fiquei agarrando com a mão a cobrinha e pedi pra alguém me levar rápido pro hospital militar. ninguém dava muita importância e nem paravam o que estavam conversando.
nisso a cobra me picou novamente na mão que eu segurava ela, na direita. apertei com os dedos muito forte a cabeça dela pra tentar esmagar.
fui buscar algo que precisava uma escada, algo que eu levaria pro hospital. fiquei pensando que alguém tinha que me ajudar porque eu estava correndo com tudo, provavelmente acelerando meus batimentos cardíacos e espalhando mais rapidamente o veneno.
Quando convenci meus pais a me levarem lá, era um carro diferente, como se fossem dois carros um dentro do outro. o de fora era de plástico. algo muito moderno mas com muito pouca qualidade. fiquei tentando abrir a porta que envergava mas não abria. tudo era complicado.