Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Reencontros / li

Eu voltava à uma igreja que frequentava no passado, que ficava dentro de uma escola antiga. Atravessei os corredores imensos e escuros e entrei na igreja, sentei no banco e rezei. Algumas pessoas chegavam, e uma que estava trabalhando ali era uma amiga antiga, que eu perdi o contato. Ficamos muito felizes com o encontro. Saí da escola e o pátio estava em reformas, com muitos buracos e morros de terra, sentia perdida. Encontrei meu marido, que era Z e fomos na casa de seus pais, que era de madeira, com lareira e poucos cômodos.
Mercury / li

Estava no pátio da casa do meu pai com vários amigos da adolescência, logo entrou o Fred Mercury, e cumprimentou apenas uma das pessoas. Ele caminhava rebolando demais e estava muito sério. Todos ficaram em silêncio e eu perguntei o que ele faria indo para a garagem.
/ li

Estava morando num apartamento grande e antigo, meus primos estavam lá, uma antiga colega de escola, CLO passava ali. Fomos descer para sair e antes fui ao banheiro, que tinham vários vasos sanitários. Fui escolher um e vinque todos estavam cheios de coco, com cheiro horrível. Desci para ir conhecer a linda já que tia NCV inaugurava, na galeria do comércio de Santa Maria. Logo saí com mos nha tia e ela me deu carona na nova bicicleta motorizada que tinha comorado, Ainda meio desajeitada para andar.
Cíclico entre Poa e Paris / li

Eu estava no centro de Porto Alegre e meu marido pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris, nas com algumas alterações, como a torre de Saint Jacques estava dentro do rio Sena e outros monumentos em local diferente. Caminhei pela ilha de Saint Louis e encontrei uma velha senhora parisiense que me mostrou seu apartamento, que era um bar-café charmoso desde a década de 20 do século passado. Sentei num banco na calçada e Z estava ali, e ao mesmo tempo ele era o meu marido e eu falava para ele que tinha sonhado que estava em Porto Alegre e ele me pediu para eu ir ver se tinha uma pracinha perto. Caminhei e me deparei na Feira do Livro e numparque muito bonito. Anoitecia e entrei num túnel e ao sair vi que estava em Paris,(...) -continua novamente o início deste sonho-
Perfurada / li

Amanhecia, tocou o interfone e era engano. Deitei rapidamente na cama da minha mãe e de repente senti dores, e vi que eu tinha deitado em cima de uma colcha Branca, toda alinhavada com alfinetes, que penetraram no meu corpo. Comecei a retirar, tinha nos olhos, pés, enfim, em todo corpo. Pedia ajuda da minha mãe, mas minha voz não saia. Outras conhecidas ajudaram. Comecei a ver pregos e muitas coisas pontiagudas pelo meu corpo.
Perda dolorida / li

Pelo facebook minha cunhada escreveu que meu cunhado havia falecido. Não acreditei e vi surgir na página dele postagens sobre sua morte. Senti perdida e muito, mas muito triste e vazio.
Mariazinha e os Salmos / li

Eu estava com minha prima DRM e ouvimos uma voz que era a de Mariazinha Penna, e DRM dizia que sua voz era bonita, meio rouca e eu não entendia, pois Mariazinha já havia falecido há décadas, e pensava se era uma gravação. A voz dizia para lermos os salmos 126 e 130, da Bíblia. Logo vi minha falecida tia B com um terço na mão, bem jovem e sorridente.
Tentando sair / li

Era madrugada e eu estava acordada em casa. De repente fui na janela do quarto da frente e olhei a rua, me deparei com uma cratera se abrindo na rua. Comecei a juntar uns pertences importantes para ir para um hotel. Estava difícil juntar tudo. Tentei acordar a família para sairmos e logo chegou a cabelereira do prédio, vinga nos contar que estava apaixonada por um jovem de 39 anos.
Anjos do ballet e Mc Donalds / li

Estava na cozinha com minha filha e outra criança e uma parte da parede não tinha azulejos e ali apareceu uma centopeia colorida grande, de uns 30cm. Matei com chinelo e suas partes pulavam sobre nós e eu tentava nos proteger. Sai no corredor do prédio e vi que no apartamento do lado havia aberto um mc donalds e meu vizinho estava trabalhando ali na madrugada. Vi uma mesa com mil shake velho.Logo era domingo de manhã e fui levar minha filha na igreja que tinha ballet também, as meninas se vestiam de bailarinas com asas de anjo. Para entrar na aula elas subiam numa vara e eram erguidas até o outro lado do muro e pessoas diziam que elas eram anjos, não caiam.
Marido / li

Meu marido chegou e me presenteou com meinhas azuis de criança. Na minha rua caminhávamos, voltando para casa, quando chegou VV, segurou meu marido pelo braço e disse para ele ir na casa dela, logo à frente, para comer um creme amarelo. Percebi que meu marido era só mesmo tempo meu tio OTV.
Em Minas / li

Estava morando numa casa pequena com grande pátio com árvores, em Minas Gerais. Senti medo pq não conhecia ninguém e a casa não tinha muita segurança. GD chegou e disse q iria ficar um tempo ali. Fui tomar banho e. O que vazava água do teto, para o lado de fora.
Pai triplo / li

Eu morava no meu antigo apartamento em Poa, mas o apartamento era maior. Alguns amigos visitavam. RR, meu conhecido, meu marido e um ex namorado, que explicavam para minha mãe que eu estava grávida de um menino, e os 3 eram o pai.
Hospedagens / li

Fui passar um fim de semana numa fazenda de amigos, com Manuel B. E Anelise M., foi um diabo campo e logo era hora de voltar. Fomos procurar ônibus na estrada e vimos a caminhonete Branca do marido de Anelise, lá dentro da fazenda. Logo estávamos chegando num hotel, com Manuel B., meu marido e filha e mais alguém que não lembro. O quarto do hotel tinha um pátio que dava para um lago, e os vizinhos eram partes do presídio. Havia a ala de presos ricos, que tinha um barco para eles passearem. A parte dos presos pobres era toda construída de barro, muito primitiva e lotada. Senti medo e resolvemos voltar. Ao arrumar as malas no quarto eu encontrava brinquedos e sapatos que não eram meus. Embaixo da cama tinha uma sandália cor de rosa, em cima do guarda-roupas, brinquedos, e pensei em levar um para mim, mas logo pensei que era roubo e desisti.anelise M. Usava uma blusa amarelo ouro.
Trajetos / li

Fui ajudar a cuidar de VMM no hospital, seus pais não poderiam estar na hora que ele saísse da cirurgia. O quarto ficava num andar no subsolo,lembrava o local da escola Maria Rocha. Entrei no quarto e Ainda estavam arrumando, vi sujeira, havia fezes na cama.
Fui em uma loja, emPortugal, e havia roupas lindas, mas todas eram fabricadas no Brasil, e não entendia como não encontrava o nas lojas Brasil. Pensei em comprar um vestido de tricot Branco, pensei em parcelas de 20 euros.
De repente eu tinha me mudado para nova casa, onde morou ACKA e sua mãe, na rua PaulHarris. Abri a casa e muitas pessoas passeavam pela rua e vinham me visitar, primeiro meus primos, depois ACKAe sua irmã é conhecidos da minha adolescência. A frente da casa se transformou num point e eu tentava levar bancos para as pessoas sentarem. Chegou Alexandra, amiga da minha irmã e nos cumprimentamos. Vi que minha filha precisava tomar banho e dormir e pedi para as pessoas irem embora. Fecheis casa e senti pouco segura, vi na porta um vão acima só com um vidro. Perguntei paraACKA se era seguro ali e ela assegurou que sim.
Sono dos anjos / li

Era madrugada e eu estava na sala de um apartamento grande, com tia L, seu marido e filhos, todos dormindo. Eu e minha filha também dormíamos e de repente mais nha filha levantou e foi se debruçar na janela, mas a cama da minha tia ficava abaixo e ela conseguiu segura-lá. Eu e a tia ficamos acordadas e ela me falava que quando sua família dormia, via sinais de seus sonhos, todos interagiam, e assim eu também comecei a ver, eram dele casos Söns, ventos e aromas no ambiente. Ela dizia que o sonhos tinham presença de anjos. Eu toquei num objeto prateado, como um instrumento de sopro e cordas ,da estante, e fez um forte sim de harpa. Pedi desculpas por ter atrapalhado o silêncio do sono.
Casa do terror / li

Estava visitando uma amiga, e sua casa era grande, construída de pedras antigas e com grande jardim. Ela me falava que a casa era estranha, não gostava de viver ali, mesmo tudo sendo tão bonito. Me falou que a peça em anexo, que era seu atelier, tinha uma parte que ela não usava, pois acontecia coisas estranhas. Eu sai e voltei à casa, quando comecei a ver cenas horríveis pelas casa,pessoas sofrendo, fazendo ameaças, falando atrocidades. Eu sabia que eram visões, mas sentia medo. Rezava a oração de exorcismo de Santo Antônio sem parar.
Logo, eu estava em um mercadinho, num prédio antigo da rua Astrogido de Azevedo, fazia as compras e encontrei LDN, manda colega de minha filha. Guardávamos nossas compras embaixo de uma mesa, mas logo as minhas sumiram. Eu separava muitas frutas para comprar.
bobagem do Japão / li

era madrugada e eu estava numa rua de terra batida, com minimercados de bairro. Um antigo conhecido chegou trazendo um amigo que iria para o Japão trazer mercadorias para vender, e eu imediatamente pedi para trazer uma pequena máquina de tirar bolinhas das roupas, e ele disse ser impossível, pois só conhecia onde comprar chás e outros artigos. Logo estava meu antigo colega GCastro, muito bonito e simpático. Conversamos muito e minha mãe veio me mostrar fotos da família Castro, onde sua mãe e irmãs eram todas iguais e os tios também iguais, todos com olhos azuis.
Marido trocado / li

Meu marido estava preocupado, e às vezes ele era Z. Era noite Estava na área dos fundos da casa da minha avó, fechávamos a porta do corredor, mas ele nervoso ficou do lado de fora. Nesse momento ele era Z e no meio de suas coisas encontrei cápsulas pretas, com um número gravado, e vi que parecia um medicamento. Ele me disse que eram drogas que estava usando. Logo me falou que estava com problemas de dinheiro, que só na última noite havia gastado 300 dólares com prostitutas. Eu não sabia o que fazer por meu marido ter se transformado em Z, queria ajudá-lo, mas por ele ter sido a pessoa do meu marido que casei e não a figura de Z.
Surpresas / li

Era noite e eu caminhava na rua do Acampamento, emSanta Maria. De repente 3 pessoas usando cabeças de boneco enormes vieram correndo, um me puxou e me pegou pelas pernas e me arrastou pela rua e me largou. Senti medo e que poderia ter morrido.
Segui e encontrei o bar do GNM e entrei. Ali todos comentavam que ele havia descoberto sua verdadeira mãe. Logo a mãe dele chegou e era uma mulher negra, muito diferente dele. Ela falou que o pai de GNM teve um relacionamento com ela é certa vez a polícia levou-o atras dela, em Itu, mas ela havia se mudado para a Bahia. Falei para ela que eu gostava e queria GNM muito bem.
Assombrações / li

Era um dia de verão, à tardinha, e eu estava numa casa grande e elegante, na Avenida Presidente Vargas, em Santa Maria,era casa da minha prima LCV e ela recebia convidados. Chamei a prima CVS para chegar. Logo, a casa já era de VS e CVS chegou, falava alto e seu estilo era diferente da recepção elegante dali. Mas VS ficou cativado por ela, e logo vi que ele fez um vídeo institucional que citava CVS como pessoa com grande energia e a relacionava com algo de budismo.
Fomos ajudar profissionais de uma escola ao lado a colocar uma extensão de luz. O fio passava por cima de prédios e entre casas, e eu e CVS o puxavamos e levava para onde uma coordenadora orientava. Acabamos entrando em uma casa abandonada, mas ainda mobiliada e cheia de entulhos. Dizia que a casa havia sido comprada pelo vizinho e logo a reformaria. Eu comecei a ver coisas sobrenaturais, como a aura de um adulto e uma criança, projetada numa parede branca. Logo CVS entrou num escritório abarrotado de livros velhos e encontrou um senhor, que com sotaque, dizia que queria se comunicar em inglês. Senti medo e comecei a recitar uma pequena oração de exorcismo ensinada por Santo Antonio.
Casas e Anjo da guarda / li

Estava em Poa num apartamento da minha prima KVS, enquanto ela e o marido viajavam. Saí e encontrei AA e nos apaixonamos instantaneamente. Fomos para o apartamento e conversávamos muito, riamos, nos beijávamos e tomávamos banho juntos, mas sem sexo. Minha prima chegaria logo e fui comprar passagens para voltar à SM, na volta, caminhávamos pelas imediações da rua Protasio Alves com Vicente da Fontoura e encontrei ruínas de um castelo medieval. Resolvi voltar de carro e AA foi a pé. Nós perdemos e não nos encontramos mais.
No meu apartamento, tocaram a campainha, ao olhar no olho mágico, vi que era um menininho com pele moreninha, meio indiozinho e eu e minha mãe sentimos medo e perguntávamos quem era. Ele sumiu e descobrimos que ele era um anjo da guarda.

Festa de Aniversário / li

Era a festa de aniversário da minha filha, comemorava num salão de festas pela rua Silva Jardim e Parque Itaimbé, em Santa Maria. Chegavam os convidados e eu percebi que não tinha muitas bebidas, as que tinham não estavam geladas. Comecei a procurar, fui na cristaleira da minha avó e peguei umas bebidas. Levei-as só salão e vi que não tinha copos. No salão já estava a família da prima DRM e em outra mesa o Finado IGV, e senti muito felizes s dele ter ido a festa. Sai correndo para procurar copos.
Cemitérios / li

Estava numa cidade diferente, tinha montanhas e natureza no meio da região central. Logo eu estava com a prima LCV, e outros parentes chegavam. Encontrei a ex esposa do meu tio, DCS, e ~iamos ir aovelorio do irmão dela,mesmo que ele já havia morrido há muitos anos atrás. Amanheceu e vi minha prima e tia voltando do velório, e eu não havia sido informada do horário. Fiquei triste e chorava dizendo que era sempre assim, minha mae nunca me avisava de nada e eu passava por situações constrangedoras, que havia acontecido o mesmo com a morte da irmã de JSS.
Depois eu caminhava ou lembrava de um cemitério muito antigo e aterrorizante.
Volta / li

Estava numa casa antiga e reformada, grande. Era uma reunião de amigos, e lá estava o Edmundo Cardoso, que me deu dois livros. Sentei numa mesa ao lado da tia N e minha filha nos derrubou das cadeiras. Chovia muito, em todo Brasil. Ouvia dizerem que a corrrente de chuva de Pernambuco atuava para o tempo ficar assim. Voltei para casa de carona, vi que anoitecia. Uma caminhonete saia da frente do meu prédio e vi que nela tinha grades iguais às do prédio. Entrei no corredor e vi que havia vários rosarios no chão e na maçaneta, um em forma de espiral.
Apartamentos esquecidos / li

Lembrei que eu havia morado em um apartamento térreo, na rua Lima e Silva, em POA, e era fato que eu havia esquecido completamente. Lembrava que era uma época que eu nunca saia de casa, mas não conseguia lembrar de detalhes como pq eu escolhi o lugar e como vivia.
Logo, estava em um apartamento, com o teto baixo, e tinha que caminhar com o corpo abaixado, e lembrei que eu poderia estar no filme 'Quero ser John Malkovich'. Nesse apartamento eu moraria com FS, sua esposa estava ali e ele dizia que nós dois poderíamos nos casar na hora que eu quisesse. MS veio visitar e fez uma decoração do lugar, dizia que o quarto tinha boa janela e terraço, mas a sala era meio sufocante.
Minhas coisas / li

Eu vi FP conversando com SO e estranhei, e logo ela veio dizendo que ia trabalhar com SÓ. Achei estranho,pois ela não tinha experiência bem conhecimento do trabalho. Logo ela desceu a rua da sua casa eveio cuidar da minha filha e sobrinhas MC e OC e senti invadida. Percebi FP louca é obcecada em ter minhas coisas, e lembrei que ela se tornou amiga de meu ex namorado, no facebook, e nem eram amigos, o que me estranhou, nas consegui entender sua loucura.
Falei para ela deixar minhas coisas e ela me perseguia, até que comecei a agredi-lá fisicamente.
Vim para meu prédio e vi novas vizinhas nos apartamentos térreo, e ambas eram designer e tinham decoração bonita, é um acervo de tintas e lápis coloridos lindos. Vi que no corredor da garagem havia umas pichações feias e alguém começava a corrigi-las.
Encontros / li

Encontrava KZ e CZ, ela num vestido verde e azul, sentada na escada da casa deles. sentia feliz, mas não conseguia demonstrar tal emoção.
Ônibus para casa / li

Meu marido chegou dirigindo um novo veículo que comprou, um ônibus anos 50, cor de rosa com pinturas de corações azuis. Fomos para casa e ele colocou nossa filha no porta-malas e eu subi ao seu lado. Andávamos por umavrua muito estreita, numa subida íngreme e de ré. Ele dizia que era nossa casa. Fechei os olhos para não ver o percurso. Descemos num gramado e retirei minha filha do porta-malas.
Velório vivo / li

Estava num velório de um dos primos da minha avó, daqueles familiares que eu não conheci pessoalmente, mas que ouvi histórias durante toda a vida. Estavam também os vários primos radialistas.
No velório percebi que o velado estava vivo e isso parecia normal. Fiquei intrigada em saber como se daria o sepultamento, com a pessoa Ainda consciente, imaginei como um assassinato. O tempo passou e a hora do enterro se aproximava e o parente no caixao estava muito triste. Os primos radialistas falaram pequenos discursos e no fim uma prima falou, com sua voz bonita e jovem, contraste com sua aparência idosa.
O velado pediu um tempo para sair e caminhar, antes de ser enterrado, e todos permitiram, e eu achei a situação mais estranha possível. Ele saiu a caminhar pelo pátio agora, percebi que tinha as mesmas feições açorianas da família. Eu via seu percurso, como se fosse um filme, ele caminhando no pátio, que se transformava num campo, encontrava dois homens e se escorava numa cerca de troncos, e assim eu o via, e logo essa imagem aparecia como se distanciando, até ficar longe dos meus olhos.
O homem voltou para a sala do velório, triste e chorando e todos os esperavam. Senti angustiada com a situação.
Portal para o passado / li

De repente, a internet de algumas pessoas começou a abrir o seu antigo orkut e dali um portal de um tempo passado. Eu vi a tela azul em diversos celulares, e as pessoas felizes relembrando.
Pelo meu orkut fui contactada com T e combinamos de nos encontrar numa festa. A festa era familiar, poucas pessoas e numa casa antiga. Eu eT nos declaramos, como um amor apaixonado, mas sem contato físico. RR estava junto e dizia que ele não podia me fazer esperar , não podíamos perder tempo e assim intermediava nosso contato. Perguntava do meu marido e articulava uma solução para nós vivermos o tal amor.
Fui ao banheiro e vi que estava na antiga casa de madeira da minha tia, onde para ir ao banheiro tínhamos que atravessar um quarto e a parede de rabiscos vermelhos continuava igual.
Encontros perdidos / li

Eu morava no meu primeiro apartamento que vivi emPorto Alegre, mas era menor e mais velho, paredes descascadas e úmidas. Logo descobri que eu dividia o apartamento com FP e senti feliz. FP falava que era muito difícil sair à noite emPoa, devido à violência e me mostrava cenas de violência, pela janela. Uma amiga veio nos visitar e conversamos até FP precisar sair na noite. Desci o o acompanhando e encontrei PW, que era dono de um bar na Rua José do Patrocínio.
Conversamos e PW e FP seguiram seu rumo na noite. Antes FP pediu-me para aguardar uma encomenda sua.
No apartamento, me entregaram a encomenda, era o caixao de seu pai, que ao mesmo tempo era Chopin. Eu tinha que cuidar, mas era grande demais e eu não sabia os cuidados necessários, Ainda mais que se tratava de ser 2 pessoas que nutri afeto. Eu tentava colocar flores e telefonava para aFB, sem êxito. Uma bebê engatinhava por cima do caixão. Logo saí do apartamento, que nessa hora era uma casa rústica em madeira, e vi pela janela um novo quadro pendurado, que era uma pintura de Chopin, com luminosos olhos azuis, réu não sabia se chamava o retrato de Chopin, I ou se era meu sogro.
Casas / li

Estava casada com PW, morávamos num apartamento térreo, emPoa, com sacada para um pátio e muitas pessoas começaram a entrar no nosso apartamento. Começou a rolar um clima entre PW e uma moça e logo eles saíram juntos.
Logo eu já havia me mudado para outro apartamento no segundo andar,pelas imediações do shopping Praia de Belas. A persiana de uma janela deslizava até o andar térreo. Minhas sobrinhas estavam juntas e pediam para ligar para a mãe. Pq retornou à casa, e foi arrumar um quarto. Com CP, Fui comprar algo e nos perdemos. Anoitecia e era um local perigoso, com drogados. Não conseguíamos voltar para casa.
Ricos, crianças e reencontros / li

Morava num prédio de luxo, no 8 andar. Era vizinha de AD e sua esposa. Fomos no playground do prédio e vi uma piscina de pedra num jardim inglês do condomínio. Conversei com FLS e minha filha desapareceu. Pior sensação.
A esposa de AD veio conversar e falava que o seu andar, o terceiro, as paredes estavam emboloradas.
No hall do prédio chegava a mudança de vizinhos árabes milionários, com sofás e móveis requintadíssimos e vi que minha foi pular nos sofás.
A esposa de AD foi no meu apartamento e logo seu filho foi para o lado de fora da janela, no parapeito e eu o segurei pelo braço.
Desci para a portaria do prédio e no pátio externo, próximo calçada havia minha penteadeira com muitos pertences meus. Estranhei que ficasse sempre ali e ninguém roubava nada.
Estava numa casa antiga, rica, era festa de encontro da minha família V . Encontrava parentes desconhecidos e não conseguia conecta-los à minha árvore genealógica. Somente pessoas mais velhas, até uma empregada mencionar um nome feminino de uma foto antiga, que eu havia ouvido falar alguma vez. Tratava-se de uma senhora rica que foi morar no exterior e faleceu por lá. Nunca tiveram notícias da sua. Ida longe. Minha mãe chegou ao encontro e estava deslocada, até chegar um homem muito comunicativo e popular, que todos diziam der sobrinho do presidente Getúlio Vargas, mas ele insistia que seu sobrenome era Pinto e que o tio não foi bom presidente. Minha mãe caiu em choro ao encontrá-lo, só me explicou que ele morava na rua Euclides da Cunha e não o via há muitos anos.
Encontros / li

Eu e meu marido caminhávamos na rua Professor Braga, era um dia nublado e úmido, e vimos um grande javali entrando no Senac. Apavorados, entramos no prédio da frente, pedimos ajuda ao porteiro, e percebemos que tinha uma mendiga vivendo não portaria, que carregava uma boneca Susi vestida de noiva. Ninguém nos acreditava, e espiamos o Senac e tudo parecia normal, pessoas entrando e saindo e nenhum sinal do javali. Nos demos conta que não lembrávamos mais onde havíamos deixado nossa filha.
De repente eu vivia uma história de amor com PW, em Porto Alegre, na cidade baixa. Éramos muito felizes, até que PW viu uma publicação no Facebook, que dizia "delação Fogaça " e era uma festa orgia com muitos políticos, travestis, e PW estava no vídeo postado, e ficou muito abalado. Sua ex estava junto e procurava nos ajudar.
Logo eu estava assistindo uma peça de teatro de uma escola, uma superprodução, e no intervalo o público trocava de sala, e acabei sentando numa mesa de restaurante junto de Z, seu filho e uma menina que não sei se era sua filha. Seu filho sorria-me amigavelmente, Z desconfortável comigo. Vi fotos da família de Z, a esposa e os filhos, fazendo uma coreografia com funcionários fantasiados de uma fábrica de chocolates de Gramado.
Encontrei minha prima CVno teatro e sentamos próximas.
Casa com rio / li

Fui passar as festas de fim de ano no litoral. Era a casa de Z, e estava cheia de gente hospedado, inclusive seus pais, o marido de minha mãe e desconhecidos. Entrei e fui me alojar em algum lugar e percebi que a casa ficava em cima de um pequeno morro e entre a sala e quartos havia uma ponte, pois no meio da casa passava um rio. Senti medo, pq a casa era velha espremia desabar a qualquer momento. Eu não tinha para o de ir, mas não queria ficar ali.
Passeios / li

Estava no meu apartamento de Porto Alegre com CV, KV tia LV e algum outro primo que não lembro quem era. Percebi que tinha uma televisão pendurada do lado de fora da janela do 8 andar, que ficava passando desenhos animados.
Minha prima me mostrou que lá embaixo tinha um vizinho com pátio e com uma decoração de festa de aniversário e duas pessoas fantasiadas correndo pelo gramado.
Fui sair e Descobri que o elevador tinha problemas, a velocidade era variável durante o percurso.
caminhei ao entardecer pelas imediações do largo dos açorianos e Borges de Medeiros.
Era inverno e Cheguei na casa da minha irmã C, ficava num lugar alto do bairro Nonoai, em santa Maria. da sacada eu tinha uma vista muito bonita e fiquei esperando meu cunhado chegar de carro para me dar uma carona.
Igreja feliz / li

Era uma festa na igreja Nossa Senhora das Dores, entrei com minha filha e o ambiente estava festivo e alegre.Encontrei amigos antigos e na porta vi RS, que não encontrava há tempos e foi feliz encontro, muitas conversas alegres.
Benção / li

Estava num lugar tipo minha primeira escola, parecia uma festa. Me falaram que havia um benzedor numa sala e eu fui esperar para ele me benzer. Sentei numa mureta evo um dente, Ainda com sangue, e procurei o possível dono. Demorava para o benzedor me chamar e entrei na sala. Ele estava deitado, só de cuecas, era um homem jovem, magro e peludo, estava muito cansado e esgotado de benzer, mas me benzeu. Colocou a mão sobre minha cabeça e benzeu forte.
/ li

Numa casa com grande varanda e gramado, eu conversava com tia L e outros tios. Logo chegou LEM, numa caminhonete com sua família. Ela cumprimentou a todos, menos a mim, era agressiva, falou que tio O tinha que ir ao banheiro e se explodir. Eu fui para a cozinha.
Cabeleireira / li

Fui cortar o cabelo numa nova cabeleireira e enquanto ela conversava com outras clientes, cortou minha franja. Fiquei furiosa, praguejei e disse que não pagaria, por tamanho erro.
Fui chorar junto de MN, que me consolou e se mostrou um grande amigo.
Dama / li

Estava num casarão estilo palácio antigo, no centro de uma cidade. Criados me chamaram numa ala, e me falaram que ali morou a Leda, e que haviam encontrado uma caixa de fotografias antigas. Eu não acreditava em tantas fotos ali, fiquei meio paralisada de emoção. Me chamaram em outra ala, era um ginásio com uma assembleia de funcionários, alguns meus colegas de tempos atras. Eu acompanhava RA, que era um alto cargo político e lhe orientava sobre questões morais, éticas, culturais, que até eu me surpreendia com a profundidade do que eu via e falava para ele. Percebi que meu sapato tinha salto alto, e me sentia muito elegante.
Logo RA era o novo prefeito de Porto Alegre, e éramos casados em segredo.
Papai Noel / li

Era natal e eu estava em Curitiba na casa do meu tio. Tudo estava sujo e velho e percebi que ele havia feito um puxadinho, seria sua sacada, no 9 andar. Meu marido entrou e viu que tudo era de vidro, eu senti medo. Meu tio falou que o apartamento tinha um alto pé direito. Meu tio falava com seu filho mais novo. Logo eu estava numa casa grande , de uma turma, seria um natal alternativo. PH chegou vestido de papai Noel e entrou de um jeito lindo e poético, com uma música linda de fundo. Ele distribuiu os presentes que comprei para minha filha, e achei pouco só dois presentes para ela.
Na serra / li

Estava num balneário da serra, na casa de um casal de amigos. Anoiteceu e fui no mercado. VF passou por mim e veio conversar comigo, perguntava sobre os Estados Unidos e a vida por lá. VF estava muito bonito e charmoso e dava em cima de mim. Segui pelas ruas para ir ao mercado e vi 2 mendigos bêbados e senti medo.
Repugnante / li

Recebia um dvd, fui assistir e era de M, ele nu, fazendo poses. Achei nojento e coloquei para frente para ver se tinha algo interessante, mas logo aparecia um velho também nu, parceiro dele, que engoliam um penis preto. Achei repugnante e não conseguia desligar, logo a imagem era de sua esposa, com peitos que iam até o joelho, e mais duas mulheres nuas na cama, tentava desligar e não conseguia, não queria mais ver nada, até que apareceu cena com crianças e eu quase desmaiei. Não queria ter recebido essas imagens.
Relacionamentos estranhos / li

Era noite fria de inverno em Curitiba, e meu marido dormia num canto da rua. Ele e o namorado de LV gostavam de caminhar na madrugada, pelas ruas vazias do centro.
Meu marido conheceu uma moça que vivia na rua, magra, branca, com cabelos curtos e uma borboleta desenhada num de seus olhos. Ele foi comprar roupas para ela, e eu senti ele apaixonado por ela.
Encontrei FS e nos descobrimos apaixonados. Decidimos viver juntos, e ele terminava seu relacionamento. Sua namorada estava furiosa, e trouxe um ex namorado para viver junto, um jovem moreno, expansivo e chato. Percebi que eviviamos no apartamento que vivi em Paris, mas estávamos em outra cidade, que eu não sabia qual era.
Armadilha / li

Fui convidada por ED para um churrasco em uma feira da cidade. Peguei úm taxi com um motorista negro e gay, , muito amigável, mas que dirigia com a cabeça entre os joelhos, pouco enxergando o trânsito e saltei antes da chegada, por medo de acidente. fui ao ginásio da feira, encontrei ED e ele me conduziu até os fundos do local, afastado da feira. Achei estranho e percebi que se tratava de assédio, pois assuntos eruditos não eram tratados, e sim, preferências banais. Falei que não era para esse assunto que tinha ido ali. Próximo de nós tinha um casebre de madeira, que era um antiquário camelô, que vendia coisas interessantes e porcarias. ED se aproximou e começou a assediar uma jovem atendente. Fugi, me escondia e corria, até sair do local. Sai na rua e era um trevo, com muitas estradas.corri e decidi procurar um taxi, mas corria e não encontrava. Percebi que eu poderiavestar em Florianópolis.
perdida / li

Eu estava no 8Andar, num prédio de consultório medico, onde os corredores eram cinzas, esperando o elevador. Percebi que o elevador balançava e sõ ia ate o 7 andar. Fui avisar as pessoas e ouvi a sirene de incêndio, e logo sai por um corredor de emergencia, onde vi meu tio O.
depois de um dia, percebi que minha filha tinha ficado no prédio, com a empregada nova, e me desesperei, pq não sabia noticias dela. descobri que havia pessoas num hotel, entrei no carro e fui atrás. chegando lá, havia um forte sistema de segurança, o exercito controlando o lugar. consegui explicar que eu buscava saber da minha filha, e me indicaram um menino chamado Nicolau, que era seu amigo e também estava sem a mãe junto. Logo minha filha veio, a abracei, e cuidei. íamos ficar num quarto com grande portas de vidro, no andar térreo. Eu tentava cuidar do menino Nicolau junto.
Perdida / li

Voltava de um lugar, ao entardecer, pelas imediações do bairro ROsario e avenida Rio BRANCO. Estava com minha filha e caminhávamos abraçadas, ela grande, era um abraço quentinho. Perto da rua Ernesto Beck , havia uma curva e várias ruas surgiam, e nenhuma parecia conhecida, todas abandonadas, sem calçamento e pobres. Senti medo, não sabia para onde ir. Eu já havia estado ali e passado pela mesma situação e tentava lembrar como havia voltado, sem sucesso. Perguntei para um homem que passava ali, e ele falou o caminho
, mas não sabia se eu podia confiar nele.
Adolescência / li

Fui visitar um apartamento para comprar, que ficava no 42 andar de um prédio na esquina da rua Serafim Valandro com Venâncio Aires.
Entrei no apartamento, uma cobertura grande, com decoração pesada em tons escuros, e percebi tudo muito velho e nada limpo, como se tivessem abandonado o local repentinamente. Na cozinha comidas podres no forno, portas emperradas e muito pó. Tentei sair imediatamente, o ambiente era pesado. No corredor do prédio, fui pegar o elevador, que era minúsculo e muito veloz, senti medo e fui pelas escadas.
Depois eu estava num apartamento de estudantes do interior, eu namorava um dos moradores, bebíamos vinho e amigos chegaram para tocar e vi que tinha um antigo baterista da cidade, que voltou a tocar, o C. Conversei com moradores num banheiro antigo enorme.
Meu namorado era alguém parecido com ERF e muito imaturo. Bebeu muita vodka e me traiu, após chamou a tia para ir embora. Eu só me deprimi que tinha pessoas assim.
Jazz engasgado / li

Estava em Santa Maria, na segunda quadra da rua Dr. Bozano, com amigos. Eu via lugares novos w interessantes, que me animavam. Um café bom, lugar pequeno e charmoso, e logo uns amigos me mostravam uma loja de jazz. Entramos, vi que o nome da loja era "Tricky", e resolvi perguntar o que eles tinham do Dave Brubeck, mas um desconhecido chegou antes e também perguntou sobre o Brubeck. Me fiz que não ouvi e fiz a mesma pergunta, mas não conseguia falar "Brubeck" corretamente. Meu marido estava na porta sentado, me esperando.
Estrada estreita / li

Eu viajava de carro com LV e MS, que eram casados e um amigo muito chato, com o nome unissex, algo como Derli, que eu não entendia muito. A estrada era bem estreita e aos lados, penhascos. Vez ou outra uma roda do carro saía para fora da estrada e exigia manobra do motorista. Sentia medo.
De repente o carro era uma van e eu estava com a família do meu marido, viajávamos pelo interior da França, pelas estreitas estradas. Por cima das montagens avistamos uma linda cidade medieval no vale abaixo. Tentei pegar a máquina fotográfica para fazer fotos e nao encontrava. Quando vi, já descemos pelo vale e chegamos no centro da cidade, numa igreja enorme, linda e muito antiga. Descemos e fomos todos conhecer a igreja. Caminhei e vi uma gigante imagem de Nossa Senhora das Dores, que chamavam também de Zarco. Uma senhora muito velha e magra passou e me deu uma moeda. Mostrei para meu cunhado a moeda e vimos que tinha um mapa do Chipre. Eu e minha filha e marido Fomos esperar minha sogra na van. Comentávamos da beleza da igreja e de Nossa Senhora das Dores.
Fazenda no meio / li

Estava em Porto Alegre, nos prédios da Ufrgs, pelos prédios da Engenharia e Educação. Fui fazer uma consulta médica em um posto dali. Estava com FB, e conversávamos muito. O médico que atendeu era um senhor velho, alto, com rosto retangular, charmoso, interessante e simpático, se chamava dr Thomasi. Ele me orientou a fazer vacina e falou que era num outro prédio, e me levou de carro. Desci no outro prédio, me deixando no estacionamento. Era noite e eu não conhecia o lugar e pedi para FB me levar no local certo. Caminhávamos pelos longos corredores, eu sempre atrás de FB, que estava apressada. De repente no meio desses prédios e corredores tinha uma fazenda de uma amiga de FB. Havia um gramado e uma casa antiga é uma família numerosa, com uma avó, mãe, filhos e crianças. FB sentou no muro da varanda e brincava com gatos. Eu conversei com a avó e mostrava um bebê ruivo para minha filha.
Pessoas do passado / li

Era noite e eu estava numa apartamento em outra cidade, parecia um lugar de veraneio.
XY chegou, deitou no meu colo e disse sentir saudades. Tentou me beijar e eu falei que agora não era mais tempo para nós, tinha família e não tinha mais vontade de novos relacionamentos. Ele insistia, deitou na mesa e me beijou à força, e logo entru sua esposa, uma pessoa muito querida e legal. Ela não percebeu nada do beijo forçado.
Saí correndo e encontrei a Mardilê, amiga da minha mãe, caminhando pela rua. Ela me convidou para conhecer seu apartamento. Entramos no prédio, e uma escadaria muito íngreme para subir me assustou. Quando entramos, o apartamento era imenso e lindo. Tinha vista bonita para todos os ângulos da cidade.
/ li

Estava em um quarto de uma casa, no centro de Taquari. Era noite e fui dormir. Meu quarto tinha grandes janelas de vidro que davam diretamente para a calçada. Me sentia com a privacidade invadida, pq dormiria com a luz do abajur ligada.
Fui no quarto ao lado e ao retornar, vi um menino ladrão ali dentro. Senti medo.
Organização / li

Meu marido me levou para um encontro de uma organização que estava participando. Consistia em um jantar em local desconhecido, os membros da organização saíam para uma tarde num país desconhecido e as esposas eram levadas para fazer compras, também em um país diferente. Eu fui para Israel e meu marido passava a tarde na Romênia.
Ao fim da tarde voltávamos ao salão do encontro, para um jantar, e via vários conhecidos, que pertenciam a organização.
No salão havia uma criatura de pedras, tipo o "Coisa", que era o lider. Eu não sabia se era ruim.
Ele convidava para "entrarmos numa parede, que aparentemente era normal, mas as pessoas poderiam atravessa-la, diziam que parecia uma parede de fogo e ali havia algo como um portal para outro lugar. Senti medo de entrar na parede.
Logo mais víamos pela janela um hotel, ladeira abaixo, na beira do mar, parecia algum lugar como a Suiça, mas a beira mar. Me falaram que o nome do Hotel era "hotel Romântico", e que algumas vezes saia uma fumaça preta das chaminés, que era vazamento de gás, e morriam pessoas lá dentro.
De repente a fumaça preta apareceu e meu marido foi salvar as pessoas, fazia massagens cardíacas nos corpos que eram retirados.
queria que ele saísse daquele lugar, sentia medo de explosão ou intoxicação.
Deprimente / li

Estava em Porto Alegre, no bairro Moinhos de Vento, ia num hotel encontrar com meu amante, o Xicão Toffani. Nosso caso era secreto. No saguão do hotel algumas socialites conversavam comigo, sabiam do nosso caso, mas eram discretas.
Depois de tórrida noite juntos, saí pela manhã e fui numa farmácia comprar cosméticos caríssimos, após fui num café encontrar meu marido, que era o Stenio Garcia.
taxis / li

fui numa festa de aniversário, chegando lá, vi que era de FP. o local era um salão de festas no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. Era madrugada e a festa continuava, de repente serviram os comes, havia um bolo de chocolate, com 3 andares, do tamanho de uma pessoa, doces de frutas, e churrasco. Tentei comer rápido, pois queria ir embora, já que era tarde. Logo, já estava com PH, caminhando no calçadão de Santa Maria, e FP veio correndo atrás dele para ficarem juntos. Estranhei eles ficando, e segui caminhando atrás de um taxi. Vi 2 carros, cada um com motoristas estranhos, um com um motorista sem camisa e sem sapatos e o outro um senhor muito magro e humilde. Subi no taxi do senhor magro, e ao entrar percebi que só tinha metade da porta do carro para fechar. O senhor falava que tinha sofrido um pequeno acidente, estava tonto e com forte dor de cabeça, por isso dirigia muito mal. Senti medo, mas nesse momento já estava com minha filha no colo e não podia descer na madrugada. Andamos pelas ruas de Porto Alegre e senti medo ao descer a ladeira da Lucas de Oliveira, com o taxi em alta velocidade. O taxixta entrou por ruas do centro histórico e eu tentava orientá-lo a chegar na minha casa, que também não sabia direito onde era.
Uma vida, mas duas mortes / li

Eu morava em Porto Alegre, num apartamento grande, pelas imediações da rua João Alfredo, andar alto. De repente descobri que minha avó tinha morrido. Fui procurar minha prima e avisa-la, e me dei conta que minha avó já tinha morrido anos atrás. Não sabia explicar como se morria por duas vezes.
Encontrei AA e surgiu um clima forte de romance.
Caminhei pela frente da casa da avó, em Santa Maria, e sua casa estava muito velha e abandonada, pintura descascada e mato tomando conta.
Comunidade / li

Eu cheguei em uma casa de estudantes de Santa Maria. Parecia que eu ia morar ali com minha filha. O pessoal era de uma geração mais nova, com ideias ripongas. Faziam festa naquela noite, e eu meio deslocada, queria ambiente mais familiar. AA chegou e começamos a conversar, mesmo com posições de ideias opostas, a conversa era ótima, com respeito, humor. AA foi muito carinhoso com minha filha. Olhei pela janela e não conseguia localizar que parte da cidade eu estava. Vi que tinha mais vizinhos estudantes e senti preocupada que haveria muitas festas.
Felicidade / li

Estava eu, CVS, TF, AMC, meu marido e filha caminhando por uma bonita cidade medieval europeia. Jantamos num restaurante e eu tinha dificuldades para me comunicar com TF, só conseguia falar português. Fomos s para casa, caminhamos pelas ruas estreitas e floridas até chegar em casa, que era em Curitiba, na beira do mar, é tinham s que passar por uma ponte no meio das rochas à beira-mar para chegar na nossa casa. Estávamos felizes.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
Pelados / li

A Brigitte Bardot estava morando numa casa num balneário da serra. Ela tinha o hábito de caminhar nua pelas imediações da sua casa. Eu avistei ela, jovem, caminhando nua e encontrando um fotógrafo aquático, que também fotografava nu.
casa na Alemanha / li

Eu morava em um pequeno trailler na Alemanha. o lugar era uma ruazinha com trailers colados um no outro, um lugar pobre, na beira de um rio. As janelas não tinham cortinas e eu sentia falta de privacidade, logo resolvi esse problema, colocando um espelho para cobrir o vidro da janela. Saí para caminhar e na volta cruzei com o vizinho do lado, que era um homem idoso estranho, meio tarado. Mais tarde chegou o Edson Celulari e começamos a nos beijar. Só pensava em quando meu marido ia chegar.
Olhei pela janela da cozinha e vi que o rio começava a passar embaixo do meu trailer.
Tartaruga / li

Ia em um apartamento no subúrbio, em cima de um morro, com ruas em curva e de terra vermelha, com alguns lugares perigosos. Entrei no apartamento de VP, e encontrei suas filhas, inclusive a que havia falecido e fiquei confusa. Encontrei dois ex e via como eram relacionamentos ruins, como se tornaram pessoas mesquinhas.
Vez ou outra eu agia como namorada de um dos ex, e me sentia muito infeliz.
Fui pegar o carro para ir embora e VP me falou que estava embaixo de uma ponte, em um local camuflado, pois ali tudo era perigoso.
Logo eu estava em uma praia, deitada na areia com Z e outra moça, talvez sua esposa,e percebi que havia uma grande tartaruga virada de costas, vermelha e amarela, embaixo de nós três,. Sentia as patas da tartaruga nos tocando e sentia nojo e medo.
clássicos / li

Eu abri um caderno e nele tinha partituras escritas. Imediatamente comecei a entender qual música era e, que mesmo sem nunca ter tido contato com partituras, comecei a entender perfeitamente, reconheci a obra e já imaginava uma orquestra a executar a obra, os movimentos do maestro e tudo mais.
Logo fui assistir a um filme e os créditos iniciais aparecia como o título "Albinoni", assim como o nome de toda equipe do filme eram esse.
/ li

LV estava na minha casa, conversávamos, como nos velhos tempos. Ela me contou que E estava com um namorado ruim, que em vez de querer fazerem sexo, o tal namorado pedia para ela defecar no seu rosto.
Fiquei chocada.
Logo descemos do meu prédio, E ia passar de carro para nos levar para casa. E chegou dirigindo um fiat Elba vermelho e deu carona para LV é um jovem, eu ficaria esperando na esquina da avenida Loureiro da Silva, Porto Alegre. Percebi que se aproximava da meia-noite e senti medo de estar sozinha ali.
Viagens / li

Eu viajava de avião, não sei para onde ia, mas tinha uma conexão na Coreia do Sul. Fiquei por umas horas na cidade coreana, fui passear e me deparei com uma cidade cópia de Santa Maria, mesmas ruas e construções, com apenas pequenos detalhes diferentes, como formatos das janelas. Voltei para o aeroporto e tinha que descer vários lances pela escada rolante, cada andar tinha um nome diferente. Cheguei no meu portão de embarque e vi que ia viajar com meu marido e cunhado, e minha sogra ficaria na sala de embarque, sentada. Entrei no avião e dentro era um ônibus. Meu marido tinha ficado lá dentro e deixado nossa filha sozinha para sair. Encontramos-a num banco, dormindo.
Havia uma televisão ligada e passava uma novela com a Claudia Raia jovem, estava nua gorda.
Firulas de côrte / li

Eu estava em uma festa de PT, em Paris, num local aberto no 6eme , próximo do rio Sena. Senti que eu era linda com meu vestido longo azul. Não conhecia ninguém, todos eram muito ricos. Um playboy se encantou comigo, me falaram que era da família Quatrocentoba Ferreira. O sujeito era chato e logo eu conheci outro homem interessante, normal, mas que o playboy brigou e mandou embora. Fiquei triste e me senti um objeto na mão do playboy. Conversei com a irmã de PT, que logo foi do outro lado do Sena buscar maquiagem. Falei que eu havia morado no bairro ao lado.
Mini vulcões / li

Estava na casa da tia NV, era noite e percebi que o vizinho do lado havia demolido parte da sua garagem, deixando a casa da tia mais exposta. No gramado da frente entrou um jovem, que começou a andar com um cortador de grama elétrico, como se fosse uma motocicleta, fazendo muito ruído. Ele parecia louco.
Tentei telefonar para polícia, mas logo vi que jornalistas haviam chegado já não da polícia. Os jornalistas falavam que fotografaram mini vulcões pelo gramado, um fenômeno estranho.
Marido em situações diversas / li

De repente eu e meu marido atravessamos um rio estreito encestávamos em Portugal, num bonito domingo de manhã. Em uma praia havia uma senhora africana, muito pobre, que em um mesa, expunha materiais humildes, que representavam coisas importantes. Ela era candidata ao Nobel. Passamos em uma igreja linda, e ao lado havia uma exposição de arte contemporânea. Uma das obras era se aproximar de um buraco de um container e ver quem se aproximava deste, mas pelo outro lado. Meu marido pediu para eu ir, e ao me aproximar, do outro lado estava meu ex-marido, com seus colegas e esposa. Surpresa sem propósito do destino, e certo embaraço.
Resolvi procurar uma filial da escolinha da minha filha, que ficava mais perto de minha casa, e no gramado da frente um grupo de jovens se encontrava. Alguns jovens, com estilo moderno, resolveram conversar embaixo de um lençol.
Meu marido apareceu usando uma camiseta com a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
Avião desgovernado / li

Com uma amiga, Eu caminhava pela rua da casa da minha avó. De repente vi no céu um avião voando muito baixo, dando piruetas, parecendo descontrolado. Mostrei para a amiga e percebi que era um avião com a bandeira da Arabia Saudita e inscrições em chinês. Logo ele começou a cair, fez um estrondo e calculei ter caído pelas imediações da avenida Dores. A fumaça subiu no céu e senti medo. A amiga saiu correndo para ir ao local do acidente e eu voltei para casa, e achei estranho que logo as ruas começaram a ser molhadas. Corri e entrei no meu novo apartamento, na esquina da rua Venâncio Aires com a Sndre Marques, no quarto andar, e percebi que na lavanderia tinha um pôster dos Beatles e que era o único apartamento sem olho mágico e porta de grades.
Romance antigo nos EUA / li

Eu estava numa grande casa em um condomínio nos EUA. Era uma noite quente e eu encontrei T pelas ruas. Conversamos e eu me descobri apaixonada por ele. Caminhamos, conversamos muito. De repente T falou que sentia saudades de mim, e eu confirmei que também sentia. Deitamos abraçados e senti que éramos um.
Black / li

Ouvi falar que iria eclodir um conflito bélico. Algo como o sul do Brasil que destoava da Inglaterra. Fui sair para rua e de repente estava invadida de marginais. Me desesperei pq precisava buscar minha filha na escola. Voltei para meu apartamento para pensar em uma solução, em segurança, e do lado de fora, militares pintavam todos os vidros das janelas, em preto.
Discos e flutuações vacilantes / li

Olhava para o céu e vi um disco voador passando. Espantada, fui fotografar e logo passaram mais alguns, pelo meio das nuvens. Eles sumiram e as fotos que fiz também desapareceram.
Eu, meu marido e filha fomos dormir, no quarto da casa da minha avó, na cama da minha mãe. Deitamos, apagamos a luz e nos três começávamos a levitar, sem controle, cuidando para não bater no teto.
Sonhando com drommers / li

Caminhava pelo bairro Bom fim de Porto Alegre, estava participando de um grupo que fazia cinema com Super 8. Assistíamos e analisávamos alguns curtas e o porquê de ainda filmar com essa película. Um diretor de cinema local nos convidou para um passeio de microônibus, como parte do encontro. Anoitecia e fomos para a zona norte, onde entramos numa estreita e nova estrada, que passava em um recem descoberto campo de petróleo. O local era assustador, mato e lixo na estrada de chão. Senti medo. De repente subíamos uma montanha, com a van percorrendo estradas íngremes e estreitas por um despenhadeiro ao lado. Eu só pensava que nunca deveria ter ido nesse passeio. Desci da van e encontrei o Hannap e o Dimitri. Subimos no topo da montanha, fizemos uma selfie e eu percebi que estava usando um vestido branco com círculos cinzas, estilo senhora.
Reunião de clube / li

Meu marido havia voltado para a cidade por um dia, senti feliz. Era madrugada e saímos na rua para ir ao clube. Era lua cheia, daquelas superluas, linda, vermelha é enorme lua no céu. Na rua, uma gang nos seguiu e entrou no clube atrás de nós. Falei com funcionários sobre não sócios entrarem no clube e fizeram uma reunião com o presidente do clube. Começamos a falar em soluções e meu marido precisou ir, atrasado. Após um tempo em reunião no clube, lembrei que havia esquecido minha filha em casa. Logo, meu marido telefonou, dizia que havia chegado em Israel.
viagens / li

eu viajava em férias, de carro , com meus tios do Paraná. Entramos por uma estrada fantástica, pequena e com um túnel verde, feito de parreiras. Tentei fotografar, mas não consegui achar a câmera.
Depois passávamos por lugares estranhos, chamado "Caribes", e outro vilarejos com nomes estranhos, que me deu vontade de fotografar para postar no facebook.
Buraco no morro / li

Eu caminhava pela frente da Prefeitura de Santa Maria, no parque Itaimbé, era uma tarde pós tempestade, e tudo lamacento, úmido e silencioso, com o céu de um rosa opaco e pesado. Olhei para os morros em volta da cidade e percebi que tinha surgido um buraco que atravessava um dos morros, e dele jorrava muita água, como uma cachoeira. Peguei o telefone para fotografar e fiz algumas fotos, sempre cuidando para não ser assaltada. Quando cheguei em casa, louca para ver as fotos e mostrar para todos, o tal fenômeno, as fotos haviam desaparecido.
Desconforto no gineco na periferia / li

I me chamou para ir no ginecologista dela, um dos médicos mais caros e famosos. Entrei na sala, no meio da consulta dela, um consultório luxuoso, quando percebi que o médico se vestia como mulher,inclusive com peruca longa e maquiagem. O médico conversou comigo e logo surgiu um clima entre nós. Ele mostrou a clínica e eu falei que precisava trocar os quadros das paredes, que eram bregas. Achei melhor ir embora para I não perceber o clima e enchi a boca de bolachas e me despedi falando com a boca cheia e me cuspindo toda, que "se quisesse uma assessoria para novos quadros, poderia me chamar. Sai correndo, anoitecia e vi que era um bairro afastado e deserto, e eu a pé, perdida nas ruas. Comecei a perceber um bairro hostil, violento. Entrei em uma loja para perguntar de ônibus e táxi, e uma senhora grosseira falou q ônibus era longe e poucos táxis iam lá. Andei por prédios de edifícios populares, onde entre os blocos era lixão e um córrego poluído, com crianças brincando e roubando tudo que podiam.
Navegando na noite / li

Navegando na noiteEstava em Porto Alegre, perto do rio, onde fica o Shopping Praia de Belas, e todo o local era um descampado deserto e arenoso. Era noite e entrei num barco com meu marido, para passearmos na noite com lua brilhante.O barco passou por lugares bonitos, meu marido deitado vendo as estrelas, quando percebi que havíamos chegado em Capão da Canoa, em uma espécie de rótula fluvial, com ilhas para contornar e voltar. Vi que a direção do vento não permitia a volta e tentei pensar como fazer para voltar.
Foto de paisagem urbana / li

Eu morava em um novo apartamento, 2o. andar, de frente, mas achava um lugar perigoso. Sai na rua e achei linda a quina de uma esquina, tinha árvores floridas e folhas caídas ao chão, nas cores lilás, azul e laranja, iluminadas por um lindo raio de sol. Fiz uma fotografia e ao visualizá-la, observei que a paisagem da foto havia se transformado na imagem da Virgem Maria.
Velocidade do céu / li

Caminhava com alguém em uma grande avenida. Observei algo estranho no céu, talvez um óvni, pois via estruturas metálicas. O objeto começou a cair ali, próximo de nós e ao ver despencar logo adiante, vi que era um carro vermelho de fórmula 1, intacto.
Vida com famosos / li

Eu era casada com o Serge Gainsbourg. Estávamos deitados na nossa cama e eu não sabia se falava para ele cuidar que estava com papada. Ele foi dormir e eu fui ao teatro encontrar amigos. Chegando lá, encontrei Albert Einstein, que antes de sentar conosco, se encantou por uma vedete da peça.
Dentes no inverno / li

Estava na Alemanha, era inverno e da janela do meu quarto eu avistava um corredor para a a neve que caía passar, que era intensa. Tive medo, mas falavam que era normal, e pelas outras janelas da casa, via que não era tanta neve. Caminhei pela rua e vi que meus dentes da frente estavam separados, quando os toquei senti todos os dentes se movimentarem, todos moles. Queria dentista imediatamente, para não perder meus dentes.
Som noturno / li

Eu dormia fui dormir num galpão, dividia o quarto com uma amiga ou prima. No meio da noite acordamos com todos os animais do mundo gritando.
Sobre pão, lama e medo / li

Encontrei LV e MJ perto do bairro Bomfim, em Porto Alegre. Elas pararam para comprar um pão da moda, em uma carrocinha de pães, dessas estilosas, lindas e com receitas interessantes. MJ pediu um pão chamado "bunda de bebê " e fomos comer em algum lugar. Era noite e as duas conversavam e escolheram irmos num parque abandonado. Eu fiquei para trás, estava com receio de entrar, o parque tinha muito lodo e era noite. Percebi que me perdi delas e logo um motoqueiro passou, me olhou e apontou uma arma. Me joguei no chão, o motoqueiro chegou perto e jogou a arma velha e suja para eu pegar.
Vestido em momento místico / li

Eu ia casar e havia escolhido um vestido branco, de noiva, para a cerimônia do cartório. Negociei com alguém que alugava vestidos, pela internet.
No dia do casamento fui com minha mãe buscar meu vestido. Estávamos no centro da cidade, e o endereço era em uma decadente galeria comercial. Procuramos e nenhum estabelecimento parecia oferecer o serviço, quando entrei em uma escura e vazia loja, com apenas um balcão para atendimento, sem mercadorias. Percebi que a atendente estava sentada encolhida, no canto. Ao me aproximar para falar, a percebi como em êxtase, quando olhei para o balcão e percebi que ali havia uma mulher velha deitada, estilo cigana, e sua cabeça coberta por uma meia grossa, falando um idioma estranho. Senti que atrapalhava um momento místico e sai rapidamente, tentando fazer que minha mãe não percebesse a cena presenciada. Entramos num escritório próximo e logo chegaram as duas mulheres da loja, trazendo meu vestido de noiva. Um homem idêntico ao Fernando Pessoa, junto de padre de batina, entraram no local, cumprimentaram intimamente as mulheres e só me cumprimentar, todos fizeram estranho gesto sobre meu peito. Não sEnti bem e não queria mais usar o vestido.
Nossa Senhora / li

Estava no centro de uma grande cidade, com minha mãe, tia L e primos.Caminhávamos e de repente paramos num parque, com muitos carros estacionados e pessoas conversando, quando senti uma sensação estranha, ocorpo ficou aquecido e relaxado, como a temperatura perfeita, uma sensação de bem estar absoluta e uma forte luz rosa e dourada que passavam grande energia, quando percebi que uma grande imagem de Virgem Maria aparecia no céu, no meio da luz. EU não conseguia me relacionar com as outras pessoas ou falar, pq a beleza era algo intenso e infinito. Olhei para os queestavam comigo e ninguém mais via.
Gainsbourg e outros pequenos dilemas / li

Estava na área dos fundos da casa da minha avó, quando chegou o Serge Gainsbourg, numa cadeira de rodas. Fui ajudá-lo e percebi que ele não tinha uma perna e a outra estava esmagada. Fiquei de cuidadora de Serge, e percebi que ele era muito chato, quase débil. Logo o deixei para ajudar FC, que enquanto ele trabalhava, ficava me beijando. Chegou o domingo de manhã e familiares do meu pai foram almoçar conosco, uma prima levou pastor protestante para pregar e fiquei confusa com sua sua permanência ali.
passarinho na perna / li

Passeava na avenida Presidente Vargas, em Santa Maria. Com amigos, procurávamos um lugar para lanchar. Havia muitos cafés com brincadeiras para crianças. Paramos em um bar chamado "tia da moto". Voltei para casa, dormi e acordei sentindo algo na perna direita. Levantei a calça do pijama e vi que tinha um passarinho morrendo ali junto da minha perna. Tentei tirar, mas não conseguia me movimentar direito e entrei em pânico. Comecei a chamar minha mãe e minha tia ME e elas nao respondiam. Eu e o passarinho agonizando, eu por medo, ele para sair. Senti seu bico vindo na minha coxa e percebi que ele era bem grande. Vi ele se remexendo, um pouco de sangue. Ficamos na espera e ninguém vinha ajudar-nos.
prisao européia / li

