Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
NY, Arnaldo Antunes e furacão / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra NY ver um show de alguma banda grande. No avião estavam também alguns amigos: Bruno Medeiros, um pessoal da Tátil e meu pai Jorge. Quando estávamos perto de chegar, todo mundo no avião (que era um ônibus) começou a se arrumar lá dentro, colocando a sua roupa para ir no show. Coloquei uma jaqueta sobre uma camisa vermelha. Vários homens estavam com uma roupa igual. Isso me deixava à vontade.

Quando desembarcamos saíram todos do local e eu fiquei no saguão mexendo na minha mala. Eu tinha levado muita coisa: revistas, souvenires, cacarecos que eu ia dar para o pessoal da banda.
Também ficou no saguão o Arnaldo Antunes com a mulher dele.
Eu estava concentrado em arrumar minha mala e pegar algumas coisas pra levar pro show. O Arnaldo ficou olhando e se interessou pelas coisas da minha mochila. Dei alguns presentes pra ele.

Percebi que eram 14h e o show só começaria bem mais tarde, à noite.
Falei pro Arnaldo que não conhecia NY, só havia ido a trabalho. Sugeri que fossemos passear e conversar em algum lugar legal. Saímos eu, Lara e Arnaldo em busca de um café.

Andamos por uma rua que era numa parte alta da cidade. Olhávamos para baixo, onde estava a água e lá batia um vento muito forte. Decidimos ir para a beira da praia. O Arnaldo falou: — Aqui não vem furacão, né? Eu ri e disse que não. Mas aquele vento era um resquício do furacão que estava acontecendo no sul.
Abrimos a porta de vidro do lugar onde estávamos e fomos pra rua. descemos uma escada até a beira da água. O vento era fortíssimo mas era muito legal!
Pela primeira vez cozinhando carne humana / Hannap

Pela primeira vez cozinhando carne humanaEu e Lara numa praia
Tinha um pão de açúcar menor
Praia urbana
No meio da cidade tinham uns buracos no chão e era água do mar ali. A gente se jogava na água
Tinham bichos na água
Era perigoso
Mas estávamos felizes

Depois a gente tava num ap rústico
Numa rua comprida e famosa dessa cidade

Eu estava com medo pois iria cozinhar uma carne humana
Uma carne que não era permitido comer

Não lembro como a gente conseguiu aquela carne. Era um pedaço pequeno, mas era um humano inteiro, como se fosse uma miniatura

Eu mandei um monte de mensagens pra pessoas amigas para sondar sobre essa carne. Mas eu estava tão nervoso que as mensagens não tinham sentido nenhum. Eram ininteligíveis. O Jorge Menna Barreto estava chegando pra comer. Ele comia carne também. 
Privada exposta no barco de um casamento / Hannap

Casamento do João Gurgel. Eu vou. Tem que pagar 30 reais. A primeira vez é cancelado. Todo mundo volta pra casa porque o avião com alguns convidados importantes não conseguiu pousar. É outro dia. Volto ao barco. Sim o casamento é em um barco. Estão Paula Mello, Luana Carvalho, Bleque. Eu estou sozinho. Conrado Abrantes também está. Um grupo de pessoas heterogênias. O casamento está muito lotado. Não consigo chegar à sala principal, nem vejo nada. Fico na parte de fora conversando com alguns convidados que também não estão nem um pouco ligados na cerimônia. A festa segue, acaba. Entro no salão principal e está tudo sujo, destruído. Não me diverti mas vejo que muita gente sim. Tenho vontade de ir ao banheiro fazer cocô mas todas as portas que abro são de despensas de tralhas. Há no fundo do salão um vaso sanitário mas ele fica exposto para todos e ainda estão lá alguns convidados. Não quero fazer cocô na frente deles. Ao lado do vaso há um tanque de lavar roupa todo cagado. A festa não tinha a infraestrutura necessária. 
Fico perambulando por todos os espaços reconhecendo toda a destruição e sujeira da festa. O mestre de cerimônias é um palhaço espanhol. Tento conversar com ele mas ele se desvencilha educadamente. Na mesa central a Luana Carvalho está mal-humorada e fica dando ordens pra todo mundo. Tenho medo dela. Um grupo de homens, amigos do Conrado Abrantes sobem para um andar de cima do barco. Vou atrás logo depois. Eles estão sem camisa, suados e se injetando alguma droga. Vejo tudo com naturalidade. O Conrado carinhosamente me traz na boca dois cigarros, um menor do que o outro. Nem consigo recusar. Sei que um é de maconha e o outro é um complemento. Ele faz isso porque sabe que eu não usaria essa outra droga injetável. Dou um trago ao mesmo tempo nos dois cigarros e desço a escada novamente. Luana percebe que estou andando de um lado pro outro e pergunta se eu quero alguma coisa. Respondo que não mas depois volto e digo que gostaria de um banheiro. Ela me aponta aquela privada exposta. Eu simulo uma surpresa e vou até ela. Vou ter que encarar. Ela esta imunda. Entupida de cocô. Prefiro acordar, levantar e ir no banheiro daqui de casa.
Prédio de luxo / Hannap

Eu e Lara havíamos nos mudado para um edifício grande, de luxo.
Estávamos felizes, mas um pouco deslocados.
Aquele lugar parecia luxuoso demais pra gente.

O prédio tinha uma parte meio shopping, horizontal, no térreo.

Fazia menos de uma semana que estávamos lá e eu precisei descer correndo para resolver alguma coisa na rua. Fui só de cueca samba canção, sem camiseta nem nada. Cumprimentei o porteiro e alguns moradores no caminho e cheguei na rua.

Na volta pra casa entrei pelo shopping do prédio e encontrei a síndica.
Ela veio falar comigo com um sorriso formal e disse que precisava conversar, que iria subir ao nosso apartamento em seguida.
Eu senti um clima ruim e entendi que ela iria me advertir por ter saído só de cueca na rua.
O porteiro confirmou que a síndica queria falar comigo. Eu perguntei porque e ele disse que alguém havia denunciado que eu estava andando de cueca pelo prédio e exibindo uma ereção!

Fiquei estupefato! Senti que seríamos expulsos do prédio.
Pensei que eu pudesse argumentar e dizer que não sabia de nada, que aquilo nunca mais iria acontecer. Pensei em dizer que eu não estava com uma ereção, mas desisti.

Entrei em casa e encontrei a Lara dentro da banheira com mais dois homens.
Ela estava fazendo uma depilação à domicílio.
Toda contente, disse que tinha visto no instagram da Ju Terra e contratou esse serviço.

Eu não gostei nada daquilo. A Lara nunca tinha pensado em se depilar e nem gastar dinheiro com isso. Enquanto isso um dos homens estava mergulhado na água depilando a virilha dela e o outro, por fora, depilando o buço.

Comentei: — Que pena! Tu vai ficar sem o teu bigodinho!
Indivídou / Hannap

Sonhei que meu pai Eugênio pedia pro meu pro Dudu, meu irmão, cavar um buraco na terra com uma pá. O Dudu fazia errado e não conseguia. Atirava a pá no chão. Então meu pai ensinava como ele tinha que fazer e minha mãe dizia: - Ah! Então ele não pode ser um indivíduo? Deixa ele fazer do jeito dele e ir descobrindo.
Eu e meu pai nos indignamos e dissemos que se ele fosse ensinado e fizesse certo (igual a todo mundo) aí sim ele poderia ser um indivíduo. Eu disse: - Mesmo que ele aprenda com outra pessoa vai fazer do seu jeito. É inevitável ser um indivíduo.
Contei isso pra Maritza e ela concordou com a minha mãe. Eu insisti e disse: - É impossível não ser um indivíduo.
Praia de Japonês / Churrasquinho dos traficantes / Intimidando um policial / Hannap

Sonhei que eu tinha um trabalho pra fazer, da Rio 2016.
Eu ia visitar a Jéssica e o Gustavão pra fazer o trabalho na casa deles.
A casa deles era no alto de uma ladeira, perto de uma favela (igual à minha casa no Rio).
Eu levei meu computador lá, toquei na campainha e não tinha ninguém.
Desci um pouco a ladeira até um churrasquinho e comi um.
O churrasquinho era dos traficantes donos do morro.
Aí eu comecei a ajudar eles a fazer o churrasquinho.
Teve que mudar a churrasqueira de lugar e eu ajudei e virei amigo dos traficantes.
De repente chegaram dois policiais e pediram um churrasquinho.
Eu preparei pra eles e eles subiram pra favela.
Os traficantes disseram: Pode trabalhar aqui não tem problema. Ao lado da churrasqueira.
Mas eu não conseguia trabalhar ali, ficava muito disperso. Aí eu disse: - Não consigo - e peguei meu computador e subi a ladeira pra tocar novamente a campainha da casa da Jéssica.
Fiquei esperando na estrada do prédio e de repente aqueles mesmos policiais desceram e me viram.
Um deles veio me enquadrar, pediu documento e me pediu um dinheiro pro churrasquinho.
Aí eu falei: - Pô meu irmão, tu tem coragem de me pedir isso? Eu te dei um churrasquinho antes. Eu que preparei teu churrasquinho.
Comecei a falar alto com ele e o policial ficou com vergonha e foi indo embora.
Eu fiquei puto com ele e fui descendo atrás, xingando ele. Me senti bem.

Aí veio a Roberta Gamboa subindo de carro e me viu.
Aí eu fui pra casa dela. Tava o Bernardo também.

Depois eu subi o morro de bicicleta, com a Lara na garupa.
Era o topo da montanha e tinha mar dos dois lados.
A gente andava de bike por uma estreita faixa de areia no meio dos dois mares.
Era muito bonito. Perguntei se a Lara estava gostando e ela disse que sim, sem muita empolgação.
Ela disse que parecia praia de japonês.
Dourados em Barcelona - Mossos d'Esquadra - Sonho dentro do sonho / Hannap

Sonhei a continuação de um sonho que já tinha tido.

Eu e Lara havíamos ido morar em Barcelona de repente, sem avisar ninguém.
Estávamos dividindo um apartamento com mais gente e o pessoal de lá estava arrumando os móveis. Eu me meti e comecei a mudar as coisas de lugar. Um dos meninos do apartamento gostou das minhas idéias.

Depois eu e Lara abrimos o computador e começamos a olhar fotos de uma viagem que havíamos feito à Barcelona no ano anterior (janela para o outro sonho).
Encontramos aleatoriamente uma sequência de fotos bonitas, com pessoas vestidas de dourado num fundo de parede de pedra. Era uma peça de rua que havíamos visto e achado bonito, um ano antes. As fotos em sequência mostravam o princípio de uma confusão. As imagens eram bonitas, pessoas vestidas de dourado com sombras no lugar das cabeças e uma luz de fogo perto delas. Achamos bonito.
Saímos de casa para dar um passeio na cidade. De repente passamos por um lugar onde estava acontecendo uma espécie de performance de dança e atuação. Várias mulheres e homens bonitos, todos vestidos de dourado com transparências, fazendo movimentos sensuais. Era um lugar aberto e a Lara ficou afim de entrar na performance, pois ela também estava de dourado.
Eu fiquei olhando da entrada do lugar e também fiz uma participação na dança (mesmo estando vestido de marrom). Era algo bem louco e lascivo.

De repente os Mossos d’Esquadra vem surgindo num carro, violentos, jogando bombas na população. Eles vêm na direção de onde estamos. Nesse momento eu lembro das fotos que vimos antes e me dou conta que aquela luz bonita de fogo vem das bombas que eles irão jogar ali. Pego a Lara e conseguimos sair dali no exato momento em que eles chegam no lugar. As pessoas ficam encurraladas e eles começam a jogar bombas de fogo, queimando todo mundo. As imagens são as mesmas daquelas fotos bonitas que fizemos um ano antes. O dourado reluz com a luz do fogo das bombas e as pessoas gritam desesperadas.

De alguma maneira havíamos voltado no tempo e vivemos a mesma situação de maneira diferente. Na primeira vez fizemos fotos bonitas sem entender direito a violência que havia acontecido. Nessa segunda vez estávamos dentro da cena e conseguimos escapar antes da barbárie começar. Saímos caminhando, assustados e aliviados pela cidade de Barcelona.
Provocapabana / Hannap

ProvocapabanaSonhei que estava numa casa inundada até a altura da cintura. Dava pra caminhar com metade do corpo pra fora d’água mas eu preferia ir mergulhando em apnéia. Eu ia de um lado pro outro da casa por baixo d’água e, de repente, encontrei a Maria Rezende. Estávamos no quarto da televisão e agora a casa já estava sem água. Eu me deitei chão, coloquei as pernas sobre uma poltrona e abri um livro numa página de flores recortadas. A Maria se agachou no chão atrás de mim e me fotografou. Depois ela disse pra gente trocar de roupa. Tiramos as calças e trocamos. Eu vesti a dela e ela a minha. Então ouvimos alguém se aproximando. Era o dono da casa, amigo dela, com uma criança. Ela ficou nervosa, achando que seria constrangedor ele encontrar-nos ali e me empurrou pra dentro do armário. Eu disse que achava má idéia tentar me esconder, afinal não estávamos fazendo nada de errado. Ela empurrou a porta do armário e eu fiquei com os pés pra fora. O sujeito chegou no quarto com o filho dele e viu os meus pés. Eu abri a porta e me apresentei. Ele achou aquilo muito estranho. Começamos a conversar e eu disse que era do sul. Ele falou que gostava muito do sul e que gostava da Lia e do Mauro Fuke. Eu falei que conhecia eles também, que eram os pais da minha namorada. Ele começou a reclamar dizendo que não sabia porque o Mauro tinha parado de expor e produzir. Disse que ele era muito bom, muito preciso. Eu concordei, dizendo que ele era de fato muito preciso. O gesto dele era preciso. Até para cortar o queijo ele era assim e que se alguém cortasse o queijo de um jeito errado ele ficava brabo. Tentei explicar que o Mauro continuava produzindo com a disciplina dele, mas que não tinha mais vontade de expor.
Na televisão estava passando um documentário sobre Copacabana e uma cena apareceu na tela: era um mini jacaré na água. De repente apareceu um jacaré muito maior e abocanhou esse pequeno jacaré. O sujeito disse que um tinha comido o outro. Eu disse que não, que devia ser a mãe daquele jacarezinho, pegando o filho para levar pra outro lugar. Ele duvidou, mas a sequência da cena mostrou o jacaré grande abrindo a boca e soltando o filhote fora da água. Uma música tocava durante a cena repetindo a palavra provocapabana, que era uma mistura de provocação com Copacabana.
Passarinho, passivão / Hannap

Eu estava deitado numa cama de hotel, vendo tv. Era um programa sobre homens mais velhos que fazem serviços sexuais para outros homens, um Globo Repórter. Na chamada mostravam a foto deles e diziam: michê, passarinho, passivão… Um monte de adjetivos, nomes, sinônimos da atividade deles. Depois vinha um depoimento de um cara dizendo: — Eu gosto de andar em carro caro! Em seguida uma voz em off que dizia: — Eles levam a vida prestando serviços sexuais para outros homens, etc.
Colégio com mar / Hannap

Eu e Lara estávamos na estrada e entramos num colégio para dormir. Estavam também a o Antonio e a Ju.
Lá dentro estavam a Gisa e a Yara. Nos fundos do colégio tinham umas pedras e o mar. A gente dormiu uma noite e no dia seguinte ficou afim de entrar no mar. Eu tava de sunga. Entramos, tomamos banho e foi ótimo. O Antonio que colocou pilha pra gente entrar. Depois a Lara saiu de lá, foi no gabinete do diretor da escola e perguntou se tudo bem, se não tinha problema. Ele disse que achava ótimo, tava tudo certo. Aí ela voltou de lá e disse pra eu colocar uma viseira. Eu tava me arrumando de turista mas não quis colocar viseira. Fui agradecer a temporada lá na escola e no mesmo dia a gente ia pegar um ônibus pra seguir viagem.
Corno no busão / Hannap

Sonhei que eu estava num ônibus com a Lara e ela estava afim de transar com um cara. O Cezinha também estava lá e acho que era com ele. Eu disse que tudo bem, aí ela foi. Ela sentou num banco mais pra frente do meu e ficou lá chupando ele e ele comia ela. Eu sentado atrás e do outro lado, fiquei meio que protegendo para ninguém ver. Só que as pessoas viram e começaram a me sacanear, me chamavam de corno e eu fiquei constrangido.
Segunda boca / Hannap

Sonhei que eu tinha espremido uma espinha na maçã do meu rosto e tinha aberto ali um rasgo, tipo uma boca. Eu fazia uma contorção com a pele e deixava aquele rasgo aberto, mostrando parte dos meus dentes. Parecia que era a minha boca. Fui mostrar isso para um médico e cheguei lá fingindo que aquele rasgo era a minha boca. Eu recolhi os meus lábios e deixei o rasgo aberto, com os dentes aparecendo. O médico perguntou o que eu tinha e então eu abri a minha boca verdadeira. Ele tomou um susto e entendeu que eu estava com um problema.
Reveillón / Hannap

Sonhei que era reveillón. Eu a Lara estávamos chegando numa festa super lotada na Joatinga.
A gente não estava muito animado, tinha alguma chatice rolando. Mas quando a gente chegou lá a Lara, sem pestanejar, foi até a beira da construção e saltou no mar. Eu pulei imediatamente atrás dela. Era uma queda livre muito alta, mais de 30 metros. Deu pra eu pensar no meio do salto que eu tava triste mas iria ficar feliz chegando na água. Deixei o corpo duro antes do impacto com o mar. Mergulhei fundo e subi desesperado para a superfície. Quando coloquei a cabeça pra fora a Lara já estava lá com um sorrisão lindo. Ficamos felizes. Todo mundo da festa vibrou com o salto. A gente pulou de roupa mesmo. Foi muito bom.
Sofrimento com a Lara / Hannap

Sonhei que eu tinha ido encontrar com a Lara, finalmente.
Ela trabalhava numa casa incrível, de muitos quartos.
Todos os ambientes eram ocupados por artistas. Era tipo uma bienal.
Nos encontramos e fomos direto jantar. O pessoal queria comer peixe. Fomos para um boteco. Estavam também a Ju e o Antonio, meu pai e vários outros amigos.
Eu me sentei numa poltrona grande para que a Lara ficasse no meu colo.
Ninguém entrou no boteco. Ficaram todos na calçada conversando. A Lara também, falando no telefone. Eu fiquei horas esperando. O cara sentado ao meu lado começou a dar em cima de mim, não dei a mínima bola. Cansado de esperar eu mandei uma mensagem pra Lara. No instante que escrevi o nome dela a bateria acabou, o celular morreu. Fiquei puto, triste e levantei do meu lugar. A rua estava tomada de gente, eu não conseguia mais encontrá-la. Ia acontecer uma festa por conta dessa casa de arte. Tinha um monte de gente conhecida, amigos de amigos. Várias mulheres que eu já tinha visto alguma vez. Elas me olhavam com desejo, eu só procurava a Lara. Entrei na casa e fui olhando em cada quarto. Mas era uma casa muito grande, não dava. Fui até os fundos da casa e comecei a gritar: - Laaaara, Laaara! De repente ela responde: - Que?! Eu caí no chão de cócoras e comecei a chorar e soluçar. Ela tb chorava. A gente ainda nem tinha se abraçado direito.
Elevador pro 22º / Hannap


Sonhei que eu estava com o Herbert. A gente entrava por um hotel de luxo e pegava um elevador para ir para o pro 22º andar de um outro prédio. Eu estava só de cueca samba canção e o recepcionista disse que eu não podia entrar daquele jeito. Eu sabia daquilo, mas disse que não faria mais. Aí o cara deixou eu entrar e nós fomos até a área de serviço pegar tal o elevador.
Era um elevador estranho, de serviço. Levava a gente para outro prédio fora do hotel de luxo.
Dentro do elevador tinha um timer que dizia quanto tempo faltava pra chegar no destino. Ele estava subindo muito lentamente e a cada hora que o relógio atualizava aumentava o tempo para chegar. Eu pensei que a conexão de internet estava com problema e por isso o elevador subia devagar.
Fiquei com medo de o elevador pifar e a gente ficar preso lá. Aí nós descemos num andar que não era o nosso e falou com um cara da manutenção. O sujeito indicou o outro elevador e nós entramos. Só que o outro elevador não ia pro 22º. A gente desceu de novo tudo. Voltamos pra entrada do hotel e tava rolando a saída de uma festa na recepção. Todo mundo bem vestido, alta classe e eu de cueca e o Herbert maloqueiro. A gente chegou lá e reclamou de novo do elevador. Mas aí já era uma confusão, as pessoas nos olhavam, tinha uma fila pra pegar o elevador. Enfim, acabei não chegando no 22º andar.
Juliana Paes e Cassia Eller / Hannap

Estava com a Lara na casa de uma mulher. Era uma mulher de uns 45 anos, mãe de dois filhos pequenos e ela estava fazendo um almoço. Dei uma espiada no quintal onde estavam todos. Eram todas mulheres. A dona da casa com os filhos e as amigas dela. Entre as amigas dela estava a Juliana Paes. Ela foi a primeira pessoa que eu olhei. Nos olhamos nos olhos e nos cumprimentamos a distância e rolou um clima. A Lara foi pra lá conversar com elas e eu fui pra cozinha. Entrei na cozinha e peguei uns alhos cozidos e umas abobrinhas que estavam na panela e comi com a mão e deixei respingar no chão molho shoyo.
Quando a dona da casa entrou na cozinha eu estava limpando o chão do molho shoyo que eu tinha derrubado. Ela viu a cena e disse que tinha que colocar um detergente. Aí eu coloquei e deixei o detergente reagir um pouco.
Depois fomos todos pra mesa, no quintal da casa, e começamos a conversar dizendo que íamos fazer um desenho.
Cada um iria desenhar a Cássia Eller. Aí uma das pessoas era a própria Cássia Eller, mas não tinha esse nome. Eu olhei pra ela e disse: - Você! A gente podia começar por você. Você podia ficar bem parada e a gente te desenha.
Você é muito parecida com a Cássia Eller. Ela disse: - Não, não. É difícil, tem que tirar uma foto boa.
Eu disse: - Vamos fazer modelo vivo mesmo. Fica parada que a gente te desenha. Mas ela era muito tímida e inquieta, não parava de se mexer. Todo mundo gostou da idéia. A Juliana Paes estava na mesa também, desenhando com a gente e ela ficava me olhando. Não sabia que a Lara era minha namorada.
Deslocado e velho / Hannap

Sonhei que eu estava em São Paulo e fui numa festa de alguns amigos.
Pensei que os meus amigos todos de lá iam em festas e se frequentavam. Róger, Luciana, Lígia.
Eu me sentia um pouco deslocado. Essa era a festa de um amigo recente, que eu não conhecia muito bem. Aí eu saí de lá e peguei um táxi com uma menina de cabelo rosa e capuz cinza e um menino mais novo (de uns 17 anos). Nós três fomos no banco de trás do táxi. O menino ficou no meio e eu fiquei conversando com a menina. Ela estava chateada porque ela gostava de alguém e esse alguém não gostava dela.
Nós fomos andando sem rumo. Ela disse que queria beber alguma coisa e pedimos pro motorista rodar pela cidade. Tava chuviscando e era de noite. Uma hora o taxista disse: - Estamos chegando no centro da cidade. A gente disse que desceria então. Paramos em um lugar aberto, tipo uma praça, que estava cheia de gente mal encarada. Eu me senti um cara super velho. Parecia que eu era mais velho que os mendigos e os bêbados todos. Eu enrolei a minha bolsa na mão direita e fiz uma postura bem ameaçadora. Olhei as pessoas no olho. Eu tava de bigode. Nós descemos e fomos andando pelo centro. As pessoas vieram ao redor da gente vender droga, pedir dinheiro, mas a gente se desvencilhou e seguiu andando.
Casa das uvas / Hannap

Estavam eu, o Índio e o Toscani numa casa antiga, um lugar meio cinza, abandonado. Ventava muito, demais, mas o sentimento de estar lá era bom. A casa não tinha nada, só tinha uvas dentro de uns gaveteiros enormes. As uvas eram deliciosas. Essa casa era de alguém e eu a Lara estávamos indo morar lá. Fizemos um beck quando a Lara chegou.
Piercing na terra, curso pior que o do Charles / Hannap

Sonhei que eu a Lara estávamos subindo uma ladeira. Acho que era Laranjeiras ou Santa Teresa.
Eu ia de bicicleta e a Lara de skate. Aí a gente passou por um visual bonito da cidade. Um lugar que dava pra ver a paisagem com um morro. Tava bem bonito e a gente parou pra contemplar. Junto com a gente pararam algumas pessoas e nós começamos a falar sobre estilos arquitetônicos. Eu disse que o modernismo era bonito visto de longe, mas no ponto de vista do usuário, do ser humano, era mal feito. Difícil de morar e tal, podia ser muito quente, etc. Isso gerou uma discussão entre a galera. Eu disse: É como um piercing da terra, um prédio no horizonte é lindo de ver.

De repente apareceu um cara com uma cara de brabo falando com a gente e citando coisas que nós tínhamos dito. Ele provavelmente estava ouvindo tudo aquilo. A impressão que dava é que a gente tava sendo filmado. Ele veio nos encarando, um por um e fazendo perguntas.

Todo mundo se sentiu acuado e ele foi dizendo pra cada um que a gente tava selecionado para aprender um monte de coisas. A gente foi pra uma casa onde rolava tipo um curso. Só que o cara era muito estúpido. Ficava detonando todo mundo. Era tipo um curso do Charles Watson só que pior. A Luiza Crosman tb estava lá de ajudante.

