Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Segundo turno / Janaina Tahira da Rocha

Segundo turnoSonhei que estava num carro quando de repente um cavalo do tamanho do King Kong estava na minha frente. Só conseguia ver a traseira do cavalo. Ele levantou o rabo e defecou no capô do carro da frente. O excremento fez um buraco no carro. Achei estranho mas não tive nenhum sentimento, continuava apenas observando até que o cavalo se virou e sua cabeça era de anta! Começou a tirar pessoas do carro e se alimentar. Pânico se instala na rua. Acordo.
Eu e Formiga / Lua

Sonhei que estava na produção de um evento de moda e uma colega derrubava no chão uma caixa com fotos polaroides que eu estava carregando. A caixa não era minha e eu estava indo entregar pro dono. Enquanto eu recolhia as fotos do chão, via que eram todas de uma mesma menina. Curiosamente, ela estava conversando com outras duas amigas ali perto e me via com as fotos.
Ela se aproximou de mim dizendo que não tinha visto essas fotos ainda e que não sabia que tinham ficado tão legais.
Me contou que seu nome era Formiga e que ficava com o dono da caixa as vezes. Eu não dizia nada, só ouvia.
Fomos andando em direção a uma rampa e o dono da caixa nos avistou, ficando um pouco assustado por nos ver juntas. Outras meninas também sacaram o que estava acontecendo e ficaram incomodadas porque também faziam fotos e ficavam com ele. Todas se sentiam especiais e únicas até aquele momento, onde descobriram que na verdade ele era muito mentiroso e mulherengo.
Ele ficava tentando de menina em menina jogar seu charme pra ver se alguma o perdoaria e também ficava querendo fazer ciúmes pras outras.
Chegava em mim perguntando se eu queria ir pra casa dele e eu ficava muito triste ao dizer que não porque ele também tinha me enganado por muito tempo.
Todas chamávamos ele de canalha e no final das contas, ele ficava sozinho e sem ninguém.
Formiga me dizia que queria que eu fizesse fotos dela e que a gente deveria pegar um ônibus e ir num restaurante antes disso, porque ela não comia fazia 3 dias pra poder estar bonita pro desfile.
Mais uma vez eu não falava nada, só ouvia.
Peguei o ônibus ainda com a caixa na mão e me sentindo muito desconfortável com toda a situação.
Resgate dos passarinhos / Lua

Sonhei que meu pé de amora estava quase do meu tamanho e quando eu o olhava de perto, via passarinhos de 1mm voando e pousando nele. Eu ficava contente que ele estava atraindo vida.
O vaso do lado tinha um outro arbusto e uma passarinha de tamanho normal querendo botar ovos. Ela botava 3 filhotinhos que já nasciam com penas e quase do tamanho dela.
Eu peguei um filhotinho na mão e levei até a minha mãe pra ela ver, depois voltei ele pro vaso e vi que tinha um bixo predador querendo comer eles. Uma doninha aparecia dizendo que ia salvar a família de passarinhos, os colocava em seu furgão (que era do tamanho de um brinquedo) e saia dirigindo bem rápido pra fugir do predador.
A doninha chegava em seu destino final e quando saia do furgão, virava uma menina magrinha de uns 24 anos de idade. Dizia que estava cansada por ter dirigido de Hampshire até Miami.
Ela tirou os passarinhos do furgão e os estabeleceu em um jardim muito bonito.
Carroça de M&M's do designer de games / Lua

