Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Carroça de M&M's do designer de games / Lua

Sonhei que olhava pela janela e via a Gabi no terraço de um prédio vizinho. Eu ia até lá e ela me dizia que era uma festinha pra assistir o jogo do Corinthians.
Fui dar uma volta pelo prédio e acabei entrando num apartamento bem grande e lindo, achei que era aqueles apes de visitação.
PFiquei impressionada ao ver uma pequena carroça de vidro com as rodas de madeira e um símbolo do m&m's colado. Cheguei perto e vi alguns de cores variadas em uma parte alta dentro do vidro e por fora, um grande botão preto escrito "push me". Quando apertei, os chocolates caíram e automaticamente todos os marrons ficaram para um lado e os coloridos para o outro. Achei muito maneiro e peguei os chocolates pela portinha na parte baixa da carroça pra colocá-los de novo e dessa vez filmar com o celular.
Enquanto estava filmando, um homem com traços levemente asiáticos apareceu perguntando se eu tinha gostado. Eu, extasiada, dizia que tinha achado muito divertido e logo percebi que ele era dono do apartamento. Pedi desculpas por ter entrado e ele me disse que estava tudo bem, que não tinha problema porque assim ele faria amizade com alguém. Me contou que era difícil ele sair porque trabalhava muito com o escritório era no ap e que também era difícil de achar alguém que soubesse lidar com o toc de limpeza dele.
Na hora, a ideia que tive (muito estranha por sinal) foi de dar um abraço nele pra ver se ele teria nojo por algum motivo. Na hora que o abracei, tive a sensação de que ele não fazia isso por muito tempo, porque ele deu um abraço muito aconchegante e forte. Eu achei legal mas percebi que ele ia me cantar, aí fiquei desconcertada e disse que tinha que ir embora.
Ao chegar perto do elevador eu notei uma grande sala com paredes de vidro, que era o escritório dele. Dentro tinha muitas coisas legais e uma grande mesa de reunião. Vi que ele era designer de games.
Entrei no elevador e o encontrei na portaria, meio creepy, dizendo que ia me ver na quinta de novo.
Novo casamento / li

Estava no quarto décadas da minha falecida tia BVM, e quem dormia comigo era o filho de RGR. Nos dois nos amávamos muito, e falávamos das nossas filhas. Ele falava para que rapidamente fôssemos morar juntos. Eu sentia feliz queRGR era da minha família.
/ gui v.

encontro pedro q. e tiago d. em ipatinga. a cidade, como é recorrente nos meus sonhos, parece apenas um encontro infinito de avenidas, rotatórias e elevados cercados de vegetação verdíssima. dou uma volta com p.q. e t.d. na intenção de anunciar que pretendia me matar, mas mudo de ideia, por achar que soaria dramático e desnecessário. não tenho assunto. anoitece. paramos num bar, uma das paredes é cheia de jarros de picles e outros vegetais de cor parecida. penso em pedir um lanche. saio de bicicleta e é fim de tarde novamente. parece que choveu. falo com brenda pelo telefone. ela usa palavras que não conheço. me sinto burro, estagnado. ela diz que está trabalhando em outra profissão (não é mais educadora). sinto saudades dela, mas não há nada que eu possa fazer. o sonho muda.



Bruno e outras pessoas me felicitavam pelo meu aniversário, eu achava estranho, primeiro porque não nos falávamos há tempos e também porque meu aniversário é em março. contudo ficava contente pelas felicitações.


estava ligando para o SAC de algo e não tinha resposta há horas, liguei diversas vezes e não conseguia ser atendida de maneira satisfatória, falava em inglês no telefone mas estava no Brasil na casa da minha família, que no sonho era completamente outra, minha mãe era uma senhora branca já grisalha e eu tinha uma irmã que estava falando de uma outra irmã nossa que havia morrido de câncer. a casa também era outra.
Dragões, talheres e asma / Tuk

Sonhei que estava dormindo na casa da Suellen, e acordei. Na cama que eu dormia tinha vários gatos, tipo uns 9. Um ou dois deles eram amigáveis, mas a maioria chiava e abria a boca mostrando os dentes pra mim. Quando eu vi isso, levantei com medo e a Su me deu uma bolinha para brincar com três gatinhos amarelos que estavam chiando. Depois de brincar um pouco, eles ficaram mais mansos, mas ainda tinha vários gatos que não gostavam de mim.

A Su tinha, além dos gatos, várias gaiolas de animais, incluindo uma redoma de vidro onde viviam dragões que eu tinha dado pra ela de presente. Tinha quatro dentro da redoma: dois razoavelmente pequenos e baixos, um bem mais alto com as asas abertas e um que parecia um lagarto grandão e gordo, porque ele ficava com as asas recolhidas. Esse, que tinha no corpo um degradê de cores do vermelho ao laranja, a Suellen apontou e disse:

"Esse tá ficando meio grande, né?"

