Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casa no burburinho / Binário Armada

Sonhei que estava em casa e boa parte dos meus parentes já falecidos estavam lá. A rua era uma rua da minha infância, uma rua que meu avô morou. A casa era no mesmo ponto do lugar em que ele morou e a única diferença era que, ao invés da casa ser uma casa térrea, essa casa tinha mais de um andar.
Meu pai apareceu num momento que eu estava perto da escada quando ele olha para baixo, vê duas senhoras de biquíni tomando Sol na laje vizinha e ele olha para mim e sorri.
caminho 02

mata ou ilha? mulher mais velha. éramos 3 pessoas e algo estranho havia acontecido. tinha um segredo que a velha não podia contar. situação de maltrato. Mau e Misa vestiam uma 2 meias calças arrastão preta em mim na casa onde cresci.
caminho 01 / DdN

Estava numa dobro com Fla e Guri indo paradas na frente do ateliê de Cari, vários craqueiros passavam em volta do carro e tentavam roubar coisas que tinham nele. Eu tentava proteger as coisas. Guria tinha mudado o corte de cabelo.
Junto com grandes artistas / Hannap

Sonhei que estava numa festa enorme. Havia várias pessoas, gringos e muitos artistas.
Tinha artistas consagrados, tipo o Van Gogh tava lá, só que ele era jovem.
Tava rolando uma comida e eu me ofereci pra lavar a louça.
As cozinheiras eram duas meninas incríveis, muito inteligentes, jovens e eloquentes.
Comecei a lavar a louça e fiquei discreto.

Eu pensava que ainda não era um artista conhecido como outros lá, mas talvez um dia eu chegasse a ser.
Passou alguém atrás de mim que foi perguntado se tinha violão.
Ele disse que sim, mas apontou pra mim e disse: - Ele toca melhor e canta melhor.
Eu me fingi de morto e continuei lavando a louça.
O Rafa Sieg tava lá e se ofereceu pra lavar a louça também.

Depois eu me sentei numa mesa com a Nana, o Wagner Moura, o Van Gogh e uma mulher gringa, muito bonita, muito intensa. Eu falei com o Wagner, disse que já tinha ido vê-lo num ensaio e que a Nana tinha me alertado que ele era muito legal, mas que era possuído.
- Ele é capaz de fazer qualquer coisa, disse ela. Ele achou interessante e concordou.

De repente me vi nesta mesa, junto destes grandes artistas e fiquei com a sensação de que talvez eu viesse a ser um artista relevante como eles eram. O Wagner Moura, o Van Gogh, a Nana e essa mulher super artista. Todos eram reconhecidos ali. Eu ficava ali discreto na festa. Falava pouco.

A artista gringa falou pra mim: - Não usa mais essa camiseta vermelha. Tá fora de moda. Eu falei, tá bom.
Ela falou em inglês. Havia ainda vários outros artistas por lá. Era uma casa grande. Eu tinha um cigarrinho de maconha.
Junto com grandes artistas / Hannap

Sonhei que estava numa festa enorme. Havia várias pessoas, gringos e muitos artistas.
Tinha artistas consagrados, tipo o Van Gogh tava lá, só que ele era jovem.
Tava rolando uma comida e eu me ofereci pra lavar a louça.
As cozinheiras eram duas meninas incríveis, muito inteligentes, jovens e eloquentes.
Comecei a lavar a louça e fiquei discreto.

Eu pensava que ainda não era um artista conhecido como outros lá, mas talvez um dia eu chegasse a ser.
Passou alguém atrás de mim que foi perguntado se tinha violão.
Ele disse que sim, mas apontou pra mim e disse: - Ele toca melhor e canta melhor.
Eu me fingi de morto e continuei lavando a louça.
O Rafa Sieg tava lá e se ofereceu pra lavar a louça também.

Depois eu me sentei numa mesa com a Nana, o Wagner Moura, o Van Gogh e uma mulher gringa, muito bonita, muito intensa. Eu falei com o Wagner, disse que já tinha ido vê-lo num ensaio e que a Nana tinha me alertado que ele era muito legal, mas que era possuído.
- Ele é capaz de fazer qualquer coisa, disse ela. Ele achou interessante e concordou.

