Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
anotações no exato acordado / lupino

encontro barbara marcolini no antigo am-pm de icaaráí. vou falar com ela e ela diz q o nome dela n é esse. estou sendo enganado, sempre soube q ela sentia vergonha de falar comigo na frente das amigas. me retirei. acabei derrubando alguém em uma moto. é R, fico surpreso e dou um forte longo abraço nele, q logo deixa de ficar chateado por ter sido derrubado. R ta preso faz tempo e ter encontrado ele nesse sonho me deixou feliz. me lembro de ter falado “tu é uma pessoa boa". ajudei ele a levantar a moto e me despedi. entrei no posto e encontrei amigos antigos. saí dali. estou no jardim da casa nova de rafael, tem dois pombos pretos mortos e eu sei q eles estão ha algum tempo ali (rafael nunca deixaria animais mortos no jardim). estamos falando sobre tinder e soulseek. um corvo me ataca e eu estou com uma toalha, dou sorte e ele pega na toalha. tento bater ele na parede, mas n consigo, não quero machuca-lo. estou rodando a toalha de um jeito mt forte, na minha cabeça um corvo sempre volta, estou com um pouco de medo. ele solta e não volta. se retira tonto demais pra fazer qualquer coisa. vamos gravar. fui fazer um trabalho no cemitério, transmitir ao vivo um funeral. cheguei na capela e me deparei com três corpos, dois estavam de barriga para baixo e o que estava de barriga para cima tinha uma pequena cabeça, desci a escada e encontrei Joana, era um funeral múltiplo da família dela, fomos fumar um. encontramos bruno lemgruber, q um dia foi meu chefe, com pedrinho e giulia, cada um tinha um baseado e ele n me reconheceu. eu falei q tinha trabalhado com ele, q me olhou e falou “vc é rico então” e eu respondi “eu não, vc sim” ele riu, eu não.
rojava / cauli

Eu estava num lago no meio do mar bebendo água doce
O nome do lago era de uma das irmãs mitológicas, a unica que tinha de dado mal
Do nome dela derivava nome de vagina, Pussiana algo assim
Tinha formato ou decoracao de concha
E o gosto da água era bom
Eu tava vivendo num mundo pos apocalíptico fazia um tempo
Conversei e passei por muitos perigos ate chegar ali naquele lago, seguro novamente
Voei rasante fora do aviao monomotor, pintado com as cores da África do Sul, sobre a devastada e vazia cidade de Rojava. Algo perigoso pois ainda existiam algumas luzes de tiro acendendo esporadicamente pela cidade. Mas eu confiava no dono do avião (que nao pilotava) e estava comigo do lado de fora contando suas histórias de voos perigosos sobre os postes de luz e lajes do segundo andar dos prédios azuis do bairro afastado daquela cidade
"Eu já voei sobre uma floresta de pinus que eu aluguei" dizia ele com seu bigode grosso e cabelo ralo que balançava com rajadas de vento
Eu desci do avião no bairro podre com alguém que devia ser minha da família ou clone de mim mesmo. Eu sabia que estava sozinho, mas ter alguém artificial para conviver era necessário para sobreviver naquele ambiente hostil e com tão pouca gente. Eu nem queria compania, era perigoso demais. Muito risco, eu era experiente para isso.
E no topo do morro, deitado em guarda no meio da rua estava ele. Um pastor alemão de olhos vermelhos me (nos?) fitava
Meu clone de preparava para lutar, mas eu sabia
Eu sabia que ele nos tinha como amigo
Cães eram raros e inteligentes. Mudei de ideia. Ele não tinha nome ou não me lembro agora o nome dele, mas você não sabe o quão importante ele era para mim
Mas um cachorro não precisa de nome quando é o único cão que você vê em uma década ou duas.
Ela
Pera, era fêmea
E quando teve seu filhote parece que saiu de mim
Mais uma pessoa no meu mundo de devastação e caos, quando eu começava a juntar todos os trapos e tudo parecia começar a voltar ao normal
Depois disso lembro de flashes da fonte e outras pequenas memórias e acordei
Museu futurista / Hannap

