Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Massagem no pé do caetano / La

Sonhei que tinha ido na casa da Maria Ana, que tinha se mudado e era uma casa muito legal, cheia de passagens secretas. Uma delas tu entrava num buraco e dava uma cambalhota e descia por um escorregador.
L morava ela, o padrasto, a mãe e dois filhos do padrasto. Eu ouvi uma conversa da mãe com o padrasto, que eles diziam que não iam deixar drogas, nem lícitas nem ilícitas. Começaram a discutir religiões, se alguma se encaixava nesses princípios.

Depois, fui fazer um café, mas não tinha pó e era um coador diferente, e eu não consegui passar muito café. E no fim das contas, ninguém queria café e ele ficou esfriando.

Caetano e Gil estavam lá e eu queria oferecer café pra eles, mas o café já estava frio e eu desisti.
Íamos ver um filme, estava cheio de gente, maior confusão pra todo mundo sentar e achar lugar.

Uma hora o Caetano se sentou em uma cadeiras eu sentei no chão, na frente dele, entre as pernas dele. Comecei a fazer massagem no pé dele. Ele não gostou e perguntou "vc não ia escovar os dentes, não?" Fiquei puta, achei ele machista. Comecei a escovar os dentes e o filme acabou.
Noruega Polônia Brasil / li

Meu irmão falou que tinha ganhado uma vaca preta e branca e estava feliz. Eu encontrei o vocalista do grupo Aha e saímos de carro, ele disse q iria me mostrar sua casa, na Noruega, que era na avenida Medianeira. Paramos e entramos no pátio, fazia frio e ele se transformou no meu marido. A casa era pequena e rústica, tinha um só cômodo e a cozinha ficava do lado de fora da cada, num corredor na beira de um precipício, que ele dizia ser bem como ele gostava. Logo chegou seu irmão TF, feliz. Ele trazia um presépio e madeira, e montei no chão. Sua prima MG estava ali, sentada e quieta. TF viu que faltava um outro presépio e trouxe outro presépio. Eu fui arruma-mos no chão. Os dois conversavam em polones. Eu sentia frio . TF perguntou se eu ia comemorar a data da independência, e eu disse que a do Brasil não, poderia comemorar a da Polônia e Noruega. TF disse, em português, q tinha q me falar algo.
3 dormitórios e tudo mais / li

Eu estava no meu novo apartamento, num prédio luxuoso, uma cobertura e bem grande. Brincava com minha filha ainda bebê e chegou meu pai. Ele olhou e perguntou se era de um quarto e fui mostrar que não tinha 3 dormitórios e dependência de empregada, além de pátio. Logo era meu tio OV, que olhava impressionado o apartamento.
Cheiro de suor / li

Eu tinha ido morar num quarto junto com meus ex colegas de trabalho, ES, AKW, BP, MEB e CP. Acordei e reclamei que senti cheiro de suor masculino, mas estava feliz em morar com eles.
Colegas / li

Encontrava TZ, minha antiga colega, ela grávida do seu segundo filho, em uma casa grande e bonita, com decoração em tons cinza e vermelho. Logo eu estava numa sala de universidade, que era no colégio Santa Maria. Eu tinha uma sala individual, feita pelos padres, em madeira e tons verde-escuro. Para sair era como labirinto, corredores e escadas que confundiam.
extraterrestes me curam / apta

sonhei que o mundo estava acabando, eu estava muito preocupada em encontar pessoas, meus cachorros, tentar dar um jeito antes de tudo ir embora.
acordei.
voltei a dormir e no sonho minha mae falava que nao era que o mundo estava acabando, era que os extraterrestres estavam chegando na terra para ajudar as pessoas com problemas mentais, psiquicos.
do nada estava num quarto, que parecia ser o quarto da minha avó, e uma luz muito forte entrava, eu estava de bruços, assustada, sabia que eram eles chegando, senti minhas costas muito muito muito quentes, e senti a presença de seres perto de mim, pouco depois, senti gotas do que parecia ser óleo quente na minha lombar e uma tensão muito forte no lugar, fiquei com medo, entendi que era um sonho e pude ouvir minha mae na sala conversando, quis me mexer mas nao conseguia de medo, os seres se foram e lentamente fui acordando e entendendo o que aconteceu.
tiros / li

