Drömma

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Drömma Dreaming Logger
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Família
SL 22/11/2008  11:10
Meu pai, meu irmão e minha mãe tinham ido velejar ao redor da Europa no barco do meu avô. Eu não fui e fiquei na casa de uma amiga que estudava arquitetura. A cidade aonde ela morava era estranha, era chamada de "Pequena Canadá", sempre cinza e era de fato muito pequena. Eu estava na casa dessa amiga quando o meu avô, da Noruega, liga para mim e fala que minha mãe teve que voltar para casa pois teve problemas de saúde. A voz dele era terna e ele estava sendo muito simpático e eu recebi aquela ligação dele com muita naturalidade. Fiquei muito preocupada e decidi ir até a casa da minha mãe, chegando lá, ela estava muito arrumada, mais jovem, organizando um salão de festas para um cocktail que ia dar. Ela estava grávida! Com um enorme barrigão de grávida e estava muito gorda também nessa região da cintura. Perguntei como aquilo tinha acontecido e quando, e ela se limitou a dizer que o bebe já havia morrido e agora ela tinha que apenas esperar o inchaço passar. Depois eu e mais um amigo meu estávamos deitados em um colchão e um outro homem deitava na parede, quase perto do teto. Conversávamos sobre gestão em bancos nacionais.
5o andar.
SL 20/11/2008  16:52
Estava em Bruxellas, no apartamento da família da minha mãe, fazia muito frio e chovia e eu estava esperando alguém chegar muito ansiosamente. Escuto batidas na porta, abro e é um homem segurando um pacote muito grande e diz que é para mim. Fecho a porta e começo a abrir o pacote e dentro tem um saquinho com areia. Saio do apartamento e vou até o terraço do edíficio, mas para a minha surpresa me deparo com o 5o andar, coisa que eu não sabia que existia. o 5o andar era um salão enorme, vazio, escuro e não tinha escadas para o terraço.
li 17/11/2008  19:03
eu revisava um texto, de acordo com as novas normas da gramática. duas palavras que eu não conseguia saber se estavam corretas: dinastia e batismo. não sabia como corrigi-las, ou se era necessária a correção.
Óculos
SL 17/11/2008  12:32
Meu óculos de sol estava com as astes frouxas e eu caminhava na rua pensando nisso, estava preocupada pois não queria perder ele e nem que ele estragasse. Quando fui tirar do rosto para ver de perto como estava o pino que segurava as astes, o pino caiu e o óculos se rachou ao meio. Tristeza.
na pele
li 16/11/2008  09:36
eu senti coceiras no meu tornozelo, logo após em meus braços. coçava muito, fui ver se era algum tipo de alergia. Vi que tinha várias bolinhas na minha pele, onde coçava, algumas grande, outras pequenas e coloridas. cocei mais e as bolinhas se transformavam em pedras que caíam. Pedras coloridas e brilhantes que eu tentava guardar.
Meu irmão / Minha irmã Meu irmão / Minha irmã
SL 16/11/2008  05:28
Dentro de um compartimento de um avião ou navio eu estava presa com meu irmão ou minha irmã, um peixe enorme e mais uma pessoa que nos dava ordens. Estávamos ali pois treinavamos muito para alguma futura competição. Dentro de tal compartimento tinha apenas 2 pequenas piscinas que cabem apenas uma pessoa, mas que eram retangulares. Meu irmão ou irmã nadava nesta tal piscina o tempo todo, apenas empurrando-se para baixo ou cima e abaixo dele/dela havia um peixe enorme, preto, sem formato de nada, que ia crescendo a medida que ela fazia esse movimento. Eu sabia que estávamos chegando em questão de pouco tempo em algum lugar, e estava aflita pois não sabia aonde era, o que ia acontecer e o que era aquele peixe preto em baixo do meu irmão / irmã.
Berta 13/11/2008  20:40
Eu entrava num banheirinho minúsculo e lá dentro tinha uma escorpião amarelo voador. Eu saía correndo e começava a beber café num copo de requeijão. E metade do meu rosto era uma estátua e a outra metade,não.



p.s.: Eu namorava uma baleia. (Baleia meeeeesmo.)
Casa bagunçada Casa bagunçada
Hannap 13/11/2008  15:38
Tinha ido visitar meu pai no Rio, no seu antigo apartamento na Gávea. O ap era do tamanho do andar inteiro. Estava um pouco abandonado, com as janelas todas fechadas. Eu tive que sentar-me e trabalhar com o meu computador. Não pude ir pra rua e aproveitar a cidade. O Nildo, porteiro do prédio, me interfonou e conversamos um pouco. Ele estava com saudades. Abri um pouco as janelas. De repente o meu pai aparece para me buscar e me levar na sua casa nova. Era um lugar bonito, uma casa, mas que também estava abandonada. A Yara e outros amigos do meu pai já estavam lá dentro, nos esperando. Ele viu que eu fiquei incomodado com o descaso da casa e entrou. Eu fiquei lá fora, no quintal, dando uma geral, tirando o lixo acumulado da área dos cachorros. Quando eu entrei meu pai pegou os restos da comida que haviam feito e foi dar para os cachorros. Pobres cães, parecia que não comiam a anos!
solid fingers
angie 13/11/2008  10:30
O asfalto derretia sob meus pés enquanto minha mente saltava para longe em busca dos meus neuronios que haviam se dispersado junto com a multidão de curiosos.



