Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Cicatriz em formato de olho incompleto / dmtr

Cicatriz em formato de olho incompletoSonhei que encontrava a Luisa e ela havia feito uma cicatriz na mão esquerda no osso na base do polegar. era o desenho de um olho, cicatrizado, mas ainda faltavam uns traços.
Fiquei intrigado em saber e ela mesmo tinha feito e perguntava. Ela falou que cortou ela mesma mas pediu pra um amigo segurar a ponta do dedão pra ajudar e ficava ainda mais intrigado se essa ajuda ajudaria no desenho.
Pai, filho e espírito santo / dmtr

Pai, filho e espírito santoSonhei com o insight que Deus, Jesus e o Espírito Santo eram formas de vida / energia fluorescentes, marinhas como planctons articulados luminescentes, flutuantes no vazio do espaço como se fossem pairando em um líquido, e que eu me dava conta que tudo fazia muito sentido e que sempre havia visto de alguma forma esses aspectos primários da energia universal.
Aristides, almoço / dmtr

Sonhei com meu avô Aristides,
sonhei que ele vivia sozinho ha um tempo, não falava com muita gente
ficou morando sozinho e isolado e nao dava trabalho pra ninguem
fazia a propria compra, a propria comida
todos elogiavam que ele nao dava trabalho
e eu tinha curiosidade de passar um dia la
mesmo q sem conversar (pois no sonho ele nao falava com ninguém)
mas passar um dia na casa dele, e se possivel comer um almoço feito por ele
era isso
As mecânicas do vôo onírico - Lúcido / dmtr

Sonho lúcido, terminou a subida, estou no plano. tem um lugar com uma festa acontecendo, tipo um deck de madeira com umas parreiras e umas pessoas. sei que estou sonhando e consigo voar.

Parenteses: Muito frequentemente consigo voar, mas depois da surpresa inicial começo a perder altitude como um balão esvaziando. tento "nadar" com as mãos e os pés pra pegar impulso e não resolve muito.

Pensei em alguma coisa interessante pra fazer e escolhi rapidamente e estranhamente:
— Vou perguntar à minha intuição qual seria a maneira mais eficiente de voar no sonho. E a resposta veio instantaneamente como um insight completo que vou tentar explicar agora:

Um macete pra se deslocar bem é empurrar uma das paredes com os pés, do mesmo jeito que vc pode tentar atravessar uma piscina inteira sem nadar, somente com o impulso. Porquê uma parede?
Porque a gente está acostumado a empurrar o chão todo tempo quando acordado, e o cérebro já prediz que a gravidade vai nos puxar de volta, então seria um macete inicial, é mais facil a gente aceitar o impulso sem gravidade elegendo uma parede.

e logo depois desse primeiro vôo precisamos ir buscando objetos no cenario pra conseguir mais impulso, galhos de árvore, o teto, a caixa dágua da casa, os fios elétricos, os postes de luz. Podemos pegar mais impulso com as mãos, com os pés, mudar de direção etc.

Então as físicas do vôo no sonho, ou gravidade zero. Basicamente a gente só perde a gravidade, pode impulsionar pra algum lado mas ainda assim vamos perdendo impulso, mas podemos ganhar impulso novamente em qualquer objeto do cenário, até mesmo os mais frágeis.
Meteoro, depois VARIG Jumbo / dmtr

sonhei que estava numa casa no meio de um bairro meio descampado, olhei pra um campo pra fora de casa e vejo uma fumaça bem cinza saindo de outra casa, um incendio acontecendo bem rapidamente. umas pessoas foram correndo pra lá. Olho pro poutro lado e vejo outro lugar pegando fogo e me dou conta que está acontecendo uma chuva de meteoros.

Minha primeira reação é entrar na casa, tentar esconder debaixo da cama ou atras de algum móvel, haviam mais pessoas na casa e me ocorre em um milissegundo: qual é o lugar de "sorte" da casa? ficar junto ou separado das pessoas? ficar separado pode me fazer morrer ou talvez ser um sobrevivente, ficar junto com todos pode aproximar o destino de todos, e lembro de um documentario sobre vulcões e decido sair correndo na rua.

Dava mais medo mas ao menos eu tinha o plano de ir correndo e olhando pro céu, talvez ter tempo de tomar alguma decisão se tivesse algo caindo pra este lado.

Continuo correndo, passa todo esse tema de meteoros, ja nem lembro mais. Vejo um avião Boeing Jumbo 747 novíssimo, voando baixo e lento, pintado com a marca da VARIG, branco com dois tons de azul, um muito luminoso clarinho.
Vejo também ao lado da estrada outro Boeing idêntico no meio da grama, mas sem as asas. Como o avião está fazendo uns movimentos esquisitos no céu me dou conta que estou em um sonho, planejo em correr até a estrada ficar plana antes de tentar fazer alguma coisa (continua)
Hora Grande / Dmtr

sonhei que era muito aceitável falar as horas no estilo 19:72 e isso era chamado "hora grande".
Acontecia por exemplo quando algo atrasava. vc marcou um encontro as 19h e a pessoa não chegou e já são 20:15, pra você ainda é 19:75.
One Dead Sound / dmtr

sonhei com um piano q tocava sozinho programaticamente
uma musica q chamava One Dead Sound.
A estonteante beleza e medonhez das praias da Califa / dmtr

Estava numa praia na California. Lembro (isso não aconteceu na realidade) que já havia conversado com a Jana sobre as praias e ela me falou que não havia como falar das praias de lá sem nunca ter ido, então lembrei dessa conversa.

As praias realmente eram muito bonitas, nas quadras haviam praias por 3 lados diferentes, cada lugar mesmo os menos mainstream era com praias belíssimas, gente bonita tomando sol.

entrei um pouco no mar e o mar era ventoso, com muitos níveis diferentes do mar. já sonhei com um mar assim antes.
Era algo como rochedos feitos de agua, com lugares completamente desnivelados, onde em alguns lugares dava pé, outros não. Haviam também morros de areia bem disformes. era tudo muito lindo mas dava muito medo de se afogar.

Vi uma onda grandona vindo e deu tempo de correr pra fora d’ água. Tudo era muito belo e medonho.
Formidable Lugar / dmtr

Sonhei estar num lugar no interior, um campo ou terreno com grama alta, cheio de orvalho.
Realizei imediatamente que estava num lugar mágico. Pensando agora é o tipo de lugar que só se vê nos sonhos.

Tive um insight completo, de uma vez só de algo mais ou menos assim: as pessoas e eu vivemos em cidades, em lugares que parecem mais civilizados mas que drenam a energia vital de todo mundo que está ali, quando na verdade algumas coisas da natureza, algumas vistas são capazes de alimentar as pessoas através da pele, trazendo todo tipo de bem estar que uma pessoa precisa pra viver bem.
Capitão Mario Feliz / dmtr

A questão não era exatamente de direta ou esquerda no pais, mas capitalismo vs não consumismo. Algumas empresas estavam adotando uma política de doação, disponibilizando produtos em uns terrenos baldios pra quem quisesse. Uma delas era a Cia Orgânica de cafés.
Isto era uma forma pratica de protesto ao governo, e começou a ficar proibido. muitas pessoas “esquerdistas” pegavam os produtos porque era uma forma aberta de protesto, apesar dos problemas de represália.
Outros ficavam tentados a pegar mas não queriam correr muitos riscos nas batidas policiais.

Depois de passar em um lugar de produtos gratis, algumas canecas de plástico e cafes, seguimos viagem de carro.

Quando fomos parados numa blitz policial. começaram a revistar o carro em busca de produtos não vendidos. a única forma de se safar era carregar as notas fiscais de tudo que havia sido comprado, dessa forma assegurando o método capitalista.

fui tentar ver o nome do chefe da policia, pra memorizar e tratar ele pelo nome, assim dando a entender que não abusassem dessa blitz. o nome dele era capitão Mario Feliz, sangue O+.

outro policial tentou revistar uma moça que estava com a gente de e fingi ser o namorado dela.
Abertura das Olimpíadas / dmtr

Sonhei que assistia a abertura das olimpíadas na TV. era algo que tinha a participação do público, uma enorme platéia. Começava com um corredor correndo com a tocha e logo depois o segundo bloco ele passaria pra uma mulher. lembrava o comercial da Apple 1984, e uma corrida de revezamento.
Quando ele vai passar o bastão explode como uma bomba, o atleta fica totalmente dilacerado. As pessoas próximas estavam horrorizadas, os policiais ficavam sem ação, não sabiam pra onde ir, as câmeras filmavam pra qualquer lado, não sabendo o que mostrar / ocultar.
Lembrava um pouco o filme do assassinato do JFK.
Depois de uns 30 segundos vinha uma voz no megafone falando coisas em código, lembrava o video do desastre da Challanger onde o narrador continua falando depois da explosão. A voz tentava também controlar a população fugindo pra não acontecer tumulto e pisoteamento.
Uber Corcel no mato / dmtr

saindo de um lugar fui pegar um uber compartido. coincidentemente as pessoas q estavam comigo tb foram e paramos todos no mesmo carro. era um carro antigo tipo um corcel com um senhor cabeca branca dirigindo. a gente pediu pra ir pra outro lugar e ele logo tomou a primeira rua reta praticamente saindo da cidade. assim como em cacapava do sul a cidade acaba em algumas quadras, vi sao paulo acabar em poucas quadras e achei que seguiriamos a direita numa estrada de terra costeando o mato, mas ao contrario, o motorista seguiu em frente passando pela sanga e através do arame farpado e campo adentro.
Ficamos fascinados por quão rural era ali, e bucolico. muito bonito. algumas espinheiras, logo mais arvores e varias espécies de animais. alguns lobos guará estranhos, muito altos, búfalos e algumas espécies variadas, como se fossem muitas misturas de tudo. pensei em fazer uma piada e deixar mais 10 reais no painel do carro pra ele logo nos levar onde estariam os extraterrestres, mas estava tudo tão estranho que fiquei com medo de fazer isso.
depois da experiencia conversei com os dois outros passageiros do carro e perguntei o que eles viram. cada um descreveu coisas diferentes, então pensei que havíamos visto coisas sobrenaturais e cada um interpretou com seu repertório. o meu eram animais estranhos e muito selvagens, de outra era.
Nadadores Telepáticos / dmtr

Sonhei com dois meninos brasileiros que lembravam o filme "os filhos de francisco". Eles haviam quebrado uma série de recordes de natação e também tinham um tipo especial de telepatia enquanto nadando embaixo dágua. Eles estavam bem emocionados com as olimpíadas e a possibilidade de mostrar pro mundo o que eles haviam "descoberto". Ainda haviam algumas questões burocráticas a ver com a idade, etc.
GERARD GROSCHSPIELEN / dmtr

sonhei que estava andando de onibus em bage e ia trocar de onibus perto da curva da morte. Ia pegar o onibus "lajotinha" que chamava assim porque o ponto inicial era em frente a uma casa feita de ladrilhos.
peguei um cafe no primeiro onibus (havia cafe em copos descartaveis) e fui pro segundo onibus.
Na frente da casa havia uma caixa de coisas eletricas toda preta com uma textura em relevo, muito bonita e no meio tava escrito GERARD GROSCHSPIELEN.
Achei muito interessante a marca e fiquei memorizando. Parecia uma gaita.
Sonhei que acordava e ia escrever no DROMMA este sonho e lembrando muto bem da frase. Conente por lembrar de frases específicas dentro do sonho. lembrei de buscar no google a frase pra ver se havia algo com esse nome e acordei de verdade.
Cristo Redentor e o envelope de proporcionalidade / dmtr

Cristo Redentor e o envelope de proporcionalidadeacabo de sonhar com uma visita onde um cara me contava que o cristo redentor havia sido desenhado dentro de um "envelope de proporcinalidade" fazendo parecer mais imponente quando visto de baixo, tal qual o colosso de rodes. Acordei pensando que faz sentido apesar de nunca ter ouvido falar disso.
M. na Rua ~ Curso de música pitagórica na Itália / dmtr

Sonhei que estava na associacao rural e ia acontecer um evento. tipo a M. na Rua, e iria ser uma transmissão ao vivo mas so haviam duas pessoas ali, não sabia se era pro público ir ou não. Era em algum momento da madrugada e todos estavam esperando algo. Soube que era um cara que trazia champagne pra um evento paralelo mas se vc pedisse ele servia também. uma espreita alcoólica.
Haviam caixas de som amarelas integradas na parede e outras soltas. as amarelas eram bem fortes e estavam desligadas. eu ligava e logo desligava elas pq nao sabia que horas da madrugada eram.
Em um lugar mais afastado encontro a Giorgia e ela começa a me mostrar um catálogo de cursos livres de arte e geometria que acontecem na Italia. No meio havia um diagrama do teorema de pitágoras e outros grafismos, era a aula de um professor que trabalhava com música generativa. ao tocar as páginas do livro partes da música soavam e era muito impressionante.
Entra na sala um senhor muito bem humorado e coloca uma máscara de látex com o rosto de uma mulher e fala: como é o aniversário dela vamos cantar parabéns, e começamos a cantar parabéns.
Vejo neste lugar um instrumento parecido com um Mandolim, muito precioso com umas 10 cordas todas muito próximas. Algumas estavam cruzadas e davam a impressão de estar colocadas de forma errada. Tento tocar um pouco e desisto logo.
Cabelo prata / dmtr

Sonhei com a T. ela tinha o cabelo totalmente branco prateado e a roupa também. parecia de nylon. estava de frente me contando alguma coisa interessante que não lembro o que era.
Encontro Estranho / dmtr

## 24 janeiro 2013

Estava em uma espécie de encontro, num casarao onde as pessoas estavam trabalhando em algo, havia misturado beliches, camas, malas de varias pessoas e equipamentos de iluminacao de show, nao sei precisar direito. uma bagunça.
eu tava fazendo algo indo de um lugar pro outro quando avisto uma moça, a E. Ela tinha um cabelo muito comprido e fino e estava usando uma roupa muito diferente. era como um macacão de lycra com cores bem vibrantes e cores geométricas. beleza exuberante.
fui conversar com ela não sabia se tinha me visto. ela nao queria conversar, ficava alternando entre fugindo mas quando eu chegava perto ela me dava um beijo na boca ou no pescoço.
Achava tudo muito estranho.
Buscando RK / dmtr

## 13 outubro 2013

Estava em lugar que parecia bagé, andando de bicicleta com a Marina, estavamos procurando a Raquel. passamos na frente do que havia sido minha casa em Bagé, mas estava muito diferente. havia umas paredes na frente de cimento com alguns tijolos vermelhos colocados em forma de cruz. Ela me pergunta: o que é isso? eu respondo: paredes. ela pergunta: mas o que é isso na parede? e eu respondo: tijolos.

Na casa havia uma especie de caverna buraco meio sinistro visivel pela frente. falei que justo a primeira casa que paramos pra ver era onde eu morava.
a cidade era pequena, uma mistura de caçapava e bagé e haviam limitados lugares pra ir, estavamos exaustivamente procurando a Raquel por todos os lados, precisavamos falar com ela e ela fugia.
Strange laptop / dmtr

sonhei que havia comprado um laptop diferente mesmo sem precisar. era obra de um artista famoso em uma galeria mas mesmo assim o preço estava bem abaixo de um computador normal.
Era como um macbook pro embaixo mas a tela era muito maior, tipo 24 polegadas, o computador nao fechava direito e na tampa vinha coladas algumas esculturas de ouro muito detalhadas.
Ligando ele entrava em uma versão muito moderna do windows, meio arroxeada e logo começavam a aparecer arquivos do computador do meu pai. pensei que era alguma forma de backup online funcionando.
Cirurgia removendo a cabeça / Escalada / dmtr

Cirurgia removendo a cabeça / Escaladasonhei que minha irmã ia fazer uma cirurgia no maxilar de alguém, e pra isso precisava remover a cabeça. por algum motivo eu estava consciente e sendo cortado por ela, sabia que não era meu corpo mas estava sentindo a incisão no pescoço por dentro da mandíbula. era terrível a sensação. em outro momento a cabeça estava completamente cortada e eu ja estava vendo de fora. era uma cabeça pequena e um pouco seca, não sangrava. Era uma técnica moderna que a cabeça do paciente podia ficar desconectada do corpo durante quase 48 horas.
Ela fez uma parte do procedimento em casa e depois enrolou a cabeça em um plástico pra continuar no outro dia. ficou na cozinha perto dos pães ou em algum lugar assim. Não tenho certeza mas acho que fiquei de guardar em algum lugar.
No outro dia quando ela vai retomar o procedimento não consigo achar essa cabeça e começo a procurar desesperadamente em vários lugares da casa, sabendo que havia um determinado numero de horas pra que o paciente não morresse. procurava repetidas vezes dentro dos armários, geladeira, até mesmo no forno, dentro de malas, mochilas e nada da cabeça. Ficava com uma sensação horrível que poderia ser responsável pela morte do paciente.

