Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Nota de um real / Hannap

Sonhei que encontrava com o Antonio Tigre numa praça, tipo baixo Gávea, e estava com a Ju e abraçado a mais duas pessoas. Eu esperei o abraço acabar e quando ele me viu veio me abraçar também. Ele me deu um pacotinho de plástico com uma nota de um real antiga enrolada num saquinho de cocaína. Ele me disse que era um presente. Eu agradeci e fui pra minha casa que era muito perto dali. Mas logo no início do caminho fiquei com medo porque vi um policial ali perto. Deixei o pacotinho no chão, na calçada em frente a um bar e fui indo embora. O dono do bar veio e pegou o pacotinho e abriu. Eu voltei correndo e peguei da mão dele, dizendo que era meu. Que era um presente de um amigo. Uma coisa rara, uma nota de um real.
Aí sai correndo com o pacotinho na mão em direção a minha casa, mas eu não achei o meu edifício. Passei correndo por ele e me perdi.
Camisetas / Hannap

Sonhei com uma festa de aniversário da Yara. Estava o Bruno Di Lullo. Eu e o Bruno tínhamos combinado de fazer camisetas e estávamos fazendo as artes para isso. Estávamos animados. Ele fez um arquivo no computador pra testar os layouts, eu estava mexendo. Na festa de aniversário tinha muita comida, muito pão. A Camila Fank chegou atrasada, bem na hora do parabéns, com umas fotos ampliadas que serviriam de decoração pra festa. A Camis se desculpou pra mim e se desculpou novamente por ter cagado e vomitado na minha casa numa outra ocasião. Eu disse que não tinha problema nenhum, que ela não precisava ter vergonha.
Rupestre / Hannap

Sonhei que estava num planeta estranho, que havia sido destruído. Tudo estava derretendo, alagado, no barro. As pessoas que estavam lá eram visitantes e todos estavam afoitos. Eu achei pertences de algumas pessoas pelo caminho e peguei pra mim. Em algumas poças de água haviam imagens fotográficas tipo gordura, flutuando no líquido. Dava pra capturar essas imagens mergulhando uma folha de papel na água e pescando a imagem como uma nata. Eu fiz isso com o meu caderno em duas imagens coloridas que encontrei. Além disso havia muitos desenhos nas paredes.

Sonhei com novos desenhos de inspiração rupestre, mas eles eram mais cheios de elementos e variações de cores.
Lamas / li

Estava num apartamento novo e via uma cabeceira de cama antiga para ver-se montava. Minha prima KVS estavam ali e um outro homem que era meu namorado, e minha filha estranhava o meu namorado. Ele falava de uma amiga grávida de um menino na França. Sai dali com as primas, elascamimhavam na frente, com um cachorro. Começou a chover e eu fui atrás delas, tentava alcançá-las. De repente elas estavam em um fusca preto e foram Estacionar na frente da casa que estavam, na grama, e o gramado afundou no lodo. Fiquei apavorada. Logo fui para perto e comecei acabar, e logo vi o carro pequeno, trípode brinquedo e eu pude retirá-lo com as mãos. Um rapaz q passava ali me disse q era necessário esperar sair a lama e fazer respiração boca a boca nelas. Chegou irmão delas e começou a ter comportamento estranho, como louco, me chamava e jogava cuspe em mim.


Sonhei com uma folha de couve gigante, eu estava pelada e pensei em usar ela como roupa.
primos em situação estranha / li

Cheguei na cidade da tia LVS e por lá estava muito perigoso. As ruas com muitos marginais ameaçado as pessoas e senti medo. Anoitecia e eu não conseguia chegar na casa da tia. Descobri que meu primo estava envolvido com aqueles marginais. Entrei num hospital e a minha tia estava lá. Ela saía de um procedimento e estava linda, com longos cabelos loiros e unhas das mãos bem feitas e esmalte com cor vermelho amarronzado. Eu tinha que me esconder para meu primo não ver-me ali, e fiz sinal para ela.
Após estava com meu tio OTV e sua esposa, e outras pessoas, sentados numa varanda ao entardecer. Ele falava que seu filho mais novo estava desaparecido há 10 anos, quando subiu uma montanha e não retornou mais. SUpunha-se que ele foi ajudar em um estupro de duas garotas, e acabou sendo assassinado. Mas mesmo assim, continuavam a tratar como se ele ainda fosse voltar,ou estivesse vivo, por causa do seu filho. Eu falava que gostava muito de uma praia de Florianópolis, que era linda, e logo estava em uma movimentada praia do Rio de Janeiro. Um bebê nascia, menino de 3,2 kg, era famoso e importante e eu não sabia quem eram seus pais, exatamente. fui em um posto de gasolina na estrada para tentar voltar para casa, falei com um caminhoneiro para pedir carona.
Eventos / li