Caminhei pelo calçadão e vi MC sentado, de calça verde e com uma perna amputada.
Eu, filha e meu marido estávamos em Gravataí, mas na escola Maria Rocha de santa Maria, e tentamos pegar um microônibus para voltar para casa, ao chegarmos na porta do microônibus, lotou e ficamos de fora. A outra condução demoraria muito para chegar.
Fomos caminhar pelo centro e logo deu um tiroteio nas ruas e muita polícia chegou. Eu via uma arma, tipo um cano de canhão para carregar nos ombros, que disparava fortemente, e dispararam ao meu lado. Me joguei no chão com minha filha, e via os disparos passarem perto. Entramos num consultório de uma médica e ela indicou um uber para nós, que era um carro azul que chegava na calçada. Fui falar com o motorista e ele falou que ia beber água. Logo estávamos numa casa que as portas não fechavam bem, ali circulava várias pessoas humildes, gente boa, mas todos fortemente armados e com um discurso de legalização da maconha e contra o governo. Logo chegou a polícia, fazendo um cerco grande. Tentamos sair dali, mas policia e bandidos armados por todos os lados. Minha filha era maior e saiu sozinha, eu e marido procurávamos desesperadamente. Saímos correndo e meu marido e minha filha entraram num lugar, eu fique para trás e tiros estavam perto de mim, me joguei para um muro, que do outro lado havia muitas árvores.
uma câmera no meio do tiroteio / cau

uma câmera no meio do tiroteioFui num congresso/encontro universitário. Cheguei atrasado ou só "acordei" no sonho em certo momento que já estava lá. O lugar que ficamos hospedados era um predinho institucional de uns 3 andares na beira de uma favela. Tinham alguns amigos do curso lá: Gusta, Lou, Daf... então deduzi que fosse algo relacionado a arquitetura. Conversei com elxs e senti um clima de festa, lamentei não ter trazido uma garrafinha daquelas cachaças especiais que faço. Percebi que não estava com mais algumas coisas que precisava pra dormir por la. Perguntei pra um professor quando o ônibus iria voltar pra eu poder buscar mais coisas (o ônibus voltava diariamente). Lá pelas 23h. Nessa fui falar com Lou, perguntei se ele ia também ou se precisava de umas coisas. "Não cara, vou ficar por aqui, a Ka ta aqui e a gente ta se pegando de novo". Que locura! Demoro, então depois eu volto com a cachacinha e meus trem. Quando subi mais um andar pra checar minha mochila, comecei a ouvir tiros. Me escondi e rastejei até uma janela pra ver o que tava acontecendo. A PM tinha chegado e tava atirando nuns caras do morro. Aí começou a vir tiro do outro lado. Alguns tiros vazaram nossas paredes, umas pessoas começaram a gritar nos outros andares. Vi que tinha mais uns deitados no chão e se escondendo atrás das paredes perto de mim. Rastejei pro meio do prédio, pra não ficar de frente pra parede mais externa. Mas do meio, senti era visto por várias pessoas lá fora e me senti inseguro também. Será que ia tomar um tiro, morrer ali? O tiroteio não parava. Lembrei que tava com minha AE-1 na mochila, resolvi tirar foto daquilo tudo. Comecei pelo pânico dentro do prédio, todo mundo se arrastando e escondendo, depois mirei lá fora. Ouvimos um barulho la cobertura e depois lá embaixo. Tinha gente entrando no prédio e correndo. Uns caras do morro entraram e queriam usar o prédio pra atirar nos poliças. Decidi que ia tirar o filme da câmera. Tinha mais um amigo com uma câmera analógica, pediu ajuda pra tirar o filme. Quando vi a câmera dele ja tava aberta sendo que ele não tinha rebobinado o filme. Queimou tudo, disse pra ele. Fui mostrar pra ele como fazia e minha câmera abriu antes de eu conseguir rebobinar também. Fechei e rebobinei correndo, quem sabe salvava alguma coisa. Um cara veio correndo rindo e soltou uma bomba caseira no nosso lado. Era um charuto preto que veio rodopiando e explodiu perto de um amigo meu. Corri e tentei fugir, quando ele viu a câmera na minha mão. "Maneira essa câmera hein". Falei toma, fica pra você, só deixa eu ir embora daqui. Ele pegou, rindo, e já jogou pra um outro amigo dele subindo a escada: "saca aí, que doida". Fiquei vendo eles jogando ela pra um lado e pro outro e virei a cara, desci a escada querendo desapegar. O tiroteio parou, o pessoal levantou e saiu correndo do prédio. Lá fora tinha um monte de gente, uma gritaria rolando. "Pega minha mochila, por favor!!" "Traz minhas coisas" "Vamo embora daqui!!". Fiquei procurando minha mochila por alguns instantes, mas resolvi tacar o foda-se e sair correndo. Lá fora tinha uma multidão e acabei encontrando a Lu, minha namorada. Ela tava com minha mochila e com uma cara tranquila. "Cê tá bem??" "Tou uai, ta sendo ótimo o congresso!" "Congresso, menina, que porra de congresso, a gente tava tomando tiro, nem sabia de congresso" "Sim, umas palestras ótimas, depois te conto. Vamo embora"
sequestro de carro, cinema, onibus e ovo / la

