Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Viagem & Baleias / Aspros

Eu viajei para algum lugar perto do mar e encontrei uma família. A gente conversava animadamente, só que a filha do casal quis me bater, fui segurar o braço da criança (meramente segurar, não torci o braço dela, nem nada, simplesmente segurei para que ela não me batesse) e o casal achou ruim. Eu disse "eu só segurei o braço dela, agora vocês vão ficar me enfernizando que nem o pessoal do IBGE?". No sonho o casal vestia uma roupa parecida com o uniforme do pessoal do IBGE e eles ficavam perguntando um monte de coisa. Eu perdi a paciência e fui embora para uma sala. Havia várias cadeiras e não havia uma das paredes. O lado que não havia parede dava para o mar e havia dezenas de baleias batendo a calda na superfície da água. Só que as baleias aparentemente começaram a ficar violentas e começaram a bater a calda muito forte e a água espirrava pra dentro da sala, mesmo com uns 500m de distância. Me senti em pânico e me escondi pra trás da cadeira.
Eu era um ponto de consciência / cauli

E finalmente estava naquele lugar sobre onde o meu irmão C tinha me contado.
No início eu tinha achado a ideia absurda, afinal o normal era ser um 'construtor'.

Um 'construtor' era o que eu era por muito tempo, algo me dava instruções, por pensamento, e então um bloco de matéria saía de mim. Algo como no Grande Colisor de Hádrons, quando as coisas se chocam, mas sem a agressividade. Algo meio quântico. Algo meio uma enzima que replica DNA. Só que com uma espécie de consciência, nesse ambiente todo branco e sem forma definida. As coisas tinham lógica. Alguém pensava algo, em uma ordem determinada, e daquilo (mim?) saía um próton, uma átomo, uma molécula, não sei qual o tamanho das coisas, ou o motivo daquilo. Só sei que o meu irmão, naquele lugar mas sem presença física, me falou desse universo que ele viu. Porque ali, na área de construção, era só trabalho feliz e eterno, era o que eu fazia, o meu motivo de existir era construir. Mas eu não entendi direito o que ele queria dizer, me parecia impossível um outro lugar tão diferente.

Eventualmente, então, pasmo, me peguei naquele lugar que meu irmão tinha me contado e não acreditei na vastidão e na beleza daquele lugar. Era como se voássemos quase que livremente em uma órbita rasa sobre um 'planeta', que não era um planeta de matéria comum, tinha uma cor alaranjada quente muito atraente. Era como uma colméia esférica gigante. Tinha vida própria. Existia um som, um zunido constante vindo do longe, mas eu não prestei atenção nisso, afinal agora eu tinha tridimensionalidade. Do outro lado, apenas uma imensidão preta, um vazio como um céu não estrelado. Eu não tinha exatamente tridimensionalidade, afinal eu e ele éramos dois pequenos halos de luz que podíamos nos mover livremente e nos comunicar 'telepaticamente'. Existia uma sensação parecida com a do outro ambiente, uma sensação de felicidade constante, de imensidão e de destino. Mas agora eu tinha como me mover.

Então eu explorei um pouco, olhei para todos os lados daquela pequena órbita, vi algumas coisas que não lembro, e então meu irmão me chamou (não pelo nome, eu não tinha nome), apontou (sem braços!) para o infinito preto e disse: "É de lá que você veio!".
Pai, filho e espírito santo / dmtr

Pai, filho e espírito santoSonhei com o insight que Deus, Jesus e o Espírito Santo eram formas de vida / energia fluorescentes, marinhas como planctons articulados luminescentes, flutuantes no vazio do espaço como se fossem pairando em um líquido, e que eu me dava conta que tudo fazia muito sentido e que sempre havia visto de alguma forma esses aspectos primários da energia universal.
Marido / li

Meu marido chegou e me presenteou com meinhas azuis de criança. Na minha rua caminhávamos, voltando para casa, quando chegou VV, segurou meu marido pelo braço e disse para ele ir na casa dela, logo à frente, para comer um creme amarelo. Percebi que meu marido era só mesmo tempo meu tio OTV.
Antigo Trabalho / Aspros