De repente, todo mundo de olho arregalado, recebendo esporro, eu olhei pra Lara e disse: -Vamo embora? Ela disse que sim e a gente saiu. Foi um alívio. Ficamos felizes de novo. Andando de skate e bicicleta por lá.
Trio com Lara / Hannap

Eu estava em uma turma de colégio. Tinha um monte de amigos diversos lá, todos com as idades de agora. Estávamos fazendo um passeio em um prédio cheio de coisas interessantes. Na turma estavam o Daniel Neves, a Marcella Marer, o Rodrigo Silveira e mais vários conhecidos. A Lara também fazia parte da turma, mas ela não estava por ali. Tinha uma outra menina, bem parecida com a Lara, japonesinha mestiça um pouco mais morena de pele. Eu cheguei nessa menina e fiquei dando uns amassos nela. Comecei a beijá-la num cantinho. De repente entrou alguém e viu a gente. A menina olhou e ficou muito nervosa e disse: - Fudeu, fudeu! Era a Lara. Ela estava vindo na nossa direção, mas estava sorrindo tranquila e gostou do fato de eu estar ficando com aquela menina. Demos um beijo triplo.
Seguimos o passeio com a turma, os 3 juntos, dando abraços e fazendo carinhos. Depois saímos do prédio e sentamos num bar. Ali foram aparecendo todos os alunos. A Lara e a menina começaram e conversar e se enroscar. Eu fui ficando mais distante. Fui conversar com um amigo e vi que as duas tinham sumido. Elas foram sentar no sol e não me convidaram. Vi as duas namorando sem mim e fiquei bem triste. De repente atrás delas surgiram uns gringos altos e loiros, pareciam jogadores de futebol americano. Eles começaram a saquear a casa que estava atrás delas. Elas sumiram no meio da confusão e eu fui buscá-las. Encontrei as duas cheias de medo dentro da casa. Perguntei se elas queriam saquear alguma roupa, porque eu achava melhor a gente sair de lá. Elas disseram que não. Peguei as duas pelo braço e disse pra gente ir bem devagar, tranquilo, pois nós não tínhamos feito nada de errado. Fomos caminhando pela grama tranquilamente.
NY na casa do Kelly / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra NY com a Lara.
A gente chegou no aeroporto e o Kelly Slater veio nos pegar. Íamos ficar na casa dele.
Ele morava num bairro chamado Catumbi. Nos levou de carro, deu mil voltas e quando chegamos era no alto de um morro, na frente da pista do aeroporto. Os aviões passavam raspando o telhado da casa do Kelly. Era um lugar feio. Um morro árido e a paisagem era cinza.
A Lara foi no banheiro e eu tava com vontade de fazer cocô. Perguntei pro Kelly se eu podia fazer no chão da sala. Ele disse que sim. Eu fiz em cima de uma sacola plástica e depois recolhi as fezes e joguei fora. Depois descemos pro primeiro andar da casa e tinham mais pessoas por lá.
Tesão com a Ana Botafogo / Hannap

Sonho do dia 18 de agosto de 2015.

Eu estava em um lugar onde se criavam as cerimônias olímpicas. Estava dando idéias. Fui sair e veio a Ana Botafogo. Ela parou na recepção e eu já comecei a conversar com ela. Ela tava muito feliz e falante. Reclamou de dores. Eu disse: -Ana, deixa eu te massagear. Ela disse: -Você sabe quem eu sou! Eu disse: -Claro, a gente já trabalhou juntos, lembra? Ela disse que lembrava de mim e comecei a pegar ela. Tocar e massagear. Mas ela tinha o olhar muito sacana.
Começamos a nos agarrar de verdade, ali na recepção. Colocar o dedo na boca do outro, ela pegou no meu pau, estávamos com muito tesão. Tanto que queríamos entrar num quartinho para transar. Procuramos vários lugares por alí, banheiro, sala de materiais de limpeza, até que a gente achou as escadas de emergência. Entramos ali mas apareceu uma pessoa que passou pela gente. Ficamos com esse tesão, quase nos comendo em público, mas não transamos.
Beijo triplo na Rainha da Inglaterra / Hannap

Eu e a Lara estávamos na frente do palácio do governo dos Estados Unidos.
Era um prédio reto, horizontal, modernista, com um jardim inclinado na frente.
Eu disse: -É a Casa Branca! Mas não era.

O Jardim tinha 3 esculturas que se abriam quando começava o dia.
Nós as vimos se abrindo. A mais alta no canto esquerdo do palácio, era prateada com ângulos retos.
A outra, ao lado desta, era dourada e se abria como uma planta, de formas arredondadas.
A terceira era pequena, do lado direito do palácio.

Essas esculturas eram muito conhecidas, eu já havia desenhado elas.
Nós entramos, estava tendo uma confraternização. O Antonio Tigre estava lá e outros amigos também.
De repente chega no salão a Rainha da Inglaterra, com a sua máscara tradicional.
Ela sempre usava uma máscara nos olhos e nunca ninguém tinha visto o rosto dela inteiro.
Eu e Lara estávamos sentados no sofá. Ela nos reconheceu (porque já tinha falado com a gente alguma vez) e veio nos cumprimentar. Ela era a figura mais importante da festa. A Rainha da Inglaterra! Perguntou como nós estávamos e nós perguntamos também. Ela se agachou na nossa frente disse que estava cansada, que a eleição tinha sido muito desgastante (o marido dela tinha sido reeleito para a presidência dos Estados Unidos). Disse que se chateou com um monte de gente da política, que era um ambiente muito carregado, cheio de mentirosos.

Ela foi desabafando e tirando lentamente a máscara. A Lara pegou o celular pra fotografar, já que o rosto dela era algo nunca visto, mas eu fiz uma cara de reprovação e ela rapidamente guardou o celular. Era a primeira vez que ela ficava sem máscara em público. Ela tinha a sombrancelha grossa e era uma mulher muito bonita! Devia ter uns 60 anos e parecia uma mistura de Sofia Loren com Margaret Tatcher. Eu disse que ela era muito bonita, ela agradeceu o elogio e sentou-se no meio de nós dois, no sofá. Nós nos encostamos nela e começamos a fazer carinhos. Ela me deu um beijo na boca e depois deu um beijo na boca da Lara.

Eu entrei no meio do beijo delas e fizemos um beijo triplo. Era demais! Nós estávamos beijando a Rainha da Inglaterra!
Todos os convidados da festinha estavam vendo, meus amigos, todo mundo.
A sensação era de que eu a Lara estávamos muito de boas e conseguíamos tudo.
Secretário con anillo en el dedo / Hannap

Sonhei que eu estava morando na Argentina. Era una casa grande, eu tinha bastante dinheiro. Era meu primero día lá. Chamei um táxi e pedí para ele ir devagar pelas ruas estreitas para eu ver o bairro. O taxista ia me falando dos lugares que passávamos. Haviam várias esculturas na rua, muitas de figuras humanas com formas arrendondadas, pareciam feitas pelo Henry Moore. Comentei com ele: - Que bonitas esculturas. Ele respondeu: -Si, son de un artista brasileño, no sé quien, pero el secretário de la cultura las está quitando todas de las calles. Perguntei aonde trabalhava o secretário e o taxista disse que era ali perto. Pedi para que ele me acompanhasse até o escritório do secretário. Me apresentei: -Hola, está el secretário de cultura de la ciudad? Me gustaría hablar con él. Fui super simpático e sorridente. A secretária do secretário percebeu que eu era gringo e achou que eu fosse alguém importante e mandou chamá-lo. O secretário de cultura era um ex-ator da televisão de uns 45 anos, playboy, com o cabello no hombro e barba por fazer. Saiu da sala e perguntou: -Quien és que quiere hablar conmigo? Yo le pregunté: -Eres tu el secretário? Perdoname por no reconocerte, és que yo no soy del país. -Si, soy yo. Que tal? - Muy bien, que tal? Estoy encantado con tu escritório, pasé para saludarte y decir que me gustan mucho las esculturas que he visto por las calles. -Quales has visto? -Unas figuras humanas, redondeadas, muy bonitas. -Aaahh pero estas esculturas ya no están de moda, serán cambiadas. -Pero secretário, no hace falta quitarlas, puedes poner nuevas esculturas y dejar estas otras, como un registro de los estilos pasados. Entonces el secretário, que estaba sentado en el sofá, habló con el taxista. Luego se levantó y salió apresado. El taxista me preguntó: -Escuchaste lo que dijo? -No! Que pasó? -Se estaba rascando el culo e le salió un anillo de verme en su dedo.
Desapego na favela / Hannap

Sonhei que queria trabalhar com revistas de surfe e de mulher. Que o Thiago Baldino tinha feito uma revista de viagem muito feia. Diagramação, tudo feio. Eu me ofereci pra fazer. Minha idéia era viajar pros lugares bonitos, fazer as fotos, diagramar, fazer tudo. A gente tava no alto de uma montanha com o mar lá embaixo. Tava num quarto colocando um som no CD. No outro quarto tinha um cara com uma guitarra. De repente o cara começou a tocar Sunny do Bobby Hebb. Aí eu baixei o volume do som pra ouvir. De repente, de uma hora pra outra, começou uma confusão. A gente saiu de dentro do quarto e estava numa favela. Cada um levou só a sua taça de champagne. Eu não levei nada e uma criança levou o seu ratinho de pelúcia. Todo mundo saiu, desceu e abandonou tudo. E a vida já tinha mudado, tinha que desapegar de tudo e ir embora. Todo mundo ficou triste e eu comecei a gritar um lamento. -Aaaaaahhhh! A criança chorou.
Cocaína / Hannap

Sonhei que eu tava correndo desesperado e peguei um punhado de cocaína na mão de alguém e enfiei na boca. Eu não queria pegar a cocaína, mas enfiei na boca e saí correndo. Caiu um pedaço no chão, isso era grave, pois era um desperdício caro. Eu fui percebendo que rapidamente já estava bem louco.
Programa do falecido Jô / Hannap

Sonhei que eu trabalhava no programa do Jô e que ele tava muito doente e a gente saiu no final de semana pra ir pra casa. Todo mundo voltou pro trabalho na segunda e minha mesa era muito bagunçada. Tinha duas mochilas que eu sempre levava roupas e dinheiro. O Jô deixou a carteira dele comigo. Ele já tava bem ruinzinho, bem mal, e morreu no final de semana, mas ninguém da produção avisou a gente. Esperaram a gente voltar pro trabalho na segunda. Eu tava numa sala, a Débora Falabella e um outro ator tavam namorando na sala. Era final do dia e eu tava dizendo pra eles me esperarem que eu já tava saindo também. Eles me olharam e saíram correndo e trancaram a porta. Eu fiquei louco, preso lá dentro. Comecei a gritar e veio uma funcionária do prédio e abriu pra mim.

Eu tô saindo do prédio e veio a Lara, falar comigo, me deu a mão e fez uma cara de séria. Ela disse: - Gus eu vim aqui te dizer uma coisa. Eu achei que ela fosse terminar comigo e começo a ficar muito triste. Ela diz assim: - Se a gente não for… Se a gente não for pra Bahia ver o Gerhard Richter, eu vou ficar muito braba. E começa a rir. Na verdade ela tava me convidando pra gente ver uma exposição na Bahia. Eu fiquei aliviado e feliz porque ela ainda queria ficar comigo.

Aí eu tô saindo do prédio, com a Lara de mão dada, e vem um cara falar comigo: -Sabe daquela menina? Era uma menina que ele estava afim. Eu digo, sim, o que aconteceu? Ele disse: -Aaahhh, um outro cara ficou ela. Ela saiu com fulano. Ele pintou ela. Fez uma pintura dela, aí ela deu pra ele. Eu falei: -Caramba! E ele disse: -E a foda foi fantástica, ouvi dizer. Aí nós começamos a rir.
Comidas / Hannap

Sonhei que eu tava numa cozinha e a Tuca tava fazendo uma sopa, tipo uma canja. Aí ela testou umas ervilhas em uma parte da sopa e não gostou e jogou fora na pia. Depois ela testou umas vagens e também não gostou e jogou fora na pia. E então havia nitidamente duas sopas, uma mais cozida e a outra com os pedacinhos mais inteiros, quadradinhos. Eu tava com fome e querendo provar aquela canja. Perguntei pra ela se podia pegar um pouco e ela disse: - Espera aí, vou pegar pra você. E pegou da pia, do que tava ruim e colocou dentro da panela de novo pra esquentar. Eu fiquei com nojo e ela me ofereceu o prato com um pouco de dúvida, e em seguida disse: - Não, não vou te dar a comida que eu já joguei fora.

Ao mesmo tempo já tinha na mesa um prato de feijão, arroz e eu tinha fritado um ovo bonito e colocado sobre o arroz. Aí veio o Dimitre e tirou um triangulinho do ovo, incluindo a gema, e a gema tava crua e ele sujou toda a mão de gema. E eu disse pra ele lamber a mão, mas ele esfregou na toalha, na cara de pau. Aí eu disse: - Então vou dividir esse prato com o Dimitre, pode ser? Ele concordou e eu desisti de comer a canja.
Não-almoço de R$ 4,50 / Hannap

Eu e a Lara estávamos caminhando pelo centro da cidade. Estava ensolarado e andávamos saltitando felizes. Encontramos a Luna, ela também estava feliz e nos deu oi.
A gente não estava com fome mas pensamos em comer alguma coisa, pois já era hora do almoço. Entramos em um restaurante e a garçonete nos ofereceu pão e água. Nós recusamos. Fui até o buffet e peguei umas cenouras cozidas cortadas em rodelas. Peguei bem pouco, toda a comida de lá tinha mal aspecto. Éramos os únicos no restaurante.

Mostrei pra Lara e não tivemos nenhuma vontade de comer. Resolvi devolver a cenoura e ir embora. Fui falar com a moça do caixa, uma senhora gordona, disse que não havíamos nem tocado nas cenouras, que iria colocá-las devolta no buffet. Ela disse que tudo bem, mas que teria que cobrar o pão e a água. Nós dissemos que não tínhamos consumido nada. Enquanto eu recolocava as cenouras vi a Lara pagando com o cartão de débito. Eram R$ 4,50, apenas por termos sentado no restaurante.

Depois eu estava na casa da Marina, com o Caco. Estávamos ouvindo música e conversando. Tirei uma foto de uma lista de afazeres da Marina e postei no meu instagram. Era uma lista bonitinha, escrita com lápis de cor e com anotações legais. A Marina foi tomar banho e nós ficamos colocando músicas.
Michael's Fields / Hannap

Michael's FieldsSonhei que o Michael Jordan tinha uma casa, tipo um sítio. Um lugar cheio de quadras de basquete. Tipo um parque. O nome do lugar era Michael's Fields, mas a galera do Brasil chamava de Campos do Jordão! Hahahah
Prática na casa do Iyengar / Hannap

Prática na casa do Iyengar
Sonhei que eu estava num retiro de ioga com com o Iyengar. A Katia, o Antonio e a Ju também estavam. A Lara também estava com um amigo, a Priscila e muita gente mais. O workshop era na casa do Iyengar. Eu fiquei doente e não estava praticando. Fiquei com a Pri, perto do portão da garagem, de frente pra todo mundo, vendo os outros praticarem. Ela também não praticava. Nós ficamos deitados no chão, apoiados num travesseiro e cobertos por um edredom. O lugar era tosco. O piso irregular, difícil de praticar sobre ele. Eu e a Pri nos cobrimos inteiros, até a cabeça e nos beijamos ali embaixo. A Lara não via, nem o namorado da Pri, que também estava praticando. O Iyengar andava com as mãos no chão e o corpo todo paralelo ao chão, sem encostar mais nada. Ele dava impulsos com a mão e andava muito rápido. As pessoas ficaram impressionadas, mas eu também sabia andar assim. O temido Iyengar que não falava com ninguém começou a falar muito comigo. Veio elogiar o livro e me perguntar como eu tinha feito. A Katia e o Antonio ficaram surpresos. A prática acabou e então eu resolvi fazer uma saudação ao sol, mas o Iyengar não deixou. Ao lado da área de prática (a garagem), havia vários chuveiros. Eu fui lá ver o pessoal tomando banho. Eu mesmo tomei. A Pri foi embora com o namorado e a Lara também. Fiquei sozinho. O Iyengar fazia uma espécie de parkour na casa dele. Fiquei impressionado ao vê-lo saltar de cabeça do segundo para o primeiro andar. Caiu com as mãos no chão e impulsionou o corpo pra trás. Fiquei conversando com o Antonio e a Ju. Ela queria fumar um beck, mesmo não tendo um lugar pra isso. Encontramos um esconderijo no meio da casa. Empurrando uma parede abriu um lugar que era um vão central, com uma escultura do Patanjali de madeira. A escultura passava pelos 3 andares da casa. Era um ambiente todo de madeira. Muito bonito. Eu fui embora de lá, mas a Ju, teimosa, acendeu o cigarro. O Iyengar sentiu o cheiro e veio muito brabo ver o que estava acontecendo. Meu pai Eugênio e minha mãe apareceram pra me buscar. Minha mãe tinha exagerado e levou 40 sanduíches de presunto e queijo, mas eu não queria comer.
Bad Lara / Hannap

Sonhei que eu morava com a Lara em Porto Alegre. Num ap com o mesmo desenho do meu aqui aqui do Rio. Só que era tudo mais cinza e estranho. O ap era detonado, sujo. Ficava no centro, num lugar bem movimentado. Meu pai e minha mãe moravam no mesmo ap, dormiam no quarto correspondente ao meu quarto no Rio. Eu e Lara dormíamos no banheiro, mas tinha uma cama dentro do box do chuveiro.

Era bem cedo. Meu pai saiu de casa. A Lara já estava acordada. Tinha um beck no nosso quarto, perto da chave do carro do meu pai. Fiquei com medo que ele entrasse pra pegar a chave e visse o beck. Minha mãe estava deitada, acordando, e começou a gritar o nome da Lara. A Lara se irritou e ignorou. Minha mãe chamava ela porque queria conversar, saber o que ela iria fazer da vida, em que iria trabalhar. Começou a resmungar deitada: — uma pessoa tem que saber o que quer da vida. onde já se viu? tem que começar a trabalhar. A Lara se irritava muito. Eu ficava no meio da situação me sentindo muito mal. Achava minha mãe intrometida e ao mesmo tempo achava a Lara arrogante. Entrei no banho, nesse meio tempo minha mãe acordou e foi pro trabalho.

A Lara pegou o beck e foi pra janela do quarto da minha mãe fumar. Ela se deitou na cama e fumou tranquilamente. Eu fiquei preocupado do cheiro ficar impregnado lá e minha mãe ficar puta. Pedi pra Lara fumar pra fora da janela, mas ela me ignorou. Acendi um palo santo (incenso) pra disfarçar o cheiro no quarto.
Da janela a Lara sacaneava as pessoas que passavam na rua, lá embaixo. Eram uns mendigos com um cachorro. Ela assobiava, gritava um nome e se escondia. O cachorro ficava intrigado.

A Lara falava espanhol. Ela era argentina, muito marrenta. Ela fazia o que queria e eu aceitava. Eu me sentia submisso. Eu ainda sustentava ela com o meu dinheiro

Em algum momento olhei pra ela por um espelho do quarto e fiquei com tesão. Comecei a agarrá-la, mas ela não entrou na onda. Baixei as calças dela e ficava olhando a bunda dela pelo espelho.
Ela deu um peido e me disse: — Sabés lo que aprendi ayer me tirando un flatito?
Era um tesão meia-bomba e logo se acabou. Eu me sentia péssimo, como um escravo emocional.
Tailândia com a Lara / Hannap

Sonhei que eu estava com a Lara na Tailândia ou num lugar oriental, diferente.
Eu tava com uns amigos do sul, da faculdade. Eles moravam juntos e trabalhavam juntos.
Só que a minha casa era a casa de Porto Alegre.
Eu ia fazer um trabalho em conjunto com eles.
Na minha casa eram três mulheres que moravam.
Elas eram casadas entre si, as três. Uma delas tava grávida.

Eu a Lara estávamos andando pelos mercados da Tailândia e eu resolvi perguntar em algum lugar onde é que comprava maconha. Tinham umas brasileiras que moravam lá e uma delas veio me falar. Apontou e disse: - Fala com a Maria, acho que ela tem.
Aí nós fomos falar com ela.
Ela ficou toda arregalada e foi caminhando com a gente, dizendo que a gente tinha que ter uma receita médica que aí nós conseguiríamos um extrato, mas era um extrato para aplicar na veia.
Tinha que se furar. Aí eu disse: - Aaah, então deixa pra lá. Toda a vez que eu quiser vou ter que me furar de agulha, não acho bom.

A Lara ia andando na frente, no mercado cheio de coisas.
Ia se perdendo e eu gritava: - Ou! ou!
Aí ela ficava ligada, me olhava. E ela ia andando por tudo, olhando, bem interessada nas coisas.
Constrangimento no banheiro do Jô Soares / Hannap

Sonhei que eu estava numa casa enorme. Era noite. Era a casa do Jô Soares.
Tava tendo uma comemoração lá, muito grande. As pessoas iriam dormir lá.

Dormi e acordei bem cedo. Sai da casa onde todos dormiram e caminhei pelo gramado.
Fui até a ponta do terreno, na beira do mar, onde tinha uma casinha. Era o quarto do Jô Soares.
Essa ponta do terreno era tipo a pista do aeroporto Santos Dumont, pois tinha um asfalto até a beiradinha da água.

Me deu vontade de fazer xixi. Resolvi fazer ali no banheiro do quarto.
Abri as portas de vidro da casinha e deixei o vento entrar. Estava um clima muito agradável.

O resto das pessoas, a Marina, a Joana, estavam na casa central.

Fui até o banheiro. Era bonito, grande, aberto para o quarto.
Tinha um vaso sanitário diferente, adaptado pra gente gorda.
A tampa do vaso estava meio mijada. Um xixi velho, amarelo, colado.

Comecei a mijar e de repente começaram a entrar pessoas pela porta do quarto/casa.
Primeiro entrou o Didi Mocó (Renato Aragão), me viu mijando e sacaneou:
- Aí pissite, Aí mixaria. Cortaram foi?
Eu ri. Depois entrou o sargento Pincel, o Dedé e depois a Nathália Timberg.

No fundo do banheiro tinha uma porta que dava prum salão de festas.
O banheiro era camino para essa sala. As pessoas estavam indo lá para a comemoração.
Era muita gente. Todo o elenco importante da Globo.
E eu mijando sem parar e sentindo muita vergonha.
O meu xixi não acabava nunca.
Eu pensando porque eu não tinha trancado a porta.
As pessoas passavam por mim para irem ao salão de festas.
Era constrangedor.

Meu xixi trancava quando as pessoas passavam.
Depois de algum tempo eu consegui terminar mais ou menos o xixi. Sem tranquilidade.

Saí da casa e encontrei minhas amigas sentadas no gramadinho, olhando o mar.
Contei o que tinha acontecido pra Marina e me senti mais aliviado.
Frequências médias / Hannap

Em uma sala de aula estava rolando uma gravação de áudio, pra dublagem de uma peça.
Tinha um cara interpretando um papel e estavam gravando a voz dele.
Tecnicamente estava saindo muito ruim e eu, que estava ali assistindo, comecei a conversar sobre o som.
Tinha muito ruído, som abafado e falado pra dentro.
Comecei a falar sobre as frequências médias, que deviam ocupar mais o espectro dessas frequências. Nessa hora passou na televisão um clip de surf music. O som tinha muitos médios. O PH estava ao meu lado e confirmou que a música se ouvia bem por conta das frequências médias.

De repente chegou a polícia, gritando e fizeram um desenho no quadro negro. Nós tínhamos apagado o quadro-negro quando entramos na sala e o que estava desenhado eram provas de um crime.
Então a polícia redesenhou para poder ter alguma coisa.

Eu estava conversando com alguém pela televisão, que era tipo um skype, explicando sobre as frequências médias. O pessoal que estava produzindo a peça e gravando o áudio era muito ruim.
Nutrição pelo leite do peito / Hannap

Sonhei que eu estava num lugar com a Lara.
Nós chegávamos de avião e pegávamos um ônibus pro outro lado do rio. Tinha um rio do lado da pista do aeroporto. A gente tinha que fazer uma hora e foi pra esse lugar pra almoçar.

Na volta eu não lembro direito o que aconteceu, acho que estava em casa, depois fui num restaurante, tinham vários amigos, conhecidos da Tátil e de outros lugares. Tinha alguém fazendo aniversário na mesa do restaurante. Eu fiquei sozinho lá. Foi todo mundo indo embora e de repente chegou a Ana Freitas. Fazia muito tempo que eu não via a Ana Freitas. Eu estava super excitado com vontade de fazer coisas e ela tava calma. Quando ela me viu ela conversou comigo, sério. Fez uma entrevista comigo e eu fui me acalmando, fui vendo as coisas que não estavam muito bem na minha vida, fui percebendo.

Ela tava super bem. Ela me disse pra fazer uma massagem nela, que ia ser bom pra mim. Massagear a barriga e o peito dela. Eu comecei a massajear a barriga dela e ela disse pra começar pelo peito. Eu pegava nos peitos dela e mexia. Ela disse que eu devia mamar nos peitos dela, chupar o leite dela, apertar, massagear bem os peitos; que as crianças da Áfica, de algum lugar da África, se nutriam por ali e que eu tinha que me nutrir também.
Era uma viagem meio ancestral. eu fiquei lá apertando os peitos dela e chupando. Eles eram ocos. Dava pra sentir um ar entrando dentro da minha boca. A Ana tava me cuidando, tava me nutrindo de alguma coisa que ela percebeu que fazia falta em mim.

Depois ela me convidou pra continuar fazendo essa massagem na casa dela com mais calma; pra massagear a barriga, porque depois da massagem nos peitos ela foi embora.

Apareceu a Marília Gabriela com o Evandro Mesquita fazendo uma entrevista e ela perguntou se ele não tinha vontade de dar o cu e ele disse que era louco por isso. Aí todo mundo rio e ele deu.
Acordei com vontade de encontrar com a Ana.
Morar na Pedra da Gávea / Hannap

Morar na Pedra da GáveaSonhei que eu estava com a Lara e com o Huan, eu acho.
A gente tava na pedra da Gávea. Em cima da pedra.
Era outra geografia ao redor da pedra porque dos dois lados tinha mar.
Dava pra descer com cuidado até o mar.
Nós subimos até o topo e haviam algumas construções feitas pelo homem pra facilitar a caminhada. Umas escadinhas e uns túneis. Nós estávamos comentando como seria bom poder morar lá.
Quando fomos voltar passamos de novo pelo cume da pedra para poder descer do outro lado e vimos uma obra acontecendo.
Finalmente haviam começado a construir na pedra da gávea. Aí o Huan (que agora era o Dé) foi na frente, passou agachado por dentro de um tunelzinho de tijolos. Nós haviamos passado por dentro dele na vinda. Na hora de eu passar o tunelzinho já estava caindo. Então eu empurrei uma parede do tunelzinho e o túnel caiu, desmoronou. Aí eu fui por cima do túnel desmoronado de mãos dadas com a Lara. Aí vimos uma escada bem feita de concreto, subimos nela e chegamos num lugar que já estava todo construído, o chão. Uma laje. Ficamos muito felizes. O Huan estava muito feliz e comentamos que aquela era a chance de deixar esse terreno pros mais pobres pra não superfaturar aquele lugar onde cada casinha podia valer 2 ou 3 milhões.
Mas a gente sabia que aquilo não ia acontecer, que seria caríssimo morar lá, porque os políticos tinham interesse em transformar aquilo num lugar muito caro, de elite.