Sonhei que eu encontrava o Luis Igreja no flamengo, perto do tacacá. Fazia tempo que não nos víamos, demos um grande abraço e um sorriso. Eu estava de bicicleta e ele a pé.
íamos para a casa dele fazer uma comida. No trajeto passamos por um prédio novo, cujo projeto havia sido feito por uma conhecida minha, designer. Entramos lá. Era um museu ultra moderno. Todo branco e liso por dentro. O piso de madeira, as paredes brancas, o pé direito muito alto.
Entrei de bike no lugar. Logo na chegada tinha um túnel branco, muito lisinho e estreito. No meio dele atravessava um outro túnel, com um trem de vidro de altíssima velocidade. O trem passava justíssimo no buraco. Não fazia nenhum barulho e eu conseguia ver através dele. O Luis estava do outro lado do túnel, o trem entre a gente. Eu chamava o nome dele mas ele não me ouvia. Passou um trem silencioso e eu quase atravessei, mas logo em seguida veio outro trem. Quando esse segundo passou fechou-se uma parede por onde ele entrou. Aí eu tive certeza de que não viria outro e atravessei.

Muito moderno. Chegamos em uma sala grande. Eu dei uma acelerada na bike e fui até o final da sala. Dei uma freada que fez a bike deslizar no piso até tocar a parede. Achei que seria repreendido, mas o segurança deu uma risadinha cúmplice. Tava tudo certo. O ângulo da parede com o chão era em curva suave. Eu acelerei de bike e subi na parede até um piso lá em cima. Pela primeira vez fiz aqui e foi fácil. Fiquei muito feliz.

Segui subindo o museu com a bicicleta, subia de elevador, de escada rolante (eram muitos andares).
Peguei uma escada rolante de alta velocidade que me projetou com a bike pra cima. Dei um salto muito legal! Passei por uma sala que dizia assim: fábrica de discos voadores. A temática do museu era toda futurista.
Lady Di sabia fazer sabonete / Hannap

Sonhei que estava em alguma universidade, saindo de uma sala grande. Esperando o elevador chegar. Eu estava sem camisa. Estava muito calor. De repente subiu o reitor, por um elevador todo de vidro e exclusivo dele. Ele usava um short cinza de lã e meias longas cinzas até a altura do short. Usava também um blaser bonito e tinha um cabelo estiloso, branco e comprido. Me olhou e viu que eu já estava vestindo uma blusa e disse: — Isso aí, por favor, vista-se. Ele foi para o auditório, fazer uma fala.
Eu desci com o elevador, estava com mais alguém e chegamos em uma sala onde a princesa Diana estava preparando umas embalagens. Ela cortava um pedacinho de sabonete, feito por ela, e colocava junto com um papel e outras coisas em cada envelope. Era uma lembrança dela. Eu fui até a mesa e conversei com ela. Perguntei sobre o sabonete, qual era a receita, como ela fazia. Ela estava ocupada mas ainda assim foi super atenciosa, mas eu não entendia aquele inglês britânico de Lady Di, falado em meio a outras vozes. Falei de uma amiga, Paula Mello, que também fazia sabonetes incríveis, com a receita original dos famosos sabonetes de Alepo e de Marseille. Perguntei se ela podia me dar um pedaço do sabonete dela. Ela disse que sim, mas que aquele lá estava contado para os envelopes. Então ela disse que me enviaria pelo correio. Eu fiquei muito animado e pensei que isso seria uma relíquia. Eu já sabia que ela havia morrido e que eu estava visitando um tempo passado. Pensei em guardar essa correspondência lacrada, com o nome de Lady Di e o sabonete dentro e mostrá-la como uma relíquia. Ir ao programa da Luciana Gimenez e do Faustão e ganhar algum dinheiro. Fiz o cálculo de que ano seria aquele para dar a ela um endereço seguro, onde eu estivesse com certeza. Resolvi dar o endereço da casa dos meus pais em Porto Alegre.
Muita gente falando alto e ela me perguntando o cep da casa. Eu não lembrava. O sonho acabou antes de eu finalizar o endereço. Acho que a encomenda não chegará até mim.
caminhos de água para um taxi / li

