Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Queviri Massot / Hannap

Queviri Massot era a senha do celular do Dimi.
A cada tentativa mudava a maneira como os caracteres se apresentavam na tela. Até um sudoku aparecia pra desbloquear a tela.
Vitória do Flamengo e Titulo / xandre

era dia de jogo, televisão ligada no maximo, estava deitado na cama e via o resultado final, 3 a zero pro Flamengo e os jogadores comemoravam um titulo, não sei qual....
Nave Extraterrestre / xandre

Estava deitado na minha cama, quando derrepente fui ao quintal e em cima do pé de pitanga avitei uma grande, enorme Nave. Fiquei admirando o brilho das luzes, quando do nada ela sumiu em uma velocidade extraordinária.....
Corpo de ruiva / dmtr

Sonhei que podia usar a vontade o corpo de outra pessoa as vezes. isso era normal e aceitavel. nessa condição eu tinha consciência total dentro do corpo de outra pessoa, e ficava reparando em coisas diferentes, tipo meu ponto de vista, os braços. Estava repetindo o corpo de uma mulher ruiva. eu usava pra ir ao colégio. lembro de ter ficado olhando no espelho no banheiro, ajeitando o cabelo. olhava pra tridimensionalidade e achava diferente. o cabelo, as sardas.
A pessoa era clarinha e o sol na pele queimava mais forte. pensava em cuidar bem pra nao danificar o corpo ate a hora de devolver. Outro resultado estranho é que passando algumas horas eu até mesmo esquecia que o corpo não era o meu. Sentia como se fosse o verdadeiro dono do corpo.
erro aradoxal / ivi

Sonhei que um gato me dizia “tem um erro paradoxal em cima tua cabeça”
Brincadeira trágica / Hannap

Sonhei que da janela do meu apartamento dava pra ver vários telhados dos prédios da frente. Os prédios do outro lado da rua tinham todos a mesma altura e se encostavam. Dava pra caminhar sobre os telhados eles, pois eram planos, levemente inclinados. Vi duas crianças, uma com uns 6 anos e a outra com uns 3, correndo atrás da sombra de um urubu enorme que estava projetada naquele chão de telhados. As crianças corriam felizes atrás da sombra. As crianças conseguiam correr na mesma velocidade da sombra e era uma cena bonita. De repente a sombra ultrapassou o limite do telhado, em direção à rua. A criança grande parou e sentou no telhado. Já a criança menor continuou caminhando e caiu do alto daquele telhado lá embaixo, no asfalto, na rua. Eu não conseguia olhar. Sabia que ela iria morrer. Fiquei ouvindo os gritos engasgados dela que vinham lá de baixo e comecei a chorar.
Rata riponga / Hannap

Sonhei que no meu quarto havia um cantinho no chão embaixo da mesa que estava cheio de coisas empoeiradas, que fazia muito tempo que eu não limpava. Comecei a ouvir uns barulhos vindos dali.
A Mel disse que tinha um rato que morava ali. Eu resolvi olhar e comecei a mexer naquele canto com um cabo de vassoura. De repente saiu dali um rato enorme e foi correndo pra sala. Fui atrás dele e vi que era um bicho maior. Era um coelho. Aí, já no corredor em frente à cozinha eu consegui pegá-lo com a mão e vi que era um outro bicho. Um animal estranho que foi crescendo e se transformou numa mulher de uns 60 anos. Uma coroa moderna, meio riponga.
Eu fiquei chocado, a Mel também. Na cozinha estavam a Palomita e o Gustavo. Todo mundo ficou perplexo e ao mesmo tempo achando engraçado. Eu falei com ela: - Peraí, há quanto tempo você está escondida aqui em casa? Ela disse que fazia anos que morava ali. A gente começou a rir e eu disse. Vamos passar um café e vamos ali pra sala que tem muito assunto pra gente conversar.
Problema lógico no fim da estrada / Hannap


Sonhei que estava conversando com o ministro do STF, Marco Aurélio, mas no sonho eu chamava ele de Celso (de Mello).
Eu e mais um grupo de pessoas estávamos perguntando-lhe uma série de coisas e ele nos respondia. Depois ele foi indo embora e eu fiquei com uma dúvida. Fui atrás dele. Tentei chamá-lo, mas ele não olhava. Eu gritava: - Celso! Celso!
Percebi que Celso não era o seu nome e então comecei a gritar: - Procisso! Procisso!
Ele também não olhava. Eu queria dizer ministro, mas fazia confusão e dizia procisso.

