Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Barata / Aspros

Acordei no meio da noite, fazia calor e eu estava sentindo algo suave pela lateral do meu corpo. Eu olhei por baixo da minha regata, e havia uma barata misturada com barbeiro andando. Me apavorei e passei a mão querendo espanta-la e ela se desfragmentou em um monte de partes. Acordei de verdade e fiquei procurando baratas pelo quarto.
Matrimônio de um covarde / Saborga

Matrimônio de um covardeSonhei que estava em copacabana especificamente na Miguel Lemos andando para num evento da minha empresa com alguns brasilis e vários gringos sentados em várias mesas de bar que ficavam em diagonal amplo, pé direito alto, luz baixa e velas na mesa. O Bar (que não existe) era um estilo meio nova iorquino. No caminho encontrei o JW Suiluj e ele foi também. Um pouco pelo meu convite meio sem querer que ele fosse mas outro por outro lado querendo mostrar para mim mesma que eu já havia superado tudo. Sentou um pouco perto de mim mas logo depois foi para outra mesa ainda no meu ponto de vista. Ele estava um tanto desconfortável e eu tb devido a toda a situação que vivemos quando terminamos. Mas acho que até estávamos conversando andando em direção a superação do passado quando ele me trás um envelope. Um envelope vermelho rosado meio melancia e vinha escrito meio nome meio rasurado no lado da aba e logo embaixo... convite para o matrimônio de JW e SK. Wowwww levei um susto de estar recebendo aquilo. Ele se distanciou e eu fiquei pensando se eu dizia obrigada e me remoía por dentro ou se chamava ele num canto e falava o quanto sem noção ele era em estar ali e ainda mais me dar um convite daqueles.
Corta acordei em São Paulo inda para a casa da Fafá que não era exatamente o prédio dela. Tinha uma escada estreita, luz amarela e parecia que tinha um mezanino. Ela me mostrava o tanto de coisas que ela tinha comprado. Ela comprou algo como um balde que ficaria invertido e que receberia uma cabeçona de plástico de uma ovelha toda cinza. Era lindo. Mas era algo TOTALMENTE inútil. Comecei a ficar P da vida com ela e falar que não aguentava mais ela reclamando de dinheiro enquanto não parava de comprar tudo. E ela ficava tentando o tempo todo justificar cada uma das compras.
Jazz engasgado / li

Estava em Santa Maria, na segunda quadra da rua Dr. Bozano, com amigos. Eu via lugares novos w interessantes, que me animavam. Um café bom, lugar pequeno e charmoso, e logo uns amigos me mostravam uma loja de jazz. Entramos, vi que o nome da loja era "Tricky", e resolvi perguntar o que eles tinham do Dave Brubeck, mas um desconhecido chegou antes e também perguntou sobre o Brubeck. Me fiz que não ouvi e fiz a mesma pergunta, mas não conseguia falar "Brubeck" corretamente. Meu marido estava na porta sentado, me esperando.
/ gruszka

tinha viajado com amigos para um evento em outra cidade e nos hospedamos em um hotel luxuoso. em determinado ponto do sonho, fui arrastada pelos braços por um homem de meia idade até seu quarto, onde ele me encheu de comprimidos. lembro de estar vestida de bailarina. cruzando o corredor, encontrei uma amiga que percebeu meu desconforto diante a presença do homem, e me convidou para ir com ela até a festa. chegando lá, decobrimos que um de nossos amigos havia morrido de forma inexplicável. pedi o celular dela emprestado e liguei para o número dele. eu aparentava saber o que estava fazendo. após alguns segundos, ele atendeu, mas sua voz estava diferente. ele estava triste e inconformado por ter morrido, e eu estava orgulhosa e aliviada por conseguir falar com os mortos.
/ gruszka