#parte 2 - escalada
Havia ido com algum amigo na casa de pedra pra subir paredes. era cedo e não havia quase ninguém. Sabia que havia acontecido um acidente lá, e por esse motivo não se usava mais freios, mosquetões ou qualquer tecnologia. era uma corda de sisal fininha amarrada na cintura e tudo era feito com laços e nós, pouca coisa. Ficava um pouco duvidando pois tudo parecia mais frágil e antiquado.
Estavam servindo um bandeijão lá que tinha ovo frito e feijão. Resolvemos almoçar, comer bastante antes de subir e fiquei pensando se não seria ruim comer muito antes de escalar a parede.
Azedou demasiado / dmtr

Lembro de estar numa balada, era de madrugada quase amanhecendo. o lugar era todo feito de tabuas como se fosse o salao de festas de uma igreja. pensava que ja era hora de eu ter ido embora fazia tempo, dava uma volta la e ja estava amanhecendo, haviam 3 ou 4 pessoas muito mal se revirando no chão, meio desacordadas.
elas seriam removidas pra limpeza do lugar? quem iria levar elas pra onde?
Guitarra Hello Kitty Drill and Bass - Kawaii / Dmtr

Era uma casa, semelhante novamente à casa da minha infância.
Em um quarto havia uma menina japonesa tocando uma guitarra hello kitty meio roxa, e o som que saia era um drill n' bass absurdo. Ficava olhando e tentando entender se era algo midi controlando ableton live ou algo assim.
Depois começa outra música maravilhosa fiquei encantado com o espetaculo. a moça parecia muito jovem. Tentava ver de onde vinha o som, qual era a lógica. Depois de um tempo pedi a guitarra emprestada e descobri que havia uma lógica, cada corda significava um instrumento, baixo, bateria ou voz e cada casa havia uma célula de som, assim comecei a fazer uma sequência não tão legal quanto as dela mas interessante também.
Fiquei tocando esse loop e disparando uma voz cantando em japonês, acordei com a melodia e as palavras na cabeça.
Bonito Adágio / Dmtr

Estava na festa de um conhecido meu q tem um monte de guitarras. a casa era ensolarada e haviam pessoas andano, comendo. ele dormia em uma esteira num quarto. era meio dorminhoco mesmo.
fiquei tocando um lance em uma das guitarras com uma espécie de eco de fita. era uma música muito bonita que eu ia inventando na hora, uma senhora parou um pouco e comentou: "que bonito adágio"
Protesto / Incêndio / dmtr

01 07 2013 — Estava em Bagé na casa da infância, com um terreno baldio ao lado. Estava amanhecendo tipo 6 da manhã e acordo com uns estalos e um calor. Quando me dou conta esta acontecendo um incendio nas palhas secas do terreno ao lado. nao havia ninguém ainda acordado na casa.
Pego o telefone e ligo 190 ou 191 e tento chamar os bombeiros. Cai numa central e o sujeito me pergunta em que região de são paulo eu estou. Aclaro que estou em Bagé e que me transferisse o quanto antes pra quem pudesse ajudar. Ele começou a perguntar coisas burocráticas e desliguei de repente e fui até a rua.
Havia uma turma de pessoas fazendo um protesto e indo embora, plantando algumas bandeiras no portão da casa. Pensei ter reconhecido alguém com nome de Rodrigo na multidão e chego em cima e faço uma pressão: que história é essa? tem risco de incêndio na casa. ele responde: mas é assim mesmo, pra mudar algo a gente tem que incendiar mesmo.
alguém me joga uma pedra bem grande mas erra. fica tentando atirar pedras em mim e eu nao ficava com medo, ficava pensando que seria mais produtivo tentar resolver primeiro o problema do incêndio.
Viagem / dmtr

01 07 2013 — Estavamos viajando de carro pelo interior de São Paulo, a @LaisK dirigia, indo de cidade em cidade. era tudo muito complicado com muitas bifurcações sem margem de erro.
Havia que passar pelo meio de uma cidade pra chegar na outra (Mauá era onde estávamos). havia uns visuais muito bonitos, cidades cheias de vales, árvores e eu ficava tentando prestar atenção no caminho e comentei que era muito difícil acertar todos aqueles desvios pra chegar onde estávamos indo.
Ela comentou que já estava acostumada porque desde criança o pai dela ia mostrando cada desvio e falando pra ela memorizar e um dia fazer sozinha.
Fungo na amígdala / dmtr

Estava em Bagé, e o Flet reclamava que estava com a garganta meio ardida, e uma hora me falava: to com uma sensação esquisita, da uma olhada, e abria a boca.
Eu olhava e via as estruturas gigantescas, era meio diferente e havia um lado q estava mais "aberto" que outro. no fim observo a amígdala e vejo uma espécie de fungo colado ali. Aviso pra ele que seria melhor consultar um médico sem demora.
Cherokee / Restaurante / Supermercado deslizante / Encontro awkward / dmtr

Uma rua muito embarrada e eu tava dirigindo numa cherokee ou algo assim e ia dar uma carona pra Tainá q estava vindo a pe na mesma rua. logo depois de uma subida meio rampa vi q ela estava ali mas passei adiante pq vinha muito rapido. havia transito nos dois sentidos da estrada embarrada e fiz uma manobra arriscada 180 graus pra voltar. ///
Estava em um restaurante parecia meio chique mas também meio confuso, os pratos vinham e iam e nao conseguia comer. No final um dos garçons ficava sentado na mesa e comendo junto, falando sobre os pratos, de repente vieram varias sobremesas e cafés pra todos que queriam. haviam uns suspiros que pareciam caranguejos, umas fogazzas e veio café pra todos menos pra mim. ///
Estava em um supermercado (as vezes sonho com este mesmo lugar) e eu tinha a capacidade de deslizar como se estivesse de patins. as vezes com a sola dos pés, as vezes com os joelhos. eu pegava um bom impulso e fazia umas curvas perigosas desviando as pessoas e pegando os produtos que eu queria. ///
Encontrava a ;.; e ficávamos passeando na rua de casa, conversando e passando na frente de umas lojas. Ela me contava que havia ido à praia ontem fugida durante o dia com o Antônio (que eu nao conheco, e perguntava - que antonio?) entao ela me contava coisas que haviam acontecido em outros lugares e momentos com outras pessoas e fiquei imaginando que ela nao estava muito presente no momento ali comigo, ou estava falando demasiado por estar nervosa.
Conversa verossímil / dmtr

Sonhei que estava conversando com a Bárbara, e a conversa era tão coerente que fiquei me perguntando se havia acontecido de verdade.
Falávamos sobre as vantagens e desvantagens deste tipo de projeto que no início não dá pra ter a mínima idéia de como vai ser o processo e o resultado, a entrega.
Kawaii / dmtr

Estava em um lugar público bem espaçoso era um evento cheio de gente. caminhando entre as pessoas vejo a K. Era ela com certeza mas estava fisicamente diferente. usava uma blusa ou jaqueta branca com flores vermelhas e caules verdes, fascinante feita de um material meio opaco como tyvek. Muito sorridente.
Ela pergunta pra mim: tu lembra do meu nome? com uma expressão que jurava q eu nao lembraria, e falei claro q lembro, vc é K.
Ela usava uma franja diagonal e as vezes deixava cair em cima do olho. quando isso acontecia automaticamente eu passava a enxergar tudo mais escuro, mais ou menos como de oculos escuros.
Reboco vinho escuro com cruzes / dmtr

Sonhei com Tainá e Kiko. eles haviam comprado a antiga casa dos meus avós e estavamos ali dentro trabalhando. a casa estava bem decadente, tinha umas paredes salpicadas de cimento como se fosse um glacê e eram pintadas de vinho escuro.
Com uma régua eles estavam removendo uma parte do reboco pra instalar algo tipo um quadro. o reboco era quase uma parede, tinha uns 4 ou 5 cm de espessura e revelava outra parede azul escura e lisa. dei uma volta na casa e notei que na parede vinho haviam varias cruzes de diferentes tamanhos incrustadas no cimento.
Em um momento a parede estava totalmente quebrada e mostrava que era uma parede dupla. havia uma peça quadrada sem nenhum acesso de 1x1 metro mais ou menos.
Ficava pensando em todo o espaço da casa inutilizado anteriormente, e como dava vontade de arrancar aquele reboco todo, talvez guardar algumas cruzes como lembrança.
Morrendo em loop / Dmtr

Sonhei que morria repetidas vezes.
A sensação era muito ruim. Basicamente parava de respirar, tudo virava uma angústia só e sentia algo como se fosse um calafrio elétrico avassalador que era a desconexão do mundo físico. Sabia que logo morreria novamente em breve diversas vezes estava preso em um loop. Pensava em uma maneira de sair deste ciclo.
Em um momento que não sabia se estava morto ou vivo eu via uma luz meio estroboscópica, vermelha e verde, lembrava um pouco o filme ENTER THE VOID
Igrejas aplainadas / dmtr

Um dia, sem aviso prévio algum, todas as igrejas da cidade aparecem demolidas. Era visivelmente um esforço coordenado, eu ficava me perguntando se acontecia nas outras cidades também.
As estruturas todas já no chão faltando somente remover os grandes pedaços de concreto.
Olho-anel / dmtr

Olho-anelHavia por algum motivo misterioso removido meu olho da órbita.
Uma amiga me pede o olho pra fazer um anel. Somente neste momento me dou conta da gravidade, havia perdido a visão estereoscópica. Pensei em fazer o anel pra mim, não queria ninguém utilizando meu olhar como adereço.
Pensei que seria bizarro eu mesmo usando este anel enorme e fiquei arrependido de ter removido o olho, perguntei pra alguém se eu poderia conservar em soro pra tentar um reimplante
Carona na moto / dmtr

sonhei que estava viajando de moto, muito lentamente com meu pai na carona.
haviam buracos geometricamente desenhados na estrada que parecia de uma espécie de concreto alaranjado.
umas descidas escavadas em curvas perfeitas, calhas e descidas. em cada acidente na estrada eu avisava um pouco antes pro pai nao ficar desatento.
— uma descida brusca! buraco! e por aí vai.
Era uma viagem que duraria seis horas e exigia 100% de concentração.
Parede de gelo e escadaria de mármore / dmtr

Sonhei que eu estava escalando uma parede de gelo. parecia a textura de gelo da geladeira, eu chutava a parede pra criar um buraco pra entrar o pé, e furava com a ponta dos dedos o gelo meio duro. Antes de mim ja haviam passado duas meninas, amigas minhas que estavam numa parte segura, a parede de gelo terminava numa escadaria de mármore. Abaixo de mim estava a Sté esperando eu subir pra ir também. tenho dificuldades numa parte e olho pra baixo, a sté ta deitada no gelo, dormindo. cheguei no primeiro degrau da escada e pedia pras meninas se afastarem pra eu ter espaço de me mover pra cima do degrau. pensei que seria mais facil pra Ste subir agora que o gelo ja tinha buracos pra por mãos e pés.
Moletônibus / dmtr

Estava estudando na UFSM, pegando o ônibus de volta pra casa. Estranhamente o ônibus passava pela paulista e dobrava na consolação e tinha dois pontos muito próximos, cerca de 20 metros um do outro. não consegui descer no primeiro e entre o primeiro e o segundo encontro a Cris.
Ela estava usando um moletom meu bem pequeno e velho que supostamente eu havia deixado na casa dela.
Ela ficou constrangida e falou que não tinha intenção de usar e que pegou sem querer e eu achei tudo muito engraçado e dei uma cheirada no moletom pra ver se tinha cheiro de guardado, ou de mim ou dela.
Ankward / dmtr

Estava em uma espécie de encontro, num casarao onde as pessoas estavam trabalhando em algo, havia misturado beliches, camas, malas de varias pessoas e equipamentos de iluminacao de show, nao sei precisar direito. uma bagunça.
eu tava fazendo algo indo de um lugar pro outro quando avisto uma moça, a E. Ela tinha um cabelo muito comprido e fino e estava usando uma roupa muito diferente. era como um macacão de lycra com cores bem vibrantes e cores geométricas. beleza exuberante.
fui conversar com ela não sabia se tinha me visto. ela nao queria conversar, ficava alternando entre fugindo mas quando eu chegava perto ela me dava um beijo na boca ou no pescoço.
Achava tudo muito estranho.
Encontro comigo mesmo / dmtr


estava vendo uma foto na internet alguem mostrando. era algo engracado como uma ilusao de otica, um cachorro pendurado em um lugar que dava impressão q era muito alto, não sei explicar direito. havia uma viga baixa onde o cachorro estava e uma estrutura gigante atras da foto, onde o cachorro parecia estar.
era no computador e comecei a ver a foto com atenção e vi que era o prado, perto onde eu morava quando era criança.
a foto neste momento parecia o google street view, porque consegui ver pro outro lado da foto e fui me aproximando da casa onde eu morava pra mostrar pro amigo.
num momento eu ja me sentia caminhando dentro dessa cena. fiquei na dúvida se era tipo uma realidade virtual ou se eu estava realmente lá.
Ouvi um som de guitarra saindo de uma casa ao lado da minha e fiquei prestando atenção. Detectei que era algo que eu mesmo havia tocado há muitos anos atras. achei curioso eu cair exatamente naquele momento.
Fiquei com um pouco de receio de me ver e me assustar (o outro eu) mas vi que alguém havia entrado antes naquela casa e fui chegando perto.
o outro eu tava com a guitarra posta e me olhou e teve uma reação estranha. fez uma cara de surpreso e gritou pro outro cômodo \"mãe, quero te perguntar uma coisa\".
Soube imediatamente pela reação que o outro eu ficou tão surpreso que estava inventando uma explicação mais lógica, como se alguém estivesse esperando algum parente ou irmão perdido, mesmo sabendo que era eu mesmo. talvez ganhando tempo pro encontro.

Quando me dou conta o outro eu havia virado uma mulher. eu sabia que era eu mas era uma mulher muito bonita, com um vestido amarelo alaranjado, um cabelo castanho comprido um pouco tímida, bonitas pernas.
me abracei e saí caminhando com ela sentindo uma proximidade e sincronia sem igual. algo praticamente telepático.
Senhora limpa câmeras / Dmtr

sonhei que levava minha câmera pra limpar numa senhora, elas estavam muito sujas cheias de poeira por dentro e por fora, ela ficava reclamando e falou que não iria tocar na parte interna, e sim encher as câmeras de bolinhas de isopor e chacoalhar.
Indio e Slash / dmtr

O índio de repente estava numa especie de show / programa ao vivo e havia ficado amigo do Slash do guns n' roses, que estava de cabelo curto. estavam os dois trocando ideia e bebendo no mesmo estilo. todo mundo achava engraçado isso. Depois rolava uma festa meio jam session com um monte de gente emendando uma música na outra, meio sem critério.
Pictograma de ondas para violoncelo / dmtr

Pictograma de ondas para violoncelosonhei que havia uma apresentação de um trio com uma famosa violoncelista arrogante e loira, era num lugar parecido com o CAL na UFSM
eu estava no trio e nao lembrava de ter ensaiado a música e nao estava muito preocupado. Esta loira vinha falar comigo preocupada. eu perguntei como era o nome dela. era amiga da prof. Nara.
Lembro que tinhamos pouco tempo pra apresnetacao e tentei organizar: teríamos que fazer algo porque faltava pouco tempo pro "recital" e eu nem sabia nada do que ia ser tocado. Era um trio de clarinete, mandolim e violoncelo.
ensaiar ela falou que estava fora de cogitacao pois as pessoas que assistiriam depois ja estavam por ali e ouviriam o ensaio.
sugeri ela a fazer um desenho corporal como forma de psicomagia assim ela teria algo pra tirar o foco durante a performance e ficaria menos tensa.
ela tirou a blusa e ficou de costas pra mim. peguei uma canetinha, pensei um pouco e decidi desenhar quatro traços ondulados um em cima do outro, como que mostrando um contraponto da música. quando risquei nao saia nada do pincel/canetinha, somente água. vi que era o pincel errado de agua e expliquei pra ela que iria atras do pincel verdadeiro. fiquei decepcionado que nada tava dando certo, nem a medida provisória.
Indio Bêla Kraftwerk / dmtr

1 novembro 2012
dormindo a tarde:
sonhei que estava fazendo uma animacao pro indio, ele olhou os primeiros estudos e falou: pra sound design posso chamar o molina, o carlos bela ou n. sei quem mais. era algo no estilo kraftwerk muito legal de trabalhar. O indio entao estava trabalhando como uma agencia, pegando os trampos e passando a execução pros amigos. Somente fazia direção criativa.
Suommelina / dmtr

5 novembro 2012
sonhei com a lais, sonhei coisas finlandesas
acordei com a palavra Suommelina na cabeça
Espichada / dmtr

11 novembro 2012
sonhei que eu estava em uma sala de aula, parecia segundo grau ou faculdade. a professora desenhava uns bonequinhos de palito em diferentes expressões corporais e muitas legendas em varias partes do corpo. supostamente era uma aula pra aprender a trabalhar o desenho de expressoes corporais como um todo, vnedo somente o esqueleto simplificado da figura, algo pra quadrinhos ou animação. eu sentava ao lado da Pri P. e a LaisP era colega e sentava bem na frente.
Ela comentava como a Lalá era espichada e fina e ficava fazendo um gesto com a mão como se estivesse esticando alguma coisa.
Corpo e Mente / dmtr

18 novembro 2012
sonhei com uma frase no fim do sonho se referindo a um suposto conhecido ditado de yoga
"o corpo é somente treino. na mente que é a luta ocorre"
Nova bicicleta com pneus balão / dmtr

Sonhei que comprei a bicicleta. era diferente do que eu pensava que seria
tinha os pneus balao era toda preta e bonita, facil de pedalar. ficava meio decepcionado com minha escolha mas pensava em ja juntar dinheiro pra comprar outra
Mar mexido e sorvete longitudinal / dmtr

mar mexido demais esqueci trajes de banho.
pelado perdi as roupas no mar. com minha carteira dentro.
fiquei buscando sem roupas, somente preocupado com minha carteira e documentos
encontrei a calça como se fosse muito velha ja, como se tiveses passado 10 anos
Alguém tava comendo um sorvete de uma maneira muito estranha, acho que era o patricio.
Ele comeu exatamente uma metade do sorvete, vertical, entao ficou meio cone mostrando cores concentricas
como se os sabores fossem colocados em cones um dentro do outro
Terminando por tabela / Dmtr