Assassinato sem querer / Hannap

Assassinato sem quererSonhei que estava na casa de alguém, jogando video-game. Era um jogo de skate downhill. Muito legal. O personagem se deitava no skate para descer.
No meio do jogo eu lembrei que já tinha matado pessoas naquele lugar. Tinha sido acidentalmente.
No meio de uma discussão com um cara (Daniel Furlan), ele veio pra cima de mim, meio debochando e eu o empurrei. Ele caiu num canto do quarto onde havia um espelho d'água atrás de uma mureta. Submerso nessa água haviam dois vergalhões de aço. Ele caiu de costas sobre os vergalhões, que atravessaram seu peito. A segunda pessoa morreu em seguida, do lado da primeira, de um jeito que eu não lembro. As duas mortes haviam sido acidentais, mas eu estava irado com as vítimas. Fiquei mal, preocupado. Minha vida tinha se acabado ali.
Eu seria preso. Muita tristeza. Queria me entregar para a polícia. Apesar de não ter tido dolo, intenção de matar, eu tinha culpa pelas duas mortes. Fiquei louco, descontrolado. Comecei a quebrar todo aquele quarto. Eu não queria ter matado ninguém mas agora estava tudo acabado. Queria que tudo mais se fudesse. Lembro que quando me acalmei decidi me entregar no dia seguinte para a polícia. Esse dia era agora. Eu estava no mesmo quarto e quase havia esquecido o que tinha acontecido. O quarto estava todo reformado, não existia mais espelho d'água e na parede onde aconteceram as mortes havia uma televisão enorme, onde eu estava jogando video-game. De qualquer maneira eu sabia que logo mais eu seria preso.
Estrogonofe da discórdia / Hannap

Eu queria convidar a moça que trabalhava na casa do Antonio para comer um strogonoff com a gente (eu, ela, Antonio e Ju), mas ela tinha dito que não.
Mesmo assim eu fui no curso que ela tava fazendo. Era um curso tipo o Procedência do Charles. Falei com a Claudia, que organizava o curso, e pedi a liberação dela para o jantar de estrogonofe. Eu e o Antonio fomos até lá e depois voltamos de carro. Ele tinha um carro novo, bem grande e estava um pouco atrapalhado com a direção. Tentamos estacionar mas não havia um lugar seguro. Enquanto buscávamos uma vaga uma criança que engatinhava por ali entrou no carro. Ele encontrou uma rampa de madeira podre. Soltou o carro ali. O carro deslizou, raspou na parede e arranhou a lateral. Mas ficou estável e ele resolveu deixá-lo ali mesmo. Eu estava fora do carro e avisei sobre a criança. Ele tirou a criança de dentro e subimos para a casa dele.

Encontrei com a moça e disse pra ela que estava tudo certo. Que eu já havia conseguido a liberação dela no curso, que ela poderia jantar com a gente. Ela ficou muito puta comigo e disse que já tinha falado que não queria. Eu fiquei sem graça e pedi desculpas. Ela disse que eu havia sido invasivo por ter ido no curso dela. Me deu um esporro. No fim das contas eu iria comer o strogonoff sem uma companhia feminina. Eu achei que ela tinha feito um charme ao negar, não pensei que fosse verdade que ela não quisesse.

O Antonio começou a me explicar como funcionava a penela tecnológica dele enquanto tomávamos uísque.
Escalda pés em Praga / Hannap


Sonhei que eu estava em Praga. Na casa de uma mulher que eu não sei quem é.
Eu via um capítulo de uma novela onde alguém simulava um acidente de carro. Um atropelamento.
Alguém fantasiado de coelho gigante fingia ser atropelado por um motorista que estava desesperado fugindo.
O motorista ficava com a impressão de ter cometido um crime. Era uma novela brasileira e estava passando simultaneamente no Brasil e em Praga.

A casa dessa mulher era bonita, pequena. Com janelas para outros prédios.
Era um pequeno apartamento. A mulher tinha um filho pequeno, bebê e uma filha mais velha.
Eles falavam em francês. Eu fazia um escalda pés e tomava um chá.
Não conseguia me comunicar direito com ela através de palavras, mas nos entendíamos bem.

Eu estava sentado no sofá da sala fazendo escalda pés mas a água já estava fria.
A Thiana tinha preparado pra mim o escalda pés e o chá. Agora eu queria preparar novamente os dois. Esquentar outra água pros pés e fazer outro chá.
Acho que a Thiana era a filha da dona da casa.

Eu olhava pela janela pensando que eu tinha que viajar. Eu ia pra Paris no dia seguinte.
Pensei que ainda não tinha colocado nenhuma foto da viagem no Instagram, mas já tinha algumas fotos bonitas.

Entrei no quarto da dona da casa. Ela via a novela e o bebê brincava no chão. Brinquei um pouco com o bebê e depois voltei pra sala. Vários alunos da dona da casa apareceram. Eles vinham fazer alguma coisa e me cumprimentaram sentado no sofá. Eu dizia: - Oi, tudo bem? - em português normal. Eles me cumprimentavam em francês mas havia entendimento.
Elaine incoveniente / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra São Conrado.
Liguei pro meu pai pois ele estava trabalhando lá.
Combinei de irmos no cinema depois do trabalho dele.

Enquanto isso eu passei na casa de uma amiga.
Não lembro quem era, mas era uma mulher com dois filhos, uma menina de uns 6 anos e um menino mais velho, uns 9. Era uma mulher bonita e interessante.

Deixei meu celular no silencioso e fiquei conversando com ela.
Ela me falou de uma apresentação de dança. Achei legal. Quando peguei meu celular vi 14 mensagens e ligações do meu pai. Esqueci que ele iria me ligar quando acabasse o trabalho. Liguei pra ele e ele já havia ido embora do bairro. Fiquei chateado pelo meu descuido.

Mudei de planos e resolvi ir na tal apresentação de dança. Liguei pra Elaine, pra convidá-la. Ela aceitou. Peguei um táxi e passei na casa dela, que também era em São Conrado.

Chegamos no lugar. Era uma fruteira ou um supermercado tipo hortifruti. Lá estavam vários amigos. Gente conhecida da Elaine e da amiga, mãe dos dois filhos. Muitos ex-colegas de colégio das duas. Começaram as apresentações. Eram pequenas coreografias, feitas ali mesmo na frente dos legumes, frutas e verduras.

Estávamos sentados numa arquibancada, eu, Elaine e a amiga, lado a lado, quando, de repente, no meio de uma apresentação, a Elaine começou a falar alto, criticando a dança. Todos ouviam. Ela dizia que o movimento era mal feito, que estava horrível. Ria e debochava da menina que estava dançando. Eu não acreditei que ela estava falando aquelas coisas. Me levantei e sai de perto. A amiga que estava ao lado acompanhou a Elaine pra fora do lugar.
Houve um pequeno tumulto, a apresentação parou. As pessoas começaram a conversar. O Felipinho sentou-se no lugar onde estávamos e começou a falar, mediando a situação. Disse que a Elaine estava louca, que precisava de ajuda, medicação. Disse que aquela cena toda não era para simplesmente chamar a atenção ou coisa de mulher apaixonada. Falou isso em tom de brincadeira, insinuando que eu pudesse achar tal coisa. Eu estava nervoso, me sentia culpado por haver trazido ela. Peguei uma maçã para comer. Era uma maçã enorme, do tamanho de um abacaxi. Não consegui comê-la inteira, ofereci pras pessoas mas ninguém quis.
Sem querer eu me afastei do mundo / Hannap

Sonhei que eu estava fazendo uma expedição com um grupo de amigos.
Estávamos na Argentina, caminhando numa ponta de pedras. Um lugar escorregadio, onde batia o mar. Às vezes tínhamos que jogar nossas coisas pra cima e depois escalar para pegá-las. Joguei minha bolsa, uma bolinha vermelha e algumas outra coisa. Mas os objetos rolaram nas pedras e foram caindo. Acabei me molhando com as ondas. Todo mundo ficou olhando eu ir buscar uma caneta que havia caído da minha bola e a bolinha vermelha. Me joguei no mar pra nadar até a pedra onde estavam as minhas coisas. A maré me jogou pra cima das pedras e eu consegui subir e pegar as coisas. Mas era difícil. O mar me levava pra frente e pra trás. Não consegui subir na pedra pra voltar com o grupo. Fiquei nadando ali. O Caco estava comigo, mas ele conseguiu subir na pedra.

De repente apareceu um colchão inflável, azul, trazido pelas ondas. Eu subi nele pois já estava cansado. O Dimitre estava lá no grupo de pessoas. Outros amigos também me viam naquela situação. Eu estava tranquilo, em cima do colchão inflável. Mas a maré estava me levando pra longe. Pra baixo, pro sul. Fui contornando toda a ponta de pedras. Fui sendo levado pelo mar. Cheguei até o final que julguei ser a ponta da Argentina. Ainda assim eu estava tranquilo. Tirei uma foto da última pedra à vista. Era a ponta da Argentina. Eu estava em pleno oceano indo em direção à Antárdida.

Consegui chegar até um lugar de terra, desci do colchão e fui procurar alguém. Encontrei uma policial e fui falando com ela. Falei em português, mas no meio do caminho me dei conta, pedi desculpas e comecei a falar em espanhol. Ela era nascida na Argentina, mas havia sido adotada e morou anos no Brasil. Ela me entendia em qualquer língua. Eu disse assim: - Aaahh então vc é metade argentina e metade brasileira. Ela disse: - Não, sou totalmente argentina. Eu percebi que ela não gostava do fato de ter morado no Brasil durante a infância.

Expliquei par ela minha situação mas ela não deu muita bola.
Eu disse que estava cansado, que estava todo molhado, com fome, sem bateria no celular e muito longe de casa. Queria um lugar para comer e descansar.
Sensações / Hannap

sonhei que eu chegava no topo de um lugar.
uma casa simples
que dava pra ver todo o rio de janeiro
era uma casa pequena dentro de um terreno. o chão de concreto. era uma varanda, uma laje, com uma mureta no final. dava pra ver toda a paisagem da cidade, como nunca antes eu havia visto.
uma casa simples em um lugar nobre.

depois eu estava numa escola de artes. um lugar onde rolavam performances.
flagro dois amigos gays transando no banheiro. escondidos.

começou uma coreografia de várias mulheres dançando. todas lindas, eu entro na roda. a líder das meninas me puxa pra ir com ela.
eu aprendo na hora todos os movimentos
ela me gira, gira, eu flutuo. tiro os pés do chão e giro ao redor dela sem encostar no chão.

todos ficam impressionados, como eu estou solto e me divertindo com a dança.
existe uma mulher nesse grupo que me olha. uma mulher que eu acho muito bonita.
estou me exibindo pra ela.

é uma sensação boa
a cidade inteira
as artes
o homossexualismo escondido
o prazer e a sedução com as mulheres
Pequena Cachalote de estimação / Hannap

Pequena Cachalote de estimaçãoSonhei que encontrei uma mulher com um animalzinho de estimação.
Era uma mini baleia cachalote.
O bicho era cinza e tinha o formato de um paralelepípedo.
Tinha aproximadamente 50 cm de comprimento.
Quando ela se mexia as patas apareciam, mas quando estava parada parecia um tijolo.
Um tijolo baleia. Dava apenas pra ver um olhinho na lateral e uma pequena boca.

Era engraçado. A pequena baleia ficava na poça d'água. Havia chovido.
Mas quando começamos a andar ela foi na frente e as suas patinhas brotaram pra fora.
Agora aquele filhote de Cachalote já pareciam um animal terrestre normal.
Mulher linda e coisas caras / Hannap

Mulher linda e coisas carasSonhei que eu dirigia um carro incrivelmente bom e caríssimo.
Um carro baixo que tinha computador, banco de couro, super confortável.
Andei um pouco com ele e estava adorando. Depois estacionei e coloquei a minha mãe na carona e fomos dar uma volta.
Fomos até a casa de uma amiga dela. Eu acho que aquele carro era da amiga dela.

A gente chegou lá, no topo de um morro da cidade.
Era um lugar lindo, no meio do mato. Uma casa discreta, camuflada pela natureza. Minha mãe entrou na casa para procurar a amiga. Eu fiquei do lado de fora, no jardim.

Eu estava com um celular na mão. Lembro que o celular era incrível também. Fuderoso. Lembro que ele custava 150 mil reais. Era um celular que tinha a melhor câmera, tinha acesso às notícias antes do normal dos outros celulares.
Mandei mensagem por ele para alguns amigos e eles se espantaram, porque dizia assim: mensagem enviada do celular tal. Então me perguntaram como é que eu tinha aquele celular. Eu estava respondendo que o celular não era meu, era emprestado, era de alguém que tinha muita grana, tanta grana que não se importava de deixar um celular desses comigo.

De repente eu descubro uma estradinha no meio do terreno e vou andando por ela até chegar num espaço todo de vidro. É uma sala, tipo um jardim de inverno, cercada de plantas, no meio do mato. Um lugar bem simples, ideal para descansar ou meditar.
Uma mulher estava lá.

Sentei pra conversar com ela e nós nos entendemos muito bem.
Não me dei conta que ela era a dona da casa.

Ela era uma mulher linda! Tinha os cabelos castanho escuros, na altura do maxilar, tipo chanel, os olhos grandes. Ela estava com uma camisola de seda, meio transparente, estava nua por baixo, sentada de pernas cruzadas. Dava pra ver sutilmente o corpo dela. Ela era mais velha, devia ter uns 50 anos, mas era muito gostosa. Não era do tipo gostosa de revista, mas era uma mulher tesuda, tinha a pele boa, um cheiro bom, os seios lindos, a cintura fina. Era bem cuidada.

A luz que estava batendo nela era incrivelmente linda. Era uma luz horizontal amarela, que entrava por entre o mato e iluminava o busto dela, do rosto até o meio do peito e o resto ficava escuro. Eu fiquei olhando pra ela, conversando, fascinado por aquela luz e falei: — Nossa! Que cena linda essa que eu estou vendo. Queria poder fotografar, mas não vou fotografar pra não estragar essa naturalidade. Ela me viu pegando o celular e ficou toda durinha, daquele jeito de quem sabe que vai ser fotografado. Eu disse: — Deixa, outro dia eu fotografo.

Eu fiquei com muito tesão nela, ela percebeu e também ficou com tesão em mim. Eu toquei no corpo dela e ela disse pra eu parar porque tinha gente ali. E eu disse que queria voltar pra fotografá-la.

No lado de fora desta sala tinha um relógio de sol bem grande. Eu lembro que o sol batia no relógio e a sombra projetada no chão dava a hora em números. Era uma coisa diferente, bem tecnológica. Eram 3:33 da tarde. Falei que tinha anotado a hora e iria voltar noutro dia, até porque nesse lugar onde estávamos começou a chegar gente. Eram amigos da filha dela.

Eu fiquei fascinado, encantado, apaixonado por aquela mulher naquele instante. Ela também sentiu atração por mim. Eu sabia que aquela seria uma história polêmica, por conta da diferença de idade e pelo fato de ela ser casada. Provavelmente ela devia ser casada com alguém muito rico.

Eu tinha vontade de beijá-la, de viver com ela uma história apaixonada.
Acordei com essa sensação e com desejo por essa mulher idealizada.
Visitando a Urca / Hannap

Sonhei que eu estava com o Dimi. Íamos visitar a Mana Bernardes na Barra, mas no caminho passamos na praia da Urca para ele conhecer aquele bairro militar. Apresentei o bairro pro Dimi. Conversamos com alguns militares. Eles nos mostraram um pouco da infraestrutura das instalações militares. Era um local muito agradável. Tínhamos que rastejar em alguns corredores para termos acesso a algumas salas. Os corredores tinham 1 metro de altura de pé direito. Andávamos deitados, puxando o corpo pelos braços. Era fácil andar assim e fazia sentido, pois estávamos fazendo um exercício militar. A Urca era como um clube. Muita gente ia pra lá para tomar sol e ficar numa boa. Eu rastejava com muita facilidade e velocidade. O piso liso favorecia. No meio do caminho encontramos o Paulo Betti, tomando sol numa cadeira de praia. Pensei em conversar com ele, já que iríamos até a barra visitar a Mana, podíamos pegar uma carona. O pai da Joaninha também estava por lá. E a própria Joaninha passou pelo sonho de carro e cumprimentou o Dimi. No final do passeio os militares fizeram uma tradicional saudação de tiros para nós, os visitantes. Consistia numa série de 3 mísseis lançados no ar em sequência e cada um dos mísseis era atingido por um tiro de fuzil, explodindo no ar, sobre a praia, causando um barulho. O primeiro míssel foi lançado e acertado. O segundo nós vimos no céu, subindo, fazendo a parábola e caindo dentro de um quartel. O soldado não conseguiu acertá-lo. O terceiro também, foi lançado e caiu inteiro, sem ser acertado pelo tiro. De qualquer maneira os mísseis faziam barulho quando caiam no chão. Eu e o Dimi achamos engraçado pois eles erraram dois tiros. Vimos que eram dois jovens, um menino que atirava e uma menina que lançava os mísseis. Eu e o Dimi perguntamos onde caiam os mísseis não atingidos. Eles disseram que era numa área segura, dentro do quartel. O menino estava visivelmente decepcionado por ter errrado os tiros, mas nós elogiamos eles e dissemos que estava tudo bem.
Gol do Neymar / Hannap

Gol do NeymarSonhei com um drible e gol do Neymar.

Ele recebia a bola livre, na entrada da área, e se aproximava do gol muito lentamente, caminhando.
Ignorava o zagueiro que vinha correndo desesperado atrás dele. Parecia displicente.
O goleiro não entendeu nada. Ninguém entendeu nada.
Ele vinha rindo, malemolente, caminhando devagar, conduzindo a bola com pequenos chutinhos.
Quando chegou em frente à trave ele deu um giro sobre a bola, ficou de costas pro gol e empurrou a bola em direção ao gol. A bola bateu na trave e voltou no pé dele. Aí ele simplesmente chutou a bola pro gol. O zagueiro e o goleiro já estavam deitados no chão, pois não esperavam que a bola fosse bater na trave e voltar pro pé dele.
Foi um lance genial, improvável, irresponsável.
Acordei querendo verificar se esse gol tinha realmente acontecido.
Gol do Neymar / Hannap

Gol do NeymarSonhei com um drible e gol do Neymar.

Ele recebia a bola livre, na entrada da área, e se aproximava do gol muito lentamente, caminhando.
Ignorava o zagueiro que vinha correndo desesperado atrás dele. Parecia displicente.
O goleiro não entendeu nada. Ninguém entendeu nada.
Ele vinha rindo, malemolente, caminhando devagar, conduzindo a bola com pequenos chutinhos.
Quando chegou em frente à trave ele deu um giro sobre a bola, ficou de costas pro gol e empurrou a bola em direção ao gol. A bola bateu na trave e voltou no pé dele. Aí ele simplesmente chutou a bola pro gol. O zagueiro e o goleiro já estavam deitados no chão, pois não esperavam que a bola fosse bater na trave e voltar pro pé dele.
Foi um lance genial, improvável, irresponsável.
Acordei querendo verificar se esse gol tinha realmente acontecido.
Luzes de um prisma - Mariana no Fantástico / Hannap

sonhei que estava com o Antonio, num prédio
era um apartamento vazio. o antonio estava agilizando uma obra.
subimos pra conversar com o pessoal da obra.
eram 3 homens, um mais velho e dois jovens.
eles estavam brincando semi-nus, rindo, alegres.

a gente conversou, eu olhei pra eles, fui apresentado pelo antonio.
depois ele entrou numa sala pra ver alguma coisa e eu sentei com os 3 homens.
eu e eles estávamos nos reconhecendo. depois de um tempo descobrimos que já nos conhecíamos.
eles eram muito alegres. o homem mais velho tinha uma mão bruta, com dedos enormes.

depois disso eu estou em outro lugar, vendo televisão.
é o programa fantástico e a mariana p. aparece dando uma entrevista.
eles estão mostrando o perfil de uma jovem artista. tipo menina precoce, meio mallu magalhães.
a mariana está caracterizada de um jeito mais criança, falando de um jeito infantil.
ela fala sobre a importância da arte pra ela, como ela trabalha, etc.

da televisão pra vida real. eu estou de frente pra uma mulher bonita.
estou deitado e ela sentada ao me lado. vejo tudo de baixo.
sorridente. ela ri e se move de um jeito alegre e sensual.
tem uma faixa na cabeça. quando olho mais atentamente é a própria mariana.
ela está linda. feliz com a matéria no fantástico.

pego o meu celular e tento não demonstrar todo o meu encantamento com aquela cena.
quero fotografá-la discretamente, sem que ela perceba. bate uma luz de um prisma no corpo dela.

ela se anima começa a se mexer ainda mais. puxa a blusa. deixa os peitos aparecerem.
fico encantado. meu celular está lento. entro em algum aplicativo desconhecido que faz fotos com deformações psicodélicas. o efeito combina com a cena. a cada foto o celular faz um barulho parecido com o som de uma mensagem chegando, só que mais sério. a mariana comenta: ihhh. é coisa séria? eu digo que é coisa muito séria.
Cachorro argentino / Hannap

Cachorro argentinoEu iria seguir viagem com minha mala cheia de livros e algumas roupas.
Fugindo. Um cachorro grande.
Observava e sentia que minha despedida era ali. Escondida de todos.
Fechei a mala. O cachorro deitado aos meus pés.
Era uma mulher loira e grande quem não queria minha permanência no Brasil.
Eu era argentino, o cachorro também, e era um amigo fiel.
Hulk Hogan / Hannap

Sonhei que eu entrava na casa do Hulk Hogan, no Rio de Janeiro.
A casa ficava no alto de uma montanha de pedra, passando a entrada de uma favela.
Era uma estradinha muito estreita. Eu e meu tio Gutti estávamos de carro, eu dirigia. Nós passamos pela entrada da favela e depois viramos para a direita. Havia um carro na nossa frente. Era o filho do Hulk Hogan.
A estrada acabava numa garagem particular, escavada na pedra. Nós paramos o carro na entrada da garagem.

A casa era incrível. Eu reconhecia cada um dos cômodos por conta de uma entrevista que o Hulk Hogan havia dado para a televisão. De repente vemos o filho do Hulk Hogan entrando na casa. O filho era parecido fisicamente com o pai e tinha a cara do Thor Batista.

Passeamos um pouco pela casa. Eu reconhecia cada pedaço. Era muito bonito. Quis tirar umas fotos das paisagens, mas um funcionário apareceu e me impediu de registrar.
NY / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra Ny de uma hora pra outra.
Não tinha tido tempo de preparar nenhuma mala. Isso não era um problema, eu compraria alguma roupa lá.
Mas também não tinha avisado ninguém da viagem. Nem meu amigo que me convidou pra ficar na sua casa. E meu celular só tinha 1% de bateria. Eu estava muito animado mesmo assim.
Apostei corrida com crianças no aeroporto. Cheguei ao balcão da companhia aérea pra fazer o check-in e me chamou a atenção que os funcionários da companhia atendiam em cima do balcão, de cócoras. Perguntei se alguém tinha carregador de celular lá.
Eu estava feliz, só com a roupa do corpo e sem dinheiro.
Fernanda Montenegro / Hannap

Passei o sonho inteiro, horas a fio, ao lado da Fernanda Montenegro.
Conversamos sobre muitas coisas. Descobrimos amigos em comum.
Contei pra ela sobre os meus cadernos. Falamos sobre a vida. Ela parecia íntima amiga minha.

Estávamos na primeira fila da platéia de um teatro.
Estávamos vendo pequenas apresentações. Conversávamos nos intervalos de cada cena.
Até que engrenamos um papo e acabamos ignorando algumas apresentações.
Tive uma aula sobre a vida. Que mulher mais generosa e linda.
Falamos sobre tanta coisa.

Agora somos grandes amigos.
Muitos likes pras paisagens lunares / Hannap

Sonhei que eu tinha viajado pra visitar minha família no sul.
Logo comecei a tirar fotos e postar.
Comprei um prosecco numa promoção que vinha com uma taça.
No Facebook vários likes das fotos que eu postava.
Fiz uma viagem dentro da viagem pra visitar o Índio e o Molina.
Peguei um ônibus espacial e desci na lua.
É linda a lua. Tem um morro onde fica sentada a galera mais hippie, pra ver a terra nascer.
Um visual de deserto cinza e um horizonte lindamente curvo…

Encontrei o Índio num bar. Tomamos uma cerveja. De repente vem o Molina, caminhando ao lado do seu filho, de uns 6 anos. Ele se surpreendeu em me ver. Nos abraçamos e ele me convidou pra jogar video-game. Logo dispersou entre tantas pessoas que ele cumprimentava.

Fiquei feliz. Eram lindas as paisagens lunares.
Eu queria voltar logo pra casa. A viagem era muito cara e ficava cada dia mais cara, tipo Fernando de Noronha. Era pouco comum viajar pra lá. Um turismo recente, de menos de um ano. Mas o Molina morava lá.

Pensei em tirar muitas fotos. Pensei na quantidade de likes que iria ganhar. Pensei que talvez não desse pra postar naquele momento porque provavelmente o 3G não funcionava.
Pensei que a foto mais bonita devia ser a da terra no céu da lua.
Mijo na boca / Hannap

Estava no meu primeiro dia de trabalho, dentro de uma empresa. Eu acompanhava uma apresentação para o cliente. Estava num canto da sala, com um notebook. As clientes eram duas mulheres. Uma delas era lasciva e ficou com tesão em mim. Me olhava com desejo. Me convidou para sentar na mesa, ao lado dela, de frente para o meu chefe. Ela se esfregava em mim descaradamente. Se debruçou sobre mim e roçava os peitos enormes no meu braço. Fiquei constrangido e com tesão. A coisa foi ficando explícita e meu chefe percebeu que ela me seduzia. Havia comida na mesa. Fricassé. Era uma reunião almoço. Ela abriu as minhas calças e esfregou o frango desfiado no meu pau. De vez em quando se abaixava para chupar meu pau com frango embaixo da mesa. Eu me sentia incomodado pois meu chefe percebia que estava acontecendo algo estranho. Ela disfarçava. Fiquei com vontade de mijar. Quando a cliente se abaixou mais uma vez para me chupar eu mijei um pouco no exato momento em que ela me abocanhou. Ela se levantou incomodada mas manteve a compostura e seguimos com a reunião.
Veículo Bóia da PM / Hannap

Veículo Bóia da PMEstava com a Clau na praia de Ipanema, posto 8. Estávamos caminhando na areia pensando em parar em algum momento para dar um mergulho. De repente passam por nós 3 bóias da polícia militar. Eram veículos flutuantes que andavam muito suavemente, sem fazer barulho. Cada um era uma câmara de pneu de caminhão com um chãozinho. Dentro de cada uma havia um policial fardado. Esses veículos iam no sentido ipanema / leblon. Eu e a Clau achamos aquilo muito interessante e corremos para entrar na terceira bóia. Ela ia flutuando sobre a areia, andando de um jeito muito gostoso. Dentro dela estava um policial, numa parte coberta. Era um policial jovem, gordinho e relaxado. Ele fumava um baseado. Tava falando no telefone com um amigo dele. Percebeu que a gente subiu e ficou de boa. Olhou pra gente com um sorriso, permitindo que a gente pegasse aquela carona. Ele não dirigia a bóia. Ela fazia o trajeto das outras duas que iam na frente. Dava pra entender que quem dirigia a bóia era apena o policial que ia na frente, na primeira bóia.

Passamos pelo posto 9 e o mar estava cercado. A prefeitura estava reformando a praia e havia interditado o mar com uma cerca de arame farpado. Achei aquilo ousado mas interessante. Era bom para preservar a natureza mas ruim para o turismo. O mar estava com tubarões por conta disso.