sonhei que ganhava muito dinheiro.
Uruguaio safado / Saborga

Uruguaio safadoEu estava tomando banho nua num quintal bem arborizado que ficava num canto de uma rua sem saída (como se fosse o jardim do ap da lagoa). Era fim de tarde de um dia primaveril bem úmido e com céu encoberto. Tinham rosas lindas no jardim. Cheiro de terra molhada. Meu pai estava no lado de dentro da casa. Era uma casa térreo (como o ap da lagoa), iluminação bem amarela, aconchegante, cômodos grandes e pé direito alto. Algo de meu avô ali. Quando eu já estava tirando o shampoo vejo um cara meio distante andando de bicicleta vindo na minha direção. Eu por ser baixinha conseguia fazer com que o muro não muito alto escondesse a ideia de que eu estivesse despida. Como a minha casa era a última da rua sem saída eu estava quase certa que ele iria voltar. Mas não. Ele veio se aproximando até que os olhos dele sobressaltaram o muro. Eu vulnerável. Ele bonito. Vergonha e tesão. Mullets e gritei. Vai embora. E com minhas duas mãos tentava esconder as várias partes do meu corpo me agachando molhada e em busca de uma toalha. Ele alto, forte, moreno, com um sorriso bonito com destes da arcada inferior meio desalinhados, tinha mullets e um olhar meio Don Juan, ultra seguro de si e balbuciava palavras em espanhol. Saltou da bicicleta e parecendo que segurava uma pena colocou a bicicleta do meu lado do muro como se ela fosse ficar mais protegida e eu menos. Ele foi se aproximando como se tivesse sido convidado (não, ele não foi) e eu estivesse pronta para recebê-lo (e sim, eu estava). A minha vergonha aumentou e o tesão também. O convite silencioso foi feito por mim naquele segundo. Mas eu ainda não tinha entregue pra ele. Fui andando para dentro do meu quarto que estava conectado com o jardim. Ele veio atras de mim com uma respiração como se ja tivesse me beijado muito e estivesse pronto para o sexo. Não, ainda não havíamos os beijados, mas sim, estávamos prontos para o sexo. Mas a porta do meu quarto estava aberta e se conectava com a sala e meu pai estava ali. Eu já tinha em mente que seria um sexo barulhento, fechei a porta, desconfortável com a possibilidade de ser escutada pelo meu pai, mas já vivendo uma intimidade com um desconhecido que não vivia a tempos. Fim de tarde de uma primavera deliciosa.
Tenho medo do escuro / Sossa

Tenho medo do escuroOuço um som, um som estridente próximo a minha casa. Olho pela janela, todas casas baixas, uma rua de paralelepípedos. Vejo clarões a luz do dia, bombas e aviões. Estava no meio de uma guerra, imagino que a segunda guerra mundial. Um zunido estridente toca, agora mais próximo, corro para o porão da minha casa. Tenho medo do escuro. O porão é um lugar escuro, muito escuro, sem luz, quente. Sinto que preciso fugir, sair daquele lugar, da minha casa, daquela cidade. Mas não posso fugir, aquela é a nossa casa, e eu prometi que o esperaria lá. Ele me prometeu voltar, foi obrigado a ir servir a nossa pátria. Não posso ir embora, ele prometeu que voltaria. Os zunidos aumentam, bombas começam a cair por toda parte. Eu não as vejo, mas sei que elas estão caindo cada vez mais perto. Sinto que devo fugir dali. Mas não posso. Ele vai voltar. Lá é nosso lar. Nosso porto seguro. As bombas estão mais perto, sinto o chão tremer. Tenho medo do escuro. Tenho medo de não vê-lo mais. Fecho os olhos, abraço minhas pernas. O chão treme. A estrutura da casa treme. Um estrondo. Um peso cai sobre mim, uma dor intensa toma conta do meu corpo. Sinto frio. Não consigo me mexer. Sinto frio. Tenho medo do escuro. Sinto frio. Tenho medo de não vê-lo mais. Sinto frio. E, de repente não me sinto mais.

Acordei! Um acordar desesperado e ofegante. Era como se tivesse despertado de uma outra vida. Uma vida que se foi, deixando em mim uma marca profunda, além do medo do escuro.
/ sunoo

i looked at you in the other side of the crowd
instantly you were naked by my side
I started to touch you, and suck you
you came, it was blood everywhere
still down on my knees
i told you that was strange but i liked it
vazio / gruszka

sonhei que ganhava de presente uma moldura vazia.
Estrada estreita / li

Eu viajava de carro com LV e MS, que eram casados e um amigo muito chato, com o nome unissex, algo como Derli, que eu não entendia muito. A estrada era bem estreita e aos lados, penhascos. Vez ou outra uma roda do carro saía para fora da estrada e exigia manobra do motorista. Sentia medo.
De repente o carro era uma van e eu estava com a família do meu marido, viajávamos pelo interior da França, pelas estreitas estradas. Por cima das montagens avistamos uma linda cidade medieval no vale abaixo. Tentei pegar a máquina fotográfica para fazer fotos e nao encontrava. Quando vi, já descemos pelo vale e chegamos no centro da cidade, numa igreja enorme, linda e muito antiga. Descemos e fomos todos conhecer a igreja. Caminhei e vi uma gigante imagem de Nossa Senhora das Dores, que chamavam também de Zarco. Uma senhora muito velha e magra passou e me deu uma moeda. Mostrei para meu cunhado a moeda e vimos que tinha um mapa do Chipre. Eu e minha filha e marido Fomos esperar minha sogra na van. Comentávamos da beleza da igreja e de Nossa Senhora das Dores.