Era tarde da noite quando chegamos no aeroporto de Porto Alegre. Eu e meu marido fomos ao ponto de taxi, mas não havia mais nenhum, devido ao horário. Resolvemos passear pelo aeroporto, até algum taxi chegar. Caminhamos e era a parte antiga do prédio do colégio Santa Maria, dessa cidade. atravessávamos os corredores, e algum movimento, pois havia acabado uma peça de teatro. os corredores antigos eram meio escuros e aos poucos iam ficando desertos. Ao fundo eu avistei pessoas estranhas, enroladas em cobertores brancos,como mendigos, que vinham em nossa direção. começamos a correr e eu usava o crocs da minha filha, tamanho pequeno e a todo momento caiam pelo caminho. Corríamos muito, até pararmos e ver que era uma encenação e logo os atores tiraram as cobertas brancas e começaram a dançar, a peça era West Side Story. assistimos e voltamos para procurar um taxi, e de repente nos corredores antigos, havia um rio que desaguava ali e tínhamos que atravessar. Estranhei que a água era límpida e cristalina, parecia artificial, e eu sabia que há pouco tempo atrás aquela água era normalmente barrenta, marrom e turva. atravessamos e olhei para fora, era uma noite clara, de lua cheia, vi o rio guaíba de longe e sua água também estava cristalina e brilhante.Saí para uma parte da cidade que tinha uma grande duna de areia e no topo um portáo bonito, diziam que do outro lado era um presídio. Mais adiante atrás de outra montanha avistei o mar, e do outro lado uma vasta planície de areia branca. De volta ao aeroporto, sem taxi ainda, reclamei e senti que algo de muito ruim ia acontecer. Logo, um homem entregou um saco de viagem azul marinho pedindo para meu marido levar, e na hora pensei se tratar de algo ilícito para incriminar meu marido. Briguei com ele para deixar o saco num canto. Vi um taxi chegando, mas outras pessoas chegaram antes, quando chegamos no ponto, só havia um taxi trator, que só cabiam um passageiro.
Meu marido falou com algum conhecido ao telefone, que o orientou a irmos procurar um conhecido seu que morava nas imediações. Subimos um morro, com ruas de terra e casas em construções rudimentares. Senti medo, mas não havia ninguém nesse local.
Tios / li

Estava chegando de uma viagem, num ônibus quase vazio. de repente olhei para o banco em frente, ao lado, e vi o meu falecido tio Toi sorrindo, que logo desapareceu. Então percebi que ele já havia falecido e não entendi a situação, mas senti feliz em vè-lo sorrindo e aparentemente feliz. Mais tarde estava com minha filha em uma casa como palafita, com alguns tios. Chegou o primo distante GP e sua esposa para pedir informação e resolvi apresentá-lo aos meus tios. Logo meu tio Neco pediu para todos entrarmos num ônibus e irmos fazer um churrasco em Taquari. Nesse ônibus, novamente vi meu falecido tio de novo, feliz e sorridente e quando ele ia falar algo, desapareceu e disse 'está tudo bem'. No churrasco estávamos preocupados com os custos, que teríamos que pagar hotel para o motorista do ônibus, mas meu tio Neco só queria festa.
peixes na lua / Huan

peixes na luaEstava em uma cidade grande procurando uma fantasia de girafa com o Felipe, íamos numas portinhas entre prédios que tinha de tudo, enquanto provava a girafa a dona do local falava pra sentir como era macio passar a mão no pelo da fantasia, mas só num sentido.saímos da loja e enquanto amanhecia o dia, a lua que estava cheia, recortava os peixes que nadavam no céu.
Rito das asas / Avê

Uma pessoa encapuzada toda de preto e com uma caveira pintada no rosto cobrindo o capuz veio até mim como se fosse me iniciar em um ritual. Algumas pessoas estavam atrás dela, sem capuz, mas não me lembro nem de suas fisionomias e nem de suas roupas, apenas acompanhavam. A pessoa encapuzada veio pelas minhas costas, fechou meus olhos, abaixou minha cabeça e perguntou: você sente? Então senti como se houvesse um pássaro batendo asas e se debatendo na minha nuca. Eu sentia como algo muito real, ouvia até o som das asas, mas eu sabia q era apenas um sensação mágica.
/ li

Fui buscar minha filha na escola, que era diferente da atual. Ao chegar a encontrei no pátio, com tia Lena e a prima DRM. Minha filha estava deitada quieta e quando a peguei vi que tinha machucado a boca, um forte grande no lábio superior. Fiquei braba que não atinjam me chamado imediatamente m.
Aparecida / li

Eu, marido e filha caminhávamos e de repente chegamos numa cidade nova. Observamos prédios antigos, estilo colonial, bonitos. Tentamos descobrir qual cidade era e vimos que era a cidade de Aparecida. A cidade era interessante, perto se via um rio com muitos braços e ilhas. Entramos no prédio mais interessante e bonito, e vimos que era uma igreja antiga, um museu e um hotel. Estávamos cansados e resolvi ver a estada. Os quartos eram pequenos e não gostei, até me informarem que havia o quarto “play” e o “spa”, um era com jogos para criança, por 114 reais e o outro com serviços de spa. Escolhemos o primeiro. Ao lado havia um hotel estilo imperial, onde todos garçons se vestiam de Dom Pedro I.