As bóias foram até o final da praia do Leblon e subiram para o asfalto. Onde começa a avenida Niemeyer havia um bloqueio na rua. Era uma blitz da polícia. O policial da nossa bóia continuava fumando o seu baseado e falando no telefone. Fiquei com medo da polícia da blitz nos parar, mas fizemos o retorno na frente deles e seguimos viagem na direção contrária. Era uma sensação boa andar naquele veículo flutuante.
Furtando um Van Gogh / Hannap

Estava com a Ana Alexandrino. Íamos numa exposição que acontecia num apartamento de um prédio enorme. O prédio era do tipo modernista, com muitos apartamentos, e ficava no lugar do Shopping Rio Sul. A exposição era organizada por um pessoal meio moderno, alternativo. A Luana Carvalho e a Leticia Novaes conheciam o pessoal que tinha organizado o evento e deram a dica para a Ana.
Era uma coletiva com um monte de artistas duvidosos e algumas coisas legais. O ponto alto da exposição era a presença de alguns quadros do Van Gogh! Eram quadros pequenos, mas eram pinturas originais. As Letícia e a Luana tiveram a idéia de roubar um quadro do Van Gogh. Colocaram pilha na Ana. Eu achei engraçada a idéia, fiquei excitado com a possibilidade. E a Ana fomos lá. Era de noite. Entramos na expo, estava vazia. Eu fui na frente. Entrei no primeiro quarto. Lá estavam os quadros do Van Gogh. Era um auto-retrato na parede frontal e outras três pinturas mais escondidas. Depois percorri os outros cômodos da casa. Só havia uma pessoa responsável pela expo, ela ficava no último cômodo do apartamento, com cara de cansada. Olhei pra todos os cantos e não havia nenhuma câmera. Voltando pelo corredor encontrei com a Ana e perguntei: - E aí? Pegou? Ela respondeu que sim. Entrei novamente no primeiro quarto e vi que ela tinha pegado justamente o auto-retrato. O quadro mais frontal de toda a exposição. Achei ousado e disse para irmos embora. Fui descendo as escadas no escuro. A Ana estava mais tranquila e vinha atrás. Chegamos no hall do prédio. Eu estava estressado com aquilo. Atravessei a avenida correndo como um cachorro, com os 4 membros. Me dei conta que eu era cúmplice de um furto importante da arte. Achei aquilo errado. Pensei que eu deveria ter impedido, ou ficado em casa. Eu sabia que aquilo iria me prejudicar no futuro. Pensei que pelo menos podíamos ter feito uma réplica e trocado um quadro por outro, para adiar o descobrimento do furto.
Dentro do envelope / Hannap

Sonhei que eu e o Leo Mendes havíamos matado um cara. Ele era um cara que nos ameaçava diariamente, principalmente o Leo.
Quando a gente passava pela rua os amigos dele nos cercavam. Um dos amigos dele chegou a dar um soco por trás, na cara do Leo.
O Leo ficava quieto e seguia caminhando. Sempre apanhava.

Eu tive a idéia de pegar esse cara. Pegamos ele e começamos a bater muito nele.
Eu dei um pisão na sua cabeça. Ele foi ficando esmagado, plano, esticado no chão.

Pensamos em colocá-lo num envelope, já que ele tinha ficado muito fininho, e mandá-lo pro hospital.
Pensamos em várias coisas e ficamos com medo de termos matado ele. Não sabíamos se ele iria voltar ao formato normal.

Pensei na possibilidade de sermos processados e pensei em alegarmos legítima defesa. Estávamos com medo.
Decidimos colocá-lo no envelope e enfiar por debaixo da porta da casa dele. Assim ele iria lentamente voltar ao normal e nem se lembraria do que havia acontecido.
Café com leite / Hannap

Convidei o Herbert pra tomar um café com leite numa padaria.
Era um café daqueles bons: expresso com espuma de leite.
Tinha até um pau de canela dentro da xícara.
Estamos conversando. Eu escuto mais do que falo.
Tomei o meu café e olhei pra xícara do Herbert e ela estava ainda cheia.
Perguntei se ele não ia tomar o café.
Ele me respondeu que já tinha tomado 5 cafés expressos.
Eu fiquei um pouco assustado, achando que 5 cafés era muita coisa.
Casa rural / Hannap

Estava em um lugar rural muito bonito. Tinha sido convidado para almoçar lá. Era a casa dos Perini e ficava num campo perto do Rio de Janeiro.
A estrada até a casa era cheia de flores amarelas. Fomos de carro. Estavam meus pais Eugênio e Jorge e minha mãe. Chegando lá almoçamos em uma mesa grande, cheia de gente. Depois do almoço algumas pessoas foram pra piscina. A piscina ficava ao lado, quase dentro, de um rio que passava na beira da casa. Era um rio enorme. A impressão era muito bonita pois as pessoas dentro da água da piscina ficavam niveladas com os barcos no rio. De lá dava pra ver a montanha do Rio de Janeiro, Corcovado e antenas do Sumaré, muito perto. Na saleta antes da piscina, estavam duas meninas muito bonitas, sentadas em uma cama. Os homens da família Perini ficaram conversando na sala de jantar. Meu pai Jorge estava na piscina, meu pai Eugênio estava na sala conversando. Eu estava neste cômodo, antes da piscina, com estas duas meninas. Uma loira e uma morena. Elas estavam bebendo, rindo e me olhando. Eu olhei pra elas mas pensei que aquilo pudesse ser um teste de fidelidade. Achei que elas pudessem ser namoradas de alguém da família, então não dei muita bola. Peguei minha câmera para fotografar as paisagens. Fiz algumas fotos e elas começaram a se insinuar pra mim. Virei a câmera na direção delas e elas começaram a posar. A morena fez caras e bocas, biquinho de beijo. A loirinha estava mais bêbada e puxou o short de lado, mostrando a buceta. Percebi que aquilo não era um teste de fidelidade, que elas realmente estavam bêbadas e me provocando. Meu pai Eugênio disse que tinha que ir embora pois tinha um compromisso na cidade. Me chamou pra voltar com ele e com minha mãe mas eu disse que voltaria mais tarde em outro carro.
Pernas amputadas / Hannap

Sonhei que conheci uma menina, bonita. Nós ficamos. Fui pra casa dela e ela me contou uma história de que o ex-namorado dela tinha perdido a perna, por acidente, no quarto dela. Que ela tinha batido a porta e ele colocou a perna lá. Foi amputada. Achei a história terrível. Ela me levou no quarto dela e ainda havia muito sangue atrás da porta e nos travesseiros. Ela disse que não teve tempo de limpar. Eu não conseguia nem olhar pra aquilo. Era um clima muito mórbido e ela parecia muito tranquila. Quis ir embora, mas ela pegou alguma coisa coisa minha e não quis me devolver. Fiquei com medo e irritado com aquilo. Depois ela me contou que o tal menino estava bem. Que tinha ganhado uma grana do governo por ser amputado. Achei ainda mais estranho a tranquilidade dela. Me dei conta de que eles tinham causado o acidente da perna para pegar a grana.
Consegui sair de lá e ir pra minha casa, que ficava atrás da casa dela.
Comentei a história com o meu pai Eugênio e ele disse que aquilo acontecia mesmo. Gente que causava esse tipo de acidente para ganhar a grana do governo.

No mesmo dia falei com a menina. Ela admitiu que tinham causado o acidente para pegar a grana. De repente aparece o menino que ela falava, o tal ex-namorado dela. Quando ele apareceu e ela me apresentou eu vi que ele tinha as duas pernas. Ela tentou me prender dentro da casa dela e eles tentaram me pegar. Eu entendi que ele tinha ganhado a grana de outra pessoa. Deviam ter pego alguém, cortado a perna e pego o dinheiro da indenização. Fiquei apavorado. Era uma máfia que fazia isso. Saí correndo pra minha casa e só estava o meu pai por lá. Quando entrei vi que a tal gangue já estava lá nos fundos da nossa casa e tinham feito um buraco no chão do nosso pátio, que fazia fronteira com o muro da casa deles. Eles estavam desenterrando um monde de peças congeladas. Pareciam garrafas olhando de longe, mas acho que eram dezenas de pernas amputadas.
Sofá transporte / Hannap

Estava em São Paulo. Conversando com o Lúcia, na rua. Eu pensava em voltar a morar lá. Ela só elogiava São Paulo. Perguntava pra Lúcia como era a rotina dela.
Pegamos um transporte para ir em algum lugar. Passamos por um lugar de onde se via o aeroporto de Congonhas. Eu perguntei. Esses são os fundos de congonhas. Ela disse que sim. Eu disse: - Que bonitinha a bundinha de congonhas. E fiz uma foto com o celular.

Fomos até um lugar longe. A Carol estava lá, cozinhando.
O transporte que nos levava era um sofá que andava em um trilho. A Lucia ia deitada do lado do encosto e eu ia do lado de fora, sem proteção. Eu tinha medo de cair. Várias vezes pedi para ela ir mais pra dentro. Numa mão eu tinha uma chave, na outra o celular. O sofá viajava pela cidade e eu tentava fotografar as cenas interessantes. Chegamos na casa onde estava a Carol. Ela estava super à vontade. Cozinhando, só de camiseta e calcinha.

Era uma casa cheia de desenhos e pinturas. Automaticamente a imagem de fundo do celular mudava. Era a primeira vez que eu via isso acontecer. Mudava porque estava naquela casa. Eu comentei que aquela podia ser a casa do Vagninho.
Raia de concreto em alto mar / Hannap

Eu estava em alto mar. Em um lugar onde havia 3 plataformas construídas. De madeira. De diferentes alturas. Era um lugar para dar saltos. Duas meninas estavam lá. Conversamos e eu decidi dar uma nadada longa. Peguei um caminho na água que era balisado por um corredor de concreto, como se fosse uma raia, no meio do mar. Na hora eu não achei estranho. Eu nadava entre essas muretas de concreto, que tinham uma largura suficiente para nadar à vontade. Em algumas partes virava um túnel, coberto de concreto. Cheguei até uma base militar. Me perguntaram o que eu fazia ali e eu disse que só estava nadando. Depois voltei.
Afonsinho / Hannap

Estava em Londres com a minha namorada. Passeando.
Já tínhamos estado em outras cidades. Mas Londres era um lugar muito violento. Parecia o México.
As pessoas tinham cara de mexicanas.
Saí com a Drica na rua e um homem veio falar com ela e deu um soco, de baixo pra cima, no nariz dela. Eu sai correndo atrás dele. Encontrei com um policial sentado na rua com uma arma na cintura e pedi a sua arma emprestada. Dei dois tiros e errei. O terceiro tiro eu acertei e o homem caiu.
Esse homem era o Herbert desfigurado. Como se ele estivesse muito drogado.

Logo depois seguimos a nossa caminhada e toca o meu telefone. é um outro amigo, tipo o Herbert tb, que me pergunta se estou em casa. Ele quer mandar uns emails. Eu digo que não, que estou passeando. Ele me pergunta então o telefone do Herbert.
Eu explico a situação. Digo que dei um tiro nele e que não sei se está vivo.

Desligo o celular e chegamos em um galpão onde se promovem brigas.
Vai começar uma agora. Um homem com uma corrente apanha de vários homens ao mesmo tempo.

Estou com a minha cachorra, que se chama Drica também. Ela é branquinha como o Milú.
Em um canto desse lugar tem um cachorro muito feio, todo machucado.
A Drica vai lá e cheira ele, começa a se relacionar.
Aparece o dono do cachorro e me conta a história dele.
Diz que está cuidando para ele se recuperar. O dog não tem uma pata.
A cadela Drica fica louca com ele. Começa a chorar. Tenho seguir a caminhada mas ela não quer desgrudar do cachorro. Fico preocupado pois ele tem muita sarna no corpo. O dono do cachorro nos acompanha até a entrada e fecha o portão. A Drica e o Afonsinho (é o nome do cachorro) não se desgrudam nenhum momento. Ela lambe ele e chora. Não querem se separar.

Penso que ela pode ser mãe dele e estavam separados.
Fico com pena e com as mãos todas sujas de cachorro.

Acordei e fui lavar as mãos.
É pura heráldica / Hannap

É a terceira vez que me acontece.
Estou na casa de alguém conhecido.
Nessa última é na casa do Ed Motta.

Estávamos conversando, no pátio, depois de termos comido (acho que era moqueca de Fênix). Estávamos relaxados, num pátio descoberto, tocando violão.

De repente aparece no céu uma águia enorme.
Ela voa de um lado para o outro. Tão grande que cobre o céu.
Eu digo: - Olha lá! Todos se impressionam. Eu digo: - Isso é pura heráldica!

A águia parece muito agitada e vem descendo na nossa direção.
Ficamos paralisados, ela pousa na minha cabeça.
Sinto muito medo.

A águia é enorme, muito maior do que eu. Ela começa a mijar sobre a minha cabeça.
É a terceira vez que me acontece aquilo.

Fico encharcado. Ela está muito nervosa. Eu estou morrendo de medo.
Ela termina de mijar e fica em pé na minha frente. Só então eu percebo que ela é uma mistura de mulher e águia. Tem um rosto muito bonito. Parece uma mistura da Cris Bertolucci com a Fernanda Lima e com a Cate Blanchett. Ela está mais aliviada, mas ainda está chorando. Fico muito atraído por ela e tento acalmá-la.
O Ed Motta fica só observando tudo sentado e impressionado.

Tenho vontade de beijá-la, mas ao mesmo tempo tenho medo. Ela tem um bico perigoso no lábio inferior. Parece uma agulha grossa e preta. Penso que ela pode me bicar e delicadamente afasto o bico e dou um suave beijo nela. É muito bom.

Ela pede para ir ao banheiro. Ela caminha com aquelas garras de águia e com asas enormes ao longo do corpo. Acordo com a sensação de que tive esse mesmo sonho outras vezes, na casa de outras pessoas famosas. Dentro e fora do sonho eu sei que é a terceira vez que me acontece isso, mas apenas nessa vez eu perdi o medo da águia.
A caça do calango / Hannap


Sonhei que estava na casa da Mariana Paraizo junto com o meu pai.
Eu chego de carro (um uno mille) e ele já esta lá com o Milú. O Milú faz aquela festa de sempre ao me ver. Entramos e deitamos na cama dos pais dela. Eu e meu pai vendo televisão. Era uma casa enorme muito longe. Tínhamos sido convidados para um almoço. De repente chega a Mariana e se deita na cama.
Meu pai sai pra caçar um calango. Eu fico conversando com a Mariana e começamos a tirar a roupa.
Eu tiro a calcinha dela, mas é algo burocrático. Não tem emoção nenhuma. É apenas um exercício da técnica. A buceta dela é coberta por um liquido brilhante, como um gel colorido que vai mudando de cor. Parece um creme químico. Ela comenta: - É muita química né? Eu fico olhando e tentando tirar com a mão o excesso do creme. Fico pelado também e continuamos conversando e nos tocando. De repente percebo que a porta do quarto está aberta. Pergunto se tudo bem ficarmos ali. Ela diz que sim. Chega o pai dela no quarto. Ela coloca um roupão e eu já estava colocando a minha roupa. Meu pai volta com um calango morto. Vamos todos para o salão onde será servido o almoço. A mãe da Mariana começa a organizar tudo. Estão no jantar os meus primos, André, Mariana, Diego e Manoela, além dos meus tios. Sentei numa mesinha mais afastada junto com eles. Os melhores pratos já tinham sido pegos da pilha. Fico com um prato que parece um cinzeiro e esta lascado nas pontas. É um buffet de comida japonesa. De repente começam a chegar vários amigos da Mariana. São espanhóis, na verdade catalães. São muitos. Como uma delegação de atletas. Alguns deles estão com a camiseta do grêmio, fazendo alguma provocação. Os catalães gremistas se juntam para fazer uma coreografia e todo mundo se sente provocado. A mãe da Mariana Paraizo dá logo um esporro em geral e ameaça expulsar quem não se sentar para comer sem palhaçada. O almoço enfim começa.
Raça Negra / Hannap

Sonhei que eu ia tocar num show com um grupo de pagode. Acho que era o Raça Negra. Eu ia substituir algum músico. Tinha um figurino especial, com capacete pra ver em 3D e um colete. Parecia Daft Punk. Eu me vesti e fui pro palco. O fundo do palco era também uma cozinha e nós anotávamos os pedidos de almoço da platéia antes do show. Quem cozinhava era também o pessoal da banda. Estávamos preparando os últimos pratos para entregar antes do show começar. Na platéia havia uns gringos animados. Uma gringa gritou: - Sem camisa! E ficou só de sutiã. Todo mundo deu risada.

Peguei o violão e toquei uns acordes de uma música que eu conhecia deles. Um dos músicos da banda, muito simpático, falou: - Viu! Fica tranquilo. Você sabe tocar as músicas. Eu falei que só sabia aquela no violão. Me deram uma percussão para tocar.

Era dia, o local era aberto. O sol batia nas pessoas. O clima agradável. Mas alguns estavam impacientes e carregavam pedaços de pau na mão. Eram os baderneiros que começaram a fazer confusão. Fui pro canto do palco conversar com o pessoal da banda pois havia gente reclamando da demora. Um dos baderneiros começou a me cutucar com um cabo de vassoura. Eu me virei rapidamente com o braço estendido e acertei um tapa em cheio ma cara dele. Ele saiu correndo.
Bijuterias vivas / Hannap

Sonhei que estava em uma feira onde se vendia de tudo. Era também o aniversário de alguém. Eu ia tocar com mais três amigos. Ensaiamos a música "ah le lek lek lek" e ficou bem legal o som. Eu fazia uma percursão com a grade de alumínio do prédio. O evento acontecia alí, na entrada do edifício.

Em outro momento eu estava ajudando a Lúcia Farias a organizar os produtos que ela ia vender na feira. Eram bijuterias que ela fazia com insetos vivos coloridos. Eram muito bonitas. Eu estava manuseando um anel de besouro vermelho e o besouro escapou. Devolvi o bichinho pra Lúcia. Ela tinha muita habilidade em amarrá-lo novamente na peça. Era um produto excêntrico e original.
Encontrei comigo mesmo / Hannap

tive um sonho incrível

Sonhei que estava com um grupo de amigos, viajando.
Entre eles o André (Dé), meu tio.

Alugamos um lugar para ficar que era um barco.
Éramos mais de 5 pessoas. Ficamos em camas improvisadas, na parte de cima do barco.

Esse barco / pousada era de um casal de velhinhos.
O Dé ficou no andar de baixo, onde havia um quarto mais arrumadinho.
Eu fiquei dormindo bem encostado na parede, no meio do corredor, na parte de cima.

Passamos algumas noites ali e a senhora, dona do barco, me disse que eu podia mudar de lugar e ir dormir num outro quarto lá embaixo.

Eu disse que não precisava, mas no meio da noite eu resolvi mudar e tentei chegar até o quarto com a luz do celular.
Abri a porta do quarto, que ficava ao lado do quarto onde estava o Dé.

Era um lugar bem bonitinho.
Ouvi um movimento e percebi um vulto na hora que entrei no quarto.

Não consegui acender a luz. Fiquei um pouco de medo.

Os vultos eram de duas pessoas.
Eu e o André.

Os vultos saíram por uma janela que dava para o mar.
Mergulhei atrás deles e vi dois homens.
Um maior do que o outro. Os dois muito fortes e saudáveis.

Entendi que aqueles dois homens eram eu e o Dé.
Nós éramos filhos daquele casal de velhinhos e estávamos desaparecidos.

A senhora percebeu que éramos os seus filhos perdidos e por isso quis que ficássemos bem confortáveis nos quartos.
Uma menina que devia ser parente nossa, que também morava lá, muito bonita, de ombros largos, também sabia da história e percebeu que éramos os filhos perdidos.

Chamei o André e entrei na água com ele. Expliquei toda a história e ele entendeu.

Ficamos nos perguntando como é que nós, a versão selvagem, tínhamos sobrevivido escondidos por todo esse tempo.
Chegamos a conclusão de que vivíamos do lado de fora do barco. Pendurados nas cordas. Nadando. Por isso éramos tão fortes.
E nos alimentávamos apensa de peixe cru, e por isso éramos saudáveis.

Foi estranho encontrar comigo mesmo. E eu pensei que isso fosse impossível.
Nossa versão escondida e selvagem do mar era muito mais bonita, forte e saudável.
Mas eram duas pessoas incógnitas, que sobreviveram apenas para sustentar as nossas vidas de pessoas normais.

A menina linda sabia que éramos os filhos perdidos.
Olhou pra mim com cumplicidade. Ela era linda e acho que era apaixonada pelos homens peixe escondidos que éramos enquanto estávamos perdidos.
Sair da barra é uma aventura / Hannap

Estava com o Bessa e a Lis Kogan. Voltando da barra de bicicleta.
Eu ia pedalando. Era pesado. Buscávamos a saída da barra. Era uma avenida que ia ficando cada vez mais estreita, ia se transformando numa rua de terra. O bairro ia ficando pobre e sujo. Até que chegamos numa parte que essa rua virava um beco com um monte de mendigos dormindo no final. Teríamos que passar por eles. Apareceu um sujeito bem estranho querendo cobrar a nossa passagem. Ele era ameaçador. O único jeito de sair da barra era pagando o sujeito ou atravessando pelo meio dos bichos, numa espécie de zoológico selvagem. Resolvemos ir pelo mato com os bichos. Era uma ladeira de grama. Fomos descendo com a bicicleta e atrás da gente veio um homem que não tinha os dois braços. Ele vinha numa bicicleta também, a toda velocidade. Pensei em falar com ele para confirmar o caminho mas desisti… Pensei que não ia ser legal pará-lo, já que ele não tinha os dois braços. Gritei: - É por aqui que sai da barra? Ele gritou que sim. Neste momento veio um gorila correndo atrás da gente, mas estávamos embalados na descida da ladeira e o gorila parecia amigável. Sabíamos que estávamos seguros e indo embora da barra.
Aula nu, com o Richarlyson / Hannap

Sonhei que estava entrando em um colégio novo e havia ido sem calças. Meu pai conseguiu uma gaze e eu enrolei a gaze como se fosse uma saia. Ficava transparente e dava pra ver tudo. Eu estava de mini-saia de gaze, praticamente nu. Todo mundo olhava e ria.
Minha turma estava tendo aula no pátio. O professor era o Richarlyson (jogador de futebol do Atlético Mineiro) Eu fui até a sala e encontrei umas roupas minhas. Coloquei uma bermuda e me senti mais à vontade.
Os banheiros eram mistos. Eram também vagões de trem. De repente me olhei no espelho e eu tinha um bigode. Eu era mais velho do que todos na classe, afinal eu já havia terminado a escola.
Com você, Luiza / Hannap

Sonhei que eu te encontrava (Luiza), numa exposição de alguma galera jovem.
Havia um monte de gente sentada esperando a expo abrir. Eu fui entrando, não sabia que ainda não podia entrar. Como me antecipei a moça que organizava o evento resolveu abrir.

Começamos a ver juntos os trabalhos.
Numa mesa havia uma história em quadrinhos. Você foi passando as páginas. Nós dois, ombro a ombro, lendo a história e gostando dos mesmos desenhos.
Uma ovelha dando um pum. O pum era o mesmo desenho da lã da ovelha. Isso era engraçado. Concordávamos que o texto da história era ruim. Era tipo uma revista grande, com poucas páginas. Tinha sido impressa em offset. Achei um desperdício imprimir tantas com um texto tão mal escrito.

Nos olhávamos algumas vezes. Muito perto um do outro. Acabamos nos beijando. Um beijo calmo, gostoso. Deitei a cabeça no teu ombro.

Havia também um trabalho que era um jogo de video-game.
Tinha uma criança gordinha usando, brincando e se divertindo.
Fomos até lá. Em algum momento a criança largou o joystick e você pegou.

De repente resolvemos sair de lá.
Vamos pra rua. A rua era um lugar meio árido, de terra vermelha e seca. Parece que estamos em um deserto, ou no meio do nordeste.
Montamos em um cavalo que estava por ali e saímos.
No meio do caminho um casal de crianças nos vê e vem correndo atrás da gente. Eles saltam e montam no nosso cavalo de maneira imperceptível para o cavalo, que segue andando tranqüilamente.

Estamos perdidos e decidimos parar um pouco. Estaciono o cavalo perto de um barranco. Está muito quente. Eu estou sem camisa e o sol é de lascar.
Você se deita na encosta do barranco, onde o sol não bate tão forte. Vejo um armazém ali perto e resolvo ir perguntar se eles têm água e protetor solar.

Eles têm. Acaba o sonho.
NY Dimi e Gal no MoMA / Hannap

Eu estava em Nova Iorque, com o Dimitre, andando pelas ruas.
Ele levava 3 câmeras, uma digital pequena, na mão, uma Instax pendurada no pescoço e uma digital reflex poderosa dentro da mochila.
Eu andava apenas com uma câmera analógica bem antiga, toda cinza e quadradona. No sonho ela chamava-se Nikon D3. Tinha lente fixa e era bem bonita, cinza.

Andávamos por uma praça. Eu não fazia muitas fotos com a minha câmera, sempre que via algo para fotografar pedia emprestado a digital pequena do Dimitre. De repente vi uma composição bonita, de um carro parado no sinal, em frente a uns cartazes e peguei de supetão a câmera do Dimitre e fiz a foto. Só que eu peguei a Instax sem querer. Achei que ele ia ficar bolado de ter gastado o filme, mas a foto ficou muito boa e ele curtiu.

Depois resolvemos andar por uma ponte. Era uma ponte vermelha em arco, sem proteção lateral.
No sonho eu achava que o nome era Stamford Bridge.
Tinha um pessoal sentado sobre a ponte. Era um lugar pra sentar-se, fumar e olhar a cidade. Ficamos na dúvida se os carros atravessavam aquela ponte. Parecia que ela estava fechada e somente pedestres andavam por ela. Mas pelas marcas no chão deduzimos que havia uma hora específica que passavam carros por ali.

Na descida da ponte, no gramado da praça, surgiu uma foca que ficou nossa amiga. Era uma foca misturada com uma capivara. Ela andava agilmente e era muito carente. Ficava nos seguindo, olhando com um olhar de coitada.
Ficamos um pouco com ela e depois fugimos dali.