De repente me vi nesta mesa, junto destes grandes artistas e fiquei com a sensação de que talvez eu viesse a ser um artista relevante como eles eram. O Wagner Moura, o Van Gogh, a Nana e essa mulher super artista. Todos eram reconhecidos ali. Eu ficava ali discreto na festa. Falava pouco.

A artista gringa falou pra mim: - Não usa mais essa camiseta vermelha. Tá fora de moda. Eu falei, tá bom.
Ela falou em inglês. Havia ainda vários outros artistas por lá. Era uma casa grande. Eu tinha um cigarrinho de maconha.
teste3 / dmtr

agora vai
Vamos Desenhar o sonho? / Dimitre

não é um sonho, é um teste
ou o sonho é a realidade?
Teste novo servidor / Dimitre

nao é um sonho, é a vida real.
Testando novo servidor
Fascite plantar e Lula / Hannap


Sonhei que eu estava com o Marcio Paulo Angst.
Estávamos na lagoa, correndo e me deu uma dor na planta do pé.
Eu falei com ele e ele me perguntou se eu lembrava quando eu tinha tido essa dor há muito tempo atrás, na faculdade. Ele disse que também tinha aquela dor.
Eu não lembrava, mas quando ele falou eu lembrei.

Era uma fascite plantar. Nós seguimos caminhando e fomos até o carro do Márcio.
Entramos no carro pra dar um rolê, só que o Márcio não sabia andar de carro na lagoa.
Ele tinha medo de dirigir. Teve um momento que ele parou o carro e eu assumi a direção.
Fui em direção a um hospital. Cheguei lá e fui super bem atendido. Me disseram pra descansar, mudar a postura.

Descemos até a garagem pra pegar o carro e ir embora. Manobro o carro e vemos uma pessoa na garagem causando confusão. Essa pessoa abre a portinha do tanque de gasolina do nosso carro e enfia ali uma bomba de gasolina. Enfia e tira e começa a beber as gotinhas que caem.

É o ex-presidente Lula que está ali bebendo os pingos de gasolina.
Eu começo a ficar muito triste. Começo a chorar ao ver o estado que o Lula estava.
Linhas de luz no mar e um ET / Hannap

Sonhei que estava caminhando na areia da praia com o meu pai. Chegamos ao final da praia, onde havia uma pedra. Lá estavam a Aninha e o Rui, amigos do meu pai.
Eu comecei a conversar com a Aninha e reclamar do meu pai. Contava pra ela que ele tinha feito isso e aquilo. Eram atitudes dele que eu achava muito infantis. A Aninha concordava e dizia: Ahhh, teu pai é assim mesmo. Eu sei como é. É foda.

De repente o céu começou a ficar escuro. Uma nuvem preta gigante chegou e começou um redemoinho no mar. O redemoinho andou pela beira da água. Alguns raios começaram no céu.

Por entre as nuvens pretas tinham entradas de sol. Os raios desenhavam linhas no mar. Tava muito bonito! As linhas faziam uns grafismos laranja no mar escuro.

Eu peguei meu celular pra fotografar. Fui até a beira da água e achei lindo aqueles desenhos laranja que apareciam, se transformavam e sumiam. Resolvi fazer um vídeo.

Comecei a filmar o desenho na água e pela tela do celular eu vi uma mandala se formando e aparecendo uma fumaça e uma explosão. Isso só aparecia na tela do celular. Na vida real não aparecia nada. Quando deu a explosão na tela eu saí correndo.
Esta mesma cena que eu estava filmando aconteceu 2 segundos depois na vida real.

Depois eu fui ver o vídeo e na hora da explosão, sobre a mandala, aparece um ET olhando pra mim. Eu fiquei muito eufórico por ter filmado um ET.

Aí eu fui pra casa do Dimitre. Eu tinha várias pimentas na minha mochila e resolvi dividir com ele.
Tinha biribiri, pimenta de cheiro, dedo de moça. Ele tinha outras coisas também e começamos a dividir.

Tomamos um café e eu falei que estava com um vídeo muito especial pra mostrar pra ele. Era o vídeo do ET. Só que o meu celular estava só com 1% de bateria. Ele sugeriu de vermos no computador pois ele já queria copiar o arquivo. Eu tava meio em dúvida e disse que preferia ver no celular mesmo. Só precisávamos de um carregador.

O sonho acabou antes de vermos o vídeo.