De repente eu e meu marido estávamos presos pela polícia de algum país europeu. A prisão era num apartamento confortável e logo percebi que meu tio N e seu filho Sa estavam juntos, e com eles precisávamos dividir uma cama grande. De repente dois homens estranhos sairam do banheiro, eles haviam brigado discretamenre e policiais os levavam embora. Telefonei para uma espécie de recepção do lugar e pedi para sair para buscar minha filha na creche, prometendo que voltaria. Fui parar num consultorio de um ginecologista, onde CB era secretária e dizia que estava grávida.
fugir ou ficar / li

Era uma festa no jardim e estacionamento do antigo prédio que morei em SM. A noite era quente e chegavam algumas colegas de colégio e uns 3 conhecidos da época que eu ia ao clube. Tentava curtir, mas no fundo eu não sentia feliz. De repente me empurraram para dentro de um carro, na frente ia a esposa de Z e uma prima dirigia. Elas me ameaçavam de morte e eu nao entendia o porquê. Sentia medo.
Elas falavam coisas horriveis que fariam comigo para o resto da minha vida.
consegui fugir do carro e fui falar para Z. Ele me falou que tinha chegado na casa dele, via correio, um aparelho de telefone em meu nome e isso desencadeouo ciúme agudo. Fomos conversar escondido, escolhemos uns recantos nos jardins do parque da Redenção, que ficava perto da avenida independência, de porto Alegre. Sentamos e ele pediu para eu descrever tudo e comentava que seu casamento estava ruim.
Senti muito medo de voltar para casa, de ficar em casa, de ficar na rua, nao sabia o que fazer. Notei que minha casa era a antiga casa de inha avó, muito velha e com portas e janelas que não fechavam direito.
/ li

Tristeza / li

Passeava por Porto Alegre e resolvi caminhar na zona sul, próximo ao rio. Nas imediações do museu ouvi falar que havia um túnel e que dentro, à esquerda havia uma igrejinha, onde missas eram organizadas por africanos. Resolvi participar da missa e me acomodei entre vários africanos com roupas típicas, muito coloridas. Ao fim da celebração fui explorar o local, observava cada estátua de santo, quando esbarro em KZ e CZ, que visitavam o local. Fiquei feliz e emocionada em encontral-los, abraçava e queria saber de tudo como eles estavam. KZ me convidou para sairmos e conversarmos, pois logo toda sua família chegaria para um almoço de domingo. Ela me falou que tia B estava muito ruim, vivia como se tivesse 1 ou 11 anos de idade. CZ ficou sentado numa cadeira e eu e KZ subimos num morro. Falamos das nossas vidas e viagens quando olhamos para o céu e víamos intenso tráfego aéreo para o aeroporto. Vimos dois aviões da Gol que quase bateram e logo mais dois aviões, um da TAP e outro de uma empresa chamas HBSM, com logotipo azul, que fez a mesma rota do outro avião, colidiram e o avião da HSBM perdeu o controle e caiu. Vimos a fumaça preta e fogo e voltamos assustadas na igreja, avisamos as pessoas e o pânico se instaurou. Todos saíram correndo e algumas pessoas gritavam "prefiro o ebolA".
Bregovic, eu e dilema / li

Fui num show do Goran Bregovic, quando terminou, eu e meu marido fomos para uma festa em um iate num porto. Nao conhecia ninguem, e de repente ali era um festa para o Goran Bergovic, e como homenagem, ele comeca um show prive. Fui para frente dele e comecei a dancar enlouquecidamente. De repente olhamos, reparei que ele.tinha olhos azuis claros e nos apaixonamos. O iate saiu para um passeio por alguns dias e nao sabia o que fazer para voltar, pois nao conhecia ninguem e nao sabia o que fazer com a paixao por Goran e meu marido.
eu e Selton cego no carnaval / li

chegava num baile de carnval, em um clube. Nao entrei no clima, mas quando conversei com pessoas, me apresentaram para o Selton Melo, muito envelhecudo, aparentando uns 30 anos a mais. Ele me puxou pela mao e nervoso procurava por algo, quando seu acessor veio me falar que Selton tinha ficafo cego ha algum tempo
corpo morto no portão / li

Era noite e eu estava no jardim de uma casa. A campainha tocou e avistei uma grande fila no portão. Caminhei rápido para ir atender. Ao abrir o portão, um homem velho, rico e gordo vestindo um fraque, caiu sob meus pés, o corpo se dobrou todo, se estribuchava. A dona da casa apareceu e me perguntou o que acontecia e eu só respondia "il est mort", e somente acreditava na sua morte porque eu pronunciei afrase, como se o fato se concretizasse apenas apos o dito por mim.
restos de unhas bem guardadas / li

Ia viajar, mas tinha que ir de ônibus parte do trajeto. Encontrei conhecidos, uma turma que iria junto. Começamos a reclamar do preço da passagem, e MK começou um protesto sobre o alto valor da passagem. Como manifestação, nós caminhavamos zegurando parte de um fio de linha vermelho, dentro do ônibus. O dono da empresa chegou e nos concedeu um desconto. Logo descobri que MK guardava todas minhas unhas cortadas, por estar apaixonado por mim.
Fomos dormir, todos juntos, e percebi que eu ainda estava grávida. MK deitou ao meu lado e fez carinhos na minha barriga.
eu era linda / li

Anoitecia e eu chegava correndo em um clube. Entrei em um escritório e fui informada que tinha perdido o prazo para inscrição no concurso de beleza. Fiquei desolada, tirei um espelho da bolsa e me olhava e percebia que meu rosto era perfeito e lindo, tinha cabelos loiros e lisos e traços delicados.
/ li

Encontrei MKL, que não via há anos e fiquei bem feliz. Nossa amizade estava ótima, conversávamos muito e ríamos. De repente ela me pediu para viajar com ela, que estava grávida do ex namorado e ia fazer um aborto noutra cidade. Eu não sabia se conseguiria viajar, mas não queria deixa-la sozinha. JM chegou correndo, dizendo que a acompanharia naquele momento. Fomos pegar dinheiro e a mala, enquanto JM esperava numa moto. Ouvi um estrondo e vi que um caminhão havia passado por cima de JM, muito sangue e seu corpo morto e abandonado na estrada. Não sabia o que fazer, mas não queria que MKL soubesse ou visse aquela cena.
Encontrei minha prima CV, que disse que também estava grávida. Só pensava que o aborto era outra morte no dia e tentava evitar.
Caminhei por um lugar com água, como uma praia italiana e MKL estava ali,abraçada no marido que ela tinha em segredo. Queria saber como ela estava, mas ela só falava com o tal marido.
testiculos em conserva / li

Eu preparava uma salada verde, numa bacia grande. Temperei bem e resolvi misturar com conservas de testiculos humanos que tinha perto. Misturei tudo e logo minha familia chegou. Pensei que nao entenderiam e comecei a catar cada testiculo do meio da salada. Sabia que eles estranhariam, mas eu pensava que era apenas uma carne, com sabor de escargot.
Pousos / li

Estava num vôo da TAP com minha filha, minha mãe também estava no vôo, mas sentada em uma poltrona distante. A viagem seguia tranquila,quando de repente o avião parece 'travar' apenas de um lado, bruscamente. Pensei que íamos morrer, e imediatamente o avião faz um pouso no aeroporto de Heidelberg. Descemos no aeroporto e aproveitamos para passear, lembrei que um amigo havia vivido nessa cidade e eu queria conhecer. Enquanto técnicos alemães faziam a perìcia do avião, deixei minha filha com uns passageiros e saí pela cidade. Andava de carro, no banco carona e sem motorista, quando vi DKB tentei fazer o carro parar, usando o freio de mão e procurando o outro freio com o pé. DKB conseguiu uma bicicleta e passeamos por praças,ruas em ladeiras, parques e achei a cidade bem sem graça.
De volta ao aeroporto,embarquei para prosseguir a viagem. Procurei minha filha e a encontrei com um casal de gordos, que descobri serem de Ijuí e que eram os verdadeiros padrinhos da minha filha, haviam sido escolhidos por alguém,secretamente.Achei a coincidência de estarmos no mesmo vôo, ótimo e conversávamos sobre nos encontrar mais vezes,fazermos churrasco,e muitos programas de domingo.
De repente descobri que era o dia do aniversário da minha mãe, fui correndo até sua poltrona para dar os parabéns, mas antes de eu chegar a tripulação havia descoberto e levou um bolo e todos do avião cantaram parabéns. Levei minha mãe para o fundo do avião e lá encontramos o tio Toi, que dizia ter trazido uma lata de pêssegos para o aniversário, mas ela não serviria todos do vôo.
Novamente sinto uma turbulência, olho pela janela e vejo o avião fazendo pouso em uma estrada.
australianos / li

Via na televisão a notícia que um menino australiano louco tinha fugido de casa, montado em um canguru. Estava na frente da casa da minha tia N ,em Santa Maria, anoitecia e eu ficava com medo do menino aparecer por ali.
Gaveta flutuante / li

Eu fazia muitas malas para me mudar de uma casa de praia com amigos. Emm alguns armários encontrava bonecas velhas e muita poeira e lixos.

caminhei pelo calçadão de Santa maria e tinha um show do Wander Wildner acontecendono mercado Índia, masobar concorrente, ao llado, se arrumava para concorrer, e promovia um show, banda noova e muito boa. Parei para comprar chicletes e Wander falou o meu nome, sem olhar para meu rosto.

Entrei de volta na casa em mudança e tive um encontro como espírito do Padre Reus. Conversei com Z e estranhava que eu via uma gaveta a flutuar no teto.
visita / li

Era de noite e eu chegava para visitar LV na casa de floripa. A casa era linda, estilo colonial, rústica e nos fundos tinha uma churrasqueira num terração que dava para a Lagoa. Eu senti um sono imenso e fui dormir, e descobri que ali poderia dormir com as portas e janelas abertas. De repente lembrei que eu estava há 6 horas de minha cidade e tinha deixado minha filha com seu pai, sem avisá-los que viajaria. Acordei no meio da noite e fomos tomar banho na lagoa, que tinha água cristalina, e percebi que ali tinha vestígios de um antigo parque aquático, com bonecos e tobogãs desbotados e abandonados. Saimos e logo chegaram duas amigas de LV do mestrado, acho que eram irmãs.
aproveitando a ocasião / li

Estava com LV, ela me mostrava a casa que seu falecido pai havia deixado para ela e os irmãos. A casa era bem grande, ficava em cima de um morro, no fim da avenida Fernando Ferrari, em Santa Maria.
Pedi para ela me mostrar a casa, que já tinha ouvido falar muito. Era uma grande casa, mas estava bastante desarrumada e velha. Fomos para um pátio e vi a piscina muito suja. Logo avistamos seu irmão no terraço da casa, ele mostrava a casa para possíveis compradores, então resolvemos fingir que eu também era uma possível compradora da casa.
De repente eu cheguei na frente de um quintal de uma grande casa, tinha uma fila e algumas freiras, quando percebi que eu estava na fila do consulado americano. Ao entrar na sala retirei minha senha de antendimento,que era o número 277. Sentei e aguardei, quando vi que os funcionários eram os escritores Luis Fernando Veríssimo e o João Gilberto Noll. Logo me dou conta que não sei o porquê de eu estar ali, então penso em uma dúvida idiota para aproveitar a ocasião.
Minha noite de gala / li

Encontrava minha mãe e a amiga LP com sua família, sentados em uma parada de ônibus na rua, e logo ia aparecendo mais amigos por ali. Percebi que ao lado estava um grupo de amigos com F. Chamei os meus amigos para nos juntarmos e fazer uma foto, já que era raro reunir todo mundo.
Logo entrei no teatro São Pedro, que na verdade era a igreja das Dores, em Porto Alegre, ali aconteceria uma homenagem dos meus amigos para mim. Subi no palco-altar e a platéia estava lotada de amigos, todos vestidos em traje de gala, que me aplaudiam. Eu não sabia o que fazer, mas fui ao centro do palco e agradeci a todos. Achei Boa a sensação de estar naquele palco e ver todos meus amigos ali.
Logo desci para a platéia e estava sendo servido champagne e brigadeiro para todos. Eu não sabia de onde vinha tudo isso, pois eu não tinha encomendado nada. Comi um brigadeiro e estava maravilhoso, a moça que os fazia me disse que eram feitos com uma camada de farinha de cacau. Logo após chegou um balde com brigadeiros, para os amigos que estavam sentados ao fundo.
Saí da igreja e havia uma praia no outro lado da rua, onde estava LP e sua família. Ela não estava muito feliz, em alguns momentos parecia chorar.
não, sol / li

Eu conversava com a minha tia, ela falava que o meu tio não estava morto, ainda continuava no hospital, mas agora o caso dele estava estranho, pois ele parecia ter saído do estado de coma e de vez em quando ele abria os olhos e falava ' não,não, não, sol, sol,sol'. Era uma cena tensa, pois sabíamos que ele estava preso em um delírio.
Meu Casamento / li

Minha prima DRM resolveu que eu precisava casar na igreja. De repente estávamos no gramado do local do meu trabalho, onde todas as coisas se organizavam para a celebração. Vi minha amiga LP e CC correndo e dançando juntas, estranhei que elas pareciam se conhecer muito bem. De repente vi que eu estava com o vestido branco de noiva, quando lembrei que eu não sabia quem seria o marido. Minha prima me mostrou que o marido escolhido era o ator André Valli, mais conhecido por ter interpretado o Visconde de Sabugosa no Sítio do Pica Pau Amarelo. Ao vê-lo caminhando pelo gramado perguntei como faríamos para colocar as alianças, já que o casamento foi resolvido tão rápido. Ele disse que era precavido e mostrou que já tinha comprado.
Logo, minha prima foi fazer uma surpresa, chamando convidados e chamou GA, um desafeto meu dos tempos da adolescência. Ele chegou pronto para a festa e mandei ele se retirar. O clima ficou pesado e um porteiro da igreja o ameaçou com uma grande faca. Ele foi embora e eu me preparei para entrar na igreja, quando percebi que eu não tinha buquê, e assim improvisei um com flores brancas de um vaso que estava perto de mim. Não sabia com quem entrar na igreja, pensei em entrar com minha mãe, mas optei por entrar sozinha.
A música começou e entrei na igreja. Percebi que eu caminhava rápido, sem nenhum charme ou treino para tal evento. Quando vi a igreja tinha dois corredores, mas só uma dava para o altar, e eu entrei no corredor errado. Então pedi desculpas e ri.
Para Praia / li

viajava de avião para ir para uma nova praia, com a família do meu pai. O avião fez o pouso e meu pai logo se levantou, pegou sua bagagem e ficou pronto para desembarcar. O avião foi parando e meu pai desceu imediatamente, enquanto eu e os familiares ainda pegávamos nossas malas calmamente. Logo o avião aumentou a velocidade e continuou viagem pelo solo. Ficamos preocuapados, pois não conhecíamos o lugar que estávamos, nem onde era a casa que o pai havia alugado. Alguém do avião falou que era um avião 'pinga-pinga', bastava puxar uma cordinha para ele descer onde quisesse.
Vimos que já estávamos nos distanciando de onde o pai desceu e descemos do avião. Era madrugada e começamos a procurar a tal casa. Caminhávamos por uma praia que eu já havia veraneado uma vez. Falei para o pessoal que tinha uma parte da praia muito lega, que era como um açude de mar, além de ser uma praia bem badalada, de pessoas ricas e famosas. Andamos por bares e lojas, muitas pessoas bêbadas pelas ruas e nada de encontrarmos a tal casa do meu pai. Pelo caminho íamos perdendo pessoas da família, e fiquei com medo de ficar sozinha por ali.
Depois de muito caminhar chegamos no subúrbio da praia, ruas de chão batido, arquitetura muito antiga e em péssimo estado de conservação. Começamos a deduzir que a casa era por ali. Segui por uma quadra e vi contruções demolidas, um grande prédio e uma igreja, que pareciam ter sido atingidos por um terremoto, mas transeuntes falavam que eram apenas obras mau construídas. Encontramos a casa alugada e entramos entusiasmados para conhecê-la, pois estávamos muito cansados. A casa, de três andares, era muito velha. No primeiro andar o piso era todo coberto por terra e sentíamos cheiro forte de alpiste. O local era abandonado, cheio de móveis luxuosos sujos e quebrados. Meu pai tentava desfazer o negócio para irmos para outro lugar. Eu disse que preferia até ir para Torres do que ficar ali.
Led e Daltrey / li

Estava no centro de Porto Alegre, nas imediações do Mercado Público e de repente a cidade era São Paulo ou Buenos Aires. Amanhecia e eu caminhava pelas ruas. Em uma parte do trecho as ruas estavam alagadas, haviam se tornado canais. Eu não estava preparada para fazer o meu trajeto nessas ruas, não sabia para onde ir e acabava molhando os pés. Encontrei DF e outro amigo e decidimos ir em um show ali perto. Ao chegarmos era um show do Led Zeppelin, que começava com os integrantes da banda descendo no palco por cabos de aço que os suspendiam do teto, exceto por um cabo que trazia somente uma guitarra, nenhuma pessoa. O show começou e DF resolveu subir no palco. ele tirou a camisa e começou a fazer performances, quando percebi que ele era o Roger Daltrey e estava dando uma força para o pessoal do Led.

A performance era boa, movimentos fortes, mas de repente ele tirou toda a roupa e começou a dançar nu, ficou de costas para o público, tirou seu penis do lugar e penetrou seu própro anus. Senti muita vergonha e saí para ir embora, já era noite e tentei uma carona com um caminhão que chegava.
dr. Alho e o quarto da morte / li

Era uma casa no campo, com outras casinhas, como um hostel. Eu dividia o quarto com CC, de repente vi que eu não tinha levado comida, como os outros hóspedes, que levavam comida para todos. Mesmo assim eu comia a comida dos outros, como pastéis e biscoitos, prometendo providenciar muita comida para compartilhar.

No quarto com CC ela escrevia na parede o nome 'Alho', dizendo que era o nome do seu pai, um famoso dentista.

Íamos sair, mas ao falar, via rádio-amador, com um conhecido que estava em uma cabana mais distante de nós, soubemos que neste local chovia muito.

Logo eu caminhava por corredores estreitos, alguns trechos eram cemitérios, as paredes eram túmulos, me senti sufocada e fui para outro lado, onde as paredes dos corredores estreitos eram jaulas com animais, muitos cachorros ferozes que conseguiam colocar suas patas em mim. Senti medo e percebi que eu havia morrido e uma mulher com macacão vermelho veio me conduzir para um quarto, onde eu descansaria por um tempo. O quarto era com cinco camas, e a minha ficava no centro da peça. A mulher me deitou na cama e logo trouxe outros companheiros de quarto, um homem com síndrome de down, um outro mendigo e uma outra mulher que eu não distinguia bem. Pensei que meus colegas de quarto poderiam ser mais legais, mas eu me sentia feliz.
viagem / li

Estava em Israel, viajava de carro pela estrada. Observava a paisagem e ficava surpresa com a grande quantidade de área verde, campos e árvores diferentes do que eu imaginava de um país de clima mediterrâneo. Um pouco mais adiante, paralelo a estrada víamos estações de trens, todas muito velhas. Alguém me falava que nos dias de semana os trens eram muito velhos e ruins, e nos finais de semana, este trem era substituído por um de luxo, moderno, que diziam ser de recursos oriundo do petróleo.
cães pretos / li

eu trabalhava na feira do livro em um stand e era fim do expediente do dia e a chave da porta não funcionava. pedi ajuda para vizinhos e eles falavam que também tinham esse problema e por isso ttinham um macete, que mesmo sendo um stand de livros religiosos, colocavam um crucifixo na fechadura e assim a porta se trancava. Fiz o recomendado e fui embora. Caminhei pelas ruas e estava em Santa Maria, quando percebi que acontecia algo estranho.

As ruas estavam vazias, salvo a passagem de manifestantes furiosos sendo perseguidos pela polícia. Policiais corriam e jogavam bombas e resolvi me proteger. Senti medo e não sabia que caminho era seguro para eu seguir. Percebi que os manifestantes, povo, estavam armados e senti mais medo. Logo eu vi que eu carregava uma grande espingarda, e com isso eu poderia ser confundida com um dos manifestantes. Entrei em uma loja e encontrei AC ali, conversamos e esperamos o clima melhorar para ir embora. Saímos e deixei minha espingarda ali na loja.

Eu e AC fomos para a casa da minha mãe, corremos e chegamos na rua, mas a rua tinha mudado, tinha ficado mais extensa e com curvas, que demorava para chegar. Resolvemos entrar em uma lojinha de aviamentos e lãs e encontrei minha mãe ali. Senti fome e resolvi seguir AC para jantar na sua casa, ali perto.

A casa era grande, com cõmodos sem paredes, muito agradável. AC começou a fazer comida e eu andei até os fundos da casa, que dava para uma outra rua, onde vi uma rua alagada e muitos cachorros vira-latas pretos nadando e invadindo e destruindo tudo o que viam pela frente. logo alguns cães entraram na casa, eram poucos, mas em pouco tempo se juntaram muitos, como uns duzentos cães. De repente os cães saltaram em AC e começaram a mordê-la sem parar. Conseguiram arrastá-la para dentro de uma poça de água e ali começaram a devorá-la. Subi em cima de um armário e um cão me encontrou, tentando subir onde eu estava. Senti um medo absurdo e só ouvia os gritos de AC 'páraaaa, isso é o inferno'.
rio / li

caminhava com DF e chegamos numa planície com um extenso rio onde em tempos antigos havia existido uma cidade. Andávamos e víamos pontes e casas abandonadas junto da natureza. Algumas vezes DF era uma mulher e eu seguia atrás. Pensava em como eu, que morava ali perto, nunca tive conhecimento do local. Seguimos por uma estreita e pedregosa margem do rio, sentia medo de cair e resolvi me segurar na parte de dentro da janela do prédio abandonado que ficava ali. Depois que passei percebi que tinha machucado minha mão, e imaginei que fosse perigoso tocar naquele prédio tão velho.
Pra fora / li

caminhava apressada pelas ruas quando encontrei LV, que me puxou pelo braço e me levou para dentro de um ônibus de linha. Não sabia aonde iríamos, mas não perguntava. Dormi um pouco na viagem e quando acordei vi que o ônibus passava por uma bonita estrada, que era uma zona rural no meio da cidade de Porto Alegre. Falei para LV que eu queria saber qual a linha daquele ônibus, pois queria trazer DF para conhecer. Chegamos em uma chácara administrada somente por mulheres e que recebia pessoas para passar o dia. Encontrei JP, vi ML e várias amigas de vários tempos. Havia uma casa de madeira, entrei e vi muitos tipos de pães. Abri a geladeira e no congelador havia caixinhas de gelatinas polonesas, com sabores de frutas silvestres que só existem na Polônia. Resolvi roubar alguns pães e algumas caixas de gelatina. Quando fui colocá-las dentro da minha bolsa começou a entrar pessoas na casa e tive que disfarçar, colocando os pães embaixo do meu vestido. Dessa forma eu ficava imobilizada na cadeira, pois se eu me mexesse veriam meu roubo. Sentada na cadeira, a porta em minha frente se abriu e era um quarto com SO, que andava apenas de cuecas e dançava enquanto via televisão. Pensei que SO não era tão estranho por ser muito velho e pensei que se tivesse filhos com ele, poderiam ser bonitos.

Na sala ao lado estava RP e amigos, que jogavam carta e comentavam que haviam jogado campeonatos nacionais e estavam super chapados nas vitórias que conquistaram. Fui jogar com eles e RT distribuiu as cartas, e nas minhas vieram quatro \'Ases\' e pensei que era muita sorte, sem saber como blefar ou jogar com aquele jogo nas mãos.

Saí da chácara e na frente encontrei minhas amigas e a dona da chácara, uma mulher ruiva, com longos cabelos, lindíssima. Resolvi tirar uma foto com algumas amigas e alguém decidiu que todas as mulheres deveriam estar na foto, nos posicionando em filas horizontais.

De repente eu estava em uma estrada de chão batido e a mulher ruiva estava sentada no chão, transando com outra mulher, e quando perceberam que eu estava perto, se esconderam em uma passagem secreta, como um poráo embaixo da estrada.
Hóspede / li

Estava em uma casa como hóspede. Percebia que a casa estava cheia de outros hóspedes. Comecei a conversar com um arquiteto e uma criança, falava para ele que eu pensava que em Curitiba os arquitetos pareciam não ter criatividade em decoração de interiores, pois tudo o que conhecia me parecia igual. Logo ele e a criança resolveram me ignorar. Entrei em outros cômodos da casa-apartamento e via muitas pessoas circulando por ali,pensei que estávamos ali em virtude de algum evento, como casamento ou formatura. Tinha a impressão que a dona do apartamento era IZ, mas não a via.

Fui ao quarto que estávamos instalados e DF tinha permanecido ali, mas vi que dividíamos o quarto com outras pessoas, e em uma cama havia um homem bem velhinho deitado e um padre dando uma benção á sua garganta, pois ele sentia dor. Logo vi DF conversando com AH e pensei que ele estava detestando estar ali no meio de tantas pessoas velhas. Perguntei por AF e ninuém sabia onde ela estava, pois havia dormido em um local e alguém foi trocando ela de lugar. Minha mãe apareceu e começamos a procurá-la. Olhei dentro de uma gaveta e vi um bebê dormindo ali. Fui para a cozinha, que era toda de azulejos cor de rosa e vi que o apartamento tinha uma área de serviço que eu não conhecia e fui ali procurar AF. Estava entrando na área e vi que ali tinha uma churrasqueira, mas percebi que a porta para passar era estreita demais e sufocava meu corpo.
jaqueta de couro preta / li

estava viajando pela alemanha com DF, CS e SF. Fomos para uma universidade, que era em um prédio da rua Bento Gonçalves em Santa Maria, pois DF tinha algo para pegar ali. Era inverno e começou a nevar e fazer muito frio, quando percebi que eu estava com roupa de verão. Decidimos comprar um casaco para mim e escolhi uma grande jaqueta de couro preta, que custava $30,00.
Fui caminhar em uma praça com muita neve e encontrei um pé das botas de patinação de DF. Fiquei preocupada e fui procurá-lo, quando vi seu pé embaixo de um monte de neve, ocasionado por uma avalanche. Puxei seu pé e o cobri com minha jaqueta, feliz por ele estar vivo.
interiores em conflito / li

Eu estava em uma casa em uma chácara, era noite e fazia calor. Havia muitas pessoas nesta casa e de repente descobri que eu estava casada com GS. Como achava ele um cara legal, pensei que não era ruim e que levaria o casamento adiante. Fomos para o quarto e encontrei a ex dele, MV, que me falou que ele era perfeccionista.

Quando fomos dormir no nosso quarto percebi que havíamos começado uma discussão, não lembrava o motivo, mas ficou sério. Decidimos não ficarmos mais juntos e eu resolvi sair da casa. Mesmo sendo noite eu comecei a fazer as minhas malas, juntava tudo que era meu, roupas e objetos de vidro, perfumes, esculturas que eu joava dentro de um saco, sentindo muito medo que quebrasse.

Resolvi ligar para um taxi, mesmo sabendo que sairia muito caro. Encontrei alguns primos meus pela casa e eles me mostravam objetos que eu não tinha colocado na mala ou nos sacos.

Fui avisar um adolescente, que era um conhecido que eu simpatizava muito, que iria embora e ofereci carona a ele. Imediatamente ele aceitou e lembrou que uma amiga dele tinha carro e poderia nos buscar. Logo a amiga chegou e fui acomodar minhas malas no carro, um carro antigo, cor azul, modelo tipo belina antiga que tinha três fileiras de bancos. Entramos no carro quando de repente lembrei que havia esquecido mais objetos na casa. Voltei e recolhi muitas coisas, temendo que não coubesse mais no carro.

Ao entrar no carro o amigo ia no banco da frente conversando com sua amiga, e eu sentei na terceira e última fileira, ao lado da minha prima CV que apareceu ali e me dizia que os dois amios estavam fumando maconha e isso era péssimo, pois era noite e a estrada muito ruim para aquele carro velho.

Andamos de forma desgovernada e cheamos em uma pequena cidade, quando em uma avenida a porta do meu lado caiu. Minha prima me segurava para que eu não caísse e a motorista não parava, pois buscava o local que ela queria estar para estacionar.

Fiquei muito braba, paramos o carro e muitas pessoas da cidade vieram ver o que acontecia conosco.
filme ruim / li

Estava em uma universidade, esperava minha mãe chegar, pois havia morrido meu tio. No pátio chegou uma moça com cabelos crespos, muito simpática e íntima, que eu demorei a reconhecer como uma colega minha, que também havia sido minha colega em Paris. ela me convidava para uma festinha da turma, logo no fim da tarde. expliquei que meu tio havia falecido e certamente não iria. Eu e minha mãe conversávamos e eu falava que na universidade eu tinha umas várias colegas de turma que haviam sido minhas colegas em Paris. Saí correndo por uma avenida, pois estava atrasada e de repente a morte do meu tio havia se transformado no casamento da sua filha mais velha. Na avenida eu vi o meu tio e minha prima vestida de noiva, parados embaixo de um viaduto. Como vi que o casamento não havia começado, entrei em um grande mercado e fui escolhi o presente que minha mãe tinha que comprar para os noivos. Escolhi um grande urso de pelúcia, estava na promoção. Logo estou em uma sala da universidade e minha mãe mostra a nota fiscal do presente e vejo que ela pagou R$600,00, quando eu vi anunciado por R$278,00.
Da sala da universidade eu saí com algumas colegas, vi uma colega do segundo grau, J,estava muito bonita e simpática. Então saí por um portão e encontrei um saguão com muitos artistas, pois ali seria exibido um filme de um diretor famoso e cult. Neste momento eu estava com minha amiga LV e o diretor do filme veio conversar conosco e logo detestamos ele e saímos de perto dele. Entramos na sala de cinema, que já estava quase lotada, e fomos sentar na última fila. Ao sentar percebi que as cadeiras eram de madeira maciça com encosto que quase deitava e tinha que ficar se segurando para que não caísse da cadeira, pois o auditório era em declive, coisas de um arquiteto super famoso e moderno. Ao sentarmos minha amiga LV pediu um copo de leite para o diretor do filme, ele trouxe e ela bebia vorazmente, me oferecendo uma prova no fim, quando percebi que o leite era ruim e era leite em pó. Estranhei que LV estivesse bebendo leite, pois lembrava que ela detestava. De repente o diretor do filme começou a dar uma palestra antes da exibição do filme, e era muito chato o que ele falava, coisas de discurso burro e utópico de esquerda. LV levantou-se e foi até o cartaz do filme começar a vomitar. Senti muita vergonha dela estar vomitando leite no cartaz do filme, mas ninguém parecia se importar. Saímos da sala para LV lavar o rosto, procuramos um banheiro, que estava no último andar. Cada uma foi para um banheiro e quando LV saiu havia se transformado em um homem, um grande amigo meu. Então eu via que ele bebeu demais e tinha uns flashs de um travesti gordinho e 'operado' deitando em uma cama e tirando a roupa. Logo ele acordou nesta cama e via o travesti do seu lado, e pensou na tragédia que poderia ter acontecido. Ele levantou e foi até a cozinha, quando viu pessoas de baixíssimo calão, mendigos, travestis e prostitutas muito sujos, com maquiagem pesada e com cheiro horrível.
caixa de tartarugas rápidas / li


estava com a família do meu pai, quando chegaram alguns de seus amigos, que me ignoraram, pois acharam que eu não era da família. De repente eu já estava no carro do meu pai, ele e a família me levavam para a casa da minha mãe. Minha mãe me mostrava uma caixa de tartarugas que eu havia trazido, então lembrei que minha madrasta insistia em me dar uma tartaruga, e eu para me livrar da situação peguei várias. Minha mãe abriu a caixa e pegava diversos tipos de tartarugas, algumas monstruosas, enquanto outras fugiam rapidamente. Senti pavor e medo dela não guardar as tartarugas e alguma ficar perdida pela casa.
moradas / li

Eu iria viver em uma grande casa antiga, de dois andares, dividindo a casa com outras pessoas da minha idade e alguns artistas. De repente fiquei sabendo que eu era acohida ali na casa por PW, e que dividiríamos o mesmo quarto. Estava feliz e ao mesmo tempo chateada por estar tendo esse favor de PW. De repente chega FB, ela havia sido moradora da casa e voltava de uma viagem, mas foi expulsa da casa, restando apenas mais uma noite para ela ficar na casa.
Ela andava pela casa, usando roupas exóticas em tons de azul e gritava pelos corredores da casa. Sennti medo dela ir dormir no mesmo quarto que nós ou que ficaria braba por eu estar dividindo o quarto com PW.
Logo eu via MV entrando em um prédio no centro de Santa Maria, que era o local mais perigoso da região. Fiquei sabendo que ela morava ali, sozinha com sua irmã. Entrei pela porta do prédio, e ninguém mais morava ali. o corredor era estreito e sem nenhuma ventilação. caminhava-se bastante até avistarmos a porta do apartamento, que também dizia-se que era sem janelas, apenas vidros que davam para o corredor e a garagem do prédio.
gilda maria / li

eu caminhava com uma grande amiga, que às vezes era LV ou minha prima LM, procurávamos a casa de uma mulher que lia o futuro nas cartas. Andamos muito, escurecia e o caminho era longo. Percebi que nos afastávamos do centro, as ruas ficavam sem calçamento, casas pobres, sem iluminação, além de perceber algum perigo pela região.
Muito andamos e chegamos na casa, muito pobre, como um barraco. Queriaa saber onde eu iria ficar enquanto a amiga consultava, pois a casa era minúscula e ficar fora da casa parecia perioso naquela hora da noite. Chegou a mulher que leria as cartas, e reconheci ela, era a prima da minha mãe, Gildaa Maria.
Ela nos falava de viagem para Índia e China, que teria acertado a preevisão. Comecei a perceber que na sua casa tinha vários objetos da minha casa, como meu ferro de passar roupas, meu boleto de pagamento do imposto da minha casa e uma concha de feijão. Fiquei preocupada em como aquilo estava lá, pois ela nunca tinha estado na minha casa, nem sabia onde eu morava. Comecei a desconfiar que ela era amiga da minha faxineira e cheguei a conclusão que ela era uma falsária total.
Minha amiga desistiu da consulta e voltamos. em casa sentimos medo, pois ela poderia querer vingança conosco.
tristeza total / li

eu vivia em uma casa com divisões em madeira, em um terreno com várias casas. era uma noite de inverno e eu estava em casa com meu marido, um menino e mais meus dois filhos, um menino e uma menina. Meu marido era magro, mais velho e usava barba longa. Conversamos e ele me mostrava seus livros favoritos, e dizia que o livro de sua vida era um chamado "Marko", e eu perguntava sobre os livros que ele havia escrito, como o "Beleléu" e outros com nomes estranhos.
De repente alguns homens começaram a persegui-lo, invadiram nossa casa e ficamos com muito medo. Nos escondemos atrás de uns móveis e eu puxei as crianças para junto, pedindo silêncio total e que não se mexessem. Vimos os homens revistando a casa e de repente encontraram meu marido. Na frente das crianças eles deram um tiro na sua cabeça.
Fiquei imensamente triste e quieta para proteger as crianças, pensando apenas em ler o livro "Marko", como possiilidade de trazer meu marido de volta.
tristeza total / li

eu vivia em uma casa com divisões em madeira, em um terreno com várias casas. era uma noite de inverno e eu estava em casa com meu marido, um menino e mais meus dois filhos, um menino e uma menina. Meu marido era magro, mais velho e usava barba longa. Conversamos e ele me mostrava seus livros favoritos, e dizia que o livro de sua vida era um chamado "Marko", e eu perguntava sobre os livros que ele havia escrito, como o "Beleléu" e outros com nomes estranhos.
De repente alguns homens começaram a persegui-lo, invadiram nossa casa e ficamos com muito medo. Nos escondemos atrás de uns móveis e eu puxei as crianças para junto, pedindo silêncio total e que não se mexessem. Vimos os homens revistando a casa e de repente encontraram meu marido. Na frente das crianças eles deram um tiro na sua cabeça.
Fiquei imensamente triste e quieta para proteger as crianças, pensando apenas em ler o livro "Marko", como possiilidade de trazer meu marido de volta.
Obras! / li

02/11/2012

Entrei na rua que vivi na minha infância, de longe avistei o prédio que foi construído no lugar da casa que morei. Percebi que mesmo com muitos anos de construção a obra não tinha sido concluída, pois em algumas paredes externas o prédio não tinha sequer reboco.

Quando fui chegando em frente do prédio vi várias máquinas e guindastes de construção pela rua, quando olhei para o outro lado da rua e vi a casa de Leda, prima da minha avó sendo demolida. Vi que em uma parte da rua tinha coisas como beterrabas gigantes, e concluí que eram raízes das árvores do enorme jardim desta casa. Achei triste ver a casa de Leda e seu lindo jardim em ruínas. Entrei no terreno e comecei a encontrar restos de objetos da casa dela, catei uns quadros antigos, lembrei que alguns desses quadros que me fizeram conhecer clássicos da pintura. Fui para um canto e sentei perto da minha mãe e mostrava os restos dos quadros que estavam no meio dos escombros. Logo fui para o local onde era a varanda da frente da casa e encontrei um lugar que tinha sido construído para tomar banho, um box, que tinha uma porta de grades para que se tomasse banho enxergando a rua e o jardim. Tomei um banho ali e pensei que essa idéia era ótima e relaxante.
Perdas / li

Estava na minha casa com a minha avó, de repente comecei a ouvir uns ruídos estranhos e falei para minha avó pegar seus documentos e algum dinheiro para sairmos rapidamente dali. Ao irmos à porta ouvimos um estrondo forte e vi que tinha desabado o teto do meu banheiro, destruindo tudo. Fiquei apavorada e logo a minha casa era a casa de JR, que era minha sogra, e em outros momentos ela se tornava minha chefe. Comecei a chorar e reclamava muito para JR-minha chefe que ninguém se importava, nem assumia responsabilidade pelo acidente, que eu tinha perdido tudo, estava sem dinheiro e sem documentos e ainda toda minha coleção de bons e caros perfumes tinha sido perdida.
Clero / li

Eu visitava umas amigas que moravam sozinhas em um apartamento no centro. Entrando em sua casa vi que na sala tinha uma grande cadeira, como um trono, em madeira e com flores e muitos accessórios religiosos. Perguntei o que era e elas falaram que o Papa estava morando junto com elas. Achei estranho, mas gostei da integração.
Logo depois eu estava indo encontrar o Papa em um lugar religioso, igreja ou casa paroquial, e estava em um grande corredor acompanhada de aluns bispos e cardeais. Me dei conta que precisava de um espelho com urgência, era uma necessidade como ir ao banheiro, e um dos bispos me conduziu a outro corredor com muitas portas, que eram compartimentos, e num deles era uma saleta de espelho, como provadores de lojas.
/ li

Eu caminhava pelo calçadão de Santa Maria, parecia um sábado à tarde, caminhei um pouco e vi uma loja que vendia calças jeans com modelos bonitos e diferentes. Fui visitar minha amiga, que era uma mistura de LV e CP, e que estava trabalhando como médica. Seu trabalho era um grande salão de atendimento aos pacientes e ela me conduziu para a sua sala, que era como em um imenso vestiário de academia, mas cada médico tinha um espaço pequeno, como um banheirinho para guardar seus pertences e ter sua privacidade. Minha amiga abriu sua salinha e ali pude ver que ela tinha feito uma decoração muito bonita, colocou sofá para descanso, quadros, tapete, etc, enquanto o dos outros médicos eram apenas banheiros.
Logo eu já estava em uma sala de aula, com colegas desconhecidos, em uma universidade que ficava na esquina da rua Pinheiro Machado com a Riachuelo, em SM. Era meu primeiro dia de aula e uma ótima aula de cinema. Saí da sala e não sabia se a universidade era pública ou particular e como eu estava ali matriculada.
Branco-escuro / li

Estava no calçadão de SM, entrei em uma loja para comprar um novo tipo de lápis branco para os olhos, que na verdade era um chocolate Bis, branco. A funcionária me pediu um tempo, pois tinha que pedir em uma distribuidora ali perto, e depois que paguei me informou que talvez eu não pudesse tê-los, pois acusavam de racismo quem usasse esse produto.
A espera demorava e resolvi ir até a distribuidora, ali perto. Cheguei na rua Floriano Peixoto e vi a loja, que se chamava KGB, entrei e vi que ali era uma igreja estranha. No momento que fui entrar vi que só tinha pessoas negras vestidas de branco, e que um padre exorcizava pessoas e dava a comunhão. Esperei um pouco e ao fim da cerimônia entrei na loja e fui atendida pela Grazi Massafera, pedi minha caixa de Bis branco e ela alegou que não poderia vendê-lo, pois isso era ato racista, então pedi que misturasse com o preto para que eu pudesse comprar. Logo chegou o Marcos Frota, também vestido de branco, e surgiu um clima entre os dois.
Fui parar em uma casa, que ficava no final da Avenida Rio Branco, era como uma choupana, toda construída com troncos de árvores e teto de palha, uma peça só com uma churrasqueira-cozinha conjugada com quarto, muito escura, onde morava MB. Ele estava preocupado e ,com ajuda de uns vizinhos, juntava talheres gordurosos para ir embora rapidamente. Saí da choupana e uma mulher disse para eu esperar que chegaria alguém para me dar carona. Fiquei na calçada analisando os prédios velhos e abandonados da rua, quando chegou um carro pequeno, todo em tons de rosa, e falei que 'nada melhor que ter um carro com estética Pedro Almodóvar'.
passarinho / li

29/08/2012
Eu tinha um passarinho, como uma caturrita cinza e marrom, que brincávamos muito, pois eu a ensinava a falar.
Um dia, brincava com ela, que caminhava com nas minhas mãos e braços, mas achei meio tedioso ter como animal de estimação. Fui colocá-la na sua gaiola e ao segurá-la arranquei um dos seus olhos, e fiquei desesperada de tristeza, imaginando a dor dela, e na medida que eu ia cuidá-la arrancava algumas penas, como se tudo que eu fizesse a destruísse aos poucos.
céu russo / li

Caminhava por ruas que pareciam o centro de Porto Alegre, mas era alguma cidade da Russia. Eu estava com DF e minha mãe e procurávamos um lugar, que nem nós sabíamos direito. Entramos em um hotel e atravessamos vários ambientes de restaurantes. DF deixou sua mala aberta no chão, com dinheiro à vista e fiquei preocupada. Logo veio uma mulher com cabelos desgrenhados e avermelhados arrancar a minha carteira da minha mão. Empurrei-a e ela insistiu novamente, até que comecei a gritar e ela foi embora. Fomos para uma praça procurar locais interessantes, mas só avistamos uma roda gigante muito alta, e fiquei com medo de que DF e minha mãe quisessem dar uma volta nela. Queria ver palácios, mas não os encontrava, quando entramos em uma rua que havia somente prédios do governo, todos muito sem graça. Subimos em uma escada, onde havia um homem militar e dali vi que no céu tinha uma esfera verde sobrevoando o prédio. Não conseguimos identificar o que era, pensei em um disco voador, mas eu e minha mãe pensamos que poderia ser algum equipamento russo de segurança ou transporte.
entre pés e sapatos / li

Era inverno e eu estava na sala com DF e A. A brincava de deslizar pelo chão com o meu chinelo, muito quieta e comportada. De repente lembrei que eu ainda não tinha feito fotos com A, busquei a câmera e DF pegou A e fez poses para fotos. Logo começaram a fazer caretas e seus rostos com caretas os faziam se transformar em pessoas bem mais velhas. A começou a falar muitas coisas, parei tudo e fui ouvi-la, quando saiu a frase ‘ lisiane pé de banana’. Percebi que ela usava sapatos que eu não conhecia, abotinados em couro, de uma marca chamada ‘south Africa’ , perguntei para DF de onde tinha vindo estes sapatos e ele falou que seu pai havia mandado de presente para A.
praia / li

Caminhava com minha mãe pela praia de Capão da Canoa. Era noite e passamos pelo centro, percebi que boa parte da cidade estava diferente. Fomos ver a rua onde alugávamos apartamentos no passado, ao chegar na frente de um, vimos que haviam demolido todos os prédios de uma quadra, que daria lugar a um grande condomínio. Seguimos e minha mãe resolveu descer uma lombada, assim chegaríamos a uma parte da praia. Caminhamos por meio de obras no meio da praia, eu descia a loma inclinada, sentia medo de cair. Comecei a percorrer o trajeto sentada, para evitar algum deslize. De repente vi miinha mãe sentada em uma parte da praia e fui até lá, logo pedi para procurarmos um lugar mais adequado para ficarmos. Subimos a lomba e encontrei um lugar que tinha arbustos que poderíamos nops apoiar para evitar quedas.
Já caminhando novamente pelo centro, desta vez com minhas primas, passamos na frente do prédio onde nossos amigos da adolescência veraneavam. Encontramo-os em frente ao prédio e nos cumprimentamos e resolvemos passear. Fomos para o centro e vimos que tinham transplantado a lagoa para o centro da cidade, e muitas obras em sua volta. Sentamos em um bar, eu, primas, primos, AB e seu tio. Fizemos algumas fotos com uma câmera analógica e rapidamente todas as pessoas correram para um lado e minha prima me levou junto, olhei para o céu e vi que acontecia um grande eclipse, como nunca havia visto. Saímos dali e fomos sentar em um bar para jogar um jogo que tinha cartas com sílabas, e quem perdia ganhava uma rolhada. No meio do jogo percebi que EP estava na mesa e o cumprimentei sentindo feliz por encontrá-lo. Eu procurava DF, mas não o via.
Estava voltando para casa, com mais alguém e entrei em prédio para atalhar, atravessamos escadas, sacadas, pátios até chegar em um apartamento que não tínhamos como sair, e vi seus moradores, 3 idosos assistindo televisão. Me senti envergonhada por estar dentro da casa deles, mas uma das senhoras foi muito simpática, ofereceu o apartamento para passarmos a noite.
Novo Lugar / li

Estava hospedada em um hotel-colégio interno, pois havia acontecido alguma mudança estrutural na sociedade e todos tinham viver em locais como este, além de terem a mesma religião, horários e normas de vida cotidiana. Encontrei CM e seu bebê, e resolvemos conversar em um horário de atividade religiosa, por isso fomos conversar escondidas em um jardim.
Eu estava sempre procurando DF, nos encontrávamos rapidamente e sempre queríamos ficar juntos por mais tempo, mas não conseguíamos.
Entramos em um quarto do colégio interno, e logo vários amigos , quase todos estrangeiros, vieram. Tínhamos um amigo do Irã, que nos falava que sua família havia telefonado e informado que no Irã as cidades estavam piores que no Iraque, devido uma recente guerra. Senti muito medo e percebi que o novo regime social que estávamos vivendo era decorrente desta nova guerra.
Minha lagartixa amada / li

Saí de um quarto de hospital, após meu parto. Me informaram que eu poderia ir embora, pois a minha filha ficaria na encubadoura, que era um tanque de chumbo, com nitrogênio líquido. Pedi para ver minha filha, e tiraram um pequeno tubo de ensaio do tanque, vi ela ali dentro, e ela era uma lagartixa branca cheia de manchas pretas. Senti nojjo, mas sabia que precisava amá-la, e queria ficar ali junto do galão para não deixá-la sozinha
desabando / li

Andava em uma rua, parecia a rua da República com o campus da UFRGS. Muitos cachorros me seguiam, dálmatas, vira-latas, sempre muito mansos. Vi LV sentada em um bar no outro lado da rua, passei, cumprimentei e depois lembrei que eu deveria voltar para falar com ela. Voltei e entrei em um prédio da universidade, LV bebia com muitos colegas e percebi que todos nós estávamos na graduação, com muitos colegas ripongas. Comecei a subir andares e conversava com os colegas. me convidaram para ir ver um terraço. Quando cheguei lá vi o mar com ondas enormes, bem perto, e de repente muitos pinguins no meio das ondas, todos com bicos amarelos, pareciam tucanos. gritei para chamar minha mãe e os amigos para verem esta imagem, quando de repente ouvi um estrongo muito forte e rápido, perdi os sentidos rapidamente e acordei deitada no chão de um corredor, sozinha e muito silêncio. Percebi que o prédio havia desabado e logo comecei a ouvir gritos dos amigos, choro de criança. Fiquei preocupada pq não sabia onde estava a minha mãe, mas pensei que eu tinha sorte de estar no último andar, pois o risco de ficar soterrada era menor. Me arrastava em silêncio e com cuidado para sair dali.
/ li

Caminhava com meu pai por um balneário, de repente vi a paisagem linda, árvores típicas do outono europeu, com suas folhas alaranjadas, amarelas e vermelhas. Falei para ele observar que era muito bonito. Precisamos avançar o caminho onde passava um rio com pedras, e para olhar melhor, tínhamos que molhar os pés nos caminhos de pedras. Senti medo de escorregar e parei em uma pedra. Ao pisar em uma pedra, algo se moveu e vi que tinha um gato que dormia embaixo d'água, mas pensei na possibilidade de ser uma cobra e senti muito medo. Vi que JA estava ali, muito alterada, falando alto e querendo fazer algo ruim para as pessoas.
Passeios e voltas / li

Acordei na madrugada e percebi que estava no meu trabalho, com os meus colegas, pois todos nós íamos para o trabalho para dormir. Achei a cena estranha, todos em suas mesas dormindo e muito silêncio em todos os setores.
De repente eu já estava dentro de um carro com MV, ele dirigia um carro meu e passeávamos. Pensei em mostrar para ele um lugar bonito em Santa Maria, subimos por ruas estreitas em morros e com o caminho confuso erramos as ruas e chegamos em uma favela muito perigosa. MV parou o carro para ver o lugar, e eu senti muito medo por estar ali, falei para ele para sairmos rápido. Fomos embora, era madrugada e não sabíamos voltar do lugar, MV escolheu um caminho, mas vi que era uma antiga estrada abandonada, que poucos usavam.
Logo já era noite e estávamos caminhando pelas ruas de Santa Maria, nas imediações da avenida Presidente Vargas, onde íamos para o nosso colégio 'Maria Rocha'. Chegamos num intervalo e ficamos na frente da escola, quando lembrei que eu já tinha estudado ali e concluído meus estudos.
Ouros / li

eu caminhava com algumas pessoas, era um lugar com morros, subidas e descidas com algumas florestas pequenas. Encontrei ME e sua esposa na frente de uma casa muito humilde. A filha do primeiro casamento de ME havia foi visitá-lo depois de muito tempo que não se viam. Os dois estavam envergonhados, mas felizes. Saí para caminhar na floresta e quando voltei à casa encontrei a filha de ME sentada no chão, com olhar distante, suja e muito magra, diferente de algumas horas antes. A atual mulher de ME veio falar-me que deu drogas para a adolescente, para que ela ficasse menos nervosa com o encontro do pai. Fiquei furiosa, pois a jovem estava completamente dependente das drogas.

Voltei para casa, acompanhada de um homem, e tínhamos que atravessar um terreno para atalhar caminho. Ouvimos dizer que neste terreno era fácil de encontrar ouro. Caminhávamos e encontrávamos os donos do terreno sentados no chão, procurando ouro e concluímos que era muito difícil encontrar ouro por ali, deveria estar no fim. Quase saindo do terreno, percebi algumas barras de ouro no chão. Fui discreta e peguei algumas, com cuidado para não levar todas e os donos não perceberem que eu carregava muito do seu ouro. Me contive e consegui esconder o ouro nos bolsos da minha roupa, enquanto cruzávamos por mais moradores do terreno, estes fortemente armados, não perceberam meu pequeno carregamento.
/ li



Eu estava em um lugar com muitos conhecidos e tínhamos que organizar a nossa volta para casa, nos remanejando entre os carros. Eu e DF acabamos indo em carros separados. Ao entrar no carro que eu iria, uma Hilux, que estava estacionada no sol e muito abafada. Percebi que MM e minha prima KV tbm iriam no banco de trás comigo, e como eles são gordos, vi um espaço mínimo para eu me acomodar. Seguimos na estrada e era uma colega da escola que dirigia com muita dificuldade, pois ela não estava habituada a dirigir na estrada movimentada. Resolvemos parar em uma localidade para comprar água e descansar, e a minha colega fez um atalho, por uma estrada chamada 'doce arco-íris', que era uma descida de um morro, muitas curvas, alguns caminhos feitos de azulejos coloridos, construções coloridas e exóticas. Uma parte desta estrada era dentro de um rio, e de repente entravámos em uma caverna escura e estreita.

Paramos em um pequeno comércio e fui correndo comprar água, quando vi que ali só vendiam flores. Encontrei uma escondida lanchonete e peguei a minha água, mas percebi uma enorme feira de flores. Passeei com DF pelas flores, queria comprar muitas, mas não teria como levar. Comprei um vaso pequeno e a atendente me deu de brinde um ramo de folhas coloridas. Caminhamos mais e eu mostrava o lugar para DF, que gostava de estar ali. Caminhamos por florestas, camping, estábulos, campo para treinamento de esportes olímpicos, bistrôs, quando avistamos um lago selvagem, com águas turvas e ondas. DF não pensou e entrou com suas roupas para nadar. Fiquei observando enquanto ele nadava, quando de repente ele pede socorro e desaparece. Senti medo de ir salvar, pois estava grávida e as águas estavam violentas. Desesperada, comecei a rezar para que ele estivesse brincando e que aparecesse uma solução imediatamente.
Perdidas paisagens juntas / li

Eu abri a janela do meu novo quarto e vi que estava em uma nova cidade. Observando a paisagem percebi particularidades, como em um lado havia um palácio chinês, mais adiante um mosteiro de Meteóra, na Grécia, ao lado uma antiga vila italiana. Saí do quarto e fui para rua comentar com algum conhecido tal estranheza da paisagem e encontrei um piano na calçada. Sentei e resolvi brincar de tocar algo, mas em algumas teclas havia som de sinos e bateria, o que atrapalhava para executar qualquer canção. Saí dali e comecei a conversar com DF e minha prima CV, enquanto saltávamos de paráquedas
Três índios argentinos / li

Amanhecia e da casa da minha avó eu vi que três homens saiam do pátio da casa da frente, indicando que eles haviam dormido por ali. Eles pararam na casa ao lado e foram para o jardim com algumas ferramentas rústicas, pareciam brincar felizes. Fiquei intrigada com a situação e continuei a observá-los.
Eles saíram e fui segui-los. Caminhei atrás deles por muito tempo, quando pararam em um morro com solo arenoso e vegetação rasteira. Começamos a conversar, eles falavam que eram 3 índios argentinos, que haviam chegado ao Rio Grande do Sul caminhando, pois queriam passear. Falavam das aventuras que encontravam em seu caminho, e se mostravam pessoas dóceis e incríveis. Relataram que ajudavam as pessoas, deixavam bilhetes com bonitas mensagens, escritas em inglês. Decidi que iria defendê-los e ajudá-los para sempre, pois fiquei muito preocupada de pessoas tão boas cairem em golpes de aproveitadores em seu percurso.
Resolvi cozinhar para eles, que me deram seus alimentos, algumas pequenas raízes e três mini-cenouras que eles dividiam como refeição principal. Queria fazer com os ingredientes a melhor refeição do mundo, como homenagem a tão grande caráter.
Convencia as pessoas da bondade do trio indígena argentino, enquanto dormia com KM no antigo apartamento da minha mãe.
Paralelos / li

Estava em uma festa de família, um almoço com churrasco. Encontrava muitas pessoas que não via há muito tempo. Vi a minha falecida tia e meu tio que está doente, estavam saudáveis e se divertindo com todos no almoço. Meu tio estava usando uma camisa vermelha e algumas pessoas confundiam ele com um político da cidade. Sua esposa fez uma ligação do celular para ele falar com a minha falecida tia, que estava na frente deles.
Fui para um canto do pátio e a vista que eu tinha dali foi muito familiar, senti a exata sensação de quando eu brincava quando criança e via as coisas deste tempo acontecendo em paralelo com o momento atual.
Caminhei para os fundos da casa e vi NS e meu pai. NS fumava maconha e meu pai pediu para eu entrar na casa e tirar a música gaúcha que tocava. Procurei cds e não encontrava nenhum tipo de música que eu gostasse, pois eu queria colocar música clássica.
Saí e fui avisar meu pai, mas ele se dirigiu para caminhar em um matagal nos fundos da casa, e disse para eu vir junto para conversarmos, fiquei feliz e irritada, pois sabia que ele não falaria nada de importante para mim.