Sonhei que olhava pela janela e via a Gabi no terraço de um prédio vizinho. Eu ia até lá e ela me dizia que era uma festinha pra assistir o jogo do Corinthians.
Fui dar uma volta pelo prédio e acabei entrando num apartamento bem grande e lindo, achei que era aqueles apes de visitação.
PFiquei impressionada ao ver uma pequena carroça de vidro com as rodas de madeira e um símbolo do m&m's colado. Cheguei perto e vi alguns de cores variadas em uma parte alta dentro do vidro e por fora, um grande botão preto escrito "push me". Quando apertei, os chocolates caíram e automaticamente todos os marrons ficaram para um lado e os coloridos para o outro. Achei muito maneiro e peguei os chocolates pela portinha na parte baixa da carroça pra colocá-los de novo e dessa vez filmar com o celular.
Enquanto estava filmando, um homem com traços levemente asiáticos apareceu perguntando se eu tinha gostado. Eu, extasiada, dizia que tinha achado muito divertido e logo percebi que ele era dono do apartamento. Pedi desculpas por ter entrado e ele me disse que estava tudo bem, que não tinha problema porque assim ele faria amizade com alguém. Me contou que era difícil ele sair porque trabalhava muito com o escritório era no ap e que também era difícil de achar alguém que soubesse lidar com o toc de limpeza dele.
Na hora, a ideia que tive (muito estranha por sinal) foi de dar um abraço nele pra ver se ele teria nojo por algum motivo. Na hora que o abracei, tive a sensação de que ele não fazia isso por muito tempo, porque ele deu um abraço muito aconchegante e forte. Eu achei legal mas percebi que ele ia me cantar, aí fiquei desconcertada e disse que tinha que ir embora.
Ao chegar perto do elevador eu notei uma grande sala com paredes de vidro, que era o escritório dele. Dentro tinha muitas coisas legais e uma grande mesa de reunião. Vi que ele era designer de games.
Entrei no elevador e o encontrei na portaria, meio creepy, dizendo que ia me ver na quinta de novo.
Novo casamento / li

Estava no quarto décadas da minha falecida tia BVM, e quem dormia comigo era o filho de RGR. Nos dois nos amávamos muito, e falávamos das nossas filhas. Ele falava para que rapidamente fôssemos morar juntos. Eu sentia feliz queRGR era da minha família.
/ gui v.

encontro pedro q. e tiago d. em ipatinga. a cidade, como é recorrente nos meus sonhos, parece apenas um encontro infinito de avenidas, rotatórias e elevados cercados de vegetação verdíssima. dou uma volta com p.q. e t.d. na intenção de anunciar que pretendia me matar, mas mudo de ideia, por achar que soaria dramático e desnecessário. não tenho assunto. anoitece. paramos num bar, uma das paredes é cheia de jarros de picles e outros vegetais de cor parecida. penso em pedir um lanche. saio de bicicleta e é fim de tarde novamente. parece que choveu. falo com brenda pelo telefone. ela usa palavras que não conheço. me sinto burro, estagnado. ela diz que está trabalhando em outra profissão (não é mais educadora). sinto saudades dela, mas não há nada que eu possa fazer. o sonho muda.



Bruno e outras pessoas me felicitavam pelo meu aniversário, eu achava estranho, primeiro porque não nos falávamos há tempos e também porque meu aniversário é em março. contudo ficava contente pelas felicitações.


estava ligando para o SAC de algo e não tinha resposta há horas, liguei diversas vezes e não conseguia ser atendida de maneira satisfatória, falava em inglês no telefone mas estava no Brasil na casa da minha família, que no sonho era completamente outra, minha mãe era uma senhora branca já grisalha e eu tinha uma irmã que estava falando de uma outra irmã nossa que havia morrido de câncer. a casa também era outra.
Dragões, talheres e asma / Tuk

Sonhei que estava dormindo na casa da Suellen, e acordei. Na cama que eu dormia tinha vários gatos, tipo uns 9. Um ou dois deles eram amigáveis, mas a maioria chiava e abria a boca mostrando os dentes pra mim. Quando eu vi isso, levantei com medo e a Su me deu uma bolinha para brincar com três gatinhos amarelos que estavam chiando. Depois de brincar um pouco, eles ficaram mais mansos, mas ainda tinha vários gatos que não gostavam de mim.

A Su tinha, além dos gatos, várias gaiolas de animais, incluindo uma redoma de vidro onde viviam dragões que eu tinha dado pra ela de presente. Tinha quatro dentro da redoma: dois razoavelmente pequenos e baixos, um bem mais alto com as asas abertas e um que parecia um lagarto grandão e gordo, porque ele ficava com as asas recolhidas. Esse, que tinha no corpo um degradê de cores do vermelho ao laranja, a Suellen apontou e disse:

"Esse tá ficando meio grande, né?"

"Verdade...", respondi

"Se ficar grande demais vai ter que sacrificar"

"Acho que você tem razão"

Nisso, os gatos já não estavam na cama e eu queria voltar a dormir. Quando eu deitei na cama, a Suellen me ofereceu uma cerveja (era uma Stella Artois) e eu aceitei. Abri e tomei um gole, e fui colocar a garrafa de lado, quando vi que já tinha uma Stella do meu lado que eu estava tomando e estava ainda na metade. Resolvi não dormir mais e fui dar uma volta.