Sonhei que estava com a Joy em um eventinho e ela me pergunta: vocês terminaram? eu respondo que não. Ela me conta que havia falado por fone com a Laís pela manhã e que falou que havíamos terminado.
eu saí do evento e fiquei andando pelarua tentando ligar pra ela, mas a interface do telefone era estrana e caia numas caixas de mensagem diferentes tb. não consegui ligar.
corpo e mente / dmtr

sonhei com uma frase no fim do sonho se referindo a um suposto conhecido ditado de yoga: "o corpo é somente treino. na mente que é a luta ocorre"
Vôo singelo / dmtr

Sonho lúcido: Sonhei que voava, era uma cidade no crepusculo varias nuvens o ceu meio colorido mas a noite.
Eu dava algumas braçadas no ar como um sapo nadando e a princípio meu intento era ir muito rapido e pra cima.
Tive a consciência de estar sonhando e me aproveitar disso e passear um pouco. Quando eu tentei acelerar e subir parece que foi se exvaindo a energia do vôo e comecei a ir mais lento e baixar um pouco até tocar no chão. pulei pra tentar um segundo vôo que era muito mais lento e difícil. fiquei pensando que a "gasolina" acabava rapidamente e da próxima vez eu teria que planejar algo curto e emocionante.
Notei o sonho indo embora e prestei atenção na transição do sonho até abrir os olhos.
Lavanderia Marcos Sporaglia / dmtr

eu morava numa esquina super aberta cheia de vidros.
ia buscar umas roupas na lavanderia que outra pessoa havia deixado pra mim.
lembro do calculo de valores, alguma roupas ficavam muito caras algo tipo 150 reais pra lavar uma peça q nao valia isso. 19 reais uma gravata. no total dava dois mil e alguma coisa reais.
A mulher atendendo era uma loira de cabelos cacheados com uns 40 anos. Não tinha esse dinheiro e resolvi dar um cheque. Pergunto o nome dela e ela responde: Marcos Sporaglia. Não gostei da resposta, escrevi no lugar errado e rasurei a última folha do cheque.
Retti / dmtr

somente lembro de alguma especie de cream cheese em cima do pão, e a frase de impacto "Retti, uma distração sem igual para o seu paladar matutino".
Acordei
STIDJOS / dmtr

sonhei com uma comida mexicana chamada STIDJOS, que obviamente não existe. feita com muito queijo, beringela e uma carne desfiada, maravilha
Instax sem câmera / dmtr

sonhei que estava andando por um lugar a noite, uma cidade desconhecida muito aberta com palmeiras, construções antigas e coloridas e perto do mar. tirei algumas fotos com a instax, depois resolvi tirar o filme de dentro da câmera e tirar fotos sem a câmera. eu tinha que espatular ele com um pedaço de plástico pra imagem começar a aparecer e tinha a impressão que essa forma manual ia trazer umas interferências diferentes.
O resultado da foto é que não parecia ser a noite, tudo muito colorido e muitas pessoas que eu não havia notado na hora de tirar a foto.
Cobra Cruzeira / dmtr

Cobra CruzeiraEstava em Bagé na casa dos meus pais, quando eu avisto de canto de olho uma cobra, fiquei sem me mexer e pedi pro meu pai afastar ela de alguma forma, ele não deu muita importância e a cobra me picou. era muito pequena e se prendeu em mim na mão esquerda do lado de fora da mão. consegui agarrar ela com a mão direita e vi que era verde com alguns pequenos pontos vermelhos, e ficaram quatro marcas de sangue na minha mão esquerda. duas maiores nos cantos e menores no meio. era pequena e verde, tinha uns pontinhso vermelhos e supostamente era a "cobra cruzeira".
fiquei agarrando com a mão a cobrinha e pedi pra alguém me levar rápido pro hospital militar. ninguém dava muita importância e nem paravam o que estavam conversando.
nisso a cobra me picou novamente na mão que eu segurava ela, na direita. apertei com os dedos muito forte a cabeça dela pra tentar esmagar.
fui buscar algo que precisava uma escada, algo que eu levaria pro hospital. fiquei pensando que alguém tinha que me ajudar porque eu estava correndo com tudo, provavelmente acelerando meus batimentos cardíacos e espalhando mais rapidamente o veneno.
Quando convenci meus pais a me levarem lá, era um carro diferente, como se fossem dois carros um dentro do outro. o de fora era de plástico. algo muito moderno mas com muito pouca qualidade. fiquei tentando abrir a porta que envergava mas não abria. tudo era complicado.
Construção antiga e minhocas no pé / dmtr

Estava visitando cidade diferente como se fosse porto alegre, passeando à toa na cidade.
Do nada num lugar onde nunca havia notado havia uma construcao super grande, com um gramado inclinado na frente, parecia o museu dom diogo de souza em bage, meio misturado com o instituto biologico em sp. era todo de pedra e havia uma nevoa como uma serração somente na area da construção. fiquei pensando se era fechado e abandonado ou era algo tipo um museu aberto a visitação. resolvi subir o jardim até a altura das entradas. no meio tempo vejo uns bichos tentando me picar saindo de uns arbustos. começo a caminhar e noto que estou com os pés descalços e umas espécies de minhocas muito moles estavam entrando na sola do meu pé. arrasto o pé no chão duro e acabo rebentando algumas, vejo que uma esta entrando quase completamente no meu pé e agarro ela com os dedos pra puxar pra fora, mas parece escorregadia, fico pensando que uma vez instalada em mim eu teria muitos problemas pra remover elas completamente.
Corte Calvo / dmtr

Uma amiga minha cortava o meu cabelo, deixei ela à vontade pra inventar, mas quando olhei no espelho fiquei um pouco injuriado.
ela havia me deixado sem cabelo no topo da cabeça e além do mais minha cabeça parecia meio grande e meio calva. fiquei pensando o que eu faria pra disfarçar até o cabelo crescer novamente.
Projeto apoiado pelo instituto cultural / dmtr

Um projeto meu estava sendo apoiado pelo insituto XX Cultural.
era uma projecao que acontecia dentro de umas peças de madeira que a principio parecia um coco seco partido abrindo como uma ostra.
depois me dei conta que era uma escultura feita com metade de um moedor de pimenta (mantendo o volume arredondado atras) e outra coisa com volume também. haviam sido esculpidas por uma amiga minha e dentro havia uma projecao de fios que se subdividiam coloridos, formando uma animação muito bonita.
Mostrei pro curador que gostou muito e comecou a dar algumas sugestoes no projeto fisico, ele imediatamente serrou o objeto tirando todo o volume dele, deixando muito fino, o mínimo pra funcionar e o objeto ficou parecendo meio fálico e de mau gosto. eu tentava explicar isso pra ele, ficava tentando buscar as palavras corretas pra não ofender.
Jantar no Cinema / dmtr

Estava com a família, pai, mãe e irmã. Entramos num cinema por acaso, e o filme estava com baixissima qualidade, parecia reenquadrado nao dava par ler tudo na tela. o projecionista ficava tentando ajustar o ângulo de projeção de acordo com as frases pra galera ler, e a abertura era um texto 3d indo embora com uns creditos disney no meio.
havia tipo um buffet numa sala integrada a do cinema. resolvi levantar pra comer, nisso levantaram umas 15 pessoas e o filme foi pausado e as luzes ligadas. as pessoas ficaram gostando pois todo mundo estava aborrecido com o filme, perguntavam: já é o intervalo? "como se houvesse intervalo no cinema".
Havia muitas variedades de comida e era difícil eleger algo que combinasse. um desconhecido da fila comentou pra mim que pensou em pegar pão francês e whisky finlandês (não seria vodka?) mas que isso não cairia bem (falando com sotaque francês).
Eu tentava cortar algo que parecia um bolo e no interior haviam feijões. algo que parecia salgado era doce, etc. e também era difícil medir as quantidades. fiquei com um prato gigante e encontrei uma amiga que ficou rindo, falou que eu tinha vindo jantar dentro do cinema.
teste / dmtr

testeteste de desenho e envio. agora nao vamos mais ter erro
Moviola ligada no computer / dmtr

Estava participando da produção de um filme com o Karim novamente. Tava contente e muito atento pra todas as partes do processo pra ver se eu aprendia coisas. Alguém estava filmando algumas coisas aleatórias pra testar o tipo de filme, nesta "oficina" estavam também o Carlo e a Carol.
Estavamos numa sala tipo uma baia de trabalho onde havia um mac super moderno conectado diretamente numa "moviola" bem antiga. ela era meio arredondada tipo uma máquina de consultório odontológico antigo (lembrava uma máquina de costura também), era vertical e tinha uma manivela grandona, tipo de meio metro de diâmetro. No computador estava aberto o futurista "final cut 9" que tinha um visual todo branco e arredondado. O Karim manivelava o filme na moviola e aparecia imediatamente os frames na tela. Com uma agilidade gigante ele posicionava os frames e apertava uma palanca que era tipo de uma guilhotina que cortava ou marcava o filme nos trechos exatos. fiquei impressionado com a segurança da operação e com este workflow. gostaria de saber trabalhar deste jeito.
Ele me entregou os pedaços de filme, tipo uns 3 metros de filme pra eu levar num outro departamento pra escanear os testes. fiquei segurando com cuidado nas bordas do filme que ninguém parecia tratar com muito cuidado.
Em outro momento eu teria que compor uma música meio aleatória e fazer uma animação, basicamente de traço preto pixelado e preenchimento verde claro e rosado. Estava contente de criar uma coisa muito aleatória e também ficar anônimo, pois supostamente a música era de algum personagem do filme.
O sol explodiu / dmtr

estava fazendo um traalho com o C, estavamos nos alternando no computador, e falta a luz de uma maneira estranha, a tela fica PB, escurecendo oscilando entre claro e escuro, e depois vamos reiniciar o computador. supostamente ele havia perdido uma parte do trabalho.
depois de um tempo começou a acontecer a mesma coisa. da janela dava pra ver uma parte da cidade e tava tudo meio escuro e oscilando também, havia algo errado. De repente sinto com todo meu corpo uma descarga eletrica gigante tipo um raio, e uma luminosidade branca.
nao sabia ainda as consequencias, eu gritava "o sol explodiu" e tentava me levantar e apontar pra algo, me dei conta que estava morrendo.
ao inves de minha vista escurecer, tudo começou a ficar claro, eu sentia como se meu sistema nervoso completo estivesse com uma sobrecarga de energia que tendia ao branco. perdi toda a força de vontade e fui relaxando me deixando levar pela sensação de morte. pensei: é agora que vou saber se vou somente desintegrar ou se tem algo mais além. a sensação no início parecia tranquila mas foi ficando opressora pois estava me faltando o ar e eu estava perdendo a consciência, me sentia perdendo tudo que eu tinha, 100% desintegrando.
The Shadows no teclado / dmtr

Estava em Bagé com a @Ags num show do "The Shadows", num lugar grande. Eles estavam bem velhinhos cabeça branca, e tocavam somente com teclados. todos os sons de guitarra e percussões westerns eram samples. o show tava rolando legal, eles eram alemães meio estilo kraftwerk. uns com teclados grandes e cinza e outro com teclado pequeno e vermelho. Estavamos colados no palco meio na esquerda. Havia um teclado grande e ocioso, ao alcance da mão. Num momento a @Ags esticou o braço e apertou um monte de teclas deste teclado, e disparou uma sequência dramática do que seria o "Gran finale" do show. a banda foi parando de tocar e o som deste teclado nao parava. O público entendeu como um gran finale e começou a aplaudir bastante, e a maioria dos músicos foi abandonando o palco muito aborrecidos, e um deles queria continuar tocando e ficava puxando pelo braço os colegas de banda que queriam sair. ele até começou uma próxima música no teclado mas ficou rolando este impasse.
Mind the gap / dmtr

Morava num prédio velho no centrão, lugar comercial bem com cara de administrativo, saguão com mármore gasto, letras em bronze, entrada e saída de motoboys. Era um lugar que funcinavam alguns trâmites ilegais, parecia um banco antigo, muito movimento.
Eu estava com alguém no elevador e invento de apertar vários botões, nisso sobe um cara com muita cara de bandido e depois entra várias outras pessoas, parecia um ônibus cheio de gente. Fico paranóico por estar com um computador na mochila, e resolvo descer num andar que não era o meu pra despistar.
Quando chega o andar que elegi descer desce também um monte de gente, um pouco demorado, e quando chega a minha vez, havia tipo de um vão entre o elevador e a porta do andar, que fecha bem na minha frente, e a porta do elevador fecha atrás de mim.
Fico me equilibrando naquele pequeno vão e me espremendo pra frente no momento que o elevador segue viagem, quase raspando nas minhas costas.
Coloco as pontas dos dedos na fresta da porta tentando abrir e tentando me equilibrar, pedindo socorro.

PS: Hoje lembrei deste sonho todas as vezes que entrei no elevador
Gmail / dmtr

Sonhei que eu tinha por acidente apagado permanentemente minha conta do gmail com tudo. fiquei correndo pra ver se fazia outro usuario com o mesmo login mas estava ao mesmo tempo aliviado de deixar de usar gmail e fiquei pensando em abandonar mesmo.
Bazar no recreio e mais um monte de coisa / dmtr

sonhei que estava indo pra um lugar que era uma aula de ioga em um lugar que parecia o IMBA em Bagé.
lembro que estava indo numa carroca pra la e tinha um gordão que parecia muito avancado na ioga. olhei pra mim mesmo e me via com roupas inadequadas.
chegando la ainda faltava um tempo pra aula e havia um banheiro com chuveiros. resolvi tomar um banho. era um banheiro bastante aberto e não muito limpo, eu estava atrapalhado e acabei molhando meus calçados (umas botas magenta) que eu não tinha certeza se eram impermeáveis.
era dificil fechar as torneiras, não dava pra saber direito pra que lado elas abriam e tambem quando estavam quase fechando voltavam a abrir, sempre ficava saindo agua.
Olhei e vi um chuveiro aberto saindo agua quente. sempre aberto. era o sistema de la, agua sempre correndo.
tomei meu banho, fui me lavando quando olho pra trás e vejo que a parede de trás do banheiro era de vidro e dava pra um morrinho de grama tipo no ibirapuera. havia uma turminha sentada ali, tipo a J, talvez a P e mais umas pessoas. não disfarcei muito, abanei pra elas e continuei me ensaboando, um pouco envergonhado.

no meio tempo a J se aproxima e junto um cara mais velho, com uma coisa estranha no ombro. o ombro dele estava meio verde como um queixo barbeado recentemente.
eles me cumprimentaram e comunicaram que estariam indo pra Bagé em breve pois estariam levando alguém hospitalizado que precisaria de cuidados especiais de lá, falavam que lá havia médicos melhores e condições de repouso sem paralelo. fiquei meio duvidando daquilo mas aceitei.

Ao invés da aula, agora o evento seria tipo um Bazar, organizado por alguém tipo o Diogo. eu venderia o poster lunar e muita gente venderia outras coisas. eu tava meio desorganizado, cheguei e todo mundo ja tava montando e tal. eu tava um pouco com preguiça de montar, nao sabia quanto tempo ia durar, etc.

logo na chegada ganhei uma placa de acrílico leitoso bem grande com letras vermelhas escrito bem grande DIMITRE
fiquei pensando onde por aquilo, que não informava nada e ao mesmo tempo tirava mais atenção do meu produto. Pensei também que deve ter custado caro e era meio contraprodutivo, malorganizado.

Era num colégio e vi as pessoas vendendo se movimentando comendo pastel durante este recreio. tudo tava acontecendo e eu ainda nao tinha conseguido nem juntar meus posters. na verdade eu nao encontrava eles. so encontrei umas 5 devoluções meio danificadas. fiquei me perguntando se alguém teria armado antes e ja vendido, sei la.
o recreio acabou e noto que começa a desmontagem. Eu achava que o lance ia durar uma semana ou algo assim e durava um recreio. e nem consegui montar tudo a tempo. fiquei com um peso na consciência de não ter conseguido participar.
Avião espião não tripulado / dmtr

Avião espião não tripuladoSonhei que estava em bagé e olhei pro marco de uma janela e tinha um aviãozinho de plástico com mais ou menos uns 25cm de comprimento estacionado ali. Logo me dei conta que era um avião não tripulado espião e resolvi amassá-lo com as mãos. ele tinha muitas asinhas pequenas e não foi difícil quebrá-las com um ruído crocante. Logo depois disso muita coisa me passou pela cabeça, que poderia ser um avião militar e eu poderia arranjar encrenca por isso. resolvi colocar ele dentro de uma sacola plástica e me dei conta que podia ter um GPS, ja tinha minhas impressões digitais nele, eu teria que desarmar a bateria.

comecei a abrir o avião e dentro do "abdomen" dele descobri algo similar a um termômetro, com gradação e tudo mais e um líquido dourado dentro, lembrando um pouco azeite de oliva. arranquei facilmente o tubo que intuí ser a bateria, e algumas gotas derramaram no meu dedo. Fui correndo ao banheiro lavar o dedo com sabão pra caso fosse algum ácido. no caminho do banheiro cocei o meio das minhas sobrancelhas e a órbita de um dos olhos.