Entre Subidas / li

Eu caminhava com FS por uma estrada de chão batido, terra vermelha, no meio de uma localidade vazia sem civilização. Percebi que eu estava em uma horta entre as duas únicas casas existentes no local. Sabia que alguns moradores dali eram bastante ariscos com pessoas que não eram nativas da localidade, e certamente estranhariam nós, dois viajantes que caminhavam por estradas interioranas.
Me escondia para deitar no meio da horta, não queria que os moradores me vissem.
FS andava por ali e percebi que caminhávamos sem usar sapatos, usávamos apenas meias. Começou a anoitecer e resolvemos ir embora. Era horário de verão e calculamos que tínhamos apenas mais 3 horas de dia claro para caminhar. Pensava que era arriscado caminhar no escuro da estrada, se anoitecesse. Olhei o caminho e percebi que estávamos em um vale, entre duas estradas com acentuados aclives e teríamos que subir qualquer um dos caminhos que resolvessemos seguir.
Na Igreja / li

Estava numa casa, no andar superior, com muitas janelas, quando de repente olhei para o céu e vi uma mancha negra voando, era como uma nuvem pesada, mas se movimentava com muita rapidez. Pensei em algo sobrenatural e senti medo. A tal mancha voou sob a cidade e desapareceu no meio do centro, logo se transformou em uma fumaça branca.
Encontrei minha prima CS e fomos na Catedral de SM, eu tive preguiça, mas lembrei que eu tinha prometido para Santa Luzia que iria na missa naquele dia. A igreja estava lotada, entramos e neste dia tínhamos que levar arroz cru nas mãos para em algum momento atira-lo.
Vi duas conhecidas, uma delas uma colega da faculdade, muito chata, que nos indicaram subir uma escada de madeira para irmos para a parte elevada da igreja. Subíamos os degraus de madeira, como era uma escadaria muito antiga, eu cuidava para não pisar em algum degrau quebrado e cair lá de cima. Via que em cada um dos degraus tinha pinturas antigas, e algumas inscrições que eu não identificava o significado. Enquanto subíamos muitos grãos de arroz caiam das minhas mãos.
Subimos e vimos que tudo estava vazio e escuro, então descemos.
Cheguei na nave da igreja e perguntei para um dos padres se já era a hora da comunhão. No meio das pessoas um telefone sem fio tocou e meu colega ED atendeu e começou a me chamar, pois a ligação era para mim, uma voz de criança. Atendi e disseram que era o Zezé e que queriam que eu cortasse o cabelo, recusei.
Sobre o tio Pampa / li



Eu e DF fomos visitar meus parentes mais distantes. Chegamos na casa da prima da minha avó, a Leda. Enquanto ela se arrumava para vir nos receber ficamoos caminhando pela casa, que era muito chique e bonita, com antiguidades e arte por toda parte. vi paredes com quadros com fotos muito antigas e queria saber quem era quem ali, pois seriam os meus ascendentes. Sentamos em uma grande sala e logo chegou dois sobrinhos seus, nos apresentamos e eles começaram a falar num tal de tio 'Pampa', que eu nunca tinha ouvido falar, mas fingi saber. Os sobrinhos começaram a contar histórias fantásticas do tal tio Pampa, e eu quase sentia dor ao tentar forçar a memória para saber de quem se tratava.
Pass / li

Fui convidada para o casamento de um antigo colega de escola, Ox, uma cerimônia chiquérrima em um tradicional hotel da cidade. Eu e DF fomos na festa, eu encontrei algumas colegas antigas e logo fui conversar com o pai de Ox, no momento que foi servido o jantar e estávamos todos sem acomodação, sentávamos em um corredor de auditório para comermos, que fez com que Ox se indignasse e fosse comer no toilette.
De repente estávamos atravessando a fronteira para entrarmos na Indonésia e no Irã, atravessamos uma ponte de madeira e corda e na alfândega eu e DF procuramos nossos passaportes e não encontramos. Eu tinha muitas bolsas com minha bagagem e procurava incessantemente nossos passaportes, mas tinha apenas dicionários que se pareciam com os passaportes.
Em casa eu abri uma gaveta e encontrei o passaporte de DF, que estava envolvido em uma folha de papel branca.
Merkel e eu / li

Eu e DF estávamos na Polônia, o presidente havia nos convidado para um evento. Chegamos no local, uma igreja, sentamos na primeira fila, e o presidente subiu ao altar apresentando um powerpoint parra o público. O presidente tropeçou e derrubou alguns bancos, mas continuou a palestra. Eu não entendia nada e fui cochilar, me encostei no ombro da pessoa do meu lado, que percebi ser a Angela Merkel. em uma das imagens do ppoint tinha uma foto de DF, e ali foi anunciado que o governo ia dar uma quantia enorme de dinheiro para ele desenvolver uma pesquisa, mas DF começou a conversar e discutir os detalhes da pesquisa ali mesmo.

O evento acabou e fomos para um coquetel, eu procurava ansiosamente alguém com alguma câmera fotográfica, pois queria uma foto com a Angela Merkel e o tal presidente da Polônia.

Pegamos um carro e fomos visitar o meu pai, que morava em uma casa em uma colina. Ao pararmos na frente, vi na janela as minhas sobrinhas e um menininho muito loiro junto. Descemos e as sobrinhas vieram cumprimentar, mas eu só queria saberr quem era o menino que eu tinha gostado tanto.
mães / li

Eu e DF estávamos em um prédio que moravam vários cohecidos. Encontrei amigos e sempre ia conversar, mas percebi que eu nem interagia com DF, e pensei que talvez por isso estivéssemos em alguma crise. Logo, já estávamos na Europa, em uma estação de trem e não sabíamos o que fazer primeiro. Encontramos uma mulher loira com olhos claros, que era a mãe de DF e dizia que ela decidiria o que faríamos, e iríamos na casa da avó de DF - que na verdade era a mãe de DF-. Argumentei que eu tinha comprado um presente para ela, na verdade uma lembrança, pois era um pequeno hidratante, e queria levar, mas sem sucesso.
Caminhávamos por salões de uma escola, e depois entramos no apartamento da avó-mãe de DF, que tinha uma mesa redonda repleta de comidas para nós.
Meu Milagre / li

eu estava em uma festa de atletas de meia-idade, que usavam roupas de tenista. A festa acontecia em um salão de festas de um prédio e todos falavam alemão. Eu procurava interagir com as pessoas, pois o clima era muito bom, mas eu não conseguia articular palavras neste idioma, só lembrava da expressão "nehmen Sie".

De repente algumas pessoas entraram na festa, eram croatas, falando somente seu idioma e sendo muito agressivos. Logo me dei conta que aquilo tudo era um sequestro. Os croatas começaram a torturar algumas pessoas, trancar pessoas em geladeiras e a dar tiro na cabeça do pessoal. Senti muito medo e consegui me esconder em uma bancada, embaixo da mesa de uma cozinha e me cobri com uma toalha de mesa vermelha. Ouvia palavras que não entendia, mas sentia o tom muito agressivo dos croatas.

Ouvi que alguns se aproximaram de onde eu estava, senti muito medo e comecei a rezar, pedi a Deus que se houvesse um milagre, que o fizesse neste momento, fazendo com que os croatas fossem embora.

Logo alguém ia puxar a toalha vermelha que eu me escondia e de repente saiu, pois todos os croatas foram embora. Acordei agradecendo a Deus pelo milagre.
novas casas / li



Eu estava morando em uma nova casa, dividia o apartamento com CP,CA, AW e mais algumas pessoas que não lembro. Alguém tinha perdido a chave do banheiro e procurávamos. Anoitecia e percebi que o apartamento era térreo e tinha um pátio com algumas árvores, bem agradável. Vi que VS - que ao mesmo tempo era AW - jogava futebol pelo pátio e pensei que para ele seria bom morar em um apartamento com pátio. Logo vi que um animal estava perto da porta da cozinha e senti medo, ele entrou e era um gambá e alumas vezes um tamanduá, que me preocupou muito, pois pensei que iria deixar cheiro ruim. De repente nós corremos até um muro e subimos, mas não conseguíamos descer. CA desceu muito fácil e rápido, mesmo usando sapatos de salto e com excesso de peso.

Logo eu vivia por uns dias, enquanto acontcia uma reforma no meu apartamento, em uma pousada na frente do parque da Redenção. Era noite e todos se preparavam para sair, festas. De repente um carro para na frente e uma mulher chega dizendo que eu tinha sido premiada por participar de uma promoção na internet. Ela conversasa com os meus amigos, agora com VV junto. Ela estava grávida e falei que minha amiga também estava. Recebi um certificado como prêmio.
de alguma forma, casamentos / li

de alguma forma, casamentosEu caminhava por um campo, no meio do caminho tinha que atravessar um cemitério muito antigo, sentia um pouco de receio, mesmo que as lápides fossem interessantes e bonitas, cobertas de musgo. Pensei que por ali estariam alguns dos meus antepassados. Caminhava pela relva com medo de pisar em tumbas, com certo medo e certa fascinação.
De repente eu tinha uma tela de computador e via fotos de casamento de MB, ele, que usava uma camisa vermelha, junto da noiva fazia pose no meio da rua, sempre com um copo de cerveja e com cara de infeliz. Lembrei que como podia ele estar casando novamente na igreja.
Logo eu estava com um velho ator, hospedados em um hotel antigo. Era um lugar muito grande, cada andar tinha em torno de 6 quartos e grandes varandas. Este hotel era conhecido por ser típico para recém-casados. Arrumávamos nossas coisas para irmos embora, viajaríamos em um carro muito pequeno, levando um jovem amigo. Enquanto isso eu sempre me preocupava em me esconder de uma amiga.
galo e cachorro no elevador / li

Eu dormindo no sofá da sala, durante a madrugada, e DF acordado me fala que ia dar uma caminhada na rua. Logo que voltava ouvi o barulho do elevador chegando, seguido de um canto de galo. DF entra em casa e fala que no elevador ele veio acompanhado de dois homens, um carregava um cachorro e outro um galo, que desceram no nosso andar.
um lugar na aula / li

Entrei em uma sala de aula, toda de tijolos a vista,sentei perto de CA, CP, e AW começou a reclamar de nós juntas, para a professora, já que íamos fazer uma prova e poderíamos colar ou conversar. CP foi sentar em uma classe longe e eu não encontrava um lugar para mim, somente perto de CA. Vi que na mesa da professora AW tinha deixado uma caixa grande com fitas cassete.
passeios / li

Eu caminhava com minha amiga KM por um parque muito bonito, com algumas ladeiras em gramado e jardins perfeitos. Ouvimos uma música no lugar e fomos atrás, era um coral e uma orquestra de crianças, mas o espetáculo já estava no fim.
De repente KM falava que logo estava voltando para seu país e fomos nos despedir, comecei a falar coisas e chorava. Fomos para um quarto e nos beijamos.
Eu e minha mãe chegávamos na casa da minha tia B, era um sábado de tarde, uma tarde vazia e silenciosa. A casa estava fechada, parecia que não tinha ninguém e esperamos na frente. Vimos que na área dos fundos estava a prima DM, que falou que logo eu teria um menino.
felicidade com os chineses / li

Eu caminhava pela rua, ao redor de um parque com um grande gramado verde e cercado de árvores, me sentindo muito feliz como nunca antes. Começou a chover e fiquei mais feliz ainda, comecei a cantar e dançar na chuva. Fui dançar na chuva, no gramado e enquanto dançava eu encontrei um grupo grande de estudantes chineses, que estavam ensaiando uma coreografia para um evento. Vi seus movimentos sincronizados e suaves que para quem olhava de cima, formavam palavras.
Alguém me chamava para voltar, e eu resolvi andar com cuidado junto dos estudantes chineses.
coelho talvez gato / li

Estava em um apartamento na praia, com minha tia e primos. Era noite e minha prima C e eu conversávamos no quarto, quando minha tia chegou e fomos mostrar um coelho que tinhamos guardado em uma caixa de sapatos. Junto do coelho tinha um gatinho, que algumas vezes era um animal de pelúcia. O coelho andou pelo quarto e se escondeu, eu e minha prima e tia começamos a procurá-lo, pois íamos dormir.
beijo na boca amiga / li

Eu comecei a conversar com AL e G, caminhamos e elas sempre se beijavam na boca, escondido das pessoas, mesmo nunca sendo namoradas, era apenas um gesto de amizade, dizia AL. Ambas procuravam se beijar também sem seus filhos ver, já que as famílias não aprovavam esta prática. Fui caminhar com AL por um parque com grande lago, cascata e pontes e logo para uma parte de prédios históricos, todos em cor de rosa e algo me remetia que eram prédios espanhóis. Fui levar AL para meu trabalho, entramos em corredores bagunçados e escuros e em uma sala deprimente, com mulheres feias e grosseiras que começaram a falar coisas ruins do trabalho, falavam em nomes de antigos funcionários como se estivessem vivos, e AL já disse que ali não era lugar para ela.
Já estava em um apartamento com AL, em uma cidade desconhecida, dia cinza e DF chegou.
Karl / li

Liguei a televisão e falavam que Karl Lagerfeld tinha morrido.
Filha / li

Eu fui buscar uma criança de uns 2 anos, que era minha filha, mas só agora eu ia viver com ela. Peguei a menina, que estava arisca comigo, e expliquei que era a sua mãe e amava muito.
Fui para um apartamento, que era onde minha mãe vivia, mas não tinha ninguém. Chegou uma empregada e eu fui para a sacada, fiz uma corda de lençol e lancei para o telhado da casa vizinha, fiz a minha filha descer e logo após eu desceria. Então eu e a menina minha filha começamos a nos dar bem e a conversar.
Gurias desconhecidas / li

Eu caminhava por um beco e EM apareceu, ele estava próximo, fazendo uma especialização por ali, se disse muito rico e foi subentendido que nos gostávamos e ficaríamos juntos. Eu já estava no antigo apartamento da minha mãe e FS morava ali com mais dois amigos. Vi que poderia decorar bem o local, com cortinas legais para o apartamento térreo ter mais privacidade. Encontrei FP, que me viu parada e erguntou se eu sabia que uma antiga amiga, uma tal de 'vivi irmã da dani' tinha morrido, pois ela tinha ido caminhar no cemitério Santa Rita e viu sua lápide, mas eu não conseguia saber quem eram essas pessoas e fingi que sabia. De repente eu morava num apartamento com AW e outro jovem, fui ao banheiro e enquanto fazia xixi AW abriu a porta e rimos. Saí e começamos a transar, percebi que o outro amigo estava ali também e ia se juntar a nós, mas ele levou uma garota nerd para a cama, enquanto uma menina, ainda criança o procurava, ela não poderia saber que ele estava com outra mulher e eu disfarcei para ela não descobrir. Encontrei uma garota, dessas nerd-moderna que era minha colega, tínhamos que caminhar um pouco para ir embora, de um lado era uma ladeira de quase 90 graus e disse que não iríamos, pois estávamos com crianças e poderia ser perigoso. Continuamos caminhando a colega disse que tinha falado com alguém superior para nos conseguir um carro com motorista, fomos esperá-lo e chovia muito.
verão / li

Eu estava em um apartamento que minha mãe estava vivendo. fazia muito calor. Saí para caminhar durante à noite e fui à rua do acampamento, em santa maria. ali tinha vários barzinhos interessantes, todos com pessoas interessantes, boa decoração e boa música, fazendo o clima da noite ser muito agradável. Encontrei alguns amigos antigos e sentei com eles em cadeiras de praia, conversamos e logo já éramos grandes amigos novamente. FP e JM estavam no apartamento da minha mãe e queriam chamar algumas pessoas para sair, quando vimos que os celulares estavam sem bateria. DF chegou e falou, com voz de locutor de rádio sobre o seu novo carregador universal de baterias, e JM e FP não entenderam nada, mas eu sim, já que era nossa brincadeira.
Olhei pela janela e acontecia um desfile na rua, apresentaram MP como montadora de cavalos que fazia acrobacias, quando ela entrou vi que sua irmã FP estava na garupa, mas vestia um curto vestido tigresa e forte maquilagem, que considerei um ato de desespero para ganhar homens. Ia sair de casa mas via que era muito cedo da manhã e muito quente, e otempo parecia demorar muito para passar.
Gente boa, lugares não / li

Era uma tarde de outono, meio frio e eu estava em um terraço da minha antiga escola marista, que parecia a vista da basílica de São Pedro, no Vaticano. Junto comigo estava um amigo e um bispo. Ventava forte e eu fui segurar o solidéu do bispo, para não voar, mas ele disse que usava junto de uma toca e não voaria. descemos do terraço, que eu não lembrava como tinha chegado ali. Caminhamos por um telhado muito alto e sem muros ou proteção e chegamos a um buraco no piso, que tinha um corredor estreito com uma escada para descer a um corredor mais confortável.
Cheguei no centro da cidade, como Porto Alegre e encontrei meus colegas de trabalho, CA,CP,BP e AW. caminhamos e AW pisou no meu pé e arrebentou a sandália que eu usava, preta e cheia de tiras. Reclamei e CA chamou um taxi para nós, evitando assim que eu caminhasse. Entramos no banco de trás do carro, que era enorme, cabia todos nós sentados lado a lado e BP começou a me beijar no rosto, mas de forma carinhosa demais. Logo eu já estava no meu antigo quarto de infãncia com EP, que me beijava muito, mas quando fui olhar para ele vi que ele não tinha mais o cabelo loiro e liso e sim castanho e muito crespo.
Minha prisão domiciliar / li

Eu morava no meu antigo apartamento, vivia sozinha, mas sempre recebia amigos. Em um dia SO foi me visitar, estava com WA e EI estava lá, mas descobri que ela não era casada com WA, seu marido, e sim que ela era amante dos dois. Logo eles estavam indo embora e CT chegou, entrou e rapidamente desparafusou a fechadura da porta e lacrou-a, dizendo que eu não sairia mais dali na minha vida.
Senti muita aflição e medo, pois ele tinha tirado os fios de telefone e internet, e eu estava sem comunicação com o mundo. Tentava escapar, e ele descobria e começava a ficar brabo comigo. De repente vi que CT tinha se transformado num homem negro, muito alto, desconhecido para mim. Ele adormeceu e consegui pegar meu celular e mandei uma mensagem para LV, pedindo socorro. Ele acordou e ficou preocupado e logo se transformou no meu colega de escola, AL. Ele começou a se declarar para mim, e eu disse que me aprisionando não era a forma certa de eu ficar com ele, comentei que poderíamos ir ao cinema e tentar algo através de atitudes normais.
Estávamos em um grupo de pessoas e AL começou a cantar, seu timbre de voz era igual ao das canções típicas do caúcaso, falei para ele que a canção e como cantava era igual a uma antiga música da Letônia ou Geórgia. Ele dizia que apenas era gaúcho.
Pelos vales / li

Eu corria por vales e florestas com DF, encontramos um córrego e bebemos água dali. Voltei para casa, antes de ir dormir fui tomar banho. Durante o banho ouvi que alguém havia chegado em casa, ouvi um choro, saí do chuveiro para ver o que era. Vi que era a minha falecida avó, muito elegante vestindo um blazer e calças e botas pretas, e minha mãe, então deduzi que meu tio HV havia falecido.
Turismo / li

Cheguei em um hotel de alguém conhecido e fui ao meu quarto. Fui ao restaurante e o dono, um homem bastante simpático disse que tinha hóspede inglês, e queria que eu conversasse em francês com ele, quando me lembrei que eu não lembrava mais nada de francês. Fui cochilar, após a Giovana Antonelli veio me acordar, ela era funcionária deste hotel e iria me mostrar uma trilha ali ao lado. Saímos e subimos por rochas, encontramos lagoas, o mar e florestas. Resolvemos seguir por uma estrada, pois havia outros lugares interessantes a encontrar. Seguimos por trilhas nas rochas e avistei um rio com corredeiras e nessas águas havia centenas de crianças africanas, que faziam um protesto ali. O protesto era muito organizados, consistia nas crianças descerem rio abaixo, mas em posições que vendo de cima, seus corpos formavam frases, pedindo educação e boas escolas ao governo. Achei lindo e queria fotografar, mas havia esquecido a minha câmera no hotel. Voltei correndo pelas trilhas, queria muito fotografar o acontecimento. Na corrida pelas rochas, próximo ao hotel, eu e a Giovana Antonelli arrebentamos uma escada feita de cordas, que era a única maneira de subir na rocha que ficava atrás do hotel e que conduzia para a trilha.
Começamos a consertar e sentimos medo do dono do hotel, enquanto um homem idoso, estrangeiro nos dava apoio moral para prosseguir.
Nova decoração / li

Chegava em uma grande casa, entrava por um jardim com muitas árvores e logo via a casa cor de rosa, em um ambiente calmo e muita natureza. Entrei e tinha um bebê que chorava no seu berço, alguém cuidava dele, mas só eu percebi que que ele tinha faltas de ar enquanto chorava, e quando ele tinha isso eu o sacudia para que voltasse a respirar, e assim fiquei por um tempo. A mãe desse bebê disse que isso era normal, e logo a criança, no colo dela, teve outra falta de ar e ela sem fazer nada, disse que logo a cabeça da criança começaria a crescer.
entrei mais pela casa, que eu gostei muito da arquitetura e decoração. descobri que a minha prima LM morava ali, sozinha. Falei que os pais dela estavam esperando na casa ao lado. Ela me mostrou que havia reformado os móveis antigos da nossa família e redecorado uma sala. descobri que a casa tinha uma outra entrada, com uma porta que dava para uma rua movimentada, e esta casa era uma parte da casa da família Mariano da Rocha, no centro de Santa Maria. logo, minha prima me mostrava mais duas peças da casa, que eu não conhecia, e eram muito confortáveis, eram quartos com televisão, tudo simples, mas decorado com bom gosto e funcionalidade. falei para ela que ela poderia receber hóspedes. Ficamos conversando na sala, admirando os móveis da vó, só ressaltei que ela tinha misturado duas poltronas novas, mas bem populares, que não tinham nada a ver com a decoração.
altos / li

eu caminhava, ia ver algo de uma matrícula na universidade, parecia ser a ULBRA. O caminho estava vazio e anoitecia. Subi por ruas em morros e encontrei o prédio que eu precisava encontrar. Entrei na sala e somente uma mulher atendia, quase dormia no guichê. Peguei um folder e fui embora, quando vi minha prima LCV por ali, usando maquilagem extremamente forte, e logo vi sua mãe, e deduzi que eram professoras ali. Fale com minha tia e ela chorava quando falava sobre a saúde do meu tio. Fomos ao hospital visitá-lo, mas minha mãe apareceu e disse que era noite e melhor não visita-lo. Saíndo, na sala de espera do hospital encontrei todos os meus tios, inclusive a minha tia que já tinha morrido, ela com cabelos bonitos, que demorei a conhece-la. Todos os irmãos conversavam, e logo o meu tio que estava internado, chegou na sala, estava muito bonito e feliz, tinha cabelos bem cortados. Conversamos e rimos, e meu tio O queria terminar de contar uma história, mas não conseguia.
Logo, eu estava no apartamento da praia, saí do quarto e fui na churrasqueira, onde DF lavava a louça. Fomos para a sacada, que era o terraço do antigo prédio de DF, e vi que ao lado ficava uma montanha grande, que diziam ser a 'garganta do diabo', mas para mim parecia o morro da Urca, no Rio de janeiro. O terraço era mais alto que a montanha e sentia medo de olhar para baixo.
dubiamente síndica / li

DF dizia que podia reconhecer os aspectos da vida olhando para as unhas das pessoas. Ele olhou as minhas e disse que tudo estava bem, e minha saúde era ótima.
Eu era síndica de um prédio de judeus, e com outra pessoa resolvemos subir até o quarto e último andar pela escada, que era proibido, pois as escadas do segundo andar eram bloqueadas por correntes, como queria o morador do andar. Era noite, subimos e descemos, quando chegou no segundo andar percebi que não conseguiria descer, era impossível. Sentimos medo de passar a noite ali, nos corredores escuros e ainda sozinhos. A outra pessoa que estava comigo, nessa hora percebi que era um jovem, ficou agachado e com muito medo. De repente alguém nos descobriu e avisou a polícia, que chegou com um camburão. Ao mesmo tempo que eu resolvia a situação legal, pois era a síndica, eu me defendia do delito. Me senti estranha sendo dúbia.
Aviões por todo lado / li

Estava viajando de carro, na carona, quando pela estrada avistei um lago e um antigo avião meio mergulhado. Percebi que o logotipo da companhia aérea era estilo anos 70, e perguntei o porquê de estar ali, e o motorista explicou serenamente, que avia caído e nunca ninguém quis retirá-lo dali.
Fui visitar minha amiga TA, ela morava numa casa antiga, com muitas pessoas da família, quando de repente percebi que eu, TA e seu marido estávamos tomando banho juntos, sem nada de erótico, era uma pática normal na casa, tomar banho com outras pessoas. Senti vergonha, pois seus pais passavam e nos viam, saí do banho, procurando me cobrir para que não me vissem sem roupa. Andei pela casa, que tinha paredes azuis envelhecidas para me vestir. Saí na rua e tinha uma criança, um menino de uns 3 anos, com uma mochila. Percebi que muitos aviões voavam baixo e bombardeavam a cidade, e perguntei para o menino o que estava acontecendo, e ele respondeu que era normal e que todos viviam normalmente assim, sempre desviando das bombas que caiam.
gerências ameaçadoras / li

Estava com fome, caminhando com DF. Encontramos uma pequena lanchonete que servia uns mini hamburguers e pareceu interessante a opção. Escolhi 4 tipos e paguei no caixa, quando perguntei para o jovem que preparava de onde era a idéia, e ele respondeu com má vontade, que era da Califórnia. Virei-me para DF e perguntei se ele conhecia tal receita, e ele negou. Sentamos para comer e apareceu uma mulher da Caixa Econômica federal, que começou a nos insultar e ser grosseira conosco, mas logo foi embora. Saímos da lancheria, o lanche não era bom, e resolvi que iria na Caixa Econômica Federal para reclamar da funcionária que nos insultou.
Chegando lá chamei o gerente e ele foi resolver o caso. O gerente telefonou para algum lugar e discretamente dizia na ligação que esta mulher já tinha insultado outras pessoas. O gerente nos levou no segundo andar do banco, seguimos um corredor e encontrei um funcionário bebendo uma garrafa de cerveja que justificava isso por estar fazendo muito calor. Sentamos numa sala e o tal gerente pediu que eu pegasse papel e caneta, mas eu só encontrei um pequeno bloco e um lápis, e ele começou a fazer um ditado. O texto que ele falava era desconexo, com muitas palavras arcaicas e bem difíceis, inclusive citou Heidegger. eu escrevia, ia trocando as páginas pequenas do bloquinho e em algumas palavras a minha letra era horrível, comecei a escrever palavras com 3 't's, com erros grotescos, que eu estava perdendo o controle.
entreguei o texto e o gerente começou a questionar as fotografias antigas que eu tinha na minha casa, alegando que as fotos do meu avô não eram de boa conduta, dizendo que o exército era uma organização nazista. Eu me desesperei e tentava provar o contrário, falava dos bons contatos da minha família com a igreja e os militares, e que não tínhamos nada para esconder, nenhuma ação proibida.
Sezefredo por amigos / li

eu estava em uma fruteira ou minimercado, que era meu e eu trabalhava. como era um lugar bem conhecido, há tempos, algumas pessoas me visitavam. Chegou Hannap, que parou para comer umas frutas, numa parada de uma longa caminhada que seguia e me dei conta que era a segunda vez que eu o via pessoalmente, já que só o conheço virtualmente e do drömma, mas era uma boa amizade. Logo entrou o casal DK e sua detestável esposa. Ele dizia estar de volta à cidade, estava fazendo um mestrado e sua esposa procurando trabalho. DK estava muito querido, e eu tinha que me esforçar para ser educada e simpática com sua esposa, já que até sua voz sempre me irritou. Senti feliz por DK ter lembrado da nossa amizade, mesmo com o passar de tanto tempo, mesmo que ele ainda era um fã absoluto somente das bandas grunges de Seattle.
Em todo o momento alguém, muitas pessoas, vinham me falar ou perguntar sobre alguém que se chamava Sezefredo di Rose, que parecia que eu conhecia muito bem, mas não lembrava.
Pênis encapsulados / li

Contratei um pintor, homem muito simples, para pintar o teto da área coberta do terraço do meu apartamento, que era apenas concreto e estava com a aparência de velho. O pintor fazia o serviço muito rápido, pintava e conversava muito, sem muita atençaõ. Ele falava que o teto pintado no tom de amarelo que ele usava faria o apartamento ter nova vida, enquanto caminhava pela beirada do terraço, que não tinha nenhuma proteção para a altura. Percebi que ele falseava o passo váriass vezes, ameaçando cair. Saí dali e fui para uma grande sala, sentei em uma poltrona e vi que tinha muitas espinhas na minha virilha.De repente comecei a espreme-las. Percebi que o que saía delas eram muitos pênis em miniatura, todos com algum envólucro, como em cera de vela ou em plástico.
/ li

DF resolveu fazer um ultrassom em mim. Na imagem do exame aparecia a parte externa da minha bunda, depois uma espécie de balaõzinho que ele dizia ser o 'copo lúteo'.
Copa / li

Eu viajava em férias, estava com Z. Na viagem encontramos a Eva Sofer e ela dizia ser amiga da família de Z e nos convidou para ficarmos na sua casa. Aceitamos e entramos na mansão, com muitas piscinas, jardins e muito conforto nas acomodações da casa. De repente ela nos comunicou que estávamos sequestrados e que não poderíamos sair do quarto, ficávamos vigiados por uma mulher e nossos pertences seriam levados de nós. Apesar de termos boa comida e estarmos nas acomodoções dos aposentos, era uma situação tensa.
Depois de um tempo no quarto Eva apareceu e disse que tinha nos testado para ver se éramos pessoas de confiança e estávamos livres. Ela conversou conosco, com muito carinho e disse que gostava muito de mim.
Voltei para o antigo apartamento da minha mãe e mostrei fotos da 'viagem', e minha mãe estranhou a hospedagem e tanto luxo que ela via nas fotos. Fui caminhar na rua enquanto anoitecia e meu celular tocou, era EV dizendo para eu estar em casa que ele iria me visitar. Voltei para a casa da minha mãe e esperei. A campainha tocou, minha mãe atendeu e era um jovem com problemas mentais, com alguma deformação no rosto, que logo foi embora. De repente subia EV com mais duas pessoas, entraram, sentaram e começaram a oferecer algum produto ou serviço referente a copa do mundo. Falei prontamente que eu não entendo nem me interesso nada sobre futebol e copa do mundo.
Papa no rio russo / li

era uma manhã fria em uma pequena cidade-vilarejo da Rússia. Via as casas cobertas de neve, fazia muito frio. De repente eu e DF fomos para um rio mergulhar. Á água era boa e morna, quando saímos da água o papa João Paulo II saiu conosco, ele tinha entrado no rio com os trajes da igreja e suas roupas, brancas, estavam pesadas e molhadas. perguntei para ele se não sentia frio, pois fiquei preocupada se ele tivesse uma gripe ou pneumonia, ele sorria e dizia que não tinha problema, se sentia bem.
louças na praia / li

Eu lavava louça na casa de T, conversava com minha prima LCV sobre viajar com sua família no dia 15, mas lembrei que eu teria uma prova nesta data e não poderia ir. Lavando muita louça eu percebi que havia quebrado a borda de 2 copos, guardei as partes para tentar colar depois.
Saí da cozinha e fui para o pátio da casa, que dava para uma praia do litoral de São Paulo. Encontrei com T, que escutava sambas ótimos. Fomos para o mar, um mar calmo e com muitas árvores com frutas na areia.
/ li

Eu estava no prédio anexo do meu trabalho, conferia algumas reformas no segundo piso. Entrei em uma sala e senti um cheiro ruim. Em outra sala haviam projetado mesas de trabalho anexados com camas-beliches, onde as pessoas podiam morar no trabalho.
Entrei em um corredor de um prédio antigo, por um lado do corredor era uma videolocadora e no outro era a minha casa e ao lado a casa de LV e sua mãe. As casas eram antigas, com o pé direito muito alto e úmidas.
A mãe de LV começou a reclamar e a gritar pela sua casa. LV me mostrou um depilador e falou que eu precisava depilar as minhas , e assim resolveu me emprestar esse depilador. Quando comecei a depilar minhas pernas sua mãe gritou e arrancou a porta de entrada da minha casa.
Tentei encaixar a porta, pois já começava a anoitecer, enquanto entrava uma mulher velha e com roupas sujas e rasgadas perguntando pela locadora. Avisei que era ao lado, mas ela não entendia e precisei conduzi-la até escadarias que levavam à locadora.
desconhecidos / li

Eu tinha bebês gêmeos, dois meninos lindos, com olhos azuis, meus filhos. Eu cuidava de um e o outro filho era cuidado por um homem mais velho, que eu pouco conhecia. eu estava perdida para dar conta dos dois bebês, pois não tinha nada para eles. Telefonei para minha mãe e ela disse que ia me dar um carrinho, pois estava em promoção por uns 47 reais. Pensava que eu não podia mais fazer as mesmas coisas de antes, como viajar, pois com 2 bebês era bem mais difícil.
Já no meu apartamento eu me preparava para alguma viagem, quando recebi um sms anônimo com a mensagem "eu, aqui é o cu". Logo mais eu que havia um bilhete embaixo da porta de entrada do meu apartamento escrito novamente "eu, aqui é o cu". Nesse momento senti medo, que alguém estava me perseguindo. Interfonei para a portaria para saber quem havia subido no elevador e o porteiro disse que ninguém, quando pedi para verificar as câmeras de vigilância do elevador e do meu andar. Me senti perseguida e fui andar em um ônibus turístico, que no meio do caminho estragou e parou em uma avenida.
calor / li

Fazia muito calor o tempo todo, passava dia e noite e o mesmo insuportável calor. Estava difícil de respirar, de fazer qualquer coisa. Resolvi ver a previsão metereológica na esperança de alguma mudança, mas os sites estavam desatualizados. Perguntei para alguns rapazes nerds e eles ficaram sérios e me falaram que isso era algo preocupante, pois de repente não era mais possível prever o clima e ninguém conseguia explicar o porquê disso e nem o estranho calor.
Saí e já estava andando no carro do meu pai, com DF dirigindo. DF dirigia de forma atrapalhada, e eu falei para ele ter cuidado, pois cada peça estragada daquela marca custava muito dinheiro.
Aqui é ali / li

Em uma sala de aula, que parecia ser o meu trabalho, conversava com meus colega AW, CP, ES. Falamos para CP que ela tinha que ir para uma fila para receber um conselho sobre sua vida e imediatamente ela foi para a casa ao lado, que era o local onde havia uma fila de homens estranhos que também queriam receber conselhos. Falei para os outros colegas que eu conseguia ver CP pela janela, ela usando um casaco com listas vermelhas e cinza.
Já estávamos sentados em uma pedra na beira de um grande rio, e RN chegava usando um roupão azul, muito elegante e chique, pensei que era possível estar trabalhando com aquele tipo de roupa, pois fazia um visual 'pijama-confort-style'. Queria saber qual era o lugar que estávamos, perguntava para os colegas e outros rapazes e eu não entendia se era no Uruguai perto do rio Paraguai ou se era no Paraguai perto do rio Uruguai, mas percebia que a luz do dia parecia a luz de uma tarde esfumaçada da Turquia
/ li

era noite e eu estava ou morava em um condomínio de casas chamado il gemini.
Fim / li

Fiquei sabendo que havia acontecido um grave acidente com um submarino nuclear da Argentina, no oceano Pacífico. Falava-se que era o maior acidente nuclear já ocorrido, com danos que comprometiam a vida no planeta.
Ninguém mais saía de casa, pois a radiotividade estava muito alta. Senti muito medo e procurei não ler as últimas notícias sobre o fato. Vi a minha mãe deitada numa cama, com duas primas, e todas muito abaladas. A informação era de que nos próximos momentos o planeta ia explodir e tínhamos que esperar.
/ li

Eu estava em Montevideo, era madrugada e com alguns amigos desconhecidos subimos uma escadaria de um prédio de mais ou menos 120 andares, era um ponto turístico da cidade, onde havia muitos turistas visitando o lugar. tinha uma mulher mais velha, cabelos escuros e curtos, ela subia as escadas e sentia muito medo, pois as escadas ficavam no lado de fora do prédio. Chegamos no topo do prédio, vimos o começo do amanhecer, e toda cidade de Montevideo, de um ângulo que eu nunca imaginava vê-la. a cidade e o céu estavam muito bonitos.
Descobri que eu tinha algo importante para fazer e descemos rapidamente toda escadaria do alto prédio. A mulher mais velha que nos acompanhava pedia para pararmos, pois sentia medo, e eu evitava olhar para baixo, com medo das vertingens.
Ao descer chegamos na praça central da cidade de santa maria, onde acontecia um show e eu precisava me esconder das pessoas. Estava com algumas amigas e encontrei AB e ele me tratou muito bem, disse que gostava de mim, procurou me ajudar, além de ser carinhoso comigo. No meio da nossa conversa AB disse 'Tracy Chapmann', que era uma referência a alguma coisa boa e importante, que me deixou feliz. Como ele sabia que eu precisava me esconder, ofereceu para eu me disfarçar e tocar um pequeno violão junto com a banda dele, no próximo show que em breve aconteceria. Mesmo disfarçada me senti muito exposta por estar em um palco, agradeci-o e voltei para o público, onde me escondi embaixo das cadeiras - poltronas de ônibus antigas- que duas amigas minhas ocupavam. era muito apertado e com muita poeira, mas eu ficava ali deitada. O hino nacional começou a tocar e todas as pessoas tinham que se levantar e ficar caminhando e cantando, enquanto eu ficava deitada e procurando me esconder.
eclipse / li

Eu tinha que ir em uma aula importante, era de noite, verão e poucas pessoas na sala de aula. LR era meu colega, e nesse dia foi nosso primeiro reencontro. a professora pediu para ele elaborar um exercício para eu resolver e ele fez um bem difícil, algo de lógica com um desenho. Eu olhava para LR, era um clima tímido e simpático entre nós e mesmo tentando por muito tempo eu não conseguia responder a questão.
Saí e fui esperar a minha mãe, que estava ajudando em uma feira de roupas, durante a madrugada. Começou a chover e encontrei minha pprima K que queria voltar para casa, que era a casa da nossa avó. Fui chamar a minha mãe e K foi embora, sozinha.
Eu e minha mãe voltamos para casa, de carro. Ao chegar, havia muita gente na casa, todos olhavam para o céu, pois acontecia uma espécie de eclipse muito diferente e uma estrela se aproximava do planeta. no céu víamos 3 pontos luminosos, lado a lado, que formavam alguns desenhos.
As pessoas filmavam o céu, e eu comecei a fotografar com uma câmera analógica bem simples.
Sentia sono e queria dormir, mas a noite era quente e havia a expectativa sobre o eclipse.
defesa / li

Era uma época diferente, morava no campo, em uma grande casa com uma grande família, vivíamos sem tecnologia e com leis diferentes, valia o poder do mais forte e do mais rico. Eu tinha várias irmãs, éramos amigas e usávamos vestidos longos e bonitos, passávamos os dias a conversar, tocar piano, ler.
Acordei num dia e as coisas mudavam. Homens montados em cavalos entraram na nossa propriedade, todos armados e furiosos, queriam dominar as nossas propriedades. Eu e minhas irmãs fomos nos esconder em uma segunda casa, mais simples e velha, onde morava um homem mais velho, da família. Havia outros homens mais velhos, todos da família, que tentavam deter os inimigos.
Eu olhava para o campo e via centenas de invasores chegando, matando quem aparecia pela frente e destruindo tudo.
Eu e minhas irmãs fomos nos esconder no teatro de Arena em Porto Alegre, entramos e fingimos apresentar uma ópera, quando os inimigos entraram no teatro e capturaram algumas das minhas irmãs, enquanto eu e outras nos escondemos em um fosso do palco. Os inimigos foram embora e nós fugimos pelo campo, encontramos nossa casa destruída e mais uma das irmãs estava suja e havia enlouquecido.
Um tio apareceu com muitos empregados e homens que protegiam nosso espaço, e assim rapidamente a nossa casa foi restaurada com artigos de luxo. Eu e as minhas irmãs fomos conhecer a casa, no primeiro andar havia um salão de baile e uma biblioteca, no superior mais de 11 quartos, todos muito bem decorados.
Pensei como era bom ter dinheiro.
Um irmão ou primo entrou na casa e pediu para pegar o dinheiro que guardávamos, e quando foi pegá-lo, colocando a mão em cima de um lustre de velas, viu todo o nosso dinheiro queimado. Ficamos pobres e tristes de novo.
red / li

Me mudei para um grande apartamento e recebi a visita de um jovem rapaz com quem eu estava ficando. Rolava altos amassos enquanto fazíamos cenários com eletrecidade, para uma peça de teatro. A campainha tocou, mas os amassos e os cenários estavam bons e decidi não atender a porta. A campainha foi insistente e no corredor do prédio começaram a gritar. Abri a porta e era JMP, com suas 2 filhas, me pedia para doar uma veia safena para ela, com urgência. falei que justamente essa veia eu não podia mais doar, pois eu já havia retirado.
Lembrei que minha mãe poderia doar, e assim fui atrás de JMP, que estava no apartamento do seu pai. encontrei sua filha e JMP já tinha conseguido a safena e feito a cirurgia.
Na rua acontecia uma gravação do programa Domingão do Faustão, e no palco junto do apresentador ficavam várias macas com pessoas doentes, enroladas em lençois vermelhos, etre elas, JMP.
Longes / li

Eu procurava uma estrada para voltar para onde eu estava. Encontrava apenas uma estrada de chão pequena e perigosa. Caminhava pelas ruas de Santa maria, em um lugar longe de onde eu costumava ir.
Anoiteceu e eu estava em cima de um morro, subindo, vi WR muito mal vestido. Encontrei T, na rua e logo eu e LV entramos em um castelo medieval que era um clube, com sala de jogos e pista de dança. Entramos em uma sala com guarda-roupas e cristaleiras e brincamos de correr ali. T estava jogando ping-pong e eu o agarrei e beijei, mesmo que ele já estivesse ficando com outra mulher. Fui sentar e me sentei em cima da mesa de um futebol de botão, que dois caras estavam jogando, baguncei todo o jogo deles e me desculpei.
De repente eu estava dentro de uma casa, parecia acontecer uma festa, reconheci que minha tia L morava ali. Minha prima CV e sua irmã KV entraram na sala que eu estava conversando com a tia, e rezavam e cantavam músicas religiosas. Logo, sentamos em e KV disse que estava grávida de uma menina, e que se chamaria Vaneza.
Nus / li

Em uma festa eu e LV bebemos muito e resolvemos voltar para casa, em Santa Maria, com RR. Íamos por baixo de viadutos pela madrugada, e de repente eu comecei a discutir com LV, gritei com ela, dei um tapa no seu rosto e logo cuspi no seu rosto. Me arrependi imediatamente, senti muito triste. De repente eu estava na rua, de madrugada, com F, tínhamos voltado a namorar e fomos na casa da família dele. Ao subir as escadas para seu apartamento, percebi que haviam feito uma reforma no corredor, deixando-o mais estreito, de forma que eu não passava com certa dificuldade e me sentia sufocada, pensei que talvez tivessem colocado um elevador no prédio.
Fomos até um terraço e uma tia muito rica de F estava dando uma festa. Sentamos e a família toda me ignorava. Percebi que eu estava sem calcinha e com um vestido muito curto e decidi ir embora, e terminar o relacionamento. Depois de me despedir de alguns conhecidos, F me chamou, dizendo que agora a festa estava ficando boa, pois encontrou vários colegas e estava se divertindo, quando me aproximei e percebi que as mulheres estavam com as calcinhas baixadas, pois era parte de um jogo. Fui indo embora, braba e triste e na entrada da festa vi que havia muita gente, e a festa estava cheia de pessoas. Esperei um taxi e na fila para entrar na festa havia atores nus, que logo começaram a defecar ali. Os atores começaram a pegar o cocô e corriam para passar nas pessoa, todos fugiam.
entrei no taxi e o motorista se perdeu por um bairro lindo, com casas com uma arquitetura como em contos de fadas.
Voltei a caminhar pelos viadutos com LV e RR e voltamos para a festa, que agora acontecia num parque. Todas as pessoas dormiam ali, em puffes gigantes, e nós 3 pegamos um puff para nós. De repente Muitos homens se levantaram, todos nus, e começaram a se masturbar.
O cheiro era ruim.
A dona da festa chamou a polícia, pois os convidados haviam destruído sua casa e desaparecido com muitos objetos. Começamos a limpar a casa até o amanhecer.
/ li

Eu visitava a casa da minha mãe com DF e seu apartamento era muito bagunçado, mas grande e novo. Caminhamos por um pátio a noite e minha mãe se apoiou e disse que não se sentia bem, percebi que ela estava muito pálida e ela disse não se sentir bem. No apartamento eu estava deitada num quarto com DF e minha mãe ainda pálida deitada na sala.
Andei pelo centro da cidade com DF e encontrei um local que eu não conhecia, com um rio e natureza, no meio do rio tinha uma estátua de São Francisco de Assis. Eu e DF nos separamos para caminharmos e logo chegou uma turma de assaltantes armados, mandando todas pessoas deitar no chão. Chegou um ônibus e DF desceu sem perceber o assalto então me levantei e saí correndo para avisá-lo para não reagir.
O lugar se transformou em uma colônia hippie e vi a Vera Fischer brigando com a Lucia Veríssimo, e logo após elas e mais uma desconhecida gorda entraram em um galpão para transar.
sem paredes / li

Eu ia ficar hospedada no apartamento de PW e da sua ex namorada, na aveenida Ipiranga, Porto Alegre. Eles foram gentis comigo, mas percebi que o apartamento que eles moravam tinha um cheiro ruim, os colchões eram úmidos e de repente percebi que ficava embaixo de uma estação de metrô, no meio do arroio dilúvio e o apartamento não tinha paredes. me senti incomodada com a sujeira do local e com a falta de privacidade, pois todos que passavam na rua e no metrõ podiam me ver.
A ex namorada de PW caminhava com um cachorro muito velho e pedia para eu entrar em um elevador e dar um 'oi'.

pisando em polvos / li

LR estava na casa da minha avó, consertando um computador para a minha mãe. Fiquei constrangida em encontrá-lo, mas depois conversamos e ficamos juntos de forma super agradável, conversando bastante.
Falei para minha mãe que eu tinha tido uma história amorosa com LR e ela me mostrou a nota fiscal da empresa que LR era dono, era no valor de R$240,00.
Depois eu estava na praia com meu pai, irmãs e minha mãe, no apartamento do meu pai. Caminhei pelo gramado do prédio e senti que tinha pisado em algo, fui ver e era uma agulha de seringa, usada por drogados da praia. O clima da praia era muito perigoso, muitos traficantes e drogados.
Indo para piscina encontrei LF e seu irmão, rolando uma troca de olhares. LF me deu um livro e deixou uma dedicatória escrita 'Ama-se amar' . Ficamos juntos e meu irmão me chamou para ver uma caixa de polvos, para cozinharmos no jantar. De repente o gramado do prédio estava coberto de polvos, caminhávamos afundando nos polvos. Por um momento meu irmão ficou soterrado nos polvos. Achei nojento que iríamos comer polvos que as pessoas pisavam.
/ li

Estava no apartamento antigo do meu pai, janelas abertas e do lado de fora crianças abandonadas ameaçavam invadir a casa. Do lado de fora meu pai dizia que queria derrubar os muros do pátio para colocar grades de ferro e eu e minhas irmãs não gostamos da idéia, achamos desnecessário o investimento.
Eu fui para o bar Zelig com DF, fomos pegar uma mesa no segundo andar e bebemos água. DF foi ao banheiro tomar um banho e trocar de roupa, de repente o bar ficou vaziou, só nós dois ali. Achei o bar chato e fui Chamar DF para ir embora e ele começou a andar nu pelo bar, enquanto o dono, que andava de cuecas pelo bar, o repreendeu.
DF dizia para mim que nunca havia gostado de alguém como eu, e fomos andar de ônibus, passamos na frente do antigo Cinema Glória, em Santa Maria.
Viagens / li

Estava viajando em outra cidade, passeava em busca de um famoso e grande parque do local. Pelo caminho cheguei em uma igreja colonial chamada Santo Antônio, uma grande, antiga e suntuosa construção, na margem de um porto. Não havia ninguém nas ruas e senti um pouco de medo de estar sozinha no lugar.
Encontrei duas adolescentes, que me indicaram como voltar para o hotel que eu estava com meu parceiro.
Anoitecia e eu voltava para o hotel por ruelas cheias de casas modestas.
De repente eu já estava no parque, um lugar lindo e onde eu fui procurar um lugar que diziam ter ruínas romanas na beira do mar. No caminho, no meio de uma floresta, eu abandonei minha prima LM, que me acompanhava e fui sozinha.
Cheguei nas ruínas e caminhei por ali. Logo avistei um prédio de 5 andares, onde eu encontraria minha prima LM e minha amiga LV. Subi no prédio vazio e sem paredes, apenas duas colunas o sustentavam. Fui no último andar, que tinha dois cômodos e cada um com duas sacadas com vistas panorâmicas, mas para subir percebi que o prédio não tinha nem elevador nem escadas, era necessário escalar pelas sacadas.
Cheguei num dos cômodos e LM estava lá, avisando que a prima de LV, a ML, que já estava chegando e que não podíamos nos encontrar, por recomendações de LV. Resolvi me esconder em cima de um guarda-roupas e ali fiquei. ML subiu e conversou um pouco com LM e não me viu.
Logo ela foi embora e eu e LM resolvemos voltar para casa, mas com medo de descer do prédio, escalando-o.
Eu não conseguia mais descer e vi que muitas pessoas tinham subido no lugar, como para uma festa. Pedi para as pessoas irem para o outro lado da sala, assim o prédio balançaria até cair no chão e poderíamos descer para o parque.
O prédio balançou e caiu, assim consegui descer para o parque, juntar meus pertences no meio dos escombros e pegar carona para ir comprar uma bota em uma loja.
Já estava no quarto do hotel, arrumando minha mochila para viajar e sempre esquecia de alguma coisa. Me despedi doa minha mãe, lamentando não ter tido tempo para estar com ela e fui correndo para o carro do meu pai, que me esperava para me levar na rodoviária.
minhas bolhas / li

Caminhava por uma grande casa, que morava com várias pessoas, entre eles algumas sub-celebridades, como ex BBBs. De repente eu senti uma coceira no pescoço e quando olhei vi uma bolha vermelho escura, grande, seguida de uma mancha vermelha na pele. Fiquei apavorada e vi outra bolha dessas na minha barriga. Mostrei para as pessoas da casa e me falaram que o nome daquelas bolhas era 'turca-louca'.
Altos / li

Meu amigo, músico, fazia show no brasil, no Domingão do Faustão. No palco ele convidou vários amigos para participar. Fui no show com DR, fui bem para frente do palco e com o público comecei a aplaudir incessantemente. A banda começou a tocar sem ele, e no meio da música o amigo surgia do meio do público, com uma entrada triunfal, e quando subiu ao palco chorou de emoção. Minha mãe estava ao meu lado e repentinamente começou a gritar e ter um comportamento histérico, subindo no palco e abraçando os músicos. Senti vergonha e pedi para ela parar, e ela respondeu que tudo aquilo lembrava os Beatles, que ela é fã.
Durante o show percebi que a platéia subia e descia, como um elevador, para também dar lugar para uma segunda platéia, e o movimento de subir e descer me deixava tonta.
O show terminou muito rápido e fui embora, saindo para procurar DR, que havia saído para caminhar pelo lugar. Chamei um rapaz e ao me aproximar vi que não era DR. Caminhei perto de um rio e uma praia e não encontrava DR. Fui para um terraço procurá-lo e não o encontrei, quando fui para a beirada e resolvi mandar uma mensagem de celular, porém eu não conseguia escrever nenhuma mensagem, tinha uma espécie de bloqueio de escrita, quando senti medo por estar em um lugar tão alto e me deitei no chão para sair me arrastando sem ver a altura do lugar. Da minha bolsa caiam meus pertences e eu me arrastava para juntar tudo.
Dafly / li

Estava na minha casa com DF quando tocaram a campainha. Atendi e vi que era uma vizinha que eu não conhecia. A moça, meio ruiva, me mostrou que morava no apartamento ao lado, que eu nunca havia visto. Ela chamou nós dois para irmos na sua casa, e percebi que haviam colocado uma porta de madeira no corredor do prédio. Lá ela chamou outra vizinha e nos falou que estava um clima tenso, que um namoradinho estava ameaçando e perseguindo ela. O rapaz, um jovem loiro, se chamava Dafly.
Resolvemos que iríamos manter a porta do corredor sempre chaveada, quando percebi que a parede da sala da minha casa era de vidro, e todos que passavam no corredor sempre me viam.
Merendas / li

Eu e DF estávamos caminhando por corredores antigos da escola que eu estudei na infância.
Entramos no corredor das séries iniciais, onde os alunos estavam brincando no pátio. Caminhamos e DF sugeriu que entrássemos nas salas de aula para roubar a merenda das crianças.
Eu recusei e fui embora, com medo de alguém ver.
prédio / li

cheguei no meu apartamento e a porta não estava trancada, estranhei. Ao entrar em casa percebo que o apartamento foi assaltado e alguns dos meus pertences foram roubados. Senti medo dessa silenciosa invasão.
De repente eu estava no elevador do meu prédio com DF e a porta abriu entre dois andares. DF saiu e eu fiquei com medo de segui-lo, pois considerava a situação perigosa.
texto ao lixo / li

Eu estava sentada em uma antiga escada com DF, quando conversávamos um assunto muito interessante, que lembrei uma vez ter escrito sobre o tema. Procurei nos meus escritos e encontrei o texto, feliz, li em voz alta. Ao terminar a leitura percebi que o texto era muito ruim, mal escrito e defasado. Nós dois ficamos com cara e espírito de decepção, sorrisos amarelos enquanto eu amassava as folhas ao lixo.
Anel futuro / li

Encontrei minha amiga dos tempos da adolescência, AC. la estava com seu filho, brincavam numa cama. Era um dia de sol, primavera. Entrei em um ginpasiode futebol e encontrei um colchão de casal ali no meio. DF me chamou para dormirmos e deitados, conversamos. DF pegou na minha mão e com um papel mediu meu dedo anelar para uma futura jóia surpresa.
Anel futuro / li

Anel futuroEncontrei minha amiga dos tempos da adolescência, AC. la estava com seu filho, brincavam numa cama. Era um dia de sol, primavera. Entrei em um ginpasiode futebol e encontrei um colchão de casal ali no meio. DF me chamou para dormirmos e deitados, conversamos. DF pegou na minha mão e com um papel mediu meu dedo anelar para uma futura jóia surpresa.
Anel futuro / li

Anel futuroEncontrei minha amiga dos tempos da adolescência, AC. la estava com seu filho, brincavam numa cama. Era um dia de sol, primavera. Entrei em um ginpasiode futebol e encontrei um colchão de casal ali no meio. DF me chamou para dormirmos e deitados, conversamos. DF pegou na minha mão e com um papel mediu meu dedo anelar para uma futura jóia surpresa.
Anel futuro / li

Anel futuroEncontrei minha amiga dos tempos da adolescência, AC. la estava com seu filho, brincavam numa cama. Era um dia de sol, primavera. Entrei em um ginpasiode futebol e encontrei um colchão de casal ali no meio. DF me chamou para dormirmos e deitados, conversamos. DF pegou na minha mão e com um papel mediu meu dedo anelar para uma futura jóia surpresa.
/ li

Eu caminhava por um bairro árabe e de repente eu via que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi vítima de um atentado, levando um tiro no rosto, de raspão. Nas TVs eu via imagens de países árabes em clima de guerra. Procurei abrigo nos corredores da escola que eu estudei, junto de uma amiga professora, mas nos perdíamos sempre.
De repente ouvi falar que DF tinha uma filha e uma esposa obesa em Esteio.
yoko / li

Eu tinha voltado com meu ex marido. Ele me levou no teatro do Chatelet, em Paris, para um show da Yoko Ono. Fiquei bem feliz com a surpresa e quando terminou o show fui conversar com a Yoko e sua filha, que também era a Yoko, porém jovem. Abracei elas e tirei fotos, numa delas a Yoko sentava no meu colo. Chegamos em casa e o marido teve um surto e decidiu se separar, novamente. Uma colega dele estava na sala e eu não podia discutir nem contestar nada. Chorei e decidi ir para o apartamento antigo que vivemos, enquanto ele brigava muito.
Grêmio amor alternativo / li

Eu fiquei com um cara super legal, bonito e gremista. Fomos numa homenagem ao Grêmio, em um estádio em cima de um morro. Desci e lembrei que poderia ter ficado grávida dele, já que não estava usando nenhum método anticoncepcional.
Fui para casa dele, um apê grandão e bem decorado. Conheci um irmão dele e conversando lei a minha idade, e o meu ficante resolveu terminar o namoro.
Saí da casa dele correndo, sem sapatos. Fui para um bar alternativo, que ficava no salão de festas de um prédio chique, ali dentro era um baile de carnaval, com poucas pessoas, somente homens fantasiados, um de John Lennon, outro de cabeça de bode, outro fantasma, todos dançando uma desconhecida música do Tom Waits. Saí dali, cansada das paredes vermelhas e verde escuras. O dia era chuvoso ali fora.
Encontrei SL que me dizia ter terminado com seu namorado e estava sofrendo pq tinha se apaixonado por uma polonesa. Encontrei o meu então namorado na rua, vi que ele não era tão bonito como antes, era gordinho e baixinho.