Em outro momento do sonho eu estou andando com a Marina e com a Gal Costa. Estamos indo para o MoMA, pois é a inauguração de uma exposição sobre a Gal. Eu e a Marina somos muito amigos da Gal e vamos caminhando com ela pelas ruas. A exposição reunia obras do Hélio Oiticica, um monte de referências da cultura brasileira que estavam associadas ao trabalho da Gal. Subimos por uma escada dos fundos do MoMA e a sensação era como se estivéssemos na coxia de um teatro, caminhando para entrarmos no palco.
Abismo e tristeza / Hannap

Subi no topo de um prédio, estava feliz, senti que precisava fazer isso.
Lá na beirada, perto da queda livre, fiquei agarrado em uma grade, pensando e observando tudo. Acabei dormindo. Dormi por algum tempo e quando acordei meus braços estavam cansados. Olhei pra baixo e vi que estava muito próximo de cair. Pendurado na beira do nada. Fiquei com muito medo. Meus braços doíam, parecia que eu não ia agüentar mais. Me deu vontade de chorar de medo e tentei voltar lentamente. O caminho pra chegar até lá era estreito. Não entendi como eu havia caminhado por ali. Agora eu tinha muito medo de voltar. Fui rastejando e chorando até chegar em um lugar seguro, dentro do prédio. Então me deitei no chão e chorei mais intensamente.
Esculturas no mar / Hannap

Estava no Rio grande do Sul.
Em alguma cidadezinha bem pequena.
Tinha amigos lá. Meu pai Jorge também estava.
Fomos a uma exposição num clube.
Era um lugar que tinha uma praia particular. O mar era bonito.
A exposição de esculturas ficava na praia, integrada com o mar.
As esculturas ficavam deitadas na areia, bem na beira do mar, misturadas com outras pedras da praia. Era interessante.
Fui dar um mergulho e vi um rosto do Modigliani, meio fincado na areia, ao lado de uma outra escultura da Anita Malfatti.
Viagem pra lua / Hannap

Tava em casa, no meu quarto.
Tinha posado pra Marcella. Pelado. Ela fez umas fotos.
Aí liguei pra Alice pra colocar uma pilha da gente fazer uma sessão.

Liguei pra Alice e falei da idéia da gente fotografar.
Ela achou legal.

De repente fiquei sabendo que a Marcella ia fazer uma viagem pra Lua.
Entrei na pilha e resolvi ir também.

Fomos eu, ela e mais um monte de gente. Era muito normal a viagem.
A lua era um lugar muito legal. Cheio de construções.

Fui acompanhado de três amigas que não me lembro agora quem eram.
A Marcella, acho que a Luciana também.

Descemos na lua. O ambiente era muito familiar. Visitas eram muito comuns e fáceis de fazer.
Vários turistas estavam indo. Era relativamente fácil de ir.

Tinha um clima muito hippie. Todo mundo relaxado, estado de êxtase.

Chegamos e não havia quase ninguém.
Só um grupo de turistas que estava saindo de lá.
Entramos na construção central. Um lugar cheio de sofás e cadeiras, onde as pessoas se reuniam.

No meio desse salão tem um quiosque da Illy. Fiquei muito feliz e comentei com as meninas. Vamos tomar um café aqui na lua! Que demais!
Todo mundo concordou. Perguntei pro moço que trabalhava ali se dava pra pedir um café e ele disse que sim, a qualquer momento.

Sentamos no sofá que ficava de frente pra janela.
De repente lembro do meu celular.
Quis ver se ele funcionava, principalmente a internet.
Pensei em sair pra fazer umas fotos e postar no instagram.
Tava muito excitado de estar na lua.

Fiz isso. Comuniquei de alguma maneira que estava lá na lua.
De repente começou a aparecer um monte de gente conhecida.

A primeira pessoa que apareceu foi a Drica.
Ela ficou sabendo que eu estava lá e foi pra me encontrar.
Fiquei um pouco desconcertado com a presença dela.

Ela fazia de conta que estava ali por acaso.

Alain e Caco apareceram com baseados. Foi uma alegria.
Meus pais também estavam lá. Sentados num sofá mais atrás.
Pensei que finalmente eu iria fumar um baseado na frente deles e eles iam achar normal.
Afinal estávamos na lua e já não tinha porque me preocupar com isso.
De qualquer maneira eu fui pra varanda fumar, um pouco mais longe da vista deles.

Uma cortina atrapalhava a vista da janela. Eu e mais alguém, um homem, resolvemos abrir aquela cortina, que ficava do lado de fora da janela.
Saímos pra varandinha e abrimos a cortina. Assim a vista de dentro ficava melhor.

Fiquei na varandinha quando de repente apareceu a Alice. Toda linda como ela é, acompanhada das amigas bonitas dela. Umas quatro meninas.

Falei pra ela: - Essa minha calça já conheceu tantos lugares.
Eu estava emocionado. Era a minha calça xadrez, de flanela, toda surrada.
Pensei que já tinha ido viajar e passar perrengue com ela em diversos lugares.
Começamos a conversar sobre as fotos. Sobre ficar pelado.
Eu disse que achava bem difícil, que tinha ficado nu pra Marcella me fotografar e era muito difícil de relaxar. Só acontecia depois de uma meia hora.
A Alice disse que também tinha ficado pelada pra uma amiga, mas só com os peitos de fora.
Eu disse que assim era mais fácil.

Pensava na Tania Savaget.
Pensava que ela ia achar legal saber que tanta gente conhecida estava na lua naquele momento.
O clima era muito bom.

A paisagem era árida, mas haviam alguns campos. Lembro de um portal que era uma réplica de um pórtico de alguma cidade da terra.
O grupo de turistas foi fazer um passeio na floresta da lua. Eles desciam uma escada. Lá de cima já dava pra ver o mato.

A sensação era de paz. De distanciamento. De pensar a própria vida como um todo, como se desse pra olhar pra ela de longe.
E dava. Todos olhavam para a Terra com este semblante tranquilo e contemplativo.
Ameaça do tráfico / Hannap

Sonhei que tinha pegado um taxi pra ir pra barra.
Eu levava um bloco de papel de desenho.

Passei pelo Itapuã, andando de skate, dentro do túnel do elevado do Joá, com o Ravi Porã no colo e filmando tudo com uma GoPro. Atrás, noutro skate, vinha a mulher dele.

Achei perigoso. Ele ia no meio da pista, os carro passavam com velocidade.
De repente um carro na nossa frente abre uma janelinha e coloca pra fora do buraco um cano de uma arma enorme. Eu fiquei assustado e me recolhi no banco. Achei que íamos tomar tiro.

Depois eu vi que era um carro do BOPE e e fiquei mais tranqüilo.

Chegando na barra existia uma favela gigantesca, tipo a rocinha, só que muito perigosa. O taxista foi mudando de assunto. Começou a falar de drogas. Começou a falar de um jeito meio malandro e foi entrando com o carro na favela. Como eu não conhecia o caminho achei normal. De repente percebi que ele estava na entrada do morro. Ele me intimou perguntando se eu não queria subir pra comprar umas paradas. Eu disse que não. Estava com muito medo.
De dentro do carro ele ia conversando com um monte de gente. Policiais e bandidos. Todo mundo entendia que íamos comprar droga.

Eu resolvi descer do taxi. Ele me perguntou se tinha algum problema e eu disse que estava tudo bem, mas que tinha que ir. Ele perguntou se eu tinha religião. Eu disse que era evangélico, budista, católico, que respeitava todo mundo. Ele me chamou de cuzão e me ameaçou dar um soco na cara.

Desci do táxi e fui andando bem nervoso. Queria ir para a avenida e pegar um outro táxi, mas eu estava num labirinto e não sabia por onde sair.

Fui andando e perguntando. Ninguém me respondia. Me olhavam feio.
Em algum momento entrei em um canto escuro, embaixo de uma ponte, vi no final um cara muito mal encarado. Ele começou a gritar e pediu pra eu levantar a camisa e dar uma volta. Fiz isso e congelei. Resolvi dar meia volta e sair dali, mas ele jogou em mim uma espécie de foguete sinalizador. Saí correndo mas vieram outros jovens bandidos atrás de mim. Eram quase todos crianças. Tentei explicar que só estava procurando a saída, mas eles não queriam saber e vieram me bater com pedaços de pau. Alguns jogavam um foguetinho menor e mais rápido que era disparado na altura da minha cabeça, eu desviei de uns 3 que quase me acertaram.

Corria entre umas barracas de lona, as crianças me cercavam. Consegui avistar a avenida no longe. Estava desesperado. Corri muito.

Lembrei que já não tinha o bloco da papel de desenho comigo.
Mas cheguei na beira da avenida e consegui pegar um outro táxi.
Messi assassino e drogado / Hannap

Messi assassino e drogadoSonhei que o Messi estava com o Cristiano Ronaldo numa piscina olímpica. Os dois iam participar de uma competição e eram os melhores nadadores do mundo. O Messi fez uma brincadeira, laçou as pernas no pescoço do CR e girou ele para trás. Deixou-o embaixo da água por um tempo e soltou-o depois. O Cristiano desapareceu. Messi ficou desesperado. Ele achou que Cristiano estava brincando com ele. Descobriu que essa brincadeira era proibida na convenção de Genebra. Messi ficou muito nervoso, achava que tinha matado Cristiano. Era uma espécie de olimpíadas. Todos tinham que se arrumar para a apresentação. Messi estava tão atrapalhado que se apresentou de roupão, com o olhar perdido, no meio da delegação americana. Os donos do evento, uns árabes milionários, acharam muito estranho. A Camis Fank veio no ouvido no Messi e disse: - Eu discordo do jeito que você entrou, mas tudo bem. Messi era a grande estrela do evento, junto com o Cristiano, e deveriam entrar por último. Messi estava perdido e procurando a delegação argentina. Ele entrou no banheiro com mais dois atletas que deram uma pastilha laranja para ele comer. Ele comeu. Do alto da janela do banheiro surgiram homens vestidos de laranja, que abriram a janela e puxaram os dois atletas.
Messi perguntou: - O que é isso? Um deles disse: - Ah você não sabe? Nós vamos fazer o ritual. Messi entendeu que eles iriam para um salão cheio de objetos de ouro, junto com os árabes. Para se energizarem, pois perto da riqueza ficaria mais fácil de ganhar a competição e ficarem ricos.
Messi foi junto, todos os atletas iam. Era uma cerimônia elegante.
A Bia Lamanna passou por ele. E as pessoas com mais status acendiam um padrão geométrico dourado no chão onde pisavam. O da Bia estava quase completo. Era um dos mais cheios. Todas as pessoas cumprimentavam ela. Messi encontrou um grupo de atletas e começou a falar bobagens. Parecia estar bêbado ou drogado. Os atletas perceberam que algo estava errado. Tinha sido a pastilha laranja que ele tomou no banheiro. A grande estrela da festa havia matado seu maior rival das piscinas e estava dando vexame no evento. Totalmente perdido.
Metrô montanha-russa / Hannap

Sonhei que estava em Teresópolis e peguei um metrô.
Paramos em várias estações mas não desci em nenhuma.
Eu não tinha destino certo.
Percebi que o metrô descia muito, como se fosse uma ladeira, quase uma montanha-russa.
Perguntei para uma senhora do meu lado se aquilo era normal. Tanta descida.
Ela disse que sim.
Entendi que estava descendo a serra e saindo da cidade.
Fiquei um pouco assustado, mas depois pensei que estava de férias então seria bom conhecer outra cidade e passear.
Levava comigo meu computador e dois livros.
O metrô finalmente parou no ponto final, depois de muito tempo sem parar.
Desci do trem e sai pela cidade. Estava atravessando a rua e vi dentro de um carro uma mulher ruiva. Reconheci. Era Lisele Taufer. Ela sorriu pra mim. Pensei que estava em Caxias do Sul.
Neste instante percebi que havia esquecido meu computador dentro do trem.
Voltei correndo para a estação e desesperado comecei a pedir aos guardas que impedissem o trem de andar.
Eles riam de mim. Eu continuei correndo e cheguei até o trem, que estava fechando as portas para andar.
Pedi a outros guardas para pararem o trem. Expliquei que havia esquecido meu computador lá dentro. Um disse que isso era impossível, com uma expressão que fazia pouco caso do meu desespero.

Havia uma plataforma que ficava na altura do teto do trem. Onde estavam os guardas e outras pessoas. De lá saltei sobre um vagão e impedi assim que o trem saísse da estação. O trem começou a mover-se lentamente e eu comecei a argumentar com os guardas.
Dizia que era simples, simplesmente queria perguntar se haviam encontrado meu computador. Todos os guardas debochavam e faziam pouco caso.

Contei um drama. Disse que todo o meu trabalho estava lá. Que eu era desenhista. Não teve efeito. Menti. Disse que sustentava a minha mãe. Que pagava o plano de saúde dela.
Vi um sujeito desenhando na estação e disse. Sou artista, como ele!
Este sujeito declarou. - Se eu estivesse dentro do vagão e entrasse alguém da empresa do metrô para buscar um objeto perdido, eu iria gostar e confiar muito mais nessa empresa. Eu como usuário do metro iria me sentir mais seguro e satisfeito.
Suas palavras fizeram muito sentido, inclusive para os guardas.

Este sujeito subiu junto comigo no vagão e fomos caminhando sobre o trem.
Eu lembrava que estava sentado bem na frente de um vagão. Resolvi descer e tentar entrar em um deles. Forcei e abri a porta. O trem estava lotado. Perguntei: - Foi achado aqui um laptop e dois livros. E todos responderam como no colégio: - Siiim! Me apontaram uma criança que havia encontrado os objetos. Fiquei muito feliz e lhe agradeci. Perguntei ao menino se queria ficar com algum livro e ele me apontou um deles. Dei o livro, um beijo no menino e sai feliz da vida.
Agradeci também o sujeito artista que foi a única pessoa que me apoiou na empreitada.
Sai feliz pela cidade.
Tiros / Hannap

Ganhei uma pistola do meu pai Eugênio. Um presente que, segundo ele, serve não só para a auto-defesa, mas para facultar as coisas na vida.
Meu pai, com uma certa impaciência, me mostra como usar o revólver.
Saímos, eu, ele e minha mãe. É de noite na rua. Eles se aproxima de um grupo de meninos de rua, que estão dormindo.
Ele demonstra como matar. Aponta a arma para a cabeça de uma criança e dispara com precisão. Eu tento praticar no mesmo garoto, já morto. Mas não sei atirar. O gatilho é duro e minha mão treme toda. Disparo mas erro o alvo.
Meu pai fica impaciente e diz pra eu praticar mais.

Acho absurdo aquilo. Nunca tinha pensado na possibilidade de matar ninguém.
Percebo que algumas pessoas fazem isso para tirar pessoas indesejáveis das suas vidas. Simplesmente matam as outras.
É estranho e doloroso. Tento praticar o tiro mas ainda não consigo ter a mesma frieza. Não acerto nenhum tiro.
Elisa / Hannap

Estava em uma festa na casa da Lu Steckel.
Acho que era aniversario dela.

O Vagninho e o Dimitre estavam sentados na mesa, conversando.
Eu fiz uma pergunta olhando pra Lu e pro Vagner: - Qual foi a última vez que vocês viajaram? Ficou estranha a pergunta. Por um momento eu achei que eles ainda namoravam. Mas rapidamente eu arrematei: - Isoladamente, é claro.

Eles riram e não tiveram tempo de responder pois apareceu na entrada da casa a Elisa Brugnara Soares. Ela veio na nossa direção e me deu um abraço muito apertado e saudoso que durou muito tempo.

Eu perguntei: - Quantos filhos você já tem?
Ela respondeu: - Ihh, mais de quatro!

O Júnior também estava, junto com um amigo. Os dois falavam em espanhol do México. Pensei que talvez eles morassem perto do México. O amigo do Júnior tinha um tablet no lugar do rosto. O rosto dele era um vídeo no tablet. Achei estranho aquilo.
Buana Buana / Hannap

Sonhei que estava com o Marcus Molina. Caminhando em um campo onde havia uma plantação. A plantação criava corredores com paredes verdes, altas. Eu entrei em um deles e fiquei esperando o Marcus passar para fazer uma foto dele. Ele vinha segurando um quadro nas mãos. Pedi pra ele parar, fiz algumas fotos. A luz estava boa. Ele ficou à vontade e se deitou com o quadro. Se deitou pelado. Estava muito à vontade. Eu me espantei, mas não quis mostrar constrangimento e continuei fotografando ele. De repente passaram 3 pessoas por nós. Uma bicicleta com um menino dirigindo e uma menina na garupa. Outra menina passou correndo. A menina na garupa da bicicleta ia com a bunda pra cima. Ela estava de saia e sem calcinha. A buceta ficava exposta e iluminada pelo sol. Era um imagem do Milo Manara. Ficamos encantados com aquilo e fomos atrás deles.

Eles estavam felizes, namorando.
Eu disse: - Que cena mais linda, parece de uma história do Milo Mananra. Posso fotografar? Tentei fazer algumas fotos da menina bonita, mas não tive calma para conseguir. O casal resolveu ir embora de bicicleta.
Sobrou a amiga, que não era tão bonita, mas que estava nua ali, e mais disposta.

Perguntei o seu nome e ela disse: - Buana.
Eu respondi em um tom Marcelo Adnet: - Buana, Buana, você me salvou. (o Marcus riu). Vamos fazer estas fotos que o céu está lindo e você também. E começamos a dirigir a cena.
Banana na rede / Hannap

Sonhei que estava deitado em uma rede pendurada em um fio de luz. O fio ficava sobre uma avenida larga, parecia a Ataulfo de Paiva no Leblon, mas era mão dupla, com 4 pistas. A rede ficava rente ao chão. Conversando comigo estava um ator da globo semi-conhecido. Eu me balançava e tentava pegar na calçada umas bananas que já estavam descascadas em um montinho. Eu não alcançava a banana, a Drica vinha, pegava e entregava a banana pra mim.
Vôo no pinheiro / Hannap

Sonhei que eu voava alto em direção a um pinheiro cheio de mini pinhas.
Eu me esforçava para me manter no ar enquanto catava o maior número de pinhas. Eram pinhas pequeninas, do tamanho de um botão, só que com formato de ovo. As crianças me olhavam lá de baixo. Eu desci e entreguei as mini pinhas à uma mulher que estava montando um mural. Ela ia dar um workshop para as crianças e eu ia ajudar. Sugeri pra ela que as crianças ficassem responsáveis por colar as pinhas nas formas desenhadas da parede e também nas roupas que estavam penduradas por lá. A mulher achou boa idéia boa pois as crianças iam manter-se ocupadas e também iriam se divertir. Acordei com a excelente sensação de poder voar.
Shirley e Bolt / Hannap

Sonhei que estava na casa da minha tia Alice, com os meus primos e com o Sérgio. Estávamos indo viajar para algum lugar. Eu descobri que tinha uma pistola Shirley, calibre 22 (eu achava às vezes que era calibre 33). Modelo raro e antigo, toda dourada. Estava sem uso, um pouco enferrujada. Eu andava com a pistola na mão, orgulhoso de ter tal arma. Mostrei-a para o Sérgio, que era um apreciador de armas. Ele ficou impressionado. Fui para o pátio, nos fundos da casa, onde o almoço estava sendo servido. Lá encontrei o Usain Bolt. Ele era namorado da minha prima. Pensei: Que legal, o Bolt é quase da família. Conversamos e brincamos. Ele era muito divertido e acabou caindo na piscina.
Prova do buraco / Hannap

Prova do buracoSou designado para uma missão. Tenho que descer por um buraco dentro da terra, enormemente profundo. São mais de 250 metros. É um buraco vertical muito estreito, claustrofóbico. Tenho que descer por uma corda até o final, onde há uma sala. Ao mesmo tempo descerá outro funcionário em um buraco idêntico, ao lado do meu. Os dois buracos acabam na mesma sala. Parece uma prova de uma gincana. Sou instruído a fazer alguma coisa no fundo do buraco. Dizem também para eu respirar 29 vezes por uma mangueira branca, onde há oxigênio, assim que eu chegue no fundo do buraco. Começo a descida. Vou bem rápido e chego no fundo antes do meu colega. Lá embaixo tenho que cumprir alguma tarefa rapidamente e esqueço de respirar na mangueira. Percebo que estou muito fraco e tonto. Dou uma puxada de ar na mangueira para continuar realizando minha tarefa. Não adianta, estou cada vez mais fraco. Minha visão começa a ficar escura e percebo que vou morrer suavemente em poucos segundos. Resolvo fazer as 29 respirações na maneirinha branca. Respiro calmamente e me restabeleço. Na sala onde estou há uma porta. Resolvo abri-la. É uma sala de controle, cheia de equipamentos e pessoas, inclusive os meus chefes, que me instruíram para descer pelo buraco. Eles estão monitorando todo o processo. Nesta sala o ar não é rarefeito. Percebo que estamos no alto de um prédio e que tudo era uma simulação. Penso que uma tecnologia muito avançada foi utilizada para simular a minha descida no buraco.
Me dou conta de que participei de uma prova decisiva, e que meu adversário já sabia da competição. Encontro com ele na sala de controle e sinto que ele quer me sacanear de alguma forma, pois perdeu a disputa. Entendo que o vencedor daquela prova ganhará o emprego e o perdedor não. Fico frente a frente com ele e me dou conta de que cresci e virei uma pessoa intimidante. Tenho agora mais de dois metros de altura.
Emprego e reencontro / Hannap

Eu havia pegado um freela em uma agência. Era um lugar enorme. A Erika Martins trabalhava lá. A Outros amigos também. Um dia, chegando ao trabalho eu lembro que tive um sonho (dentro do sonho) com a Erika. É um sonho erótico. Conto pra ela e combinamos de fazermos uma brincadeira real baseada no sonho. Pois bem, a agência onde estou é um lugar enorme, acho que é uma editora, com várias revistas, cada uma com a sua equipe.
É meu segundo dia de trabalho. Saio da minha mesa pela primeira vez para conhecer uma varanda, onde as pessoas vão fumar cigarro durante o expediente.
Tiro a camiseta e fico mais à vontade. Na varanda está um diretor da empresa. Ele pergunta se sou novo ali. Digo que sim. Ele reclama que os funcionários trocam muito de equipe e ficam muito pouco tempo em suas funções. Comento com ele que sou ilustrador, para ver se ele me sugere um lugar mais adequado para eu trabalhar dentro da empresa.
Saio da varanda em direção ao pátio. Lá estão vários funcionários, todos descontraídos. Alguém está fumando um baseado. Dou um pega. De repente surge uma comitiva de uma candidata política. Ela está fazendo campanha na empresa e vem cercada de pessoas. Na frente, junto com outra menina, está a Júlia Spengler. Fico feliz de vê-la depois de tantos anos. Ela está linda, como sempre. Eu e o Dimitre (que estava entre os funcionários do pátio) vamos falar com ela. Faço-lhe perguntas indiscretas. Se está namorando e porque colocou silicone. Ela elegantemente desconversa. Nos abraçamos e vamos para a frente de um muro de metal para tirarmos fotos. Eu e o Dimi estamos muito felizes. Comento com ele como nós mudamos radicalmente. Ele está bonitinho, com o cabelo curtíssimo, tipo máquina 4 e eu estou em um emprego. Alguém tira fotos de nós 3 abraçados em frente ao muro. Tenho a impressão de que as fotos vão ficar muito bonitas.
Destruí um carro novo / Hannap

Estava com o Dimi e a Agus e mais um casal. O outro casal eram dois gringos. Eu dirigia o carro do meu pai Eugênio. Era um carro hidramático. Estávamos os 5 dentro do carro. Eu estava subindo uma ladeira e me atrapalhava com os pedais. O trânsito estava embolado. Tentei passar por um caminhão e arranhei toda a lateral direita do carro do meu pai. Era um carro novo. Recém comprado. Fiquei apavorado por ter estragado o carro. O Dimi perguntou se ele tinha seguro. Eu disse que sim e fiquei mais relaxado. Depois seguimos. Paramos em algum lugar e eu novamente fiz uma barbeiragem. Bati o carro e amassei a frente. O casal de gringos ria do jeito que eu dirigia. Eu ficava cada vez mais desesperado. Desci do carro para comprar alguma coisa no mercado. Quando voltei o gringo estava no volante. Ele disse para eu não me preocupar que ele dirigiria melhor. Eu disse que não e tomei o volante outra vez. Fomos para uma casa no meio do mato. Chegando lá eu bati o carro violentamente em uma árvore. Já estava tudo perdido. O carro estava destruído. Resolvi dar uma ré para estacionar mas acabei caindo em um barranco. Quase de propósito, pois naquela altura era melhor destruir totalmente o carro. Eu não me machuquei, mas o carro novo ficou inutilizáveis. Minha sensação de desespero era terrível por ter estragado em poucas horas o carro novo do meu pai.
Desentupimento radical / Hannap

Desentupimento radicalLembro vagamente deste sonho.
A pia da minha cozinha estava entupida e eu sabia que era algo grande que estava ali dentro. Peguei um desentupidor com uma corda na ponta e fiz o movimento de bombear. Quando puxei a corda eu sai de perto porque sabia que viria muita sujeira pra fora. Dito e feito, muitos cabelos e sujeira. De repente eu olho para o desentupidor e sai de dentro dele um secador de cabelo. Em um movimento muito orgânico. Parecia um parto viscoso. O secador de cabelo sendo parido pelo desentupidor.
Raiva e culpa no espancamento / Hannap

Sonhei que estava com a Drica em um galão de um ginásio
dormindo sobre uns papéis, praticamente no chão duro. Lá estavam outros casais também: Gab e Carol, Antonio de Ju.
O status do relacionamento tinha a ver com o lugar onde cada casal dormia. Eu e a Drica no chão, sobre uns papelões. A Gab e a Carol dentro de uma barraca, com edredom. O Antonio e a Ju estavam em um quarto, com cama e mosquiteiro.

Era reveillon. De repente pudemos ver pela janela do ginásio.
Vimos o Tatá e a Camel pela do lado de fora.

O Tatá esta batendo com a cabeça dela violentamente na parede. Ela esta quase desmaiada. Ele batia com muita força, segurando ela pelos cabelos. Com muita raiva. Havia uma outra mulher ao lado deles, acompanhando o processo.
A Camel já estava com o rosto desfigurado e sangrando. Olhamos e ficamos totalmente chocados.

Eu sabia que ele estava fazendo isso porque havia descoberto que ela traiu ele em Ibitipoca, com um amigo deles.

Nos ficamos olhando sem fazer nada, com muito medo. Parecia que ele ia matar ela. Todos no galpão olharam e ficaram assustados, clima de terror.

Eles estavam vindo dormir também com os casais.
Ele espancava ela e repetia a palavra Ibitipoca.

Também sabia que ele traia a Camel com outra menina regularmente, mas não falou sobre isso com ela. Eu achava que ele ao mesmo tempo sentia raiva da Camel e dele mesmo, por sentir-se culpado.

Percebi claramente que a raiva tem a ver com a culpa.
É como se o Tatá não aceitasse a si próprio por ter traído a Camel também.
Eu era parte do cardume. / Hannap

Eu era parte do cardume. Sonhei que estava nadando com os peixes. Eram peixes grandes e bonitos. Eu nadava junto com eles, na mesma velocidade, mexendo o corpo sem usar as mãos. O mais gostoso era quando nos tocávamos levemente na lateral. Eu sentia o corpo dos peixes.

Acordei dentro do sonho, e falei com o meu pai Eugênio que havia sonhado isso.
Estávamos em Recife, ou alguma outra praia do nordeste. Era um lugar lindo. Nossa casa ficava na beira da praia, no alto de umas pedras.