Começo a lavar meu dedo com sabão e vejo que ele começa a sangrar, o sabao arranca um pedacinho da pele. sinto também uma formigação na testa e resolvo olhar no espelho. Estavam caindo varias camadas de pele, no meio da testa estava muito rosado e descascando, ao mesmo tempo saia uma espécie de espaguete branco vivo como se fossem uns vermes fininhos quase transparentes, se mexendo.
Me dei conta que o termômetro era alguma coisa nuclear, radioativa e me preparei para uma morte muito sofrida.
Agus Tatuagem / dmtr

Sonhei com a Agus, ela tinha feito uma tatuagem gigante na barriga e nas costelas do lado. eram uns bonecos amarelos tipo desenho dos gêmeos, com olhos de peixe, tinha muito amarelo e verde nos desenhos que eram bonitos mas no meu ver não combinavam com ela. Fiquei com uma sensação muito complexa de tristeza e ao mesmo tempo que eu também não tinha direito de que isso me causasse nada pois cada um faz o que quer com seu corpo.
OBE - experiência fora do corpo / dmtr

Estava começando a dormir quando senti que meu corpo estava solto no ar, no escuro. Reconheci imediatamente que estava tendo uma experiência fora do corpo e resolvi flutuar rapidamente pra frente, pra tentar explorar o espaço fora da casa. Fiquei pensando no que poderia fazer estando solto do meu corpo quando tomo um susto absurdo e acordo com um clarão no quarto e um barulho, alguma coisa nos fios na rua ou no transformador, algo que acontece algumas vezes na madrugada. Acordo com um pensamento intuitivo que eu devo ter ido pra frente sem enxergar e passado pelos fios elétricos da Consolação.
Nadando no córrego ao pôr da lua / dmtr

estava numa praia com J. visitando uns amigos na parte bem da direita da praia. sabia que eu estava hospedado do outro lado. paralelo à areia da praia havia um corrego com casas dos dois lados, era um lugar normal de banho.
no meio da visita aconteciam algumas coisas estranhas e presenciamos um pedaço de um prédio vizinho cair de repente, tipo 2 andares tombando inteirinhos. fiquei pensando se as pessoas não haviam se machucado. Era indefinido entre noite-dia. tipo uma noite um pouco mais clara. a lua estava se pondo no horizonte (mar) gigantesca e fiquei pensando que seria uma boa hora de ir pra casa, nadando no córrego.
entravamos na agua e comecavamos a nadar, eu sempre um pouco atrás pq nado pior, mas a correnteza ia a favor o que dava um impulso maior e bom.
Mega vulcão gigantesco / dmtr

Havia um mega vulcão gigantesco saindo do meio do mar. ninguém sabia o que aconteceria com o mundo. haviam imagens na televisão de uma coluna gigantesca de cinzas saindo diretamente do mar formando um "tronco".
Estava falando no telefone com a J. e como seria um problema viver em São Paulo no perigo de uma catástrofe. Ela me convidava pra eu eleger um novo lugar pra gente mudar, que confiaria na minha decisão. Algo alto como o Chile mas mais estável eu pensei.
Tomografia pontilhismo 3d / dmtr

Sonhei q havia feito um app pra ipad q era um 3d pontilhado do meu cranio (tomografia). muito lindo somente preto e branco.
estava tentando adicionar os giroscópios pra girar o ipad e ver a imagem girando em 3d
Estruturas cranianas ampliadas / dmtr

uma foi sobre a minha cabeça, estava vendo minhas proprias estruturas cranianas
o "medico" estava me explicando cada detalhe, coisas qeu eu ja tinha me dado conta pela tomografia.
eu mesmo falei dos nervos calcificados e ele explicou melhor, falou das caracteristicas disso.
Cadeira de escritório no trânsito / dmtr

Sonhei que eu estava numa cadeira dessas de escritório com rodinhas, no meio do transito em Bagé. eu ia andando no meio dos carros e onibus, parando no sinal vermelho e tudo mais. lembro de desviar alguns buracos e reduzir pra um onibus passar, ficava empurrando com as pernas. Logo depois ja era uma bicicleta e outras coisas aconteciam.
Sintetizador ESSO dos Mamonas / dmtr

Sintetizador ESSO dos Mamonas Sonhei com um sintetizador muito bacana, bem preto feito por um brasileiro nos anos 90. Era o sintetizador oficial dos mamonas assassinas e era muito bonito.
Bem preto e cheio de botões como se fosse uma televisão antiga. no canto esquerdo tinha o nome do inventor, a marca da ESSO feita de Leds e um adesivo dos mamonas.
comecei a tocar e explorar os efeitos girar os botões, saia um som meio radinho AM. Até que me dou conta que havia uma chave pra trocar de baixa qualidade pra alta qualidade como se fosse um efeito, mudei e começou a sair um som fantástico muito estranho.
Elevador diagonal e a ervilha / dmtr

#1
Estava começando num trabalho novo, nao conhecia ninguém. peguei o final de um projeto de vídeo e teria que levar meu computador pra trabalhar lá. Eu estava em bagé e meu irmão me dava uma carona até o trabalho. chegando lá começava a ver diferentes pessoas e passar por duas salas, bem cara de escritório mesmo e ir até meu lugar. Me dou conta que estou sem meu computador, e um técnico ao lado da a sugestão de trazer um computador da vila sonia, achei q daria muito trabalho e demoraria muito e sugeri de pegar um taxi pra buscar o meu em casa. isto fica indefinido.
De uma sala ao lado saem varias meninas e mulheres com o rosto maquiado bastante claro e com bocas vermelhas. elas saem muito emocionadas meio chorando e rindo ao mesmo tempo e reconheço entre elas a Tati Z. Elas estavam se abraçando e chorando e rindo e fiquei muito curioso em imaginar o que elas estariam gravando (atuando) na sala ao lado pra tamanha comoção.

#2
Vou pra um lugar que supostamente era como se fosse o D-EDGE mas era também um colégio. eu ia la fazer um trabalho no segundo andar, mas quando ia me aproximando ouvia rumores de que a policia estava por la, uma pessoa havia sido morta ou havia um tipo de confusão assim, havia muitos movimentos de pessoas indo e vindo pra todos os lados na redondeza, lembrava uma clássica saída do colégio.
Vou até o elevador, tento por o braço enquanto a porta esta fechando e o elevador fecha no meu braço, me machucando. Tento novamente na outra porta e acontece a mesma coisa. Me dou conta que entre os dois elevadores havia um elevador menor, individual como se fosse a porta de um armário. Entro nele e aperto o n. 2.
Comecei a ficar com medo pois o elevador era preso por uma corda e uma roldana, dava pra ver o exterior, e me dou conta que no lugar do n. 2 estava o numero oito. eu iria subir oito andares e esta cabine era pendurada do lado de fora do prédio. O elevador andava e ringia, balançava e eu mordia os dentes e cerrava os olhos prendia a respiração e esperava que chegasse rápido e a salvo. Notei no painel que os números eram todos fora de ordem, haviam sobrepostos dois tipos diferentes de botões, e finalmente achei o n. 2 onde eu precisava ir. Quando aperto noto que o elevador começa o movimento em diagonal, acompanhando a parede do prédio descendo e indo pro lado ao mesmo tempo.
Quando o elevador chega perto do chão ele para de descer mas continua andando pro lado, entra em um corredor externo que lembrava um banheiro de gado e faz uma curva. continua andando e avisto muitas pessoas, algumas filas. fiquei preocupado de "atropelar" alguém com o elevador pois ele ia na direção do que parecia o início de uma fila. Entendi que eram pessoas esperando o elevador.
Quando saio do elevador ele já estava tão precário que era tipo um Skate long com uma corda amarrada. A primeira pessoa da fila me alerta que havia umas compras no chão, umas ervilhas e um maço de alguma folhagem. Falo que não é meu e ao mesmo tempo me lembro que a ervilha era minha sim. mas decido deixar pra trás queria muito me afastar do elevador.
Domando a sussuarana gigante para sobreviver / dmtr

Domando a sussuarana gigante para sobreviver Estava andando perto da casa onde morava na infância quando veio subindo pela rua um animal gigante, um felino mas do tamanho de um urso. tinha cor marrom sólida, pelo que pesquisei o bicho mais parecido é a Sussuarana. Bom era uma sussuarana gigante correndo com um gauchão montado, domando o bicho e ao mesmo tempo apavorado e gritando. Ele aproveitou a distração do animal (eu) pra saltar no chão e fugir.
Fiquei frente a frente com o animal. tive muito medo mas intuí automaticamente que se eu virasse as costas e corresse eu estava morto. a única possibilidade era "atacar" o animal. Com muito medo encarei a fera que tinha um meio metro só de cabeça. Ele ficou em duas patas como um urso e comecei a peleia. eu atacava o bicho perto do pescoço e tinha plena noção que a minha força era minúscula mas eu precisava me impor pra prorrogar a minha vida.
Me dei conta de muitas coisas ao mesmo tempo. Que pra sobreviver eu teria que "montar" no bicho, pois sairia quase imediatamente do campo de visão dele. Eu sabia q teria q sair do campo de visão pra ele esquecer de mim. Também sabia que era exatamente o que o gauchão fez pra sobreviver. Me agarrei num tufo de pêlos no pescoço do bicho e escalei ele, parece que funcionou pois me dei conta e já estava nas costas do bicho, grudado igual a um carrapato. O bicho saiu rua acima e andei um certo trecho em cima das costas dele até entrar no Prado (associação rural), quando passamos no meio de um pasto alto vi a oportunidade de saltar fora enquanto o bicho estava ocupado em correr por aí.
Ritual da árvore centenária / dmtr

Ritual da árvore centenáriauma reuniao no meio da amazonia a noite perto de uma arvore centenaria muito grossa
varios japoneses num ritual em roda sendo comandado por um brasileiro
algo muito respeituoso e importante os japoneses tinham vindo especificamente pra isso
era um lance bonito. um circulo era um leilão da arvore que valia muito
e o brasileiro era o negociante e conduzia a sessão
eu contava pra alguem isso tudo e visualizava, ficava pensando q era legal de eles se deslocarem ate la pra fazerem isso e que os japoneses tinham fetiche de coisas quase extintas e por isso eles cacavam baleias e coisas do genero uma especie de respeito misturado com consumo
Pouco orgulho das minhas tatuagens / dmtr

Pouco orgulho das minhas tatuagensMe dei conta que eu tinha um certo número de tatuagens nas costas e somente ali. Sem nenhum planejamento elas estavam ali com diferentes estilos de traço, idéias. Não lembrava exatamente de ter decidido fazer elas então concluí que devo ter feito em um momento que estive com pouca consciência, quase como dormindo.
Eu ia tomar um banho de piscina mas n. me sentia totalmente à vontade de expor elas.
Batismo da cura / dmtr

Estava com algo na testa como uma casca de ferida ou uma pele seca. Veio uma mulher, era uma figura que consistia na soma de todas as mulheres que tem cuidado por mim. Ela trouxe uma água ou óleo e derramou na minha testa. era algo pra melhorar e fiquei ao mesmo tempo constrangido e agradecido.
onibus transparente das ferias escandinavas / dmtr

Sonhei que estava n o banco de tras de um carro no sol, num estacionamento como se fosse em uma padaria parecia ser em floripa. encostava um microonibus do lado bem transparente com um monte de gente q imaginei serem da escandinavia pelo fenotipo. dirigia uma mulher loira com olho de gato e um certo bronzeado e sairam tb uns caras. todas as pessoas usavam um batom colorido (azul, verde) no labio superior e embaixo do nariz.
Sonho repetitivo #6 (infancia) / dmtr

Acontecia na sanga (riachinho) perto da casa do erisson, sonhava que eu estava dentro da água, vendo o boeiro por dentro e muitas figuras vivas coloridas e muito escuras. as paredes eram feitas de misturas de flores e peixes alguns grandes abissais outros menores. tudo era consciente e vivo e eu estava maravilhado e aterrorizado ao mesmo tempo.
Sonho repetitivo #5 (infancia) / dmtr

Estava a noite na frente da casa dos meus pais, perto onde tinha um monte de areia pra construção. olhava o céu e nao dava pra saber o tamanho ou a distância mas tinha um teto, ele era muito organico e vivo, possuía ranhuras como se fosse uma madeira com rios de luzinhas andando. era algo como um sangue fluindo ou carros em avenidas.
era como se aquilo fosse muito pequeno e muito grande ao mesmo tempo.
violão de nova espécie / dmtr

violão de nova espécieEstava assistindo um documentário na TV onde o Memo estava tocando violão. ele tinha uma coleção de violões diferentes e muitos de uma espécie nova. duas coisas chamavam a atenção no desenho, uma era que os dois "calombos" do violão tinham a mesma largura e a segunda era o buraco que parecia uma fruta cortada com pétalas e simetria radial. O som era inacreditável
Down in a hole / dmtr

sonhei q estava na rua tocando violão, a música era Down in a hole do Alice in Chains, o Rodrigo e a Aline estavam cantando também. tava legal a versão pensei em gravar, o único problema é que quando eu cantava a primeira voz todos cantavam também, eu mudava pra segunda voz e todos vinham juntos
Cadeirada do taxista chinês / dmtr

Cadeirada do taxista chinêsEstava numa cidade que tinha um pouco de Bagé e um pouco de São Paulo. Todos os taxistas eram chineses. Peguei o taxi e no fim da corrida deu 12 reais mas ele estava cobrando 14 reais e comecei a discutir. o ponto final era uma praça com alguns pontos de taxi ao redor e no meio havia uma construção tipo uma escola, na verdade era a central de taxi onde eu poderia fazer uma denúncia.
Alguns motoristas me seguiram quando viram que eu ia entrar. no que eu estava esperando atendimento vi que um deles agarrou uma cadeira de colégio e levantei a voz pra ele, falei que não tinha nada a ver pegar uma cadeira e fiz um sinal pra ele parar com a mão.
Pra mostrar mais confiança olhei pro outro lado. quando viro de volta tomo uma cadeirada na cabeça perto da boca e começa a sangrar. Fico falando alto com o cara e reclamando da violência. Acordei. era hora de ir no dentista na vida real.
Desenho ruim na tatuagem / dmtr

Sabia que no rio? ou em algum lugar haveriam ondas muito grandes. cheguei em um lugar publico tipo uma praça de frente ao mar. ondas maravilhosas e o dia muito radiante de sol. as vezes a onda chegava ate dentro do parque molhando os pés. parecia a garagem da casa da infancia.
encontrei a J basicamente igual mas com algumas diferencas. uma roupa branca e tb algumas tatuagens novas. entre uns desenhos aleatorios reconheci alguns como meus, bem mal feitos os desenhos e pior ainda as tatuagens.
Música rebuscada / dmtr

Sonhei com o por do sol, o predio q tem na frente da janela estava mais proximo e com janelas. o sol batia de frente nos apartamentos e havia um músico tocando ali ensolarado, uma música muito complicada e bonita em um piano tipo kurzweil. também tinha uma guitarra no pescoço e as vezes dava uns tapa nas cordas pra completar o rebuscamento. (não era rebuscada dissonante e sim com sobreposições de coisas simples, parecia uma música sem início ou fim estilo Steve Reich)
Em outro momento estava na sala e sabia q era um musico famoso e nesse momento tb dividia apartamento, morava ali. estava com varios equipamentos fazendo um som muito alto na sala, a porta aberta e guitarra com distorção muito alto. achei legal e resolvi também trazer um amplificador pra participar da brincadeira. meu equipamento no sonho era muito complicado caixas, fios e amplificadores e fiquei o resto do tempo tentando montar como se fosse um quebra cabeças impossível.
metasonho / dmtr

Sonhei que sonhava. no meta-sonho eu vagava pela realidade e até via meu corpo dormindo debaixo de uma parreira
Grande feira / dmtr

Eu estava numa feira que parecia uma mistura do prado em bagé, de um castelo medieval e do abu dhabi mall nos emirados. haviam salas onde as criançs jogavam fliperama, jogos de computador e algumas se fantasiavam de robô. em outras salas haviam feiras, almoços, bailes, um grande parque de exposição.

Era algo proximo das 4 da manhã e fiquei tentando imaginar como a cultura de lá era diferente com todas essas crianças acordadas na madrugada.

Lembro que a Agus estava em casa dormindo e eu tentei achar o celular, e nao conseguia lembrar se tinha perdido ou deixado em casa.

Fiquei pensando que eu podia nem ter celular no momento pois vi que eu usava um relógio CASIO que tinha ha muito tempo. Fui tentar ver a hora e vi que o relogio era CHEIO de numero. Tinha até termometro pra temperatura ambiente.



Fiquei circulando um tempo na feira, fui numa loja de discos e peguei alguns CDs fui juntando na mão, outros o lojista vinha e me entregava, acho que ele estava emocionado que ainda tinha alguém visitando loja de discos, mas na verdade eu nao tinha vontade de comprar nada dali. Vi que haviam uns discos brasileiros (importados) de algumas novelas dos anos 80, novos em folha.
Rolo compressor de carne / dmtr

Estava andando de bicicleta com a agus num lugar cheio de ladrões, acampamos no meio de uma montanha que ficava ao lado da marginal pinheiros.

muita gente de bicicleta se atirava em queda livre lá de cima e voava caindo no asfalto em diferentes partes do chao, ate mesmo do outro lado do rio. pela manhã acordei e senti a notícia: nessa brincadeira tinham morrido varias pessoas, e a prefeitura tinha retivado um rolo compressor de cadáveres usado na guerra, e tinha esmigalhado os corpos no lugar mesmo onde estavam. areia de carne.

Tocando no Stones / dmtr

sonho antigo que achei anotado:



Os Rolling Stones vinham tocar em uma cidade do interior pequena, e de alguma forma eu ia tocar guitarra com eles. O show começou e eu não sabia muito bem aquela música deles, fiquei meio improvisando. Depois da segunda musica ja rolou um intervalo. nao entendi nada, pra mim tava tudo ok, mas a galera foi sentar em umas mesas.