/ li

Era madrugada e após eu atravessar a cidade de santa Maria, voltava para a casa da minha família, que era em um dos quarteis da cidade. Estava amanhecendo e entrei em casa pela porta lateral, que parecia um hospital, mas era a casa da família de GF. A mãe de GF era uma pessoa ótima, italiana refinada e encantada com o Brasil e foi muito querida comigo. GF estava próximo, deitamos juntos para dormir por alguns minutos e ríamos muito.
Quando resolvi ir embora procurei minhas irmãs para ajudar a fazer minhas malas. Ao arrumar a bagagem encontrei alguns presentes que a mãe de GF deixou para mim, algumas rosas, jóias e notas de 300 e 50 euros.
/ li

Eu estava num bar brincando e cuidando de crianças, dois irmãos japoneses gêmeos e mais dois gêmeos loiros.
Corri para uma escadaria para não perder a posse de primeira dama do estado, que seria a minha tia.
helicópteros / li

G estava na carona de um helicóptero do exército, que voava baixo seguindo uma estrada e eu ia conversando com ele pelo lado de fora, caminhando na estrada. Depois eu comprei o apartamento que G morava, que era perto da avenida Farrapos, Cristóvão e da barros Cassal, num andar alto com vista bonita da cidade. O quarto era interessante, com o telhado e paredes envolta da cabeceira da cama todo em vidro. G tinha um amigo bem chato que batia no apê toda hora para falar coisas ruins dele.
No helicóptero que G andava havia muitas mochilas dele, todas abertas e bagunçadas.
Vendendo / li

Encontrei SL na avenida Independência, durante à noite enquanto eu caminhava apressadamente. Combinamos de nos encontrar mais tarde. Fi a um alçapão e encontrei minha mãe e um professor europeu, por vezes francês, outras polonês ou esloveno. Voltei para a avenida independência e fazia um dia nublado. Chequei ao fim da rua e subi num barranco que era a continuação da avenida. Entrei em uma casa meio porão que era a loja que SL e o namorado estavam inaugurando. A imprensa queria entrar, muita gente para cobrir a abertura da loja e fui ajudar a organizar o coquetel e as vendas, quando observei que vendia-se muito e iria faltar roupas para o segundo dia da loja.
Estudo sobre mim / li

Meu psicanalista estava lançando um livro e um ciclo de palestras sobre o meu caso, que era divulgado amplamente pela mídia. O título da publicação era o meu nome acrescido de '... e o caso de equilíbrio com chocolate'.
lacuna / li

Estava morando no meu antigo apartamento, mas numa versão mais detonada. A cozinha tinha apenas uma minúscula janela, o que me fazia sentir sufocada, pois teria uma vista bonita. Minha mãe estava hospedada na minha casa, fomos dormir e muitos mosquitos apareceram. Comecei a procurar desesperadamente por aparelhos elétricos, tipo Mat-Inset, para dormirmos sem mosquitos. Achei vários aparelhos destes pela casa.
T chegou com um amigo, na minha casa para me visitar, veio de surpresa à cidade. Conversamos com a mesma trava de sempre e nos deitamos e ficamos abraçados e quietos. De repente T falou que me eu era a única pessoa que ele sentia o significado da palavra 'amor'. Fiquei feliz em ouvir isso dele, mas não sabia o que responder.
convites / li

Entrei em uma simples sala de refeições, com bancos e mesa de madeira, simples e bem rústico e vi São José sentado no banco, enquanto a Virgem Maria vinha servir a refeição. Sentei no banco e fui bem recebida, imediatamente fiquei sabendo que a Carla Bruni tinha morrido, suspeitavam de assassinato.
Fui parar num teatro e encontrei um ex, que estava dirigindo uma peça de teatro ali. Como não nos víamos há muito tempo, nos abraçamos com saudades. Ele me convidou para tomarmos um banho juntos, pedi um tempo para eu pegar a minha toalha, mesmo sentindo vergonha. Quando entrei no banheiro, vi que era um banheiro coletivo e tinha outra mulher tomando banho ali com ele. Fiquei em dúvida se eu ia ou não tomar banho nessa situação.
conhecendo casas / li

Fui para outra cidade e de repente quem me esperava e era o meu namorado era o Renato Aragão. Fomos para a casa dele, uma casa bem legal, grande, com um lindo jardim, estilo mansão. Achava ele legal, mas não gostava muito dele.
Fui conhecer todos os cômodos da casa e percebi que as duas ex esposas dele moravam ali ainda. Cheguei perto da piscina e encontrei a filha mais nova dele, que tinha longos cabelos crespos e era bem querida.
Fui descansar no quarto dele tinha uma janela grande que dali saía um tobogã direto para o jardim.
Já estava caminhando numa rua com calçamento de pedras quando me chamaram para almoçar na casa dos pais de Z. A tia de Z e seus pais estavam ali, me receberam com muito carinho e logo foram me mostrando sua nova casa, simples por fora, mas por dentro era muito bonita e aconchegante. Começamos todos a cozinhar comidas deliciosas para nosso almoço.
um que foi / li

Pela manhã eu e uma nova turma de amigos entramos num apartamento, ao abrir a porta encontramos F morto no chão da sala. Havia sido suicídio, chorei e lamentei muito por sua morte, mesmo sem ter tido contato com ele nos últimos anos.
Campo Mix / li

eu e MB resolvemos passear e fomos para a chácara da minha mãe. Chegamos lá e ao longe observei que Z estava lé com a sua namorada. Ficamos longe, esperando ele sair, pois ele estava na casa com o caseiro, comendo algo, como se fosse dono do local, como se roubasse meu espaço num patrimônio meu. De repente eu estava sentada no jardim com MB, que nesse momento tinha se transformado em Z e com a mãe dele, que nesse momento também tinha se transformado em outra pessoa, na mãe de F. A namorada de Z o chamou para dizer que estava grávida, mas ele estava muito triste e brabo, dizia que não iria assumir o filho.
Fui passear no campo, encontrei candidatos das eleições 2010 em carreata.
idas / li

Encontrei T e nos beijamos,abraçamos e trocamos juras de amor. Eu tinha passagens para ir para Varsóvia e estávamos no aeroporto, tentando aproveitar cada minuto juntos. T me falou que estava dando aulas numa universidade em Uruguaiana, e logo eu já assistia ele dando uma aula em que ele perguntava quem percebia alguma diferença em uma das três séries de três botões da camisa que usava. eu fui a única a perceber algo diferente, mas não era a resposta exata, que ele logo explicou para toda a turma, enquanto eu percebia que a sala de aula ficava na beira de um rio e naquele momento o põr do sol era lindo, o céu todo rosa.
Entramos em um quarto do aeroporto para namorarmos mais um pouco e saímos pq ali estava o falecido ator Jardel Filho.
Saímos correndo e ouvimos pelos autofalantes que chamavam o meu vôo. Fomos até o portão de embarque, que eram esteiras rolantes, revistaram minha bolsa e nesse tempo curto, continuamos a trocar juras de amor.
sétimo balão preto / li

MB estava em uma sala grande, ele enchia balões incolores, mas de acordo com o ar dele, o balão se tornava colorido. Os balões estavam enfileirados com cores que combinavam entre si, até MB encher o sétimo balão e este ficar preto. Achei um mau sinal e disse que não tinha gostado do sétimo balão preto.
MB disse que consetaria e encheu o oitavo balão, que se tornou lilás.
Frio polonês / li

Tinha recebido uma passagem aérea para a Polônia, de M. Estava decidida a não ir, mas passsei na frente de um aeroporto com a minha mãe e a passagem para São paulo estava muito barata e resolvemos que eu iria para a Polônia.
entrei no avião, com pouca bagagem e percebi que o céu era todo cor de rosa.
Cheguei em varsóvia, direto para o apartamento de M, pois fazia muito frio. Nosso encontro foi bom, com certo clima de romance, mas de repente sai de um quarto a esposa dele, uma mulher com maquilagem pesada, cabelos loiros e bastnte envelhecida. Ela não falou nada e eu fiquei muito irritada, resolvi sair do apartamento de M.
Fiquei andando pelas ruas de Varsóvia, sem dinheiro, procurando algum lugar paraa eu ficar.
Sentia frio e encontrei um grupo de jovens que tinha algumas pessoas que falavam português. Fui bem recebida por eles, mas tínhamos que andar para um local longe para chegarmos na casa deles. Senti medo por confiar nestas pessoas.
trois / li

Eu vivia num filme "Emanuelle" (anos 80), e estava passeando no hotel, em lua-de-mel com meu então marido, um homem estilo anos 80, loiro, barbudo, peludo que usava óculos ray ban. Sentimos vontade de transar e entramos num pequeno banheiro. Em pé, começamos a transar de forma enlouquecida, quando de repente três homens, também estilo anos 70-80, abriram a porta e me expulsaram dali, me jogando longe, no chão. Quando fui procurar meu então marido vi que ele estava transando com com os três homens que arrombaram a porta do banheiro que estávamos. Não sabia o que fazer, pq percebi que o tal do meu marido estava gostando muito de ter relações homossexuais. Então vi que eu não tinha mais chances...
bacia / li

Meu pai e esposa tinham uma empresa numa loja pequena no centro da cidade de Santa Maria e estávamos ali, numa noite silenciosa e irritantemente calma, nada acontecia. Resolvemos passear e deixar o local aberto. No meio do passeio meu pai lembrou que tinha esquecido uma gata prester a ter gatinhos, dentro de uma bacia, então voltei para cuidá-la. Cheguei no local e quando peguei a bacia a gata já tinha dado cria, vários gatinhos, mas todos tinham se devorado e a bacia estava cheia de pedaços de gatos mortos. Meu pai e esposa chegaram e choramos muito pelo que aconteceu e não sabíamos o que fazer com a bacia, pois não tínhamos nem coragem de chegar perto. Fugi para um bar movimentado, que tinha muitas escadarias e pessoas sentadas por toda parte, enquanto meu namorado estava dentro do bar, cuidando de dois meninos pequenos, e eu tentando fugir dele. Fui para um outro lado do bar e ele me viu e veio atrás de mim, bem feliz.
rock horror show / li

Eu chegava de viagem na cidade de Rosário do Sul, precisava descer do carro e seguir por um caminho no meio de uma floresta para entrar na cidade. Eu e amigos fomos em um bar, onde apareceu o Wander Wildner usando cabelo chanel, fazendo um show. Ele parecia transtornado ou muito bêbado e mesmo com uma namorada muito jovem por ali, começou a me agarrar, enquanto eu dava um jeito de fugir.
De repente eu vi em algum meio de comunicação uma notícia que um fato curioso se alastrava rapidamente pela América Latina e eu pude estar presente no local que isso acontecia, uma moléstia que atingia as pessoas rapidamente, fazendo as cabeças caírem do corpo, como se fossem decapitadas. Andei por um local que tinha pilhas de cabeças ainda com vida, sangue jorrando, choros fracos e sentia o cheiro forete de sangue, avistando a imensidão de montes de cabeças. Alguém falou que isso tinha alguma relação com a Mongólia, mas não entendi o porquê.
Voltei para a casa que eu ficaria hospedada, em Rosário do Sul. Entrei no quarto que eu dormiria, onde todos meus amigos já estavam deitados. Dividi a cama com uma amiga e de repente senti coceiras pelo corpo, que só aumentavam. A coceira era tanta que encontrei na guarda da cama uma torneira e abri, pois a água na cama aliviava a sensação incômoda. Alguém do quarto reclamou que eu estava gastando muita água e me levantei. Olhei para meu corpo e vi manchas nas pernas, braços, barriga e uma em forma de borboleta na minha testa, e em cada mancha uma série de bichinhos comendo minha pele. Percebi que a amiga que dividia a cama comigo também começa a ter as manchas.
Changes / li

Z tinha comprado um carro para a namorada e mandou minha avó me chamar para eu ver a reação surpresa. Fui no apartamento dele, que era na zona sul de Porto Alegre e após o corredor já era o quintal da casa da minha avó. A namorada dele chegou e recebeu o carro com alegria, mas Z fez eu me esconder para ela não me ver ali. Fiquei atrás de uma porta e quando saí vi que Z tinha mudado de apartamento, agora o apartamento era num andar alto das imediações do bairro Bela Vista-Moinhos de vento.
labirintos / li

Era de manhã e fazia sol enquanto eu caminhava por uma parte antiga da cidade de Santa Maria, com construções antigas e abandonadas onde as ruas pareciam labirintos. Cheguei em um viaduto, próximo da rua Silva Jardim e ali eu consegui me situar e entrei na casa de uma pessoa ou família conhecida. No quintal da casa tinha uma variant estacionada. Muitas pessoas caminhavam pela casa até que entrei em uma sala e encontrei dois meninos judeus usando quipa que comemoravam algo e percebi que os dois meninos tinham uma amizade bonita.
Logo, os meninos se aproximaram de uma mesa grande para a 'comemoração' ,quando entra na sala SL, que estava muito bem vestida e bonita. Nos abraçamos, com muita saudade, mas ela estava com pressa e ia conversando com várias pessoas e indo embora.
Saí na rua e um carro parou ao meu lado, abriram as janelas e era uma família de guatemaltecos que pediam informação de como chegar na ponte do rio, em Camobi. Expliquei com grande clareza e eles saíram felizes e agradecidos, pois diziam estar perdidos na cidade e ninguém conseguia informá-los com tamanha clareza.
De repente eu acordei em um quarto estranho e ao me olhar no espelho vi que eu estava com uma mancha grande na testa.
jantar / li

Era verão e eu estava na casa da mãe de MB, com ele e minha mãe. A mãe dele estava ali com a irmã, uma senhora muito bonita. Chegou o irmão de MB e descobrimos que ele tinha dois filhos. A irmã de MB conversou comigo sobre uma publicação importante que teria. Minha mãe estava muito à vontade na casa, todos se sentiam bem.
Combinamos de sair para jantar, nos encontramos em carros, na rua, e reparei que minha mãe tinha colocado roupas e brincos muito feios.
A tia de MB passou num carro elegante, sozinha. E nós, cada um em um carro, seguimos durante a noite.
baby boys / li

Na calçada em frente ao prédio que minha mãe mora havia um café agradável, com algumas mesinhas na calçada. Eu e minha mãe estávamos ali sentadas conversando. Era um dia de primavera e apreciávamos as flores e a temperatura amena. de repente minha mãe fala que eu estaria grávida, de dois meninos e que tudo daria certo. Fiquei atônita e feliz, mas pedi para ela não fazer este tipo de brincadeira comigo, mas ela dizia naturalmente que isso era sério.
Yumariuã / li

Caminhava pelo prédio da Prefeitura com a minha mãe, já que ela tinha que retirar um recibo no setor de "Cadastro". Entramos num elevador e descobrimos que se apertássemos mais de um botao mesmo tempo, teríamos acesso a um andar secreto do prédio. Descemos no andar secreto e ali tinha muitos cofres, além de dali, poder enxergar todo o prédio, todos os andares, sem que ninguém enxergasse. Alguns funcionários eram meus conhecidos e me trouxeram potes de bala de goma.
Estava na fila com com a minha mãe e encontrei antigos colegas de trabalho dali, vi R, que estava super bronzeada. Retirei da bolsa uma barra de chocolate para comer e um menino veio correndo pedir pedaços. Conversamos e ele, muito amável, me falou da vida dele e que se chamava Yumariuã, e pensei que so podia ser nome de hippie. Yumariuã foi embora com seu pai e eu fiquei muito triste de saber que nunca mais iria encontrá-lo.
Eu e minha mãe indo embora e no estacionamento Prefeitura um pequeno alvoroço, havia uma família de coelhos brancos assassinados, e todos indignados que alguém tão brutal teria feito isso.
box / li

Acordei na minha cama com alguém desconhecido que me deixou uma caixa de papelão ao meu lado, na cama. Perguntei o que era e o desconhecido disse que dentro da caixa estava MB, mas que era para eu não confundi-lo com o Claudio Correa e Castro.
Fiquei feliz que MB estava comigo.
Vaga / li

Eu e minha madrasta dirigíamos um caminhão por ruas do bairro Dores, na cidade de Santa Maria. Resolvemos parar para comprar picolés no armazém da esquina, quando percebemos que precisávamos estacionar o nosso caminhão entre dois carros. Tentei rapidamente e consegui estacionar sem problemas, mas ao descer percebi que eu tinha esquecido de puxar o freio de mão.
com sol / li

Encontrei minha falecida avó, na casa que vivemos no passado. Fazia muito calor, estávamos na sala e entrava muito sol pelas janelas, que era algo incômodo. Fui ver se o carteiro havia deixado alguma carta, embaixo da porta. Minha avó me chamou para sentar com ela nos antigos sofás azuis da casa para vermos fotos de álbuns.
Fomos passear, íamos visitar o cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre. Caminhamos por estradas de terra, em meio a morros e notamos um grande movimento por lá, como se fosse uma procissão. Pessoas de todas classes sociais e idades caminhavam rezando pelas estradas, outras sentavam na grama para descansar. Falei para minha avó que era melhor voltarmos, pois o passeio seria impossível.
Passamos por uma capela e perguntei para uns jovens o que acontecia ali, eles falaram que tinha falecido JT, o antigo chefe do meu pai.
Ficamos tristes com a notícia e percebemos que repentinamente já estávamos no inverno, e o sol, agora, era muito agradável os esquentar.
o vulto / li

Dormindo na minha cama, acordo e vejo que minha amiga LV havia dormido ao meu lado e de repente ela acordou chorando e levantou. Eu permaneci na cama, cuidando seus movimentos. Vi que ela foi pa sala e depois ao banheiro e voltou chorando para a cama. Sentei ao seu lado para ajudá-la e sem falarmos nada, percebemos que havia mais alguém desconhecido circulando no escuro, no apartamento. Enxergamos um vulto de uma mulher de cabelos longos e escuros, estatura baixa, meio gordinha, que caminhava pelo apartamento agitadamente. Queria gritar de tanto pavor que senti, mas a minha voz não saía, enquanto o vulto da mulher continuava passando pelo corredor.
com cortinas / li

Estava anoitecendo e eu trabalhando numa livraria de SO. Muitos clientes chatos chegavam ali, somente para conversar.
Eu e SO tentávamos atender a todos, sem êxito.
Encontrei a CR e ela me falou que naquele momento a livraria estava inugurando seu novo espaço, um hotel. Fui conferir e encontrei quartos pequenos e simples, e procurei um para eu me vestir adequadadmente para o coquetel de inauguração que estava acontecendo naquele momento.
Entrei num quarto, que era o de CR e ela me mostrou que atrás de uma cortina do quarto havia uma cama com um colchão feito de ervas do Japão que se transformava em uma banheira.
Enquanto eu me vestia, uma outra cortina do quarto se abriu e apareceu a mãe de Z, bem feliz e me cumprimentando.
Saí mal arrumada do quarto e fui para o coquetel, que já estava no fim. No caminho via os convidados indo embora, carregando muitos comes, e eu com muita fome via que não teria algum lanche para mim.
Cheguei em um salão nos fundos da livraria, o salão principal do evento, que estava na penumbra e encontrei a minha prima DR, sentada sozinha numa mesa. DR veio correndo até mim, dizendo que estava ali sozinha há um bom tempo, só esperando para eu chegar e fofocarmos.
Terra a dentro / li

Eu participava de um churrasco em um pequeno prédio de alguns amigos. Havia a necessidade de sempre buscar talheres em diversos andares do prédio. Numa dessas idas eu desci um lance de escadas e faltou luz. Fique perdida e avistei de longe um roqueiro gaúcho decadente e gordo que descia correndo, em direção a um local com luz do sol. Corri atrás dele e fui parar num porão, com algumas janelas altas para sair para fora do lugar. Quando me aproximei da janela, toquei na parede e o prédio desabou. Senti meu corpo soterrado por terra úmida, que dificultava a minha movimentação. Comecei a cavar na área ao redor da minha cabeça para respirar e gritar por socorro, pois eu ainda avistava a janela. Cavei espaços e mesmo assim sentia que entrava terra no meu corpo, principalmente quando eu respirava, sentia meu corpo encher de terra, por dentro.
inundação / li

eu e MB estávamos passando as férias numa casa de praia, em frente ao mar, mas na verdade o mar era um lago, cercado de muitas árvores. A casa que estávamos era de uma família desconhecida, nós ficávamos no andar térreo e a família no segundo pavimento. Percebi que o lago havia inundado e acontecia uma enchente, de repente passávamos o dia todo realizando as atividades cotidians com água até a cintura, sensação de corpo molhado o tempo todo. Anoiteceu e a água começou a subir mais.
Descobrimos que T era nosso vizinho e estava por ali, mas com olhar ameaçador e desesperado para mim, amigos diziam que ele queria me matar e estava armado com uma faca para isso.
Eu e MB subimos para o pavimento acima e começamos a fazer as malas para voltar para cidade. T veio conversar conosco, muito querido e ofereceu carona no seu carro. Minha prima, que também voltaria conosco, recusou, pois achou T perigoso, enquanto eu me sentia levemente seduzida por ele.

Tentava convencer MB e minha prima a voltarmos com T, enquanto eu arrumava as malas, com todos meus pertences molhados.
Irã / li

Eu passeava de carro por estrada iranianas. Sentia calor dentro do carro que eu estava e começava a ficar enjoada com a intensidade da luz do sol.
Entrei em um prédio com muitos escritórios e presenciei uma pessoa adulta cortando a mão de um bebê croata, jorrava muito sangue e ninguém demonstrava nenhuma comoção. Só eu.
/ li

Estava com uma amiga e resolvemos encontrar um colega meu da pré-escola, com quem eu nunca mais tive contato. Estávamos próximas da estação rodoviária de Porto Alegre e entramos numa sala luxuosa da prefeitura para assistir um filme promocional gratuito. Depois de um tempo de espera o filme foi cancelado.
Saímos da sala e percebemos que uma outra amiga que estava conosco tinha ido embora, sabíamos que ela tinha um apartamento nas proximidades do local.
Descemos por uma escadaria e avistamos lá embaixo o tal colega, com pouca mudança física desde os tempos da pré-escola. Abracei ele e fiquei muito feliz com o reencontro, conversamos sobre nossas vidas e fomos dar um passeio.
O meu colega e minha amiga não queriam passar por um local, pois haveriam de pagar uma pequena taxa e resolveram fazer um atalho para não pagar a tal taxa. Fomos para um local com ruas de lixo e paramos embaixo de uma ponte ou viadutos, e o meu colega mostrou um burraco estreito no teto, indicando que tínhamos que passar por ali. Eu me recusei a passar por aquele lugar e resolvi voltar sozinha, combinamos de nos encontrar em um bar de cachaceiros.
Cheguei no bar, eu usava um macacão cor de rosa, e me serviram uma latinha de fanta uva, que recusei e pedi para trocar por uma coca-cola. Um bêbado veio dar em cima de mim.
Saí do barzinho e caminhei pelas ruas.
Lembrei da palavra ‘hebada‘ e tentava descobrir o que isso seria, sem êxito.
/ li

caminhava perdida por uma colônia de férias, onde todas as pessoas andavam sem roupa. Passei por uma miniatura, mas que avistando de longe parecia gigantesca, da torre eiffel. Diziam que esta cópia da torre servia para uma moça descer escorregando por tuneis escondidos.

Conversava com todo o pessoal do lugar, sem encontrar alguém legal para conversar.

Vi uma jovem que era fotógrafa de moda e pedi para ela fazer um teste comigo. Ela tirou um martelinho para verificar as condições dos meus dentes, alegando que faltava um dente e isso prejudicaria meu sorriso, além de constatar que meus olhos eram péssimos para ser modelo. Ela fez uma maquilagem pesada em mim e saiu para fumar um cigarro.

Fiquei deitada numa maca, quando chega o cantor Benito de Paula, me oferecendo uma sombrinha de frevo. Conversamos e rimos muito. Peguei a câmera fotográfica para registrar este momento, mas só encontrei um celular com câmera com baixa resolução. Um amigo apareceu e foi nos fotografar. Eu não fiquei satisfeita com a luz do local.
morango! / li

minha barriga estava grande, ficou assim de uma hora para outra.

apertei para ver se voltava ao normal.

apertei mais. de repente eu estava parindo um grande morango, bem vermelho, perfeito.
visita / li

era madrugada e fui em uma festa na casa de T. cheguei no apartamenteo dele, num suburbio de uma cidade do interior, onde moravam muitos estudantes universitários, vindos do interior de são paulo, todos colegas.

Os moradores do apartamento comemoravam que entravam em férias da universidade e se preparavam para voltar para casa de suas famílias.

T falava que era bem divertido morar ali, mesmo quando ficava sozinho, nas férias.



todos conversávamos na sala, que tinha pouca luz. euT começamos a ficar junto, mesmo sem ter muita privacidade, ali. um de seus amigos, um jovem com feições orientais, que tinha um filho, ficou muito bêbado.

eu e T juntos, deitados no sofá de uma sala, tapados com um cobertor, percebemos que estávamos deitados em cima do filho do rapaz japonês, resolvi tirar a criança dali.

fui na sacada do apartamento, percebi que eu não estava usando calcinha.

T me chamou para um passeio. saímos na madrugada, passamos em frente de uma favela, senti medo, enquanto T dizia que não havia perigo, pois sempre passava por ali, tranquilamente.

uma gang se aproximou para nos assaltar. deram tiros, corremos.



sub / li

Fui convidada participar de uma palestra do Caetano Veloso em uma igreja subterrânea. Desci com várias pessoas por escadas dentro de salas de aula. Cheguei no lugar da palestra, era uma catedral toda em cor cinza com um púlpito como se fosse uma gaiola no centro deste espaço, que ficava suspenso pelo teto. Caetano Veloso chegou ali, pés descalços, pediu uma rede para ficar deitado enquanto falava. Foi pendurada uma rede branca para ele deitar.

A palestra começou e eu me acomodei numa cadeira ao lado da minha amiga LV. Quando Caetano começou a falar, após sua primeira frase, alguém fez uma observação em voz muito alta e tom ofensivo. Eu e LV percebemos que a voz era de uma pessoa sentada atrás de nós, olhamos quem era e era a Alessandra Negrini, também com pés descalços, unhas pintadas com esmalte verde claro, além de notarmos que o pé dela era muito feio.

Caetano e Alessandra começaram a discutir ofensivamente e eu e LV tetávamos acalmá-la, sem êxito.

Caetano cancelou a palestra e saiu do recinto, enquanto eu e LV segurávamos Alessandra.

O público presente saiu às pressas, eu também, com medo de ser pisoteada. Quando subi as escadas e voltei a entrada da igreja subterrânea, encontrei senhores conversando, com extrema preocupação, sobre o que acontecia. Notei que todas as pessoas do lugar estavam vestidas em tons de cinza.
passeio / li

Eu e T subíamos num morro, com uma densa floresta. Em um lugar bem bmontamos a barraca dele, que se transformou numa casa grande, confortável e bonita. Caminhamos pelo mato, sempre se arrastando, levando junto uma garrafa de uma bebida alcoolica bem forte. Parávamos, bebíamos e ficávamos juntos, meio bêbados e se divertindo muito. Eu voltei para a casa-barraca e encontrei a mãe de T, que vez ou outra aparecia por lá para cozinhar comidas boas para nós.

Anoitecia e eu fui preparar um jantar bem saboroso para T, algo como um pernil. Algumas pessoas passavam em frente da casa e eu conversava e pedia para levar recado para T, que o jantar já estava pronto.

De repente eu já estava com T, deitada no meio da floresta, após uma chuva. Estava frio e nos abraçávamos bem forte.
T / li

Encontrei T num bar, logo ao anoitecer. Conversamos e ao encontrar outros amigos, T sumiu do local. Fui dar uma volta com amigos e encontrei T num terraço, em cima de um alto muro, vomitando. Subi lá em cima e fui falar com ele, que me pediu desculpa pela ausência e decidimos ir para outro lugar, eu desci por uma escadaria, próximo de uma piscina, e T disse que desceria escalando, já que tinha prática nisso. Enquanto descia, vi que T voltou e foi descer pelas escadas. Num dos andares que passávamos acontecia um baile, onde estava tocando uma banda muito boa, e encontrei meu pai e irmãs.

Começamos a dançar, meu pai, vestido com um colete de lã, estilo anos 70, pediu licença para sair e disse para eu e T ficarmos à vontade, que ele havia percebido que T não estava se sentindo muito bem.

Cuidei de T, e logo começamos a dançar e ele começou a gostar muito do lugar, mas se sentia um pouco fraco. Dançamos uma música bem legal, quando de repente uma moça ao nosso lado, caiu no chão, bateu a cabeça, parecendo estar morta.

Fomos caminhar por um espaço aberto, próximo de piscinas.

Logo estávamos num bar, fui pegar bebidas com uma amiga e voltando, novamente, perdi T de vista. Caminhei entre vários amigos e fui encontra-lo no meio da multidão, me chamando.

Em outro dia eu estava trabalhando numa exposição e T foi visitar, fiquei muito feliz, nos abraçávamos e prometíamos não mais nos perder.

T me convidou para jantar num restaurante, após meu trabalho, e falei que sairia pelas 19hs10min, e ficamos de nos encontrar.

Após T ir embora, recebi uma mensagem telepática, como se fosse um e-maisl dele, dizendo que tinha gostado das minhas esculturas e pinturas, que eu deveria estar ganhando muito dinheiro, enquanto ele não estava ganhando nada, dessa forma.

Fui para casa da minha mãe, me arrumar e esperar T, ficava tarde e eu não conseguia terminar de me arrumar.
Na Ucrânia / li

Eu e amigos e primas estávamos hegando em uma casa, onde seríamos hospedados, na Ucrãnia. Uma senhora ucraniana e muito séria nos acompanhava. Entrei na casa, percebi um teto alto e meu quarto, no segundo andar da casa de madeira, com escadas que faltavam degrau para subir.

A ucraniana nos chamava para irmos ao teatro, mas eu não conseguia me arrumar em tempo hábil, sempre esquecia algo.

Encontrei EA na varanda da casa e começamoss a dançar.

Lembrei que eu havia esquecido meu passaporte, mas EA me deixava tranquila e explicava as características da arquitetura do chalé ucraniano.
quebra / li

Eu e uma conhecida conversávamos dentro de um banheiro, de repente entra um travesti, usando apenas uma calcinha. O travesti estava feliz e chorava de emoção, pois dizia que tinha ficado menstruado, e nos mostrou que guardou a tal menstruação dentro de uma ampola de vidro. A emoção era tão grande que a ampola caiu no chão do banheiro, sujando de sangue o chão.



/ li

meu pai me mostrou a garagem do meu irmão, que tinha duas lanchas, que ele havia acabado de comprar, dizia que era um bom veículo para andar no campo.
/ li

eu acordei deitada no meio de um deserto, com areias vermelhas e onde eu dormia, a minha volta tinha rochas em forma de dedos.



/ li

Em um apartamento grande, eu estava com um casal, amigos da minha mãe, conversando sobre a vida dos filhos deste casal. Logo eu estava em um sótão deste apartamento e me desamarrava de fios de nylon no meu corpo. Desci a escada e voltei para sala do apartamento e minha mãe estava sentada no sofá, conversando com o casal de amigos. Eles comentavam que tiveram uma visão de um menino, com uns 6 ou 7 anos, que estava dentro de um caminhão vermelho, seguindo por uma estrada e ele narrava que num determinado local da estrada ele estaria morto. A visão que todos tiveram estava acontecendo na vida real, naquele momento, em alguma estrada. Tentamos descobrir quem era a criança para impedir a sua morte.

De alguma forma ficamos sabendo que a criança acabava de morrer, e não conseguimos fazer nada para impedir. Logo, estávamos na estrada, junto do caminhão vermelho e do corpo do menino.
18.80 / li

minha mãe chegou em casa, de madrugada, com o namorado de LV, pois estavam ficando juntos. Eu não aceitei a idéia deles estarem juntos e gritei muito com eles. Fui para o banheiro e vi que minha língua estava toda branca.

Logo, chega um carteiro me entregando um livro de M, autografado e com algumas páginas dobradas. Em várias páginas estava anotado 18.80.
funeral / li

Eu estava num avião, em um vôo Moscou-São Paulo, com a minha mãe e alguém conhecido. O vôo tinha um serviço de bordo super bom, muita comida e bebidas boas.

No momento do desembarque, eu e minha mãe percebemos que tínhamos viajado o tempo todo ao lado de três caixões funerários que tinham russas como defuntas.
Fagner et moi / li

Acordei deitada numa rede baiana ao lado do cantor Fagner, que era meu namorado novo.

Eu detestava estar namorando ele, tentava lembrar se o sexo era bom, ao menos para compensar, mas não lembrava.
pistoleiros / li

Era tempos de guerra, entrei em uma casa antiga e abandonada e ali eu comecei a quebrar os ferros da parede e arrancar as madeiras fortes do alicerce para construir camas para meus amigos, que logo chegariam. Vieram os amigos, alguns se deitaram nas camas prontas, no meio das ruínas, mas era um lugar seguro. Saímos pela cidade, vazia pela guerra, entramos no apartamento da família F e meu pai apareceu ali, rapidamente, me deu 8 mil dólares.

O local foi invadido por quem fazia a guerra, e eu e uma amiga que estava grávida nos escondemos e fingimos estar mortas. Um pistoleiro veio até mim e deu um tiro na minha testa mas eu não conseguia morrer. O pistoleiro se foi e eu me levantei para ver a amiga, que havia se matado e ao mesmo tempo paria. A criança ficaria sozinha, saberia sobreviver, e eu vesti um roupão com listas, esperando para saber quando eu iria morrer, quando eu percebi que a cidade que estávamos era ficava numa praia.
/ li

eu dividia uma casa com XT, grande e num local arborizado. o quarto dele era ao lado do meu, e acordei com ele ao meu lado, que esperava eu acordar. Levantei e fui me arrumar para ir em um aniversário, e notei que eu estava com muita celulite, algumas até sangravam. Vesti uma saia verde, que era da minha prima e disse para XT que ele ficaria só em casa. Voltei rapidamente da festa e encontrei uma moça dormindo na minha cama, que me deixou furiosa e XT falava que não era nada para eu me preocupar.

No centro da cidade encontrei outra versão de XT, em um sebo super legal, XT era duas pessoas distintas, ao mesmo tempo, um o dono do local, e o outro um cliente triste. Era um domingo com uma luz dourada e o o XT dono do sebo ofereceu para o outro XT, de presente, o sebo, deixando o XP cliente irritado.

Logo eu procurava uma meia-calça para usar, com o auxílio da minha mãe.
perdida / li

Era comemoração de ano novo e eu estava na casa de RR. Ele morava com a mãe e o irmão, em uma casa num campo. Ficamos juntos, mas ele muito preocupado como trabalho. A família dele estava bem unida e eu meio sobrando, sem entender a vida deles, só perdebendo que eles eram super místicos e meio ripongas. Fui ler um livro, enquanto a família cantava, se abraçava e acendia incensos.

Resolvi ir embora, por uma estrada de chão, nomeio do mato, quando percebi que eu estava caminhando numa estrada no interior da Polônia, e não tinha para onde ir.
sorvete com pão / li

Era o último dia de SL na cidade. Caminhávamos por uma avenida e entramos num hotel antigo, para rever amigos. Pedimos um lanche, que era pão com sorvete. Saímos do hotel e SL lembrou que tinha marcado um almoço com outros amigos e fomos para um restaurante escuro, mas eu não podia entrar lá.
travel / li

Eu passeava de carro com o meu pai, e ele me mostrava lugares da cidade que eu não conhecia. Entramos em um bairro, e já era Z que estava dirigindo o carro. Vi um pequenoo clube e pedi para pararmos e conhecer o lugar, pois parecia bonito. Caminhamos por piscinas com formatos diversos, por uma quadra de volei e por um parquinho infantil. Comentávamos que era um clube tranquilo, simples e agradável, bom se tivésssemos crianças par levar. Conversei com as pessoas dali, que eram super simpáticas e logo Z mudou de humor e ordenou que fóssemos embora.

Fomos comer um lanche na rua, e eu contava toda a minha vida para Z, falava que ia morar em Curtitiba e que depois ia para Israel, e uma semana no interior da França,ele ficou desconfortável com essas notícias.

Logo, já estávamos em Jerusalém, dentro de uma biblioteca enorme, um prédio super moderno, em forma de cilindro, mas muito estreita, com mais de 60 andares. Subíamos pelas escadas e cada andar tinha livros de diferentes formas e de todas as épocas. Não dava tempo de ver tudo, mas subimos até o último andar. Encontrei uma moça que disse para eu ver a cidade pela janela. Olhei a cidade e era muito diferente de tudo que eu já tinha visto, eu via um aeroporto, logo um conjunto habitacional muito grande, prédios modernos, sinagogas lindas, prédios antigos e mais adiante o Monte das Oliveiras, mas percebia que a luz do sol era muito diferente na cidade.

Nesse último andar da biblioteca tinha um vitral lindo no teto, e ali se reuniam pessoas para fazer suas orações, várias facções de judeus, árabes, católicos, todos dividindo o espaço com muita harmonia e respeito, e com trajes típicos religiosos, que eu não conhecia.

Descemos para ir em um restaurante, e nesse momento eu já estava com vários brasileiros. Entramos numa fila grande, pegamos uma bandeja pequena e fomos nos servir no buffet. O primeiro prato era um ensopado de esqueleto de peixe, porém com a cabeça intacta, e o segundo prato era um filé amarelo, e foi o que coube na minha bandeja. A funcionária do local, uma brasileira, me falou que a minha combinação não era das melhores, mas mostrei que na minha bandeja não caberia mais nada.
/ li

eu passava uns dias numa casa entre montanhas e um grande lago. Tinha um homem comigo, mas não sei quem era, só sabia que era uma pessoa legal, de confiança. A paisagem era bonita, muito verde, lugar calmo e isolado. Olhei pela janela e vi uma lancha da guarda florestal, que cuidava do lugar. Pensei que eu poderia não estar no Brasil, pois uma guarda florestal tão eficaz não é comum, nesse país.
restaurantes no dia / li

Era noite e eu fui dormir na casa de XP. Nos deitamos, mas não conseguíamos dormir. Levantamos e XP me mostrou que estava escrevendo, e leu para mim. Eram contos escritos em inglês, mas ele lia traduzindo e era genial, cada conto ele escrevia como imaginava que seria a morte de cada amigo. Começamos a cantar alto e os vizinhos nos chamaram a atenção e logo no corredor do prédio os vizinhos começavam a interagir, conversar, rir. XP me convidou para passearmos na madrugada e fomos num restaurante 24horas, tipo um albergue para pessoas carentes. XP pediu um prato de comida, eu fui ao banheiro e o lugar era muito limpo. Amanheceu e estávamos na rua, caminhando, e encontrei minha mãe, que me levou para almoçar num restaurante que ela conhecia.

Entramos numa parte do centro da cidade que era uma região muito pobre, sem calçamento na rua, casas humildes, que eu não sabia da existência. No meio do caminho minha mãe se perdeu, mas logo viu o tal restaurante, que ficava em cima de um morro. Fomos almoçar, era uma churrascaria muito suja e só tinha homens por ali. O dono do estabelecimento nos atendia, cortava a carne para nós e depois lambia a faca. Senti nojo.

Fomos pagar a conta e deu R$68,00 e minha mãe não tinha dinheiro, eu fui ver e eu tinha muito dinheiro na bolsa, mas a maior parte era em dolar. De repente minha bolsa ficou transparente e todo mundo via que eu carregava muito dinheiro.

LV me ligou e me contou que XR tinha falado para todo mundo que estávamos namorando, mas eu não sabia de nada, nem se estávamos namorando.
contrários / li

Eu caminhava por uma cidade litorânea gaúcha, olhando lojas, casas, pessoas. Encontrei minha tia e fomos andar na areia da praia. Caminhávamos pela praia, que estava deserta por ser inverno, quando nos deparamos com um buraco na areia, e dentro do buraco havia uma rua. Paramos para olhar o carro que vinha, um modelo muito antigo, muito estreito, mas com dois motoristas para dirigir, e neste modelo eles só poderiam dirigir de costas para o caminho que seguiam.

O automóvel parou e os motoristas nos falaram que eram russos e que estavam ali para pescar carangueijos.

Imediataamente entramos num apartamento, no centro da cidade, onde Z estava hospedado. Minha tia começou a xingá-lo e eu saí do lugar.

Da rua eu ouvia os xingamentos da minha tia, que estava furiosa, mas os xingamentos tinham argumentos muito fracos e por isso resolvi chamar minha mãe para tirá-la de lá.
legume jardim / li

Numa parada de ônibus, com uma amiga, começamos a fazer um pequeno jardim. Plantamos couve e brócolis, enquanto as outras pessoas que esperavam ônibus nos insultavam por termos plantado legumes. Defendíamos que os legumes enfeitavam a paisagem urbana, além de depois servir de alimentação para pessoas carentes.
em tempo / li

era de manhã e durante todo o meu dia eu caminhava por uma estrada, sem ficar cansada, até anoitecer. Durante a caminhada meu pai passou pela estrada, dirigindo um ônibus e acenou para mim.

Quando a noite chegou a mesma manhã surgia, como se o tempo pudesse voltar, como se fosse cíclico e normal. E nessa volta à manhã eu estava cansada da caminhada pela estrada mas fui num concerto de uma pianista. Cheguei cedo demais, mas no teatro já tinha pessoas na platéia. Sentei numa poltrona e fiquei esperando, com as pessoas dali, no teatro todo escuro. Em um momento uma das organizadoras do evento abriu a porta, iluminando com sol o teatro. Vi que T estava ali também, e que somente nós dois estávamos dormindo ali na poltrona. A organizadora pediu, com toda a gentileza possível, que não dormíssemos ali.
ferro / li

eu passeava de carro com alguém. Paramos em uma casa no subúrbio e fui ao quintal. Outro carro chegou e estava o pai de Z, irritadíssimo. Logo após, caminhando no quintal, no meio de lixo e grama alta, encontro amigos FB e outras amigas. Z chega ao quintal, saindo de uma brasília velha e toda enferrujada, com a namorada. Z puxou assunto comigo e respondi ofensivamente debochando da vida dele. Minha mãe chegou ali, xingou ele, assim como todas as minhas amigas, e Z tinha argumentação tola para as ofensas. Gritei e gritei com ele e saí fora, deixando que meus amigos continuassem a discussão.

Fui descansar em uma escadaria, quando Z chegou, querendo conversar. Já cansada do papo dele, ao invés de responde-lo, arranquei o corrimão de ferro da escadaria e comecei a bater nele, com fins de espancamento.
passeio / li

Numa festa na Prefeitura eu e LV corremos para pegar uma ficha que dava direito a um vôo em um balão. LV pegou a primeira ficha, eu a segunda. Os instrutores diziam que teríamos que correr para se jogar no balão. Me joguei para dentro do meu balão e me lembrei que eu poderia ficar com medo de estar sozinha e voando alto, naquela noite escura.

O võo foi calmo, vi toda a cidade e me senti leve. Amanheceu e o meu balão parou num balneário abandonado, onde uma moça dizia que ali era point dos anos 70 e me encaminhou para o bar, por uma ponte de madeira apodrecida sobre o açude. No bar tudo era velho, mandaram eu carregar uns pneus de trator para eu sentar com senhores solteiros.

Procurei por LV e não encontrei ela.
mortes / li

Eu comecei a trabalhar num hospital, como enfermeira, mesmo semter nenhuma formação para o emprego. Cheguei no hospital e funcionários me vestiram de branco e me encaminharam ao pavilhão 5, ala 13, onde seria meu local de trabalho. Em todas partes havia imagens de Santo Antônio. Um médico mau-humorado me chamou para auxiliá-lo, entrei na sala, com duas pacientes no quarto e ele mandou eu entrar por outra porta e levar bolinhos fritos. Fui numa cozinha e fiz bolinhos, com ajuda da nutricionista. Ao levar os bolinhos para o quarto, o médico não estava lá, e as duas pacientes estavam mortas, já com o corpo esverdeado.

Fui procurar o meu chefe para pedir treinamento, funcionários me encaminharam a sala 13, do andar. No caminho tocou meu celular e era o humorista Jimmy Pipiolo que pedia para eu agendar uma consulta com um ortopedista, urgentemente.

Cheguei na sala do meu chefe, que era o Carlos Gerbase, e pediu para eu voltar mais tarde,pq estava com muito trabalho. Sua secretária me falou q o trabalho era assim mesmo, para eu não me preocupar, e começar a acostumar com mortes.
fly / li

Eu, minha mãe e L íamos começar a trabalhar de comissária de bordo, já estávamos vestidas com o uniforme da empresa, que era muito espalhafatoso, parecendo os fardões da Academia brasileira de Letras. Comentávamos que o uniforme poderia ser mais discreto. Caminhávamos, pelo campus central da Ufrgs para o nosso primeiro vôo, preocupadas, pq não tínhamos recebido nenhum treinamento do trabalho. Já no avião, a tripulação nos acomodou como passageiras. Passamos por uma turbulência forte e um grupo de chineses faziam barulhos e caçoavam dos nossos uniformes.
varanda / li

eu caminhava por ruas de São Paulo, e todos reclamavam do frio, que eu não sentia. Cheguei no meu apartamento e comecei a preparar uma varanda, na minha área de serviço. Reparei que o banheiro auxiliar tinha o vidro da janela quebrada e tudo por ali estava sujo e úmido. Limpei um pouco e coloquei uma poltrona confortável ali, pois M havia me falado que ali era um ótimo lugar para descansar.
dinheiro para o mar / li

S tinha me convidou para ir para praia com ele e aceitei na hora. Era uma praia da moda, cheia de gente famosa pelas ruas. Fomos para o apartamento que ele tinha alugado e lembrei que poderia rolar um clima entre nós e não curti. Entramos no apartamento, em um edifício luxuoso, perto do mar, mas o apartamento era um alojamento, com muitos beliches e pessoas passando o verão por lá.

Fui dar uma volta na cidade e vi que só tinha notas de peso e dólar no bolso. Eu perdia dinheiro pela rua, pois elas estavam dentro da minha mala, soltas.

Resolvi voltar para casa, quando encontrei SL e comentei com ela que eu precisava trocar o dinheiro para reais. Enquanto conversávamos parte do meu dinheiro voava para o mar.
colégio, again / li

andava numa universidade grtande, mas fui convocada a assistir aulas da oitava série, pois fui informada que eu tinha esquecido de concluir este estudo. Muitos adolescentes na sala, mas encontrei a CM como colega. Um professor entrou na sala de aula, distribuiu vários livros para os alunos e mandou lermos os volumes para apresentar para a turma. Eu fiquei conversando com CM, ríamos e nos abraçávamos, combinando alguma festa, enquanto os demais alunos estudavam. O professor ficou furioso e pediu para eu ler um determinado trecho de um livro e explicar. Por sorte eu abri o livro na página exata que ele pediu e fiz uma rápida leitura, assim comentei o livro de forma coerente, que fez o professor ficar mais furioso comigo.
fora de lugares / li

surgiu uma notícia de que o Papa Bento XVI, repentinamente, ficou muito doente, e isso seria algum sinal de algo ruim para a humanidade.

Rapidamente a cidade recebeu um aviso de que era necessário que todos desocupassem suas moradias, um grupo do governo, tipo bombeiros, passavam nas ruas com sirenes estridentes e logo iam entrando em cada casa ou residência, botando fogo em tudo. Era necessário que quem quisesse sobreviver, desocupasseo local, mesmo sem saber para onde ir.

Eu comecei a juntar meus pertences, roupas, medicamentos, sabonetes,utensílios que poderiam me manter como sobrevivente em qualquer lugar que fosse. Eu juntava muita coisa, desde roupas para o frio, calor,alimentos, mas estava difícil de carregar tanta coisa. Encontrei bastante dinheiro nos meus bolsos, notas de 50 Reais, que faziam uma soma consideravelmente boa.

Vi os homens-bombeiros- do- governo chegarem aos prédios vizinhos, com seu lança-chamas, destruíam as moradias. Tentei me apressar, e acabei perdida dos meus conhecidos.

Entrei numa Caravan marrom, anos 70, de um vizinho e me senti segura.

O tempo passou e eu voltei ao meu apartamento, quase toda cidade estava vazia, e as pessoas não saiam mais de casa. Entrei no meu apartamento e tinha uma mulher morena sentada na sala, falando sozinha que ‘antigamente costumava tomar uma dose de medicamentos de 8mg e agora estava tomando somente 4,7mg e se sentia bem. Meu apartamento estava todo queimado, fui vasculhar e num cômodo a porta abria somente por uma fresta, que pude ver, era pq tinha um cadáver apodrecendo ali.

Logo, numa calçada, na beira da rua, encontrei o aquário da casa da família Z, a água estava suja e não tinha mais a decoração interna. Fui procurar comida para peixe. Ao voltar ali, vi que dentro do aquário tinha um filhote de gato que vivia ali, junto com os peixes.
só a mão. / li

só a mão.comecei a sentir ardência e dor nos meus lábios e concluí que ficaraia com um herpes gigante na boca, tamanha dor. Fui comer uma maça que estava saborosa e me dei conta q fazia anos que eu não comia essa fruta. Enquanto eu estava sentada numa cadeira de praia, numa calçada qualquer da cidade, uma amiga passou de mãos dadas com um namorado, mas o namorado dela era só uma mão que eu enxergava, o resto do namorado era invisível.
fenômenos / li

numa noite de inverno, eu estava numa casa grande, ora era numa florsta, ora numa praia deserta. Havia mais uma pessoa conhecida comigo na casa, mas não conseguia saber quem era exatamente.

fui lavar a louça e após lavar os talheres e deixa-los secar no porta-talheres, todos enferrujaram.

Fui para um quarto, descansar e pensar em como faria para tirar a ferrugem dos talheres, quando vi que uma meia branca começou a levitar pelo cômodo.
feliz aniversário / li

Era o dia que eu fazia aniversário. Estava sentada na frente do meu computador, de noite, minha avó veio me trazer velas e frutas de presente, que acomodei ao lado do mouse. Logo meu tio veio me trazer o seu presente, era uma maçã envolta numa capa de crochet azul marinho.

Descobri que eu tinha dois apartamentos, um na cidade da minha mãe e outro, no prédio ao lado de onde moro. Visitei este segundo apartamento e achei estranho que eu vivi tanto tempo ali, pois o apartamento não tinha janelas.
quedas / li

No céu dois aviões voavam muito próximos um do outro, faziam a mesma trajetória curilínea que parecia que um choque aconteceria a qualquer momento. Muitas pessoas apavoradas olhando para o céu esperando o desfecho.

Próximo de mim caiu um homem de paraquedas, um jovem loiro, com olhos claros e cabelos longos e lisos, muito bonito e simpático.

Entrei na casa de M e o vi sentado junto ao computador, na escrivaninha, quando percebi que ele tinha amputado uma das mãos, mas estava bebendo uma garrafa de cerveja, ao mesmo tempo que digitava um texto.
sem mar / li

Passava férias numa praia, com a família da minha tia.A casa alugada era de madeira, muito velha, com madeiras apodrecendo.

Nunca íamos à praia, pois o caminho para chegar junto ao mar era difícil, pois a cidade era coberta de grama alta, poucas casas, também velhas, e não conseguíamos descobrir como chegar ao mar, pois não havia nenhuma indicação de caminho ou ruas que conduzissem ao mar..

A família da minha tia resolveu ir embora, mas eixou eu e GB, que era meu namorado, ficarmos os dias que restavam, na casa de praia.

Eu e GB caminhávamos na grama alta, toda a tarde, pois durante esse tempo a casa era ocupada por outra família. Ao fim do dia voltamos para a casa e avistamos um velho homem, muito magro, alto e com longos cabelos e barba branca, que ficava a caminhar ao redor da casa.

Entramos na casa, sentamos no sofá da sala e começamos a conversar e namorar e de repente GB ficou muito triste, dizia que não tinha motivos de estar triste, mas sentia uma tristeza enorme dentro dele.

O homem velho chegou à porta da casa, e eu fui para um dos quartos, pois eu estava sem blusa. Logo eu estava sentada na cama, na casa de M, e conversávamos tranquilamente.

Encontrei o perfil do homem velho no twitter, mas a foto dele ficava mudando todo o tempo, ora era a foto dele e ora a de uma moça.
Presidente Jazz / li

Eu caminhava, com algumas amigas, por Paris e vi o presidente Sarkozy com um microfone, falando calmamente aos transeuntes. Ele convidava pessoas a participarem do exército francês, principalmente para uma nova missão no Iraque e da Legião Estrangeira.

Enquanto ele falava, ao fundo tocava um jazz calmo. Parei para ouvi-lo e conversei com 3 francesas sobre a elegãncia de Sarkozy, no estilo que usava para chamar as pessoas a sua causa.

Junto das francesas, eu e minhas amigas fomos passear e paramos numa feira que tinha uma festa junina. Eu tentava explicar para as francesas sobre esta festa brasileira, mas não conseguia falar, falava um pouco em francês, inglês e português.

Pedimos comida em uma barraqunha da feira, pratos típicos que eu não conhecia. Demorei tanto para escolher, pois eram pratos estranhos, como ‘bolo de aipim com minhoca‘, quando percebi que todos já haviam terminado de comer. As francesas haviam pedido somente pepinos.

Duas francesas pediram para eu guardar seus casacos, pois eu tinha uma bolsa grande. Fiquei bem amiga da francesa mais velha, de mais ou menos 50 anos, que me dizia que era considerada velha para namorar, mas mesmo assim ela não deixava de frequentar festas.
/ li

M falou-me que ia viajar para Bretanha, eu não entendi o porquê da viagem.
ex / li

Eu estava em férias na europa, durante o outono no mar báltico, para ficar com M. M alugou uma casa grande e aconchegante para nós.

M precisou sair por um dia inteiro e eu fiquei sozinha naquela casa enorme, sem saber falar o idioma dos vizinhos e do local. Logo chegou a família do meu ex marido, que eram meus convidados, que foram recebidos com muita alegria, e minha ex sogra foi para a cozinha para preparar comidas para nós. Enquanto isso meu ex sogro montava muitos aparelhos eletrônicos na casa. Em seguida chegou o meu ex-ex-marido , que entrou na casa, deitou no sofá, dizendo apenas que estava muito cansado, e logo saiu a caminhar pela floresta. Meu ex sogro o denominou como um pobre servo cansado, e eu fiquei com vergonha de dizer que era o meu anterior relacionamento, antes do casamento com o filho dele.

Chegaram convidados dos ex sogros para visitas e estada na casa.

Fui para o outro andar da casa para ficar sozinha, pois percebi que eu havia feito uma grande cagada em convidar estas pessoas, sem perguntar para M, que logo chegaria na casa.

De repente, muitos animais, ursos, cobras, emas, cavalos e águias começaram a ficar nervosos, violentos e agitados, queriam invadir a casa. Senti medo e meu ex sogro mandou um dos seus escravos, um homem rude, muito magro e forte, mas que no rosto só tinha uma grande boca, a domar os animais, pois dizia que assim faziam naquela região, desde a Idade Média.

Com esse clima tenso, meu ex-ex voltou à casa para se proteger, e o meu ex-sogro foi falar com ele, dizendo que entendia que ele era um pobre serviçal, e o ex-ex ficou furioso, levantou a voz e disse que ele era o meu ex-namorado/marido e que tinha doutorado.

A discussão ficou tensa, eu defendi meu ex-ex.

Rapidamente começou a ficar noite e a casa estava toda iluminada com velas.
encontros muchos / li

Estava visitando a cidade que nasci. Passeava pela cidade com a minha mãe e dentro de um buraco, numa rua, tinha a casa de uma antiga colega de escola. Descemos no buraco para visitá-la e ela nos recebeu aos prantos, pois dizia que estava se separando do marido e estava muito triste. Abri o guarda-roupa dela e vi que ela só tinha chinelinhos de crochê e camisolas e roupões, comentei que ‘talvez por isso o casamento estivesse acabando, pois uma mulher não deve ter só roupas e sapatos para andar em casa. O marido dela chegou e os dois estavam muito obesos.

Imediatamente eu estava num restaurante, encontrando outros velhos colegas e amigos que eu não nunca mais tive contato. Meus amigos eram todos com mais de 45 anos, e eu abraça e beijava-os muito, dizendo que estava com saudades.

Uma das amigas ‘antigas‘, era a Cristina Kirchner e seu marido, Néstor, presidente da Argentina. Conversamos, rimos e eu dei de presente para ela um carro, enquanto um garçom fotografou o momento que eu entregava as chaves do carro.

Y estava no restaurante com sua namorada e família e nos encontrávamos no banheiro, para ficarmos juntos. Falei para Y que eu estava voltando para casa e estranhei que ele disse que ia me telefonar às 11horas, por isso me deu um relógio verde. Voltamos para nossas respectivas mesas no restaurante, meus amigos estavam muito divertidos e amáveis, mas sempre havia troca de olhares entre eu e Y.

Fui embora, e o Néstor Kirchner disse que seu motorista me daria carona para voltar para o brasil, pois estávamos na Argentina. Aceitei a carona com opropósito de pagar parte da gasolina, e isso gerou uma discussão, pois Kirchner não aceitou, até que chegamos ao acordo de eu pagar 50 pesos paela viagem. Entrei no carro, avistei o antigo prédio que a minha mãe morava, e gritei ‘viva a Argentina! Vocês estão certos em falar mal dos brasileiros, eu faria o mesmo‘.
invasão / li

invasãoeu caminhava por ruas em Londres, mas Londres era como uma pequena cidade do sul do Brasil, pouco desenvolvida, muitas casas e poucos prédios. No meio de uma rua tinha uma piscina, e ali encontrei minha amiga J nadando. Ao me ver ela ficou braba comigo, por eu não ter avisado que estaria na cidade que ela estava morando. Ela pediu para eu dar uma volta pela cidade, até que ela terminasse de nadar.

Caminhando por ruas de terra batida, senti um tremor no solo, e logo pessoas correndo, em pânico. Fui ver o que acontecia, perguntava para as pessoas o porquê de estarem fugindo apavoradas, mas elas falavam um idioma desconhecido. Ao longe, avistei duas grandes naves espaciais que pousavam no meio da rua, era como enormes barris de alumínio que desciam do céu.

Comecei a fugir para um morro, onde eu imaginava que estaria protegida.
celebrity / li

eu tava participando do Big Brother Brasil, que era no Cine Guion. Comecei a discutir com os demais participantes, que era um falso Big Brother que tinham colocado a gente, pois não tinha piscina nem academia de ginástica. O pessoal, todos jovens e bonitos, ficaram brabos comigo e começaram a dançar. Eu peguei um carro pra sair dali e dei carona pro cadáver do Kurt Cobain. As roupas grunges dele já estavam roidas pelos verdes, da época que ele tinha ficado enterrado. Comecei a agarrá-lo e descobri que mesmo ele morto, nós tínhamos um romance e o nosso desejo era se casar. Fiquei com medo da Courtney Love, que não iria me perdoar por casar com o marido dela, mesmo ele morto.

Comecei a procurar roupas grunges para eu vestir e outras, não roídas, para ele, pois eu seria a nova musa grunge do momento.
/ li

Minha tia tinha alugado uma casa na praia, mas a tal praia era algumas ruas do meu bairro. Eu saí para ver como era a noite do lugar e entrei no Ossip bar.saí do bar quando amanhecia e andei por umas ruas do centro de Porto Alegre. Numa dessas ruas vi o Wander Wildner, completamente sujo, sem sapatos e os pés imundos, com unhas longas e ele visivelmente perturbado psicologicamente. Chegaram dois moradores de rua, deitaram ele no chão e começaram a espancá-lo com um pedaço de pau, e ele sorria, parecia não sentir dor com os golpes tão violentos. Muita gente em volta deles, apenas olhando, e eu irritada pq ninguém fazia nada para interromper tanta violência.