Fiquei olhando para o mar, lembrando do sonho com nostalgia.
O mar não estava tão bonito mas acabei saltando das pedras e entrando na água.
De repente me surpreendi com a cena. Ela se repetiu exatamente como no sonho. Eu estava nadando com os peixes grandes e desta vez era "de verdade".
Fiquei muito feliz porque meu sonho tinha se tornado realidade e a sensação era muito mais intensa na realidade do que no sonho. Acordei radiante, realmente sentindo que tinha nadado com os peixes.
Drica humilhada / Hannap

A Drica estava muito chateada porque estávamos almoçando em um restaurante e a mulher que pesava os pratos sempre fazia algum comentário agressivo. Ela e a irmã dela. As duas eram gordas e agressivas. Nós morávamos no prédio em cima do restaurante e as gordas do restaurante também. Elas falavam alto, constrangendo a Drica na frente de todos os clientes. Eu já tinha pedido para elas pararem. Tinha dado uma dura, mas não adiantou. Um dia a Drica estava muito triste em casa, chorando, porque tinha sido agredida quando foi pedir um favor na casa das gordas e levou um tapa delas. A Drica chorava muito, muito triste e resolveu ir embora de casa. Eu fui para a janela e vi que ela não havia saído do prédio, portanto estava na portaria, chorando. Nesse meio tempo a minha família chegou. Meu pai Eugênio, minha mãe, minas irmãs e meu irmão. Abri a porta da minha casa e vi eles todos na entrada da casa das gordas. Meu pai na frente, falando com elas. Entendi que meu pai estava dando um dura nelas e que agora sim elas iriam parar. Desci para a portaria e peguei a Drica no colo. Saímos para a rua e comprei flores para ela.
Cárcere privado com o Wolverine / Hannap

Sonhei que havia sido capturado por uma mulher má, que não queria que eu namorasse com a Drica. Ela me trancou, junto com um menino de uns 10 anos, dentro de uma casa isolada em um terreno. Eu e o menino percebemos que não estávamos sozinhos na casa, pois algumas coisas mudavam de lugar. Entrei no banheiro e encontrei o Wolverine, escondido dentro do box.
Ele falou que ia nos ajudar a sobreviver ali.
Fomos os três para uma das janelas da casa e ficamos olhando as plantas que cresciam no gramado, na base da casa. Elas cresciam com uma velocidade incrível. Dava pra ver as folhas aumentando e as flores se transformando em frutos. Eram morangos. Lá no fundo da paisagem, um campo aberto, a Drica passou e olhou para a casa com uma expressão de tristeza. Ela pensava que eu havia abandonado ela porque eu desapareci logo depois de uma briga nossa. Fiquei muito triste. Quando voltei a olhar para os morangos eles haviam transformado-se em tangerinas rasteiras. A mulher que me prendeu na casa, junto com a família dela, saiu de carro. Conseguimos ver pela janela. O Wolverine me ajudou a suspender o vidro da janela para pegar algumas frutas para comermos. Saltei e peguei 4 tangerinas. Escolhi as mais bonitas e uma delas tinha formato de coração. Logo em seguida me joguei embaixo de um carro que estava estacionado ali perto. Um negro enorme, empregado da casa, estava lavando o carro com uma mangueira. Fiquei parcialmente molhado e aquela sensação me agradava. Voltei correndo para a casa e deixei cair no meio do caminho uma das tangerinas, justo a que tinha formato de coração.
Entrei pela janela e o Wolverine me repreendeu. Logo depois voltou o carro da mulher má com sua famíla.
Casa nova, tatuagem nova / Hannap

Casa nova, tatuagem novaSonhei que a Katia Dacosta me mostrava a minha nova casa. Ela me apresentava, como se fosse um presente escolhido por ela. A casa era linda, pequena mas espaçosa. Tinha até uma piscina em uma área externa. Adorei!
No mesmo sonho eu retocava a minha tatuagem do braço. Logo percebi que a tinta nova reagia com a pele e deformava o desenho. Minha tatuagem mudou completamente. No início fiquei chateado com isso, ams depois até achei que o desenho novo era melhor.
traição, tiros e corrida de carro / Hannap

Sonhei que eu tinha saído da casa da Drica, estava voltando pra minha casa. Era a rua Duque de Caxias em Santa Maria. Nós havíamos brigado por algum motivo. Resolvi no meio do caminho passar na casa da Luna pra conversar. Era tarde, tipo 23h. Toquei na casa dela e ela me atendeu a porta semi-nua, só com uma camiseta meio transparente. Me chamou pra entrar rápido e disse que estava indo dormir e que era pra eu dormir com ela. Eu só queria conversar mas não pude evitar de me excitar com a situação. Ela me arrastou pro quarto dela e deitou num sofá-cama com as pernas abertas. Comecei a chupá-la. Chupei bastante. De repente ouve-se um barulho na casa. Eu digo: - É o teu pai! Ela diz: - Ihhh te esconde rápido. Eu me escondi muito mal, atrás de uma cômoda, pensando que ele não entraria no quarto. Ele bate na porta e pergunta se tem alguém ali com ela. Ela abre a porta e diz que não. Ele entra e me descobre, me dá um soco na cara. eu seguro ele e jogo ele pra fora do quarto. Logo depois falamos com ele por skype. Eu e a Luna no quarto dela e o pai dela em algum lugar da casa.
Digo que ele é um estúpido, que não tem capacidade de simplesmente falar o que incomodava ele. Fico muito puto com ele e percebo que agora tenho que bancar a situação. Ela diz pra gente casar e sair dali. Eu penso que devo fazer isso mesmo, mas eu namoro a Drica e estou feliz com ela. Me arrependo de ter passado na casa da Luna. Eu só queria conversar e agora vou ter que casar com ela. E se a Drica descobre?

Falo pra Luna: - Vamos pra minha casa em Terê, ou pra Copacabana… Mas resolvo sair dali e fujo da casa dela. O pai dela vem atras de mim com uma arma. Eu subo a rua e penso em atravessar uma avenida movimentada para ele não conseguir atirar em mim. Ela atira 4 vezes mas erra todos os tiros. Atravesso a rua e vou em direção a uma blitz da polícia. O pai da luna (que no solho nao é o Guilherme e sim um homem baixinho e feio) vem atrás de mim com a arma, enfurecido. Eu chego apavorado na polícia e falo que ele está tentando me matar. Os policiais capturam ele, ameaçam atirar se ele não largar a arma. Me escondo atrás de um policial grande e forte.
Conto a historia pra este policial e ele diz que eu vou precisar de um advogado. Ele diz que também é advogado. O nome dele é Dito e ele tem a cara do Pedro Bial. Eu aceito que ele seja meu advogado e ele diz pra eu esperar um pouco que ele vai dar um "tapa numa ponta". Ele entra numa loja de discos na esquina e pega, atrás de uns cd's, uma caixinha de fósforo com um resto de baseado. A Luiza Crosman também está na loja com uma ponta de um baseado nas mãos. Percebo que a loja é do Dito, ou de algum amigo dele.

O Dito fuma do lado de fora da loja e depois sobe em um ônibus turístico e descubro que ele trabalha ali também.
Policial, advogado e segurança do ônibus. Ele vai embora com o ônibus e me sinto desprotegido novamente. Começo a correr pela avenida Presidente Vargas em Santa Maria e aparece o Róger Donadell com a mulher dele de carro. Eles me vêem, param e eu entro no carro. Eles estão indo pra casa, por uma estrada de areia fina, tipo uma duna. Tudo nesta estrada é feito de areia, os túneis, as casas, tudo. O Róger vai acelerando e derrapando com o carro. Ele faz as curvas na tangente e desmorona pedaços das casas de areia de propósito. A estrada é cheia de curvas sinuosas. O carro derrapa o tempo todo. Os dois se divertem e eu me sinto mais tranquilo.
Chimarrão com arroz / Hannap

Chimarrão com arrozSonhei que estava na beira de uma piscina, junto com minha tia Alice e minhas primas Mariana e Manoela. Era um dia de sol, estávamos tomando chimarrão, mas cada um tinha uma cuia. O diferente é que junto com a erva minha tia colocava um pouco de arroz, previamente cozido. O arroz ficava um pouco sobre a água quente e depois ela juntava com os dedos e comia. Era uma prática normal. Todos tomavam chimarrão assim, com um saquinho de arroz ao lado para ir colocando aos poucos.
Caetano Veloso é meu amigo e encontramos dinheiro na rua / Hannap

Eu cruzava seguidas vezes com o Caetano na rua: fazendo compras, na casa de amigos, etc. Até que um dia meu pai apareceu na porta da minha casa acompanhado dele. Eu me apresentei: Sou Gustavo Peres. Ele, por algum motivo não entendeu direito o meu nome e passou a me chamar de Brasileiro. Eu pensei em não corrigi-lo, já que qualquer um pode cometer esse tipo de enganação fonética, mas poucos de uma maneira tão criativa. Gostei do novo nome. Saímos pra comprar comida no mercado. Naquele mesmo dia eu havia decidido juntar todo o dinheiro que eu encontrasse na rua. Percebi o quanto era rentável essa prática de buscar moedas no chão. Íamos os três conversando, eu era quem mais falava e achava moedas de 1 real, 50 centavos e 25 centavos. Em pouco tempo eu tinha mais do que 6 ou 8 reais. Com o Caetano eu falava sobre música, instrumentos. Ele comentava minhas colocações e estava muito agradecido por tudo (?). Lembro de fazer algum comentário sobre o Frusciante e o Kassin. Eu me sentia inteligente quando ele assentia com a cabeça.
Avião-ilha / Hannap

Avião-ilhaSonhei que ía fazer uma viagem para Barcelona. O Dé era o piloto do avião.
Só que o avião era uma ilha que voava. Um terreno enorme, com casas para cada passageiro, montanhas, lago, etc. A decolagem foi muito tensa. O capitão André empinava demais o avião-ilha para ganhar altura. Ficávamos totalmente na vertical. Era um avião muito pesado. Logo depois ele entrava em queda livre para ganhar velocidade. Todos gritavam, estávamos apavorados. Eu achei que fosse morrer e comecei a agradecer por toda a minha vida. Logo depois o avião estabilizou e saí para conhecer o lugar. Íamos passar um mês no avião-ilha. Minha casa era uma das primeiras, na base do avião. Também estavam no vôo a Bel Lippi e a Erika Kobayashi. Encontrei com elas em uma das casas onde ficava a cozinha comunitária. Pensei em dar uma volta e explorar o lugar depois do almoço mas não conseguia encontrar meu computador. Eu havia escondido ele em algum lugar e não lembrava mais onde era. Fiquei tão desesperado em encontrar o computador que resolvi acordar porque sabia que o meu computador de verdade estava ao lado da cama.
Copo de vidro no mar / Hannap

Copo de vidro no marSonhei que estava em uma praia muito íngreme, era uma duna que dava no mar.
O mar era violento e denso. Eu estava com coisas na areia, entre elas um copo de vidro. De repente veio uma onda e levou as coisas e o copo de vidro. Fiquei preocupado com o perigo do vidro no mar e fui atrás do copo. Consegui, no meio da maré agitada, catar alguns pedaços do copo partido. Ao mesmo tempo fiquei com medo de me cortar. Logo depois subimos em uma casa muito vertical. Eu estava com mais amigos. A casa era vertiginosa, o acesso era por uma escada lateral e a casa era muito instável. Fiquei com medo de ficar nela.
Casamento em Santa Maria e pastor evangélico do mal / Hannap

Estava em Santa Maria e era carnaval. No mesmo dia era o casamento do Franklin. Ele morava em Santa Maria. Fui no casamento dele mas sai cedo, antes da festa começar. Fui caminhando de volta pra casa. No meio do caminho encontrei uma festa na rua e um grupo de 3 pessoas (duas meninas e um menino) fazendo uma performance de teatro. Era uma festa de carnaval. Fiquei até de manhã bebendo e dançando e me fantasiei. Rolou um clima com uma das atrizes.
Resolvo ir par casa, já é de manhã. Vou caminhando e paro para trocar de roupa na rua. De repente passa o Franklin em um carro, no mesmo estado que eu, bêbado, suado e feliz. O carro está lotado, com a mulher dele e a família. Ele percebe que eu fui para uma outra festa e fica um pouco chateado. Deixo as roupas penduradas em um murinho da rua e entro no carro. Acompanho ele até a saída da cidade, vamos conversando com carinho. Todos estão felizes. Percebo que estou muito longe e desço do carro.
Aparece um ônibus vindo na direção contrária (voltando para a cidade), faço sinal para pegar carona. O ônibus para no ponto e aparece muita gente querendo entrar. É um ônibus exclusivo. Insisto com o motorista e ele deixa eu voltar com eles mas antes haverá um culto. Todos entram em uma igreja e começam rezas evangélicas. Eu participo no fundo da igreja com a tal atriz bonitinha, com quem rolou um clima na festa da rua. Me levanto um momento e estou sem camisa. O pastor me vê lá no fundo, para o culto e me chama pra falar com ele em uma salina. O pastor é uma pessoa bizarra. Jovem, com menos de 30 anos e em uma cadeira de rodas. As pernas dele são imóveis e parecem deformadas. Ele fica muito puto comigo por eu estar lá sem camisa. Eu dou razão a ele, peço desculpas mas ele começa a imprimir uma série de fotos minhas, da minha família e documentos meus para me ameaçar. Fico assustado e indignado. Percebo que ele é mau. Chamo a menina atriz gatinha para entrar na sala e dou uma pressão no pastor. Pergunto se alguma vez ele já dançou (é óbvio que não), teve tesão por alguém e transou. Pergunto se ele já se divertiu na vida. Percebo que a maldade dele é uma espécie de inveja. Ele fica chocado com minhas perguntas.
Montando animais estranhos / Hannap

Montando animais estranhosSonhei que estava em algum lugar onde tudo era muito diferente, acho que era no México. Juntos estavam o Índio, o Dimi e às vezes o Huan e o Carlo. Cada um de nós montou em um bicho selvagem. Eram cavalos diferentes, grandes e pareciam feitos de pelúcia. O meu bicho era metade uma ovelha gigante metade outro animal, tinha duas cabeças, uma pra cada lado, sem bunda. Montamos nestes animais e fomos andando por aquele terreno desconhecido, subindo uma montanha. De repente avistamos um horizonte muito bonito! Era a mistura de várias paisagens do Brasil, o cristo redentor, a praia, muito sol. Fiquei feliz de ter chegado em um lugar conhecido.
Nova casa / Hannap

Sonhei que eu tinha ido morar na casa dam minha vó Vivi, junto com o vô Zé.
Cheguei lá sem nada, para recomeçar a minha vida do zero. Era minha única opção para viver sem gastar dinheiro. Era incômodo viver com eles. Eu tinha um quarto muito velho. No mesmo prédio, no andar de cima, morava o Fred Gelli com sua família. O apartamento dele era enorme e bonito, o da minha vó era terrível.
Na casa da minha vó apareciam sempre duas mulheres, que eu pensei que fossem um casal. Logo que cheguei lá tive que receber o Índio e o Richard, que queriam fazer um trampo comigo. FIquei sem jeito de recebê-los. Fui preparar alguma coisa na cozinha e percebi que o fogão não desligava as bocas. As panelas estavam queimando. Fiquei desesperado e falei pro Índio: - Viu Índio, nada aqui funciona, nem o fogão desliga! Comecei a chorar. O Índio disse: - Fica calmo. Vamos fumar um beckinho que depois tudo se alinha. Fiquei preocupado de fumarmos com a minha vó lá dentro. Ela estava deitada no quarto com o vô Zé.
Fui lá e conversei um pouco com ela enquanto os Índio e o Richard fumavam na área de serviço. Quando voltei as duas mulheres estavam na cozinha. O Índio e o Richard saíram da área de serviço e entraram na cozinha. Eu disse: - Deixa apresentar pra vocês, esse aqui é o Richard. Uma das mulheres disse: - Me apresenta ele na cama! Fiquei encabulado, o Índio deu uma risadinha e fomos os três pro quarto trabalhar. Realmente o clima estava melhor. Fiquei mais relaxado, mesmo não tendo fumado. Entramos no meu quarto e recebi uma encomenda. Era uma caixa com várias notas de dinheiro comemorativo e antigo, com algumas notas atuais. De repente entrou a Nina, filha da Nâna, no meu quarto. Ela me deu um beijo na boca e eu enfiei minha mão dentro da sua calcinha. Nos pegamos um pouco e depois ela foi embora. As coisas começavam a melhorar.
Conhecendo Dubai / Hannap

Estava em um avião indo para o Japão. O nome da cidade era parecido com Fuokoshima. O piloto pegou o caminho errado e aterrissamos em Dubai.
Muita gente desceu e pegou um avião de volta para o Brasil. Meu pai Jorge também. Eu resolvi ficar e conhecer a cidade. Tinha dúvidas quanto aos valores. Se a empresa pagaria o meu hotel e a passagem até o Japão. Entrei em um hotelzinho e tomei um banho. Estava feliz! A Pat Lobo me ligou pelo skype. Contei pra ela a história e sai para ver a cidade.
Imitando o Orestes Quércia / Hannap

Sonhei que tinha ido fazer uma viagem para entregar um documento apenas.
Estava em Teresópolis e fui para São Paulo com a mochila vazia pois ia voltar no mesmo dia.
Cheguei lá e comprei algumas coisas: uma lata enorme de sardinhas, um saco de tomates e umas frutas que não me lembro quais eram. Acho que eram lichias. De repente eu fui parar na casa da Tânia Savaget. Ela me deixou na cozinha organizando as minhas compras e foi para o quarto.
Eu queria ir embora porque tinha uma viagem longa pra encarar. Então resolvi chamá-la pra me despedir. Ela apareceu toda arrumada junto com o Roberto. Eles iam sair. Conversamos um pouco e por algum motivo eu falei de um vídeo no youtube do Orestes Quércia, uma entrevista no Roda Viva que ele xinga o jornalista. O Roberto lembrou da entrevista e começou a imitar o Orestes Quércia para as filhas dele. Era engraçado, ele imitava direitinho. Elas riam muito. Deixei as lichias de presente para as meninas e fui embora.
Casa do Caetano / Hannap

Casa do CaetanoSonhei que tinha ido parar na casa do Caetano Veloso. Cheguei lá com mais alguém (acho que era a Gab Marcondes) e tinha muita gente animada. Eles estavam organizando sair pra algum lugar. O Caetano não estava.
Eu não podia sair com o grupo porque tinha que entregar um trabalho. Me disseram pra eu ficar e trabalhar de lá mesmo. Fiquei na dúvida. E se o Caetano chegasse em casa e me visse lá sozinho? Ao mesmo tempo achei ótima idéia. Era um apartamento duplo. Ele havia juntado dois apartamentos lateralmente e o andar inteiro era a sua casa. Por isso haviam duas piscinas na área externa. Ao lado das piscinas tinha um quartinho onde eu me instalei para trabalhar. Meu laptop ficava meio torto e eu estava abrindo vários vídeos no youtube. Ao mesmo tempo queria entrar na piscina e trabalhar lá de dentro. Era tudo confuso, eu não conseguia me concentrar direito.
No sonho era evidente que o Caetano era muito amigo do Lionel Messi. Pela casa encontravam-se algumas fotos dos dois juntos abraçados. Fiquei lá, meio trabalhando, meio fazendo nada, na expectativa de ele chegar.
Voar na exposição coletiva / Hannap

Voar na exposição coletivaSonhei que estava reunido com um grupo de artistas, alguns eram gringos, outros eram do Rio, mais novos (da turma do Bruno Senise e do Rodrigo Martins). Estávamos mostrando uns aos outros idéias para montar uma exposição coletiva.
O lugar era uma casa grande que ficava em uma ladeira. Tinha uma ladeira de grama, dentro do terreno da casa. A minha vontade era explorar o tema do vôo. Falei isso para todos no início da reunião mas não mostrei nada. Eu sabia voar, mas tinha medo de não conseguir mostrar para todo mundo. Fui para a parte externa da casa e comecei a treinar. Era só bater os braços e eu voava. Muito simples. Fiz um teste e deu certo. Então chamei todos os artistas para fazer uma demonstração. Foi difícil juntar o grupo inteiro, pois estavam todos conversando em pequenos grupos. A reunião já estava no fim e muita gente queria ir embora, uma das organizadoras me disse. Fomos para a ladeira de grama da casa e comecei a voar na frente de todos. Fui bem alto, no topo de um poste de luz. Continuei batendo os braços e voei mais alto que os prédios. Muitos se impressionaram, outros não deram muita importância. Fiquei feliz pois me convenci de que podia voar quando e como quisesse. Era mais fácil do que eu mesmo imaginava, mesmo assim era muito cansativo.
Calote no Ed Motta / Hannap

Sonhei que estava com o Ed Motta em um restaurante na beira da praia. Eu, ele, meu pai Jorge e uma mulher junto com o Ed.
Comíamos muito bem e tomávamos vinho. Eu estava animado com aquela situação, tão feliz que pensei em bancar a conta sozinho. Logo percebi que não tinha dinheiro na carteira e então deixei meu pai conversando com ele e fui, discretamente ao banco, de bicicleta, para sacar uma grana. Minha idéia era deixar a conta toda paga sem que o Ed soubesse.
Chegando no caixa eletrônico eu resolvi digitar uma série de teclas e entrei na conta com um status de funcionário do banco, com acesso a uma série de informações confidenciais, entre elas um diretório de fotos do meu celular.
Aí fiquei vendo um monte de fotos que eu nem lembrava mais que tinha tirado. Fotos de mulheres peladas. Um funcionário do banco veio ao meu lado e ficamos vendo juntos. Ele percebeu a minha habilidade com as teclas e achou que eu fosse o gerente do banco. A fila atrás de mim já estava impaciente. Eu virei e disse: - Vai demorar!
De repente meu celular toca. É o Ed Motta perguntando onde eu estou. Digo que fui ao banco sacar dinheiro. Ele fica chateado e diz: - Poxa, nem avisou nada. Nós já saímos de lá. Eu fico triste por não ter conseguido pagar a conta, depois me dou conta que podia ter pago com o cartão de débito.
Abdominais em Barcelona / Hannap

Abdominais em BarcelonaSonhei que estava em Barcelona. Tinha ido participar de uma peça de teatro. Toda a equipe estava esperando para entrar. No sonho Barcelona tinha um rio que cortava a cidade. Fiquei pendurado na estrutura da ponte. Fazendo um exercício bonito. Estavam todos vestidos de frio mas eu estava só de cueca, sem camisa. Me pendurava e me movia como um pêndulo, rente ao chão. Meu cabelo tocava o chão. Era um exercício abdominal forte. O José Lewgoy estava ao meu lado e observava. Do outro lado da rua estava grande parte da equipe, todos sentados no chão. Eu estava esperando a Drica aparecer. Ela veio junto com a Marcella.
Natureza extrema / Hannap

Natureza extremaTive um sonho muito bom.
Estava em um lugar de natureza extrema.
Era um pontal de pedras, cheio de escaladas e praias incríveis.
Uma mistura de Pedra da Gávea com Fernando de Noronha.

Lá conheci uma família de alemães e conversei muito com o patriarca.
Falávamos sobre o conhecimento que se adquire em lugares assim.
Ele dizia que os filhos dele estavam recebendo este tipo de educação do professor brasileiro.

Perguntou se eu queria ver uma das praias mais bonitas do lugar.
Eu disse que sim, claro! Ele me levou por uma trilha pesada de subida e descida. Quando chegamos dentro de uma propriedade particular, ele me mostrou um pedacinho de areia com um pouco de água no centro. Realmente era lindo mas tinha o diâmetro de um LP.

Ele riu e eu entendi que aquilo era um tipo de piada.
Ele disse: - Viu a água roxa? É a única praia com este tipo de água.
A água da "praia" fazia um desenho muito lindo, como uma mandala.