Fui falar com o Mick, e ele me falou pra buscar uma revista chamada Live.com que la tinham as notas das musicas deles, assim eu podia estudar no intervalo. Fiquei pensando q ele tinha falado merda, e ele ja emendou a pergunta: "Na tua opinião, qual o melhor empresário do mundo?" e saiu andando.

Fiquei pensando em nomes de gente de grandes empresas e tal
Indo ao cinema / missa / dmtr

tava indo assistir um filme em algum cinema, entrei na fila e fui chegando perto e me dando conta que era meio uma igreja. na entrada recebi um livro rosado com algo estampado na capa. algo como "louvor" ou "Senhor".

Entrei na igreja e vi a Joy com o vestido sierpinski e tb outra menina em outra parte da igreja com o vestido. Fui sentar perto da Joy, que estava surpresa de eu estar indo na igreja. Ela tinha os dentes separados estilo Madonna.

Fiquei bem atrás de um pilar e pensei que não conseguiria ver direito a missa / cinema.
Experimento científico da fé / dmtr

gamers sao colocados a começar um jogo do level zero e jogar. outros sa olocados num start do game identico, mas nomeado "lugar de obediência". nada mais que uma tela estática antes do jogo.

é comprovado que na segunda opcao as pessaos tem melhor pontuacao.

seria o ser humano programado a obedecer pra progredir?
créditos: Theodore Roosevelt / dmtr

sonhei com a seguinte frase reveladora: Quando mais poderoso você é, mais seus méritos devem ser creditados ao Theodore Roosevelt, que nesse momento do sonho, obviamente era uma formiga de asas, semi-transparente acinzentada que eu tentava matar.

Alegoria ao Peiote / dmtr

Uma mulher que cantava emocionada em um ritual do Peiote uma música, que falava algo do tipo: "nem em uma vida inteira eu poderia conhecer todas as personalidades que ele se apresenta"

Você está sendo filmado / dmtr

Passei na frente de uma loja em porto alegre acho, um amigo estava me explicando quantas vezes ele ja tinha saido pra balada as 5 da manhã e justificando seus motivos. na frente da loja havia uma multidão e as pessoas todas que atendiam la usavam uma peruca de uma cor estranha meio luzes. Vi que dentro da loja havia alguém com microfone e as pessoas começaram a me chamar pra ir pro meio, era algo pra participar como um programa de tv. Notei que o Toscani estava apresentando essa parte que ele escolhia duas pessoas da platéia para "ler as cartas" com um baralho francês, onde o coringa chamava "whisky". enquanto ele apresentava isso ele nos falava fora do microfone que inventava muita coisa e fazia previsões tendenciosas pra fazer a galera "gelar". eu tava achando bem convincente a leitura.



Em outro momento do sonho estou num bar, pelado conversando com alguns amigos, ouvindo umas explicações sobre as religiões do velho mundo posicionadas em formato de espiral na europa, deixando as regiões de vinho próximas ao litoral e chegando no centro do espiral no castelo do rei herodes, ou salomão (obviamente fora da europa).

No bar so estavamos nos e mais 3 meninas identicas acho que irmãs gêmeas. fiquei incomodado quando vi a câmera no canto da parede "sorria você está sendo filmado"
Terremoto geométrico estelar / dmtr

Estava com a família em uma casa que eu não conhecia, provavelmente dos meus pais. Era dia e de repente faltava a luz. Estranhamente também escurecia o dia, ficava meio oscilando entre dia e noite como uma lampada com mau contato. Notei que não era uma falta de luz comum, mas algum tipo de cataclisma planetário.

Havia um intervalo de um minuto e acontecia novamente. Era muito bonita a mudança entre noite e dia e a forma em que as estrelas apareciam.

Falei pra todo mundo que eu tinha avisado que isso ia acontecer.

Notei que as estrelas mudavam de posição umas com as outras como se fosse um espaço em 3D, muito assustador pois isso significava movimentos tectônicos estelares longínquos.



Quando faltava a luz nao acontecia mais nada. quando voltava ao normal rolava um terremoto. Lembro vagamente depois de muitas pessoas feridas na rua, hospitais improvisados, pedaços de gente por aí e médicos voluntários
Gibi #2 / dmtr

sonhei com a Gisele Bündchen. ela estava numa festinha em casa em Santa Maria. apesar de tudo ela parecia muito normal, falou que trabalhava de assistente num escritorio de advocacia da cidade. ficava um pouco mal humorada porque sabia que o chefe dela fazia propaganda do escritorio como "O escritório de advocacia que a Gisele atende".

Ela tinha o cabelo castanho curto, meio amorfo. perguntei o que tinha acontecido e ela se aborreceu e falou que queria ir embora da festa
pavarote / dmtr

Sonhei que estava numa aula de musica com o Pavarotti. a musica era um compasso de 8 tempos subdivididos em 4 partes sendo que o ultimo compasso era subdividido em 3. ele estava mau humorado
A bomba aconteceu / dmtr

A bomba aconteceuSonhei que estava chuvoso em bagé meio escuro intempéries ventosas frias. me dei conta de uma luz estranha e fui ver era o aterrorizante cogumelo atômico.

Não dava pra saber o quão longe estava mas era grande a visão. também refratava diversas cores do espectro, inclusive algumas que não lembro de ter visto antes

sabíamos que era perigoso à saúde ficar olhando assim diretamente mas também era muito bonito e assustador de ver

também não sabíamos se era melhor ficar em casa embaixo de alguma coisa ou sair correndo pra longe e se expor mais a esta medusa
Radiohead Post Mortem Dissociation / dmtr

Radiohead Post Mortem Dissociationsonhei com uma musica e clipe do radiohead, que mostrava em 3d uma pessoa morta e o esqueleto, e fazia uma cronologia de quais ossos se desprendiam primeiro uns dos outros, e as estruturas conjuntivas também. A letra falava a mesma coisa.

A partir da segunda metade do clipe uma parte do osso do coccix se desprendia e saia andando com vida, parecido com um trilobita, e ia parar dentro do crânio.



a partir daí ja nao era mais 3d, era uma cena com uma biblioteca, uma pequena escada que levava a uma plataforma, e bonecos (dummies) de plastico verde desciam pisando as prateleiras como se fossem a escada.
Substitutos de rockstar / dmtr

Substitutos de rockstarHavia uma banda antiga de rock, do tempo dos Monkees, mesmo estilo.

pré fabricada para TV e tentando afirmar-se como banda.

fui assistir um documentario no cinema de uma turnê, mas notei que era ao vivo, a banda estava ali mesmo.

cansados de excursionar pelo mundo resolveram chamar uma banda de sósias deles para tocar no lugar. Era engraçado pois todos eram parecidos fisicamente a eles, mas o cara que era parecido com o baterista tocava guitarra.



Na primeira fila estavam os verdadeiros integrantes da banda, com cara de desprezo.

Os sósias começaram a tocar espetacularmente, inclusive melhor que a propria banda, que se dividia entre cara de desconfiança e admiração, até que o vocalista (real, na platéia) começa a ter um ataque epilético e soltar uns grunhidos, o publico se aproxima para ver mais de perto e ele acaba vomitando duas latinhas de guaraná antartica. se contorceu um pouco mais e vomitou uma lata menor de refrigerante, duas pilhas médias e uma pequena, AA.
Violodeon / dmtr

ViolodeonSonhei que a Agus tinha trazido um Acordeon do Uruguai pra gente tentar aprender a tocar.

quando chegou pra minha surpresa o instrumento era um híbrido com o violão. E mais intrigante ainda que as partes parecidas com violão eram amarelinhas e as de gaita eram vermelha rajada como as classicas gaitas Todeschini.

haviam botões, cordas, fole ligando o braço ao corpo, mais cordas e mais botões.

Fiquei feliz porque ia ser mais familiar com o formato que estou acostumado, mas também fiquei assustado com tamanho número de variáveis neste misterioso instrumento.
Caixas d‘água cogumelo / dmtr

Caixas d‘água cogumelosonhei que estava em Bagé conversando com o pai e olhando pela janela. Haviam varios morros muito verticais e com varias caixas d‘água nas beiradas, e também uma caixa d‘água gigante. Comentávamos que era um abuso a má administração da arrecadação do contribuinte, meu pai completou falando: "A caixa maior tem mais de 20 andares de altura e custou cerca de 4000 reais", e eu fiquei pensando que nem era tão caro assim, deveria ser 4 milhões ou algo.
Palpebras Transparentes / dmtr

Palpebras TransparentesAntes de acordar tenho sonhado que consigo abrir os olhos, mesmo mantendo eles fechados. Como se fosse um furo em cima da palpebra. na verdade não sinto elas furadas, estao fechadas, mas transparentes. ja consigo ver sonhando
Epidemia de moscas feitas de carne / dmtr

Sonhei que estava conversando com um amigo da Maçonaria. Ele dizia que o fim da humanidade estava bem próximo e a causa seria uma doença.

Na verdade já estavam anunciando os primeiros 150 casos de infecção sinistros causados por uma nova espécie de mosca, uma mutação. era uma mosca feita de carne do tamanho de uma mão humana e meio amorfa, com reflexo multicolorido lembrando vazamento de óleo.

Quem era contagiado pela doença começava a ter feridas na volta de todo o pescoço, parecendo uma queimadura, que progrediam com um cheiro podre ate que um dia a cabeça do cidadão simplesmente caía.

Fiquei muito triste pois sabiam que dali pra frente as coisas iam ser muito terríveis.
Educação física e alcaparras gigantes / dmtr

estava na esquina da sala uol, e por algum motivo eu estava no primeiro grau novamente. Estava esperando para fazer a prova final da educação física.

A prova consistia em correr algumas voltas na quadra, cronometrando o tempo, e imediatamente sentar em uma mesa para fazer uma prova teórica, como se fosse um triatlon. Achava engraçado fazer a prova teórica suando. Já começava a anoitecer e alguns colegas ainda estavam correndo, eu seria o último.

Na rua havia uma mesa construída com cavaletes, com diversas comidas alguns pães, uva, alcaparras gigantes (!), sucos e café. Hannap estava ali comendo algumas frutas também. eu estava comendo há horas sem me dar conta que ainda precisava correr. Alguém me perguntou se eu podia optar por fazer a prova da corrida usando uma bicicleta mas eu nao tinha certeza. Pensei em tomar um café antes da prova pra ficar mais disposto. Lembro também por alguns momentos estar dentro de um banheiro com muita umidade e roupas penduradas em todos os lugares do banheiro.
Paralamas de tijolo / dmtr

Paralamas de tijoloAgus e eu andávamos em um veículo que ora era um carro ora era uma bicicleta cross, e ela vinha na carona em pé (colocando os pés no eixo da roda de tras acho). quando este veículo se desgovernou e batemos num carro. era um jipe e o paralamas era feito de tijolos, como uma casa. EStacionei essa bike depois da esquina, pra não fugir do acidente, e voltei pra falar com os caras do jipe, que eram todos gringos pelo jeito. A polícia cercava a quadra, devia estar acontecendo algo lá. No jipe havia um tijolo quebrado e fiquei perguntando pra eles como a gente podia fazer pra consertar, eles nem estavam ligando pro dano, so queriam entrar numa festa que acontecia nessa quadra.

Depois disso voltamos pra casa, e mais tarde ficamos sabendo que as pessoas do jipe eram criminosos, não sei se sequestradores ou algo do tipo, e a polícia acabou nos procurando dentro de casa, para saber se tínhamos envolvimento com o tal crime.

Pra provar o não involvimento com o crime, decidi abrir o telefone sem fio, que continha uma fitinha cassete daquelas pequenas dentro, gravando todas as conversas, na minha lógica escutando essa fita seria possível provar a inocência.

infelizmente a fita enrolava em uma parte, um amigo meu tentava desenrolar toda a fita pra consertar mas ele estava rebentando tudo eu fiquei muito preocupado. enquanto isso recebi um telefonema, mas quando atendia nao ouvia nada. tive que desmontar o telefone e tirar um chip de dentro dele, e só podia falar e escutar diretamente no chip, mas não podia ligar e desligar o telefone. cada pessoa que ligava eu montava o telefone, atendia, desmontava e falava no fone.
Algoristicus / dmtr

sonhei que eu vi um documentario sobre uma palavra, comecava com E, era Evaristicus ou algo assim, que era uma série de algorítmos desenvolvidos

por monges na antiguidade. algoritimos aleatórios que acabaram definindo toda a construção da cidade de Gêneva
Paracoptero / dmtr

ParacopteroMilitares haviam desenvolvido um aparato estranho. em cima havia um pequeno paraquedas, embaixo uma helice que retarda a queda.
Superphones gravando no albergue / dmtr

Eu estava em um albergue em Berlin, e acabei entrando num quarto que estava a superphones gravando o novo disco. computer e equipamentos de gravação e entre cada coisa beliches com roupas de cama brancas.

conversei um pouco com a galera sobre a gravacao do disco, e um dos integrantes era o Rodrigo Figueira.
Manaus Austrália / dmtr

estava visualizando um mapa de um lugar desolado que era a mistura de austrália com manaus. não sei porque mas tinha impressão que meu irmão morava lá.

Agora eu já estava lá, caminhava num lugar com árvores gigantescas, as mais antigas do mundo. era um lugar intocado e tinham espécies raras de animais, que ouvi dizer que viveriam 1100 anos, mas algo no desequilíbrio ecológico fazia eles terem uma vida média de 35 anos porque haviam "desaprendido" a se defender dos predadores naturais.
Tentativa de almoço no posto / dmtr

Estava indo com o Gustavo pra encontrar a Lu, na esquina da Arthur de Azevedo com a Avenida Brasil. A gente ia almoçar num posto que tinha ali (não existe de verdade) e dentro do posto tinha uma praça de alimentação. lembro que eu tinha muita fome.

A gente ficou ali na mesa conversando qualquer coisa e esperando atendimento pra pedir comida. ficamos conversando bastante ate q acabou o horario de almoço e todo mundo começou a se agilizar pra ir embora. Fiquei bastante irritado porque ninguem se dava conta que a gente nao tinha almoçado, e comecei a falar alto com os amigos, sacudindo um jornal na mão
Desencontro / Pintura mural / dmtr

Estava em santa maria e vi um documentario sobre uns artistas que iam pintar um mural na rodovia perto de umas pedras. me interei pela TV que uma amiga minha iria pintar lá também e me deu vontade de ir lá, assim poderia ver a pintura e por as idéias em dia.
Pela TV o grupo de artistas parecia um acampamento sem terra, um fogão improvisado, lonas, roupa suja, algo meio de protesto, e as pedras sendo pintadas. Lembro que eu saí com meu pai a caminhar no calçadão e ficava olhando pros lados pra ver se eu encontrava ela por acidente.
Visitando as ruínas da infância / dmtr

Tinha ido visitar uma cidade bucólica com muitos gramados e ruínas também, parecia um pouco a visão que eu tenho de Machu Pichu. Encontrei varios amigos meus da infância e adolescencia por coincidencia todos haviam mudado praquela cidade peculiar.
comecei a conversar com eles principalmente uns que eu tinha uma banda em 92. conversava com eles queria saber tudo o que tinha passado nos ultimos 15 anos. Era estranho porque um deles não olhava diretamente pra mim, ele tinha seguido carreira militar e alguma coisa incomodava ele naquela minha visita. esse clima tenso seguiu até q eu perguntei algumas coisas diretamente pra ele, ele se virava pro lado e não respondia nada
Aerolitos - continuação do anterior / dmtr

Aerolitos - continuação do anteriorA casa dos meus pais agora era uma galeria de arte grande, haviam muitas obras expostas a maioria muito bizarra. desenhos meio toscos pixados em 30 segundos eram as telas, o governo tinha pago altíssima grana para os caras q tinham feito essas obras "street art".
no meio da exposicão baixou uma nuvem muito grossa como se fosse de tempestade, mas tava muito compactada no telhado da casa/galeria. houve um estrondo como se a nuvem fosse sólida e rebentou um buraco no telhado.
Através do buraco dava pra ver uma chuva de pedras gigantes uma por vez caindo, as pessoas gritavam e corriam, cada pedra do tamanho de uma escrivaninha caia em algum lugar, abria um buraco mais no telhado, permitindo que a gente visse elas caindo com antecedencia pra poder esquivar. eu estava muito apavorado e a cada nova pedra que caia eu contava todos na sala pra ver se faltava alguém.
Pôr do sol com céu de noite / dmtr

Pôr do sol com céu de noiteestava em Bagé na casa dos meus pais, era entardecer aquele sol muito lateral amarelado mas o céu já estava preto, parecia quando uma tempestade está pra chegar, mas o céu estava limpo, completamente escuro.
O Contraste era inacreditável haviam eucaliptos no horizonte, iluminados pelo sol, o fundo preto estrelado, dois primos meus estavam sentados no muro e corri atrás de uma máquina fotográfica pra capturar o momento.
quando fui tirar uma foto notei que havia uma espécie de arco íris só que formado por inúmeros filamentos brancos como teias de aranha. notei que alguns eram animados uma chuva de meteoros que deixavam um rastro perfeito como talhado com estilete. também ouvia alguns estrondos e o chão tremia.
Saber como é ser Deus por 10 segundos / dmtr

Saber como é ser Deus por 10 segundosSonhei que estava na casa onde morava quando era criança, só que atrás tinha como uma montanha feita de pedra. chovia e eu estava perto de uma piscina, eu tinha medo mas continuava escalando a pedra.
Caiam raios cada vez mais perto de mim, e o fato de escalar aquela pedra era como um crescimento psicológico, tinha a ver com a superação de alguns problemas, achava legal concluir, mas fui notando que quanto mais alto eu ia subindo mais perto os raios iam caindo, se eu chegasse no topo eu ia ser recompensado por saber como é ser Deus por alguns segundos.
Tive certeza de que não conseguiria sair vivo dessa eu ia ser atingido pelo raio, nesse momento eu pulei na piscina já esperando um choque elétrico e saí correndo prorcurando abrigo
Veículo Craniano / dmtr

