured, and the last thing I remembered was the sound of my heart beat... KOOW... Koow..... koow.......



Pizza Source: Papa Aldo‘s







*The Chief





One night I had made my own hand-tossed pizza at home. The ingredients were (besides the cheese, pizza sauce, and dough; were: Basil and garlic (lots of garlic), pepperoni, artichoke, and mushrooms. I had a couple of glasses (well, maybe three or four) of the Bolla Valpolicella. I recall that I had a hard time piercing the boundary of sleep that night. When I finally found a bit of slumber, it was restless.



I was tossing and turning, and seeing various images of my Army days in my brief glimpses of dreams... Just when I thought had found a bit of peaceful rest, I heard someone calling my name. I tried ignoring it at first, but as it persisted, I felt like I had awakened and sat up in bed. There, standing at the foot of my bed was a Chief Warrant Officer, one of many that I had as one of my superiors in the Army. “The Chief” was the more of a father figure to me, than anything else. I learned more from him as a male role model than anyone else in my Life. He was standing there in his full dress uniform, and I remember his ribbons displaying a vibrant hue of their various colours. He looked at me, shaking his head, as he always did to me... He said: “Son (ha always called me Son), I just want you to know that you are one of the most colourful people that I have ever known in my Life...go back to sleep.” And that was the dream.



Three days later, I heard through the grapevine that he had died that very night; thousands of miles away, in Italy...



Pizza Source: “Guido‘s Pizzeria”





I wonder... Do any of you have strange or weird dreams from Italian food or Pizza? Or any other kind of food or beverage? (Except Tequila)



Let me know... Write it down and post it!!



Hasta la Pasta,





Guido

Turma da MônicaRafaela 07/09/2009  15:06
Sonhei que estava em uma historinha da turma da Mônica e ouvia Two Princes, do Spin Doctors http://migre.me/6ylJ A Mônica morava em um apartamento. E eu fiquei o sonho inteiro me perguntando desde quando o bairro Limoeiro tinha prédios!
O Sonho da Auto-Decapitaçãodromni 02/09/2009  19:35
Sonho que chego à conclusão de que o melhor meio de me barbear é com a cabeça destacada do corpo. No banheiro, pego uma navalha e começo a cortar meu pescoço. Estranhamente, não existe qualquer dor aguda, e apenas filetes discretos de sangue escorrem.



Ocorre um "intervalo" no sonho onde supõe-se que de alguma forma cortei minha cabeça, fiz minha barba e coloquei de novo a cabeça sobre o corpo, pois agora me vejo no espelho de barba feita e com uma fina linha vermelha correndo a circunferência do pescoço junto aos ombros. Estou feliz com o resultado da técnica de barbeamento.



O problema, porém, é que minha cabeça está solta. Não a costurei de volta ou algo assim, e ela está apenas repousando sobre o meu corpo, como um vaso no alto de um pedestal. Assim, qualquer movimento brusco pode derrubar minha cabeça no chão. Eu espero que a coagulação do sangue e a cicatrização dos tecidos logo colem a cabeça de volta, mas enquanto isso ando com muito cuidado, segurando minha cabeça com uma mão como se fosse um chapéu sob ventania. E ando o tempo todo assim, por toda parte. Aparentemente estou numa universidade ou algo assim, pois segurando minha cabeça ando por corredores que dão acesso a salas de aulas, laboratórios, pátios, etc, todos cheios de jovens.



Às vezes faço um movimento mais brusco e sinto que minha cabeça se desloca um pouquinho sobre o corte, deixando beiradas destampadas por onde sai sangue. Além disso, tenho medo de esquecer de segurar minha cabeça, ela cair e eu sofrer uma fratura/traumatismo craniano.



Subitamente, percebo que não faz o menor sentido médico eu ter cortado minha coluna vertebral na altura do pescoço na hora de separar a cabeça e no entanto não ter ficado tetraplégico. Percebo então que aquilo deve ser um sonho. Acordo e noto, feliz, que continuo com a cabeça firmemente unida ao corpo.