Voltamos à praia principal, encontrei meu pai Jorge, sentado na pedra, conversando com um negão. Falei com os filhos do alemão (dois meninos) e entramos na água. Eles ficaram brincando na beira e eu e o alemão entramos fundo no mar. Olhei para uma das encostas da ilha e percebi um deslizamento. Comentei: - Essa ilha não vai durar muito. Ele disse: - Pois é.
Fiquei boiando, olhando para o alto de uma torre de pedra, gigante, dentro da água.
Senti extrema felicidade e gritei UHuu!
Massagem da Gisele na Adega Pérola de Barcelona / Hannap

Massagem da Gisele na Adega Pérola de BarcelonaSonhei que havia voltado a morar em Barcelona. Estava recém chegado lá outra vez. Moravam também o Daniel, Isabele e o Cris.
Eu estava saindo de uma festa com alguém. Ia pegar carona com o Edmundo (jogador animal), mas no meio da confusão da saída o carro dele lotou com outras pessoas e resolvi ir a pé com este amigo que agora eu identificava como o Rodrigo Bessa. Descemos uma ladeira e dobramos a esquina. Passamos em frente a um restaurante badalado quando fui chamado pela hostess. Ela: - Você é o Gus? Eu disse que sim. Ela abriu um sorriso e estendeu o braço pra eu entrar. Na entrada, em uma mesa grande cheia de gente, estavam algumas meninas que eu havia conhecido a poucos dias. Elas ficaram super felizes e fizeram um estardalhaço dizendo aos outros da mesa que eu era o Gustavo, brasileiro, e um super artista. Sentei e na mesa. Todos eram gringos. Ficaram me olhando. Fiquei constrangido pois pegaram alguns papéis que eu carregava com rabiscos e desenhos muito ruins. Começaram a ver "meu trabalho" e a passar uns aos outroas. Eram desenhos muito feios e estes artistas eram famosinhos. Alguns ficaram resmungando que achavam ruim.
De repente recebo um telefonema de um tal de Firmin. Ele é de outra cidade, mora no País Basco e pede um trabalho de ilustração para o dia seguinte. Sei que é impossível de fazer. Digo que nao, mas nao deixo claro. Digo: - Vete a la cama!. São 5 da manhã. Conto a historia do Firmin pro Sylvio, que me espera na porta do restaurante, fumando um cigarro. Saímos dali e chegamos em um lugar que eu sei que se chama Adega Pérola. É um lugar em formato de L. Entro por uma porta que não conhecia onde vendem revistas e outras coisas. Lá estão o Daniel, o Cris e a Isabele fazendo compras. Vou até a esquina do L onde tem um churrasquinho sendo feito por um cara do restaurante. Fico maravilhado como cheiro da carne e pergunto se posso provar. Ele diz que não e eu penso que se fosse no Brasil não só deixariam como ofereceriam. Mas o assador começa a falar português e diz - É claro que sim, pode comer! Pego um pedaço de picanha e depois uma outra carne que não conheço. Mesmo mastigando digo ao assador, que é um sujeito muito simpatico: - Que delícia! Ele retruca: - Carne! Com uma expressão do tipo "óbvio".
Em uma mesa ao lado duas gringuinhas pedem um pedaço de carne e dizem: -Daquele tipo que se come com farinha. O assador vai atendê-las. Olho pro resto do local e reconheço o restaurante bonito de azulejos brancos. É a tal Adega Pérola de Barcelona do sonho. Percebo que nunca havia estado no cantinho das revistas. nunca havia ido até a esquina do L, nem sabia que o local tinha esta extensão toda.
De repente o restaurante começa a encher. Vem a Luiza Crosman com uma camiseta comemorativa do casamento da Gisele Bündchen. Ela vem acompanhada de muitas meninas, todas felizes, rindo alto, vestindo a mesma camiseta. Em seguida entra a própria Gisele. Eu estou ainda no cantinho da churrasqueira. A gisele me cumprimenta: - Oi Gustavo! (no sonho ela já me conhecia de vista e gravou o meu nome). Eu digo: - Oi Gisele, parabéns pelo casamento. Ela fica atrás de mim e começa a fazer uma massagem em formato de U no topo da minha cabeça. Estou com um boné amarelo, bem fininho, de nylon. Sinto que ela esta passando o dedo na costura do boné e comenta com a amiga: - Esse é o último lançamento da Nike! Na verdade é um boné que eu comprei no camelô, bem barato. Eu não sabia que era da Nike. Neste instante o restaurante todo fica olhando para mim, sendo massageado pela Gisele. Fico com cara de babão. É muito gostoso! O Rodrigo Villas aparece no meio da multidão e fica olhando pra mim de longe, rindo daquele jeito dele. A Gisele para com a massagem e eu vou falar com o Villas, ele diz: - Que é isso seu Gustavo, a Gisele te dando um massagem dessas… Eu digo: - Caralho Villas, não to acreditando!
Volto ao canto das revistas com minha irmã Carolina e o Iuri, que também presenciaram a cena... Estou muito feliz e relaxado e o sonho acaba.
Música do Bleque / Hannap

Sonhei que estava andando na parte de trás de um ônibus com o Dimitre.
De repente a porta se abre e um mendigo que está deitado no chão puxa a câmera do meu amigo.
Todo mundo grita e o ônibus para até que o conflito se resolva. O mendigo puxa a câmera para ele e o Dimitre tenta segurá-la pela alça. Nenhum dos dois vence a disputa. Até que o Dimitre, estrategicamente, diz: - Ok, a câmera é tua. O mendigo relaxa e o Dimitre aperta o botão, gira e solta a lente. O ônibus vai embora e cada um fica com um pedaço da câmera. O mendigo com o corpo e o Dimitre com a lente.
Chegamos em algum lugar, uma casa enorme que parece um museu. Estou sozinho e percebo que visto um short rasgado e uma camiseta velha, enquanto todas as outras pessoas estão bem arrumadas.
Cumprimento o Fred Gelli e entendo que a casa é dele. Vejo a Maria Gadu sentada em um ambiente. No fundo deste lugar está o Bleque e mais algumas pessoas. Eles estão ouvindo uma música que eu conheço. Vou até o Bleque, ele me cuprimenta carinhosamente. Sento do lado dele e pego o violão. Começo a tocar de ouvido a música. Ela tem uma harmonia fácil: Sol, Mi menor, Lá menor e Ré. Entendo que eles estão gravando a música, que é de autoria do Bleque. Todos cantarolam juntos e riem. Logo depois me despeço e vou andando em direção à saída quando vejo que estou pelado.
Sonho enganador em looping / Hannap

Sonhei que eu estava acordando e anotava o sonho que havia tido.
Era uma sonho com a Drica e enquanto eu anotava ela de repente acordava e falava sobre algo que eu estava anotando. Eu sentia que ela estava sonhando a mesma coisa que eu, pois sabia exatamente o que eu dizia sobre ela. Só que em seguida eu percebia que ela continuava dormindo e que isso era apenas mais uma parte do sonho. Fiquei sonhando assim, em looping, várias vezes. Sonhando que estava anotando o sonho, que a Drica acordava e falava algo que eu estava anotando e que eu percebia que ela continuava dormindo e voltava a anotar o sonho.

Sonhei também com o Erik, filho da Mariba. Ele entrava na minha casa e eu dizia, silêncio, a Drica está dormindo. Ele queria andar de skate dentro da minha casa.
Cabeça/carta e Lagoa Rodrigo de Freitas / Hannap

Cabeça/carta e Lagoa Rodrigo de FreitasSonhei que estava em uma discussão com 3 homens, a Drica estava envolvida. Um deles, o mais debochado, falou alguma coisa que me irritou muito. Comecei a bater na cara dele. A cara dele ficou achatada como um pastel pequeno, do tamanho de uma carta de baralho. Ele foi ficando deformado, com a pele escura e muito machucado, até que a cabeça se soltou do corpo. A cabeça ainda ficou viva, rindo, durante algum tempo. Percebi que havia matado um homem, coloquei a cabeça/carta dentro do meu bolso.
Subi as escadas, era a casa da minha avó. Cheia de cômodos. Escolhi o primeiro deles e fui tomar um banho.
O banheiro era complexo. Havia uma construção de louça com vários nichos de banheira, uma principal (a maior de todas) e outras menores, como pequenas piscinas. Algumas plantas também no meio da banheira. Eram 3 chuveiros interligados, cada um caia sobre uma das banheiras. Tomei um belo banho quente para me lavar do crime cometido.
Antes de acabar o banho uma série de pessoas começaram a entrar no quarto e no banheiro. Fiquei com medo que eles vissem a cabeça/carta. Estavam me convidando para ir na Lagoa Rodrigo de Freitas. Verifiquei a cabeça/carta e ela estava de baixo da cama. Vesti a roupa e desci. Encontrei um cenário inacreditável. A lagoa estava limpa, com a água cristalina. Saí correndo e dei um mergulho. A Drica não mergulhou, ficou sentada, olhando com uma cara de tristeza. Eu nadei muito e encontrei a Mana Bernardes. Ela também estava muito feliz com a novidade da lagoa.
Fui subir por uma rampa de concreto e percebi um buraco, onde apoiei o pé, que sugava fortemente a água. De dentro da lagoa não dava pra ver, mas quando a gente saia da água dava perfeitamente. Era um buraco quadrado grande, onde entraria uma criança, era como uma bomba de piscina gigante. Chamei a Mana e ficamos brincando de aproximar o pé do buraco e sentir a sucção. Logo outras pessoas vieram fazer o mesmo. Subi para a pista novamente e fui encontrar com a Drica, a Mana veio junto.
Vesti novamente minha roupa. Calça, camiseta e blusão. Falamos que a água estava maravilhosa mas a Drica continuava com uma cara triste. De repente ela se joga na água e badanada, quando ela para o vestido vermelho faz um círculo enorme, como um flor aquática. É uma cena linda. Fico tão feliz que me atiro na água atrás dela. A Mana grita que estou de roupa e percebo que aquela é minha única roupa e agora está encharcada. Na pista uma multidão está olhando e vibrando com a cena.
Sonho dentro do sonho / Hannap

Sonhei que estava na galeria do Jaime Portas Vilaseca. A Luiza Baldan ia expor lá. Encontrei o Jaime e demos um abração! Tinha muita gente, inclusive a Aninha (Ana Dorneles) que tinham ido acompanhar. A galeria era também a casa da Lúcia e do Ricardo Toscani. Eles estavam indo dormir e me convidaram pra ficar. Dormi em uma caminha com a Lúcia. A Alice e o Tosca dormiam em um colchão, ao lado, no chão. Já de manhã o Tosca disse pra gente trocar de cama e a Lucia foi dormir com a Alice no chão. Eu dormi com o Tosca, na cama. Depois acordamos (eu e Tosca) e está chovendo muito. Vamos até a janela ver a cidade e está tudo alagado e destruído. A rua virou um rio e as coisas flutuam. A chuva para por um instante e descemos para caminhar na rua. Damos a volta no quarteirão com muita dificuldade e encontramos ignorantes dentro de um restaurante. A Lúcia e o Tosca sempre comem lá e pedem um café colonial. O atendimento é ruim e o Tosca enfia a cara do garçom no pedaço do bolo de chocolate na nossa mesa. O garçom fica furioso e parte pra briga. O Tosca consegue escapar. Pego na mesa um garfo e escondo atrás do corpo para me defender. O garçom vem pra cima de mim mas continuo imóvel e sério. Ele para para conversar comigo. Digo que não tenho nada a ver com o assunto e mostro o garfo para ele. Ele relaxa e começa a voltar. Pego o resto do bolo e enfio na cara dele outra vez. Saio correndo para dentro da casa e conto a história para o Toscani. Acordo e digo que sonhei que estava dormindo na casa deles. É um sonho dentro do sonho.
Cara de dedo / Hannap

Cara de dedoSonhei que estava na cozinha da casa da Nana.
A Drica e o Vlad estavam vendo TV em uma espécie de poltrona/cama apertadinha.
O Vlad estava muito encostado nela e eu fiquei com ciúmes. Senti que ele estava excitado e falei: - Vlad, eu vou no banheiro. Se tu tentar beijar ela eu te meto a porrada!
Dito e feito, quando volto vejo ele tentando beijar a Drica descaradamente na minha frente. Ela apenas ri e fica dizendo "para". Fiquei muito puto e sentei sobre ele. A cabeça dele tinha virado um dedo gigante com olhos. Falei: - Seu cabeça de dedo, toma isso! E dei dois socos.
Peguei a Drica pela mão e vim para a minha casa. Logo depois aparece o Vlad, muito puto, com uma cara de mal. Ele diz: - Você esqueceu o seu computador lá dentro. E pegou meu laptop e espatifou no chão. Fiquei muito chocado. Pensei, "que meeeerda". A Drica me consolou. Pensei: "pelo menos tenho outro computador". De repente apareceu um outro sujeito no pátio de casa e jogou outro laptop no chão, igual ao primeiro. Fiquei desesperado. Em seguida aparece um terceiro cara e arremessa um terceiro computador no chão.
Me dou conta de que os três computadores eram meus e estão destruídos. Agora não tenho mais nenhum arquivo digital.
Maconha (arroz) e Gab Marcondes doente / Hannap

Maconha (arroz) e Gab Marcondes doenteSonhei que estava na casa da Gab Marcondes. Ela ia no médico fazer uma consulta com suspeita de uma doença grave. Na volta ela trouxe muitas compras de comidas saudáveis. Exageradamente. Ela voltou e foi direto deitar em uma cama. Estava muito abatida, com uma expressão de medo. Minha família do sul veio inteira visitá-la, tias, avós, meu pai Eugênio e minha mãe. A cama da Gab ficava com a cabeceira apoiada em uma parede e com espaço nas duas laterais. Nas paredes ao redor ficavam penduradas frutas e verduras muito antigos.
No lado direito da cama, onde estava eu e meu pai, ficavam vários abacates, cortados ao meio e colocados de frente para a parede em um suporte. Atrás dela ficavam plantas grandes, como chifres-de-veado. Do outro lado mais verduras.

Todos iam conversar com a Gab, que estava deitada. A sensação era que ela estava um pouco doente e deveria se cuidar melhor, mas ela encarava aquilo como algo terminal. De repente alguém esbarrou nos abacates da parede e eles começaram a cair. Estavam velhos.

Minha mãe, minhas tias e o Sr. José Belo começaram a limpar os vegetais novos que a Gab tinha comprado, para substituir os arranjos antigos. Um gostoso cheiro de aipo e salsinha tomou conta do quarto. Sentimos que aquilo faria bem à recuperação da Gab.

Enquanto isso meu pai, Eugênio, conversava comigo, olhando a cena. Ele me deu um beijo e sentiu um cheiro de maconha na minha barba. Eu tinha fumado antes da Gab ir ao médico. Eu não percebi, e continuei falando algo sobre o arroz. Ele disse: - Eu sei que tu gosta muito de arroz. Com um tom irônico. Eu entendi que eue tinha percebido o cheiro da maconha e comecei uma pequena discussão metafórica. Eu disse: - Gosto de arroz sim, faço uso de vez em quando, qual o problema? Ele disse: - Eu sei, eu sei. Irônico. Eu disse: - O que é que tu sabes? Tu achas que sabes. Nunca me perguntou nada a respeito. Ele viu que eu estava seguro dos meus argumentos e que poderíamos falar abertamente sobre o assunto, então baixou o tom inquisitivo e o sonho acabou.
Cara do Vanilla Sky / Hannap

Cara do Vanilla SkySonhei que estava discutindo com um cara. Ele era ator de televisão, loiro e jovem. Não era um cara famoso, mas estava fazendo sucesso naquele momento. Estávamos discordando de algum assunto e nos sacaneando mutuamente. De repente ele resolveu sujar meu carro com um spray. Ele jogou o spray um pouco pra cima pra não sujar demais o carro. Só que bateu um vento e o spray veio na minha cara. A sacanagem dele nem tinha sido tanta, mas no momento em que o spray veio na minha cara eu percebi que aquela era uma solução ácida e minha cara começou a queimar e derreter (mais do lado direito).
Fiquei indignado. Ele foi embora. Os amigos que estavam em volta achavam que eu estava exagerando de reclamar tanto. Mas minha cara estava queimando e derretendo. Eu sabia instintivamente que não podia lavar com água que seria pior. Esperei alguém trazer um creme hidratante para interromper o processo de derretimento. Demorou um bocado mas depois de algum tempo alguém chegou com o creme. Passei e aliviou a dor. A cara parou de derreter mas ficou muito feia. Fiquei com a cara do Vanilla Sky. Bateu uma deprê muito forte de saber que eu seria pra sempre deformado por conta de uma bobagem de uma discussão.
As pernas do amor podem nascer denovo / Hannap

Sonhei que trabalhava junto com a Pat Lobo e outros amigos em comum. Bia Lamanna, etc... A Pat tinha sofrido um acidente gravíssimo e tinha perdido as pernas até a altura da virilha. Tinha virado um tronquinho sem mobilidade. Eu tinha ficado muito triste e estava sempre ao lado dela, ajudando a ir no banheiro, a fazer as coisas no trabalho. Ela estava fazendo uma fisioterapia. De repente ela me pede pra ir no banheiro tomar banho. Eu deixo ela lá e ela diz: Gus, olha! E se levanta, até ficar de joelhos. Era como se tivessem crescido as pernas dela com a fisioterapia. Ela estava muito feliz e eu comecei a chorar. Sabia que ela ia se recuperar e ter pernas novamente. Ela ficou baixinha mas já caminhava com as mini pernas finas. Ela parecia uma criança de tão feliz e também pelo tamanho. Pensei até que ela estava rejuvenescendo.
Cravo gigante - desenho / Hannap

Cravo gigante - desenhoAfundamento do crâneo após extração do cravo.
Cravo gigante / Hannap

Cravo giganteEstava descendo em um elevador junto com o Bleque e a Amapola. De repente me olho no espelho e encontro um ponto preto na testa. Bem do lado direito, perto do cabelo. É um cravo. Começo a espremer e sai um tarugo de mais de um metro, bem duro e marrom. Causa espanto em mim e no casal. Depois aperto mais dois cravos no queixo. Estes de cor branca, bem menores, mas poderosos também. Uns 15 cm cada.
Vamos para a sala da casa da Amapola e sentamos em uma mesinha redonda. Tem mais alguém conosco. Estamos tomando chá. Amapola acende uma vela dentro de um mini difusor de óleos essenciais. Ela coloca só uma gota do óleo e um pouco de água. Conto pra ela que tenho um elétrico que é bem maior de diâmetro e pergunto porque ela comprou este tão pequeno, que gasta vela. Ela dis: - Na verdade foi por causa da cocaína. No início eu usava ele para cheirar e podia levar na bolsa. Agora eu uso óleos essenciais.
I'm a little just a joke. I'm a little just a pancake. / Hannap

I'm a little just a joke. I'm a little just a pancake.Sonhei que estava com uma criança. Um menino loiro, tipo irlandês, dentro de uma piscina. Ele tinha um problema respiratório e não conseguia prender o ar por muito tempo. Tinha respiração ofegante. Ele treinou comigo, mergulhamos na piscina e ficamos nadando em círculos. Eu segurava ele pela mão, ele girava e mergulhava e saia da água. Ele foi ficando cada vez mais tempo em apnéia tranquilamente. Ele cantava quando saia "I'm a little just a joke" e mergulhava outra vez. Depois cantava "I'm a little just a pancake" e mergulhava outra vez. Era uma coreografia musical. A Ju e o Antônio e a mãe do menino apareceram depois de uma hora que estavamos nadando. Ele apresentou o número para a mãe orgulhoso. Quando acabou ele disse "pancake" e a piscina foi esvaziando. A mãe veio abraçá-lo e eu fiquei chorando agachado.
Feijão na diagonalis / Hannap

Sonhei que estava chegando em uma festa. Feijoada. Em um lugar luxuoso, um deck em uma praia. Cheguei acompanhado, tinha muitos amigos lá. O lugar era paradisíaco. As pessoas mergulhavam no mar e ficavam sentadas no deck conversando. Fui até o final onde havia uma construção. Era a cozinha. Sentei em uma mesa e pedi ao cozinheiro um prato de feijão. Todos já haviam comido. O prato era enorme. Na hora de me servir caiu bastante feijão no balcão. O Índio apareceu bêbado e feliz e foi me ajudar. Coloquei o prato embaixo do balcão e ele empurrava o feijão com a mão na diagonal. Ele ria e dizia: - Feijão na diagonalis! Depois pegou uma garrafa de vodca e começou a colocar no meu prato de feijão. Ele ria. Eu pedi pra ele parar pra não estragar a comida. Finalmente sentei para comer.
Atraindo cobras e salvando crianças / Hannap

Atraindo cobras e salvando criançasSonhei que ia encontrar uma amiga em um lugar que parecia uma construção antiga, como a calçada do rio Sena, em Paris, só que menor e coberta. Como se fosse dentro de um castelo. O lugar era um caminho de pedra com um córrego lento ao lado. Era um rio meio parado, cheio de plantas, pantanoso. Encontrei minha amiga nesse lugar. Nos abraçamos. Fazia muito tempo que não nos víamos. De repente se levanta do riacho uma cobra preta enorme. Ela me olha nos olhos e salta na minha direção. Me dá uma mordida de raspão. Saimos correndo. Ela rasteja rápido e me persegue. Conseguimos escapar mas ao longo da caminhada outra cobra faz a mesma coisa. Essa é uma cobra verde, um pouco menor e mais lenta. Escapamos outra vez. Descubro que eu tenho um cheiro que atrai as cobras.

Chegamos enfim na casa de um amigo. Esse amigo tem uma jibóia de estimação que também fica alucinada pra me morder. É engraçado. Tem sempre que haver segurança pra cobra não me morder. Mas não me preocupo tanto, pois é só uma jibóia pequena. Ela fica desesperada e tem que ficar trancada enquanto eu estou por lá. Rimos todos da situação. Somos 3 homens e uma mulher mais 3 crianças. Meu amigo, um babá homem, eu e minha amiga que me acompanhou até aqui. Vemos que o babá se comporta muito agressivo com as crianças, agarrando-as com força e gritando. Eu e o pai das crianças ficamos indignados e começamos a bater nele. Segurá-lo, gritar. Fico muito triste. O babá fica calado. Ele é boa pessoa mas está repetindo o que fizeram com ele quando maltrataram as crianças dele um tempo atrás. Eu digo a ele: - Sei exatamente como tu te sentiu. É horrível. Acordo chorando.
Cidade lisérgica / Hannap

Sonhei que estava com a Gab em um ônibus, indo para um festival. Era um lugar onde o consumo de drogas lisérgicas era quase obrigatório. Comemos cada um uma rodela de cogumelo seco e ondulado, como uma batata chips cor-de-rosa. No início da viagem estávamos um pouco tensos, com as pessoas ao redor, não conhecíamos ninguém. No meio do caminho fomos relaxando. Eu e a Gab começamos a conversar com a galera do ônibus. Era uma excursão. Todas as pessoas eram jovens e eu fiquei impressionado com a quantidade de meninas bonitas. Ela também.
Descemos do ônibus, já no local do festival. Nos olhamos e os olhos brilhavam. O cogumelo havia batido. Saímos para caminhar no lugar e cada coisa parecia muito fantástica. Era uma cidade abandonada em ruínas, mas o chão era bonito, tinha azulejos com desenhos fractais, as paredes, as construções. Tudo tinha muita cor e ornamentos. Parecia uma cidade lisérgica de um tempo antigo. De repente entramos em um lugar que tinha uma energia especial. Era uma igreja, um lugar místico. Ficamos embasbacados. Em um dos cantos, escondida atrás de um pedaço de parede, estava uma estátua do Ganesha, de mais de 2 metros, toda cravejada de pedras coloridas. Era muito lindo. Fomos entrando cada vez mais no lugar. Dobramos à direita no final da igreja e entramos em um corredor de uma casa, que se fundia com a igreja. Era a casa de dois homens, um de 50 anos e o outro com mais de 70. Pai e filho. Eles se pareciam muito e nos trataram muito bem. O filho nos convidou para entrar e o pai, em uma cadeira de rodas motorizada, falava muito sobre vários assuntos. Os dois usavam uma barba como a barba do Don Quixote e pareciam muito sábios. Entramos na biblioteca da casa. Era uma sala não muito grande mas com um pé direito de mais de 6 metros. Nas paredes, estantes e pôsters da maçonaria. Entendi que o velho era um importante maçon e que a maçonaria tinha sido grande apoiadora da psicodelia, do uso de ácido lisérgico, etc. Saímos da biblioteca e fomos comer algo em uma sala. A casa era abarrotada de coisas e era difícil andar por ela. Muitos eletrodomésticos e móveis espalhados por todos os lados. Os dois homens continuavam a contar histórias. Andei até a cozinha para levar os pratos sujos e encontrei um menino de aproximadamente 12 anos, provavelmente filho do homem mais novo. Ele parecia a pessoa mais lúcida do lugar. Estava colocando louça suja em uma máquina de lavar. Aproveitei e coloquei também meus pratos.
Saímos para o pátio da casa, um lugar cercado por um muro e com uma antiga piscina no meio. O homem de 50 anos contou-me então que aquele vilarejo, onde vivia uma comunidade lisérgica alternativa organizada pela maçonaria, havia sido palco de uma resistência armada contra o exército. Como a cidade de Canudos. O lugar resistiu a diversos confrontos mas acabou sendo destruído. A casa onde estávamos havia sido palco de uma das mais importantes vitórias da comunidade. Enquanto ele contava esta história era possível ver as cenas de tiroteio acontecendo na nossa frente em holografia. A última imagem é de um comandante do exército levando um tiro no peito e caindo em câmera lenta.
Casa assombrada, dedo queimado / Hannap

Casa assombrada, dedo queimadoSonhei que estava na praia. Era o arpoador. Estava cheio de amigos, Palomita, etc. Era fim de tarde. Do outro lado da rua havia um casarão abandonado. Entrei para ver o que tinha dentro. Era uma mansão cheia de coisas, lotada de materiais estranhos. Digna de um filme de terror mas com um ar de fábrica abandonada. Cada cômodo tinha algo diferente, latas de tinta, pedaços de metal. Em um dos quartos encontrei uma pilha de ovos brancos com um ovo enrolado em papel alumínio no topo. Desenrolei o ovo e vi que esta era uma obra da Raquel Sakristan. Entrei em um quarto que tinha uma varanda com vista para o mar do lado oposto da praia do arpoador. Era um precipício, e o mar ficava muito lá embaixo batendo violentamente nas pedras. Parecia perigoso, mesmo assim eu desci a escadinha e mergulhei. Subi novamente para o quarto e resolvi voltar para o arpoador. Fiz o trajeto de volta dentro da casa. A casa tinha algo estranho, parecia que não havia ninguém mas quando eu caminhava por ela sempre via um vulto de alguém com uma camiseta vermelha e cabelo raspado entrando em algum cômodo e saindo do meu campo de visão. Quando voltei pra praia já era noite, a maioria dos meus amigos já tinha ido embora e me dei conta de que havia esquecido o meu celular dentro da casa. Fiquei com medo de voltar sozinho e chamei dois amigos para entrarem comigo, um deles era o Fernando Baldino.
Descobrimos que em cada cômodo moravam algumas pessoas. Era um local ocupado ilegalmente. Em um dos quartos haviam 3 negões, 2 deles africanos, não falavam português. O outro falava um pouco e perguntei se ele havia encontrado algum celular. Ele disse que não. Sai do quarto e pedi discretamente para o meu amigo ligar para o meu número. O celular tocou lá dentro do quarto deles. Entrei e vi. Disse que ia chamar a polícia se ele não me devolvesse. Fiquei muito puto e peguei o cigarro que ele estava fumando e comecei a queimar o dedinho da mão dele. Queimei tanto que um pedaço do dedo caiu. Peguei o celular e fui embora.
Problemas, bicicleta, baseado, ioga / Hannap

Problemas, bicicleta, baseado, iogaSonhei que estava chegando na casa da minha família no sul pra visitar. Meu pai Eugênio veio me abraçar feliz e derrubou um cinzeiro que tinha uma ponta de um beck. Ele se abaixou pra juntar o cinzeiro e viu a ponta, colocou os dois sobre a mesa e saiu sem falar nada, com um olhar desapontado mas ainda com um sorriso no rosto que foi desaparecendo. Enquanto isso a Gab dormia no quarto. Eu tinha acordado cedo pra ir praticar ioga. Na nossa casa funcionava uma base do exército e na varanda pousavam e decolavam vários helicópteros. Todos eles batiam na borda do telhado. Peguei minha mochila e sai para a aula. Fui de bicicleta. No final da rua parei e encontrei uma menina, minha aluna e começamos a conversar. Mostrei pra ela alguns desenhos que estavam na mochila. Ela me chamou para um canto e acendeu um baseado. Fumamos e quando eu me dei conta não havia nada na minha mochila para a aula de ioga. Nem roupa, nem sunga, nem toalha. Vi que estava atrasado e resolvi correr. Peguei a bicicleta e fui por uma rua desconhecida. A cidade parecia Torres. Parei em um bar, estacionei a bike em uma garagem e entrei. Desisti da aula. Sentei e fiquei quieto, só ouvindo as conversas. Todos falavam castelhano mas só o dono do bar era espanhol de verdade, os clientes eram estrangeiros, italianos, franceses, dava pra notar pelo sotaque. Pedi alguma coisa pra beber e veio uma mulher grande e gostosona na minha mesa. Se debruçou e esfregou os peitos na minha cara pra eu chupar. Comecei a chupar aquelas tetas enormes. Depois ela me chamou na mesa dela pra conversar. Pediu que eu fizesse um cartaz pra anunciar um show de uma banda que ela promovia. Acho que não gostei do encargo e resolvi ir embora. Fui pegar a minha bicicleta na garagem e não encontrei. Depois percebi que haviam roubado a roda de trás e trocado o guidon. Reconheci o quadro da bike e vi que ela estava toda desmontada. Fiquei puto com o cara que estava lá, reclamei com o dono do bar e ameacei um funcionário, dei um tapa nele e depois me arrependi. Ninguém assumiu o problema e então eu fui embora, resignado.
Ximenes e Tátil / Hannap