Veículo CranianoMeio sonhando visualizei um automóvel curioso, no formato de uma cabeça. era um triciclo e o nariz servia de paralamas, como uma lambreta.
Os olhos eram as janelas... lembro q era um projeto moderno
Sonho repetitivo #4 / dmtr

Desde que era criança sonhava a noite toda estar fazendo uma caminhada entre duas cidades (Caçapava e Bagé), algo como 140 kms de distancia, no escuro, com meu irmão ou meu pai. Fazia bastante frio de noite e caminhavamos pelo meio da grama molhada.
Rubinhus Videus / dmtr

Rubinhus Videussonhei com o rubinho barichello. ele estava numa entrevista coletiva, e comecou a me falar que estava começando a trabalhar com vídeo, tinha recém comprado uma câmera, falava que ja tinha ganhado dinheiro suficiente com a F1, e que era um esporte super burocrático, 90% do tempo era só papelada
Tatoo de presente pro filho / dmtr

Tatoo de presente pro filhoestava em cacapava nua casa q parecia uma camionete rural willys... vinham um monte de velhos e fiquei com vontade de fechar o vidro, mas eles chegaram perto a cavalo e perguntaram se era da casa do meu vô ja falecido. eles disseram que era pois reconheciam os "aberdeen" ???. Foram falar com o meu pai que estava feliz fazendo um churrasco. Minha mãe me contou que tinha um presente pra mim, e o presete era uma tatuagem que ela tinha pedido pra uma guria fazer enquanto eu dormia. achava jovem, achava que eu ia gostar.
fiquei chocado pois olhei no espelho e eu tinha uma planta tatuada por cima da clavícula e pescoço. parecia um pé de manjericão e era feita só de contornos, verdes. Também tinha uma tatuagem abstrata no dedo. Fiquei muito nervoso por ter acordado tatuado e não sabia como falar q isso era horrível, sem magoar minha mãe. Falei que estava assustado e que ia procurar um hospitar pra remover, antes que a tinta secasse (?), mas quando eu começo a esfregar a tinta do meu dedo, notei que era canetinha.
Êxodo escolar na aula de inglês / dmtr

Sonhei que eu estava numa aula de inglês, havia acabado de entrar e estava com vontade de falar pra professora que eu ia desistir da aula. nao achava aquilo importante pra minha vida no momento e tambem sentia uma energia estranha vindo da professora. Fiquei pensando um pouco nisso antes de acabar a aula, a Agus era minha colega tambem.
A professora exercia uma especie de controle mental-erótico(?) sobre os alunos e eu estava um pouco enjoado de ser controlado. Era considerado o melhor aluno da classe (nao o que falava melhor, mas o mais perspicaz, que acompanhava o raciocínio abstrato da professora).
Chamei ela pra conversar, antes de começar a aula. falei "vamos falar"
e ela falou: "nao posso falar estou meio sem voz, apontando pra garganta", eu falei: "nao importa, eu falo e assim vamos falar" e ela deu de ombros e riu. Falei que não queria mais assistir as aulas, e pra nao falar a verdade toda falei que tinha prioridades mais importantes por agora.
ela comecou um discurso pra classe inteira que isso era uma vergonha, e inclusive uma tendencia, dos melhores alunos abandonarem as classes. ela ja tinha visto isso antes.
Fenômeno Luzes - desconex (2001) / dmtr

sonho, começava com pouso de avioes no aeroporto, familia, dia ensolarado, espera para ver as aeronaves estranhas baixando, pai, mae, vô, tio, prado etc.
amanhecendo o dia na imensidão, eu e elvio limpando a piscina, com muitos gelos, gelos tb em cima da peça, nós tentando desenroscar um parafuso enroscado numa madeira, mas tirando o gelo de cima da casa pra evitar mortes e colocando na piscina. a piscina ficou transbordando, depois começa a esvaziar, a explicação é a densidade do gelo q é maior aos 4 graus celsius. quando a gente foi se dar conta já estava um sol lindo brilhante, o gelo todo ja tinha derretido, chegou a dar saudade do gelo, e fiquei pensando porque eu nao tinha acordado na madrugada pra ver essa transformação toda.
era noite, eu tava na cozinha de casa la' em bagé, e tava também o Elizeo, que tava me contando um episódio. A cozinha estava um pouco escura, só tinha a claridade da noite ali. ele tava me contando como foi mostrar pro pai dele e pra mais alguém o que tinha aprendido com Castaneda (??). Levou eles sem explicar muito o motivo pra um cemitério de pessoas ou animais, nao lembro, e lá fez uma antena bastante complexa feita de galhos, para se comunicar com outros seres, que ele fez ali mesmo. Passou-se um tempo, e nenhuma comunicação teve sucesso, daí ele resolveu simplificar, e pegou apenas um dos galhos da antena, quando de repente deu um clarão.
quando Elizeo falou "deu um clarão" realmente deu um clarão na cozinha, e eu chamei a atençao dele: quando tu vai falando as coisas elas vao acontecendo de novo, viu o clarão? daí ele continuou contando, e a gente olhou pro céu. Tinha uma estrela em movimento constante, e eu falei "olha lá, o movimento constante", daí a gente viu discos, parecidos com planetas e começou um carnaval de coisas estranhas no céu.
A partir daí eu estava dentro de um voyage azul, eu, minha irmã e minha mãe. Ele estava no pátio de casa do lado da piscina, e este carnaval de luzes, aeronaves e outros tipos de maquina ficavam andando pra todo lado, e algumas delas certamente estavam reagindo de acordo com nossa presença. De repente apareceram mais carros, pessoas e gente de bicicleta e começaram a ficar todas ali pelo pátio, eu estava com medo e ficava me perguntando pq elas entraram no nosso pátio, e por qual passagem?
as naves começaram a disparar coisas luminosas em nossa direção, que nos atingiam diretamente. eu pensava q aquilo magnetizava a lataria ou coisa parecida, nao queria que ninguem tocasse nas partes metálicas do carro. quando nos acertaram uma daquelas "bolas" luminosas eu protegi os olhos e o pessoal pensou que eu estivesse desmaiado. Pensei: é muito provável da gente morrer aqui, se a gente ficar chorando ou se lamentando vamos desperdiçar este momento. Nos abraçamos e ficamos ali mesmo, nao se importando com o panico das outras pessoas ou com os projéteis.
depois que acalmou as luzes todas eu pensei que só podia ser coisa da minha cabeça. daí perguntei: vcs viram o mesmo que eu vi? oq vcs viram. me acalmei qdo as pessoas falaram em luzes e tal.
outro dia: dia normal um pouco nublado, liguei a tv pra ver o fenomeno luzes, mas nada.
saí no portão pra ver se encontrava alguém conhecido pra comentar, vi umas pessoas apontando pro céu do outro lado da rua, pensei q eles podiam tb ter visto isso.
meu amigo de infancia marcio vinha vindo pela rua, daí nos falamos. Ele falou: "E aí, a quanto tempo? tá bem? viu ontem as luzes?" como se fosse a coisa mais normal do mundo. eu falei um pouco sobre as luzes, e notei que faltava uma mão no braço dele. fiquei até meio brabo, indignado com a "ratiada" dele de ter perdido uma mão, mas qdo olhei de novo tinha a mão ali, daí ele me contou q uma criança tinha quebrado o dedo dele, me mostrou um caroço no dedo e tal, falou isso bastante magoado e triste, eu pensei "putz, nada perto de perder uma mão, devia estar feliz". nao sei o que aconteceu depois

historias paralelas: casa do lado da casa do adao, muito grande, depois no sonho ela aparece menor, como q se descontruído o segundo andar, e com a cor e aberturas igual casa do adao, tipo continuação.
Sebo de Cereza / dmtr

sonho com um sebo de discos, varios discos do heavy metal, alguns eps, alguns discos com capa dentro de capa, e uma banda nova, com dois discos novinhos, q era uma banda com letras gregas?? que cantavam "besa que te besa boquita de cereza"
Oceano Quebrado / dmtr

Oceano Quebradosonhei com o holocausto nuclear... alguns mísseis batiam no oceano, causando uma espécie de tsunami gigante, o fundo do oceano tinha quebrado... saia na televisão o perigo iminente de morte que era inevitável. Mais da metade da população da terra morreu com certeza, e a tristeza é q o resto ficou numa terra cheirando mal, cheiro de gente morta
Cão-gaze from Outer Space / dmtr

Cão-gaze from Outer SpaceSonhei que estava indo por um lugar que parecia a periferia de Bagé e parecia tambem santo amaro em são paulo. era uma estrada de terra e eu estava procurando algo. tentei entrar numa rua e havia um tiozinho falando pra mim não ir, desaconselhando totalmente, perguntando onde eu queria ir, se eu ia na casa do Glauco.
Ele me falou que estava um pouco perigoso. fiquei pensando que ele era envolvido com trafico de drogas e estava havendo alguma ação policial ou algo.
Ele me explicou que eu podia entrar na rua seguinte, ou na anterior, mas a rua depois da rua seguinte estaria bloqueada também. algo como ruas pares bloqueadas, e ímpares livres.
Sabia que havia uns relatos de extraterrestres por lá, e resolvi entrar na rua seguinte. A rua ia indo por dentro de uma construção, se bifurcava em dois e eu segui pela esquerda, até chegar numa especie de jardim. Haviam casas simples e pessoas que me pareciam envolvidas com espiritismo.
Avistei um ser todo enrolado em gaze, de uns 20 cm de altura e se movia como caminhando com pressa. Tive a certeza de que era um extraterrestre e chamei. o movimento lembrava um cachorro, e ele começou a vir em minha direção. ficou brincando um pouco e quando eu tentei segurá-lo me dei conta de que ele era muito forte. Peguei ele com as duas mãos, e levei uma espécie de choque, e durante esse choque percebi que ele ficou invisível, mas ainda estava em minhas mãos. Voltou a ser visível e percebi que era um ser muito evoluído, que não necessitava de matéria organica e era feito de vontade pura.
soltei o cão e continuei andando no corredor, com muita curiosidade do que eu ia ver a seguir, de qual era o aspecto real dos seres q eu ia encontrar. Cheguei na esquina de uma construcao, e depois de ouvir algumas conversas me encontrei de frente com um ser. Era uma mulher de uns 20 anos que era 99% igual a um ser humano. só encontrei algumas diferenças porque estava minunciosamente observando. Ela tinha um cabelo castanho escuro que era muito acinzentado pra ser de um ser humano, e esse vinco que fica abaixo do nariz que era muito baixo-relevo. um pouco anormal. a pele era como um pouco bronzeada mas com o tom minimamente diferente, ela estava vestida com uma roupa branca parecida com roupa de astronauta.
A primeira coisa que eu pensei é que deviam haver varios deles vivendo disfarçadamente entre nós, eram muito semelhantes.
Lembro também de pensar que a comunidade que vivia na vizinhança era envolvida com espiritismo e que isso não parecia fazer o menor sentido vendo estes outros seres evoluídos tecnológicos e céticos.
Virtualidade real / dmtr

Estávamos numa casinha em uma cidade pequena, mais algumas pessoas. Alguém ia casar no outro dia, e estavamos com as roupas do casamento penduradas na janela, mas estranhamente no meio da noite (que era bastante clara como se fosse dia) começou a chover, horizontalmente, em direção as roupas.

Precisávamos correr pra entrar as coisas em uma camionete e pegar estrada pra ir no casamento.

Já na estrada, as outras pessoas sumiram, e inacreditavelmente eu estava jogando um videogame. só que era um videogame muito realista, de estrada também onde eu estava pilotando a mesma camionete. Havia um cenário rural pós chuva ao lado da estrada, quando avistamos um foguete sendo lançado. Achei legal a oportunidade de ver um lançamento de foguete, mas era estranho, ele saia lentamente na vertical, e depois saía em uma curva muito rápida em direção ao golfo pérsico. Era horrível. O Brasil havia entrado numa coalisão secreta de países que estavam atacando outros países, e nesse videogame (que era a realidade) tínhamos instruções de atropelar o objetivo primário e secundário, que no caso eram alguns skatistas vagabundos em um lugar da próxima cidade.



Fizemos umas manobras muito loucas no trevo de entrada da cidade, já que era um videogame mesmo, e fomos em direção ao alvo primário. O lugar parecia o largo da batata com uns viadutos velhos e lá estavam os skatistas no meio de um monte de tiozinho e tal, ia ser mais dificil do que estavamos pensando. Reconheci entre eles um cara que tinha sido meu colega no primeiro grau, e quando ele me reconheceu, começou a me ameaçar de morte, pois o pé dele havia sido sériamente ferido no emprego anterior e de alguma forma eu fiquei judicialmente responsável pelo dano.

Comecei a duvidar que fosse um videogame, ou sonho ou verdade. Já não havia mais carro e corremos pra alcançar um ônibus comum, sair do meio daquela galera. Já nao tinhamos a mínima condição de cumprir o objetivo primário.
Alucicleta / dmtr

andava de bicicleta pelas ruas de bage, na noite, na contramao fazendo manobras alucinantes no transito, andando com uma roda só e fazendo curvas fechadas desse jeito e por aí vai. detalhe, eu estava usando uma mochila de viagem muito pesada nas costas, e o bolso de cima estava aberto.
Madeira Moog / dmtr

Estavamos quase no mato, uma turma, assistindo a um velho, que era discipulo vivo do robert moog (?), e ele estava ensinando a metafísica de um teclado muito raro, feito de tijolos e pedaços de madeira. as teclas brancas eram normais mas muito longas, e as pretas eram galhos de arvore, meio secos, como se fossem só as cascas de arvore. estes componentes de madeira nao estavam fixos de nenhuma forma no teclado, somente eram coisas soltas ali. e dos lados do teclado haviam pilhas com tipos diferentes de madeira e galhos, pra dar as mais diferentes sonoridades. o objetivo da aula era aprender a usar bem a madeira. enquanto isso ele comeca a preparar um arroz no canto do teclado (que era tambem um fogão) com varios tipos de madeiras de diferentes cores e texturas. pediu pro B. Nov. preparar um suco com os mesmos ingredientes. ele falou que havia feito um arroz branco de "backup" caso o gosto ficasse muito ruim do arroz de madeira.

logo que comecamos a comer o arroz e tomar o suco percebemos que íamos ficando bebados, percebi também que o velho era uma espécie de xamã, e fui correndo pra dentro de casa avisar mais amigos e voltar em tempo hábil de não perder nada do ritual.
CMYK / dmtr

CMYKSonho por volta de 1999:

Grande lançamento sucesso mundial, um computador (Estação de trabalho?) com monitor CMYK, onde o tubo de raios catódicos fica atrás da cabeça do usuário, é a nova sensação entre os designers.
Sul ensemble #2 / dmtr

Sul ensemble #2#1

Sonhei que havia uma pessoa que acho que era a Clarissa T. em santa maria (talvez) que tinha que visitar a Universidade Federal. Eu ainda tinha alguns trabalhos pra fazer em casa e concordamos que ela iria de taxi. Estava chovendo muito e ela foi pra lá. Nesse meio tempo chegaram em casa o gustavo e o roger, e me perguntaram por ela, falaram que estava chovendo muito na rua e que eles iriam ter problema em chegar.

me lembrei de um detalhe importante. a rua acabava uns 500 metros antes da universidade, que ficava atras de um cerro, assim que se o motorista nao conhecia o lugar, eles nao teriam como chegar (so havia acesso a pé).

eu nao fui junto, mas acompanhei a ida deles, como se estivesse assitindo um filme. Quanto mais ia chovendo mais embarrada ficava a estrada, que era no meio do nada, cheia de subidas e descidas. haviam fios de alta tensão e torres, beirando a estrada, e ficavam cada vez mais baixos e mais no meio da rua que estavam quase tocando no carro.

pensei que eles teriam que voltar e eu teria que ir com eles ate lá. A Clarissa era também a Agu

#2

Estava em Bagé, o Silveira e eu fomos visitar o T. na casa dele. Ele não estava mas entramos mesmo assim, pegamos uma guitarra que estava na parede e ficamos ali fazendo barulho. de repente entra o Coca q era ao mesmo tempo pai do T.

fiquei pensando como podiam pai e filho ter tão pouca diferença de idade. A gente continuava fazendo um som bem alto até que os vizinhos começaram a reclamar. Aí caiu a ficha que estavamos na casa de um cara q eu nao via há anos, ele não estava em casa e a gente ja estava criando problemas.
Sonho repetitivo #3 / dmtr

Sonho repetitivo #3Este é o sonho da infância remota (3 ou 4 anos). Haviam dois seres particularmente estranhos. Um deles tinha aspecto assustador mas era muito amigável, era um são bernardo gigante meio monstruoso. (este monstro era muito parecido com a marca da Comolatti ?, cujo baralho promocional marcou a infância)
e outro ser parecia um olho. um olho autônomo.
quando eu tomava banho, a água preenchia todo o furo do ralo, então eu via uma gota ao contrário, que lembrava muito um olho (de verdade), e esse ser que era pequeno e tinha uma forma neutra, era muito peçonhento eu sabia.
Sonho repetitivo #2 / dmtr

Sonho repetitivo #2Estava no onibus da ouro e prata indo de santa maria a bagé. Depois de uma curva numa descida, daquelas que tem morro dos dois lados, o panorama abria e sempre aparecia a clássica ponte do rio camaquã, vão de 200metros.

só que nesse sonho sempre aparecia um oceano dágua.

assim que percebíamos isso o motorista acelerava muito pra tentar chegar na outra ponta, entrávamos com boa velocidade, criando uma lámina dágua de cada lado do ônibus, mas não demorava muito pra sensação ficar mais cremosa, com menos mobilidade pro ônibus e suas rodas, que devagar iam perdendo o movimento e afundando com a gente dentro.
Sonho repetitivo #1 / dmtr

Sonho repetitivo #1Eu sempre sonhava que tinha uns 5 anos, e de repente estava no volante de um Corcel Laranja em movimento, e minha irmã no banco do carona. Não sabia dirigir e não conseguia parar o carro, então ficava a noite inteira desviando obstáculos, e fazendo curvas fechadíssimas em 90 graus na cidade imaginária bizarra. de uma estrada de terra passava a uma escada com degraus baixos de mármore cor de madeira, cada vez mais estreito e virando uma ponte que cruza o grand canyon. Ufa, cheguei na outra ponta do canyon e o carro não caiu, outra curva, mais outra em 90 graus...
SUL Ensemble / dmtr

#1

estava chegando no sul e alguem me falou pra mim ir na TVE, porque eu ia falar sobre algo q nao lembro na TV. nem pensei muito e fui lá. A TVE era um casebre, e quando eu cheguei estava com vontade de urinar. logo perguntei onde era o banheiro e entrei. Fiquei um tempo tentando me decidir pois haviam dois vasos sanitários um ao lado do outro no banheiro, além de um tanque de lavar roupa e muitas roupas e lençóis. a porta também nao fechava e tinha um degrau no meio do banheiro, que era feito de lajota

Por acidente passei na frente de um espelho e me lembrei que eu estava de bigode, nem sabia desde quando, e também que dentro de pouco eu ia estar na TV.

