Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Morte de C.Tatiana Gondran 16/02/2010  23:06
Eu fiquei sabendo que um professor de quem eu gosto muito foi morto. Eu fico muito triste e angustiada e vou até o quintal da minha antiga casa onde estão um amigo do meu professor e a namorada dele. Sinto um certo prazer em demonstrar para eles o quanto eu gostava do C.(meu professor). Eu vejo em algum lugar o cadáver dele, ele foi decapitado. Fico horrorizada com essa morte violenta e saio andando à toa pela cidade. Ao chegar em uma determinada esquina de um rua movimentada, sinto uma forte sensação de angústia, penso que é horrível ele ter morrido, que não posso aceitar a sua morte e que o mundo é um lugar muito cruel. Sinto também muito medo, parece que agora que ele morreu o mundo me parece um lugar totalmente hostil, sinto medo de também poder ser assassinada.
UniversidadeTatiana Gondran 16/02/2010  22:28
Eu estava na universidade onde estudo. O dia está nublado e tudo parece um pouco desolado, há poucas pessoas no campus. Eu saio do campus e vou andando por uma estrada deserta com árvores dos dois lados. Eu paro em um ponto de ônibus. De repente aparecem duas amigas minhas de carro. Elas descem do carro e ficamos conversando, não sei porque mas elas não me oferecem carona e nem vão embora, apenas ficam por ali. Ali perto do ponto de ônibus há alguns animais mortos, há sangue... aquilo me dá nojo e uma sensação de medo, quero ir embora daquele lugar.
ViagemMarcelo Nunes 16/02/2010  21:39
Eu estava em um lugar desconhecido, encontrei uma ex-namorada minha e fui falar com ela, ela disse que não me conhecia, eu falei pra ela como nos conhecemos e ela falo que era impossível ser eu porque o Marcelo (que sou eu) tinha desaparecido já fazia 20 anos.
subli 14/02/2010  21:28
Fui convidada participar de uma palestra do Caetano Veloso em uma igreja subterrânea. Desci com várias pessoas por escadas dentro de salas de aula. Cheguei no lugar da palestra, era uma catedral toda em cor cinza com um púlpito como se fosse uma gaiola no centro deste espaço, que ficava suspenso pelo teto. Caetano Veloso chegou ali, pés descalços, pediu uma rede para ficar deitado enquanto falava. Foi pendurada uma rede branca para ele deitar.

A palestra começou e eu me acomodei numa cadeira ao lado da minha amiga LV. Quando Caetano começou a falar, após sua primeira frase, alguém fez uma observação em voz muito alta e tom ofensivo. Eu e LV percebemos que a voz era de uma pessoa sentada atrás de nós, olhamos quem era e era a Alessandra Negrini, também com pés descalços, unhas pintadas com esmalte verde claro, além de notarmos que o pé dela era muito feio.

Caetano e Alessandra começaram a discutir ofensivamente e eu e LV tetávamos acalmá-la, sem êxito.

Caetano cancelou a palestra e saiu do recinto, enquanto eu e LV segurávamos Alessandra.

O público presente saiu às pressas, eu também, com medo de ser pisoteada. Quando subi as escadas e voltei a entrada da igreja subterrânea, encontrei senhores conversando, com extrema preocupação, sobre o que acontecia. Notei que todas as pessoas do lugar estavam vestidas em tons de cinza.
Guerreiro NinjaHannap 10/02/2010  09:51
Guerreiro NinjaSonhei que eu era uma espécie de guerreiro ninja, que estava em fase de testes. Eu me vestia de preto e tinha um encontro marcado com um grupo de 6 outros guerreiros, de azul. Eles me esperavam no parque, onde iríamos lutar. Eu tinha que descobrir onde eles estavam. Cheguei em uma encruzilhada de árvores onde se encontravam 5 caminhos, senti que era ali o lugar e fiz uma pose ninja e dei um giro de reconhecimento. Era tudo muito no improviso. Eu pensava: - caramba! eu nem sou ninja e tô fazendo pose... é tudo inventado...