"Verdade...", respondi

"Se ficar grande demais vai ter que sacrificar"

"Acho que você tem razão"

Nisso, os gatos já não estavam na cama e eu queria voltar a dormir. Quando eu deitei na cama, a Suellen me ofereceu uma cerveja (era uma Stella Artois) e eu aceitei. Abri e tomei um gole, e fui colocar a garrafa de lado, quando vi que já tinha uma Stella do meu lado que eu estava tomando e estava ainda na metade. Resolvi não dormir mais e fui dar uma volta.

Acontece que a casa da Suellen era dentro de uma espécie de Sesc. Ao sair da casa dela, me vi dentro de um complexo com várias coisas, gente praticando atividades físicas etc. Tinha uma cozinha que era como uma ilha no lugar, ou seja, ficava no meio de tudo e tinha aberturas para todos os lados, com cadeiras altas para se comer na bancada. Pedi alguma coisa, e eu tinha levado meus próprios talheres, que eu usei para comer.

Passado algum tempo depois que eu já tinha quase terminado, alguém na parte de dentro passou pra recolher as coisas da minha bandeja para lavar. Eu segurei porque ainda não tinha terminado tudo, mas pouco depois a pessoa passou outra vez, e dessa vez eu já tinha finalizado, mas segurei os meus talheres (garfo, faca e colher) explicando que eram meus, mas deixando eles na bandeja. Em seguida veio uma outra pessoa e recolheu meus talheres pra uma dessas bandejas grandes retangulares de plástico cheias de água para os talheres ficarem de molho, o que aconteceu mais rápido do que a minha reação, e aí reclamei para a pessoa que os talheres eram meus, e que iam se perder no meio da água com os outros. Ela disse em tom de desdém que depois eu ia achar. Percebi que a bandeja estava bem perto de uma janela do outro lado e dei a volta na cozinha, e quando cheguei coloquei a mão na água, que estava quase fervendo e tirei rapidamente. Apesar disso consegui pegar um garfo qualquer, que usei para cutucar os demais talheres e consegui achar o meu próprio garfo. Nisso, tive que achar um lugar para passar uma água fria na mão, e quando voltei procurei a janela, e a bandeja não estava mais lá. Ela estava no mesmo lugar, mas percebi que a janela em que ela estava tinha sido fechada e eu estava em outra janela, mas eu não conseguia alcançar. Quando eu tentei ir para a outra janela, não conseguia abrir e resolvi entrar na cozinha para pedir meus talheres de volta.

O trabalho na cozinha já tinha praticamente terminado pro dia, e duas ou três pessoas estavam lavando a cozinha quando eu cheguei na porta e perguntei: "Oi, pegaram meus talheres da minha bandeja e eu queria eles de volta". A mulher que me respondeu estava sentada em uma cadeira daquelas de madeira que se dobram, e a cozinha tinha várias dessas dispostas todas no mesmo sentido, como se alguém fosse dar uma palestra à frente delas. Quando eu falei, ela virou pra mim e disse:

"Agora a gente não pode, porque vai ter ajuda"

"Mas eu quero meus talheres de volta, e eles vão se perder no meio dos outros"

"Quem foi que pegou seu talher?"

Eu não fazia a menor ideia do que era "ajuda", mas comecei a tentar identificar por ali a pessoa que tinha pego meu talher, quando comecei a sentir uma falta de ar repentina. Virei e falei: "Peraí que eu acho que eu to passando mal", e fui embora em direção à casa da Suellen, porque eu sabia que a Natália estava lá com a minha mochila, e na minha mochila tinha minha bombinha.

Enquanto eu ia embora, piorava minha falta de ar, e eu ia arqueando o meu corpo pra frente. Lembro de ter ouvido, enquanto andava, alguém dar uma lição no pessoal da cozinha, dizendo que "não se tratam desse jeito nossos clientes". Continuei andando, cada vez mais lentamente, quando encontro dois homens andando no mesmo sentido que eu, e que me pareciam muito altos, talvez por eu estar com o corpo curvado e mais baixo. Eu já quase não conseguia respirar ou andar, então me apoiei em um dos homens para ver se ajudava, soltei dele e me apoiei no outro, mas não adiantou. Estava quase impossível respirar, e eu senti que ia desmaiar, aí eu acordei, com o nariz completamente entupido.
Eventos / li

Eu andava nas imediações da Avenida João Pessoa com Azenha, em Porto Alegre e peguei carona com GA, ela falava que havia se separado. Desci e caminhei por um trecho e encontrei o ex de GA, que dizia que estava rocessando ela, inclusive por direitos autorais. Entrei em uma galeria comercial estava SA, produzindo-se um evento. Ela ensaiava, desfilava e deitava num sofá, e percebi que elástica se calcinha.
Em cima / li