No caminho de volta para casa, encontrei o Hugo Chavez, que me deu carona no seu ônibus. Logo rolou um clima entre nós, e uns beijos, e rapidamente ele começou a me bolinar, e isso me incomodou. Ele me pediu em casamento e eu disse que iria pensar e saí do ônibus. Fui caminhando para casa da minha tia, com muito medo dos seguranças do Chavez estarem me perseguindo, pois ele disse que se eu não casasse com ele, não poderia mais casar com ninguém.

Cheguei na casa, típica de praia, com um gramado, grande varanda e minha mãe, tia e tio estavam ali, sentados, conversando com o Hugo Chavez, todos muito sérios. Eu entrei discretamente, enquanto ele me olhava de forma sedutora, mesmo eu fazendo expressões faciais bem feias, para ele desistir de mim. Minha mãe foi atrás de mim e me falou ‘ agora são 23horas e 19minutos, e te aconselho a pensar muito bem na decisão em relação ao Hugo Chavez, pois tu sabes que tua decisão vai afetar os estados de Sergipe e Ceará‘.
blusa na parede / li

eu andava pela minha rua. Perto da sorveteria encontrei uma blusa minha pendurada na parede de um prédio. Lembrei que eu tinha esquecido minha mala de roupas por ali.
sapatos / li

eu ganhei uma sacola grande com muitos sapatos. Comecei a experimenta-los. Calce um tamanco prateado, mas era muito pequeno, então dei para minha mãe. Procurando sapatos, já que quase todos não me agradavam, encontrei 2, de salto alto, bonitos. Percebi que estes dois únicos sapatos que eu queria estavam avulsos, não eram um par.
/ li

Encontrei LV e ML, tarde da noite, no inverno. Eu ia fazer uma cirurgia na manhã seguinte e não tinha onde dormir. ML estava cansada e convidou eu e LV para irmos dormir com ela, numa igreja de madeira, abandonada, que o pai dela emprestava para quando ela estava cansada. Entramos na igreja, LV e ML deitaram em bancos próximos e conversavam, me excluindo da conversa. Elas tinham cobertores e eu não.

Tentei falar alguma coisa sobre o Bart Simpson e elas não demonstraram interesse e dormiram nos bancos da igreja.

Saí caminhando pela rua, de madrugada. Passei pela avenida João Pessoa e entrei em um apartamento que a mãe de ML estava morando. Ela mandou eu fazer um exame numa loja de xerox, necessário para minha cirurgia. Fui fazer o exame, que era xerocar o meu cabelo, com uma luz muito forte que ardia muito a minha cabeça, enquanto o rapaz do xerox dizia que talvez eu perdesse todo o cabelo.

Amanheceu e eu não tinha ninguém para ir ao hospital, meu cabelo estava muito quente e eu atrasada para a cirurgia.
apartamento cheio / li

Alguns jovens estudantes que eu não conhecia estavam vindo morar no meu apartamento comigo. Eu arrumava colchões pelo chão de todo apartamento e faltaria um, então eu tentava gerenciar uma espécie de rodízio, quando uma pessoa deveria dividir o colchão com outra por uma noite. Um primo meu apareceu, também para morar junto, e me mostrou que meu apartamento tinha um cômodo a mais, que eu nunca tinha visto, pois para chegar nesse cômodo, deveria pular o muro da área de serviço, com cuidado para não cair no poço de luz do prédio.

Pulei o muro e vi que o tal cômodo era bem legal, grande e tinha muitos móveis empilhados. Comecei a tentar arrumar para fazer um quarto legal, porém, não me agradava a idéia de toda vez que alguém tivesse que sair do quarto, tinha que pular o muro, correndo o risco de despencar do oitavo andar.
pedras na floresta / li

perto da antiga casa do meu pai tinha uma floresta, onde eu caminhava, junto de uma criança, parecia um menino. nesse bosque a criança me mostrava várias pedras, pareciam cristais, coloridos, de vários tamanhos, todas muito bonitas.

Eu queria pegar algumas pedrinhas para mim, mas não era permitido, somente a criança poderia pegar 1 pedra de recordação. Vi um ônibus velho fora da floresta, e logo eu estava ali dentro, com a minha avó e outra senhora, passávamos por estradas nos arredores de uma cidade onde tudo era muito velho, sujo, feio e abandonado.

Eu queria muito saber como eu voltava para casa ou como fazer para chegar em algum lugar conhecido.
Comunas! / li

Eu morava com a minha avó em uma casa no interior da antiga URSS. Minha avó tinha a saúde muito debilitada, ela não caminhava e precisava de mim para caregá-la no colo e se locomover. De repente a casa foi invadida pelos militantes comunistas do país, que haviam tomado o poder novamente. Eles destruiam tudo que representasse o ‘capitalismo‘ ,na nossa casa.

Eles nos obrigavam a trabalhar para o partido, mas não conhecíamos o trabalho e não fazíamos do jeito que eles queriam, por isso pegaram a minha avó e começaram a arrancar as unhas dela.

Eu fugi para um local mais urbano. encontrei M, que disse que morava comigo. Uma senhora muito idosa veio falar conosco sobre as torturas dos membros do novo regime do país.

Voltávamos para casa, que era muito distante, precisávamos caminhar 2 horas por uma estrada de chão e depois atravessar uma floresta por mais 3 horas para chegar em casa. Comentei que o bom de morar num lugar tão distante era que talvez nunca nos encontrariam, mas também se encontrasse a casa, daí estávamos perdidos e sem solução, pois eu imaginava que o que tinham feito com a minha casa e a minha avó ainda não tinha acontecido.
LYG / li

eu recebi um e-mail de M ,escrito apenas Lyg.
pernas inquietas / li

era um quarto todo em branco e cinza, só um colchão de casal no chão e algumas caixas de papelão. Eu e Z ali, eu muito irritada.

Fomos dormir, deitamos juntos no colchão, eu odiando ter q dormir com Z.

Z tinha movimentos incontroláveis nas pernas, prejudicando o meu sono.

Acordei Z e disse que ele sofria da ‘síndrome das pernas inquietas, que eu entendia q era incontrolável mas que eu precisava muito dormir‘.
chuva / li

sentada num corredor de ônibus da empresa do meu pai, eu esperava para trabalhar em algo,ali. Toda a família estava sentada em poltronas,numa sala dali. Ninguém fazia nada, e esse era o trabalho. Eu entediada, observava funcionários carregando sacos pela empresa. enquanto eu permanecia sentada, começou a chover maçãs e figos em mim. fui falar com a minha irmã, e disse que a melhor coisa que poderia ter me acontecido era ‘tomar banho de chuva de frutas‘.
bagunças / li

era de manhã e eu estava no antigo quarto da minha mãe, e tudo estava bagunçado com pedaços dos meus brinquedos, bijuterias, papéis, e algumas outras coisas que eu não conseguia definir, pois estavam propositalmente escondidas ao lado de um guarda-roupa. Meu tio O estava no quarto ao lado e o quarto dele era pior, mal podia entrar no quarto, devido ao acúmulo de móveis desorganizados. Ti O estava sentado na escrivaninha dele, parecia que escrevia, mas ele não estava fazendo nada, somente sentado em posição de quem escreve algo. Z estava comigo, conversávamos enquanto eu tentava organizar a bagunça do quarto da minha mãe. Vi que em cima do guarda-roupa tinha a parte traseira de uma antiga lambreta, em vermelho e branco. Comentei com Z que a lambreta fazia o quarto mais bonito, que dava um ‘toque original e bonito ‘ ao espaço. Z disse que ele tinha feito aquela decoração, que a tal lambreta era da mãe da namorada dele e ele havia restaurado aquela parte. Z queria ficar comigo, mas eu via ele no apartamento que ele vivia com a namorada, um lugar pequeno, com paredes cinza e azul, descascando; via a cama deles que ficava embaixo de uma grande janela e percebi que era um apartamento no meu bairro, num andar baixo. Tio O se transformou em M e ia nos ver de vez em quando. Eu pensava em ficar com Z, mas quando ‘via‘ a imagem do apartamento dele, com a namorada, não gostava da idéia de ficarmos juntos. Rolava alguns climas, e quase ficamos, mas então eu pensei em M. Atravessei a rua e fui na casa de uma vizinha, antiga amiga. Sua mãe atendeu a porta fiquei na sala, que estava muito suja. Ouvia minha vizinha-amiga chorando e gritando, assim como toda sua família gritava e brigava.
call / li

atendi o telefone a uma voz masculina falou:

-minha esquelética e feia esposa não está feliz por tua causa.
um pouco / li

era uma festa em uma fazenda, numa casa grande, com um terraço imenso, cheio de óleo no chão. Encontrava muitos familiares distantes, todos com suas famílias, só eu que não tinha família ali. As pessoas programavam vários passeios em grupo pela fazenda, alguns diziam que iam procurar um planetário perdido no campo, outros, só caminhariam para ver onde o campo acabava. Eu não estava em nenhum grupo. Encontrei W e ficamos juntos, ele estava super legal, muito querido e carinhoso. Logo ele saiu pq ele tinha que trabalhar lavando o chão. Enquanto ele trabalhava eu andava pela casa, encontrei Y e ficamos juntos, mas escondido das pessoas. Y estava mais magro, mais jovem e feliz. Vez ou outra eu ia ver W trabalhar, lavando o chão e beijava ele.

De repente me avisaram que tinha surgido uma rua na fazenda, e era a rua da casa da minha infância. Em cada uma das casas tinha um palco e em cada palco tinha um show super bom. Eu assistia um pouco de cada show, teatro, orquestra, show de rock, mágicas, e para cada show eu convidava W ou Y para ir comigo. Z também estava sempre por perto.

Y sempre me olhava com um sorriso meio malandro e feliz.

W tinha vergonha do trabalho dele, mas eu não me importava, queria ele feliz por outras coisas.
apartamento novo / li

apartamento novominha mãe tinha acabado de alugar um apartamento no antigo prédio que morava, era o apartamento 13. Tudo estava muito bonito, o apartamento reformado e bem decorado. Ela me mostrou o meu quarto, que ficava no meio do apartamento e não tinha paredes, e isso me deixou triste, pois eu não teria privacidade ali. A vizinha do apartamento 43, nossa amiga veio dizer que estava vendendo o apartamento dela, que era muito mais bonito que o atual, por apenas 90.000,00 reais. Ficamos na dúvida em compra-lo e como fazer com o recém apartamento alugado. Descobrimos que no estacionamento havia, na parede, um buraco de 10cm que tinha uma disforme escadaria secreta que conduzia ao apartamento 13. Ficamos com medo, e imediatamente comecei a cobrir o buraco com cimento, mesmo que o zelador alegasse que poucas pessoas sabiam da existência dessa escadaria e que poucas pessoas eram capazes de conseguir entrar por um espaço tão pequeno.
/ li

no quintal da casa da minha tia, minha mãe conversava com ela e apontava que ela estava quase sem cabelos, mesmo sabendo que ela já havia morrido. meus primos preparavam-se para ver como a casa seria após a morte dela. como eu já sabia como seria o futuro pós-morte dela, não participava das conversas. Meu médico, FCL, entrou pela porta da cozinha, tinha chegado do hospital e trazia suas filhas, duas meninas, bebês, gêmeas, lindas e com olhos azuis. Ele me ensinou a pegar as duas, no colo, e disse que eram minhas filhas também.
conduções / li

Eu vivia numa cidade da Alemanha e encontrava conhecidos brasileiros. Desci uma rua e em cada casa morava uma antiga colega de escola, todas me chamavam e me ofereciam roupas para comprar. Comprei algumas, não muitas, a maioria roupas estilo ‘tia-anos-80‘. Cheguei na região central da cidade e chovia bastante. Encontrei amigos mais velhos e descobri um novo estilo de helicóptero que parecia brinquedo. Era um tubo incolor, só para uma pessoa, e podia voar sobre a cidade e fazer viagens, em pé, para locais mais distantes. O veículo não apresentava todas as normas de segurança para ser utilizado, mas convenci um amigo a usar, depois uma amiga passeou e logo o Iggy Pop apareceu para conferir o novo meio de transporte. Eu estava dentro do veículo e não sabia conduzí-lo, voava baixo e eu via a cidade alemão, muito organizada, começando a ficar inundada. Desci num parque e amigos queriam me levar para um túmulo que estava dentro do parque. Eu nao queria visitar túmulos e me amarrei em correntes. Na verdade eu queria estar dentro de um ônibus que partia, logo adiante.
guerra / li

acontecia uma guerra em Porto Alegre, e meu vizinho era o líder de uma das partes da guerra. comecei a juntar minhas coisas para eventual fuga da minha casa. era tardinha e logo começaram os bombardeios. fugi de casa, em direção a zona sul. os bombardeios ficaram intensos e eu estava perto do meu vizinho, pois eu tinha que ter alguma posição na guerra. estávamos num apartamento e as bombas caiam nos prédios vizinhos. pessoas com roupas largas e máscaras faziam a negociação de paz, que era algo muito confuso, pouco se entendia. mais bombas caíram e vi que alguém perto estava ferido. fui procurar medicamentos e falar com o meu vizinho. Passei por um cômodo e tinha um cheiro forte de cadáver podre. A pessoa machucada gritava de dor e dizia q sua perna esquerda estava gangrenando, eu não sabia o que fazer nem encontrava álcool. Sentia o cheiro do cadáver cada vez mais intenso. Quando percebo eu era a pessoa com a perna machucada e sentia muita dor, sentia que eu morreria sofrendo ou que amputassem minha perna sem anestesia. o sangue chorrava da minha perna e eu queria muito morrer rapidamente.
/ li

era um condomínio e eu caminhava entre os pátios dos prédios. um apartamento era da minha mãe, era muito antigo e grande. m estava lá dentro, escrevendo notas de roda-pé de um livro de outra pessoa. ele escrevia eu estava ao seu lado e ao mesmo tempo estava caminhando entre os prédios.
turista / li

B chegou ao Brasil inesperadamente e foi direto para o hotel que eu morava com a minha mãe. Ele estava mais magro e com comportamento bastante infantil. Em pouco tempo ele cativou minha mãe e os funcionários do hotel, mas com isso ele ficou extremamente idiota, fazendo brincadeiras imbecís o tempo todo. Uma das brincadeiras acabou ofendendo um funcionário, que imediatamente chamou a polícia. O policial chegou e pediu seu passaporte e ele tinha esquecido, enquanto eu tinha que traduzir o que ele falava. O policial levou ele preso, enquanto eu comecei a vasculhar as malas dele para encontrar algum documento. A mala era grande, mas tinha só brinquedos e apetrechos para fazer mágica. Eu tava furiosa com a visita surpresa e por ele ser tao imbecil e ainda eu era a única responsável dele no Brasil.
/ li

eu estava na casa da minha avó, no meu quarto com Z. Ele tinha dormido comigo e quando acordamos, conversávamos numa boa. ele dizia que a namorada dele tinha um cheiro ruim no corpo e eu dei risada. Minha avó me chamou no quarto para me falar que a terceira guerra mundial tinha começado e todos os países do mundo estavam envolvidos no conflito bélico, todos os lugares e pessoas eram alvo. Comecei a ouvir aviões e bombardeios. Procurei minha mãe e não encontrei. Fiquei em desespero, pensando nos amigos que estavam longe. Me senti segura por , ao menos Z estar ali comigo. Ele estava calmo e sorridente. Eu não sabia o que fazer naquele momento e no depois. Z, na minha frente se desmaterializou e sumiu, não entendi o porquê nem como isso acontecera. No mesmo moneto que rádios e televisões alardeavam os fatos, desastres e bombardeios com muita violência, e todas pessoas da rua acompanhavam as notícias com alto volume.

Depois, numa casa grande tinha uma festa à fantasia, com Y e outros 4 amigos. Nós faríamos uma apresentação num bosque, junto de um lago. Fomos para o quarto que dormiríamos, todos da apresentação, e eu era a única mulher. No quarto que ficaríamos faltaria uma cama para um de nós, e resolvi convidar Y para dormir comigo. Fiquei feliz de poder dormir com ele, mesmo que não acontecesse nada entre a gente.

Fazia calor e eu fui dormir usando uma calcinha vermelha.
seguindo / li

Eu estava em Varsóvia, passeava com a minha mãe e encontrava muitos amigos brasileiros. Fomos para uma casa e logo surgiu uma ordem que todo mundo da cidade deveria começar a caminhar pelas ruas, sem parar. Formou-se uma multidão rapidamente, todo mundo caminhando, sem saber para onde ir.Perdi minha mãe no meio da multidão. Ordenavam que nós só poderíamos entrar em vários tubos cilíndricos, de plástico branco e poderíamos entrar em qualquer uma das ‘portas‘ do apertado tubo. Entrei em um e vi que ali várias garotas orientais faziam strp-tease para militares, saí imediatamente. Rastejando pelos tubos apertados encontrei minha prima C que ia para outro lugar. Entrei em outra porta e ali era um grande teatro, mandavam todos permanecerem em pé, pois testariam um gás que nos faria dormir. Acordei depois de um tempo, no meio de muitas pessoas ainda adormecidas pelo chão. Saí deste lugar e fui para outro, pois não podia parar, essa era a ordem. Entrei em outro compartimento com mais pessoas e ali a temperatura seria elevada para ver até quando aguentaríamos. Fez um calor muito forte que mal conseguíamos respirar. Tocou uma sirene e mandaram que todos se retirassem dos tubos, pois havia um vazamento tóxico. As pessoas que coordenavam esse acontecimento saíam vestidas com roupas de astronauta. Várias ambulâncias iam socorre-las, mas a multidão caminhava sem parar pela rua. Ouvi a voz de Sc e me senti confortável, mas logo o perdi de vista. Encontrei pessoas mais velhas, que assim como eu não conseguiam mais caminhar e me chamaram para que eu me escondesse embaixo de um arbusto e ali descansar. Meu arbusto era muito pequeno e eu tinha que ficar muito encolhida. Apareceu alguém do exército, que estava procurando os fugitivos, nós, e seu rosto era muito simpático, senti vontade de dar um abraço no militar.
despertar / li

Noite de domingo, televisão ligada e eu adormeci no sofá da sala. Acordei meio tonta, pronta para ir dormir no meu quarto. Abri os olhos e no teto da sala brotavam ninhos de diferentes espécies de animais. Parecia bonito, mas percebi que eram larvas, lagartos, aranhas gigantes que formavam seus casulos ali no meu teto.

Não conseguia levantar nem ter movimentos, com medo de que algo caísse em cim de mim.
festas e afins / li

era festa de Natal, eu estava numa casa de praia com Z. Conversamos e perguntei sobre sua namorada, que chegaria nos próximos dias e então eu deveria sumir nesse período. dormíamos num sotão com muitos objetos da Russia. havia uma grande árvore de natal na sala. durante a noite de natal Z foi para o quintal da casa, assim como todos os vizinhos. as pessoas não nos reconheciam, mas Z foi dar oi para eles. Logo era carnaval e eu saí da casa, a namorada de Z estava para chegar. Minha amiga ML me convidou para entrar num bloco de carnaval para eu esquecer a rejeição. vestimos a fantasia, que eu não conseguia ver como era, mesmo usando-a. entramos num carro alegórico para desfilar pelas ruas. o nome do nosso bloco, que era conhecido por ser dos melhores, se chamava ‘salada de frutas‘ e nós estávamos dentro de um liquidificador gigante, com um líquido cor de rosa e doce. Percebi que muitas pessoas faziam xixi ali dentro. o carro parou, e nós tivemos que pular do liquidificador, de uma grande altura, para chegarmos ao salão do baile. entramo dançando, e o salão vazio, só com pessoas que se aglomeravam na porta de entrada. começamos a pular carnaval com grande animação. Perto do palco pude avistar o ‘homenageado‘ do evento, era um cara magricela, alto, vestido de zorro e cercado de sua corte, que ficavam o tempo todo sentados a nos observar. Logo, eu estava na casa de ML, ela me mostrava fotos dos seus 15 anos. Fomos para um hospital, um senhor simples era atendido por uma médica, que ao invés de olhar diretamente para o paciente, olhava através de uma webcam que cobria o seu rosto. Nesse consultório havia muitos equipamentos de alta tecnologia. ML decidiu roubar alguns, de brincadeira. Desconfiaram do roubo, mas o nosso plano (?) era tido como perfeito.
cobra em mim / li

eu conversava com uma antiga amiga de escola, ela contava-me sobre o rumo que nossos colegas tinham seguido, mas para me dizer a carreira de cada um, ela tirava debaixo de uma cama de solteiro o objeto que correspondia a profissão. perguntei por onde andava um tal colega e ela tirou debaixo da cama uma enorme serpente. De repente nós estávamos em outro lugar e senti que a cobra estava toda enrolada dentro da minha boca e eu podia sentir o sabor da carne da cobra, assim como sentia sua pele e movimentos. tentei falar para ela que a cobra estava na minha boca, mas não conseguia. logo eu consegui falar para ela, mas dessa vez eu percebi que a cobra estava dentro da minha calcinha e não conseguia nem sabia como fazer para retirá-la.
vinho / li

era noite quente de verão, na mesa de um bar ao ‘ar livre‘ estava sentada com meu pai e um amigo dele. meu pai pediu o cardápio e reclamou que ali não tinha vinho tinto para beber. Ele fez a proposta de irmos para outro bar que tivesse vinho, eu e seu amigo não queríamos beber vinho tinto com o calor que fazia naquela noite.
/ li

eu revisava um texto, de acordo com as novas normas da gramática. duas palavras que eu não conseguia saber se estavam corretas: dinastia e batismo. não sabia como corrigi-las, ou se era necessária a correção.
na pele / li

eu senti coceiras no meu tornozelo, logo após em meus braços. coçava muito, fui ver se era algum tipo de alergia. Vi que tinha várias bolinhas na minha pele, onde coçava, algumas grande, outras pequenas e coloridas. cocei mais e as bolinhas se transformavam em pedras que caíam. Pedras coloridas e brilhantes que eu tentava guardar.
só as unhas / li

Tava puta com mais um carnaval de eleições, dessa vez a dos EUA. Odiava tanto, que com o poder do meu pensamento eu consegui transformar o barak Obama em cinzas e fumaça. Foi rápido. num canto do chão vi que sobrou apenas cacos de suas unhas.
/ li

minha tia e sua família moravam numa bonita casa de campo. Descubro que ela havia morrido e seu marido e filhos começaram a arrumar os pertences para deixar a casa. comecei a vasculhar para levar uma lembrança da tia para mim, roupas, objetos de decoração, além de também fazer minhas malas. Com a família, enchemos dois carros com malas, e logo apareceu minha mãe, também com algumas malas. Eu e a minha mãe não tínhamos mais casa em lugar nenhum.

Caminhamos pelo campo, por ser a última vez que estaríamos ali. Uma movimentação estranha acontecia, pessoas com roupas do século passado transitavam pelo campo afora. Alguém comentou que havia uma nova guerra no mundo, entre Rússia e Japão e que essa situação era séria. Fiquei com muito medo, não sabia para onde ir. Eu e minha mãe voltamos para a casa da minha tia, nesse momento vazia. Não tínhamos comida, só restos de arroz, feijão e ervilhas, que seria a alimentação do período da guerra. Achamos que estando no campo estaríamos mais protegidas.
criaturas / li

eu estava no apartamento de M, em Varsóvia, e olhava pela janela, numa tarde de sol tímido. Eu estava acomapnhada de um rapaz desconhecido e de CS, que também morava ali. Percebi que a praça começava a ficar movimentada. De repente a praça estava cheia de criaturas , de mais ou menos 1,60cm, com rosto triste, pescoço e pernas de homem, mas com o corpo de um pássaro preto, com grandes asas. As criaturas encheram a praça e ficavam caminhando aleatoriamente. CS me falou que eram criaturas típicas do local e que isso geralmente acontecia na praça, impedindo que humanos saíssem de suas casas. Falaram-me também, que logo após as criaturas voltavam para seu habitat, na floresta. Senti muito medo de um dia, caminhando por qualquer lugar de Varsóvia, encontrar com alguma daquelas criaturas.
/ li

Estava em um condomínio enorme, arquitetura comunista, num apartamento com paredes cor de rosa. Uma kombi buzinou, chamando eu e minha irmã para entrarmos na condução. Circulamos pelo pátio do condomínio e descemos num saguão, ali encontramos M e um senhor japonês deu para cada um de nós uma espada.
avó no quarto verde / li

Minha avó estava viva, com mais ou menos 80 anos, Ela contava-me que estava cursando a faculdade de enfermagem, mas não estava feliz, iria trocar de curso. Na casa dela, eu estava em um quarto com a porta aberta. Avistei Z passando por ali, ele chegou perto da porta e disse que depois viria falar comigo, já que estava acompanhado da sua namora e ela sentia ciúmes de mim.

Z e a namorada foram até o quarto da minha avó, que pintava as paredes na cor verde-limão. Z a a namorad foram converssar com a minha avó, e eu escutando tudo, fui até lá. Ignorei a presença da namorada de Z. Ela se prontificou a ajudara minha avó na pintura das paredes, mas eu disse que isso era meu serviço, pois eu faria a pintura do que faltava.
ovos / li

fazia compras em um pequeno supermercado, usando uma pulseira com ovos pendurados. Ao escolher um ovo para comprar, ele caiu no chão e quebrou. falei para o caixa que eu pagaria etentava esconder os ovos que eram adereços da minha pulseira. Entrei em uma casa com C e K, fomos para um buraco embaixo de uma piscina, que de vez em quando saía jatos de água. C e K me acharam mais corajosa por estar ali. K me levou para a casa onde estávamos e mostrou-me Z dormindo, numa cama enorme. Ela dizia que a cama era grande demais e que sua namorada era pequena demais para aquela cama, contou-me também que eles não estavam bem. Z veio falar comigo, em um bar, disse que queria voltar comigo que já tinha falado isso para sua namorada e ela tinha chorado muito. Fiquei muito feliz, mas isso não estava nos meus planos.
blog proibido / li

K estava no meu computador fazendo um blog enquanto eu dormia. Acordei e vi o seu blog, ele não gostou que eu soubesse da criação do blog, então me aprisionou dentro de um compartimento de um míssel amarelo.
agulha no pé / li

estava com a minha família em uma festa no meio de uma rua da cidade SM. de repente percebi que meu pé direito tinha sido atravessado por uma agulha de metal, com uns 15cm de comprimento, entrando pelo sapato e atingindo a parte do joanete. meu tio N avisou que havia uma farmácia, dentro de um hotel próximo, e que eu deveria ir lá para retirar a agulha e tomar a vacina antitetânica.

Cheguei no hotel, procurei a farmácia e encontrei muitos jovens que pediram que eu aguardasse em uma cadeira. A moça da farmácia apareceu rapidamente, ela fazia muitas coisas ao mesmo tempo enquanto conversava comigo. Descobri que ela tinha o mesmo sobrenome que eu e que viajaria na mesma data e vôo que eu. ela estava cada vez mais apressada com seus afazeres, e cada vez acumulando mais atividades. ela nem mencionava ver meu ferimento, enquanto eu, cada vez mais preocupada por estar com o machucado no pé por tanto tempo.
carnes / li

caminhando num parque, que ficava embaixo de alguns viadutos, eu encontrava algumas pessoas que seriam protagonistas de uma nova novela. Eram meus conhecidos, mas elas tinham se transformado em pessoas meio bonecos, feitos de carne moída podre. Uma menina, de carne moída, estava sentada em um banco. Ela fumava um cigarro e conversava com outra pessoa de carne moída podre. Percebi que pessoas ‘feitas‘ de carne moída podre tinham seus movimentos limitados, pareciam se mover em câmera lenta.

Entrei em um restaurante que meu tio tinha montado, eu ia jantar com meu ex-ex namorado. Ele preparou carnes, um dos tipos se chamava ‘canhas‘ e parecia bom, mesmo sabendo que era carne de baixa qualidade. Íamos comer num quarto, improvisei uma mesa montando uma máquina de costura. Uma parte do quarto não tinha uma parede e dava para o mar, de onde eu via tubarões nadando.
loiros / li

procurava por uma sala de aula onde eu faria provas em uma universidade. a numeração das salas não era coerente e eu corria para não me atrasar. entrei numa casa de estudantes, todas adolescentes loiras, e um bebê. Eu e uma amiga fomos no supermercado com o bebê, uma menina loira. o supermercado era pequeno, mas com muitos andares, mas ao invés de ter escadas havia rampas para subir. subimos até o último andar, onde havia uma placa indicando a gerência do estabelecimento. Descemos e com os carrinho, de bebê e supermercado, as rampas eram um exercício de força para nós. Em outra casa, eu tinha um namorado loiro, com barba e cabelos longos e lisos, de poucas palavras. Ele tinha uma filhinha, que eu ajudava a cuidar. Tínhamos que ter o cuidado de transar no banheiro para a menina não nos ver.
/ li

estava com a minha mãe, indo para o aeroporto, iríamos para a Alemanha. no caminho um vizinho nos deu carona e pude perceber q havia esquecido de levar muita coisa, na minha bagagem. eu entrei em um vôo, um avião imenso, mas que só comprtava 5 passageiros. era para eu ir para São Paulo, mas antes o avião fazia escala no Chuí e em outras pequenas cidades do Brasil. Numa dessas escalas embarcou a Luciana Genro e o seu pai, Tarso. Logo, já estava num salão, que era outro avião, com minha mãe, indo para a Alemanha. No vôo avistei minha prima S. De repente eu e minha mãe descemos do vôo e paramos no Afeganistão, descendo umas escadas, íamos para Bagdá, onde minha mãe queria conhecer e pegar outro vôo de lá. Chegamos em um subúrbio de Bagdá, com um grande ferro-velho de aviões. Olhamos para o céu e vimos um balão sendo abatido. Perguntamos , em inglês, para umas crianças , onde erao aeroporto, elas falaram q era muito longe. Um menino que andava por ali viu que éramos brasileiras e perguntou se ele sabia pronunciar direitinho a palavra ‘alvorada‘ , em português, rimos e falamos que estava certo.
18 / li

Meu tio O começou a se sentir doente no meio da madrugada. Um médico avisou à família que ele iria morrer nas próximas horas. para atenuar suas dores, ele tomava gotas que saíam de uma comprimido. Ele estava deitado na cama e rapidamente percebíamos sua piora. Fiquei muito triste, queria que ele soubesse o quanto eu gostava dele. Quando o memento de sua morte se aproximou ele levantou da cama, mostrou-me um relógio, dizendo que quando fosse 18horas, ele estaria morto. Fui conferir a hora neste relógio, quando vi que na numeração do relógio, os números não seguiam o padrão de um relógio de ponteiros, e todos os números eram o 18. Sempre seria 18 horas.
mudança / li

eu morava na casa de F, junto da sua mãe e MK. Era uma casa de madeira, simples. Eu e MK tínhamos um quarto nosso nessa casa. MK mostrou-me pela janela um castelo que ele tinha construído, no quintal da casa. Era para ser a miniatura do castelo, mas as proporções eram de um castelo em tamanho real. fiquei impressionada com os detalhes da construção e ficava na janela a contemplar. Durante à noite, quando todos dormiam, ao deitar com MK, começamos a transar, mas a porta não se mantinha fechada. Coloquei coturnos para trancá-la, mas não adiantava. A mãe de F chamou MK no seu quarto, e o recebeu nua, tentando agarrá-lo, junto de outro homem. Fiquei furiosa. Eu e MK resolvemos sair daquela casa, ir embora de vez. Arrumávamos as malas e avisamos que deixaríamos tudo limpo e em ordem, inclusive destruiríamos o castelo no quintal. Ao arrumar as malas, encontei nas coisas de F, fotos do meu ex-marido, em momentos de quando estávamos juntos. Guardei-as na minha bolsa. Encontrei um sapato de salto alto, preto, de F no meio das minhas coisas, mas coloquei no quarto de F.
CDF / li

Entrei na biblioteca da escola que eu estudei, na infância, para verificar as obras que os alunos poderiam pesquisar. Fiquei irritadíssima e comecei a brigar com a bibliotecária, pois não encontrei uma obra da socióloga Beatriz Sarlo.
conflitos / li

havia uma grande movimentação no país, a cidade estava deserta, pois todo mundo esta em um campo para celebrar que havia sido declarada uma guerra entre Brasil e Inglaterra. O povo tava animado, muito otimista e eu pensando na loucura que esse fato ia gerar. A guerra era sobre alguma questão aérea e muitos militantes de esquerda estavam eufóricos, parecia que era um grande carnaval que aconteceria. Ninguém entendia minha preocupação, me sentia sozinha no meu país.

Entrei numa papelaria e comprei papel-camurça azul escuro, isso me deixou imensamente feliz.
buraco de mortos / li

eu estava numa festa, num sábado à tarde, na cidade de SM. Era um grande evento, muita bebida, jogos, comida, mas poucas pessoas. O dono da festa, que era um jovem empresário da cidade foi chamado, junto dos seguranças dele, fui para uma escola, que servia, na verdade, como um grande matadouro de seres humanos. Entramos num ginásio que era um enorme buraco, cheio de cadávers, que em algum momento serviu para experiências. Eu podia avistar braços, pernas, dedos, e todos os órgãos de um corpo humano, ali, misturados em sangue. De repente eu estava dentro do buraco, caminhava entre os corpos, para achar a saída do buraco.
perdas / li

eu e minha amiga caminhávamos pela 5a. avenida, em NY, abraçadas no Paulo Coelho. Eu fui ao encontro do PC Peréio, no seu apartamento. Éramos muito amigos, bebíamos e ríamos muito. Ás vezes eu era sua namorada. Sentada no sofá do seu apê, esperando ele chegar, eu jogava dominó. Peréio entrou no apê, acompanhado de um amigo, e imediatamente teve um colapso que o levou a morte instantânea. Entrei em desespero, chorei muito, nada me consolava. Eu tirei do bolso um minúsculo bebê, que era seu filho, e dois ovos cozidos, estes nossos filhos. Levei o bebê e os ovos para uma banheira com água quente e fiquei cuidando deles. Fui caminhar em uma praça japonesa, estava com os pés descalços e sentia as pequenas pedras massagearem os meus pés. Chorando muito, encontrei Z, q era garçon de um bar nas imediações da praça. Ele me levou ao restaurante q trabalhava, escolheu uma mesa para conversarmos. Não tínhamos nada a dizer um ao outro.
frio / li

eu estava com longos cabelos crespos, grávida, com barrigão. tive o bebê num gramado, espécie de acampamento. Era um menino muito fofo. Saí com o pai do bebê, um desconhecido, a caminhar pelo acampamento. começava a anoitecer e fazia frio. o bebê sem roupas, eu tentando aquecê-lo com meu corpo. caminhava, caminhava, querendo chegar em um lugar mais quentinho.
picolés / li

Caminhava por um mercadinho rudimentar. Havia somente produtos desconhecidos e muita frutas e legumes. Estava com Y, quando comprei 2 picolés, um sabro espinafre, outro, batata. Os sabores eram horríveis, pois eram feitos somente de água e do caldo do espinafre e da batata.
liga católica / li

estava perdida nos corredores da minha primeira escola. procurava pessoas conhecidas para sair dali. encontrei uma freira que tinha sido minha professora. fui ao quarto dela, e pulamos a janela, que dava para um litoral pedregoso. Sentamos para catar lâminas de vidro com os dedos dos pés. Já com algumas lâminas, a freira contou-me que fazia parte de um grupo de super-heróis cristãos, que combatiam os males do mundo. estes super-heróis tinham poderes de voar e acudir pessoas em desgraça. A freira saiu correndo, pois alguém havia profanado um túmulo. Fiquei sentada no topo da montanha, molhando os pés na água do mar e assistindo a luta dos heróis cristãos.
/ li

dormindo, um morcego enorme se emaranhou no meu cabelo.Minha cabeça sentia o peso do animal. Desespero.
/ li

eu lembrava de momentos esquecidos da minha vida. num deles, eu voltava para um tempo que se fazia festas embaixo de uma ponte, com pessoas legais e felizes.Após eu fui para um terraço com minha mãe e minha tia, passou um avião voando baixo, quase nos atingindo. Encontrei uma feira onde pessoas idosas vendiam antiguidades e poemas.Fazia frio e em um sofá, num canto da rua, havia uma família, eram sete irmãs, de diversas idades, mas todas tinham o mesmo rosto. Eu acordava na casa da S, do lado de fora me chamavam para praticar esportes, era uma disciplina de faculdade e se eu faltasse seria reprovada. Fiquei deitada na cama, as gurias me chamando. Avisei que eu não iria. Eu estava deitada numa cama dentro de uma piscina e a água a minha volta estava numa temperatura muito boa.Eu sabia que ali eu poderia chorar, pois com tanta água em volta, ninguém perceberia minhas lágrimas.
trocas / li

Chovia muito na cidade. A Avenida Osvaldo Aranha estava submersa, eu via o que restava dos prédios mais altos. Alguém me levou para um bazar de uma igreja, onde pessoas expunham o que queriam e trocavam seus pertences. Eu tinha uma velha guitarra comigo, alguém comentou que eu poderia trocá-la por um violão novo. Senti medo de entrar na igreja, preferi esperar no lado de fora. Depois de muito tempo entrei e avistei uma enorme feira de trocas no porão da igreja. As pessoas trocavam peixes, botões, roupas, comida, cds, etc Troquei uns papéis desenhados, que eu tinha no bols,o por anéis chilenos.
sapatos para festa / li

eu estava deitada no chão, dormindo abraçada com meu ex-marido. Ele levanta rapidamente, começa a catar pares de sapatos tamanho 34 ou 35, de sua namorada, pois eles iriam em uma festa na casa da minha tia. Fiquei furiosa em saber que eu não estava convidada para festa e de ter de ver aqueles inúmeros pares de sapatos jogados no chão de onde eu dormia. Meu ex foi à festa. Eu e minha mãe fomos falar com a minha tia, dona da festa, ela explicava coisas sem nexo. A festa estava no fim e vi o Andrej sentado em uma poltrona, sem suas pernas.
/ li

a rua que minha mãe mora estava coberta de gramas. Seu vizinho era um pai de santo, que era dono do prédio ao lado, e possuía várias esposas, cada uma morando em um apartamento. Uma delas ele chamava de ‘Piriri‘. Ele convidou todos os vizinhos, incluindo eu, para um almoço. Em uma grande mesa, montada no pátio do edifício da minha mãe, foi servido sapo e lartixa, fritos. Tentei comer, mas o sabor era horrível, além das iguarias terem o aspecto normal, o sapo estava verde e a lagartixa amarela.
de volta / li

Eu era a única sobrevivente de um acidente aéreo.

Só chorava.

Caminhava, sem sapatos, para chegar em uma praça onde haveria uma homenagem às vítimas.

Chegando lá, entrei em uma torre até chegar em uma varanda. Dali eu via uma multidão reunida, e no prédio em frente, o Getúlio Vargas chorando e acenando para todos.

Olhei para o lado e vi meu avô, fardado e muito jovem, recém tinha ingressado no exército. Eu queria muito chegar até ele e abraçá-lo, mas eu sabia que ele não me reconheceria, pois ainda era solteiro e não faria idéia de quem eu era.
luzes / li

J me mostrava o filme que tinha feito.

Na primeira cena aparecia ela em uma festa, numa casa de campo e toda a luz do lugar era azul.

Na outra cena havia um abajur com a lâmpada acesa, por 3 minutos a cena era a mesma, a câmera imóvel, vagarosamente aproximava-se um revólver e alguém apertava o gatilho. Com o tiro o vidro da lâmpada quebrou, mas mesmo assim, continuava iluminando.
58 / li

Pela madrugada, eu caminhava com M, pelas imediações da escola que minha mãe trabalha. A cidade estava vazia, ruas escuras e silenciosas. Eu tentava lembrar o nome da então esposa do ex Presidente Ernesto Geisel, para falar-lhe. Sem poder dar esta informação, disse que poderíamos consultar este nome no livro que eu tinha em casa. Nos beijamos. Um beijo suave que foi ficando intenso e parecia interminável. Eu sentia seu gosto, a forma dos seus lábios, língua, dentes.

Durante o beijo, sorríamos e ele falou que tinha um bom plano para os seus 58 anos.
atentado / li

eu saía de uma prova de concurso, em Santa Maria. no caminho, para a casa da minha mãe, as ruas estavam alagadas, como se fossem um imenso rio. peguei uma prancha de madeira para atravessar as ruas inundadas. parei em uma pequena loja, onde uma ex-mulher do David Bowie vendia suas roupas, pois dizia estar passando dificuldades financeiras. voltei para a minha prancha, e avistei grande parte da cidade inundada. Pesssoas comentavam que havia acontecido um atentado terrorista da Al-Qaeda, nos USA, de grandes proporções, e por isso o Brasil havia sido atingido.
nenhuma boca / li

Entrei em uma casa e o meio da sala transformou-se em um salão. Muitas cortinas de renda em varais partes do salão. Uma mulher muito elegante conduzia-me pela casa e conversava comigo. Ao lado, vi uma senhora negra, usando um vestido branco, que estava sentada em uma banqueta, com olhar distante. Ao aproximar-me dela, percebi que ela não tinha boca.
morada / li

era noite e eu estava em um novo apartamento, no décimo segundo andar. era um apartamento pequeno em uma grande avenida. pela janela do quarto eu via muitos pivetes tomando conta da rua. Durante a madrugada, a rua era ‘deles‘. Minha mãe chegou, arrombando a porta, pois meu sofá estava pegando fogo. Ficamos no apartamento, sem a porta de entrada, e eu via que muitos outros também não tinham portas. Vi no apartamento do lado, muitas pessoas dormindo amontoadas na sala, e uma senhora deficiente mental acordada tendo ataques de insanidade.
Bowie / li

eu via o David Bowie, em estilo Ziggy Stardust, dançando em uma caverna que tinha as paredes pintadas de rosa.
assalto / li

estava em um bar chato, com C,L,S e SO bebendo cerveja. o dinheiro tinha acabado e uns caras chatos vieram pagar para nós e nos agarrar. SO estava com uma mulher e senti ciúmes. Decidi voltar para casa, no caminho, de madrugada, encontrei SO pela rua. Fomos abordados por uma gangue para nos assaltar. Vi SO sendo espancado pelos mendigos. Um mendigo mandou eu deitar no chão e começou a umedecer minhas calças, delicadamente, com gasolina, para após atear fogo em mim.
Fêmur / li

Acordei em um hospital, deitada numa maca. Enfermeiros me conduziam por corredores, apressadamente. Chegando à sala de cirurgia, recebi uma anestesia peridural e um médico retirou meu fêmur esquerdo. O médico era um jovem muito falante, me explicou que deveria cortar parte do meu osso e logo colocaria-o no meu corpo. Ele tentava serrar o osso, mas não conseguia, trocou várias serras, sem êxito. Como o trabalho seria demorado ele colocou-me na posição vertical, onde eu tinha que ficar segurando meu corpo somente com os braços, em argolas de metal. Senti muito medo de olhar para minhas pernas e fazia um grande esforço para ficar olhando para cima e me distrair. Senti nojo da sala, pois seus azulejos verdes estavam sujos de sangue. O médico estava muito impressionado com o tamanho do meu fêmur.
guerra / li

guerraCaminhava na madrugada, pela cidade de Santa Maria, acompanhada de LR. Estávamos ficando juntos e ele muito apaixonado. Seus cabelos estavam muito longos e suas roupas eram esfarrapadas. Sabia que era um grande erro ficar com ele, mas mesmo assim eu me divertia. Encontrávamos mendigos pelas calçadas e LR conversava com todos eles. Um mendigo juntou-se a nós e começamos a falar sobre o que era a vida e a felicidade, quando o mendigo falou que ‘felicidade é isso aqui, gente‘, mostrando os picos de cocaína do seu braço. Fui para minha nova casa, onde morava minha mãe, tia L e família. A casa era grande e luxuosa, mas com poucos dormitórios. Fomos para frente da casa, e ali vimos uma menina dando um tiro em um menino. Logo, percebi que havia acontecido uma grande catástrofe na cidade. Muitos prédios desabando e inundações aconteciam repentinamente. Entramos para dentro de casa, tudo estava sujo. Um grupo de filipinos e egípcios invadiu a casa e conduziu LK e SO para o porão da casa, onde bebiam,cantavam e dançavam. As águas avançavam para dentro da casa, rapidamente. Subi para o segundo piso, e encontrei LK e SO, muito machucados e sujos. Na escada, encontrei SO no andar de baixo, salvando partituras de piano, que boiavam pelas águas. Estávamos tristes, mas ajudei a secar as partituras. Levei SO para o quarto de casal e deitamos na cama, abraçados. SO estava muito envelhecido e debilitado, enquanto eu falava o quanto gostava dele. As águas invadiam o quarto e abraçados, tentávamos mudar a situação com nosso pensamento. Pela janela, avistei um carro caindo do céu, bloqueando a saída da casa. Ouvi alguém falar que era uma nova guerra que acontecia.
/ li

Passeava de carro, minha mãe dirigindo, por um balneário antigo e decadente no interior do estado. Em meio das ruelas estreitas e cercadas de árvores, chegamos ao local principal do balneário, o açude. Algumas pessoas banhavam-se, mas eu sentia nojo daquela água turva e espessa. Anoiteceu e algumas pessoas se reuniram para uma comemoração. Serviram uma comida ruim, como prato típico. Um rapaz do local conversava comigo, um cara interessante, muito branco, cabelos loiros, crespos e secos. Íamos ficar juntos, mas quando eu me aproximava dele, sentia um gosto ruim na minha boca, que era o gosto do corpo dele. O rapaz ficou chateado comigo. Ele colocou música para animar a festa, músicas de discos de vinil, e todas ‘sucessos até 1984‘. Novamente, no carro, minha mãe mostrava casas de madeira muito antigas do local. Eu e algumas primas saltamos do veículo para voltar à cidade caminhando pelo mato.
minha casa / li

Eu estava morando no prédio da minha família, no interior do estado. Percebi que a construção era muito feia, a porta de entrada do prédio pequena e feita de ferro enferrujado. Entrei para o apartamento, atravessei um longo corredor e encontrei o cachorro de uma vizinha, solto por ali. Logo, o apartamento era dentro de um outdoor, e muito estreito, com dois banheiros, um verde e outro cor-de-rosa. Uma porta do apartamento dava para uma praia bonita. Caminhei pela praia e um corretor de imóveis veio me oferecer uma casa para comprar, com ótimo preço, mas notei que as ondas do mar quebravam nas paredes da casa. Avistei umas pedras gigantes com um buraco de esgoto, ali estava sentada uma amiga, com os cabelos pintados de verde.
noivas / li

Eu fazia compras num grande supermercado no subúrbio da cidade. Não encontrava nenhuma marca conhecida. Avisaram-me que as funcionárias que desejavam casar, eram presenteadas com uma cerimônia de casamento dentro do supermercado. Vestidas de noiva, após a celebração religiosa, o casal tinha 3 minutos para pegar as mercadorias que quisessem. Eu estava vestida de noiva, correndo pelo mercado, mas não encontrava nenhum produto que me agradasse. Ao fim da minha cerimônia, sentei-me na escadaria da frente do estabelecimento, junto de outras funcionárias. Todas falavam que já tinham casado várias vezes, só para ganhar mercadorias/presentes. Uma funcionária-noiva, que acabava de casar, saiu correndo, com uma enorme caixa de papelão e com seu marido, entrou em um antigo jipe vermelho.
cachorro por dentro / li

Amanhecia. Eu estava menstruada e sem absorvente, deitada no chão da varanda, na casa da minha avó. Um cachorro preto sentia o cheiro do meu sangue e se aproximava de mim. Arrastei-me lentamente pelo chão gelado procurando abrigo. Quando me levantei, caminhei pela cozinha, acompanhada de vários amigos e familiares. Percebi que o cachorro tinha entrado para dentro do meu corpo. Sentia gosto de pêlo na minha boca, sentia um peso dentro de mim. Cada movimento do cachorro, dentro de mim, trazia uma sensação de desconforto e pânico. Cumprimentava as pessoas, quando senti que minha gengiva e dentes eram do cão. Comecei a falar sem mostrar os dentes pontiagudos, do cão, na minha boca. Não sabia como tirar o cachorro de dentro do meu corpo. Sentei em um canto da cozinha, na casa de uma tia, e aos poucos ia arrancando pedaços de gengiva e de dentes do cão, de dentro da minha boca. Eu arrancava pedaços grandes, e atirava-os para baixo do armário. Não tinha coragem de olhar para aquelas partes da mucosa do cão, que por algum tempo pertenceram ao meu corpo. Quando arranquei toda a arcada do animal, da minha boca, senti que o animal estava morrendo dentro de mim. O cachorro se encolhia dentro do meu corpo, fazendo peso e causando dor no lado esquerdo do meu abdômen.
/ li

Bati na casa de P, sua mãe abriu a porta e mandou-me subir no seu quarto. Chegando lá, P me deu de presente uma saia de camurça. Lembrei que nós não éramos mais amigas e voltei para casa, deixando a saia. Atravessei a rua e vi dois ursos na calçada. Entrei em um prédio o porteiro pediu para que eu entrasse pela porta ao lado, onde era um banheiro pequeno, todo em mármore preto.
boca / li

bocaao entrar em casa, caiu da parede minha imitação da ‘Boca della Veritá‘, italiana. juntei os cacos, aos prantos.
do 903 / li

No meu prédio, eu estava no corredor do nono andar, esperando o elevador. Quando entrei, encontrei a empregada da moradora do apartamento 903. Ela me mostrou, envaidecida, a reforma que sua patroa havia feito neste elevador, colocando janelas para circulação de ar e uns bancos para sentar. Ela avisou que dia 16 era o aniversário da sua patroa, e que era para eu lembrar deste dia.
adormecidos / li

Eu andava por uma casa antiga, muito grande. Havia muitas pessoas por ali, mas todas estavam dormindo, algumas em suas camas, em cima da mesa, cadeiras, no chão. Começou a chover e fui recolher roupas que estavam estendidas no varal. Entrei em um quarto e encontrei Z, acordado. Começamos a transar, mas repentinamente, eu adormeci no meio do ato e quando acordei eu já estava sozinha e o esperma dele escorria pelas minhas coxas. Fui procurá-lo para transar de novo, mas não o encontrei. Sentei na frente de um espelho e na minha imagem refletida, eu estava com os cabelos muito longos. O Serge Gainsbourg apareceu na casa e começou a me agarrar. A minha imagem, que estava refletida no espelho, se tornou real e eu me transformei em duas pessoas. Junto com o Serge, começamos a transar em silêncio, para não acordar as pessoas adormecidas da casa.
lugares / li

Acontecia uma festa familiar, na casa da minha avó. Toda a família estava reunida, junto de algumas crianças japonesas. Todos conversavam pela casa. Eu estava no quarto, dormindo.

Acordei, encontrei meu primo SI, nos cumprimentamos e ele me deu um beijo na boca. Saí pela casa, correndo, e entrei no metrô que haviam construído em Santa Maria. As instalações do metrô eram as mais modernas do mundo, todos passageiros eram identificados por um raio infravermelho, que reconhecia a impressão digital. Desci por escadas rolantes e caminhei pelos corredores, onde havia exposições de arte, um hospital, escritórios e lojas luxuosas. Entrei em uma clínica, que tinha um bebê recém operado. As portas da clínica se fecharam e eu fiquei trancada no corredor, sem ter por onde sair. Uma médica gastroenterologista saiu da sua sala e digitou códigos num painel, para que eu pudesse ir embora.