De repente eu vi os 6 guerreiros, no horizonte de cada caminho. Atrás de mim estavam 2 ninjas, bem longe. Um deles era o chefão. Ele ordenou o início do combate. O primeiro ninja azul foi fácil. Bati nele e acabou a história. O segundo veio em seguida e me arrancou a cabeça depois de apanhar bastante. Eu fiquei desesperado sem cabeça e procurei algum animal pra arrancar a cabeça e usar. Testei um bicho estranho, mas a cabeça era muito pequena e tina uma visão ruim. Então peguei a cabeça de um animal que parecia um polvo e me aprontei para o terceiro combate.
aeroporto indianochuazinha 09/02/2010  08:04
Ia viajar para a India com a isabela e meus pais, estávamos no aeroporto e não se porque motivo nos separamos. O aeroporto era caótico e estava muito cheio, era na barra da tijuca. No mesmo dia ia ter o show do coldplay que eu e isabela queríamos ir. Do aeroporto dava pra ir andando até o local do show e a gnete via as pessoas indo para já garantir seu lugar morríamos de inveja e vontade de ir tb. Sugeri que enquanto a gnete esperava o avião a gnet epodia tentar se aproximar para pelo menos escutar o sho. Fomos andando com nossas malas, era angustiante, tinha muita gnete e era difícil a locomoção.

A isabela estava carregando na mão uma versão do livro Printmaking, que era também um computador, e na outra mão uma mala grande e pesada. Em volta da gnete tinham várias pessoas com uma espécie de uniforme, um colete amarelo, todos eram indianos. Pedi para um dos homens nos acompanhar e levar a mala da isabela, eu queria avançar logo para ver o show e com tanto peso não chegaríamos nunca. O homem acietou meio a contragosto. Só depois fui entender que ele não trabalhava no aeroporto e na verdade era um pai de aluno, pois lá também funcionava uma escola. Nesse momento ele sumiu e a isabela entrou em panico, pela mala dela. Soube na hora que a culpa era minha pela forma como tinha pedido pro homem nos ajudar sem nem prestar atenção nele e por isso resolvi ir procurá-lo. Falei para a isabela me esperar e fui.

Cada vez mais o aeroporto se assemelhava ao meu antigo colégio e assim ficava mais fácil de eu andar pelos corredores, muitas crianças começaram a aparecer, cheguei num corredor longo com portas de um lado, eram os quartos dos pais para a reunião que ia acontecer naquele mesmo dia. Do lado de fora de um deles tinha uma cesta e reconheci dentro dela o livro computador da isabela, ao lado estava sua mala, o homem não se encontrava em lugar nenhum. Peguei as coisas e qndo ia embora ele apareceu. Não queria deixar eu levar o livro computador, ele dizia que era de direito dele, eu tinha dado pra ele. Comecei a explicar num inglês péssimo, acho que na hora eu achei que era melhor assim, falar inglês mal... então ele falou que eu podia levar o computador mas que antes ele ia formatá-lo pois queria pegar as músicas, e esta era, aparentemente, a única maneira de tirar as múscias do computador. Eu tentava argumentar que podiamos usar um pen drive, mas o filho do homem e o homem continuavam dizendo que não daria certo e que eles iam formatar o computador. Eu claro, não podia deixar que fizessem isso sem falar antes com a isabela e fiquei horas discutindo com o cara, convencendo-o de me deixar ir perguntar a ela, e que depois voltava para que ele formatasse e tudo o mais. Ele não pareceu mto convencido mas me deixou ir.

Na verdade eu não pretendia voltar, e embora estivesse me sentindo péssima, tive que mentir, pois até eu voltar e encontrar a isabela já teriamos que entrar no avião para ir embora. Lembrando disso, voltei e perguntei pro homem quando ele ia embora, não queria arriscar encontrá-lo no avião mais tarde. Voltando com a mala e o livro computador me sentia muito leve, e corria pelas escadarias sem nem mesmo olhar os degraus e fazia isso sabendo que estava fazendo.

