Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Trust / Lua

1. Cheguei em casa hoje e resolvi dormir mais um pouco porque ainda era meio cedo. Quando peguei no sono, a situação que acontecia no sonho era igual a realidade: eu dormindo no meu quarto.

Minha mãe entrava e me acordava pra perguntar o que significava uma palavra em inglês que ela tinha visto no celular dela, me mostrava e eu conseguia ler “trusts”. Eu dizia pra ela que significava “confiar”, que tem “s” no final porque está em 3ª pessoa e exemplificava dizendo “She trusts you = Ela confia em você”. Minha mãe ficava confusa e dizia que nunca tinha visto essa palavra na vida dela, dizia que estava errado e se eu tinha certeza de que era isso mesmo chegando a perguntar se eu não estava inventando. Eu afirmava pra ela que era isso mesmo e não tinha como eu inventar, mas ela seguia desacreditando e tirando um leve sarro de mim.

Eu ficava nervosa com a situação porque estava com muito sono e ela seguia teimando na existência e significado da palavra, então resolvia pegar meu laptop e escrever a palavra no Google pra ela ver que eu não estava mentindo.
Ao acessar o site, tentava escrever a palavra no campo de busca mas não conseguia acertar. Sabia como se escrevia, mas na hora de digitar eu simplesmente errava todas as vezes. Eu digitava thrusts, truht, schuts, trut, turts e thrusts de novo, o que fazia ela ficar rindo de mim falando que eu inventei e isso me deixava extremamente frustrada a ponto deu perceber que estava sonhando.

No momento em que vi que era um sonho, eu disse a ela que estava escrevendo errado porque estava com muito sono, então finalmente digitava certo e ligava o áudio de um tradutor pra ela ouvir a pronúncia da palavra. Saiu do quarto e eu resolvi acordar porque esse sonho tinha sido muito chato.
The lost child & the forgotten mannequins / Lua

Sonhei que estava saindo de uma festa com algumas pessoas e passando pela rua eu via uma mulher tentando se comunicar com uma criança que estava presa sozinha dentro de um carro pequeno (um Celta ou um Ford Ka modelo antigo) e verde claro. A porta estava meio aberta mas a menina não conseguia passar pela fresta. Quando eu me aproximei, vi que a menina murchou a barriga um pouco e passou tranquilamente pela fresta - que era minúscula - da porta do carro.
Peguei a menina no colo e perguntei sobre sua mãe, seu pai e se ela sabia onde eles moravam, ela me contou os nomes e disse que moravam em Camprebleh ou algo assim.

Chamei as meninas que estavam comigo e entrei no carro verde pra levar a criança de volta pros pais.
Tentanto sair de lá, eu levava o carro até um poste branco que tinha vários manequins beges quebrados e largados em volta, mas não conseguia engatar a ré e acabava batendo no poste.

Eu nem ligava que batia o carro porque estava meio deslumbrada com os manequins já de olho em quais eu ia levar, mas pensava "vou levar a criança primeiro e depois eu volto pra pegar".

Conseguia sair de lá e após dirigir por 1min, parava perto de outro poste com manequins mais inteiros em volta, só que dessa vez pretos.

Eu pensava "Caraca, o Dimi não vai acreditar no que eu encontrei", dizia que era meu dia de sorte e falava pras pessoas no carro "Opa mulherada, achei minha mina de ouro! Esse sonho vai ter nome de banda ou filme, só pra ficar maneiro."

Acordei e vi as pernas da beautiful Doris ao meu lado.
Voltas / li

Entrei numa sala de aula esatavam colegas queridos. Após andei por montes cercados de rios, que era a zona sul de Porto Alegre e cheguei no apartamento danprima Cvs e acordei e era meu quarto de infância. Ali estava S e sua esposa. Eu e S conversamos e uma emoção grande surgiu entre nós, muito carinho. Eu, S e sua esposa nos abraçamos num momento de extrema ternura, não havia sentimento ruim. S ia embora e combinamos com unha prima desfazer batatas e carne para jantarmos.
Incêndio / li

Estava numa outra cidade e num apartamento novo do meu pai. Num quarto estava meu irmão, seu filho e esposa, era um quarto que eles dormiam na sacada, e eu fui fechar os vidros pq havia ladroes loucos e perigosos lá fora. Meu sobrinho quase caía da cama e eles dormiam. Minha filha estava com minha irmã em algum lugar do prédio, era madrugada e eu saí para fora. De repente o prédio começou a pegar fogo. Chamei vizinhos e eles traziam latas de água. Desesperada fui atrás da minha filha, encontrei minha irmã e outras crianças e vizinhos no pátio interno do prédio, sentados numa escada no meio da fumaça e falei que deveriam sair para não respirar a fumaça e ninguém saía. Corri procurando minha filha e não encontrava, parecia que eu ia explodir de tensão, enquanto não a encontrava.
Dirigível / Lua

DirigívelSonhei que havia mudado pra uma casa no interior com a minha família e ficava super feliz por ter finalmente saído de São Paulo. As residências dos vizinhos eram um pouco afastadas umas das outras e os terrenos eram bem planos.
Pela janela do meu quarto, eu via flutuando no céu nublado um dirigível imenso que cobria o bairro todo com um guindaste acoplado embaixo. Dava pra ver que era algo muito importante, porque flutuando próximo a ele, havia uma nave preta que era base do governo, forças especiais ou algo assim.