Ao sair, eu me perdi pelos corredores do metrô, e não sabia qual linha de metrô eu deveria pegar. Avistei senhores coreanos, que na sua língua, falavam que iriam me perseguir.

trip / li

L e R falaram que estavam indo para o Japão. Na volta, passariam uns dias na minha casa, na Polônia.
sereia / li

Eu estava grávida de um filho que era da minha amiga T, mas apenas carregava-o em meu ventre. Junto de amigos, em um carro, chegamos a uma bonita e confortável casa de campo, que ficava próxima da China. Senti as contrações do parto. Avisei os amigos que logo eu daria a luz ao filho da T. Por alguns momentos minha barriga ficava com a pele transparente e eu via o rosto do bebê. Minha antiga ginecologista estava conosco bebendo whisky. Senti que o parto aconteceria imediatamente e fomos para um quarto. No caminho, o bebê nasceu. Era uma menina muito bonita, mas como o parto aconteceu num corredor, a menina que nasceu era uma sereia. Minha ginecologista ficou apavorada e disse que não sabia como dizer para T que sua filha era uma sereia. Logo, a menina já tinha uns 2 anos, vivia sentada em uma cadeira, já que não podia se locomover, por causa de sua cauda. Na rua, houve um grande tumulto da vizinhança, que eram armênios, chineses, turcos e georgianos que protestavam, matando e destruindo tudo a volta. Todos estavam armados e saqueavam as casas. Fugimos por uma floresta e cheguei a Paris. Estava muito frio e chovendo. Estava muito preocupada em proteger a menina, da chuva e do frio, que neste momento era minha filha. Alguns anos mais tarde, amigos me levaram de volta a casa onde eu havia dado a luza filha-sereia. Era a casa de M, o pai da criança, que não sabia da existência da filha. M chegou a casa, já com idade avançada e com as mãos machucadas. Fiquei nervosa, mas disse para ele que eu tinha que entregar algo que ele esquecera. Mostrei a nossa filha-sereia e ele sorriu.
fotos / li

Estava em um carro, passando por um local muito humilde, o subúrbio de alguma cidade, em uma estrada de terra. Em frente às casas de madeira e papelão, havia posters com minhas fotos, de quando eu era bebê.
outra cor / li

me olhei no espelho e vi que meus olhos tinham mudado de cor. em vez de castanho-escuro, eu tinha olhos cor de laranja. concluí que essa mudança aconteceu por eu andar envolvida com o pessoal da Polônia. me senti muito bonita com os novos olhos.
homens de branco / li

acordei num sábado, manhã cedo, na casa da minha mãe. me levantei e fui ao banheiro. ao entrar vi meu pai e um outro homem, ambos vestidos com terno branco, parados no meio do banheiro.
surpresa / li

surpresaEu conversava com uma família, em uma casa grande, com grandes janelas. A campainha tocou, a dona da casa atendeu e pediu para eu olhar pela janela, enquanto uma pessoa entrava na casa, vindo em minha direção. Pela janela avistei umas 20 pessoas estacionando suas motos. Cada uma delas carregavam balões e esculturas de néon, cada uma com uma cor diferente, com o nome de M. A pessoa que entrou na casa, entregou-me uma bandeja cheia de cristais coloridos, e embaixo da bandeja, um lindo poema escrito por M, especialmente para mim.
desproporção / li

Na universidade havia um único computar para todos os alunos usarem. O monitor era de madeira e havia uma fila imensa de alunos, para usá-lo. Tive dificuldade em escrever um texto e fui embora. Encontrei minha amiga I e saímos juntas. Descemos da sala por escadas estreitas. Em um degrau tinha uma caixa com plantas, onde eu pisei, destruindo todas as plantas e sujando minhas botas com terra e lama. Uma senhora, muito velha, caminhava pela rua, ela tinha uma cabeça muito pequena, do tamanho de uma bola de ping-pong com rosto muito enrugado. Em uma esquina separei-me de I e fui para casa. Ao atravessar a rua vi que um gigantesco porco cor-de-rosa bloqueava o trânsito. Procurei minha câmera fotográfica, na minha bolsa, para fotografar a insólita situação. Quando encontrei a máquina fotográfica, a avenida tinha se transformado em um agitado mar. O porco gigante flutuava, seguindo a direção da correnteza.
bora / li

Cheguei a um aeroporto para encontrar meu ex-marido. Não tinha a mínima idéia do motivo de estar indo encontrar ele. Fui recebida friamente e seguimos para a casa que ele estava morando. No caminho, percebi que estávamos nos EUA, em uma cidade muito feia, ao norte do país. Comecei a reclamar de estar ali e pedia para voltar ao Brasil ou a qualquer outro país. Chegamos a um alojamento de estudantes, onde ficava sua casa. Ele me apresentou seus novos amigos e amigas e eu detestei todos eles, pois só falavam besteiras. Eu não conseguia me interessar por nada daquele lugar e daquelas pessoas, só pensava em voltar para outro lugar. Atravessamos um longo salão, onde acontecia uma festa de adolescentes. A festa era muito chata, muito iluminada e tocava uma música horrível. Encontrei, no meio dos adolescentes, dois senhores que eram tenores e fiquei feliz. Começamos a conversar e pedi para eles cantarem alguma ópera do Perotin. Eles não cantaram, alegando que Perotin era ‘demais‘ para eles. Meu ex-marido seguia caminhando na minha frente. Eu queria trocar os sapatos, procurava em uma mala cheia de sapatos, pois queria calçar um par de sapatos vermelho.
coelhos na cabeça / li

Era noite e vi dois coelhos recém nascidos pulando no chão. Algumas crianças vieram até mim e falaram que uma coelha tinha dado cria a muitos coelhinhos. Sentada em uma poltrona, muitos coelhinhos começaram a pular em cima de mim. Quando percebi todos eles estavam em minha cabeça, cobrindo-a por inteiro. Sentia medo mas ao mesmo tempo tive uma boa sensação em todo meu corpo
encontros / li

Eu estava em uma casa de campo, era festa com todos meus colegas de escola, até a 8ª. Série. Era uma casa grande e pelos corredores eu via muitos colegas mas não tínhamos mais nada em comum para falar. Acontecia a brincadeira de amigo secreto, e recebi de uma antiga colega 3 blusas de lã, estilo senhora, com bordados de flores. Havia uma floresta em um penhasco ao lado da casa, as pessoas desciam e praticavam vários esportes, entre eles, entrava-se em um túnel de arame e tinha que driblar obstáculos com círculos de alumínio. Os esportes eram praticados em dupla, e minha companheira de dupla e eu ficamos em último lugar. Após eu estava em um quarto de casal, no subsolo da casa e encontrei cartelas de Valium e me senti em paz.
calendário / li

calendárioNo novo apartamento da minha tia, eu era acompanhada por uma criança, com rosto muito feio, mas muito atenciosa comigo. A criança mostrava o apartamento para mim, enquanto minha mãe estava a conversar com meus tios, em outro cômodo. A criança era rápida e eu me perdia dentro do pequeno apartamento. Era noite e todos foram dormir, enquanto eu e minha mãe íamos embora. Vi na estante da sala um interessante objeto de cobre. Alguém me explicou que era um calendário ‘lingüístico-lógico‘. Através de letras – com letras de vários alfabetos do mundo- e combinações de palavras e frases via-se o dia da semana, o mês e a hora. Achei muito interessante o tal calendário e tentei levar para mim. Descemos as escadas e meu tio mostrou que carregava um facão com ele, que em um momento era uma faca pequena, depois se tornava uma espada.
Lispector / li

Eu estava em uma casa de madeira, com várias senhoras, tomávamos chá. Percebi que entre umas das senhoras era a Clarice Lispector. Clarice estava muito feliz e animada, sorria o tempo todo. Pedi para tirar uma foto com ela e prontamente ela aceitou. Outras jovens chegaram e pediram para sair na foto, mas eu não encontrava a minha máquina fotográfica.
nascimento / li

Eu assistia o parto da minha tia L, quando meu primo MG acabava de nascer. Minha tia deu a luz há pequenas bolhas com uma espécie de girino dentro, em uma delas estava o meu primo. Peguei a bolha que ele estava e deixei cair no chão, quase o matando. Juntei e cuidei para que ele sobrevivesse. Logo, ele já era um bebê grande, que engatinhava por debaixo da mesa que a nossa família almoçava. MG tinha uma caneta hidrocor azul e desenhava círculos em todos os móveis e nas nossas pernas.
stone / li

stoneSabor estranho na minha boca. Introduzi meus dedos garganta a dentro. Tirei muitas pequenas pedras .
/ li

A cantora Vanusa tinha muitos filhos, uns 6 ou 8. Todos morreram repentinamente e ela estava gravemente ferida, com queimaduras em todo seu corpo. Junto dela eu fugia por escadas que logo seriam explodidas pela polícia. Ao chegar ao andar térreo paramos em uma loja com comida típica africana. Lembrei que eu tive uma colega de trabalho que era de Moçambique e sempre deixava suas refeições em um telhado alto. Nós comíamos empadões recheados com feijão, carne ou macarrão. Comprei muita comida africana, e saí correndo com a Vanusa, eu procurava uma ambulância para levá-la ao hospital, mas ela dizia que ‘naqueles tempos não existia ambulância‘. Sua cabeça sangrava muito. Eu ouvia, o tempo todo, a voz do Klaus Kinski recitando um texto em alemão. Vanusa esperava socorro médico dançando pela rua, enquanto jorrava sangue da sua cabeça. Encontrei um colega da 2ª. série do colégio, ele disse que seu nome era ‘Alexandre Gadzne Mazte‘.
brincando / li

Eu brincava com minha prima S. Ela, adulta como eu, mostrava-me que tinha guardado as bonecas de papel que me emprestou na infância. Percebi alguns estragos que eu tinha feito, no tempo em que brinquei com elas. Mesmo assim brincávamos com as duas bonecas, com o mesmo entusiasmo da infância.
na ilha / li

Eu estava passando uns dias em uma pequena ilha pedregosa, próxima à península Jutlandia. Estava hospedada em uma pequena casa de madeira. As pessoas desta ilha falavam uma língua eslava que eu desconhecia. Eu não conseguia entender nada. Fazia muito frio, fui deitar na minha cama e adormeci. Acordei com M ao meu lado. Olhamos-nos em silêncio. M tocou em minhas coxas e beijou meus ombros. Eu sentia todo seu corpo junto do meu. Comecei a beijá-lo e com a minha língua eu percorri todo o seu corpo. Fizemos sexo anal e a cada toque entre nossos corpos, não somente sexual, tínhamos um grande orgasmo. O momento era tão intenso, que chamei uma senhora para preparar um banho quente na banheira. Entrei na banheira, vazia, e ela jogou baldes de ovos cozidos em cima de mim, enchendo-a somente com os ovos, que iriam aquecer-me. M ficou ao meu lado, contando histórias para mim, comia alguns ovos e beijava-me.
casa paris / li

Passeava em Santa Maria com alguns amigos que não conheciam a cidade. Tentava mostrar alguns locais interessantes, mas eram poucos. Caminhando pela Avenida Rio Branco, percebi que havia um prédio antigo, muito bonito, chamado ‘casa paris‘, que eu nunca havia notado. Resolvi entrar para conhecer. Logo, no pátio, vi paredes com azulejos decorados e esculpidos, cada azulejo tinha uma forma diferente, e cada um retratava algum evento acontecido nos últimos séculos. Eu queria ver todos os azulejos, mas como eram muitos, eu não teria tempo. Entrei no prédio, que parecia o palácio de Versailles, e tentava observar cada detalhe, cada objeto, pintura, arquitetura, mas não tinha muito tempo, pois logo o local iria fechar. Comecei a correr pelos corredores para ver um pouco de tudo do lugar. Um homem veio em minha direção e disse que eu poderia levar para mim qualquer objeto que eu tivesse gostado. Voltei às salas que eu estava anteriormente e comecei a pegar vários objetos, entre eles um chinelo e sapatos, todos de cor verde. Eu sempre lembrava que queria mais alguma coisa, e procurava encontrar em meio às inúmeras salas. Os objetos caíam dos meus braços e eu ia juntando todos eles, desesperadamente, pelo caminho.
/ li

Uma mulher loira, muito branca, usando um batom vermelho intenso, me ordenava a cumprir umas tarefas. Sem pensar eu fazia o que ela pedia. Primeiro, era preciso cortar uma das patas de uns porcos em miniatura e colocá-los em cima de um colchão, misturando todos corpos dos porcos com as patas, para que ninguém soubesse qual pata pertencia a um determinado porco. Eu quebrava dezenas de patas dos porcos com a mão e depois cobri com um lençol branco. Entrei em um apartamento de dois senhores, um vestido de militar e outro senhor franzino que era gay. A mulher loira bateu na porta e me escondi no banheiro para não encontrá-la. Quando percebi, estava no pequeno banheiro, eu os dois senhores e a mulher loira, desta vez ela usava batom roxo.
um vômito / li

Sentia um desconforto em todo o meu corpo, dor de cabeça, tonturas e os pensamentos pareciam sair pelos meus olhos. Comecei a vomitar algo com gosto horrendo. Ao ver o que jorrava da minha boca, constatei que vomitava diarréia. Não conseguia parar. Pela minha boca saía diarréia com partes sólidas de fezes. O gosto era insuportável.
fátima / li

Eu passeava por uma floresta com alguns amigos. Afastei-me deles e fui procurar o local onde havia acontecido a aparição de Nossa Senhora de Fátima, no século passado, que ficava nas imediações do local que estávamos. Encontrei o caminho facilmente, conforme alguém havia me descrito, um pequeno campo, logo um monte e descendo o monte, uma grande árvore. Subi na árvore e olhei a paisagem. De repente comecei a enxergar Nossa Senhora de Fátima, uma imagem cercada de muita luz amarela, de uns 10 metros de altura, e ao seu lado outra imagem idêntica, mas de tamanho menor. Senti medo e felicidade. Fechei os olhos, mas continuava tendo a visão. Meu corpo ficou dormente e leve. Já no chão, após a visão eu queria contar o acontecimento aos amigos, mas sabia que ninguém acreditaria em mim.
fim / li

Eu viajava em uma caminhonete com três homens criminosos, que fugiam da polícia. Seguíamos por uma estrada em meio a montanhas com florestas. Passamos por uma casa de madeira, com três andares, pintada de lilás, e eu reconheci como sendo a casa de uma colega minha da pré-escola. Os criminosos começaram a se bolinar dentro do carro. Eu desci em uma pequena cidade, que possuía apenas um centro comercial muito moderno, em meio à floresta e as montanhas. Ao lado do centro comercial ficava a casa do meu tio M, mas ninguém podia entrar ali. Da frente de uma loja eu avistava o vale, estava em um lugar muito alto. Encontrei minha prima L ,que conhecia bem a tal cidade. Caminhamos junto a um lago. Perguntei para onde a estrada ia. L levou-me, por um estreito caminho pela borda da montanha e mostrou-me que a estrada acabava ali mesmo. A estrada acabava em uma parede de tijolo.
tufo / li

tufoNo espelho, vi vários tufos de longos pêlos no meu rosto. Reparei, também, que minhas sobrancelhas estavam unidas e pelo meio da testa, emendavam-se com meus cabelos.
troca / li

Eu estava na casa da minha madrasta, que era um cômodo só, muito grande, e com o teto muito alto. As peças da casa eram divididas com guarda-roupas e armários. As divisões eram confusas, e vez por outra eu me perdia lá dentro. Comecei a ouvir a voz do meu irmão. Ele repetia, incessantemente e sem pausas: ‘troca,troca,troca‘. Minha madrasta comentou que ele estava trancado dentro de um guarda-roupa. Não conseguíamos saber o que ele queria nem se ele estava preso no guarda-roupa por vontade própria ou se alguém havia prendido ele lá. Perguntávamos a respeito, e ele respondia, aos gritos, mas sempre no mesmo tom de voz, ‘troca, troca, troca, troca‘...
professores / li

Junto de três senhoras idosas, resolvi levar uma delas ao hospital. Fomos para uma estrada para esperar um táxi. No caminho percebi que estava sem sapatos e pisava em pedras e cactos. Meu pé ficou cortado e da ferida, jorrava muito sangue. Resolvi abandonar as três senhoras e fui procurar ajuda para estancar o sangue do ferimento. Entrei em um salão, com várias divisórias e cortinas. Encontrei minha professora V e fui fazer uma prova, sem nada saber da matéria. Uma colega mostrava que anteriormente eu era a aluna número 1 da disciplina. Uma outra colega perguntou-me o porquê de minhas roupas serem diferentes, sempre em tons escuros. Minha professora encaminhou para a segunda parte da aula, em outro compartimento do salão. Entrei em uma aula de teatro, ministrada por um médico. Ele perguntou quem faria o papel da Sra. Odessin, uma professora de música, na peça, e eu não sabia nada sobre o texto. Uma menina trouxe a lista e mostrou que eu faria o papel da sra. Odessin. O médico dizia que era um papel especial, um grande personagem. Assistimos a um vídeo sobre a peça e percebi que eu vestia apenas uma camiseta. Sentei com os demais colegas, procurando me cobrir com a camiseta, pois estava sem calcinha e sentia frio. Sentei ao lado de dois caras e senti-me aquecida.
Das Cinzas / li

Encontrei LR, fomos para sua casa, estava lá sua mãe e sua irmã com colegas da faculdade. LR dizia que ainda era a fim de mim. Minha mãe comentou que ele tinha 1,67m de altura, mas ao meu lado ele parecia ter a minha altura. Combinamos encontros, mas eu sempre me atrasava e não nos víamos. Era noite, ele chegou à casa da minha avó, ele entrou e foi me agarrando. Levei-o para o quarto da minha mãe. Percebi que minha avó não estava em casa, mas não tinha certeza se meu tio estava. LR me colocou em cima da penteadeira da minha mãe, arrancou minha calcinha e começamos a transar. No meio da transa vi a porta aberta e fui fechá-la. Chegando perto, vi uma janela aberta e a sombra de alguém parada ali. Não conseguia identificar quem era. Cheguei perto, toquei na pessoa/sombra e era um corpo humano feito de cinzas.
aridez / li

Eu vivia em um campo de refugiados palestinos, uma vila cercada por muitos militares, no meio de uma paisagem desértica. Eu tinha uma filha, neném, com o cantor Otto. Eu fugia de alguma coisa e perambulava pelas ruas, sem dinheiro nenhum e com quatro véus para cobrir a cabeça. Comíamos restos de comida e não conseguia pensar no que seria meu futuro. Encontrei umas moças palestinas que me deram mais alguns véus, pois ter quatro, era pouco. Elas falaram que os véus protegeriam-me da relva. Um casal ofereceu casa e comida para nós. Ficamos lá, e o bebê, que vestia um macacão roxo e vermelho, tentou suicídio, se jogando na privada do banheiro. Otto foi socorrer a criança, que estava quase morrendo. Fomos num mercado e compramos uma cenoura, três grãos de bico e couve, que para nós era uma grande refeição. Minha filha já estava com quatro anos de idade, e usava a mesma roupa de quando era bebê. Otto me abandonou e fugiu em um jipe pelo deserto.
uns animais / li

Amanhecia. Eu estava na rua da casa da minha avó, em Santa Maria. O telefone tocou, fui atender e era Z me pedindo desculpa. Olhei pela janela e vi um coelho cinza do tamanho de um ser humano. Senti medo, pois sabia que não era normal coelhos daquele tamanho existirem. Caminhei pela rua, com meu tio N, fomos na casa de uma prima dele. Paramos na rua para olhar duas águias voando pelo céu, segundo o tio dizia, era muito bonito observar quando as águias mostravam suas penas azuis.
/ li

Estava em uma casa de praia, com a família do meu ex. a casa estava cheia de familiares. Havia a bisavó dele, que era cega e ia dormir ao meu lado num colchão, no chão da cozinha. Ela escorregou duas vezes do colchão para o chão e eu chamei ajuda de outros familiares. Do lado de fora da casa, ouvi gritos, eram bêbados e entre eles um ex namorado pedindo para voltarmos a namorar. Tentei acalmá-lo, mas não consegui. Ele chorava muito e logo tirou toda sua roupa e se deitou no chão. Eu não sabia o que fazer com meu ex-marido e seus familiares que estavam dentro da casa e com o ex-namorado.
nobreza / li

Eu pertencia a uma família real, e junto com minha corte, visitávamos um palácio chinês, na Europa. O palácio era uma construção muito antiga, com quatro andares e sem paredes, apenas colunas o sustentavam a estrutura do prédio. Em meio a muitos corredores, perdi minha corte. Procurei minha corte, estava perdida, sem saber como sair dali. Quando cheguei ao segundo andar encontrei pessoas que participavam de uma orgia sexual. Eles me convidaram para participar, quando minha corte encontrou-me e ordenou a minha saída dali, imediatamente, pois não seria conveniente alguém da minha estirpe assistir ou participar daquele ato sexual.
sapatos / li

Era madrugada quente, assistia televisão com a minha mãe. Z chegou, sentou ao meu lado e conversamos. Logo, já estávamos na casa de seus pais. Encontrei em um canto muitos sapatos de criança, que era de um filho da sua namorada. Fiquei enciumada e comecei a jogar os sapatinhos pela janela. Deitamos em almofadas, no chão e começamos a nos olhar com certo desejo e carinho, mas eu não queria ficar com ele. Z despiu-se, ficando apenas de cueca. Peguei seus pés e comecei a massagear e fazer carinho. Seus pais chegaram, tomaram café em nossa frente. Eles me deram de presente de natal um par de sapato, tamanho 39, que tinham comprado na Argentina, era um sapato de salto alto que se desdobrava e virava uma sapatilha vermelha. Vi em uma estante um grande par de sapato, com detalhes em madeira e plumas, com uma pintura esquisita, disseram que aquele par tinha sido fabricado na Estônia. O pai de Z começou a contar sobre suas viagens e falou sobre os metrôs da Irlanda. Comentei que meu sonho era conhecer as estações de metrô de Moscou.
style / li

Estava sentada no chão de um apartamento, junto de um móvel/bancada de mármore verde alpe, italiano. Senti o mármore gelado em minhas costas. Observando os detalhes, percebi que havia muitas inscrições em caneta hidrocor no móvel, e algumas pichações. O Andy Warhol entrou na sala e pediu para eu cortar meu cabelo estilo chanel.
suco quente / li

Caminhava com Z por ruas de Curitiba. Eu tinha uma vaga lembrança de como chegar à casa do meu tio. Entrei numa confeitaria, na Rua das Flores, e comprei um doce árabe. Z me levou para sua casa, que ficava na cobertura de um prédio muito alto. Subimos num elevador azul, e chegando lá, vi que era uma favela instalada naquela cobertura. Z entrou no seu cômodo e eu fiquei sentada em um banco, sozinha. Estava muito cansada e com sede. Observei que o céu estava cor de rosa e que logo anoiteceria e eu não tinha para onde ir. Bati na porta do quarto de Z e pedi um copo de suco de laranja. Z me mandou aguardar no outro lado da cobertura-favela e trouxe um copo de suco de laranja quente, mandando eu ir embora. Segurei um choro desesperador.
obstáculo imobiliário / li

obstáculo imobiliárioFui visitar um apartamento, perto da minha casa, para comprar. Esperei o corretor de imóveis na portaria do prédio, mas ninguém chegava. Entrei no salão de festas do prédio e encontrei muitos corretores ali, num ambiente desorganizado e barulhento. Solicitei um corretor para mostrar o apartamento que eu estava interessada. Um homem me conduziu ao apartamento, bastante pequeno e com muitos armários de madeira embutidos, por toda parte. Ele pediu para eu ir negociar com uma mulher, que era a responsável pela parte financeira. Para chegar até ela eu tinha que atravessar um trilho de trem, de concreto, como uma ponte, muito alto. Embaixo da ponte de trilho, era a Avenida Borges de Medeiros, em Porto Alegre. Segui até a metade, mas senti muito medo de cair. A mulher estava do outro lado, me esperava irritada.
linguagem / li

Eu e Z sentados na minha cama. Ríamos e nos comunicávamos - altos papos-, como em tempos antigos, sem palavras; apenas com movimentos do dedo indicador de uma de nossas mãos. Mesmo com o clima de cumplicidade e divertimento, eu preferia estar com outra pessoa.
sem palavra / li

Encontrei o Mia Couto numa festa, que era meu amigo, chamei um gordo fotógrafo para fazer uma foto nossa, mas ele estava sempre ocupado, pois gostava de fazer fotos com muitas pessoas juntas e não apenas com duas pessoas. Levei o Mia Couto para uma sala de aula do curso de publicidade. Eu queria falar sobre sua vida e obras, mas tinha esquecido tudo o que eu sabia e o que tinha lido sobre ele. Mia Couto disse que eu era uma escritora. Saímos da sala de aula e fomos para pequena ilha, paradisíaca, nos mares do pacífico. Tomamos sol e banho de mar e após, em silêncio, ficamos sentados ao sol, em cadeiras de praia, somente olhávamos o céu azul.
outro lugar / li

Eu seguia, em um ônibus, até o fim de uma avenida, que terminava num campo. Avistei vários colegas dos primeiros anos de escola, sentados em pedras, debaixo de árvores. Entrei em um velho vagão de trem, onde acontecia uma festa. O vagão partiu sem rumo, e encontrei um antigo colega da 8ª. Série, que eu nunca simpatizei. Ele veio falar comigo, comentando que tinha morado em Buenos Aires e agora estava em outro continente, mostrando-me um confuso mapa do seu atual país. Tentei identificar o país, pois ele não dizia o nome, então vi que se tratava da Dinamarca. Perguntei se ele morava próximo do mar Báltico, ele respondeu que não, morava numa cidade do interior chamada Okstǿlomo. Ficamos juntos, sentados num banco de madeira e entre beijos e abraços, percebi que eu o odiava.
/ li

Era uma noite quente de um sábado monótono e eu perambulava por bares de Santa Maria. Numa rua eu encontrei um cara meio maloqueiro e malandro que parou para conversar comigo. Ele falava gírias estranhas, tinha o cabelo desgrenhado, além de ser meio sujo. Entramos num bar, que parecia o cine Guion. Ele comprou ingressos para a próxima atração, sem saber qual era. Fui procurar a programação do lugar, e tudo estava bagunçado, muitos filmes europeus passando na mesma hora, sem indicação das salas e muitas pessoas perdidas com seus ingressos, se atropelando pelos corredores. Sentei num sofá com o sujeito e começamos a nos agarrar. De uma sala saiu o Andy Warhol. Fui atrás e ele me convidou para o show que o Velvet Underground ia fazer, dentro de uma hora, numa sala toda vermelha, ao lado de onde estávamos.
primeiro dia / li

Eu ia levar minha sobrinha na escola. Vi ela toda arrumada, com seu uniforme de colégio, muito linda. Minha irmã falou que a escola se chamava Divina Providência e eu deveria estar lá às 13hs 20min. Para chegar lá eu tinha que subir uma ladeira íngreme, quase vertical, com muita dificuldade. Avistei a escola, um grande prédio bege. Senti a maior felicidade da minha vida por eu estar levando minha sobrinha no seu primeiro dia de aula.
onde / li

ondeEstava viajando com meu ex-marido, já não éramos mais casados, pela Rússia. Caminhávamos por uma longa estrada, passando por alguns turistas pelo caminho. Encontramos uma antiga usina nuclear, desativada, junto de um playground, ao lado de um rio. Meu ex-marido encontrou uma construção esférica, de concreto, muito alta. Ele subiu no topo, enquanto eu, abaixo, percebi que o rio avançava sobre o terreno. Avistei alguns navios encalhados, pois o rio começava a ficar congelado. Começou a nevar e corremos para nos abrigar em um prédio, que era o Instituto de Educação de Porto alegre. Ali dentro algumas senhoras nos deram roupas quentes e aconselhavam a voltar para casa, mas eu não conseguia saber onde era, ou se a minha casa existia em algum lugar do mundo.
na cama / li

na camaEstava deitada na minha cama, no meu quarto, que tinha pintadas de verde. Mas o quarto era em Paris. No meu lado W dormia. Eu sentia muita fome, mas não queria levantar para não atrapalhar o sono de W. Pensei em chamar minha mãe para trazer café da manhã na cama para nós. A janela do quarto estava aberta, via o dia cinza e um show acontecendo, longe, mas eu podia ver que entre a platéia estava o meu irmão, meu pai e alguns ursos sentados em cadeiras metálicas. Senti-me feliz de estar ali na cama.
dormindo / li

dormindoPela manhã, enquanto eu dormia na minha cama, L entrou no meu quarto, perguntou se eu estava bem, mas eu não conseguia responder. Enquanto eu dormia, ouvia e via as coisas em minha volta, mas não reagia. L sentou do meu lado, deu um beijo no meu rosto e deixou um presente para mim, um brinco prateado, uma argola com um coração no meio, falando que não se importava que eu não usasse brincos.
Curitiba / li

Eu estava em Curitiba, tentando voltar para o Rio Grande do Sul. Eu voltaria de trem, parando alguns dias em uma cidade de Santa Catarina. Caminhei para a estação de trem, no centro da cidade. Quando entrei no trem, percebi que estava sem as passagens e decidi saltar na próxima estação. Fui passar a noite em um hotel, no centro da cidade. O quarto era arrumado e meu tio tinha enviado 5 pares de sapatos roxos para mim. Fui guardá-los num estreito guarda-roupa embutido na parede e vi que ali tinham roupas de outras pessoas. O telefone tocou e era meu cônjuge/namorado (?) ; enquanto falava com ele alguém fazia sexo oral em mim.
tempo de aniversário / li

A campainha da casa da minha avó tocou. Abri a porta e minha madrasta trouxe-me de presente de aniversário, um envelope com passagens e documentos para eu estudar inglês na Indonésia. Segundo indicações, o vôo partia em duas semanas da cidade de Livramento. Muitas pessoas chegavam para me cumprimentar, quando um homem desconhecido trouxe-me de presente um show de 15 minutos com a banda White Stripes, na porta da casa da minha avó. Fui apresentada ao Mia Couto, que tinha problemas para caminhar e movimentar os braços. Conversamos e apresentei-o para meus amigos, carregando-o no meu colo. O show acabou e as pessoas começaram a ir embora. Entrei em uma sala toda vermelha com muitas cadeiras enfileiradas, e em todas elas, vassouras nos assentos.
tempo de aniversário / li

A campainha da casa da minha avó tocou. Abri a porta e minha madrasta trouxe-me de presente de aniversário, um envelope com passagens e documentos para eu estudar inglês na Indonésia. Segundo indicações, o vôo partia em duas semanas da cidade de Livramento. Muitas pessoas chegavam para me cumprimentar, quando um homem desconhecido trouxe-me de presente um show de 15 minutos com a banda White Stripes, na porta da casa da minha avó. Fui apresentada ao Mia Couto, que tinha problemas para caminhar e movimentar os braços. Conversamos e apresentei-o para meus amigos, carregando-o no meu colo. O show acabou e as pessoas começaram a ir embora. Entrei em uma sala toda vermelha com muitas cadeiras enfileiradas, e em todas elas, vassouras nos assentos.
flowers / li

flowersFiz amizade com uma jovem de pele muito branca e longos cabelos negros. Conversando, percebi que na ponta de cada fio do seu cabelo, nasciam pequenas flores brancas.
Pará / li

Fui visitar meu primo, no seu local de trabalho, uma mina no meio da floresta, no Pará. Cheguei ao anoitecer quando os animais emitiam ruídos que indicavam a chegada da noite. Meu primo tinha um ajudante, um adolescente de pele bronzeada pelo sol e olhos verdes, que acompanhava meus passos com um profundo e sério olhar. Fomos dormir em um barraco de madeira, próximo de um rio. Ao deitar-me, senti algo segurar minha perna direita. Pensei ser o ajudante, quando me deparei com um crocodilo amarelo que tentava me engolir. Meu primo veio me socorrer, matando o crocodilo e salvou minha vida. Fui colocada em uma carroça e subimos uma ladeira, de terra vermelha, para chegar ao povoado mais próximo. No caminho, meu primo contava sobre a história da colonização do vilarejo, que atualmente estava quase abandonado. No trajeto que seguíamos, fiquei sabendo do meu diagnóstico, por um homem que havia subido na carroça. Daquele momento em diante, eu teria que viver sempre com o crocodilo amarelo pendurado na minha perna direita.
festa / li

Eu caminhava por ruas desconhecidas, era um dia de feriado com clima de tédio. Encontrei uma garota e ela sugeriu fazer uma festa somente para pessoas desconhecidas, escolhidas aleatoriamente pelas ruas. Eu caminhei por uma praça, usava uma minissaia rodada, tentando segurá-la para o vento não levantá-la. Os mendigos riam de mim, pois viam que eu estava sem calcinha. Peguei um táxi com mais duas convidadas à festa, uma jovem com cabelo verde e uma gorda. Chegamos à casa da festa e havia somente 4 rapazes, um deles era B, que se dizia russo. B estava bêbado e chapado e foi deitar em um quarto, num beliche. Tentei ficar com ele, mas ele não estava bem. Ao voltar para a festa, encontrei muitas pessoas animadas. Todos dançavam e tomavam banho em uma piscina. Mergulhei na piscina vestindo um blusão de lã. Encontrei duas garotas que falavam sobre o Patrick Coutin. Comentamos que somente nós três devíamos ser fã dele, no Brasil. Eu tentava cantar uma musica de Coutin e não conseguia lembrar a letra. Voltei para ver se B estava bem e deitei com ele. Voltando à piscina, o dono da casa tinha retirado toda a água e colocado cadeiras empilhadas dentro da piscina, enquanto um rapaz zombava de outro pelo fato deste ser índio.
/ li

Olívio Dutra apresentava sua nova invenção para um pequeno público de rua, em frente ao clube corintians , em santa maria. Era uma piscina de vidro com um grande guarda-sol, também de vidro, que flutuava no ar. Ele argumentava que servia para os dias mais quentes do verão. Parei para ver, e ele explicava os detalhes do invento. Um viúvo, amigo da minha mãe, resolveu testar e por uma escada de corda subiu até a piscina. Ao entrar para um mergulho, escorregou e caiu morto diante de nós.
miria / li

Em frente a uma casa enxaimel, situada em uma esquina, tinha uma árvore muito antiga e alta. Nos galhos dessa árvore morava uma menina, de uns 12 anos, pele bem morena e cabelos lisos, chamada Miria. Ela vivia em cima dessa árvore, feito um macaco, pulava de galho em galho sem nunca ter descido para o chão. Jamais alguém notou sua presença, mas ela sabia tudo da vida da família que morava na casa enxaimel. Miria acompanhava o cotidiano da família, um casal com um filho pequeno e seus amigos, outro casal que também tinha um filho pequeno.
quem? / li

Meu ex-marido queria reatar o casamento comigo. Eu não aceitei, mas minha sogra veio falar sobre os benefícios que eu teria, pois seria feliz. Aceitei a proposta e meu ex-marido chamou sua atual namorada para terminar o relacionamento deles. Ela saiu furiosa comigo. Meu ex disse que ela só andava de carro, o tempo todo, e isso o incomodava. Fui para um quintal e encontrei B sentando em uma cadeira. Vi que ele nada fazia e resolvi tirar minha calcinha. Sentei no colo dele, levantei minha saia, tirei a bermuda dele, e sem trocarmos palavras, começamos a transar enlouquecidamente. Sentia que era a melhor transa da minha vida. B ejaculou na minha barriga e chamou um nome feminino que eu não consegui entender. Aos pulos, uma menininha loira, com uns 2 anos de idade, chegou ao nosso lado. Percebi que ela era muito parecida com B. B me nos apresentou, dizendo que a menina era a nossa filha.
escolha do fim / li

Eu ia à festa de aniversário do meu irmão, que era criança. Diziam que seria uma festa diferente. Ao entrar no salão de festas vi o Frank Jorge junto de convidados que eu nunca havia visto. Encontrei com meus tios e sem motivo algum, briguei com eles. Saí atordoada e fui para um terraço, onde encontrei um rapaz que tinha participado de um BigBrother, que veio me abraçar, como um antigo amigo. Ele mostrou suas habilidades na prática de Pa-kua, subindo pelas paredes de um prédio. Logo, o Big Brother foi aos amigos, entre eles o Wander Wildner. O amigo do BBB me empurrou para o colo do Wander gritando ‘laranja e vermelho‘. Eu respondi ‘laranja‘, e no colo do Wander,nos beijamos ardentemente. Ao fim do beijo, estávamos em um campo, e Wander afastou-se de mim para fazer um buraco na terra, que logo após se transformou em uma escultura da sua cabeça com um minúsculo corpo. Saímos apressados para o show do Wander, em um grande teatro, quem faria a abertura do show era o Otto. O show foi curto e quando saí para ir embora, vi que o teatro era uma igreja. Uma mulher veio atrás de mim, com minha mãe, ela disse ser a terapeuta do meu pai e que eu precisava convencê-lo a comprar uma fazenda caríssima para ele ter salvação. Questionei sobre o tipo de terapia que ela fazia e ela respondeu que realizava ‘terapia holística de seres extraterrenos‘. Ri muito e saí para ir embora. Ela me seguiu e disse que eu não tinha como escapar. Os sinos da igreja começaram a tocar e aos poucos se formou um campo magnético em toda rua, impedindo meus movimentos. A cada tentativa de dar um passo, surgiam imagens de sombras negras de pessoas na minha frente. O campo magnético se tornou mais forte e senti que meus pensamentos eram atraídos para um grande imã. Com muito esforço, eu procurava manter meus pensamentos dentro da minha cabeça, mas alguns fragmentos de pensamento acabavam presos ao imã. Senti medo e não queria aceitar a proposta da terapeuta, mesmo sabendo que concordando com ela, eu estaria livre da incômoda situação. Vindo em minha direção, o Wander Wildner pegou minha mão pedindo para que eu aceitasse a proposta e seguir com ele. Assinei uma promissória para a compra da fazenda e fomos deitar em beliches espalhados pela areia de uma praia para esperar o resto do mundo acabar.



colônia labirinto / li

Eu estava com B em uma colônia de férias com meus familiares. B falava o português perfeitamente e se divertia com meus primos. Todos dormiam em um mesmo quarto, o restante da casa era formado apenas por corredores decorados com diversos temas, um com objetos infantis, flores, cinema, oficina mecânica, etc. Alguns rapazes desconhecidos chegaram para se hospedar no local. Conversamos e rimos muito. B foi assistir uma corrida de moto no pátio e eu fiquei com os rapazes. Um deles começou a me perseguir, pois queria me matar. Procurei B e não encontrei em lugar algum. Entrei por um buraco no teto que dava para a cozinha da casa de uma tia, onde a mesa estava cheia de restos de comida. Minha mãe me mandoueu recolher tudo para levarmos para casa. Eu guardei copos, pratos e xícaras sujas dentro de sacolas plásticas. Avistei B em uma garagem e vi que minha prima K se insinuava para ele. Fui atrás deles, mas me perdi pelos corredores e fiz xixi nas calças.
interiores / li

Fui acompanhar minha avó à localidade de São Geraldo, no interior do interior de Santa Maria, onde ela passou sua infância. Ao chegar à localidade, ela mostrou-me o local onde era sua casa. Atualmente, ali era uma modesta instituição do governo. Percebi que o povoado era grande, maior e diferente de quando eu havia visitado anteriormente com meu ex-marido. Havia construções típicas da ilha dos Açores, do século XVII. Muitas casas estavam abandonadas, pois os habitantes mudavam-se por não gostarem que no povoado houvesse pequenos cemitérios espalhados pelas ruas. Vi uma igreja antiga e um boteco, onde os homens se encontravam para beber. Pensei ter visto o pai da minha avó, mas lembrei que ele já estava morto desde 1965. As pessoas eram caipiras muito amáveis, se reuniam em praças para dançar e cantar. Minha avó entrou em uma instituição do governo para assinar uns papéis e da janela avistei o túmulo do seu irmão gêmeo, que falecera quando tinha 2 meses de vida. Minha avó falou que não se interessava pelo velho túmulo, pois seu irmão gêmeo havia nascido nos Açores, enquanto ela ignorava o seu local de nascimento. Fiquei muito feliz com a revelação de que meus bisavós tinham vindo dos Açores, queria saber qual das ilhas, mas minha avó não queria falar nesse assunto. Caminhando pelas ruas do local, eu perdi minha avó. Fiquei triste e procurando encontrá-la. Eu mostrava fotos dela para os nativos, mas ninguém respondia. Entrei em um bosque onde estava um senhor muito velho, moreno, enrugado e com as mãos calejadas, ele fazia esculturas com restos de ossos de animais. Ele disse que conhecia minha avó, mas não havia visto ela nos últimos anos. Enquanto procurava a minha avó, eu fotografava o local. Anoiteceu e senti medo. Fui procurá-la em uma ponte, e percebi que a ponte ligava dois castelos, cada um com duas minas de carvão abandonadas.
vizinhos guerreiros / li

Tio O morava em um novo apartamento, era um apartamento em um edifício de madeira, muito velho. Entrei no quarto e achei que tinha muito cupim e poeira, mas o tio estava feliz em viver ali. Ele levantou o tapete e mostrou-me que o piso era feito de tela de arame, e que podia ver o apartamento do andar inferior, onde viviam homens sujos e rudes, que sempre estavam em volta de um barril com uma chaleira. Ele disse que eram boa gente e que ele os chamava de ‘guerreiros‘
perdidos / li

perdidosUma flor vermelha caminhava na Avenida Borges de Medeiros, em Porto Alegre, junto com o seu namorado, um sapo. Os dois, pequenos seres no meio da multidão, se perderam nas ruas do centro da cidade. Eles não sabiam voltar para casa, entravam em ruas cinzas e desconhecidas, fazendo a cidade parecer estranha. A flor estava angustiada, pois tinha leucemia e estava cansada. O sapo começou a ser perseguido por algo/alguém sem saber o motivo disso. Sentiam medo e correram. A flor escondeu o sapo atrás de um poste e protegia-o. Eles começaram a correr em círculos, em volta do poste, para despistar o inimigo. A flor dizia que não se sentia bem e fazia juras de amor ao sapo, pois sabia que logo iria morrer. Quanto mais corria, a flor ia murchando e a cor vermelha de suas pétalas transformava-se em tons mais pálidos. O sapo dizia que eles corriam para esquecer que não iam poder se amar por muito tempo.
apê / li

Minha tia tinha me dado de presente um apartamento na praia. Era um apartamento num 4º. andar, tinha sacada, dois dormitórios e uma minúscula dependência de empregada. O prédio ainda estava em obras. Minha prima C e seus irmãos me levaram para conhecê-lo. Entramos pelo corredor, com piso e escadas de terra. Fiquei sozinha no corredor escuro e minha prima C saiu correndo para matar um morcego. Entrei no apartamento e encontrei várias geladeiras antigas em todos os cômodos. Fui à varanda e fiquei feliz que ao lado do prédio havia muitos eucaliptos plantados.
B / li

Eu estava em um bar, com L e outras amigas. Y chegou, sentou conosco e logo foi andar pelo bar. Pedi 3 bebidas, uns sucos diferentes. Fui servida em 3 pequenos copos. Saí com L para um campo e sentamos no chão. Muitos jovens passavam por ali, um rapaz loiro com cabelos compridos veio conversar com L. fui caminhar pelo bosque e encontrei alguns primos sentados na beira de um açude. Logo, B chega, me abraçando e entendendo a língua portuguesa. Fiquei feliz e fui mostrar o local para ele. Caminhamos até um lugar mais reservado e B foi nadar no açude, usando um calção vermelho. Eu fiquei sentada a sua espera. B voltou para me abraçar. Senti seu corpo molhado junto do meu.
combinação / li

Eu tinha uma tatuagem no peito, violetas roxas com folhas verdes que iam de um ombro a outro. Experimentei um colar, cujo ornamento/pingente era um peixe roxo com a gargantilha de esmeraldas. Fui mostrar pra minha mãe como tudo estava combinando.



/ li

Acordei de manhã, tinha dormido com meu ex-marido. Ele levantou e apressado se vestiu. Meio sonolenta, senti que objetos dentro do edredom perfuravam meu corpo. Mudei de posição. De dentro do edredom, materiais pontiagudos saiam. Sentei na cama e comecei a tirar um por um, cacos de vidro, arames, grampos de grampeador e quinquilharias metálicas. Perguntei para meu ex de onde aquilo tudo tinha saído, ele disse que era praga da sua nova namorada.
xixi / li

Em uma sala eu encontrei antigas amigas, D, C e A. Elas estavam muito bêbadas e jogavam cartas. C perdeu o jogo e a aposta feita era que quem perdesse o jogo teria que receber o xixi do marido de D dentro do ouvido. O marido de D foi chamado e urinou por muito tempo dentro do ouvido de C, enquanto todos riam da situação.
meus lábios / li

Eu entrevistava um homem francês, chef de cozinha, que ensinava como fazer quindins de diversos sabores. Provei alguns, e derrubei um pote de quindim sabor framboesa. Ele ficou brabo comigo, mas começou a me abraçar pelas costas, senti que ele estava excitado. Fomos caminhar por um pátio de um antigo prédio e encontramos minhas primas e minha mãe. Falei para elas que Paris era igual aquele lugar, os mesmos prédios, a mesma cor do céu. Nesse momento, senti que meus lábios caíram da minha boca. Juntei-os e fiquei segurando nas mãos, com cuidado para não perde-los. Minha prima D. deitou-se em um sofá e começou a chorar muito. Tentei consolá-la, enquanto colocava meus lábios de volta na minha boca, procurando fazer com que ninguém notasse meus lábios soltos; D. chorava e compulsivamente enviava e-mails para todos seus contatos. As mensagens dos e-mails eram difíceis de decifrar, pois continham caracteres que eu nunca tinha visto. Logo apareceu pela janela CL, furiosa comigo. Ela invadiu a casa e começou a me perseguir e me bater, enquanto eu também a agredia. Escondi-me embaixo de uma cama e procurei um celular para chamar a polícia. Corri até a cozinha e percebi que CL tinha seu corpo ‘partido‘ ao meio, não tinha suas pernas, mas mesmo assim ela se arrastava atrás de mim. O chef francês me encontrou e saímos dali com minha prima K. Entramos em uma garagem e começamos a transar. Com cuidado eu tentava não falar nem beijá-lo para que meus lábios não soltassem da minha boca. Minha prima K. estava sentada nos observando.
na palha / li

Na sala da minha casa havia um grande cano feito de palha, que ocupava todo o espaço. Entrei dentro do cano e deitei. Encontrei B. deitado ali dentro, ficamos de mãos dadas e o cano começou a flutuar.
velhos loiros / li

Eu caminhava pela rua da casa da minha avó, em Santa Maria. Avistei a casa dela, muito suja e velha, parecia abandonada. Vi minha avó sentada na varanda, porém seus cabelos estavam tingidos de loiro, e arrepiados. Achei estranha sua aparência, e ela logo justificou que estava pintando os cabelos, não apenas os seus, mas os cabelos do meu tio O., que estava sentado em uma poltrona de ônibus, ao lado da casa, também com os cabelos loiros e arrepiados, olhando para o nada.
coisas molhadas / li

Eu chegava a Paris para encontrar Z. Caminhamos por muito tempo para chegarmos á casa onde ele estava morando, que ficava em um banlieues. Entrei em um mercado com funcionários alemães e comprei cremes. Chegamos à casa, muito pequena e suja. Nesse momento Z era GB. Havia uma senhora italiana com seu filho pequeno morando nesta na mesma casa. Uma mochileira bateu na porta e pediu estada. Falamos que não havia espaço para ela. Fui caminhar pela cidade, sozinha, para fazer fotos. Caminhando cheguei a uma praia na Alemanha. Fiquei próxima do mar e avistei muitas baleias próximas da areia. Entrei em uma casa de madeira e conversei com uma senhora idosa. Fiz fotos com ela e mais um casal de namorados que estavam ali. Ao conferir as fotos, vi que minha imagem sempre estava atrás de uma pilastra. O mar avançou para a casa e minha câmera foi engolida pelo mar. Uma moça subiu em um trampolim e mergulhou para resgatar minha câmera. Ela trouxe 3 celulares para mim, todos molhados. Avistei minha câmera em uma escadaria em cima de uma grande e antiga ponte labiríntica. Cada parte da ponte pertencia a um país diferente, Rep. Tcheca, Bélgica, Bulgária e Holanda. Corri para cruzar as alfândegas e recuperar a câmera, mas meu passaporte estava boiando no mar.
kochanie / li

B chegava ao Brasil, tinha vindo de navio. Caminhamos por santa maria, quando percebi que ele vestia roupa de escoteiro e tamancos. B entendia o português perfeitamente, mas eu tinha dificuldade em falar qualquer outra língua. Mostrei minha universidade, que era um local muito pequeno, com salas apertadas e muitas pessoas. B entrou animado, conversando com todos. Seguimos e fui mostrar minha turma de francês, mas na sala acontecia uma formatura. B entrou e assistiu a solenidade, se enturmando com todos. Entramos em um estádio de futebol, onde havia muitos banheiros, entramos em uma cabine e começamos a nos beijar e a transar. Percebi que as cabines não tinham teto e as pessoas de andares mais altos do prédio estavam nos olhando. Saímos e após uns passos, percebi que B tinha esquecido sua mochila verde em uma cabine, voltei para pegá-la. Na rua, percebi que B usava uma camiseta verde, muito bonita. Deixei B sozinho na minha universidade e fui para a casa da minha mãe limpar o banheiro , que estava muito sujo.
mordida / li

Passei na frente de um mercadinho de esquina e resolvi entrar para comprar picolé. A dona do mercadinho conversava com amigas e não me atendeu, saí dali dizendo para ela colocar na conta da minha mãe. Um cachorro podlle amarelho aproximou-se de mim e mordeu o meu braço. Eu não conseguia fazer o cachorro me soltar e ninguém me ajudava.
Deodoro / li

Minha avó estava na sua casa, sentada em uma poltrona. Ela tinha um problema de saúde sério, que a impedia de caminhar. Ela conversava com sua irmã e outras senhoras muito velhas. Uma delas começou a comentar sobre um antepassado da nossa família, um tal Deodoro, que eu nunca tinha ouvido falar. Diziam que ele tinha vivido no século XV, em Portugal e era um sujeito muito aventureiro, antes de vir para o Brasil ele havia passado uma temporada no Egito. Disseram que uma prima da minha mãe sabia muito bem da vida do tal Deodoro.
/ li

Em Santa Maria eu estava em um apartamento de um edifício antigo, construção típica dos países comunistas. O apartamento era pequeno, no 8º. andar e possuía as divisórias em madeira. B estava comigo, e resolvemos pular a janela. Caímos no telhado do estacionamento do prédio, que era forrado com uma espuma amarela. Ficamos de mãos dadas enquanto pulávamos e ríamos muito. Percebi que no pátio interno do edifício havia um restaurante polonês, e todos os moradores do prédio eram poloneses e nos observavam pelas janelas. De repente senti medo dos saltos e pedi para B que parássemos e ficássemos deitados. Ele disse que não havia perigo. Ficamos deitados na espuma conversando.
AVC / li

Meu ex-sogro tinha sofrido um AVC. Ele caminhava sozinho pelas ruas de santa Maria e sentiu um súbito mal-estar. Caiu em escadas de um prédio e desconhecidos levaram-no ao hospital. Como não sabiam o seu nome nem quem ele era, trataram-no como indigente. Encontrei seu filho, meu ex-marido, no corredor do hospital, com o pai numa maca. Diziam que assim que houvesse atendimento ele seria tratado. Seu estado piorava, ele estava próximo da morte. Disse para meu ex-marido que em Santa Maria tudo funcionava pela posição social que as pessoas tinham. Saí gritando pelos corredores, dizendo que ele era médico neurocirurgião e que não podiam deixá-lo se esvair daquela forma. Meu ex-marido condenou minha atitude e disse que seu pai precisava morrer.
/ li

Era 4 da manhã e eu e minha mãe limpávamos a casa da minha avó. Eu esperava B chegar pela manhã, quando ouvi a campainha tocar. Ao atender, B estava ali na minha frente, vestindo uma camisa social azul, com sua mala e um mendigo que o ajudou a carregá-la. B falou que faria o pagamento do táxi com cheque e entrou na casa. Deitamos em uma cama ao lado de um fogão a lenha, na cozinha. Com o cobertor, cobrimos-nos por inteiro enquanto eu tirava sua camisa. Seu corpo estava muito quente. No escuro, debaixo do cobertor, eu só via os seus olhos verdes. Acariciei suas pálpebras. Com minhas mãos apalpei todo o seu corpo. Beijei seu peito, lambi sua axila e, imediatamente, a parte esquerda do meu corpo ficou grudada nele. Fiquei com o meu corpo aquecido. Mesmo sem poder me movimentar sozinha eu fiquei feliz. Não conseguia falar inglês e resolvi me comunicar em português, mesmo sabendo que ele não entendia, mas era a única maneira de comunicação que poderia ter.
onde / li

Era uma noite de verão chuvosa. Eu estava sentada com amigos em uma mesa de bar, numa calçada qualquer. Comecei a flertar com um homem de outra mesa, mas eu estava com alguém, talvez algum marido, que eu não sabia quem era. Levantei para ir embora, eu de mãos dadas com o marido desconhecido. Caminhamos para atravessar uma rua, quando percebi que meus pés não tocavam no chão. Tive que fazer um grande esforço para fingir que caminhava com os pés no chão, mas eu não conseguia. Lembrei que fazia tempo que eu não caminhava com os pés no chão, apenas no ar.
jim / li

Fiz amizade com um pernambucano. Estávamos em uma festa na cidade de Butiá. Um rapaz sentia dor de cabeça e estava quieto num canto. Alguns minutos depois, as pessoas começaram a chorar e disseram que ele havia morrido. Eu e o pernambucano fomos passear em um cemitério. Encontramos o túmulo do Jim Morrison . O pernambucano se deitou ao lado do túmulo e me chamou junto dele. Ficamos juntos, deitados e abraçados.
gosto sal / li

Sentei atrás de B. Olhei para o céu e percebi que a noite e o dia passavam rapidamente. Abracei seu corpo com meus braços e minhas pernas. Senti nosso corpo junto como se fosse apenas um. Seu corpo estava quente. Minha língua fez desenhos em seu pescoço e em suas costas, meus pés acariciaram suas coxas e seus pés.Ficamos quietos e vi o rosto de B com um sorriso brilhante.Coloquei minha língua dentro de sua orelha. Avistei o mar próximo de nós. Senti a orelha de B salgada como a água do mar. Senti esse sabor por todo o seu corpo. Fiquei feliz de estar com B e seu corpo salgado e quente junto do meu.
vizinha / li

No novo apartamento da minha mãe, na Rua Duque de Caxias, em Santa Maria, eu conheci sua vizinha. Era uma senhora que morava sozinha e dizia-se vidente. Ela pediu para eu avisar minha amiga T que elas precisavam rezar juntas pela saúde de sua mãe. A vizinha entrou no nosso apartamento e falou de sua vida, que receitava ervas e rezava muito, reparei que suas mãos eram repletas de feridas. Minha mãe colocou no corredor do prédio, uma imagem de 1,50 de Nossa Senhora Aparecida. A vizinha pegou em minhas mãos e logo suas feridas passaram para as minhas mãos. Senti dor nas mãos. Senti medo em ter feridas tão feias quanto às dela.
vítimas / li

Com GB, eu entrei em um restaurante na casa de Cultura Mario Quintana. Era noite de inverno e o local estava cheio. Sentamos em uma mesa e pedimos filé ao garçom. Logo, entrou um grupo de assaltantes pela porta. Todos carregavam muitas armas de fogo e estavam furiosos. Eles não queriam dinheiro, apenas uma brincadeira que consistia em sortear algumas pessoas do restaurante para matá-las, filmando o acontecimento e prometendo que assim as vítimas ficariam famosas. Foram distribuídos cartões com números às vítimas, o chefe dos assassinos dizia um número e quem tivesse o número correspondente no cartão, era a pessoa que iria morrer. Todos pegaram seus cartões, eu recusei a olhar o meu número por que não queria morrer. O primeiro número escolhido foi o número 3. A pessoa escolhida, uma moça com longos cabelos encaracolados, foi feliz para frente das armas e das câmeras, falando animadamente da sua vida e sorrindo, nos seus últimos momentos. Os assassinos fizeram-na falar suas últimas palavras e fazer pose diante das câmeras. Todos aplaudiam. Eu me escondi embaixo da mesa e fui para a porta de saída. GB estava ali e disse que era um perseguido político, pois seus pais eram comunistas na Argentina e o alvo principal da noite era ele.
eternidade / li

Caminhando pela rua, entre transeuntes, avistei pessoas que já haviam morrido. Pensei que fosse alguma alucinação causada pelos medicamentos que eu estava tomando. Mesmo assim, decidi voltar para casa. Comentei com amigos o tal fato e deram-me como lunática. Melhor ficar calada vendo os falecidos levando suas vidas como se estivessem vivos, ali em volta de mim. Algum desses mortos veio até mim e contou-me que as pessoas nunca morriam. A morte que conhecíamos acontecia quando todos os amigos da pessoa que viria a morrer, desejassem seu desaparecimento. Assim, nós, ‘os vivos‘, eliminávamos alguém considerado supérfluo à existência dos nossos planos. Avistei familiares e conhecidos, dados como mortos, e lamentei que eu também tivesse desejado a eliminação dessas pessoas. Senti medo dessa eternidade e dessa vida.
Maionese! / li

Eu estava em são paulo, mas a cidade era um labirinto com construções como as de filme de ficção científica, muito metal, túneis e caminhos desencontrados. Entrei em um trem que tinha outro trem dentro dele. As pessoas reclamavam que mesmo um trem contendo outro, não era eficiente, culpavam o governo ou a prefeitura. Minha mãe disse que tinha uma mensagem de voz no meu celular. Ouvimos e era B, falando em português, carregado de sotaque: ‘ eu te amo, maionese, eu te amo, maionese‘. Não entendi o recado e fui ouvir de novo, mas não encontrei a mensagem no telefone.
chato / li

Eu chegava na casa de um conhecido, minha mãe estava lá esperando por mim. Ao entrar no quarto, onde minha mãe estava, encontrei o Gandhi parado na porta. Ele estava sentado em uma cadeira de rodas e começou a conversar comigo. Sua conversa era muito chata e eu procurava concluir o assunto para ver minha mãe. Ele insistia em conversar e eu respondia com monossílabas, demonstrando desinteresse. Pensei que o Gandhi era um cara muito chato.
América do Sul / li

Fui visitar uma amiga na Colômbia. A cidade estava toda vazia, ninguém nas ruas, tudo era silêncio, mesmo sendo uma grande cidade. Achei chato e fiquei assistindo um seriado, na televisão, sobre uma numerosa família rica e bonita. Pela janela avistei um prédio azul e rosa, e vi o Hugo Chavez saltando pela sacada de um andar alto. Minha amiga disse que os prédios não tinham escadas e as pessoas costumavam saltar para sair de casa. Fui passear e comprar presentes para os amigos, as lojas estavam fechadas e encontrei apenas uma senhora vendendo artesanato na calçada. Comprei uma xícara e um pequeno bule feitos de camomila. Um homem com bigodes e sobrancelhas grossas e longas abriu sua loja e mandou eu entrar. Senti medo, ele estava furioso e disse que vendia sinos.
bucólico / li

Roman Duris se jogou de uma janela do 4º andar de um prédio. Era a cena de um clipe. Ele ficou todo torto e com dores no corpo. Em frente havia um terreno vazio, ali havia sido montado um grande colchão, onde as pessoas poderiam pular. Eu pulava, junto de estranhos. O telefone tocou e fui atender, era um argentino dizendo que queria falar comigo, ele me passou o endereço e imediatamente, eu fui ao local. Chegando lá eu subi por canos de ferro para chegar à casa. Encontrei uma garota, que disse ser a dona da casa. Encontrei GB e conversamos, ele contou-me que tinha vindo de uma cidade perto da Ásia, chamada Guarani. Levei-o para conhecer o Brasil. Entrei em florestas e mostrava o país para B. A floresta era dividida em partes, tudo separado por tons de cores. Em uma parte, o chão era coberto de morangos, em outra, coberto de maçãs, outra de pêssegos, e no meio da floresta, corria um pequeno rio com águas brancas, enquanto muitas flores caiam das árvores. Nos deitamos sob as frutas e começamos a comê-las. Algumas frutas tinham bicho dentro, mas eu expliquei que no Brasil, isso não era problema. Achei estranho que eu nunca tinha visto esse lugar antes, mas tentei mostrar que conhecia muito bem. B apanhou uma flor amarela para mim e disse que não voltaria para o seu país.
meus pregos / li

Meu ex levou-me para conhecer sua casa e sua nova família. Sua esposa tinha cabelos curtos e tinha 2 filhos. A casa era pequena e muito estreita, com flores pintadas nas paredes e grandes esculturas rústicas de animais. Achei estranho que em toda casa havia apenas uma poltrona. Saí dali e encontrei com meus primos quando comecei a sentir dor em minhas mãos. Ao examiná-las, percebi alguns pontos diferentes nas palmas das mãos. Mostrei aos meus primos e quando olhei novamente, os pontos transformaram-se em pregos coloridos, que saíam debaixo da pele das mãos. Fiquei apavorada, e as dores se intensificaram. Caminhamos, por ruas do subúrbio da cidade de ‘santa maria‘, carregando malas. A dor nas mãos tornou-se mais intensa e pedi para um primo carregar a mala que eu levava. Continuei sentido forte dor nas mãos. Meu primo tocou em um dos meus pregos coloridos e disse-me que eles davam choque. Senti coceiras em meus braços e vi que nasciam unhas finas por todo antebraço. Senti medo de ter uma doença grave, quando percebi que da minha virilha, nascia uma longa casca de cebola.
no leste / li

Era inverno, fazia um frio intenso, ouvi dizer que era uma frente fria da Rússia que se aproximava. Peguei uma mala e entrei em um trem para viajar. Dentro do vagão, eu encontrei vários conhecidos de santa maria. As poltronas eram todas de madeira, e pensei no desconforto da longa viagem. Estava anoitecendo e todos os passageiros preciram trocar de trem. Descemos na praça Saldanha Marinho, em Santa Maria. K e C avisaram para eu pegar minha mala e vestir mais roupas para não sentir frio durante a noite. Encontrei Z, mau-humorado e começamos a correr em volta de um poste, ele tentava convencer-me de não seguir a viagem, e eu falava o quanto poderia ser interessante prosseguir. Entrei no novo vagão, já atrasada, e sentei em um banco bem no fundo. Todos dormiam e logo chegou a estação que eu desceria. Tentei me despedir de todos, mas poucos acordaram. Deixei minhas malas em uma praia e caminhei junto de B, eu estava em uma praia na Ucrânia, e logo eu avistava uma praia Russa, que não permitia a minha entrada. Entrei na água e fui até uma ilha, onde encontrei mitos brasileiros e um cego seguia, pelo mar, para a Rússia.
casamento ruim / li

passava na tv o primeiro trabalho televisivo com a atriz regina duarte, em imagens preto e branco, dos anos 60. A personagem da atriz ia parar na casa de um lenhador russo e no caminho, encontrava seu grande amor em um carro estacionado numa pequena rua. Assumi a personagem da Regina Duarte, e comecei a viver a vida dela, adquirindo inclusive, os traços físicos da atriz. Em um colégio interno de moças, eu subia em pedras para fumar escondido. Voltei à casa do lenhador russo, e fui sequestrada e mantida encarcerada dentro de um quarto sem móveis, com ordens de não dormir. Havia outra pessoa junto de mim, e sempre algum de nós tinha de estar acordado. Víamos, através de frestas na parede, homens ricos, usando bigodes, que chegavam à casa para jogar clandestinamente. O russo, dono da casa parecia com o luciano pavarotti, e logo se apaixonou por mim. Foi então que percebi que eu já estava casada com ele e tinha uma filha. Uma antiga colega apareceu na casa com dois filhos. Procurei fazer com que ela se interessasse pelo meu marido para que eu pudesse fugir. Tomamos banho numa piscina grande, com muitas pessoas, e nesse momento, eu fugi. Meu marido russo correu atrás de mim. Eu escondi em diversos lugares, mas mesmo assim ele me alcançava, e ao me encontrar, me batia. Eu fugi para a cidade de santa maria, fiquei numa casa antiga (o castelinho da rua Astrogildo de azevedo), onde moravam outras pessoas. Em minutos, meu marido apareceu lá, entrou furioso e me bateu. Eu me escondia pela casa, mas ele sempre me encontrava e me espancava. Sentia cansaço, mas tinha forças para correr pelas ruas e fugir. O marido aparecia por todos os lugares que eu estava e sempre me espancava. Voltei para o castelinho e pedi ao marido russo, paz pela nossa filhinha. Ensanguentados, nos abraçamos e transamos. Tudo parecia calmo e tranqüilo após o sexo, quando de repente o marido voltou à fúria habitual. Tentei escapar, mas ele atravessou os vidros de uma janela. Entrei em uma sala com grades nas janelas e portas e ali dentro estava uma senhora japonesa. Ele entrou ali, e escapamos dele, aprisionando-o na sala.
meu poço / li