Estava com meu marido e uma amigo seu, caminhávamos à noite pela rua Pinheiro Machado e parque Itaimbé. Procurávamos algum lugar e resolvi levá-los em um lical que eu achava legal. Subimos um morro, muito alto, com vista bonita. Amanhecia, fazia um pouco de frio e sentamos para apreciar a vista. Meu marido perguntou quanto custava um terreno por ali, já que havia algumas casas, e eu falei que custava barato, de 4 a 20 mil reais. Percebi que havia um trilho de trem logo abaixo, mas uma descida íngreme me impedia de ir ali.
Conexões hexagonais / Lua

Sonhei que namorava um cara que eu não sabia o nome (vou chamá-lo de Fulano), estava com ele passeando por um bairro e procurando um lugar alto pra tirar foto. Ele me disse que me levaria num lugar mas que era meio difícil de subir. Eu o segui e então chegamos num beco muito estreito, onde só passava uma pessoa por vez.
No final do beco, havia uma escadinha feita de barras de aço grudadas na parede e um pouco mais acima no final da escada, havia um buraco. Ele me explicou que teríamos que subir e atravessar o buraco, mas que quando chegássemos lá, deveríamos entrar com as costas no chão e a barriga pra cima.

Estava um dia bem quente e ensolarado, eu pude sentir as barras de aço quase queimando minhas mãos por terem ficado ali expostas no sol. Ele subiu primeiro eu via o quão estreito aquele buraco também era porque ele virou a cabeça de lado, encolheu a barriga e ainda por cima ralou a bochecha pra passar. Eu me virei pra me enfiar senti o concreto do buraco arranhando minha bochecha esquerda.
Quando me levantei, vi que estávamos numa espécie de casinha feita de madeira com o teto um pouco baixo (mas alto o suficiente pra eu ficar de pé) e algumas janelas de vidro bem sujas por onde a luz do sol entrava um pouco. Essa casinha era uma sala em formato hexagonal, com alguns colchonetes finos espalhados pelo chão e uma espécie de pira pra acender fogo no meio, mas só tinha umas pedras pretas dentro.

Eu me senti muito confortável no lugar e o Fulano me disse que o ar dali era como md, pra eu respirar bem fundo e aproveitar.
Mais dois homens e duas mulheres apareciam e todos eram amigos ou conhecidos do Fulano. Cada um se acomodava em um lado do hexágono e todos começavamos a conversar sobre o movimento das coisas, interações, conexões e amor, tópicos que amo discutir. Todos respiravamos aquele mesmo ar abafado que nos deixava cada vez mais próximos mesmo estando em lugares diferentes na sala.

Íamos tirando nossa roupa, um por um, porque o lugar estava bem quente e porque estávamos tão íntimos que já não importava mais se estávamos vestidos ou não. Começamos a fazer carinho em nossos próprios corpos como se estivéssemos fazendo uns nos outros, porque cada toque era como se fosse a outra pessoa tocando. Aliás, não só com uma mais com todos. Estávamos sentados separados, de olhos fechados e eu me sentia conectada com todos, menos com Fulano. Resolvi olhar para a esquerda e vi que ele não estava desfrutando do momento e sim se aproveitando de uma das mulheres que estavam lá, beijando o corpo dela e passando a mão em suas partes íntimas. Ela não conseguia perceber porque estava concentrada e conectada no carinho geral e de olhos fechados.

Naquele momento eu senti muito nojo dele e tive noção de que ele era só um aproveitador que estava estragando o clima de uma coisa que ele mesmo tinha me apresentado. Apesar de chateada, eu não queria desperdiçar a troca com aquelas pessoas que estavam nuas de corpo e alma junto comigo.
Cutuquei fulano no braço e falei quase chorando que ele era um escroto. A mulher abriu os olhos e também olhou pra ele indignada por ele ter quebrado a conexão da roda, por ter abusado dela e por ter me traído. A roda não tinha intuitos sexuais e a atitude dele chocou a todos.
Tiramos ele do local e eu fiquei muito triste, as mulheres me abraçaram e os homens deram um beijo na minha testa. Acordei.
Escadas quebradas / li

Era sábado à noite e eu estava em Porto Alegre. Caminhava no centro e entrei numa galeria para ver as lojas. Havia um segundo andar, mas com escadarias quebradas, que dificultava a passagem. Encontrei XP e ele me chamou para ir num apartamento por ali. Era de uma amiga sua, uma senhora, professora aposentada, com vida simples, que conheceu pela internet. O apartamento era pequeno e simples, com enfeites de cafonas, guardanapos e paredes verdes emboloradas. Ali era um ponto de encontro de pessoas que iam se divertir, jogar cartas e conversar. Olhava pela janela e via que avista era bonita, uma grande janela para a rua Andrade Neves e Borges de Medeiros. Era madrugadas eu pensava um jeitonpara voltar para casa segura.