Ao chegar no meu ponto de encontro com a isabela não a encontrei. Telefonei pra ela do livro computador e ela me respondeu dizendo que já estava na hora de embarcar e que ela tinha ido encontrar meus pais. Eu não sabia onde era o Embarque e pedi ajuda ao meu pai pelo telefone, ele não teve muita paciencia para explicar e falou para eu ir pedindo informações conforme fosse avançando. Eu não conseguia acreditar que ia ter que revirar aquela aeroporto tudo novamente.
EstrelaLaercio 07/02/2010  13:13
EstrelaSexta-feira a noite: liguei para a Miucha, que medo... entrei e sai de casa mil vezes antes de me decidir com medo da minha namorada me ligar de Londres e descobrir que eu não estava em casa... peguei o celular e fui.



Cheguei na Estrela pela primeira vez. Que emoção, tudo igual e tudo diferente de 2 anos atrás!



Como minha filha Sofia está grande! Nem a reconheci quando a vi pela primeira vez, mas era ela! Ela perguntou meu nome assim que cheguei e me levou até a sua mãe... Miucha... quanto tempo! Eu a abracei tremendo e lhe dei um beijo... tão igual e tão diferente!



Maravilhosa! Vi também sua irmã mais nova, que linda!



Conversamos amenidades. Peguei a Miucha e a Sofia e fomos para uma lanchonete. Sentamos e conversamos, contei para Miucha que estou morando sozinho. Depois voltamos para a Estrela, (segunda vez) deixamos Sofia dormindo. Miucha quis vir para minha casa.



Em casa ela ficou sabendo da viagem de minha mãe, pareceu chocada. Passeou pelos cômodos, sentindo saudades. Fomos para a cama. Foi bom, como sempre, até melhor, por causa da emoção. De madrugada, levei-a de volta para a Estrela (terceira vez).



***



Sábado a noite: minha namorada ligou de Londres. Muito assunto para colocar em dia. Começamos a teclar pelo MSN. As horas passaram. Mandei um torpedo para Miucha avisando que não poderia vê-la. Acho que não recebeu. Pedi uma pizza e comi sozinho.



***



Domingo pela manhã: Voltei a Estrela pela querta vez buscar a Miucha e a Sofia para almoçarmos na casa de sua mãe. Ela está ótima como sempre! Me recebeu super bem. Conheci seu novo companheiro. Gente fina. Muito bonzinho. Também vieram as irmãs de Miucha, a mais nova que eu já tinha visto na sexta e a mais velha que também me deu um abraço gostoso.



Delícia de almoço, cerveja, risadas, música, tudo muito gostoso! Pena que não vai durar muito, e o tempo passa tão rápido.



Deixamos Sofia com sua vó e fomos comprar algumas roupinhas para Sofia. Depois fomos para minha casa. Uma chuva desabava lã fora.



Cerveja, vinho e cigarros. Ouvimos música, cantamos e choramos juntos. Fizemos amor. Doce. Miucha dormiu e não queria mais ir embora, mas era preciso. Toda hora nos lembrávamos da hora. Voltamos para buscar Sofia.



A chuva tinha parado. Mas o ar estava estranho. Paramos para comprar esfihas. No caminho de volta para a Estrela (seria a quinta vez), o namorado de Miucha ligou. E pior, ouviu Sofia falar o meu nome.



Ele estava na Estrela, louco de ódio, não podíamos ir para lá. Miucha estava com muito medo. Achava que ele ia matá-la! Voltamos para minha casa onde Miucha e sua filha dormiram na sala.



***



Manhã de Segunda-feira: preciso trabalhar. As coisas deviam estar mais calmas na Estrela. Não era possível que o namorado de Miucha a ficasse esperando tanto tempo, além disso sua mãe iria protegê-la. Levei Miucha e Sofia para lá com o coração na mão. (Quinta vez na Estrela).



Percebi que ela havia esquecido algumas coisas no meu carro, e outras na minha casa. Isso significava que eu a veria mais uma vez.



Pelo menos mais uma vez...



***



Segunda-feira a noite: Volto para a Estrela pela sexta vez. Miucha está lá com suas amigas. Sofia está brincando no playground.



Conversamos. Ela me conta que seu namorado agora é ex. Sem maiores problemas. Sua mãe segurou as pontas na hora do fim. Pergunto se Miucha quer voltar para minha casa. Só mais uma vez. Ela aceita.