Era uma festa de encontro da minha família,mas poucos foram. Na minha meássemos a falecida Tanira e ela era linda e bem braba. Comemos um risoto que estava ruim e ela foi reclamarcom quem fez. Logo eu estávamos casa deVS, ele organizava eventos. De repente ficamos sozinhos na casa e começamos a nos beijar como apaixonados.em seguida parei e lembrei que seu filho ianascer logo então fiquei confortável.
Portugal com sapatos molhados / li

Fazia calor e eu chegava em Portugal. Usando roupas de inverno, podia identificar quem chegava do Brasil. Fui encontrar CAL e sua filha que morou lá. Eu caminhava por praias que eram ilhas interligadas. Cheguei na beira de um monumento com um chafariz junto da minha prima LEM, e ela foi subir na escultura de onde saia a água, um círculo inclinado, tipo um relógio, e escorregou para dentro. Fui ajuda-la e senti que molhava meus sapatos. Sentia feliz por estar em Portugal e caminhava para encontrar amigos.
Peixe em fuga / li

Eu estava numa casa com outras pessoas, uma casa com varandas envidraçadas emalharmos dizia que a casa precisava ser ocupada e que assim que fosse, colocaria grades de segurança. Entrei em uma cozinha e ao lado tinha um quarto cheio de plantas. Eu colocava algumas na cozinha. Um homem gordinho de Santa Maria estava sentado à mesa. Logo mais, na antiga casa da minha avó eu via que um peixe vermelho e laranja que minha mãe havia comprado havia fugido. Ele se arrastava no chão e voava com sua imensa cauda. Eu tentava pega-li e não conseguia. Chamava minha mãe para ajudar e ela não vinha.
bambusal, lama, pai / Jo

bambusal, lama, paiÉ tarde, estou velha e cansada e sou uma espécie de revendedora de móveis de fibras de bambu. A casa é toda verde por dentro, o chão gelado demais. Sinto dor nas costas o tempo todo, mas preciso carregar uma porção de cadeiras e mesas revestidas de palha enfileirando elas na parede. Fazia isso todos os dias, tinha muitas manias na forma como os móveis se encaixavam, mas naquele dia estava lenta e passiva, meio congelada olhando para o chão. Nesse ponto, percebo que a casa é do bosque, é Jacarepaguá e fico muito confusa olhando para o rodapé e a parede. O chão não é o mesmo, mas me sinto revirada porque os móveis antigos têm o mesmo cheiro e são a retomada de tudo. Sento, descanso e fico olhando para um monte de móveis se movendo ao lado de fora da casa, no breu, em círculos. Vou lá checar, entre várias pequenas mesas e cadeiras iguais, vejo muitos cestos e samburás e começo a pegar um por um e colocar na sala pequena onde meu pai guardava os discos de vinil, coloco todos em fila, muitos, fico exausta e abro um deles. Dentro tem muita lama. A lama começa a subir pelos braços e pernas. Por muito tempo eu fico perplexa e coberta, não sabia se queria me defender, não queria movimento algum. Quando levanto um pouco o tronco para fora da lama, a água está ficando mais rala e estou na casa da Ana, a casa de trás onde ela morava. Estou sozinha, estou criança e pequena e fico sufocada na lama olhando para as paredes de novo. Fico muito confusa e vejo muita água vindo, lama subindo e os móveis boiando. Vejo o rosto do meu pai no teto, transparente, e aí pela primeira vez paro de ser passiva e arremesso os braços para tocar. Não consigo, me afogo, como lama, fico muito muito sufocada e sem enxergar nada saio da casa quando uma janela se rompe. Caio no quintal e fico olhando para a Ana, que está de pé bem em frente, adulta, no escuro pegando muita chuva e sorrindo com os olhos. Sou ainda menor, tenho 4 anos, corro até ela. Fico muito confusa, tem palha e plantas por todo o chão. Ficamos abraçadas debaixo da chuva.