#2

de repente eu ja estava num galpao enorme, nada a ver com a TVE, e eoncontrei um elástico preso no teto, e no chao um tijolo de seis furos, todo enrolado com um fio de cobre formando um gancho.

nao tive duvida e enganchei o tijolo no elastico, e saí caminhando pelo galpao, sempre com o tijolo na mao

surgiu um cara tentando tirar uma foto disso, e fiquei meio constrangido. Lembrei que seu deixasse o tijolo ali pendurado alguem poderia por acidente dar uma cabeçada, entao comecei a tentar desamarrar o nó.

perguntei pro cara que camera era aquela, so pra dizer algo, e percebi que o galpão era a gráfica da universidade em Santa Maria.

#3

vi alguns flyers e camisetas impressas em offset(?) todas penduradas num varal, parecido com revelacao de foto.

comecei a perguntar pra eles se eles tinham fotolitos velhos pra me dar que eu queria fazer uma colagem.

eu tinha certeza que por algum motivo eu tinha voltado a estudar no colégio, era o segundo dia de aula no ano e as aulas duravam o dia inteiro, e ainda eu morava e dormia no colegio. Quando eu me acordei percebi que todo mundo ja estava na aula e eu nao fazia nem idéia de que horas eram, se era de manha, tarde ou noite.

#4

vi que todos estavam saindo da sala de aula e pensei que fosse hora do almoço pois estava com fome, quando encontrei alguem conhecido fiquei sabendo que ja eram 16h, e as pessoas comecaram a correr em círculos. Me dei conta que era a hora da educação física e eu mal tive energia pra sair da cama, estava com fome, não estava acreditando que depois de velho eu teria que encarar o colégio novamente, e que além disso no segundo dia de aula eu ja tinha sumido por ficar dormindo.

#5

Estava na casa dos meus pais que no caso era um casarão gigante com muitas escadarias na entrada. aproveitei que estava por la e chamei varios amigos pra casa, varios que nao se conheciam entre si.

eram 11 da manha o almoço ia ficar pronto quando anoiteceu em minutos. Fiquei gritando chamando todo mundo pra ver, perguntando se havia algum eclipse agendado, ficou escuro por um tempo e BLAM! caiu um metero vindo com muita velocidade, no tremor nao ficou ninguém em pé, aquelas coisas apocalípticas que eu sempre sonho.

Globsters / dmtr

dormindo por cinco minutos tive um sonho muito específico

era um instrumento musical parecido com o piano, mas que a tecla ficava diretamente ligada a uma peça de cristal, com o formato de gota invertida, ou bulbo. sobre o instrumento eu não sei dizer muito, mas sei que as bolhas de cristal chamavam "Globsters" e que tinham um som muito "cristalino", sendo mais prolongado quando martelado com a parte gorda, e mais stacatto quando marteladas com a parte fina. e não quebravam
Formigável / dmtr

eu sonhei q tinha o braço cheio de labirintos como uma madeira com cupim,

so q tudo cicatrizado como se fosse pele normal

corriam formigas de asa por dentro e eu ficava com coceira, ia metendo o dedo nos buracos do braco e ia rebentando alguns mas parecia borracha, pq nao tinha sangue.

fiquei com nojo e queria exterminar logo as formigas mesmo q ficasse pior o braço
Eixo magnético deslocado / dmtr

Os cientistas ja vinham avisando no jornal sobre o deslocamento do eixo magnético terrestre, mas já era algo normal, ninguém dava muita bola. Eles falavam que as consequencias seriam inesperadas, desde simples mudanças na coloração do céu, até catástrofes estranhas.

Uma madrugada amanhecendo, eu estava chegando na casa dos meus pais (que era quase no campo), e de repente começou a amanhecer e anoitecer muito rapido. Quando eu comecei a olhar as estrelas elas ficaram se mexendo muito rapido, pra um lado e pro outro, todas no mesmo eixo. vi que era uma especie de "terremoto" em torno do eixo magnético. Fiquei muito assustado pois eram só as estrelas mexendo, nao havia abalo sísmico nem nada.

Fui andando meio rápido pra casa, no céu se formaram umas nuvens bastante carregadas cor de chumbo com uma luz amarelada no meio. muita gente corria, fugia, se abraçava, pensavam que o mundo ia acabar, falavam em profecia.

eu cheguei correndo em casa gritando pra todo mundo acordar e assistir ao deslocamento do eixo, tão falado.

Depois da euforia eu fui tentar reencontrar algumas pessoas pra ver se estava tudo bem com elas. Comecei a conversar com alguns e me dei conta que algo muito errado havia passado.

Pra metade da população da terra haviam passado 10 anos, naquele minuto, pra outra metade foi normal.

Fiquei muito assustado, eu queria ver a Agus, saber se tinha passado pra ela um minuto ou 10 anos, e comecei a procurar na cidade, perguntando pras pessoas.

cheguei na casa onde disseram que ela morava, e me atendeu um professor magro de uns 40 anos. perguntei pela Agus e ele chamou ela.

quando ela apareceu tomou um susto ao me ver, ficou bastante apavorada, assim eu comecei a entender o que havia passado. já reconhecia algumas marcas de idade no rosto dela, e ela estava bastante diferente. Estava bronzeada, tinha uma tatuagem de dragao que ocupava todas as costas, tinha amputado os dois mindinhos, igual nas duas mãos, e passava o dia praticando uma arte marcial com dois garfos curtos.

Notei que ela estava casada com o professor. eles moravam numa casa estilo mexicana, com uns muros baixos pintados de cal, era uma casa grande e bonita. fiquei com um sentimento esquisito, não era tristeza mas perplexidade diante de fenômeno tão raro da natureza.
frank duplo / dmtr

alguem parecido com o frank jorge cantando uma musica que dizia "antes que ela esqueça o meu nome e eu, o sobrenome dela" que visivelmente tinha duplo sentido

Olhômetro / dmtr

estava numa cidade pequena, perto de um lugar onde os catadores de caixa de papelão depositavam as coisas. algumas pessoas estavam olhando pras caixas e eu olhei também. Uma mulher me pegou no braço e começou a falar algumas coisas sobre o futuro. fui virando devagar pro lado e precisei me conter pra dissimular o susto quando eu vi que do lado do rosto dela tinha um olho, na altura do nariz, olhando diretamente pra mim.

Na verdade eu fiquei assustado e torcendo pra que fosse o olho dela mesmo, que nasceu um pouco fora do lugar, torcendo pra que fossem só dois olhos no rosto.

ela foi virando o rosto e me segurou bem forte, daí eu vi que eram dois olhos pequenos na lateral do rosto, dois grandes no lugar normal, e um olho quase sobreposto, onde deveria estar a sobrancelha do olho esquerdo.

as feições dela eram indianas e os olhos eram muito bonitos, e eu não conseguia parar de olhar aquele maquinário magnético enquanto ela seguia falando as coisas que eu tinha que ouvir.
Contafio mancha solar / dmtr

sonhei que eu tinha desenvolvido uma técnica nova de fotografia que usava um contafios pra ir ampliando a imagem em um espelho (não me pergunte como)

inventei de utilizar essa técnica pra olhar diretamente pro sol, e percebi que ele tinha um monte de crateras com coisas saindo de dentro e pulsava, lembrava muito uma célula funcionando
Bike Avião / dmtr

Bike AviãoHavia uma espécie de bicicleta-avião na casa do meu avô. era triangular e tinham 3 lugares com pedais e tudo.

Entre os dois lugares de trás havia um banco de madeira, como numa carroça. Estavamos pedalando o meu tio, o meu pai e eu, e a Aline estava na madeirinha. a gente pedalava firme mas a altura máxima era suficiente pra passar acima dos fios de luz. no meio do passeio a Aline foi picada por umas abelhas e começou a ficar inchada, assim a gente deu a volta e tentou voar até o hospital mais próximo.

Comecei a examinas as ferroadas do bicho, no meio das costas, e tinha uma parte inchada com uns fios metálicos saindo. falei que ia remover os ferrões, e quando eu puxei, vi que tinham alfinetes ali também na pele. Fiquei intrigado em como os bichos poderiam ter posto os alfinetes ali, mas logo me dei conta que vinha de uma roupa que ela usava, feita de alumínio + alfinetes
ilha do relento / dmtr

Achei anotado num caderno, sonhei faz uns 3 anos

Estava amanhecendo em bagé, e tinha um show da banda maria do relento. nao tinha ninguém assistindo e a banda tava tocando numa ilha, do tamanho do palco. um cara tava tocando um baixo de duas cordas e se atirava no chão, ficava se arrastando. Ele uma hora atirou o baixo pra cima bem alto e caiu em mim, vestido como se eu estivesse tocando
dente/osso espiral / dmtr

faz tempo já, sonhei que os meus caninos estavam caindo, só que o mais bizarro é que a raiz era muito profunda, e parecia um osso cortado, como uma chuleta, e ainda por cima era uma especie de espiral. tirei todo ele e ficou aquele buracão. tentei colocar rapidamente de volta, pensando que assim ele podia voltar pro lugar, só que eu tinha que colocar como um parafuso, porque o buraco também era espiral, e o dente era tão grande que eu sentia ele dentro do rosto, perto do olho, saiam algumas lágrimas
Francisco Cuoco / Excelsior / dmtr

#1

estavamos a agus e eu no terraço de um prédio muito alto em Bagé. era um prédio que era como uma praça, as pessoas ficavam no terraço pegando sol, curtindo um som. Tinha uma banda montando o equipamento pra tocar e estávamos perto da beira do prédio conversando com o Francisco Cuoco. Ele estava em pé e falando sobre algumas coisas vagas da vida, mas caminhava muito perto da beirada e comecei a ficar assustado. Me afastei um pouco da beirada e ele pulou, em pé como um velho que pula numa piscina. Logo atrás dele pularam mais quatro suicidas aproveitando pra conformar um suicídio coletivo. A gente ficou olhando pra baixo pra ver se a galera ia se espatifar lá no chão, só que tinham uns buracos no chão parecidos com aquelas grades de esgoto, só que os espaços entre os metais eram muito grandes, e deviam ter alguns andares de profundidade abaixo da terra. Todos eles continuaram caindo por ali.

Agus ficou chocada com o suicídio, fiquie muito assustado também. Descemos rápido do prédio e fomos pegar uma carona num carro branco, com meus velhos que já estavam esperando. a gente dizia: "presenciamos um acidente horrível, logo mais vai passar na televisão"



#2

de repente eu tava com fome e fui numa lancheria meio padaria, e sabia que o Carlo ia chegar logo depois, mas já fui pedindo.

Olhei no cardápio e vi um lanche q não lembro o nome mas era algo como "sanduíche excelsior". Soou como bastante grande e que ia realmente matar a fome, assim eu pedi um "excelsior".

só que no balcão do bar tinham umas bandejas metálicas com os ingredientes, iguais as do restaurante por quilo, bem na minha frente.

daí juntei uma fatia de tomate com uma de ovo e fui comendo enquanto esperava o lanche. os outros fregueses ficaram descontentes por eu estar pegando a comida com a mão, e o cara do bar de repente pegou o tomate e ovo da minha mão. Achei que fosse ser reprendido, mas de repente o cara começou a enrolar aquilo numa folha de alface e colocar uma mostarda, pra depois me devolver, como corrigindo o que eu tinha inventado.

logo ficou pronto os "excelsior" que eram muito pequenos e lembravam uma bolachinha recheada. como eram pequenos vinham três, dois de frango e um de carne. pedi também um suco de laranja, que tomei muito rápido, porque o gosto do lanche era horrível.

no meio tempo chega o Carlo, perguntou o que eu tava comendo e eu respondi: chama "excelsior" mas não pede esse porque é muito ruim
Propaganda do Corsa (no futuro) / dmtr

sonhei que eu estava numa propaganda do futuro

o mundo era um monte de carro corsa, e um carro corsa com aerofolio era o superheroi, como superman nesse mundo de carros iguais.

de repente todos se transformavam numa especie de chevette russo meio quadrado, e o superheroi se transformava no novo modelo do corsa, vinha a voz do narrador e falava alguma frase de documentario, dando a entender que o corsa era a evolução do chevette
Helicoptero preto da telefonia / dmtr

O sonho anterior a esse foi muito do medo. Eu estava na casa dos meus pais, no computador, quando de repente aparece um helicóptero na janela, quase aterrissado, mas ainda voando. dava pra ver da janela tudo o que tinha dentro do helicóptero. uns aparelhos, e um cara dentro com uma arma. Era dia e a casa toda estava aberta, então eu sai correndo pro corredor, e comecei a tentar fazer as pessoas da familia esconder debaixo da cama, enquando no meio tempo eu fechava as venezianas

o que aconteceu depois foi o esclarecimento do ocorrido. a arma era um equipamento para consertar telefonia, e a empresa tercerizada utilizava helicópteros pretos, ia nas janelas das casas q tinham problema e consertavam com equipamentos parecido com armas.
Monolito com limo / dmtr

sonho 15 julho 2005

estava num lugar meio perto de caçapava, estavamos vendo algo de uma festa ou um show pra ir, mas estava meio dificil. era no meio do campo e despontava do chão uma pedra extremamente geométrica, cheia de musgos em cima... acho que devia ter um meio quilometro de comprimento e era uma rampa inclinada meio trapezio, e depois subia mais um pouco. O lugar da festa começava perto da pedra mas eu tinha certeza que tinham galerias secretas percorrendo toda a pedra.

estavamos andando pra encontrar a entrada do backstage, num corredor com muitas portas, quando a gente se depara com um velho que talvez fosse o dono do lugar. O velho era bem bizarro e me cumprimentou de uma forma estranha. a sala era velha meio suja e escura, e tinha um cachorro estranho em cima da mesa. o velho explicou que o cachorro estava morto, mas nunca usando a palavra (morto),, sempre falava que o cachorro um dia tinha dormido e tinha ficado daquele jeito. ele era de um couro velho e raros pelos brancos e compridos. as bochechas pareciam duas bolsas. eu ficava me perguntando como nao apodrecia



ainda aí tinha um mapa aéreo de caçapava e de uma trilha indígena com alguns pontos turísticos como esse, nao visiveis no google earth
Viagem Onibus Policia Futuro / dmtr

estava num onibus viajando no entardecer pra algum lugar, e com alguem q nao lembro quem era. talvez fosse meu irmao. Vi uma menina q era a susi , minha chefe do meu primeiro emprego, e fui puxar conversa. ela tava igual mas como eu mudei bastante resolvi puxar assunto e esperar pra ver se ela me reconhecia. Quando eu falei oil.... suzi, ela falou: meu nome eh leticia, e duas amigas delas vaiaram, pensaram q eu tava trovando a evangelica desgracada.

depois numa parada, a gente estava andando de motinho eu e uma mina, e bage estava bem diferente, acho que era o futuro, era alguma hora da madrugada quase amanhecendo e iamos a uma padaria comprar alguma coisa pra comer.

tinha algum movimento pesado da policia. ninguem dava bola mas eu estava com medo. de repente ligaram umas luzes muito fortes na rua inteira e vieram um monte de policiais pra minha volta, gritando e apontando umas armas

eu fiquei sentado no chao com as maos a mostra, enquanto um policial disparava uma especie de morteiro numa cerca perto de umas casas ali. esse morteiro ficava enterrado e fazia o papel de mina, caso alguem pisasse ali explodiria.

eu estava com uma mochila na mao, e achei que eles fossem revisar tudo, nao conseguia pensar direito. fiquei suando muito e apavorado, da? os guardas pararm de me apontar armas, como se vissem q eu era inocente, nem olharam a mochila, e ainda me emprestaram uma garrafa dagua pra tomar. era uma garrafa de agua mineral plastica com o gargalo cortado. eu tomei e era uma agua meio quente, nojenta
No-nose / dmtr