Vamos para casa e conversamos e rimos e bebemos e fumamos e nos beijamos e nos olhamos e fazemos amor pela última vez...



Dormimos juntos pela primeira vez. Ou era como se fosse. E acordamos juntos pela primeira vez.



***



Manhã de terça feira: Volto para a Estrela pela sétima vez. Levando Miucha para casa. Não nos despedimos. Vou trabalhar chorando, sem saber quando as verei novamente.

Vai Serginho! Vai Serginho!luh 07/02/2010  11:43
Certa noite, estávamos eu e mais um milhão de pessoas na frente de um edifício aqui em Buenos Aires. Parecia que era o fim de uma festa e todo mundo desceu para se despedir junto (o detalhe é que eu só conhecia duas pessoas daquela multidão).

Houve um momento em que olhei para o outro lado da rua e lá, solitário, caminhava um homem, trazendo consigo flores e uma caixa de chocolates. Para minha surpresa era meu GRANDE amigo, Serginho Groisman, que vinha trajando smoking e sapatos brilhantes. “Comassim” smoking? Sozinho na rua? Carregando flores e bom-bons? ALTAS HORAS da madrugada?

Como se tratava do meu GRANDE amigo, Serginho Groisman, eu o chamei e ele veio até nós. Quando chegou eu perguntei “E essas flores, Serginho?”, e logo ele me responde com aquele sorrisinho meio tímido “São para a patroa.”

Não demoramos muito, porque afinal de contas ele tinha que ir ver a patroa, então me despedi dando-lhe um forte abraço e dizendo “Não posso deixar de dizer isto: FALA GAROTO!”.

Meu GRANDE amigo, Serginho Groisman, se despediu de todos acenando e continuou seu caminho, ALTAS HORAS da madrugada, na noite fria de Buenos Aires.

passeioli 29/01/2010  16:21
Eu e T subíamos num morro, com uma densa floresta. Em um lugar bem bmontamos a barraca dele, que se transformou numa casa grande, confortável e bonita. Caminhamos pelo mato, sempre se arrastando, levando junto uma garrafa de uma bebida alcoolica bem forte. Parávamos, bebíamos e ficávamos juntos, meio bêbados e se divertindo muito. Eu voltei para a casa-barraca e encontrei a mãe de T, que vez ou outra aparecia por lá para cozinhar comidas boas para nós.

Anoitecia e eu fui preparar um jantar bem saboroso para T, algo como um pernil. Algumas pessoas passavam em frente da casa e eu conversava e pedia para levar recado para T, que o jantar já estava pronto.

De repente eu já estava com T, deitada no meio da floresta, após uma chuva. Estava frio e nos abraçávamos bem forte.
briga + visita para tiaalho 29/01/2010  07:41
Eu tinha ido ver X em alguma cidade do interior de sp e ia ficar poucos dias.

Em algum momento eu não a achava e então fui procurá-la na rua e vi que ela estava entrando num ônibus bem fuleiro mas que ia para outra cidade.

Tentei entrar pela porta dos fundos, onde nao havia fila e dois muleques de rua me impediram, de dentro do ônibus, apontando uma arma na minha direção.

Então, subi na janela ao lado do seu banco e comecei a tentar convencê-la a fica e a conversar comigo em vez de ir e perder tanto tempo do tempo em que pdíamos ficar juntos.

Ela então, disse que não ia deixar de ir porque ja tinha combinado tudo com suas amigas, porém ia pensar e talvez voltasse no dia seguinte.

Em seguida, ia visitar minha tia "A", e ela morava numa garagem que transformara em quarto pois ela fugia da polícia por ter desviado algum dinheiro e ficava o tempo todo olhando por cima dos muros deste quarto/garagem.

Então ela me dizia que era muito tarde para ter ido almoçar com ela, porque ja no dia 8 de janeiro era a época em que a comida que sobrara das festas de fim de ano tinha acabado.

Me dizia também, que eles tinham ido recentemente, visitar alguém e que comeram muito bem na casa desse alguém.