Voltei para meu antigo trabalho e me deram uma caixa para entregar ao meu ex-chefe. No caminho encontrei o namorado do meu amigo, e ele usava um casacão que dava quase que o dobro dele. Achei que estava fazendo frio, mas sentia nada, outras pessoas também estavam usando casacões.
Entrei na sala onde eu trabalhava, trabalhava na mesma sala que meu chefe e mais três pessoas. Quando entrei deixei a caixa cair e tudo que estava dentro se esparramou pelo chão. Havia alguns livros/cadernos que eram usados como fluxo de caixa ou coisa assim e um monte de maço de dinheiro. O pessoal da sala começou a rir, não entendi muito bem a graça, mas me agachei e peguei tudo que estava esparramado, pus na caixa e entreguei ao meu chefe que ainda estava rindo.
visita / cauli

Eu estava na casa de algum gringo muito rico, e tinha muita gente lá também. O motivo da visita era ele mostrar todos os artefatos que colecionou do mundo inteiro, porque ele era muito rico.

A premissa do sonho era ridícula, mas a arquitetura do lugar era incrível. Tinha um ar contemporâneo muito agradável, verdadeira arquitetura de interiores de qualidade. Estávamos em um mezanino, e tudo tinha uma cor alaranjada/amadeirada, com luzes quentes, piso em madeira bronzeada, e estruturas metálicas pretas. Eu estava interessado numa cabeça esculpida de madeira, do tamanho que dava pra um adulto abraçar. Parecia Maori, indígena de uma qualidade mágica.
Em Minas / li

Estava morando numa casa pequena com grande pátio com árvores, em Minas Gerais. Senti medo pq não conhecia ninguém e a casa não tinha muita segurança. GD chegou e disse q iria ficar um tempo ali. Fui tomar banho e. O que vazava água do teto, para o lado de fora.
Vinho

Estava andando só por uma avenida que tinha várias árvores ao seus arredores, o bairro e ela não eram muito movimentados. Procurava um lugar pra pensar, havia comprado um vinho e queria sentar e beber. Primeiro, fiquei em uma praça mas vieram algumas pessoas estranhas e fiquei incomodada, então fui em busca de um outro lugar. Tinha marcado de encontrar o Lucas depois disso, então estávamos nos falando no celular mas nessa ele tinha parado de responder. Andei muito até que encontrei um bairro distante onde achei que poderia ficar sozinha mas depois de um tempo também vieram pessoas e dessa vez, brigavam e gritavam foi aí que decidi que era hora de voltar pra casa. Fiz todo o caminho de volta e quando cheguei em casa, minha mãe disse que o Lucas tinha passado por lá enquanto eu não estava. Só depois disso vi que ele tinha me respondido dizendo que ia passar lá depois de ter ido a casa da ex namorada dele. Fiquei chateada com o desencontro, queria mesmo vê-lo mas combinamos que nos veríamos mais tarde. Me lembro que esqueci o vinho no último lugar que fui e resolvo voltar até lá para busca-lo.
Pai triplo / li

Eu morava no meu antigo apartamento em Poa, mas o apartamento era maior. Alguns amigos visitavam. RR, meu conhecido, meu marido e um ex namorado, que explicavam para minha mãe que eu estava grávida de um menino, e os 3 eram o pai.
Hospedagens / li

Fui passar um fim de semana numa fazenda de amigos, com Manuel B. E Anelise M., foi um diabo campo e logo era hora de voltar. Fomos procurar ônibus na estrada e vimos a caminhonete Branca do marido de Anelise, lá dentro da fazenda. Logo estávamos chegando num hotel, com Manuel B., meu marido e filha e mais alguém que não lembro. O quarto do hotel tinha um pátio que dava para um lago, e os vizinhos eram partes do presídio. Havia a ala de presos ricos, que tinha um barco para eles passearem. A parte dos presos pobres era toda construída de barro, muito primitiva e lotada. Senti medo e resolvemos voltar. Ao arrumar as malas no quarto eu encontrava brinquedos e sapatos que não eram meus. Embaixo da cama tinha uma sandália cor de rosa, em cima do guarda-roupas, brinquedos, e pensei em levar um para mim, mas logo pensei que era roubo e desisti.anelise M. Usava uma blusa amarelo ouro.