sequestro de carro, cinema, onibus e ovosonhei que estava com a lizia num carro e entramos num caminho bonito, com árvores. Quando olhamos pra baixo, vimos que estavamos em cima de dois pinos grandes, e que era um sequestro, um roubo de carro. os pinos subiam desde o chão da estrada até encaixar no carro, e esses pinos faziam parte da armadilha porque eram parte de um micro carro que estava em baixo da estrada. Na placa do carro tava escrito UM UM.

Eu e a lizia começamos a conversar com o cara que queria nos roubar e eu perguntei se nao tinha algo que a gente pudesse fazer, dar pra ele, para ele nao nos roubar. Ele disse que gostava de cinema e queria ver o novo filme do Owen Wilson.

Depois tava eu e lizia correndo pelos viadutos da ponte do guaíba, e correndo muito para os carros não nos pegarem, uma hora saltamos do viaduto para o chão, tinha muitas árvores. Alguém me perguntou onde era a Penha, eu não soube responder, só sabia que era longe.

Depois tava eu e meus pais, e eles também queriam ir no cinema e acho que a gente ainda tava escapando desse caso do sequestro. Meu pai falou que os pinos na estrada normalmente eram mais estragados, com arranhões, que não dava mais pra confundir. Expliquei que a lizia que tava dirigindo e ela não viu. Eu, meus pais e minha batiam resolvemos pegar um onibus e eu fiquei preocupada de a minha batiam não ter onde sentar, mas aí foram liberados alguns bancos. Uma mulher que liberou um banco deixou um ovo e minha vó não quis sentar lá. Aí fiquei conversando com meus pais.


Cabeça de tatu / li

JL e família iam se mudar para-o Maranhão e nos convidaram para um almoço festivo em sua casa. Chegamos e ficamos no pátio, com outras pessoas. Fui para a cozinha com JL e conversávamos. Para ir ao pátio, encontrava cachorros de rua, que assustava. Um cachorro cinza, com cabeça de tatu me apavorava, nunca tinha visto igual. Meu marido ficou na cozinha cozinhando sozinho e eu falei para irmos junto dos outros.
Logo eu estava sentada com meu marido, que falava palavras muito carinhosas, mas quando vi, era Z e senti perdida.
Cheguei em casa e minha mãe tinha mandado pintar o teto do apartamento, que era o antigo apartamento do meu pai.