Tentei recolher cada poça de massa encefálica que jazia fria e nua sobre a calçada. Tarde demais. Um cachorro deliciou-se.
Fotografias Fotografias
SL 12/11/2008  10:21
O filho de X estava em vias de se formar no colégio e por isso ele pediu que eu tirasse uma fotografia dele para imprimir e usar no convite de formatura. Fui lá e tirei uma fotografia qualquer, que saiu borrada e tudo o mais, mas nem me importei. Depois estávamos eu, minha tia, meu pai, Y, W e T em uma praia que era muito diferente. O mar não era na horizontal, e sim na vertical e ao longo da sua extensão haviam pequenos rios intercalados por pequenos e médios pedaços de terras, como se fossem pequenas ilhas. Só que para mudar de um mar para o outro ou de uma ilha para outro era necessário fazer uso de um barco como transporte, pois se tratava de um mar muito largo e fundo para atravessar a nado e a correnteza era muito forte também, embora eu nao fizesse idéia de onde ela desembocava. Atravessamos todos uma floresta e chegamos na ilha 1. E eu senti vontade de ir para a ilha 5. Entrei em um bote e fui parando de ilha em ilha até chegar lá. Quando chego lá encontro o filho de X, falando que a fotografia que eu tirei dele ficou borrada, eu me ofereço para tirar outra e ele recusa. Eu insisto e ele recusa de novo. Em seguida estamos em uma espécie de sobrado dentro de um edíficio comercial muito elegante e sofisticado, com muitas pessoas usando vestidos longos e homens com blazer. O filho de X fala que ali eu posso tirar a foto dele para o convite de sua formatura. Pego um tripé emprestado de uma pessoa que eu nçao conhecia e começo a fotografar, mas me dou conta que absolutamente todas as fotografias estão saindo borradas e muito feias. Encontro uma pasta em cima da mesa e quando abro vejo que é o próprio convite de formatura do filho de X, que ele combinou várias fotos dos seus últimos 5 anos de vida e que o convite tinha ficado muito legal, fazendo com que a minha preocupação e culpa fossem à toa pois ele realmente não precisava mais dos meus serviços. B chega lá de vestido longo e se encosta na sacada de vidro do sobrado, e pede que eu tire umas fotografias dela para o convite de formatura dela também. E comecei a tirar, quando ela deita no chão, faz caras e bocas, posições nada convencionais, e eu fico pensando que aquilo seriam fotos para um edital de moda, e não para um convite de formatura de 3o ano do colégio. Uma amiga dela chega e tira a blusa e elas brincam de fotos "lesbicas", se beijam e B beija os seios da amiga. A amiga me olha com cara de nojo, como se B estivesse forçando ela de alguma maneira a aceitar fazer aquele tipo de fotografia. Depois eu e 2 estamos em uma festa, que estava acontecendo em NYC. Era ano-novo e minha avó que morava lá, estava me procurando desesperadamente pela cidade, mas eu estava evitando tal encontro especificamente naquela noite porque queria ficar com 2 e não com ela. Estamos em uma festa que fica dentro de um edificio com pequenas salas porém enormes escadas em forma de caracol. As pessoas se concentraram apenas nas escadas, bebiam seus drinks ali, conversavam com seus amigos ali, ignorando por completo as salas que existiam. Eram muitas escadas de todos os tamanhos e largura. Uma variedade muito grande mesmo, e eram todas uma em cima da outra; terminava uma e iniciava-se logo outra em cima. Eu e 2 estávamos na primeira escada que ficava perto da porta de entrada da festa e da mesa aonde tinha uma mulher que cobrava e vendia os ingressos. O relogio marcava 3 da manhã quando vejo minha avó, de pijama branco na porta, perguntando se alguma Lisiane estava nessa festa. A mulher que estava sentada na mesa disse que não saberia dizer. Virei para 2, ficando propositalmente de costas para a porta e a minha vó e disse "Não acredito que ela veio até aqui, eu nao vou me pronunciar". Quando terminei de dizer isso virei e disse "Oi vó estou aqui". Peguei a mão de 2 e saímos da festa. Pude reparar que minha vó estava apenas de pijama e de pé descalço no frio de -10 graus. Pegamos um taxi e fomos até o apartamento dela que eu não conhecia. Era um edificio estranho, com formas esquisitas, como se fossem várias caixas de sapato empilhadas uma nas outras e algo tivesse empurrado algumas quebrando a ordem "reta e parelha" do formato retangulo. Entramos no elevador e ela apertou no botão do andar 6, e eu pensei que era o botão 9, porque eu estava deitada no chão. Ela desceu e a porta rapidamente fechou-se e fomos parando em vários outros andares. Lembrei que antes ela havia me alertado que o elevador por diversas vezes fazia dessas. Quando finalmente descemos no 6o andar, entramos em sua casa e lá tinha uma enfermeira que cuidava dela.
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