Observando o dirigível, eu avistava uma corda pendurada nele e ficava imaginando como seria me enforcar lá. Apesar dele estar um pouco distante e absurdamente alto comparado a janela do meu quarto, a corda aparecia em minhas mãos. Eu achava legal estar segurando ela e começava a balançar bem forte pra ver se conseguia fazer o dirigível mexer. Eu sabia que isso daria problema, mas mesmo assim continuava balançando. Estava tudo muito divertido até que eu ouvi um barulho de vento, como o do ar que sai de uma bexiga, só que bem mais alto.
Nessa hora eu congelei e pensei "puta merda, não acredito que eu estourei o dirigível... Mas não vão saber que fui eu porque pode ter sido qualquer um já que ele cobre todo o bairro."
Eu descia correndo pelas escadas pra sair de casa e ver melhor o dirigível murchando. A vizinhança toda já estava na rua em desespero e a base flutuante preta deixava seu posto, o que também era meio preocupante. Eu via a corda dele mais uma vez e a pegava, puxando-o pra mim enquanto o mesmo caia.
Quanto mais perto de mim, menor o dirigível ficava, até que consegui pegá-lo com as próprias mãos e dobrá-lo ao meio como um pedaço de lona qualquer.

Um carro chegava e dele desciam os homens importantes que estavam na base preta flutuante. Ao se aproximarem de mim, eu via que eles eram personagens do desenho dos Simpsons.

Acordei.
Corrimão dos Estados Unidos / li

Amanhecia e eu Estava nas proximidades do hotel Itaimbé, em Santa Maria e ia encontrar a prima MA. Ela chegou com seu irmão IA, que havia retornado dos EUA. SAÍMOS em duas motos para passear e a cidade era outra, suja e baguncada, com arquitetura feia. Chegamos numa rua de chão batido e casas pequenas e mal feitas, , encontrei GAB e ele perguntou quando iriam visita-lo nos EUA, e lembrei que eu viajaria, com a prima, nos próximos dias e falei isso. GAB respondeu que nesse período não estaria lá. Logo IA resolveu começar a arrumar a cidade, pavimentou parte da estrada e na subida fez uma escadaria, e me ensinava uma técnica de fazer o corrimão. Fiz o corrimão com um tecido em tela, sem entender o porquê desse material. Logo MA estava junto com sua mãe e outros irmãos, e preparava uma cama de travesseiros brancos porque IA havia falecido.
Caderno molhado / li

Eu estava na beira do mar com minha filha, de repente a lua apareceu, muito grande e iluminada, era linda. Comíamos pipoca e ao terminar minha filha jogou o prato no mar, falei que isso não era adequado de fazer e tentei recolher, mas as ondas levaram. Logo adiante o mar subiu e a sondar levaram o caderno e canetas deixados pelo meu marido. Corri e consegui recuperar o caderno, ainda que molhado. Estávamos num quarto de hotel, andar térreo, com portas antigas que davam diretamente para a calçada. Acordamos e íamos nos arrumar, felizes para logo passearmos.
Deus dos deuses / dmtr

Deus dos deusesSonhei que chegava em um lugar muito interessante onde haviam sete argolinhas de vidro jateado, furadas no meio com um led. eram arranjadas sendo duas na esquerda empilhadas e cinco na direita, como num grid.

Sabia que estavam ali ha milhares de anos, intactas, mexia nelas e desarrumava, ficava tentando deixar o mais intacto possível.

e elas transmitiam telepáticamente uma oração dos tempos imemoriais

Deus dos deuses
Aceita tua crenca em mim
Assim como eu aceito minha crençaa em ti

E era algo a ver com o fato que fomos criados por uma realidade virtual por um ser humano que nos criou sem querer "à sua imagem e semelhança" em um experimento parecido com o CERN.
Uma palestra / li

Era à tardinha, mas com ar da manhã e eu e minha mãe íamos no Clubr Dores para uma grande palestra sobre fisioterapia. Caminhamos e na nossa frente caminhava RP sem sapatos e sua mãe, e ele falava coisas sobre a surpresa em me rever ali. Cheguei lá e o salão estava lotado, e logo meu médico CK falava ao público e eu perguntava sobre meu caso é ele falava muito, quando percebi que todos estavam sabendo do meu problema particular. Logo, ele sentou ao meu lado e começamos a consumir outro palestrante, e de repente nós fazíamos carinhos. Pensei que talvez fosse assédio, mas eu gostava do carinho e da situação. O palestrante demorava para começar a falar e sentamos menina fileira de cadeiras na frente do palco, onde logo chegou um garçom e perguntou se queríamos cachaça ou espumante. Eu pedi espumante e fui servida em um copo grande de refrigerante.
Frio na praia / li

Cheguei no prédio de ACA e entrei no seu apartamento, os filhos estavam brincando perto e ela me disse que estava solteira. Saímos e caminhamos pela avenida beira-mar de capão da canoa. Na frente do bar Onda, encontramos MD, RCA e outras colegas de escola. Resolvemos caminhar na beira da praia, tirei os sapatos e na areia senti a água muito fria.