Eu estava passeando em um carro com um casal por uma estrada com muitas curvas na serra. O carro parou e entramos no mato. O senhor que dirigia disse que mostraria o meu pensamento, logo adiante. Caminhamos pelo mato, em meio de árvores e pedras. Quanto mais caminhávamos, mais sentia umidade em meus pés e uma sensação de silêncio dentro e fora de mim. Percebi que a vasta vegetação cobria uma antiga construção de um balneário luxuoso, com restos de ornamentos de pedra e ferro cobertos por limo. Tropecei em um tampão de ferro enferrujado no chão, em meio a pedras, quando o casal parou em frente a um poço de concreto. O senhor abriu a tampa do poço e mostrou que ali era o meu pensamento.
meias / li

Na casa da minha avó eu e minha mãe nos preparávamos para dormir, na sala. Arrumamos o sofá-cama e um colchonete no chão. Minha mãe falou que estava morando ali. Tudo estava bagunçado, os móveis da sala estavam na cozinha, e os da cozinha na sala. Na sala de jantar as cadeiras da mesa eram todas diferentes umas das outras. Falei para minha mãe que ‘ela estava morando numa baderna’. Deitamos e logo os vizinhos ( jovens estudantes) chegaram para dormir ali. Vi que A entrou junto e deitou ali perto. Perdi o sono e lembrei o quanto era apaixonada por ele. Levantei para ligar a televisão e pegar cobertas. A veio para junto de mim e começou a fazer carinho e me abraçar. Fiquei feliz por estarmos juntos depois de tanto tempo. A me deu uma mochila com revistas que sua mãe tinha mandado. Olhei as revistas e reparei que todas eram velhas. Eu queria estar bonita para A, e por isso tentava tirar minhas meias, para que A não as visse. Eu tirava a meia do pé esquerdo, mas via, que ainda estava usando as mesmas meias. Por diversas vezes tirei as meias, escondendo a do pé esquerdo embaixo do colchonete, mas a meia esquerda sempre voltava a aparecer no meu pé, dificultando para que eu e A ficássemos juntos.



herança / li

Eu ia trocar de apartamento e encontrei uma cobertura com um preço muito bom. Minha mãe se mudaria para outro apartamento pequeno e era contra a minha escolha. Brigamos pq eu queria ficar com um piano da minha bisavó, que tinha vindo da Arábia Saudita. Minha mãe alegou que mesmo indo morar em um apartamento pequeno queria o piano para ela , pois era herança de família.
cabeças soltas / li

entrei em um cassino em busca de alguma pessoa conhecida. Encontrei a Uma Thurmann e a Sharon Stone acompanhadas por um homem. Eles pediram que eu subisse no último andar para encontrá-los lá. Ao chegar no lugar combinado, estranhei a sujeira do andar. Entrei em uma cozinha absurdamente suja, a cozinheira veio até mim e disse para eu seguir adiante pelo corredor do andar. Várias portas surgiam ao longo do corredor. Resolvi espiar por algumas delas, eram pequenos quartos, que funcinavam como prostíbulos, com homens velhos transando com meninas. O corredor parecia não ter fim, e por cada porta que eu passava, espiava novamente, em busca dos amigos. Decidi entrar em um quarto para descansar. Sentei em uma grande cama e ouvi grunhidos. Ao virar-me para trás, vi muitas pessoas deitadas, todos obesos, peludos, muito sujos, suados e nus. Nenhum obeso podia sair da cama, todos viviam ali, deitados o tempo todo. Os obesos começaram a se masturbar e vi que um deles retirava sua cabeça do pescoço para fazer sexo oral em outra pessoa. Saí correndo dali, e num terraço reencontrei a Sharon Stone e a Uma Thurman. Começamos a transar, quando percebi que estava transando apenas com o corpo da Sharon Stone, pois ela havia retirado sua cabeça e colocado-a em cima de uma mesa.
perdida / li

Passeava nos EUA, ficava apenas um dia. Era uma cidade do litoral. Quando anoiteceu, o mar avançou pelas ruas. Sua água estava marrom. Dei voltas na quadra e perdi minha companhia de viagem na rua. O mar avançava cada vez mais e eu não sabia para onde ir. Queria muito encontrar X.
clodovil e eu / li

em uma casa de campo, encontrei o Clodovil. Passeamos pelos jardins e voltamos para a casa, onde entramos em um quarto. Começamos a transar, e fiquei espantada com o tamanho do pênis dele, muito grande. Quando houve a penetração, o pênis dele se desprendeu do corpo, ficando inteiro dentro de mim. Eu tive que retirar seu pênis e devolve-lo. Depois da transa ele me deu uma foto sua, de quando era criança, sentado embaixo de uma árvore, e um livro do Nelson Rodrigues, chamado ‘O Gaúcho’.
Cabeça de Gato / li

em uma cama de casal, eu conversava com K e Z. Eles tinham um gato que brincava conosco. De repente o gato começou a me perseguir e mordeu a minha mão. Tentei mantê-lo distante de mim, afastando-o com minhas mãos. Empurrei a cabeça dele com meu dedo indicador, e senti que penetrei na cabeça dele. Sua cabeça caiu do corpo e fiquei horrorizada em ver o corpo do gato caminhando sem cabeça. Entrei em pânico, com medo de olhar meu dedo, pois sentia que estava sujo de sangue e pedaços de cérebro do gato.
caravan / li

Eu passeava em com meus primos e primas, no bagageiro de uma caravan por uma cidade alemã suja e cheia de indústrias. O carro era muito luxuoso e estávamos contentes em andar nesse automóvel pela cidade. O bagageiro estava aberto e tínhamos que nos segurar para não caírmos do carro em movimento. Minha prima L resolveu dirigir e K dizia que ela não dirigia bem. L parou o carro, atravessado-o no meio da rua, que era a Av. Presidente Vargas, em Santa Maria. K assumiu o volante e começou a dirigir em alta velocidade. Eu queria parar para que conversássemos, pois os outros primos estavam dormindo, mesmo se comportando como estivessem acordados.
dentes pequenos / li

percebi que havia algo diferente em meu rosto. Parei na frente de um espelho e percebi que meus dentes tinham diminuído de tamanho. Alguns dentes estavam muito tortos e com seu tamanho reduzido, quase desapareciam em minha boca.
fome / li

Estava caminhando na rua do Acampamento, Santa Maria, com a minha mãe. Ela pediu para pararmos e olharmos a vitrine da loja Sibrama. Gostamos das roupas e entramos na loja. Minha mãe escolhia roupas e eu fui até o fundo da loja, onde encontrei um balcão com muitos doces e salgados. Sentia muita fome e comecei a come-los, prometendo que pagaria tudo depois. Os doces e salgados eram caseiros e deliciosos, então resolvi guardar uns na minha bolsa. Não havia atendentes na loja e decidi que não iria pagar o que havia comido. Fui até minha mãe, que conversava com uma senhora idosa. Fiquei cansada e deitei em um beliche da loja, comendo enquanto assistia uma televisão que estava ligada. Percebi que o gerente da loja estava em um canto brigando com as funcionárias.
gatos / li

um amigo tinha dois gatos, gêmeos, que tinham nascido há alguns minutos.Eram brancos e a diferença entre eles era que um tinha duas orelhas e o outro apenas uma. Eu não sabia qual era o gato ‘normal’ e senti medo dos dois, que subiam pelas minhas pernas.
eleição / li

P caminhava comigo pela rua. Fazia muito calor, parei em um boteco na esquina e pedi água tônica, a dona do bar bebia uma ‘soda tônica’, e disse que era melhor para aliviar a sede. Pedi uma soda e ela foi até a sua casa para buscar taças de cristal para me servir. Bebi e voltei a caminhar com P. Cheguei na casa da minha avó e entrei no meu quarto, que era junto do da minha mãe e estava muito apertado. Fiquei braba com ela, pois Z estava chegando e não tínhamos onde dormir. Z pediu para deitar e comecei a procurar sua agenda e bisbilhotar suas coisas. Lembrei que eu tinha que ir votar e só tinha 10 minutos para chegar na zona eleitoral. Me arrumei e descobri que o horário para votar tinha sido alterado, em vez de ir até às 22hs, ia só até as 15hs. Eu não votei.
praia / li

Eu caminhava por uma praia, no litoral norte do RS que tinha fama de ser uma das praias mais bonitas do estado. No mar havia muitos barcos, como se tivesse um congestionamento marítimo. Achei o lugar desagradável e feio, pois além dos ruídos dos barcos, a areia era grossa, parecendo terra. Um adolescente veio conversar comigo e me levou para um galpão onde era o ponto de encontro dos jovens. Percebi que eu estava sem roupas e peguei um blazer masculino para vestir. Lembrei que havia esquecido, em um apartamento distante, da bomba de chimarrão de ouro do meu pai.
war and love blue / li

tinha me mudado para um apartamento antigo, no centro de uma cidade grande, em uma praça. Cheguei com G e encontrei todos meus móveis e objetos pessoais arrumados. Logo, recebemos um aviso que o prédio seria detonado e recolhemos nossas coisas para sairmos em 5 minutos. Percebi que era pouco tempo para recolher tudo, mas peguei meus cartões de banco e fotografias antigas. Ao sair do prédio, notei que a cidade estava em guerra. Eu e G corríamos para chegar no seu carro, um monza branco, que estava estacionado na rua. No caminho, muitos militares e pessoas correndo e matando outras pessoas, entre elas, um homem com um bebê no colo, que também segurava uma metralhadora, matando muitas pessoas. Entramos no carro e o prédio foi detonado por uma bomba atômica. Víamos alguns militares, com a pele azul,pois não se protegeram da radiação da bomba. Dentro do monza, a radiação não chegava, eu e G estávamos protegidos. Ficamos felizes pela nossa união. Circulamos pela cidade, procurando um lugar tranqüilo para parar. Entramos em um prédio cinza e encontramos um senhor sem pernas, que era nosso amigo. Eu e G deitamos no chão, de mãos dadas. G adormeceu, enquanto o senhor sem pernas ficou sentado em uma cadeira, distante de nós. Ouvi pessoas chegando, eram inimigos. Eles acharam q eu e G estávamos mortos e capturaram o senhor, amarrado-o. Vi que os inimigos eram japoneses.
morreu / li

Surgiu um boato que N teria se suicidado. Fui correndo até a casa de P, pois eles eram muito amigos. Chegando lá, sua mãe me recebeu e disse que P tinha saído e pediu para eu aguardá-lo no seu quarto. Vários amigos começaram a chegar e também aguardavam P. Ninguém sabia da veracidade do suicídio de N, mas todos estavam preocupados. O quarto de P começou a ficar grande, surgiu uma sala anexa com muitas almofadas brancas no chão e paredes de vidro, ao lado, apareceu um enorme banheiro, com muitos cremes. S. chegou e pediu para eu aguardá-lo, pois ele iria votar e logo voltaria. Lembrei que eu ainda não tinha votado e que não daria tempo de ir até a minha zona eleitoral, pois já anoitecia. Fiquei feliz de S ter me procurado e não sabia o que fazer. Comecei a recolher meus tênis e roupas que estavam espalhados pelo quarto, mas não cabiam na mochila que eu tinha. A mãe de P ofereceu carona no seu carro, mas avisou que não sabia dirigir.
pó de anel / li

Eu morava em um apartamento luxuoso e fazia parte de uma família holandesa, que há anos morava no Brasil. A família era proprietária de um rede de joalherias e todos trabalhavam para a empresa familiar. Mesmo fazendo parte da família, eu sentia as diferenças culturais na rotina. O patriarca da família deu um anel para sua nora, que era a minha cunhada. Ela mostrou-me que ele costumava dar muitos anéis para ela, todos tinham cristais grandes, de forma cilíndrica, e dentro do cristal havia pó colorido de várias pedras preciosas. Eram muitos anéis nas mãos da minha então cunhada, e cada um com pó de cor diferente. Quando estávamos tomando o café da manhã, com a família reunida, pedi para experimentar um dos anéis dela. Coloquei dois, um em cada dedo e ao retirá-lo, deixei-os cair no chão, embaixo da mesa. Ao recolhê-los, percebi que tinha quebrado os anéis e que o pó estava espalhado no chão. Todos estavam apressados para ir trabalhar, eu disse que depois entregaria o anel. Fiquei tentando juntar todo o pó para consertar o anel. Uma moça da família tentou me ajudar, ela me levou para um quarto e lá comecei a montar o anel. Senti uma coceira no corpo e várias manchas avermelhadas e erupções cutâneas começaram a aparecer. Deduzi que o pó dos anéis eram tóxicos. Fui ao espelho e percebi que seios cresciam nas minhas costas. Minha perna doía e fui levada para um hospital, onde colocaram muitas agulhas de acupuntura nos meus pés.
/ li

comemorava meu aniversário em um bar, muitos amigos e desconhecidos estavam lá, cerca de mil pessoas. Sentei em uma mesa e avistei S., que chegou atrasado e veio correndo meu cumprimentar. Nós ríamos pq estávamos usando roupas vermelhas que eram iguais. S. comentou que gostaria que eu usasse roupas na cor ‘amarelo-pérola’, pois dizia que ficaria bem em mim. S. e eu entramos em um prédio, em santa maria, iríamos dormir lá, na casa de um amigo. O porteiro nos deixou entrar e S. avisou que preferíamos chegar ao apartamento pelas escadas, ao invés de usar o elevador. As escadas eram disformes e feitas de diversos materiais, partes em ferro, madeira ou concreto. Entramos em um corredor sujo e com muitas curvas, em busca do apartamento. Em frente de um apartamento, uma porta caiu no chão, junto dela uma senhora negra com obesidade mórbida que segurava muitas caixas de medicamentos tarja preta e não conseguia se levantar. Passamos por cima dela. Muitos outros apartamentos não tinham portas, apenas cortinas. S. começou a falar de toda a sua vida, quando já estávamos em uma praia com ondas gigantes que causavam pânico aos banhistas.
vermelho / li

Pela janela da casa da minha avó, F atirou uma camiseta vermelha para mim. F. também usava uma camiseta vermelha, porém a dela tinha 3 lesmas caminhando. Após eu desembarcava em Santa Maria, em um avião muito luxuoso, mas que todos diziam se tratar de um ônibus. O aeroporto era no campus da universidade , desci do avião e procurei saber como chegaria na casa da minha mãe. Ali, no campus, acontecia uma feira grande, com muitas barracas vendendo artesanatos. Entrei em uma, pois vi uns sapatos legais. Um hippie veio me atender e disse que os modelos que eu tinha gostado, não tinham o meu número. O hippie trouxe um sapato vermelho, de salto alto,e calçou-os no meu pé.
quedas / li

estava em um terraço de um prédio muito alto, junto do serge gainsbourg, da brigitte bardot e mais 3 pessoas desconhecidas. Avistávamos toda a cidade, pois era o prédio mais alto do lugar. Começamos a cantar uma canção, que a letra falava no gainsbourg e no carrefour. Gainsbourg, nesse momento estava na rua, nos observando, feliz, com um binóculo. Muitos jovens entraram correndo no terraço e começaram a pular lá de cima. Diziam que era uma sensação ótima a queda. Centenas de pessoas se jogavam e todas usavam xales de lã, movimentando e colorindo o azul do céu. Em seus rostos havia uma expressão de felicidade plena. Pensei em saltar, mas Brigitte segurou-me pelo braço e disse que a queda era ótima mesmo, porém o choque com o chão era doloroso demais e esse prazer não valia a pena. Desci para a rua, Gainsbourg estava sentado no chão, rindo das pessoas que caíam. Ouvia o som dos corpos caindo no chão e fiquei assustada com tantos corpos espatifados. Entrei em uma caminhonete com mais umas pessoas e pedi para ir embora daquele lugar. Do meu lado, uma moça tinha no seu colo um corpo ensanguentado. Senti que o sangue inundava o piso do carro e começava a molhar os meus pés. Fechei meus olhos para ver se meu medo passava.
/ li

eu ,minha mãe, tia e prima, estávamos visitando uma exposição de arte em um museu. Circulávamos por instalações muito interessantes, comentei com elas que a mostra parecia de algum museu europeu. Na última instalação que fomos ver, um cubo branco, e dentro, uma escada feita de balões amarelos, que descia para um buraco com objetos vermelhos arredondados e um canteiro de jardim com grama alta. Descemos até lá embaixo e ficamos observando cada detalhe. De repente surge um pássaro que começou a nos ameaçar, porém o pássaro era uma cobra roxa e vermelha, que voava em alta velocidade na nossa direção. Cada uma de nós encondeu-se embaixo de algum objeto da instalação. Tentamos sair dali, minha tia estava sem roupas e subiu as escadas nua, percebi que ela estava com a bunda muito grande. Saí de onde estava escondida, rapidamente, e tentei resgatar uns relógios e cintos que estavam amarrados em um varal de estender roupas. A cobra voadora aparecia e eu tentava desesperadamente recolher todos os relógios e cintos.
litoral / li

era inverno e eu chegava em uma praia no litoral gaúcho. A praia estava deserta e fui me hospedar na casa de F. Ao chegar na frente da casa, vi na garagem, dois fuscas, um branco e um prateado e um puma amarelo. Entrei na casa e fui recebida pela mãe de F, logo perguntei de quem eram aqueles carros e ela respondeu ‘vamos para o Rio de Janeiro, vamos parar em todas as praias do litoral, até o destino final. Retornamos dia 5 de março’. Sentei em uma cadeira, no gramado, e a mãe de F trouxe um chimarrão. Ela comentou que achava bonita minhas sandálias havaianas, que eram roxas. Mostrei a ela que o tamanho delas era 39/40, mas mesmo assim, serviam nos meus pés. Justifiquei que ‘antes uma havaiana tamanho 37, tinha ficado pequena e apertada, então tive que colocá-las no lixo’.
cemitério / li

meu tio T. avisou minha família que tinha descoberto que o corpo enterrado no túmulo do meu bisavô não era o dele. Fomos ao cemitério e o túmulo dele estava bastante deteriorado, ao lado do túmulo da minha bisavó. Tentávamos saber onde realmente ele havia sido enterrado e o que faríamos, mesmo ele tendo falecido há quarenta anos. Fomos em um guichê de informações e entramos na fila. Uma prima da minha mãe trouxe-nos suco de laranja para bebermos. O atendimento estava demorado e resolvi voltar ao túmulo do bisavô, sozinha. Chegando lá, deitei ao lado de dois túmulos e avistei, em um morro próximo, muitos marginais com armas de fogo. Fiquei quieta, mas eles me viram e começaram a me ameaçar. Tentei sair, mas muitos marginais apareciam por todos os lados.
turtle / li

dormia na minha cama, o colchão ficava em cima de pedras, na beira do mar. G. colocou uma pesada tartaruga em cima da minha coxa, enquanto dormíamos abraçados. Senti medo e não consegui tirá-la de cima da minha perna. Tentei disfarçar o meu pânico, pois lembrei que a mãe dele tinha uma tartaruga de estimação. Logo, eu estava deitada em cima do mar, e quando tentava sair, colocando os pés no chão, sentia que pisava em muitas tartarugas pequenas. Sentia sob meus pés a textura do casco delas, que era aveludado, úmido, gosmento e áspero. Senti nojo e medo. Na minha cabeça um único pensamento que quase saía em palavras: ‘tanta tartaruga, tanta tartaruga,tanta tartaruga’.
diamantes e margarina / li

minha mãe e tia tinham recebido, como pagamento de uma herança, uma grande quantidade de dinheiro e a outra parte do pagamento consistia em diamantes. Minha tia e mãe pediram para o meu tio ir ao banco depositar o dinheiro e vender os diamantes. Ao retornar, meu tio avisou que os diamantes eram falsos, não passavam de imitações de vidro que acabaram se quebrando. Todos ficaram furiosos e minha tia chamou um advogado, que era vereador, para processar quem tinha efetuado o pagamento. O advogado entrou pela nossa casa de rompante e era um homem muito grande, feio e grosseiro. Eu chegava na casa com dois potes de margarina, um tamanho normal e outro com 50kg de margarina. Minha mãe dizia que eu precisaria comer todo o pote de 50 kg, enquanto minha tia chamou o seu marido e o comunicou que queria a separação.
oriente / li

estava em paris, embarcando no vôo q me traria de volta ao brasil. Após o embarque as comissárias acionaram um tubo de spray com um perfume agradável em todo o avião. O vôo tinha poucas pessoas, uma delas era um senhor calvo, que era piloto da TAM e falava que havia sido chamado com urgência pelos seus chefes superiores na empresa, ele temia ser demitido e por isso estava triste e angustiado em relação ao seu futuro profissional. Uma passageira, uma senhora, pediu para uma das comissárias um frasco do spray perfumado, eu aproveitei e também pedi um para mim também. A comissária retornou, muito simpática e atenciosa, com uma pequena bolsa amarela para nós duas, ali dentro tinha uma lanterna amarela e o spray que pedimos. Estranhei ter ganhado a lanterna junto, mas aceitei. Logo, comecei a conversar com a comissária, a conversa era agradável. Sentimos uma turbulência e estranhei que eu não fiquei com medo, e calmamente, fechei o cinto de segurança. O piloto falou que precisaríamos fazer um pouso forçado, em decorrência de um problema técnico na aeronave. As comissárias estranharam e foram para os seus assentos. Quando o avião começou a pousar, vi que estávamos aterrissando em uma estrada, na China. Estranhei esta rota, e todos os passageiros e tripulantes se perguntavam o pq de estarmos nesse país, já que o nosso destino tinha direção oposta. Lembrei que K. comentou, certa vez, que essa rota era usada nos tempos da primeira guerra mundial. Fiquei preocupada e pensando se teria havido algum conflito bélico grave em algum lugar. Pousamos tranqüilamente e a companhia aérea nos conduziu para um hotel. As comissárias seguiram na frente e alertaram os passageiros sobre os valores da moeda local, entrando logo para o seus aposentos. Eu gritei para elas, tinha dúvidas de como eu me comunicaria ali, e como se dizia ‘sim’ e ‘não’ em chinês. Elas não ouviram. Logo, já estávamos dentro do avião, seguindo para o nosso destino, o Brasil. Lembrei que não havia vestido meias elásticas, e como o percurso seria bem mais longo que o previsto, fiquei preocupada com a minha saúde. O avião fez, novamente, um pouso imprevisto, mas dessa vez no Egito, na cidade do Cairo. Descemos todos e fomos passear pela cidade rapidamente. Eu caminhava pelas ruas da cidade, e me sentia muito bem, parecia que eu estava ‘em casa’, mesmo com as diferenças culturais latentes. Nessa caminhada, eu já estava acompanhada por X e W. Entramos em um supermercado e olhamos os produtos a venda, todos muito diferentes. Caminhamos mais pela cidade e numa rua afastada, sem calçamento, vimos muitos ciganos sentados pelos cantos, enrolados em cobertores velhos. Senti um pouco de medo, mas logo eles começaram a dançar e a cantar músicas típicas, que eram lindas. Discretamente saquei a máquina fotográfica da bolsa e filmei-os, de longe. Tivemos que retornar ao avião imediatamente e solicitei a comissária que ela encontrasse a minha bagagem, pois precisava da meia-elástica para vestir e prosseguir a viagem tranqüilamente. Alertei ela que isso era um caso de vida ou morte para mim. Descrevi minha mala e ela foi ao compartimento de bagagens procurá-la. Ela retornou com uma pequena mala azul, que não era a minha, ressaltei a ela q a minha mala era azul, porém, grande e com alças listradas. Ela seguiu procurando, mas o avião decolou. Resolvi mentalizar que nada aconteceria com minha saúde e logo fiquei distraída avistando a cidade pela janela do avião. A aeronave voava muito baixo, o que favorecia visualizar templos antigos,todos com cúpulas douradas, rios, ruas e detalhes da cidade do Cairo, que era muito bonita.
bolinhas / li

no espelho do banheiro eu me maquilava. Na hora de usar o rímel notei que muitas bolinhas brancas saiam do canto do meu olho. Tirava algumas, mas sempre saía mais. Coloquei meu dedo no fundo do olho, afastando as pálpebras, assim pude ver que havia muitas dessas bolinhas e seria impossível retirar todas. Mesmo assim, fiquei ocupada em tirar uma por uma, pois elas eram brilhantes e macias, lembravam uma bolinha de sagu ou pérolas. Quanto mais as retirava, mais bolinhas saíam, enchiam a pia e entupiam o ralo.
brincos / li

G foi me esperar após a aula para passearmos. Era tarde quente e caminhávamos por um bairro rico, com muitas casas com piscinas. Sabia que XY morava por ali. Entramos em uma joalheria e pedi para a responsável, uma farmacêutica, para avaliar quantos brincos de ouro tinham colocado na minha orelha, quando nasci. A farmacêutica examinou meus dois pés e tirou uma pele, mostrando que eu tinha 21 brincos de ouro branco por debaixo da pele. Explicou também, que com a minha idade era normal os ‘brincos ficarem embaixo da pele dos pés.’
pés / li

acordei em uma casa de japoneses, em uma ilha em Angra dos Reis. Saí do quarto e fui para a piscina da casa, na beira do mar. Algumas amigas e primas me convidaram para um passeio, alegando que a japonesa, dona da casa, possuía um nome masculino. Isso indicava mau agouro. Atravessamos o mar, sempre raso e chegamos em uma ilha turística, com muitas pessoas. O lugar era lindo, muitas dunas de um lado, e florestas de outro. Para entrar na ilha era necessário passar por uma alfândega. Minhas primas passaram e fui atrás.Eu estava sem chinelos e a areia fina, por onde pisava, machucava os pés, como se fosse cacos de vidro. Olhei para os meus pés e eles estavam cheios de buracos e eu sentia muita dor. Reclamamos para os fiscais, que deveriam avisar que ali só poderia andar de chinelos. Voltei para a ilha, mas através de uma ponte, com muita dificuldade para andar.
bisavos / li

Com minha tia e minha mãe, resolvemos ir visitar meus bisavós (já falecidos). A casa ficava num subúrbio perigoso e humilde. Chegando lá, os encontramos, a bisavó Arminda e o bisavô Firmino, deitados na cama. Reparei que os pés deles eram diferentes, algo bem mole e sem dedos, imaginei que isso acontecesse devido a idade avançada que eles deveriam ter. Arminda me reconheceu na hora e foi muito gentil comigo. Ela estava bonita, com cabelos negros e lisos, enquanto Firmino estava com poucos cabelos. Ele não deu muita atenção para nós, pois chorava muito. Eu abraçava a Arminda o tempo todo e dizia que adoraria ter conhecido ela quando fosse viva. Firmino virou o rosto para nós e disse que chorava pq o Rufus Wainwright, que era nosso parente, estava com câncer. Meu tio Marion chegou para a visita, vestindo uma capa de chuva azul. Arminda o reconheceu e insistia em chamá-lo de Mackenzie.
buraco / li

fui passar as férias em uma casa que ficava dentro de um buraco. A casa era toda de vidro e cercada de bambus gigantescos. Os donos da casa eram o Paulo Gracindo e o Miguel Falabella. Percebi que não conseguiria sair dali, pois a subida era muito íngreme, e os donos estavam ali também sem poder sair da casa. Não havia muito o que fazer e chamei mais pessoas presas da casa para tentarmos descobrir uma saída. A casa era muito grande e avistamos por uma das janelas uma grande avenida movimentada, ao longe, e no meio da rua uma estátua gigante da cabeça do Carlos Drummund de Andrade. Paulo Gracindo dizia que mesmo com a idade ele conseguia sair da casa, e subia as ladeiras correndo, como ninguém conseguia.
crianças / li

Em uma casa residia uma família que tinha 5 ou 6 filhas mulheres, todas entre 2 e 10 anos. Entrei pela porta da sala e vi que a casa era um imenso corredor, media 1,5m de largura. Todos os móveis eram feitos sob medida e tudo muito funcional. Cada filha tinha um quarto bem pequeno.Havia um quarto para as trigêmeas da família, 3 meninas, chamadas ‘Julia, Íris e Ana’, que dormiam em um triliche. Elas acordaram com a minha presença e ficaram conversando comigo, eram muito queridas. Comecei a perceber os muitos móveis embutidos e a extrema organização do quarto delas, enquanto elas me mostravam os seus brinquedos e jogos. Saí do quarto e fui para um outro quarto, também muito pequeno, que era o quarto de hóspedes. Ali estava uma jovem com um menino de uns 5 anos, muito bonito e quieto. A jovem dizia ser sua irmã e ordenava, de maneira fria, para que ele não se comunicasse com os outros, pois a ordem era permanecer em silêncio. Ela saiu e o menino ficou muito triste. Comecei a conversar e mimar ele, mas ele cumpria as ordens da irmã, ficando quieto e logo, se transformava em uma bola colorida. Logo, a porta da casa foi arrombada e a dona da casa, que passava roupas, saiu correndo para um quintal, eu fui atrás dela, tentando resgatar as demais crianças. Um casal elegante entrou na casa, pedindo pelo menino, ou pela bola colorida.eles eram bandidos procurados pelo FBI e nos ameaçavam com vingança. Chegamos ao quintal, pulamos um muro e fomos parar no quintal do vizinho, onde tinha um imenso varal com vestidos caros e lindos, todos do século XVIII. A dona dos vestidos, uma senhora idosa, veio ao nosso encontro e pediu para que vestíssemos aqueles vestidos. Eu gostei da idéia e vesti um modelo de cetim e seda vermelho, com bordados em diamantes
dear sean / li

eu me vestia para ir a uma festa, quando chegou o sean lennon para me acompanhar. Ele chegou de surpresa e o levei para a festa. No caminho, para chegar ao local da festa, percebi que estávamos em uma pequena cidade da Rússia. Paramos em um café para comer um bolo típico da região. O bolo era ruim, mas fomos bem recebidos. Passamos por uma praça com um grande lago no meio da cidade, entramos em uma pequena rua, onde seria realizada a festa. Chegando lá, todas as pessoas vieram nos receber, mas por causa do Sean. Todos queriam se mostrar ‘modernos’ para ele. Fiquei chateada pq não conseguíamos conversar. Fomos para um canto da casa onde tinha uma caixa de madeira azul, com umas pessoas dentro. Essas pessoas saíram da caixa e começaram a conversar com ele. Saí para pegar uma bebida para nós e quando voltei Sean disse que aquelas pessoas eram muito chatas. Fiquei com vergonha da festa e nós tentávamos encontrar um lugar para ficarmos sozinhos e juntos, mas sempre tinha alguma pessoa que o reconhecia. Só então percebi que durante todo esse tempo cada um nós falava na sua língua, ele inglês e eu português e mesmo assim conseguíamos nos entender
out / li

eu chegava em paris para encontrar com X em um campus universitário. Entrei no metrô, e lá dentro tudo estava escrito em uma língua que não conhecia, e eu não sabia onde descer. Havia uma jovem ao meu lado que conversava com um senhor idoso, ruivo, ele contava que tinha trabalhado para o Czar Nicolau, na Rússia. Resolvi descer onde muitos estudantes desceram. Atravessei uma ponte e subi em uma escada rolante, de onde avistei um local que parecia ser o tal campus. Encontrei um ex-namorado e conversamos, até encontrar X. Tentei pedir informação, mas ninguém falava a mesma língua. Sentamos em uma escada e logo apareceu X, sentando junto conosco. Fiquei desconfortável com a presença dos dois, mas logo meu ex foi embora. X me tratava muito mal e pensei que depois voltaria a procurar o ex-namorado. Chegamos no apartamento que ficaríamos, onde moravam mais pessoas, todos brasileiros. Arrumei minhas coisas no quarto e fiz amizade com as meninas que moravam ali. A campainha tocou e entrou R e G, que também estavam em Paris.Eles moravam no bandileu e como não queriam voltar de RER, então, pediram para dormir ali no apartamento. Eles estavam acompanhados de mais sete garotas e foram para um quarto transar com elas. Fiquei chateada pq nenhum deles me cumprimentou. Comecei a dançar e pular pelo apartamento. Logo, X também começou a transar com 3 adolescentes e mais um rapaz que se chamava ‘Alex’. Uma das adolescentes saiu do quarto e disse que tinha engravidado de X e só então percebi que ela era conhecida da minha família. Fiquei muito braba e X veio atrás de mim, dizer que tinha ‘tido um momento de loucura’, chorando muito. Eu falei que isso eu não perdoaria e que não queria mais ter nenhum contato com ele.
181 / li

eu e minha mãe estávamos em um conjunto residencial popular (antigo BNH). Ela procurava um apartamento para morar mas todos eram muito pequenos e feios. Ela insistiu em ver outros e eu saí dali junto da minha prima K. Na saída tínhamos que atravessar um terreno baldio e eu pisei em um buraco que prendeu uma das minhas pernas. Fiquei a perna toda dentro do buraco e cada vez que afundava mais, saía uma voz, do fundo do buraco, que dizia ‘ em caso de emergência ligue para 181’. Minha prima me tirou dali e fomos até a esquina, onde havia muitos carros, modelos novos, para vender. Esses carros eram pequenos, apenas com os dois lugares na frente e atrás dois bancos pequenos. Gostei do modelo e pedi para minha mãe comprar para mim, pois ele era barato, pagava-se em 18 meses o valor de 230 reais.
Jivago / li

Em uma escola antiga, fazia muito frio e o dia estava cinzento. Eu entrei, onde seria minha sala de aula, e procurei uma carteira para sentar. Vários alunos chegaram e começaram a ocupar seus lugares, a sala era pequena e estávamos todos muito próximos. Uma freira entrou e reorganizou os lugares dos alunos. Saí da sala de aula e sentei em um banco, onde estava a minha mãe,e uma senhora idosa. Omar Shariff chegou, mas como o personagem Dr. Jivago, e começou a dar em cima da minha mãe. Eu pedi para ele maneirar, mas a minha mãe estava ‘encantada’ por encontrá-lo. Saímos para fora da escola e uma servente analfabeta tentava escrever algo nos muros da escola, porém, só rabiscava sinais e atribuía a eles um sentido. Ela ‘escrevia’ frases sobre aborto, inglês e limpeza e dizia que ‘aquela escrita era reconhecida pela língua inglesa’. Os professores de inglês riam, e diziam que ‘aquilo era um gesto de loucura, pura bobagem’.
barbas / li

em uma coluna social de um jornal eu vi a foto de um amigo da família, em uma jantar luxuoso, com bebês gêmeos em cima da mesa. Li que eram seus filhos, chamados: Thimis Thomas e o outro, Thimis Leônicus. Achei os nomes engraçados e reparei que os dois bebês tinham barba. Na página seguinte, uma foto de um casal feliz comemorando seu noivado. A noiva, muito feia, tinha dentes sujos e tortos e uma barba comprida.
na universidade / li

eu estava nos corredores da unisinos, no centro 5, chovia e eu buscava um atalho para não pegar chuva até chegar ao centro 3. desci escadas, por corredores com pouca iluminação, e vi que ali tinha um shopping center. Encontrei o meu primo C, q dizia estar apaixonado por mim e me beijou na boca. Saí correndo dali, mesmo tendo gostado do beijo e da declaração. Avistei um balcão onde estavam recebendo inscrições para um seminário de astrofísica, fiz minha inscrição e fui procurar o local da palestra. Desci mais umas escadarias, mal iluminadas, e descobri ali uma exposição de arte bem interessante. Entrei em um canto escuro, com pequenas luzes coloridas, onde passava uma série de curtas-metragens alemães raríssimos , feitos no período pré-segunda guerra. Os filmes eram muito bons e resolvi chamar o X para assistir comigo. X estava em outro corredor e o levei até esta sala, onde poucos assistiam a mostra cinematográfica. Reparei que tinha um senhor alemão,ao lado de uma pia branca, q assistia com muito interesse os filmes. Enquanto eu assistia, comecei a recolher um material informativo sobre esses filmes, vários folders antigos.
sweet and drug / li

No meu quarto, estava com D. Transávamos, ríamos, conversávamos e nos injetávamos com heroína. Em volta da cama, no chão, havia muitos doces caramelados, bonitos, coloridos e saborosos. D. resolveu também cheirar cocaína, eu não aprovei. Começamos a brincar com as agulhas das seringas que tínhamos usado, atirávamos as agulhas no mural da parede do meu quarto tentando pendurar nossas roupas, que estavam espalhadas pelo chão. D. conseguiu pendurar as suas calças e sua camiseta, eu não consegui nenhuma peça. Comemos uns doces do chão e resolvemos chamar R. para passar a noite conosco. Saímos na rua, ao entardecer, e atravessamos a galeria do comércio, em santa maria, pois R. estaria por ali. Entramos na rua venâncio aires e ali havia muitas lojas populares com muitas pessoas fazendo compras. Eu e D. parávamos na porta de cada uma das lojas para encontrar R. Numa dessas lojas, que vendia pantufas de lã, havia duas senhoras gordas, cada uma com uma esfera de isopor sob suas cabeças, cobrindo seus olhos e só deixando a vista somente a boca. Elas ficavam paradas na porta da loja, eram as vigilantes e começaram a nos insultar com ofensas gratuitas e vocabulário chulo. Logo, já estávamos em meu quarto nós 3 sem roupa, fazíamos guerra de travesseiros e dormíamos abraçados ao mesmo tempo, nos cobrindo com nossas próprias roupas, todas brancas.
zevlat / li

era noite e eu estava em uma casa de madeira. Junto de uma amiga, nos preparávamos para sair. Ouvimos barulhos na porta e logo ela abriu sozinha, com muita força. Tentei fechar a porta, mas não tinha força suficiente. Logo, entrou pela porta. um boneco de plástico, que movimentava-se como um bebê engatinhando. Ficamos com medo mas disse para minha amiga que aquilo parecia um filme de terror e gostaria de vivenciar essa experiência. Saímos para a varanda da casa e olhamos para o céu, onde apareceram luzes que formavam a palavra ‘zevlat’ escrita, (‘talvez’ ao contrário). Não entendemos que fenômeno era aquele, mas continuamos olhando para o céu e vimos que uma das três estrelas que formam as ‘três marias’ tinha desaparecido.
libaneses / li

estava em santa maria e resolvi ir fazer compras no calçadão. Qdo cheguei lá, percebi que não havia calçado sapatos. Vi uma loja que fazia promoções de calças de uma marca boa, comprava-se uma calça por 240 reais e levava outra de graça. Entrei na loja e lá dentro era tudo muito bagunçado e as roupas muito feias. Pedi pela calça da promoção para uma vendedora e ela me conduziu ao segundo andar para mostrar-me os modelos disponíveis. Escolhi algumas para experimentar e a vendedora, que nesse momento conversava com outro vendedor, fez um sinal indicando onde eram os provadores, ao fim da loja. Segui o corredor e entrei por uma porta que dava para uma residência, numa grande sala e entrei no banheiro ao lado, para vestir as calças. Uma calça ficou perfeita, enquanto a outra nem tanto. Saí do banheiro e passei pela sala, onde havia uma mulher usando burca marrom com uma pequena criança no colo. Fui até a vendedora e o dono da loja, um senhor libanês, saiu da sala atrás de mim me ofendendo muito, por eu ter invadido a sua casa. Pedi para ele ser educado e pedi desculpa pelo engano, pois a culpa era da vendedora que indicou aquele caminho. Ele continuou furioso comigo, quando eu ouvi ruídos de bombardeios e aviões. O teto da loja era de vidro e pude avistar vários aviões de guerra bombardeando a parte leste da cidade. Ficamos com medo e o libanês explicou que eram aviões libaneses bombardeando a cidade, mas que ali estaríamos seguros, pois o exército libanês não bombardearia a residência dos libaneses.
Z / li

eu olhava fotografias antigas da família de Z, algumas em um álbum velho e outras soltas no meio. Encontrei uma fotografia que aparecia um homem barbudo, como um patriarca ortodoxo, com mais três mulheres, estas muito altas –cerca de 2m de altura-, corcundas, com pés enormes e cortes de cabelo esquisito, com franjas disformes. Achei-os engraçados e comecei a rir e perguntei quem eram, pois achei que não faziam parte da família de Z. Ele ficou furioso por eu rir destas pessoas e disse que eram primos de sua mãe. Após estava na casa da minha avó, onde muitos familiares arrumavam camas para dormir na sala da casa. No quarto ao lado dormia meu tio O. e em outra cama uma mulher estranha, com longos cabelos crespos e ressecados. Neste quarto havia uma geladeira toda enferrujada. Os demais familiares acomodavam-se na sala. Z estava deitado no sofá-cama em baixo de uma janela, dividindo o espaço com minha mãe e minha tia. Eu deitava em outra cama e Z começou a reclamar que ouvia vozes vindas do lado de fora, não sabendo se as vozes eram próximas ou distantes, por isso dizia estar com medo. Disse para ele que isso era normal e que ele poderia fechar o vidro da janela para ver se resolvia o seu problema.
avião partido / li

eu estava com Z caminhando pela cidade, que era uma mistura de santa maria e blumenau. Estávamos na periferia e anoitecia. Caminhamos por uma estrada com muitas fábricas abandonadas e entramos em uma favela, onde tinha um imenso rio e em sua volta, montanhas de lixo. Achamos curioso, pois as montanhas eram coloridas, devido ao acúmulo de lixo. Nos aproximamos, e vimos que tinha um grande avião que incendiava, mesmo partido ao meio, dentro do rio. O céu estava cor de rosa, assim a paisagem ficava muito bonita. O exército chegou e começou a retirar os destroços do avião. Enquanto isso entramos pelas ruelas da favela e começamos a conversar com as pessoas dali. Para distrair os habitantes do local o exército colocou muitos fliperamas, brinquedos e livros a disposição da comunidade. Uma senhora veio conversar comigo, falava de seus problemas com o uso de anticoncepcionais. Tentei orientá-la e Z me chamava para irmos embora. Não conseguíamos voltar para casa, pq os caminhos eram confusos e já estava escuro. Caminhamos e chegamos em uma estrada onde a minha mãe estava morando sozinha. Era uma cabana muito bonita, com muitas árvores em volta. Fiquei com medo de passar a noite ali, o lugar parecia perigoso. Minha mãe pediu para eu ir conhecer o trapiche que ela havia construído na beira do rio, assim eu me acalmaria.
campo concentração / li

andava em um metrô, na alemanha com Z quando avistei minhas colegas de francês na rua. Resolvi descer e acompanhá-las, caminhando pela cidade. Andando pela rua vimos um antigo campo de concentração nazista, que tinha sido restaurado e se transformado em um local de lazer para a população. Resolvemos entrar e lamentei que eu não estava com a minha camera fotográfica, mas L. estava com a dela. Logo que entramos senti uma energia muito ruim naquele lugar, mas como a oportunidade era única, seguimos adiante. O campo de concentração era um lugar com altos muros com tijolos a vista e muito sujos e a readaptação do local para lazer consistia na colocação de várias estátuas, de tamanho grande, representando as pessoas que ali foram mortas. As estátuas eram pretas e todas esboçavam em suas poses e rostos o sofrimento que sentiram no exato momento da sua morte. Havia apenas concreto por toda a parte, junto daquelas estátuas enormes que faziam muita sombra no local. Avistamos uma escada, em um canto escuro, e subimos para um segundo pavimento. Ali em cima já era noite e havia mais estátuas do mesmo estilo das que tinham no andar debaixo, porém estas, na sua base, formavam bancos para as pessoas sentarem. Em todos os bancos dessas estátuas havia uma criança neonazista deitada, todos loiros e com cabelos raspados. Fiquei com medo pq minha aparência poderia trazer ira àquelas crianças. Minhas amigas e eu descemos e resolvemos sair dali, mas na saída, um rapaz árabe que fumava haxixe me segurou pelo braço e pediu fogo, minha amiga My me puxou e disse q ele avisava q a polícia estava chegando ali e por eu estar fumando um cigarro normal, seria presa. Os dois me puxavam para lados opostos e logo a polícia passou de trem em alta velocidade. Os árabes me cercaram e minhas amigas fugiram enquanto eu tentava correr para algum local seguro.
flaustag / li

eu estava no subúrbio de berlin junto da avó (já falecida) de X e mais outras pessoas desconhecidas, todos senhores e senhoras de idade avançada. tentávamos ver a cidade, pois estávamos em um terraço, mas pouco do que eu queria ver se enxergava. só avistávamos a parte feia de berlim. Eu mostrava para a avó de X uns prédios modernos que eu via, e o que mais nos chamava atenção era um que tinha a forma de uma escadaria, cada andar era um degrau. não entendíamos como o edifício mantinha o equilíbrio. entramos em um galpão e a avò de X pegou uma boneca velha para carregar conosco. eu e o grupo de idosos fizemos um intinerário dos lugares que queríamos visitar, enquanto eu tentava achar o endereço de um amigo que mora em berlim. perguntei para ela o nome de um lugar que ela tinha vontade de conhecer, na alemanha, e ela falou que queria conhecer a cidade que tinha nascido, porém ela não lembrava o nome da cidade. juntei uma mochila e coloquei alguns pertences meus ali dentro e quando vi, tinha enchido a mochila com ampolas de metadona. quando íamos sair a avó disse ter lembrado o nome da cidade que nasceu, se chamava Flaustag. ela queria muito ir até lá, mas eu já não tinha vontade, pois a cidade ficava muito no norte e na parte oeste, enquanto eu queria seguir para o leste.
banho / li

era início da noite e fui tomar banho. liguei o chuveiro para a água ficar bem quente enquanto pegava as toalhas, uma lilás e outra branca. quando entrei no box vi que tinha um homem muito alto, magro, branco , careca e nu, agachado no canto do box.sua cabeça era desproporcional ao tamanho do seu corpo, ela era muito grande. ele chorava em silêncio e cobria sua cabeça com as mãos. como ele não se manifestou com a minha presença, entrei no box para tomar meu banho. entrei com cuidado para não encostar nele e ser rápida. quando, já embaixo do chuveiro, sinto uma textura diferente em meus pés. olhei para o chão e percebi que todo o piso do meu banheiro estava coberto com tiras finas de repolho roxo e repolho branco.
passageiro / li

o bagageiro do aviao que eu estava era uma parte do meu guarda-roupa, porém com portas de vidro. percebi que ali dentro tinha uma espécie de mala, mas que também parecia um amontoado de pano que imitava um ursinho de pelúcia cor-de-rosa. as comissárias de bordo tratavam essa pelúcia como um passageiro normal, servindo o jantar ali dentro do bagageiro. eu olhava para os demais passageiros do vôo, esperando alguém falar sobre o que seria aquilo, mas todos agiam normalmente, naohavia estranhamento, a nao ser o meu.
festa de família / li

na casa da minha família havia preparativos para uma grande festa. eu era a responsável pela decoraçao. os familiares chegavam e eu organizava os comes e bebes, mas me dei conta que eu ainda nao havia me arrumado. corri para o meu quarto e fui me olhar no espelho. vi que eu era negra e meu cabelo nao estava legal. coloquei um aplique com cachos azuis e me senti bem. voltei para a sala e comecei a acender muitas velas. todos estranharam. expliquei que talvez isso fosse um hábito novo, pois no natal passado eu era a responsável por acender as velas do pinheirinho antes de dormir.
allen, love & war / li


era manhã de verao e eu caminhava pela avenida joao pessoa em poa. comecei a notar um movimento anormal, muitos árabes andavam por ali. continuei o percurso e os árabes começavam a se exaltar e a ficar agressivos. senti medo e andei mais rápido para chegar em casa rapidamente. logo, surgiu um tumulto muito agressivo e percebi que eu era uma das poucas pessoas ocidentais a circular por ali. entrei em uma estaçao de metrô para me esconder, ali dentro era um castelo medieval, com muitos corredores e portas. muitos árabes começaram a me perseguir e entrei por uma porta que dava para outro corredor com muitas outras portas, segui para me esconder por uma entrada escura e dali saíram várias mulheres muçulmanas que se deitavam no chao para impedir que eu passasse. fiquei sem ter como me mover, e uma mulher, líder das muçulmanas, me capturou. ela mostrava com gestos que eu seria morta ali. eu via que nas portas próximas havia muitos homens árabes e gordos que trepavam com muitas mulheres ocidentais. encontrei uma passagem embaixo da cama de um casal e entrei ali. dessa passagem eu cheguei no père lachaise onde o wes anderson filmava um filme sobre a minha vida. a minha vida era a vida da anne frank, misturada com a personagem `clarissa` do erico verissimo. minha mãe acompanhava as filmagens e o meu par romântico era representado por um ex-namorado, que estava com o cabelo repartido no lado e muito esquisito. fui reclamar para a minha mãe que não era justo esse ex ser o único namorado que merecia aparecer no filme, pois os outros também haviam sido importantes. minha mãe pediu para eu falar com o produtor do filme, que era o woody allen. fiquei emocionada em encontrar allen e em vez de falar sobre o filme, disse que eu o amava. ele ficou feliz e ofereceu uma casa para eu morar com a minha mãe. mesmo um pouco estúpido, allen dizia q era importante amar. ele nos conduziu até a nova casa, num local distante quando os árabes surgiram novamente, mas desta vez, fortemente armados. comecei a correr e a gritar que eu era brasileira, que não tinha preconceitos com nenhuma raça ou religião, mas não adiantou. entrei na casa, fui para o sótao e logo começaram a metralhar toda a minha casa. eu não sabia o que fazer e senti falta de ouvir as histórias do herr w., de como ele e sua família se protegiam durante a segunda guerra mundial.
03 / li

meu pai me deixou na frente da casa da minha mãe, que havia se mudado para um prédio onde só havia apartamentos térreos. pedi para ele esperar eu entrar, pois era madrugada e eu não lembrava direito o número do novo apartamento da minha mãe. entrei pelo portão que estava aberto e na próxima porta, com interfone, consegui lembrar que o apartamento da minha mãe era o 03. entrei, ali tudo estava bagunçado, era necessário trazer muitos móveis e objetos que haviam ficado no apartamento antigo. lembrei que o outro apartamento era no 4º. andar e eu teria que carregar sozinha a minha televisao e o dvd. fui para o pátio interno do prédio e encontrei dois amigos, um irlandês, loiro, grande e meio gordo, e outro amigo, mais moreno, estilo latino, com cavanhaque e magro. em um sofá no pátio, comecei a transar com o irlandês, que era muito querido comigo. existia a idéia, não sei de quem, se minha ou dos outros, que eu precisava engravidar. foi uma transa boa que consistia em, enquanto transávamos, não poderíamos parar de conversar. a conversa era muito boa e eu não sabia mais exatamente a diferença entre conversar e trepar, tudo era uma coisa só, muito bom. da mesma forma, logo fui transar com o latino, só que já estávamos dentro de um museu, à nossa volta muitos quadros interessantes. saí dali e voltei para o pátio, onde encontrei uma amiga. no meio do pátio havia uma imensa escada de concreto, da altura de um prédio de 20 andares, que dava para uma ponte estreita e sem proteçao alguma. começamos a subir e vi que a escada era velha, o concreto se esfarelava enquanto subíamos. chegando na ponte, fui até a sua extremidade e avistei toda a cidade de paris. fiquei com medo da altura e resolvi voltar. no meio da ponte o irlandês estava parado e eu não conseguia passar para retornar as escadas. sentei e procurei me segurar em algo, estava com muito medo de ficar ali por mais tempo.
simplicidade / li

eu comia sorvete no meu quarto e uma amiga, que eu nunca vi antes, entrou para conversar. ela começou a contar que como diversão e brinquedo, costumava olhar para o céu azul para ver os desenhos que as nuvens formavam. resolvi olhar também e percebi que as nuvens formavam desenhos bem bonitos, bonecas fofas, vestidos e casinhas coloridas, o que me deixou feliz. a amiga comentou ainda, que eu deveria olhar mais para o céu, pois eu estava perdendo meu tempo olhando coisas complicadas e nem tão bonitas.
espinhos / li

eu precisava pegar um ônibus para voltar para casa. estava em um lugar distante que nao conhecia direito. entrei em uma rua e na esquina tinha muitas crianças assaltantes. atravessei a rua e fui para um lado onde tinha muitas árvores. as árvores eram grandes e baixas, para caminhar tinha que me abaixar. logo, passei embaixo de uma árvore que só tinha espinhos, passei correndo mas mesmo assim, muitos espinhos entraram no meu rosto, em volta dos meus olhos. comecei a sentir dor e comecei a retirá-los, um a um. os espinhos eram muito grande e um deles parecia puxar todo o meu rosto para o lado esquerdo. tive dificuldade mas consegui retirá-lo. mesmo sem espinhos, meu rosto ainda doía.
portas / li

corria por um supermercado com corredores apertados. procurava produtos mas nao encontrava nenhum que eu queria. entrei no açougue e fui parar na casa de um amigo, onde eu passaria a noite. meu amigo me acomodou em um quarto, quando percebi que todas as portas da casa estavam abertas. comecei a fecha-las e percebi que também o portão do quintal estava aberto. era tarde da noite e fui fechá-lo. resolvi também acionar o alarme, que consistia em deixar as grades com alta carga elétrica. imediatamente o cachorro da família atravessou as grades e morreu na hora. fiquei muito triste e fui deitar. meu amigo foi junto e começamos a transar. vi que enquanto transávamos a porta estava aberta e por ali circulava a sua mãe e suas irmãs. de repente seu pai entrou ali, nos vestimos rapidamente. seu pai usava uma cadeira de rodas para se locomover e estava muito jovem, além de bonito. ele foi muito simpático comigo, contou muitas histórias e disse que eu era uma boa amizade para o seu filho, e poi isso deveria ensiná-lo como passar em um concurso público. enquanto o pai do amigo conversava e ria muito, vi que a casa deles era um laboratório.
duvidas / li

era noite e estava passeando em um campus de alguma universidade grande, junto de uma turma de amigos. havia um local com muitas pedras vermelhas que tínhamos que atravessar para seguirmos o passeio. com dificuldade, chegamos novamente a outro ponto do campus, uma moça desconhecida me levou para conhecer um prédio da engenharia, que por dentro era pintado de cor-de-rosa. saí e voltei a caminhar, mas tinha perdido o contato com os amigos de antes. cheguei perto de um prédio que era do curso de artes cênicas e música, ali entrava uma freira que estudava guitarra. percebi que estava acontecendo eventos legais ali dentro e resolvi entrar. fui com um amigo para uma sala assisitir um teste de atores, entre eles estava LR, muito bonito. fiquei com medo, pq ele me olhava com raiva. saí da sala fugindo e entrei em um mercado, onde o dono foi me comunicar que eu tinha ganhado um concurso q o prêmio era uma tv q custava quatro mil reais. fiquei feliz e fui para casa da minha prima perguntar se deveria vender a tv ou ficar com ela. na rua, dobrei uma esquina e parou um caminhão com dois italianos que, gritando muito, tentaram me agarrar.
altos / li

estava no aeroporto charles de gaulle com a dörte, a reinhild, a julia e umas amigas dela q eu não conhecia. ela me chamou para ver a pista de pouso e percebi q os aviões decolavam por uma praia, a pista era o mar. dörte chamou também o seu pai e pediu para que eu subisse umas escadas, do calçadão próximo a praia, para que eu os fotografasse nadando no mar. comecei a subir e percebi que a escada de concreto, quanto mais se subia, ia se tornando mais inclinada, dificultando assim a realizaçao do seu pedido. me apoiei em uma barra de ferro e cheguei ao fim da escadaria com muita dificuldade. a paisagem que se avistava era muito bonita e fiquei vendo as pessoas nadando e os aviões decolando, nesse momento, derrubei a camera fotográfica lá embaixo.


igreja subterrânea / li

estava muito frio e eu passeava com X pela rua. ele resolveu me mostrar uma igreja muito bonita, chamada santa paula. entramos por uma porta pequena e descemos por uma escada apertada, a igreja ficava no subsolo. quando chegamos no saguão principal, vi que a igreja era muito pequena, escura e apertada, enquanto o aquecimento estava forte demais. começou a ficar muito quente e senti falta de ar.