Depois disso eu e a Marina, amiga do Herbert, pegamos um Uber para irmos para a minha casa namorar.
Mas o Uber era dirigido por um cara muito lerdo e que se atrapalhava com o delay do Waze. Eu disse pro motorista: - Dobra aqui, à direita. Mas ele não dobrou. Acabamos indo para uma estrada sem saída que terminava em uma caverna.
Nessa caverna tinha uma lojinha, logo na entrada. Um monte de pessoas legais, cool.

Mas tinha também uma funcionária estatal de um órgão ambiental que orientava quem chegava lá.
Aquela região era uma área de proteção ambiental, toda restrita.
Perguntei para ela como fazíamos para sair dalí.
Aí ela me explicou que indicaria o caminho de saída se eu apresentasse um documento que deveria ser retirado numa secretaria desse órgão do meio-ambiente.
Uma coisa absurda. Um paradoxo lógico!

Para sair de lá eu precisava apresentar um documento que tinha que ser retirado na cidade, longe de onde eu estava. Era impossível sair!

Eu falei pra ela que não queria estar ali. Havíamos chegado por engano. Fiquei indignado.
A moça, resignada, entendia o problema lógico, mas dizia que não podia fazer nada. - É a lei.

Eu ainda argumentei com ela. Que ela deveria dar a instrução de saída. Que mesmo que ela fosse demitida ela poderia entrar na justiça. E que qualquer juíz, entendendo o caso iria dar ganho de causa para ela. Que ela viraria uma referência nacional. Poderia até virar nome de lei.
Mas ela não estava disposta a ser uma revolucionária.

Vi que os funcionários da lojinha fizeram uma cara de “deixa pra lá”. Davam a entender que era só ignorar isso e ir embora.
Subi uma escada e vi que havia um caminho para a cidade. Fomos, eu e Marina.
O motorista do Uber eu não sei como se virou. Pensei em dar-lhe uma estrela.
Cavalos gays / Hannap

Sonhei que estava com a Lízia e a amiga bonita dela, de olhos claros, costureira. Estávamos num campo. Nesse campo havia dois cavalos, um branco e outro marrom.
O branco estava de pau duro. Um pau enorme.
De repente os cavalos se aproximaram e começaram a se enroscar. O cavalo marrom também ficou de pau duro e eles deram uma cambalhota juntos e caíram deitados. O cavalo marrom penetrou o cavalo branco e eles transaram deitados na grama.

Antes disso eu estava com a minha mãe assistindo uma palestra de um sujeito que contava a história de uma série de livros infantis que ele havia publicado no Brasil dos anos 80. Ele dizia que escrevia os textos e que pegava desenhos de outros livros estrangeiros, alterava as cores e usava nos seus livros. Assim ele publicou centenas de livros e ganhou dinheiro, utilizando ilustrações roubadas.
viagem física e mental - RG x Pel / zibag

Sonhei que estava em Pelotas e tinha que comprar passagem de ônibus para Rio Grande. Estava atrasada para chegar na rodoviária. Era tarde, mais de 23h e cruzei a cidade a pé. Atravessei uma praça correndo, passei por algumas figuras meio esquisitas, inclusive a Fernanda L me chamou, ela estava só de calcinha, como se fosse uma prostituta. Eu falei um pouco com ela mas segui meu rumo e entrei num túnel, como um tobogã que era um atalho de uma parte muito alta da cidade, para uma parte mais baixa. Esse tobogã subterrâneo era todo fracionado em rampas muito ingrimes que mudavam de direção e eu fui escorregando e passando por poucas pessoas. Até que eu cheguei num guichê de venda de passagens que era também venda de drogas. A interface do computador que mostrava os lugares dos ônibus também tinha desenhinhos de maconha e outras drogas pra pessoa comprar o bilhete de viagem física e de viagem mental. Fiquei impressionada porquê era muito descarado, como se fosse uma coisa normal, legalizada, como em Amsterdam. Tinha uma guitarra de acrílico no chão para sinalizar esse lugar de vendas. Fiquei de cara como peguei tantos ônibus e nunca soube da existência desse lugar.