Acontece que a casa da Suellen era dentro de uma espécie de Sesc. Ao sair da casa dela, me vi dentro de um complexo com várias coisas, gente praticando atividades físicas etc. Tinha uma cozinha que era como uma ilha no lugar, ou seja, ficava no meio de tudo e tinha aberturas para todos os lados, com cadeiras altas para se comer na bancada. Pedi alguma coisa, e eu tinha levado meus próprios talheres, que eu usei para comer.

Passado algum tempo depois que eu já tinha quase terminado, alguém na parte de dentro passou pra recolher as coisas da minha bandeja para lavar. Eu segurei porque ainda não tinha terminado tudo, mas pouco depois a pessoa passou outra vez, e dessa vez eu já tinha finalizado, mas segurei os meus talheres (garfo, faca e colher) explicando que eram meus, mas deixando eles na bandeja. Em seguida veio uma outra pessoa e recolheu meus talheres pra uma dessas bandejas grandes retangulares de plástico cheias de água para os talheres ficarem de molho, o que aconteceu mais rápido do que a minha reação, e aí reclamei para a pessoa que os talheres eram meus, e que iam se perder no meio da água com os outros. Ela disse em tom de desdém que depois eu ia achar. Percebi que a bandeja estava bem perto de uma janela do outro lado e dei a volta na cozinha, e quando cheguei coloquei a mão na água, que estava quase fervendo e tirei rapidamente. Apesar disso consegui pegar um garfo qualquer, que usei para cutucar os demais talheres e consegui achar o meu próprio garfo. Nisso, tive que achar um lugar para passar uma água fria na mão, e quando voltei procurei a janela, e a bandeja não estava mais lá. Ela estava no mesmo lugar, mas percebi que a janela em que ela estava tinha sido fechada e eu estava em outra janela, mas eu não conseguia alcançar. Quando eu tentei ir para a outra janela, não conseguia abrir e resolvi entrar na cozinha para pedir meus talheres de volta.

O trabalho na cozinha já tinha praticamente terminado pro dia, e duas ou três pessoas estavam lavando a cozinha quando eu cheguei na porta e perguntei: "Oi, pegaram meus talheres da minha bandeja e eu queria eles de volta". A mulher que me respondeu estava sentada em uma cadeira daquelas de madeira que se dobram, e a cozinha tinha várias dessas dispostas todas no mesmo sentido, como se alguém fosse dar uma palestra à frente delas. Quando eu falei, ela virou pra mim e disse:

"Agora a gente não pode, porque vai ter ajuda"

"Mas eu quero meus talheres de volta, e eles vão se perder no meio dos outros"

"Quem foi que pegou seu talher?"

Eu não fazia a menor ideia do que era "ajuda", mas comecei a tentar identificar por ali a pessoa que tinha pego meu talher, quando comecei a sentir uma falta de ar repentina. Virei e falei: "Peraí que eu acho que eu to passando mal", e fui embora em direção à casa da Suellen, porque eu sabia que a Natália estava lá com a minha mochila, e na minha mochila tinha minha bombinha.

Enquanto eu ia embora, piorava minha falta de ar, e eu ia arqueando o meu corpo pra frente. Lembro de ter ouvido, enquanto andava, alguém dar uma lição no pessoal da cozinha, dizendo que "não se tratam desse jeito nossos clientes". Continuei andando, cada vez mais lentamente, quando encontro dois homens andando no mesmo sentido que eu, e que me pareciam muito altos, talvez por eu estar com o corpo curvado e mais baixo. Eu já quase não conseguia respirar ou andar, então me apoiei em um dos homens para ver se ajudava, soltei dele e me apoiei no outro, mas não adiantou. Estava quase impossível respirar, e eu senti que ia desmaiar, aí eu acordei, com o nariz completamente entupido.
Eventos / li

Eu andava nas imediações da Avenida João Pessoa com Azenha, em Porto Alegre e peguei carona com GA, ela falava que havia se separado. Desci e caminhei por um trecho e encontrei o ex de GA, que dizia que estava rocessando ela, inclusive por direitos autorais. Entrei em uma galeria comercial estava SA, produzindo-se um evento. Ela ensaiava, desfilava e deitava num sofá, e percebi que elástica se calcinha.