dedos perdidos / li

estava morando em um novo apartamento, com minha mae, em santa maria. o apartamente era muito legal, grande, bem decorado e confortável. estava ouvindo uns cds na sala, quando percebo uma correria pela rua e pelo prédio. saí e fui ver o que tinha acontecido. vi que muitas pessoas passavam aflitas a minha volta. a polícia chegou e informou que uma amiga de infância da minha mãe, que era muda, tinha sido assassinada ali no prédio. fiquei chocada com a situaçao e lembrei que eu também tinha presenciado o homicídio, junto de mais duas pessoas, porém tive uma amnésia q me impedia de saber quem tinha cometido o crime. vi a polícia levando o cadáver de uma das pessoas que estavam comigo e percebi que haviam cortado os dedos do meu pé esquerdo, assim, eu precisava ficar segurando-os para que talvez eles cicatrizassem mais rápido e não tivesse os dedos perdidos. fiquei deitada esperando socorro da polícia, mas ninguém dava atenção. um rapaz passou ali perto e pedi para ele avisar as pessoas dali que eu precisava de ajuda, que me levassem para um hospital. ele voltou trazendo um lenço de papel e dizia que ninguém faria nada para ajudar. resolvi tentar levantar para pegar um taxi e ir sozinha buscar ajuda, quando chegou minha mãe, vestida como uma hippie. ela estava drogada e com uns amigos, que era o fábio jr e o lauro corona. achei um absurdo a minha mãe estar daquele jeito, mas tentei imaginar que a perda da tal amiga poderia ter perturbado ela. minha mãe não me ajudou e ficou apenas com os amigos. fui até uma gaveta, segurando meus dedos do pé, e peguei 68 euros para o taxi. estranhei q havia uma nota para 8 euros, que eu nunca tinha visto.
fotografia / li

no corredor da minha primeira escola estava passando o gilberto gil. muitos fãs corriam atrás dele pedindo seu autógrafo. eu também queria, mas nao tinha nem caneta nem papel, mas mesmo assim fui atrás dele. quando ele entrou em um corredor, q dava para a capela da escola, a multidão sumiu e encontrei uma amiga de infância, q também pedia autógrafo para ele. cheguei perto deles, eu estava com minha camera fotográfica e pedi permissao para uma foto nossa, já q eu nao teria o seu autógrafo. gilberto gil parou para pensar se poderia fotografar, fazia cara de quem nao estava muito disposto a fotos. com a demora na sua resposta, argumentei para ele q a camera fotográfica era boa e q seria muito legal ele ser fotografado comigo, pois eu estava usando pijama. comentei q seria a primeira foto com a primeira espectadora que ia em shows vestida assim. ele sorriu e autorizou a foto, me pegando no colo para uma boa foto.
massacre familiar / li

assistia pela tv, que nos EUA, uma família q havia sido sequestrada atualmente era considerada culpada pelo fato que a vitimou. a família era composta de pai-mãe e 3 filhos, dois meninos e uma menina, ainda adolescentes. de repente eu estava na frente da casa desta família, no meio de uma multidão revoltada, que tentava entrar na casa para linchar todos. a família estava assustada e pedia para as pessoas manterem a calma, o q enfurecia mais a multidão. eu comecei a também intervir em favor da família, mas ninguém me dava ouvidos. logo, eu via q a multidão estava agredindo a tal família acusada. o filho, um jovem adolescente foi pendurado de cabeça para baixo e as pessoas cortavam seus braços e pernas, mesmo o menino chorando desesperadamente. atrás de mim abriu uma porta, era o pai vindo pedir ajuda, mas a multidão, composta também de pais de família, avançou sobre ele e, com uma foice, o rasgaram do pescoço ã barriga. eu ouvia os sons dos mutilamentos, que eram muito desagradáveis, além de sentir o cheiro de sangue e pensei q aquilo tudo só poderia ser causado por um poder do mal.
noite / li

minha casa era a da família w. , na alemanha, onde eu morava com a minha mãe. era noite fria, lá fora nevava muito e no meio da madrugada tocou a campainha. atendi e vi que era XP, muito triste, pedindo para passar a noite comigo. Conversamos e XP falou que iria ser pai novamente, por isso estava triste e ao mesmo tempo feliz. dormimos abraçados para passar o frio,no sótão. pela manhã começamos a transar, mas interrompi dizendo q minha mãe veria sua bunda, e isso seria indelicado.
antepassados / li

encontrei uma caixa de sapatos, muito velha e empoeirada, onde tinha muitas fotos antigas da minha família. Comecei a olhar, pois não tinha conhecimento da existência destas. Via o Firmino, meu bisavô, que ao mesmo tempo era meu avô, pai da minha mãe também. Nas fotos, imagens dos irmãos da minha mãe quando crianças, em um lugar de paisagem exótica. Perguntei para minha mãe onde era aquele lugar e ela comentou que as fotos eram do tempo que meu avô/bisavô e filhos, moravam na China. Estranhei, pq até onde eu sabia, eles teriam vindo de Portugal. Minha mãe falou `ah, mas isso foi antes, todos meus irmãos nasceram na China mesmo, depois é que vieram para o Brasil”.

pés / li

entrei no porao de uma galeria de arte e ali estava a carla camuratti, deitada em um sofá velho, lendo um livro. estranhei q ela usava meias muito furadas.
/ li

Na cozinha da casa da minha avó, em santa maria, eu lavava muita louça suja. estava cansada e ovi vozes vindo da sala de jantar. fui até lá e vi que A e B conversavam amigavelmente. fiquei tentando imaginar como eles teriam se conhecido e o que tanto falavam um ao outro, já que pouco tinham em comum. ouvi B perguntar para A se ainda éramos casados, A riu e disse `claro que não!` . ambos riram e ignoraram a minha presença. saí dali achando que estavam me sacaneando e ameacei que eu iria morar de vez na DDR, que ainda existia. achei q só em país comunista as pessoas eram mais sinceras.
na tela / li

um casal homossexual me mostrava o seu apartamento, eu nao os conhecia, mas eles sabiam tudo de mim. comentaram que o martin scorsese estava apaixonado por mim e viria ao brasil para me ver. achei um absurdo e pensei que eu preferia o coppola. saí por uma porta e entrei em uma piscina, ali eu estava participando do big brother brasil, com o título de `a nova namorada do scorsese`.
ursos / li

estava na casa da família W., na alemanha, e pintava o cabelo sentada na escada do sótao enquanto dois ursos pretos tentavam subir em mim. a dona da casa conversava normalmente comigo e com outras pessoas na cozinha. ela nao se importava que eu estava com muito medo.
encontro / li

caminhava em um local grande com muita circulaçao de pessoas, qdo ouço chamar o meu nome. procurei de onde vinha a voz e avistei um amigo da adolescência, muito querido, q nunca mais tinha visto. fui correndo ao seu encontro e ao abraça-lo, percebi q ele tinha se tornado um anão. ele dizia q estava viajando com um grupo de teatro de santa maria, onde também trabalhava. de repente, todo o grupo estava dentro da minha casa, q era um apartamento térreo, e eu tinha dois quartos para mim. muitos atores nordestinos faziam parte do grupo santamariense, todos muito gente boa. meu amigo pediu para ocupar um dos meus quartos para transar com a ex-namorada e uma outra mulher nordestina, muito feia e suja. indiquei o meu quarto e todos ficaram muito felizes. depois de um tempo eu entrei no quarto, achei q estivesse vazio e vi os 3 ali, percebi q mesmo anão o meu amigo era muito ativo , pensei`q preconceito bobo esse meu`.
galeria / li

caminhava pela galeria do comércio, em santa maria, porém a galeria era muito grande e fazia muitas curvas. Ali tinha pouca luz, mesmo sendo uma tarde

ensolarada. Passei por uma mulher e vi q era a minha orientadora, corri para falar com ela, e qdo me aproximei, vi que não era ela, mas uma ‘versão’ dela, muito feia e deselegante. Continuei tentando sair da galeria, quando avistei, olhando uma vitrine da casas eny, outra conhecida, a ex-mulher do meu tio.Ao me aproximar, ela não me reconheceu e entrou na loja. Continuei dando muitas voltas, parei na frente da loja ‘paraíso infantil’ e as roupas eram muito antigas e fora de moda. fui parar na avenida rio branco, onde muitas pessoas passeavam , todas muito feias, pessoas de baixa estatura, com cabelos crespos e todas muito mal-humoradas. Um senhor com voz grave, aspecto rude e sujo, muito magro, com rugas fundas no rosto, pegou o meu braço e dizia que eu ‘deveria gostar de tudo aquilo, pois estávamos na rua da catedral e era a terra da romaria da medianeira’.

igreja esquerda / li

liguei a televisão para assistir o jornal nacional com a minha mãe, mudava os canais e sempre a mesma imagem, um senhor de óculos com aro pesado, vestido com uma batina marrom. Percebi que era um programa em rede, prestamos atenção ao que se dizia, e este senhor comunicava, seríssimo, que a igreja católica não seria mais uma instituição religiosa, agora mudava seus rumos, seria um movimento político de esquerda. Fiquei com medo e pensei que o mundo estava se perdendo.
em casa / li

dormia ao lado de XP , no meio da noite, me chamou e pediu para abraçá-lo, pois sentia frio. O abraço esquentou a mim tbm, q sentia frio mas não tinha percebido até então. Aquecidos, levantamos e descemos pelas escadas do meu prédio, eu morava no sexto andar. Fomos até uma garagem, parte de uma casa, para pegar uma carteira com dinheiro que estava no automóvel del rey de XP. Anoitecia e caminhávamos pelo largo da epatur, conversando e rindo muito. Já em casa, comuniquei S., escrevendo em lençois e expondo-os pela janela da sala (uma espécie de msn), que iríamos fazer um churrasco para comemorar, XP viria morar comigo.
churrasco e casamento / li

estava num churrasco, em um barracão, em santa maria. Entrei em um quarto e XY dava uma entrevista para um senhor radialista da rádio guarathan, ele pediu para eu sair e voltar depois. Fui para uma grande mesa, sentei em um banco e fiquei conversando com uma moça que se dizia muito minha amiga. Voltei ao quartto onde XY estava e ele estava confuso, não sabia o q fazer e o queria, fiquei triste. Fomos chamados para a festa, ia acontecer um casamento. O noivo, XC, entrou, elegante e bonito e ficou esperando a noiva . Alguém chega atrás de mim e rapidamente me veste com um vestido de noiva, branco, e me empurra para o altar. Nunca tinha pensado em casar assim, de noiva, mas achei bonita a iniciativa de XC. Na hora, resolvi que eu ia me apaixonar por XC.
nupcias / li

Tinha acabado de me instalar em um quarto de hotel, em petrópolis. Seria algo como uma lua-de-mel, mas não sabia quem era o meu novo marido, nem ele estava lá ainda. A gerente do hotel, uma senhora muito elegante foi dar as boas vindas e oferecer camisolas sensuais para a noite nupcial. Vesti uma camisola roxa e fui ao banheiro olhar no espelho, ali tinha um vaso sanitário em proporção gigantesca, impossível de ser usado pela sua altura. Coloquei um banco para olhar ali para dentro e vi um enorme cocô, parecia uma criança de 1 ano. Imaginei de quem seria o feito, e como poderia ter saído de um orifício humano tudo aquilo. Falei para a gerente, que agora era um travesti de 70 anos, q aquilo me desagradava e certamente o sexo daquela noite seria prejudicado.
aranhas / li

era a casa do tio roberto, no paraná, uma empregada me conduzia ao quarto reservado a mim. Caminhávamos pelos corredores enquanto anoitecia, a casa era muito grande, além de, ao lado, ter outras 3 casas enormes para cada uma de suas filhas. Caminhávamos e procurávamos a porta do meu quarto, os corredores, que eram as instalações da unisinos, começaram a ficar escuros e a empregada pediu para q eu tivesse cuidado com as aranhas, que ali, pulavam em cima de humanos para morder. Achei bom que seu estivesse vestida com roupa de inverno, assim estaria mais protegida.
rosa / li

Telefonei para XX e uma voz feminina atendeu. Perguntei por ele e com voz arrastada e maliciosa, ela diz que naquele momento ele não poderia me atender. Saquei na hora que era uma garota nova, que eu havia sido ‘substituída’. Larguei o telefone e saí da casa que eu estava, de muitos andares. Estava no último andar e nas paredes, muito tule cor-de rosa pendurado pelas paredes. Descia as escadas correndo mas nunca chegavano térreo.
caravana / li

estava em um campo, onde tinha um castelo em ruínas e em volta tbm, um campo de futebol e um palco de shows. Eu caminhava com uma amiga, procurávamos sair dali e voltar para casa. Encontramos uns seres q surgiam de um foco de luz vindo do céu. Assim q estes surgiram, vi que eram as criaturas de um filme da sessão da tarde, o ‘ caravana da coragem’ junto da criança loira deste mesmo filme. Eles nos conduziram para a sala de comando da nave q tinham e diziam que não tínhamos mais volta. Falei para eles q considerava a boa intenção q tinham conosco, mas achava a tal criança muito enjoada, além, odiava o filme q eles fizeram.
perfuração / li

estava deitada, lendo, na sala da casa da minha avó, no sofá azul da minha mãe. No teto, muitos balões coloridos pendurados. XX, tbm na sala, passava o tempo jogando alfinetes, de baixo para cima, para ver quantos balões estourava. Num momento, senti q um alfinete atingiu o meu braço, retirei-o. Logo senti uma dor na perna direita e percebi q um alfinete tinha entrado por inteiro para dentro da minha pele, atingindo minha artéria. Tentei tirar, mas a dor era forte. Começaram a surgir hematomas internos e fiquei com medo. Falei para XX que aquilo era uma brincadeira perigosa.
terceira amiga / li

recebi um convite para ser a terceira amiga de orkut do wes anderson. Em vez de ter sua foto no perfil, havia um filme com imagens dele fazendo acrobacias e sinais simpáticos balbuciando meu nome. Fiquei muito feliz.
ligação / li

Falava com minha mãe ao telefone, conversamos muito e desligamos. Foi só colocar o telefone no gancho que percebi que havia esquecido de falar algo bem importante para ela. Imediatamente liguei de novo e o marido dela atendeu. Ele falava com voz baixa e dizia que minha mãe não estava, que fazia tempo que ela tinha saído. Explicou que certamente não era com ela com quem eu havia conversado segundos atrás.
barro / li

caminhava em um aeroporto, que era a rodoviária de porto alegre. Esperava alguma coisa, uma viagem ou alguém que não vinha nunca. Comecei a perceber que a construção, assim como os móveis e objetos dispostos ali eram feitos de barro. Tudo era marrom. Fazia muito calor e fiquei com medo que o barro derretesse. Pessoas falavam que os construtores haviam misturado chocolate junto do barro para dar maior brilho. Enquanto esperava, vi os aviões chegando, todos pequenos e estreitos, feitos de alumínio, pareciam feitos de panela velha, pensei. Vi também, em minha mão, que eu usava um anel feito de barro tbm. Fui procurar alguma pessoa conhecida que eu sabia que estaria lá me esperando, mas não sabia quem era. No caminho parei para assistir um show de índios peruanos que tocavam uma versão heavy-metal do kid abelha, ‘eu tenho pressa e tanta coisa me interessa, mas nada tanto assim’. Achei a proposta genial, mesmo com o sotaque indígena na canção. Daí lembrei o porquê de tudo aquilo e de estar ali, eu estava nos anos 70, ainda. Para aquela época, nada daquilo era estranho.
perda e ganho / li

conversava com a L., na sala da sua casa enquanto percebi que meus cabelos começavam a cair. a quantidade era absurda, fiquei envergonhada de colocar tanto cabelo no lixo da sua casa. Logo mais, vi que nos cabelos que ficaram, tinha muita sujeira, chicletes, isopor, papel, bichos e muitos nós. Imaginei que teria cortar o cabelo bem curto para que pudéssemos sair. Mais tarde, caminhava com XX na rua da ufrgs, campus centro, à noite , em nossa direção aparece o alemão-louquinho, ao me ver ele grita q queria vingança comigo. Sacou uma faca, e com ela atingiu a minha barriga. Fiquei assustada, mas percebi q as facadas não me perfuravam.
corpos / li

minha nova casa era uma construção bem antiga, muito escura. Moraria ali com pessoas mais velhas que eu não conhecia, entre elas a Maria Bethania. Pensei que ficaria deslocada no meio daquela galera, uns cinquentões, executivos e magrões da antiga. Assistia TV e percebi que a Maria Bethania só andava pelada pela casa. Ela tinha um corpão, e pensei que eu precisaria me cuidar mais, com 30 anos, o corpo-bagulho era o meu naquela casa.
almoço francês / li

eu almoçava com a minha mãe no Ocidente (restaurante/bar), que recém tinha mudado de lugar, ficava agora numa rua calma do bairro petrópolis. Era uma casa grande, de dois andares e o novo chef era o Oliver Anquier. Ele me apresentava vários pratos servidos, mas nenhum me agradava, acabei escolhendo um risoto de alho poró e pimenta preta. Enquanto almoçávamos entrou a Fatima Bernardes e o William Bonner com seus filhos, minha mãe ficou muito feliz em vê-los, comentei que tbm o Luis Fernando Veríssimo costumava almoçar ali. Mesmo almoçando eu já estava agora em uma sala de espera de um curso de francês, seria minha primeira aula neste lugar. Um recepcionista me chamou e conduziu-me até a sala do professor. Eu teria aulas isolada do restante da turma e a nossa sala era como a de um psicanalista, mesa e duas poltronas. Tudo que o professour falava, eu não entendia. Comentei que eu apenas sabia dizer ‘bonjour’, o resto eu tinha esquecido. Ele continuava a fazer perguntas e nada de entendimento. Comecei a achar o professor bonitinho, mesmo sendo tímido, arrogante, caretão e super sério. não prestei mais atenção no que ele dizia, coloquei um óculos escuro de aro redondo para poder ficar olhando mais para ele.
hot / li

estava na praia, férias de verão, mas tudo era tédio. Descobri que tinha um homem desconhecido que parava no mesmo apartamento q eu, em outro quarto. Nunca havíamos nos falado pq ambos sentíamos tédio, também nunca cruzávamos dentro do apartamento.. Ele tinha uma barba comprida, mas imaginando ele sem barba, era bonito. Fomos juntos fazer um almoço de domingo, mas não conseguíamos, pq resolvemos que o tédio só passaria se trepássemos. As trepadas eram sensacionais, íamos para dentro da geladeira, para baixo da mesa. Enquanto isso, o microondas ficava acendendo luzes coloridas, pensei que parecia dar uma impressão de motel vagabundo, uma pobreza. Transamos por muito tempo, dias, até q uma hora o cara falou q estava assado, fiquei puta da cara e disse ‘mas isso é coisa de mulher, um homem nunca fica assado!’ . como tínhamos que ficar transando por muito tempo, não poderíamos parar, ele cansado, resolveu que merecia uma substituição. Ele me deixou de quatro em cima da mesa, enquanto mordia meu pescoço, colocava um urso de pelúcia gigante para transar comigo. Enquanto eu gozava com o urso, reparei que nos meus dedos tinham muitos anéis de pedras coloridas.
casais / li

estava no apartamento da minha prima jantando com ela. Eu levei bons vinhos, bebíamos e conversávamos. Percebi que em uma estante, na sala, todas as prateleiras estavam abarrotadas com objetos iguais, eram cones forrados com búzios. Peguei um deles para olhar e minha prima começou a chorar, disse q tudo era da namorada, com quem tinha terminado. Fiquei muito triste com o rompimento delas e consolava a minha prima. Do lado de fora, sua namorada gritava pedindo coisas e resolvia as desavenças, aos gritos. Mandei ela parar, pois os vizinhos não precisavam saber disso. De repente, estava num apartamento antigo, na Lima e Silva, junto da ex-namorada da minha prima. Estávamos sentadas em uma cama e ela perguntou se eu estava com alguém, falei ‘ não, to sozinha’ , ela vibrou e me beijou na boca. Gostei do beijo, mas não poderia trair minha prima. Ela saiu de cima de mim e disse que agora eu poderia começar a curtir ficar com garotas. Respondi, ‘ é pq não, os homens, atualmente não fazem mais nada, vai ter que ser o jeito’. Para encerrar o assunto, resolvi levá-la na casa de uns conhecidos, um casal com quatro filhos. eu dizia, ‘eles são bancários do banrisul, mas são gente boa’. No prédio subíamos por escadas em corredores com paredes de azulejo, muito estreito mal passava uma pessoa de cada vez. Eu tinha dificuldade em respirar, pois tbm ali, não tinha janelas. Entramos na casa dos bancários, onde todos eram fãs da Baby Consuelo, andavam com cabelos coloridos e roupas pretas. Achei tudo meio brega, pensava ‘ como pode o banrisul aceitá-los?’
stress / li

- tinha combinado com um amigo de que iríamos na casa do diego, mas o diego era uma mistura com outro amigo que tocava com ele. Era estranho pensar que a confusão era só minha, mas eu tinha certeza q a banda dele era um trio e não uma dupla. Saí de manhã cedo para ir na casa da família de diego. Resolvi pegar um atalho e entrei em um bairro onde todas as casas tinham jardins com flores lindas. As flores dos jardins sempre combinavam com a cor da pintura da casa. Em vez de caminhar pela calçada, eu caminhava pelo quintal das casas, e inevitavelmente eu sempre pisava em várias flores. Pensei em bater na porta e pedir desculpas pelo ato, mas eu já tinha feito isso tantas vezes, eu iria me atrasar se o fizesse. Chegando na frente da casa de diego, entrei com meu amigo , abrimos as portas, todos estavam em um churrasco nos fundos. Eu precisava muito fazer xixi e antes de encontrar todos fui ao banheiro. Ali, resolvi que iria tomar um banho também. Percebi que o vaso sanitário estava cheio de cocô, transbordando e eu tentava arrumar, para q não achassem que tinha sido eu a responsável por aquilo. Enquanto fazia isso ia conversando com um amigo pelo viva voz do telefone. Demorei muito com o banho e com a descarga do vaso, já estava com vergonha de sair dali, pois o churrasco já tinha acabado. Comecei a me vestir e percebi que nesse banheiro faltava uma parte da parede, fazendo com que me avistassem da cozinha. Saí do banheiro, sem me secar e ainda me vestindo, a mãe do diego disse que tinha comprado um cachorro-quente pra mim e estava em cima da mesa. Na cozinha a carol veio me abraçar e falar que estava com saudades e pedia ‘desculpas pelo seu ciúme’. Eu não entendi e rindo, falava para ela ‘ ciúme de que, nunca tivemos nenhum interesse em comum’. Enquanto isso eu tinha que ao mesmo tempo, conversar com meu amigo ao viva voz, me vestir, comer e conversar com a família, não conseguia fazer nada.



guerras / li

assistia pela tv que havia começado uma grande guerra na fronteira da rússia.as imagens que se viam eram brutais, pessoas cortando a própria cabeça, invadindo residências, mordiam-se uns aos outros. As cenas eram apavorantes e parecia se espalhar por todo continente europeu, americano e asiático. Via-se cenas de homens árabes, com seus trajes brancos manchados de sangue e agredindo tudo o que aparecia a sua frente. Os cariocas tbm o faziam, no leblon. A guerra havia começado por descendentes de uma raça desconhecida, quase em extinçaõ. Eles tinham uma denominação complicada, q eu só identificava a parte final do nome do povo, os ‘minivos’. Fiquei com medo de ir para europa deste jeito, mas a passagem já havia sido comprada. Pensei q se eu transasse com alguém naquele momento, eu me acalmaria. Logo, surge a minha madrinha e suas duas filhas, elas diziam que meu pai estava muito doente. Saí correndo e fui me esconder em um galpão, que ficava embaixo de um coqueiro. Ali dentro, encontrei apenas pessoas loiras.
carros / li

ouvi um barulho e fui para a janela do meu apartamento ver o que era. Na avenida que se avistava, tinha acontecido um acidente de carro. Saí do meu prédio e fui até lá para ajudar, outros automóveis já tinham parado e vi eles recolhendo 3 corpos de crianças mortas e dois adultos ainda vivos. No céu tinha muitas nuvens, não era possível saber se estava amanhecendo ou anoitecendo. Passei pelo posto da esquina e lembrei que eu tinha comprado uma variant azul ,bem velha, e precisava de uma garagem. Entrei ao lado do posto onde tinha uma oficina e muitos galpões, no chão muita lama e sujeira. Um funcionário dali, disse para eu falar com o Altair. Encontrei-o atrás de uma porta e de imediato ele disse que tinha uma vaga reservada para mim, porém o problema era eu ser a paciente da minha dentista, quem ele detestava. Fui colocar o carro na vaga e vi que além do lodo, o corredor para chegar era muito estreito. Pensei ‘ que grande cagada eu fiz comprando esse carro velho’, quando pensei no termo ‘cagada’ lembrei do pai do ken, q falava com sotaque japonês.
boa leitura / li

fazia muito calor, eu estava deitada em uma imensa cama de casal coberta com uma colcha branca de crochê. Eu lia um livro, quando entrou um amigo e sentou ao meu lado. Ele perguntou que livro era aquele e eu comentei que esse sim ‘era o livro’, mostrei para ele que o exemplar não tinha capa, não tinha autor, nem título, nem números de páginas. Ele fez um carinho bom nos meus pés seguindo até as minhas costas, rimos e comentei que era a melhor leitura que se poderia fazer, dessa forma poderíamos entrar no texto de forma ‘pura’ e imparcial. Resolvemos fazer a leitura juntos, mas embaixo da colcha.
londres / li

tinha acabado de chegar em londres, e me dei conta q eu não tinha lugar para ficar, nem conhecidos por lá. Já começava anoitecer e fiquei preocupada, pois tbm não tinha dinheiro. Entrei num albergue e a recepcionista começou a organizar minha mala, pois eu tinha ido para lá com tudo bagunçado. Chegou uma moça e disse que iria me ajudar a encontrar um local seguro para ficar, descemos por uma rua, que era a avenida Rio Branco de Santa Maria, chegamos em uma loja que vendia apenas cadeiras antigas. Ficamos perambulando pelo meio de todas aquelas cadeiras expostas até encontrar as donas da loja, que eram cinco lésbicas. Uma delas disse para eu ficar no seu apartamento, sem problemas. Chegando no prédio eu encontrei um rapaz que dizia ser meu atual namorado, ele me tratava muito bem, muito carinhoso, porém eu não conseguia ver o seu rosto, nem saber desde quando eu o namorava. Caminhamos por uma ponte entre morros e eu ia sentindo o quanto gostava dele, mesmo sem saber como era a sua fisionomia ou o que ele fazia da vida. De uma hora para outra eu estava completamente apaixonada e me sentindo burra por não saber como agir ou falar para ele. Paramos em um bar e ele comprou um picolé de brigadeiro para mim. Eu comecei a chorar pq eu percebi que era com ele que eu queria ficar. Enquanto isso, ele caminhava na minha frente e não dava mais tanta atenção para mim. Caminhando, eu via que Londres era uma cidade cheia de pontes velhas e pessoas feias.
eu, a visita / li

cheguei em sp e a L. foi me levar para sua casa. Estava amanhecendo e entramos em um ônibus q nos levaria até o seu bairro. Estava amanhecendo, algumas estrelas ainda no céu e muitas pessoas indo para o trabalho. O percurso era longo, atravessávamos muitos bairros pobres com muitos casebres à nossa volta. Já na casa dela, eu muito cansada queria deitar e dormir, mas tbm queria conversar com ela e rir. Fui conhecer a sua casa e a porta de entrada dava direto no seu quarto, depois vinha a cozinha, um pátio com um gramado, um poço e muitas plantas e só então é q lá no fundo ficava a sala. Sentamos em volta do poço, achei muito agradável o local, comentei q nem parecia sp, parecia mais uma cidade do interior, aquele lugar. Vi que ao lado tinha um cemitério, só eu enxergava esse cemitério, ela nunca o tinha visto. Achei melhor não comentar para não assustá-la . o cemitério tinha túmulos coloridos, bem bonitos, pensei q até era astral ser vizinha de um cemitério daqueles. Entrei na parte da frente da casa e vi que tinha um escritório subterrâneo onde tinha um homem sentado na frente do computador, como não fui apresentada, não cumprimentei. Ao lado, vi que tinha tbm uma pequena sala de televisão onde tinha um jovem militar sentado assistindo futebol.
lugar nenhum / li

era uma reportagem de tv, mostrava uma alternativa para locais de trabalho. O local que se via era um condomínio popular para salas comerciais. Era um local com pouco espaço, pois todos os tipos de serviço ali se instalavam, encanadores, professores, camelôs, motoristas; ocupando qualquer espaço mínimo. A repórter mostrava a sala de um despachante, um jovem advogado sem sorte na vida profissional. Era uma sala apertada, com o teto muito baixo e sem janela, tinha apenas uma mesa e duas cadeiras, a dele e uma para algum cliente. Mas a característica principal deste espaço eram as alternativas para decoração ser mais atraente, mesmo com escassos recursos. O jovem advogado/despachante mostrava que tinha forrado as paredes e o teto com vidro grosso e entre o concreto e o vidro, havia colocado flores de plástico, coloridas, para alegrar o ambiente. Logo, eu estava numa praia gaúcha, numa casa branca de dois andares, com muitas janelas de vidro, na beira do mar. Sentada ali, avistei minha prima e o seu marido na casa ao lado. Um senhor, moreno e magro, sentou ao meu lado e apontava para o sul, indicando uma estrada, dizia ‘ aquela estrada ali, a BR 293, vai para o interior do estado, só q no interior não tem nada, nem cidade tem mais, a estrada vai para lugar nenhum, lá tudo é vazio’ . fiquei observando e pensando o porquê da construção de uma estrada para nenhum lugar, achei curioso e deprimente. Depois de um tempo eu percebi que aquela estrada passava pela cidade de Cachoeira do Sul, falei para o senhor ‘ mas a cidade de cachoeira do sul até que é legal, ela é alguma coisa, ainda?’
festas / li

Acontecia uma grande festa, na frente da casa da minha avó, em santa maria. Eu não conhecia ninguém ali, mas todos sabiam quem eu era, me tratavam muito bem. Na minha frente passava uma mesa, que era uma esteira rolante, com muitos petiscos e bebidas. Tinha uma jarra com um líquido incolor. Achei q era Ouzo e provei, porém era uma bebida desconhecida, muito boa, uma bebida alcoolica com sabor suave. Eu também comia guacamole com farelo de pão torrado. Queria pegar mais coisas para comer, mas a mesa/esteira passava muito rápido. Logo, duas adolescentes q eu não conhecia me convidaram para uma outra festa, na casa de sua família, pois seus pais tinham ido viajar. Chegando lá, elas chamaram o Prince e o Axel Rose. Uma delas levou o Prince para uma sala pequena e eles ficaram deitados num sofá jogando rpg. O Prince usava uma máscara de ferro, em forma cônica, com abertura apenas nos olhos, não dava para ver seu rosto.De repente, Prince se levanta e diz querer transar comigo, mas mesmo a fins de transar com alguém, eu não queria que fosse com ele. Nesse momento, os pais das garotas chegaram na casa e elas, apavoradas, tentaram esconder os convidados. Fiquei mais tranqüila, pq não queria ter de explicar para o Prince pq eu não transaria com ele. No desespero as garotas atiraram o Axl Rose pela janela, já com o prince, era mais difícil, ele tinha dificuldade em se movimentar por causa da máscara, falei para ele que não iria ajudá-lo pq eu detestava suas músicas.Saí correndo e parei em uma avenida grande, perto do aeromóvel, em poa ,era uma madrugada quente e tudo estava vazio. Um jovem me acompanhava, ele andando de moto, eu caminhando ao seu lado. Fomos para a minha casa, q ficava próxima do rio guaíba e a festa que eu estava antes estava acontecendo ali novamente, do mesmo jeito. Uma adolescente, parecia mimada e mal-humorada, começou a fazer xixi no chão de toda minha casa. Fiquei muito braba e busquei um pano para limpar enquanto dizia q ela deveria ter mais cuidado com isso e que eu detestava limpar xixi dos outros. Fiz ela limpar tudo, aos gritos, e ela fazia o serviço com má vontade.
carne / li

minha casa ficava no meio do campo, quase uma fazenda, só q não tinha animais nem plantação, não tinha nada mais, era só eu o campo e a casa. Era uma casa antiga e bem grande, e ali eu vivia sozinha, no meio da imensidão daquela planície. Andando pela casa, sempre me perdia ali dentro, atravessava muitas portas e era muito difícil chegar em algum cômodo. Assim eu vivia, andava sempre com uma águia no meu ombro, o tempo todo. Da varanda da casa eu avistava pequenos muros pelo campo. Eram muros antigos, assim como a casa, mas percebi que eles eram muros construídos com carne moída.
bowie e eu / li

estava num grande salão, com paredes de azulejos q formavam desenhos em tons de lilás e rosa. Lembrei q era ali q o david bowie tinha dirigido um filme muito bom. Tentei fazer com meu corpo a movimentação da câmera de uma das melhores cenas do filme. Fiquei ali girando e pulando e voando, logo chega o bowie e diz a mim, q meus movimentos estavam perfeitos.
retorno / li

estava com um grupo de pessoas caminhando em um dia nublado e frio por uma rua de uma cidade alemã. Andando à nossa frente, ia XX, falando francês com todos os transeuntes . Passamos pela torre eifel e ela era muito pequena, tinha 3 metros de altura. Caminhamos mais e chegamos em uma igreja gótica, sentamos para esperar XX chegar. apesar de ser uma igreja muito antiga, eu não achei nada interessante. Tinha uma porão onde estava sendo realizado um casamento, a noiva estava vestida com um vestido verde escuro, estilo medieval. Subi por uma escadas e encontrei o Mussum dos trapalhões, começamos a transar ali mesmo, e enquanto transávamos eu pedia para os outros esperar. Saímos da igreja e já estávamos em poa, num rua próxima do campus central da ufrgs. Era noite e as ruas estavam muito escuras, com muitas crianças carregando armas de fogo. Eu não conseguia chegar em casa, encontrei minha prima em um estacionamento e ela pediu q eu esperasse. Minha prima foi para trás de um poste e pegou um barril de tinta amarela e pintou no seu corpo um grande cruz para voltaramos com segurança. Enquanto caminhávamos, eu lembrei que o alemão louquinho tinha me achado no orkut e deixado um recado dizendo que tinha saudades de mim e q queria o meu telefone.
unhas vermelhas / li

estava na unisinos, próximo ao dce, onde tinha próxima do palco ,logo teria show com o black sabbath. eu estava esperando o show começar em cima do palco. Era muito alto e eu fiquei com medo de ficar ali sozinha e tbm tinha medo de descer. Percebi q não usava sapatos e as unhas dos meus pés estavam pintadas de vermelho. Os componentes da banda chegaram de moto pelo meio do público. O show começou e o público não se entusiasmou. Eu tentava esconder os meus pés para que ninguém percebesse minhas unhas vermelhas. Enquanto olhava os meus pés eu já estava em um apartamento com 3 dormitórios, sendo um o meu quarto. XY chegou ali e eu fiquei muito feliz, porém ele deitou na minha cama e começou a chorar, eu o abraçava bem forte e beijava seu rosto. Ele não parava de chorar, estava desesperado. Uma mulher abriu a porta do quarto e queria saber o pq daquele choro, fiz ela sair e qdo voltei para cama, percebi q tinha muitas camisinhas em nossa volta.
Papa na pedra / li

Me sentia muito cansada e alguém me conduziu até um quarto para que eu deitasse. Era um quarto de hotel, grande e escuro, deitei-me na cama, também muito grande. Não consegui descansar, pois passavam muitas pessoas por ali, entre estas, meu pai, o q me deixou desconfortável. A cama era toda feita de azulejos azuis, em vários tons e logo após ela se transformou numa piscina, sem água, apenas com o colchão dentro. Levantei e segui uma mulher q por ali passava. Cheguei em um campo e sentei em uma pedra, ao meu lado estava o Papa João Paulo II. Conversei com ele e disse lamentar por ele ter morrido. Ao nosso lado, na pedra, estavam mais três pessoas, dois homens e uma mulher, que esperavam para ir embora. Mesmo sem conhecê-las e sem ver seus rostos, eu gostava muito delas. Logo, surge uma luz branca vinda do céu, que indicava o momento das três pessoas partirem, seguindo esta luz. Elas se levantaram calmamente, abanaram para nós e seguiram pelo campo, sendo levadas pelas luz. quanto mais caminhavam, mais seus corpos se desmaterializavam e tornavam-se apenas um contorno de luz. Senti uma grande tristeza seguida após por uma grande felicidade, e assim, virei para o Papa João Paulo II e , disse que agora eu sabia que elas estariam livres e assim eu ficaria feliz.
ar / li

Sentada em um banco dentro do meu banheiro, alguém me empurrou e enrolou a cortina do box na minha cabeça. Caí no chão e não conseguia respirar.
casa rio / li

Fui visitar minha mãe, que morava numa casa, dentro de um rio com forte correnteza e muitos morros em volta. Havia uma ponte branca, cheia de bancos, que acompanhava o percurso do rio, e por onde muitos turistas por ali passeavam. Nossa casa ficava bem onde o rio fazia a curva e tinha muitos terraços. Começou a chover e os turistas começaram a saltar da ponte para atravessar o rio, um homem grisalho com seu filho foi arrastado pela correnteza para dentro da casa, logo depois um peixe enorme tbm entrou pela sala e atravessou a casa até entrar novamente no rio. Olhei para os morros e no meio do mato vi uma pequena casa no alto, minha mãe disse que a casa estava abandonada desde o século XIX.
tardinha / li

Olhei meu relógio de pulso e os ponteiros marcavam 17hs 15min. Em minha volta estava um casal de irmãos adolescentes junto de um amigo. Estávamos em uma piscina que ficava entre duas casas, uma mansão e outra bem simples, de madeira. Todos ali conversavam normalmente comigo e eu não conseguia lembrar de onde os conhecia. Mergulhei na piscina, a água estava quente e logo saí para me secar ao sol. Percebi que eu estava muito bronzeada e não sabia o porquê nem como tinha ficado com aquela cor. Olhei para minhas pernas e vi manchas douradas junto das gotas de água na pele, imaginei ser reflexo da luz do sol ,pois a luz do dia estava amarelada. Ouvi ruídos altos e então avistei q se aproximava um caminhão de lixo vindo de um estreito corredor do pátio.
um corte / li

Estava no último andar de um edifício antigo, numa repartição pública, muitos móveis velhos e em tons de cinza e muita ferrugem pelas paredes. Eu e uma colega pedíamos papéis e documentos, os funcionários nos entregavam através de buracos pequenos das paredes de ferro. Todos documentos empoeirados e sujos. Fiquei chateada com tamanho descaso com o que era meu e senti uma sensação de tédio e tempo perdido. Eu e a colega resolvemos ir embora, descendo pelas escadas metálicas. Íamos conversando e ela tentava me fazer rir. Pessoas passavam próximas de nós e nos olhavam desconfiadas. Quando ficamos sozinhas na escadaria ela , no meio da conversa, cai desfalecida. Carrego-a e vejo um grande ferimento na sua testa por onde saía muito sangue. Já em um quarto de hospital, que ficava no meio dos arquivos do serviço público, um médico que era meu ex-namorado, enfaixava todo o corpo dela. Por uma janela eu me enxergava apanhando flores num grande pátio de concreto. Eu não sabia o que fazer com as flores e logo a colega acorda normalmente e diz ‘lisi não é só destruição’.
viagem / li

viajava `a noite em um ônibus com poucos passageiros, minha poltrona ficava entre as primeiras ocupadas, perto do motorista. Era um veículo antigo e bastante espaçoso e eu sabia que a viagem seria longa.

Precisava chegar ao destino, embora não sabia exatamente qual , por isso estava muito ansiosa. Após um longo tempo, com o veículo ainda em movimento, o motorista deixa o volante sem comando e convoca os poucos passageiros para comunicar que o ônibus está com toda sua parte inferior pegando fogo, mas mesmo assim, não teríamos problemas durante o percurso. Fiquei com medo e levantei da poltrona, vestia apenas a camisa do meu pijama azul, e contestei, pois eu queria descer em algum local seguro nos próximos instantes. Os demais passageiros se mantiveram calados sem nenhuma reação quanto ao fato. Quando avistei um povoado logo adiante e me preparei para descer, percebi que além de não ter nenhuma outra roupa além da camisa do pijama que usava, estava sem calcinha, foi então que avistei toda a parte de baixo do veículo pegando fogo





sangue / li

minha mãe tinha ido ao forum para se divorciar, levou junto a nossa inquilina, enquanto eu fiquei no apartamento com a filha dela. O apartamento ficava no bairro n.sra. lourdes, em sm, era uma rua muito tranqüila e bastante arborizada. Eu não tinha o que fazer enquanto esperava minha mãe. Resolvi ficar na janela vendo o anoitecer. Dali eu ouvia muitos ruídos de pássaros, grilos e diversos animais q eu não escutava há tempos. Achei o local agradável e calmo, até dava vontade de passar uns dias ali.

Logo mais, a inquilina retorna e fala que minha mãe demoraria mais, ‘problemas judiciários’, dizia ela. Esperei sentada na sala do apartamento, e percebi que a decoração era bastante pesada, muitos leques grandes pendurados nas paredes, quadros de purpurina e plumas. O silêncio daquela noite começou a me entediar e pensei que ‘aquela noite era bastante nick drake’. Eu vestia um pijama branco com listas verticais vermelhas, muito velho, era uma “roupa de espera”. Logo entra XY , sem nada falar, apenas com expressão de tédio no rosto. Perguntei para ele como era o seu sangue, ele apenas balançou a cabeça negativamente, perguntei se eu podia ver e ele estendeu seus braços para mim. Procurei um canivete e com cuidado cortei sua pele e fui afastando seus músculos até encontrar uma veia grossa lá no fundo. Peguei a veia que estava embaixo do osso e cortei-a também, assim pude ver que no sangue que circulava tinha pedaços de palha e finas tiras de veludo. Achei estranho e comentei que ele era feito como se faziam as bonecas antigas, que minha avó brincava qdo criança. Ele não falava nada e isso me incomodava e fazia aumentar o tédio daquela noite. Quando volto a olhar para ele, com surpresa, vejo que era ele quem vestia o pijama agora. Fiquei muito confusa com o silêncio e em saber quem era eu e quem era ele e como agora ele é que usava o pijama que era meu. Logo ele explicou que “o pijama estabelecia uma relação de continuidade entre nós, quando um começava, começava o outro também e tudo isso era a mistura das coisas , do apartamento, dos leques na parede, das tiras de veludo. tudo agora tinha listas vermelhas e brancas como as do pijama, e quando tudo isso terminasse, terminaria também a nossa existência e só assim o sangue ficaria limpo”. Achei o seu tom profético demais e percebi atrás de nós uma porta aberta, era um quarto com paredes azuis, onde um homem velho e muito gordo transava com uma adolescente.



cremes / li

Estava com muito sono, então fui ao banheiro escovar os dentes e passar creme no rosto antes de deitar. Porém o sono q sentia era algo incontrolável, pouco tinha controle do q eu precisava fazer, tudo era difícil, eu estava muito mole. Rapidamente peguei um creme qualquer e apliquei no meu rosto. Quando olhei minha imagem no espelho, percebi que minha pele estava muito bonita, fiquei fascinada com a textura, com o brilho e a sua cor, era algo que chamava a atenção. Assim, perdi todo o sono e, desesperadamente, comecei a procurar qual seria o creme que eu tinha usado, no meio de tantos.
leg / li

eu fazia cooper na beira do guaíba, junto do michel melamed, q usava uma camisa do inter e suava muito. Ele me contava tudo sobre a história do time e mostrava pessoas que eram torcedoras, que naquele momento passavam perto de nós. Corremos até chegar em uma pequena casa de madeira, onde entramos e fomos dormir, no quarto ao lado dormia a angélica, grávida novamente, e o luciano huck. Ao deitar vi que estava no quarto do meu antigo apartamento, e no meu quarto havia uma cama e um colchão no chão, onde eu estava. Achei estranha a situação e dormi abraçada com o melamed. Logo, acordei, e senti q eu estava atrasada para ir para floripa, tinha passagem aérea comprada para os próximos minutos, porém estavam na sala da minha casa a Karin e o Gonzalo. Carreguei as malas até a porta e Karin, muito séria, falou q eu não poderia me atrasar, pois meu vôo era ‘jet-leg’, mais confortável, com direito de assistir um filme antes da partida, e por isso mais caro. Mesmo sem eu saber exatamente como era um vôo ‘jet-leg’, concordei com o q dizia. Qdo entrei na sala de embarque, percebi que tinha esquecido minha bolsa, voltei até minha casa para pegá-la e qdo retornei à sala de embarque, fui barrada por uma funcionária, pois estava atrasada, e clientes ‘jet-leg’ não podem se atrasar nunca, dizia ela. Briguei muito com a funcionária responsável enquanto havia uma forte tempestade do lado de fora.
filme embaixo dágua / li

Saí de dentro de um cinema, no meio do filme com minha colega Tai e fomos caminhar pela cidade. Acabamos indo para um condomínio luxuoso onde encontramos a Maria Fernanda Cândido. Ficamos nós três por ali, comendo algumas frutas, morangos e maçãs. Logo decidimos voltar ao cinema para terminar de ver o filme que antes assistíamos. Chegamos na entrada do cinema, que ficava no topo de um edifício muito alto no centro da cidade. Para entrar no cinema tínhamos que descer por uma escada de metal por dentro de uma caixa d’agua. Foi então que percebi que antes assistíamos o filme embaixo d’agua, por isso a imagem do filme era turva e por isso eu não me sentia bem. A Maria Fernanda Cândido desceu pelas escadas normalmente e eu era a próxima a descer, mas ao sentir meu corpo submerso, voltei e pedi para a Tai descer antes de mim. Fiquei desconfortável com essa situação e não conseguia entender como as pessoas conseguiam assistir um filme sem respirar e totalmente submersas na água em um local tão escuro. Fiquei pensativa ali no terraço do prédio, analisando se eu conseguiria. Olho para o lado e vejo o Antônio Fagundes me observando, pelo seu olhar ele fazia eu acreditar que eu tinha que fazer uma escolha: ou entrava no cinema dentro da caixa d’agua ou teria que me jogar do topo do prédio.
livros no banheiro / li

um namorado me levou na casa de um amigo, um senhor de idade avançada que colecionava livros em um banheiro. Ao chegarmos na sua casa, bastante escura e com muitos móveis antigos, estava ele e sua filha, uma mulher de 40 anos. Eles nos trouxeram muitos dos seus livros que estavam no banheiro, cada livro ficava guardado em caixas de papelão. Uma das obras era o livro ‘clarissa’ do érico verissimo, uma edição inglesa ilustrada luxuosamente. Achei lindo e perguntei se ele não tinha o ‘música ao longe’, não obtive resposta. O senhor voltou ao banheiro e de lá trouxe um livro de um poeta, que segundo ele era um ancestral meu, porém o sobrenome do autor era vilanoya e não vilanova como o correto. Começei a falar da etimologia do meu sobrenome e o senhor discordava de tudo que eu falava. Fiquei irritada e saí da sala. Entrei em um corredor que me levava para um quarto e ali me escondi até o velho e sua filha sair. Fiquei embaixo de uma mesa e eles me viram e estranharam eu naquele lugar. Saí desse quarto e fui parar em um terraço, onde se avistava o parque itaimbé em sm, ali tinha uma senhora muito bonita que chorava o tempo inteiro.
avisos / li

surgiu uma vaga para eu trabalhar no guión, como agente cultural, fui e fiz a entrevista. saí de lá e a namorada de um cara que eu estava a fim correu para cima de mim e mordeu o meu rosto. fui me esconder em baixo de um palco, era um teatro bem grande e bem equipado com vários ventiladores. encontrei ali uma mini-saia rodada, cintura alta de veludo azul-marinho. vesti e ficou perfeito em mim, resolvi ligar para a lau para passar na casa dela e mostrar. qdo ela atendeu (eu a via) era de madrugada, muito quente, e ela estava sem sono na sacada do seu apartamento, na lima e silva, em frete ao zaffari. logo após estávamos caminhando em uma cidade estranha cheia de prédios bem velhos, era suburbio de algum lugar e procurávamos um lugar para tomar um cerveja. a lau tinha que parar em telefones públicos a cada cinco minutos para avisar a diarista dela que não fosse fazer a limpeza naquele dia .
passarinho / li

eu dormia na minha cama quando entrou minha avó ( já falecida) no meu quarto e deitou ao meu lado. Ela ficou pouco tempo ali, só o tempo de esquentar as cobertas e saiu logo após. Tentei acordar para falar com ela e perguntar se ela estava bem. Demorei para despertar e quando consegui, vi que tinha apenas um passarinho branco do meu lado fazendo carinho nos meus cabelos .
pollock / li

Eu tinha comprado um ônibus bem novinho e o Wander Wildner resolveu que ali seria o nosso atelier de pinturas, segundo ele faríamos sucesso, assim como Pollock.
tatuagem de pedra / li

eu tinha alugado uma casa bem legal e grande para morar, em capão da canoa, rs. Percebi que a casa era muito grande e fiquei com medo de morar sozinha ali. Eu não tinha móveis para tanto espaço, a sala era enorme com muitas janelas grandes, em todas as paredes. O clima era legal, mas não curti as janelas pq todos que passavam na rua poderiam me enxergar. Comecei a organizar uma escrivaninha velha, com forte cheiro de naftalina, ali eu guardava fitas k-7 com muito pó. Logo, ouvi barulhos de pessoas dentro da casa, e então que percebi q eu estava vestida apenas de camiseta e uma calcinha toda feita de bichinhos de pelúcia. Corri para todos os lados tentando me vestir, mas nada encontrei, até que resolvi arrancar uma das cortinas brancas das janelas para improvisar uma saia. Tentei fazer parecer que a saia era super moderna, porém fiquei desconfortável com o fato de agora as janelas da casa estarem completamente descobertas. Saí dali e entrei em um corredor grande, que era um andar de um edifício com salas comerciais. Eram muitas salas, todas apertadas e uma delas era o consultório da minha dentista, que estava saindo da sala, ia almoçar. Cumprimentei ela e só então é que percebi que eu estava carregando dois sacos de lixo. Procurei sair, mas eram muitas as salas e todas eram divididas apenas com panos coloridos. Andei muito pelos corredores até entrar numa sala que tinha uma placa escrita ‘estivador’. Ali dentro estava Dioniso,um amigo, me esperando pq, segundo ele eu tinha marcado uma hora para fazer uma tattoo. Estranhei pq não sabia q esse amigo era tatuador e estranhei suas roupas, uma regata branca justa e muito suja, mas para não perder o amigo aceitei fazer a tatoo. Ele me fez sentar em uma cadeira de balanço e pegou o meu braço para tatuar. Suas tatuagens eram muito diferentes, ele tatuava com grampeadores, uns bem pequenos, outros maiores se mostrando muito ágil e habilidoso no manuseio destes. Comecei a olhar o trabalho q ele fazia no meu braço e percebi q as tatuagens eram feitas colocando umas pedras preciosas (rubis e esmeraldas) e pedras catadas na rua por debaixo da pele, finalizando o desenho com queimaduras de incenso na minha pele. Depois de um certo tempo as grampeadas começaram a doer e eu reclamei, ele disse ‘dá nada! agüenta aí’. Agüentei, pois a tatuagem estava bonita, mas cada grampeada q ele dava eu sentia dor de barriga. Achei q a dor era culpa da calcinha que eu usava mas qdo olhei para o meu abdômen, vi que saía uma pequena árvore de dentro do meu umbigo. Tentei esconder a arvorezinha com muita vergonha, mas ela tava crescendo rápido demais. Apertei ela com cuidado e pensei ‘ ainda bem que é uma pitangueira, adoro pitangas’.
drama japonês / li

Era a sala de jantar da casa da minha avò em santa maria, eu estava embaixo de uma samabaia quando apareceu ex dono do garagem hermética que ia examinar meus dentes. Achei meio chato pq eu não tinha pedido q fizesse isso, mas pensei q talvez assim ele me apresentasse o irmão dele. Ele saiu para estudar o meu caso, quando voltou ele tinha se transformado na esposa do meu primo, a Adriana. Fiquei puta pq me senti enganada e pensei q aquilo tudo era coisa do Sérgio (primo). Então a Adriana falou que meus dentes eram enrugados e isso era sintoma de uma doença muito grave, talvez eu tivesse que buscar tratamento nos EUA. O normal era qdo os dentes estavam todos redondos, dizia ela. Contei isso para a minha mãe que respondeu: “não dá bola, a Adriana é mesmo muito japonesa, ela faz drama pra tudo’.
croata / li

O raphael era criança, uns 8 anos e eu o encontrei numa tarde quente de verão, no pátio da casa dos seus pais, eu com 30. ele era uma criança bem quietinha e muito educada, ficava sentado numa escada estudando bem concentrado. Eu resolvi chegar perto para ver o que ele estudava com tanta atençaõ, olhei para o caderno e não entendi nada, então ele diz: ‘estou estudando croata.’ Assim pude concluir q graças ao croata é q ele tinha aprendido todas as outras línguas que ele veio a falar na idade adulta. Eu dei um beijinho no rosto dele e ele achou muito nojento, então eu resolvi abrir o jogo, dizendo que ele nem sabia, mas eu o conhecia até que completasse 27 anos e comecei a falar que ele desistiria do curso de medicina, que ele ia se interessar pela cultura afro e q nós teríamos uma banda juntos.
gritaria / li

Eu tava caminhando na rua num dia nublado e resolvi entrar numa espécie de garagem de vidro que era um cinema. Eu sentei um pouco e vi o tio Odilon ali perto, então resolvi fugir. A porta de saída do cinema dava dentro do mercado Nacional do Iguatemi, e tinha vários teatros que ofereciam cursos aos clientes do super. Eu atravessava vários cursos pq precisava estar em casa o quanto antes. Eu caminhava pela rua e de repente surge o Eduardo que era meu marido, e eu pensei, ‘putz, me casei de novo, azar!’. Ele me chamou aos gritos e o colega dele de faculdade, o lagartixa, tava no banco de trás e ficou chorando com pena de mim. O eduardo gritava muito e disse que eu seria assaltada como castigo. Passamos na frente de um cemitério de crianças que era muito bonito, tinha bancos bancos e todos os túmulos eram decorados com rosas, parecia uma praça de uma cidade do interior.
pessoas no apartamento / li

eu dormia na minha cama, já de manhã cedo qdo o sol estava entrando pelas frestas da persiana, qdo acordei e vi que tinha alguém deitado ao meu lado. eu não conseguia ver o rosto dessa pessoa, pois estava coberto com a fronha do travesseiro, mas sabia que era uma pessoa que eu gostava muito e me fazia sentir muito bem. Como não o vi entrando na minha casa, pensei que eu tinha de fazer algo para agradá-lo quando ele acordasse. eu me encolhi e fui para baixo da cama. Em baixo da minha cama era um lugar iluminado e bem aconchegante, com um tapete verde e amarelo e com desenhos de pequenas flores, tinha uma luz também amarelada e muitas almofadas roxas e ali eu ouvia a música ' don't worry kyoko' da yoko. fui para um canto e começei a procurar algumas coisas que ele pudesse gostar de ver ao acordar. só encontrei tomates e sementes de mamão, juntei-os e achei que ficavam bonitos. de repente eu estava na minha sala, sentada no pufe olhando a lau dançar balé eu não queria interrompê-la mas precisava que ela me dissesse se o cara da minha cama era legal, quem era ele e se ele ia gostar dos tomates com sementes de mamão. eu não conseguia falar com a lau pq ela cantava uma música muito bonita, que parecia ser 'my sweet lord' do george harrrison. eu fiquei intrigada, pq achei q a música pudesse responder a pergunta q eu ainda não tinha feito. fiquei caminhando pela sala e a lau saiu pela janela, do outro lado da janela era sp e ela precisava voltar. eu fiquei sozinha e o cara da minha cama nunca acordava, eu já estava cansando de ficar com aquele monte de tomates, sementes e agora ainda tinha arroz junto e eu também sentia saudades da lau e do cara que tava deitado na minha cama.
escultura de açúcar / li

o homem que consertava o junker do meu apartamento me chamou na área de serviço e disse que eu deveria chamar o empreiteiro Nelson para concluir o serviço, fiquei tensa pq eu já tinha marcado com o seu Adão, mas mesmo assim disse q tudo bem. qdo entrei na cozinha, a minha cozinha era enorme, tinha um rapaz jovem, com olhos verdes e cabelos crespos que começou a me beijar. o beijo e as carícias eram muito boas e de repente estávamos sem roupa. Quando íamos transar, ele começou a me mostrar as esculturas que fazia com açúcar. eram pequenas esculturas, muito bonitas. voltamos as carícias e percebi q em vez de transarmos, ele estava colocando as esculturas dentro dem mim.
roupa larga / li

o dia estava nublado e eu caminhava pela avenida presidente vargas, em santa maria, rs. quando passava em frente ao lar de joaquina, uma senhora muito bem vestida, com unhas vermelhas, brincos, fumando um cigarro com piteira e muito simpática, convidou-me para entrar na loja dela, que ficava na garagem do lar de joaquina. na verdade a loja era uma cozinha e ela entregou-me uma roupa igual a da mulher-gato para provar. ao vestir a roupa, percebi que a parte de trás não fechava no meu corpo, ela deu-me outra numeração, porém esta ficou grande. não teria graça usar a roupa da mulher-gato largona.
morangos / li

era almoço de família na tia belinha. tio joãozinho tinha preparado toda a casa para receber todos os familiares. no momento do almoço, tia belinha levanta da mesa e diz ir buscar o prato principal q era surpresa. ao colocá-lo na mesa, grande silêncio, era uma imensa bandeja e o prato principal era macarrão misturado com morangos imensos . apenas leila comia como se fosse normal comer macarrão com morangos.
pássaros / li

eu dormia na minha cama quando percebi q tinha algumas coisas embaixo das cobertas. o sono era profundo mas os movimentos vindo dali começaram a me perturbar. ainda sonolenta levantei o cobertor e muitos pássaros saíram voando pelo quarto.
nagô / li

era madrugada e eu estava num terraço alto e abandonado em santa maria, na esquina da rua acampamento com a astrogildo de azevedo, tudo era ruína em volta. tinha mais dois caras q eu não conhecia junto, um estava enrolado num lençol branco e o outro com uma roupa toda xadrez, em tons de verde e marrom. de repente toca o meu celular, que tinha o visor vermelho e era o balthazar querendo saber se eu já tinha ido para a hungria. quando fui responder minha voz saiu cantada como se eu fosse soprano. ele ria muito alto e fazia as piadas de sempre pq achou q eu estava brincando e falando as merdas de sempre. fiquei atordoada em não conseguir falar normalmente e apesar do esforço, minha voz sempre saía daquele jeito. a preocupação com a voz cresceu e de repente comecei a sentir muito frio e só cantando/falando é q eu conseguia me aquecer. Um dos rapazes veio até mim e me cobriu com o seu lençol branco. quando me senti aquecida pude responder pausadamente, mesmo cantando, que eu adorava a hungria e q a hungria não existia mais, agora o país se chamava nagô.
colo / li

deram um bebê loiro para eu segurar no colo. era uma casa grande e vazia, sem nenhum móvel. segurei o bebê e percebi q ele era meu filho, mas eu não lembrava de ter ficado grávida nem quem era o pai da criança. fiquei pensando e tentando lembrar de fatos da tal gravidez, da concepção mas nada me remetia a esse episódio de gestação. logo chegou a natascha, também muito loira e branca e disse que eu tinha perdido minhas botas. procurei as botas e achei embaixo de uma janela. as botas eram muito feias, senti vergonha de saber que eram minhas e que eu as tiinha usado algum dia. fiquei cansada e me sentei no chão da casa com o bebê e as botas no colo.