Sonhei q estava em bage ou algum lugar parecido e encontrei uma menina meio gorda q estava estudando, pediu pra mim andar de braco com ela. estava muito nervosa por alguma coisa e eu perguntei se era trabalho de conclusao da faculdade. Acertei em cheio.

quase chegando em casa?? passamos por alguns jovens bem modernos. acho que eu estava no futuro, me sentia meio velho. as adolescentes lindas tinham mania de cortar a ponta do nariz, ficando uma ponta oca cauterizada na frente, expondo a mucosa e tudo. era como uma forma nova de piercing, pessoas lindas fazendo esse tipo horrivel de coisa, nao tinha como nao ficar olhando. tambem podia ser algo relacionado a drogas.

teve uma festa tambem onde tudo era muito caseiro, uma banda tocando e coisas acontecendo mas eu nao lembro direito.

eu precisava sair de casa pois estava pra alugar uma casa, junto com uns amigos. Eram uns quatro ou cinco, todos do rock, dois bateristas. A casa era bem bonita de madeira com dois andares e vidros muito grandes, mas eu ficava pensando se ia conseguir trabalhar / estudar dentro de tanto barulho
Lampada derretida / dmtr

estava dormindo no meu quarto, qdo acordei e olhei pro abajur (verde em formato de disco voador, presente de hannap) e ele começou a fumacear... uma fumaça densa, preta (completamente preta) sem cheiro e lenta

daí me lembrei: ah q foda, lavei o abajur e a lampada e inventei de ligar eles cheio dagua... desliguei da tomada

qdo de repente abri em cima pra ver o q tinha acontecido, e a lampada tava murcha, igual a um balao de aniversario

mole

e verde...

esse foi o sonho
velhos marrons multidimensionais / dmtr

bueno, na real o sonho nao pode ser verossimil a partir do fato de eu escrever ele, e de eu nao lembrar quase nada, e de ter occorrido em outra dimensao

tava eu e o garfield

andando no meio de um campo verde, bonito, com um rio do lado, quando de repente a gente entra num lugar como se tivesse umas parreiras e tal

e eu falei q a gente dava um tempo depois saia fora... mas ele me explicou que ali o tempo funcionava de maneira diferente, do resto dos lugares

tanto era, q se eu pusesse a cabeça pra fora dos limites da area dimensao diferente, alguem de fora poderia ver um pedaço de cabeça flutuando e nao ver meu corpo,q estava em outro tempo

a gente ficou ali curtindo o panorama, qdo chegou um velho, com pele meio marrom

e os dedos nao tinham unhas, terminavam como se fossem cones

e comecou a falar coisas... eu vi q o velho na oera humano, a gengiva dele denunciava q a pele dele nao era aquela

e tentei falar pro garf, mas ia dar pala, dai nao falei, deixei o véio falar

nesse momento ja tinha a julia japinha, e mais umas duas pessoas obscuras, talvez um fosse o roger

o véio tirou um caramujo com um cano de dentro da bolsa

e que era um cachimbo todo esquematizado

e falou que a galera tinha que fumar a historia

e alguem mandou (nao lembro quem) e depois a julia

entre eu e a juila tinha alguem e nao conseguia ver ela. de repente ela começou a perguntar muito assustada

- meu corpo ta virando sal, to ficando feita de sal, isso eh normal?

eu ri, pensei q ela tivesse bem loca, e qdo vi ela, ela era um fantasma (coccoon) feito de um sal gasoso

só com buracos no lugar dos olhos

fiquei fascinado pelo brilho do sal, e perguntei pro véio marrom se eu podia tocar ela, se nao desmanchava permanentemente

e ela continuava falando com a gente, eu passei minha mao fazendo um garfo com os dedos, por cima do braço dela, que estava se alongando (toda ela estava inflando e flutuando tipo fumaça mesmo)

e daí desmanchava um pedaço do braço e depois recompunha

mas a galera tava na boa, ningem se assustou muito

de repente tava só eu e o garf, a galera tinha ido pra outro lugar

um outro velho nos falou umas nóias, mas era só olhar pro lado e olhar pro véio de novo q ele virava um punhado de pedaços de gente, meio secos

daí a gente falava: ihh, ja morreu, ja era, nao adianta mais falar com ele

uma hora um velho q a gente falava, qdo eu olhei melhor, ele tinha uma porta atravessada no meio dele, intersecçao

mas a porta tava parada no meio da grama , de pé. e ele era uma estatua seca, metade pra cada lado da porta

daí eu notei q qdo rolava um velho, era só nao olhar pra ele, q qdo eu olhasse de novo, fudeu, ja morreu

qdo a gente reencontrou a galera, todo mundo apontava pra gente e dizia: aaah, eles falaram q vcs ja tinham morrido

so q tb tinham me falado q eles tinham morrido

fiquei com medo. achei que todos estavamos mortos, sem saber

e continuou a jornada, varios pedaços de velhos marrons, dissecados... ah, por aí vai



nesse sonho da dimensao paralela veio um cara malandrinho, daqueles véio de marrom, e me falou umas mentiras e eu nao queria acreditar... daí ele perguntou da lampada murcha, verde... fiquei assustado. ele falou q foi ele quem colocou aquilo no meu sonho
Torrada no carro / dmtr

Meu pai tinha um carro e minha irmã resolveu confessar um pequeno descuido no carro.

O buraco onde fica a sinaleira traseira estava com um aspecto de queimado. Ela levantou a lanterna e destapou a lata, que tinha um pão muito queimado grudado, como se tivesse frito ali a muito tempo. Todo dia ela enchia aquele furo de água e dava uma volta de carro no grau pra ver se descolava, mas ja fazia um tempo que o pao tava ali. Contou isso rindo e meu pai fez de conta que nao se importou muito.
Redemoinho no céu / dmtr

Estava em bagé, no fundo da asa dos meus pais, e o tempo estava todo encoberto por nuvens. Eu apontei pra um lugar e comecei a fazer movimento com a mao, parecido com mexer a xicara do café, so q apontando pro céu. Esse movimento começou um turbilhão leve que afastou as nuvens daquele circulozinho no céu, mostrando um céu azul, o resto tudo coberto de nuvens.

Mesmo 3 dias depois do incidente ainda continuava ali aquele furo. Mostrei pra uma amiga minha e disse que eu mesmo tinha feito, queria até fazer outro pra mostrar pra ela, mesmo sabendo que era uma coisa meio sem sentido eu fazer outro. Apontei pros galhos de uma figueira gigantesca que tinha no patio, pois dessa vez era dificil ver o céu, so haviam galhos por todos os lugares.

Comecei a fazer o movimento de novo, que nao deu efeito nenhum. Logo depois eu ja estava sozinho e comecei a ficar preocupado com a estabilidade da figueira que pesava toneladas, e nao parecia estar num angulo bom pra nao cair.

tanto que eu ja estava forcejando pra deixar alguns galhos (gigantescos e desconexos da arvore principal) em pé.
Carro-caminhão usado / dmtr

sonhei que estava na casa dos meus pais, ainda morava com eles, e tinha acontecido algum problema sério e tava tudo muito diferente. ia rolar uma viagem grande e longa pelo país por algum motivo, e meu pai que nunca quis comprar um carro usado, de repente compra um carro, uma especie de toyota e um caminhao usados. Feliz com a nova compra vai entrar no caminhao pra dar uma volta de teste. Eu e minha irma entramos juntos pra ver. Ele saiu correndo com o caminhao bem loco, na contramao e tudo mais e pedindo pra gente fotografar os lugares.

numa dessas peripecias de caminhao eu pude reconhecer um lugar que ja tinha visto em outros sonhos só. Era uma vila feita de calçadas, com muitos desníveis estranhos, muito dificil já de entender a geometria e de caminhar a pé. Imagina pra um caminhão mercedes. Na prática ficava perto do lugar onde eu trabalhava. Eu falei bem alto: EU sei onde a gente está, anda beeem devagar pois a gente pode cair num lugar dificil de sair.

Nesse momento meu primo patrício estava dentro do caminhao também. Nao deu outra. acabamos num lugar dificil de sair, e eu e o pai continuamos a pé pra ver por onde a gente ia conseguir voltar pra estrada normal, desde que nao dava pra levantar o caminhao degraus acima.

no meio tempo meu pai saiu correndo e entrou num posto de gasolina do outro lado da rua. Meu primo falou pra eu esperar pois ele estava pedindo informações sobre um curso de inglês, falando em ingles ja pra demonstrar o conhecimento básico do idioma.

eu estava um pouco chateado de nao estar em casa, naquele dia chuvoso e com esse pepino pra resolver. Mas ele com certeza estava se divertindo.
Piramide Invertida / dmtr

16/12/2003 03:10

sonho, voando muito rapido, passando em razante perto das piramides, mais rapido q um boeing, rente ao deserto, perto das piramides tinha um montao de arvores grandes, qdo tava devagar tudo parecia maior, qdo tava rapido, passava no mesmo lugar varias vzes como se fizesse a volta ao mundo, e uma vez a piramide tava de cabeça pra baixo.

sonho com um sebo de discos, varios discos do heavy metal, alguns eps, alguns discos com capa dentro de capa, e o evanescence, dois novinohs, q era uma banda com letras gregas?? que cantavam "besa que te besa boquita de cereza"



sonho com uma guerra, tipo um filme, pessoas apontando armas umas pras outras, mandando as outras pedirem desculpa. demorando pra morrer, vindo umas naves policiais pra prender e levar o corpo flutuando muito rapido no ar
Homem Barba e Disco Voador / dmtr

um disco voador

alguma coisa aconteceu no meio de uma praça tipo chegamos eu, mais uma mulher e um cara e uma criança (detalhe, eu podia ter sido o cara ou a criança), e alguem foi chamado com um raio atrator pra uma nave pequena branquinha, bem moderna, entquanto um ser branco fazia um sinal com a mão, indicando quem eram os tripulantes.

de alguma maneira conseguimos voltar no tempo, e estar na praça novamente, todos abraçados, pra hora que chegasse a nave todo mundo entrasse.

chegou a nave bem rapido, veio descendo e logo apareceu o sentinela branco, nao desceu da nave, simplesmente apareceu como um holograma. Ele tinha a palma da mao direita virada pra nós. Eu fiz o mesmo sinal pra ele e nos tres??? humanos nos abraçamos para entrar na nave. Flutuamos devagar, até entrar dentro da nave.

Dentro tinha uns seres, mais ou menos humanos, uns cabeçudos e brancos, e eu comecei a tentar me comunicar. O que parecia estar no comando recuou mais pro fundo de um corredor, e quem ficou no comando era um cara HUMANO. No meu desespero eu perguntei em portugues mesmo: o que voces fizeram pra me puxar? E o cara respondeu muito calmo - utilizamos este dispositivo, me mostrando um controle remoto, q era onde ele controlava a nave: perguntei pra ele: vc e humano? e ele disse: sim, sou

d-como aprendeu a controlar a nave?

h-brincando
Namorada esquecida / dmtr

Tive um sonho muito estranho essa noite

era uma festa, com uma galera conhecida, de varios lugares diferentes, parecia uma casa normal da galera, mas tava um pessoal de sao paulo, outro pessoal de santa maria, e os presidentes da trama também.

Eu tava com uma amiga meio que namorando, trocando ideia, e conversando com o Andre, da Trama, e de repente aparece a Anelise, fica meio perto, com os dois braços todos tapados de tatuagem. fiquei surpreso, pois ela estava morando em Londres e de repente apareceu na festa. Ela trocava ideia e nao me encarava nos olhos, nao deixou eu olhar direito as tatuagens, e quando eu tentei tocar no braço dela ela saiu de perto. total clima tenso.

Depois apareceu a Flavia chorando, e me falou que eu tinha enganado ela, que eu falei que amava ela e tava com outra mina na festa, mas eu nao conseguia lembrar de ja ter tido alguma coisa com a Flavia.

Comecei a ficar com peso na consciencia de nao lembrar, e ficar meio puto também por estar namorando a outra mina no lugar dela.

ficamos conversando, e eu so conseguia enxergar o olho esquerdo dela, cada vez mais nitido, choroso e meio claro, amarelado
Dom Lázaro / dmtr

Sonhei que eu estava em casa, no meio da noite, quando me deu algum problema neurologico que me fazia ficar fazendo caretas bizarras, me contorcendo e quando eu tentava falar parecia um animal. quanto mais eu tentava falar, mais torto eu ficava, tinha medo sÛ de imaginar me ver daquele jeito, sabia que assustava, e todo mundo que eu ia pedir ajuda ficava horrorizado e saia de perto. quanto mais normal eu tentava falar, mais "dom l·zaro" saia minha voz :(
computador esmagado / dmtr

Estava na casa dos meus pais, com meu computador e trabalhando em freelas, quando um dia eu chego em casa e vejo o meu computador todo esmagado, algumas pecas saindo pra fora, fiquei tao chocado quanto se tivesse morrido alguma pessoa: perguntei pra minha mae se aquele era mesmo o meu computador e o que tinha acontecido. ela me falou que era o meu sim, e que meu pai tinha derrubado no chao, e eles ja estavam acionando uma especie de seguro do governo que iria cobrir isso. Meu pai estava com vergonha e eu estava transtornado pela situacao, achava que o seguro nao ia poder cobrir porque o computador eh contrabandeado e tambem pensei nos trabalhos que tinham nele , que eu nao ia mais recuperar, fiquei chorando muito.
Monareta / dmtr

tinha falado com o amigo SNNS, e que ele estava a pegar a moto dele dentro da garagem de um posto. Era uma CG 125 toda velha, tao velha que a roda ia paralela ao guidão. Fiquei com pena e comecei a tentar arrumar, quando fui ver, era uma monareta, e eu ja tinha desomado quase toda e nao conseguia montar mais
Protesto / dmtr

Um amigo meu tinha feito uma peca artistica, um manifesto de arte contra alguma coisa, do governo, ousobre morte de pessoas, mas em nenhum momento aparecima pessoas... haviam uns desenhos de pessoas ciclopes, que um ohlo soh era a boca, com dentes e tinha outra boquinha menor, cara de choro, todos chorando a morte de pessoas que nao mais existiam

tambem tinham policiais fazendo detalhes tridimensionais do local da morte, entao haviam as fitas brancas, telas de arame, fitinhas ou qqer coisa possivel de representar a tridimensionalidade do corpo em falta

isso ja era um video... metralhadoras... eu dava muita risada vendo isso, pq era sarcastico e humoristico, mas depois de acordado ja nao entendo mais nada do que significa
Lloyd Wright / dmtr

sonho com documentqrio do navio perfeito construido em 1915, e tambem aqueles com casco de bronze e tipo frank lloyd

a propulsao era feita de vermes plasticos ocos, muito fino

tambem o filme aquele meio busca, em que a mulher mata o amor dela com miligramas de alguma coisa
Feedback / dmtr

Eu tinha feito uma maquina de videofeedback que usava a filmadora e tambem o olho humano. era estranho pois o olho ficava todo branco as vezes, entao ajustei o tempo de exposicao pra automatico na filmadora, assim o meu olho ficava ora branco ora escuro.

o que era filmado era projetado em uma tela, e comecava a retroalimentacao de qualquer imagem inicial. depois de um tempo as coisas que o subconsciente deixavam escapar iam pra tela, entao era uma maquina de "ver" pensamentos ocultos, o que era genial e inédito. Fazendo a experiencia em mim mesmo eu precisava desligar logo pois comecavam a aparecer varias mulheres semi-nuas e eu ficava constrangido

O Carlos Gustavo estava perto e me falava que eu tinha que ir pra uma cidade de F....... para fazer um mestrado com esse projeto
notebook minusculo / dmtr

sonhei com o MMMM

estavamos fazendo um freela dentro de um carro. ele tinha um notebook muito pequeno e um tablet grande, cerca de duas vezes o tamanho do notebook

a gente estava brigando por umas coisas de freela e subindo uma montanha, observando as pedras rochosas que iam fazer parte do trabalho
derretido / dmtr

sonho muito estranho que eu estava em Bagee e ficava procurando as maquinas fotograficads do pai pra fazer umas fotos, de repente tinha uma parede que estava aberta e um metal muito quente, tinha derretido uma parte do meu notebook e quase todas as coisas de valor

nao to a im de escrever, so pra lembrar
Oficina de guitarra / dmtr

sonhei com o gustavo assis brasil, tinha gravado cd, com uma musica cheia de acordes. ele ia dar uma oficina de guitarra carissima dentro de um estudio e tinha uma galera

de repente chega o roger e comecou a tocar bateria e as pessoas todas ficam com vergonha de pedir pra ele parar, mas o dinheiro do estudio e do curso estavam indo embora,e ele estava tocando realmente bem, hipnotizado, so nao usava o pedal do bumbo
Sonho Santa Maria / dmtr

estava tomando cerveja com o Indio em santa maria? quando passa um helicoptero de uma agencia de publicidade la e a gente abana, so de brincadeira, e o helcoptero vem muito rapido no meio dos fios de luz e para a meio metro da nossa cabeça. de dentro sai um cara do atendimento da empresa e pergunta se estamos precisando de algo. Fiquei com medo e o indio falou, nao, so abanamos ali pro Helcoptero. Eu quase alertei o cara q ele estava muito perto da parede, a helice ja ia comecar a bater ali e o helicoptero ia cair em cima da gente.

o cara pulou do helicoptero no chao e saiu normalmente caminhando. O helicoptero saiu fora piscando, fazendo ziguezague nos postes de luz, por baixo dos fios, tirando fininho de tudo.

eu pensei que se nao fosse no interior ia ter alguma lei que proibisse essas barbaridades.