Ximenes e TátilSonhei que eu estava dentro de um carro, junto com a minha amiga Mana Bernardes e a amiga dela a Mariana Ximenes. Estávamos indo para algum lugar, acho que era a casa da família da Ximenes. Um sítio. Era de noite. Chegamos lá e ficamos algum tempo conversando. Logo depois a Mana resolveu ir pra casa, junto com um cara. Eu fiquei um pouco mais mas a Ximenes não queria conversar comigo, tinha uma cara muito amarga. Ficou noite escura e eu não tinha como voltar, precisava de uma carona. Então falei com ela, pedi pra me deixar na estrada. Ela não deu muita atenção mas eu insisti e ela me levou de carro. Então começamos a conversar e rolou um clima bom. Contei uma série de coisas da minha vida e ela também.
De repente eu estou dentra da Tátil Design, já é de manhã, entendo que a Mariana Ximenes virou minha namorada no trajeto de carro até ali. O escritório é bem diferente do que é na verdade. Estou eu e ela e um monte de amigos brincando, andando de skate e pulando pelos corredores. As pessoas vão indo embora (a primeira a sumir é a Ximenes) e mais uma vez eu vou ficando. Não tenho nenhum compromisso. Encontro alguns amigos, ex-colegas da Tátil. Sigo andando de skate e me jogando nas almofadas do lugar. Encontro uma porta que dá para uma área externa que tem um rio e uma ponte. Lá estão vários amigos, se jogando da ponte n'água. Também pulo e fico nadando no rio. A sensação é muito boa.
Palau / Hannap

Sonhei que eu estava em um show (não lembro de quem) dentro de alguma casa de espetáculos. O Show acabou e o comentário geral, inclusive da banda no palco, era que o palau não era grande coisa, por conta da qualidade do som e da organização. Ficavam falando palau, palau, palau decepcionou, e eu não entendia o que era aquilo. De repente saímos do prédio e eu entendi onde estávamos, vi a fachada do edifício, era o Palau de la Música em Barcelona. Então entendi a frustração de todo mundo, que esperava algo melhor de um lugar tão famoso. Também entendi que na Espanha as coisas eram assim, tinham mais fama do que qualidade.
Voltamos pra dentro do prédio pra fazer um visita ao lugar. Eles tinham um tour institucional que começava por uma sala com souvenirs. Peguei um chaveiro e uma bolsa (que vinha com o mesmo chaveiro pendurado). Na hora de passar para a segunda sala uma moça que trabalhava lá perguntou porque eu tinha pego dois chaveiros. Eu inventei uma desculpa, dizendo que não havia visto o chaveiro pendurado na bolsa. Ela criou caso comigo e então, finalmente, eu comecei a falar em espanhol. Expliquei pra ela que não tinha visto o chaveiro e que não tinha problema. Isso não era motivo pra ela me tratar mal. Descemos uma escada rolante e fomos parar em um andar todo branco, com pé direito baixo, era um shopping, com aspecto de camelô. Muito tosco. Resolvemos sair de lá pra acabar com o sonho.
Aniversário / Hannap

Sonhei que estava fazendo aniversário e comemorava com apenas 3 amigas em uma piscina que ficava na minha casa. Eram a Gab Marcondes, a Marina Lorenzato e a Tania Savaget. De repente eu sai da piscina pra olhar o meu email e facebook. Vi que não havia nenhuma mensagem de aniversário e fiquei um pouco triste. Comecei a ligar para os meus amigos para combinar uma festinha. Voltei pra piscina e já não havia ninguém. Pedi ajuda pra minha irmã Carolina, pois havia caído muita coisa na água. A piscina ficava no meio do meu quarto e minhas roupas tinham voado pra dentro. Livros, câmera fotográfica... Tudo boiava e quase não tinha molhado. Resgatei as coisas e dei uma arrumada rápida no ambiente, fiquei dentro da piscina e as amigas voltaram para a água. Eu estava pelado e então resolvi colocar um short com uma cueca. Saí e deixei minhas amigas na piscina. Esqueci de avisar. Fui para uma casa na beira da praia. Lá encontrei outros amigos. A Joaninha chegou atrasada. Ela estava mais gorda. A Tania Savaget já estava na praia. Deve ter ficado sabendo por alguém. Ela estava sentada com o Ricardinho. Encontrei por lá o Peu, que faz aniversário no mesmo dia. Ele estava em um sofá com um monte de meninas bonitas. Eles iam tocar música. Fui entrar na água e percebi que estava de cueca. Tirei o calção e a cueca e voltei a colocar o calção. Neste momento percebi que algumas pessoas entravam na água peladas e outras não. Não havia problema para quem quisesse ficar sem roupa. Quando saí da água minhas roupas haviam desaparecido. Um anão havia colocado a minha cueca e usado minha camiseta como uma calça. ele parecia um mendigo. Perguntei se ele queria as roupas pra ele e ele disse que sim. Depois descobri que ele era o dono da casa e era muito rico. Cumprimentei o Peu, dei um abraço nele e subi para o segundo andar onde estava rolando a minha festa.
Luana / Hannap

LuanaSonhei que estava com a Luana Piovani, caminhando pela cidade. Era noite. Éramos namoradinhos.
Ela era mais baixa que eu e andava um pouco curvada. Tinha um olhar triste.
Ela me seguia, andávamos rápido, passávamos entre os carros estacionados para atravessar as ruas.
Percebia que ela era insegura. Eu ia conversando, dizendo que ela era bonita e que deveria acreditar no seu brilho e e levantar o queixo e o peito.
Bichos de estimação amarrados / Hannap

Bichos de estimação amarradosSonhei que estava saindo da casa de um amigo, com a Luna, este amigo e mais duas pessoas. (Eu e a Luna tínhamos um caso aberto, eu sempre ia na casa dela transar e era sempre bom.) Saímos do ap, de elevador, estávamos animados, meio bêbados. Eu tinha uma ponta e acendi dentro do elevador. Dei o último tapa e quando abri a porta estava o exército na saída do prédio. Eu ignorei eles, passei batido, fui o primeiro a sair e não olhei pra trás. Percebi a demora do grupo em chegar. Depois de um tempo eles apareceram, tristes e lentos. Entendi que o exército havia ficado um tempo com eles. Os militares haviam amarrado nossos bichinhos de estimação. O Marley (um cachorro labrador), um outro cachorro fox paulistinha, um gato, um tatu e um rato. Cada um deles tinha uma corrente presa nas 4 patas. Eles andavam com dificuldade. Desamarrei cada um dos bichos nesta ordem: cachorro grande, cachorro pequeno, gato, tatu e rato. Eles estavam muito tristes. Meus amigos queria reclamar com os militares, mas eu não deixei. Achei que seria improdutivo.
Carro de mãe / Hannap

Carro de mãeSonhei que eu fazia um freela pra alguém (Roberta Gamboa) e tinha que viajar pra chegar lá e entregar o trabalho.
Eu estava atrasado. A Lúcias Farias foi me buscar de carro. Íamos conversando. Ela dirigia mas quase não olhava a estrada. Eu apertava um baseado. A gente passou por um monte de policiais na estrada... Parecia uma blitz mas não era. Ainda bem.
Lucia colava na traseira dos ônibus e caminhões. Ela ia tranquila, mas eu estava muito tenso. Ela disse: Carro de mãe não precisa olhar pra frente. Deus protege. O comentário dela fazia sentido, pois a filha dela ia no banco de trás e era muito mais importante olhar pra ela do que pra frente.
Capitão Nascimento / Hannap

Capitão NascimentoSonhei que eu e o verdadeiro Cap. Nascimento (Rodrigo Pimentel) fazíamos uma viagem ultrassônica em uma nave. Nave espacial. Ele pilotava. De repente a nave começou a andar muito rápido e a pressão no ouvido era insuportável. Depois de algum tempo percebi que ele havia dormido. Assumi o comando da nave e disse que ele podia seguir dormindo que eu sabia pilotar. Acabamos nos perdendo no espaço.
Adragale / Hannap

AdragaleSonhei que estava dirigindo um carro com mais dois amigos (nos EUA). Passei por um pedágio mas não paguei de propósito. Só para criar um diálogo tenso com o fiscal. Parei o carro mais adiante e veio um homem com uma cara de índio latino-americano, tipo guatemalteco, pra conversar comigo. Desci do carro e ficamos um tempão conversando. Ele parecia muito sério e indignado com o meu delito, mas quando eu tirei algum dinheiro do bolso vi que ele queria suborno. Falávamos inglês o tempo todo mas em algum momento eu disse uma frase em espanhol e o homem respondeu com um espanhol perfeito. Perguntei de onde ele era e ele disse que era japonês. Não me convenceu. Ele era igual ao Eddie (um amigo meu guatemalteco). Deixei uma bela grana em reais com ele e voltei pro carro. Meus amigos estavam entediados.

OBS: em algum momento deste sonho eu anotei a palavra "adragale", que significa "enfia a faca nele".
Suicídio repetitivo / Hannap

Suicídio repetitivoSonhei que meu irmão Dudu era muito novo, quase um recém nascido, mas ele já engatinhava. Eu morava com a minha família em uma casa alta, de uns 3 andares. Estávamos todos no último andar, em uma salas que tinha uma varanda pros fundos da casa. Era bem alto, tinha uma queda grande. Meu irmão engatinhava até a varanda e todos ficávamos olhando, na dúvida se ele ia se jogar ou não. Sabíamos que ele já tinha consciência do perigo e que se ele se jogasse seria uma escolha dele. Ele se jogou e morreu. Só que no sonho existia uma prazo, que se a criança morresse antes de um ano de idade ela nascia de novo. Meu irmão nasceu outra vez e se jogou da varanda outra vez e morreu outra vez. Ele fez isso umas 3 vezes. No último nascimento dele tudo ia bem. Ele havia escolhido não mais se jogar da varanda. Só que quando ele já tinha um ano e quatro meses (depois do prazo da reencarnação) ele se jogou mais uma vez. Só que agora ele já era maiorzinho e teve a sorte de cair de pé e não morrer. Olhei pro meu pai um pouco decepcionado. Constatamos que estava tudo bem: ele só havia quebrado uma das 4 pernas! Caído lá embaixo percebi que meu irmão tinha a forma de um cachorro, com 4 pernas. Agora ele andava meio estranho, manco de uma das pernas. Seria assim pra sempre.
Pai mafioso / Hannap

Sonhei que eu acordava de manhã, na minha cama, e olhava pra trás. Alguém havia roubado o meu computador de madrugada. Levantei e fiquei muito triste, chorei. Tinham assaltado a minha casa enquanto eu dormia. A porta estava aberta. Fiquei com muita raiva. Voltei pra cama. De repente entra pela porta um homem loiro com um saco na mão. Ele voltou para assaltar. Eu fico muito nervoso. Ele se esconde. Logo em seguida entra o meu pai Jorge, de óculos escuros, cordão no pescoço, falando alto, como um mafioso. Entra rindo e caminhando malandramente. Percebo que foi ele quem me assaltou. Por isso a porta não estava forçada, havia sido aberta com chave. Ele começa a falar que eu estava fudido, que ele ia levar tudo. Fico com muita raiva e enfio uma caneta nas costas dele. Várias vezes. A caneta perfura a carne mas não o machuca. Ele continua indiferente e segue com o assalto. Me sinto impotente e o sonho acaba.
Show do Red Hot / Hannap

Show do Red HotEu estava no show dos Red Hot Chili Peppers e por algum motivo eu ficava nos bastidores, perto da bateria do Chad Smith. De repente acabou a energia e não dava mais pra tocar. O Flea, o Anthony e o John sairam do palco e rolou um momento de desespero dos organizadores. Haviam dois meninos por perto que também acompanhavam o show dos bastidores. Perguntei pra eles se eles sabiam tocar Under the Bridge no violão, os dois disseram que sim. Um dos meninos era capoeirista e muito malandrinho, o outro era mais tímido. Eu comecei a ensaiar a música com eles num cantinho pra ver quem tocava melhor. A organizadora do evento, que estava desesperada, mandou eu parar com aquilo. Lá embaixo na platéia estava o Antônio Tigre, improvisando atividades com a galera com toda a confiança, a organizadora gostou daquilo. Nós continuamos nosso ensaio e em seguida fomos até a beira do palco. Aí eu virei um mestre de cerimônias e comecei a falar com o público com um microfone que havia: - E então pessoal. Acabou a energia aqui, mas nós vamos tocar uma música no violão. Aí Chad, tranquilo? Can you play some percussion here with us? - Então, eu preciso de alguém que cante a música. Uma menina, pra ficar mais bonito. - Ó, mas tem que saber a letra direitinho, não vale cantar que nem o Ed Motta... Não vale fazer embromation.
Eu falava com desenvoltura no microfone e era engraçado. Estávamos todos sentados no chão, na beira do palco: os dois meninos, a menina, o Chad e eu. Começamos a tocar, eu coloquei o microfone perto do violão e da menina. Todos gostaram. O Flea apareceu na roda e começou a dançar. Foi um sucesso!
Professora Maritza / Hannap

Estava no colégio (mas eu já era velho). A Maritza era a professora e a Paloma Valls minha colega. Estávamos todos sentados em uma mesa comprida. Rolou um exercício: cada um fazia um desenho e todos entravam em uma piscina para ver o que acontecia com o desenho. O problema era que a piscina estava coberta de papel e então ninguém se molhou, nem os desenhos se molharam. O exercício foi um fracasso, a Maritza pediu pra ver o desenho de cada um depois da experiência. Eu mostrei vários pequenos desenhos e disse que nada havia acontecido. Ela começou a implicar comigo, dizendo que os meus desenhos eram pequenos e que o papel era vagabundo. Eu fiquei bravo pois isso não tinha nada a ver. A Paloma ao meu lado também começou a implicar comigo. Fiquei nervoso, chamei a Maritza de Pat, sem querer. Logo depois pedi licença e saí da sala. Fui dar uma volta pelo colégio. Estava puto.
Caminhando pelo corredor vi várias crianças correndo felizes. Encontrei o Aurélio almoçando no restaurante que ficava no final do colégio. Saí do colégio (o prédio simplesmente acabava, o teto se abria, não havia porta de saída). Na rua (era um bairro pobre) vi a Virgínia e uma menina (que era sua filha) descendo uma ladeira de terra, cada uma em seu skate long board. Vi um pai bem louro com a filha na garupa (eles eram gaúchos). Vi também uma menina negra passando por mim. Resolvi voltar e vejo minha mãe sentada com a menina negra e um casal de jovens. Minha mãe me apresenta à menina negra e diz que nós somos irmãos. Eu começo a chorar liberando a minha irritação da aula com a emoção de conhecer a minha irmã. Ela é muito parecida com a minha mãe só que com traços de negra. Volto para a sala de aula com a alma lavada e com a cara visivelmente inchada de tanto chorar. Entro na sala e faço a Maritza e a Paloma se sentirem culpadas por acharem que eu estava chorando apenas por conta da discussão com elas.
Amigos lascivos / Hannap

Sonhei que estava em Barcelona, sentado em um bar com meu amigo Alexandre Madureira. Estávamos bebendo, relaxados, junto de alguns amigos que transitavam por ali. Ao meu lado estava sentada uma mulher muito bonita. De repente chega uma amiga minha, também muito linda, que estava passeando de férias. Ela fica feliz e excitada de me encontrar. Nos abraçamos e nos beijamos e começa a rolar um clima entre os 4 da mesa. Todos estavam felizes, radiantes e lascívos. As duas meninas se beijam na boca, enquanto eu fico com a cara enfiada no decote da mulher que está ao meu lado, beijando os seus seios, e com a mão nas coxas da amiga recém chegada. O Alexandre se engata na sacanagem também, bulinando simultaneamente as duas mulheres.
Estrada perigosa / Hannap

Estrada perigosaViajava pela serra com meu pai (Eugênio) e minha mãe em um carro. Eu dirigia. A Jackie tava junto, em outro carro, mais um amigo. Um outro amigo, chamado Vitor, viajava no seu carro, acompanhado da mulher e da filhinha recém-nascida. O carro de Vitor ia na minha frente (estava escrito VITOR na traseira do carro dele). Era uma serra cheia de curvas, descidas e subidas. Eu nunca achava o pedal do freio. Sempre pisava em falso. Era muito perigoso, pois eu fazia as curvas e acabava invadindo a pista contrária. Era um estrada de mão-dupla e pista simples. Bati algumas vezes no carro de Vitor. Uma delas foi mais forte. Nas curvas eu não conseguia reduzir a velocidade e às vezes batia de raspão nos carros que vinham na contra-mão. Apesar do perigo meu pai e minha mãe estavam muito tranquilos e nem percebiam o que estava acontecendo. Finalmente fizemos uma parada e o Vitor e a Jackie foram falar com eles, dizendo que era muito perigoso eu seguir dirigindo, que estávamos correndo risco de vida. Eu percebi o clima e fiquei me sentindo muito mal por eles estarem me criticando.
Pantanal / Hannap

Dimitre morava no Pantanal na Vale do Rio Doce. Era uma maravilha porém ele sofria chantagem e ameaças de corruptos da região. A internet dele era cara e o cara que levou essa tecnologia pra ele cobrava 62% (encilo)
Abraço expressionista / Hannap

Abraço expressionistaUma menina bonita que estava em um bar, pedindo comida. Eles estavam preparando algo com frango. Arroz com galinha. Não tinha pra mim. Ela voltou pro quarto dela e se sentou numa mesinha pra comer. Nas costas dela estava pendurada uma tela (um quadro) com ela pintada, naquela mesma posição, de costas, tipo expressionista. Tentei abraçar mas não rolou.
Diamantes marinhos / Hannap

Diamantes marinhosSonhei que estava na fronteira do oceano Atlântico e o Pacífico em uma montanha de pedras. Era um lugar perigoso, o mar era violento mas muito atraente de entrar. Estava com o Bessa e mais uma galera. Eu ficava de pé na pontinha das pedras que dividiam os dois mares. Mergulhei no Pacífico. Era maravilhoso ver a quantidade de bichos marinhos. Avistei um diamante gigante e tentei pegá-lo. Ele fugiu. Os diamantes eram bichos, como os pequenos bichos do mar. Fiquei surpreso e feliz, voltei à superfície e contei a história.
Caracas / Hannap

Sonhei que ia viajar pra Caracas (Venezuela) naquele dia e não tinha nenhuma calça seca pra levar. Estavam todas húmedas ainda, secando. Só tinha roupas de verão, mas fazia frio, era inverno e eu ia acampar em Caracas. Estava em um apartamento grande, que era a casa do Ricardo, meu médico. Lá também moravam o Bruno e a Claudinha, tinha fotos deles em porta-retratos pela casa. Meu pai e a Yara estavam lá pra se despedir. Eu estava desesperado, tentando arrumar a mala. Procurei nos armários do Ricardo alguma roupa de frio. Estava esperando a Luna, que era quem ia me levar. De repente chega a Luna. Eu abro a porta e ela entra com uma amiga. As duas estavam tremendo de frio. A Luna havia cortado o cabelo bem curtinho e meio feio, e pintado de amarelo. Tava esquisito. Eu tinha um iphone. Lembro que era muito pesado e incômodo. Eu queria acessar a internet pra ver o clima em Caracas mas não conseguia.
Mahavir velhinho / Hannap

Sonhei que estava em uma aula de yoga no Nirvana com o Mahavir.
Ele tinha deixado a barba crescer, estava bonito. Estávamos em uma sala muito comprida, e em uma das extremidades havia uma espécie beliche com um colchão em cima. Nosso primeiro exercício consistia em vir correndo e pular para subir neste beliche. Ele ficava lá em cima, acompanhando os alunos subindo em fila. Depois de dar o impulso e subir os alunos tinham que alongar os ombros, deitando sobre o braço dobrado contra o corpo. Muita gente, principalmente as mulheres mais velhas, se revoltaram com a prática. Elas não conseguiam subir no beliche. Umas pessoas começaram a ir embora da aula e a reclamar, meio brabas. Depois que eu desci de lá o Mahavir saiu da sala e nos deixou sozinhos. Logo depois ele voltou com uma bengalinha, todo curvado, imitando um senhor idoso, com aquela barba preta. Ele dizia em tom cômico: - Vocês têm que respeitar os velhinhos! Respeitem o senhor yogui! Era muito engraçado! Ele era um professor comediante!
Mahavir velhinho / Hannap

Sonhei que estava em uma aula de yoga no Nirvana com o Mahavir.
Ele tinha deixado a barba crescer, estava bonito. Estávamos em uma sala muito comprida, e em uma das extremidades havia uma espécie beliche com um colchão em cima. Nosso primeiro exercício consistia em vir correndo e pular para subir neste beliche. Ele ficava lá em cima, acompanhando os alunos subindo em fila. Depois de dar o impulso e subir os alunos tinham que alongar os ombros, deitando sobre o braço dobrado contra o corpo. Muita gente, principalmente as mulheres mais velhas, se revoltaram com a prática. Elas não conseguiam subir no beliche. Umas pessoas começaram a
Baseado mágico da Paula / Hannap

Eu estava na casa do Marcus Molina e da Simone que era também a casa da irmã da Pat Lobo, a Paula (ela dormia no sofá). Estava na sala, sentado, preparando um baseado para fumar mais tarde quando de repente o cigarro deu um estalo. Eu já tinha lambido o papel e estava terminando de fechá-lo quando ele estalou na ponta e acendeu um pedacinho. Sozinho. Eu nunca tinha visto aquilo. Tentei apagar e demorei uns 10 segundos para conseguir. Foi o suficiente para infestar a sala com cheiro de maconha.
Então chegam o Marcus e a Simone e sentem o cheiro. Eles ficam decepcionados. Eu explico o que aconteceu, que eu não queria acender, que sabia que a Paula não gostava, mas que o cigarro tinha acendido sozinho. Eles dizem que ela vai sentir o cheiro e vai ficar puta. Eram 16:20 e ela chegaria em casa às 16:30. Logo depois começam a chegar na casa um monte de gente pra comprar coisas. A sala se converte em uma espécie de festa, leilão. Fica lotada, nós vamos embora dali. A Paula havia organizado um leilão para vender as suas coisas e os convidados começaram a chegar antes dela. Voltamos depois de 15 minutos e já não havia nada de cheiro. Concluo que a quantidade de pessoas absorveu o cheiro com a respiração. Ficamos os 3 muito felizes. Logo depois chega a Paula, contente com o movimento.
Guerreiro Ninja / Hannap

Guerreiro NinjaSonhei que eu era uma espécie de guerreiro ninja, que estava em fase de testes. Eu me vestia de preto e tinha um encontro marcado com um grupo de 6 outros guerreiros, de azul. Eles me esperavam no parque, onde iríamos lutar. Eu tinha que descobrir onde eles estavam. Cheguei em uma encruzilhada de árvores onde se encontravam 5 caminhos, senti que era ali o lugar e fiz uma pose ninja e dei um giro de reconhecimento. Era tudo muito no improviso. Eu pensava: - caramba! eu nem sou ninja e tô fazendo pose... é tudo inventado...

De repente eu vi os 6 guerreiros, no horizonte de cada caminho. Atrás de mim estavam 2 ninjas, bem longe. Um deles era o chefão. Ele ordenou o início do combate. O primeiro ninja azul foi fácil. Bati nele e acabou a história. O segundo veio em seguida e me arrancou a cabeça depois de apanhar bastante. Eu fiquei desesperado sem cabeça e procurei algum animal pra arrancar a cabeça e usar. Testei um bicho estranho, mas a cabeça era muito pequena e tina uma visão ruim. Então peguei a cabeça de um animal que parecia um polvo e me aprontei para o terceiro combate.
Água de Copacabana / Hannap

Sonhei que encontrava o Dani em uma feira. Eu gritei o nome dele de longe e ele respondeu dizendo o meu nome também! Mas não me encontrou com o olhar. Chamei outra vez e acenei, mas estranhamente ele não olhava pra mim, ficava sorrindo pro outro lado. Quando me aproximei ele me contou que tinha ficado cego, por isso usava um óculos escuro. Eu estava com o Villas. Ficamos muito tristes.

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"A capoeira nunca mais foi a mesma depois da equação: ditadura militar sobre capoeira e os textos de Guinga". Água de Copacabana é o nome desse trabalho. Uma foto que mostra uma pia, vista de baixo pra cima (não se vê a água, mas sim uma escada ao fundo com esta frase escrita nos degraus).

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Estávamos eu, Bessa, a Pri e mais uma galera em um restaurante. Na saída comentamos de tomar algo, um café ou um sorvete, em outro lugar. Estamos atravessando a rua, eu, Bessa e a Pri cruzamos e a menina que vem logo atrás de nós é brutalmente atropelada por um carro em alta velocidade. Olhamos pra trás e temos a certeza de que ela está morta. A polícia chega imediatamente e aborda o carro. São assaltantes armados que acabavam de sair de um assalto. Olhamos tudo de longe e ficamos assustados.
Barack Obama / Hannap

Barack ObamaEu estava no quintal de uma casa muito grande, com vista para os outros quintais vizinhos, quando apareceu um disco voador no céu. Fiquei impressionado, seguindo com os olhos passeio do disco pelo céu. O vizinho da casa ao lado também olhava e de repente vi que o disco aproximou-se à sua cabeça e pousou sobre ela. Ele era pequeno, como um capacete... Assumiu a forma da cabeça dele, como uma máscara. Uma réplica perfeita.

O mesmo aconteceu comigo. Um segundo disco voador pousou sobre minha cabeça e eu senti como ele se moldava às minhas feições, até gerar uma segunda cabeça, como se fosse de látex, porém durinha.

Eu tirei essa cabeça com as duas mãos e a cabeça voou. Logo entendi do que se tratava. Os discos vinham coletar cabeças de pessoas para levar idéias ao presidente Barack Obama.
Chorar em paz / Hannap

Eu, meu pai Jorge e o Chico Buarque, íamos a um show, em um festival que acontecia na cidade. Subiamos escadas rolantes ao ar livre, entre ruas elevadas. Meu pai tinha a programação em mãos e disse que o artista que eu queria ver se apresentava tal hora. Chegamos lá e o show ja tinha acabado, fiquei puto com ele. O Chico foi ver outro show.

Depois estava eu ia subindo uma ladeira, sozinho, voltando pra casa. Tinha vontade de fazer xixi e vi do outro lado da rua um trailer / lanchonete. Atravessei a rua e entrei no lugar. Disse ao pessoal do balcão: - Vou ao banheiro. A porta do banheiro era a mesma porta do microondas da lanchonete. Quando eu abri a porta o garcon segurou com a mão e perguntou-me: - Qual o teu nome? Eu lhe disse: - Gustavo. Ele apontou uma faca pro meu pescoco e foi empurrando-me para fora. eu torci a ponta da faca com a mão, para evitar que ele me furasse. Ele comecou a me insultar dizendo que eu nao podia sair entrando no banheiro de um bar assim, sem pedir permissão. Fui embora com muita raiva porque achei exageradamente agressiva a maneira com que ele reagiu, ameaçando-me com a faca. Cheguei em casa, onde moravam todos os meu amigos e familia e quis contar a historia, mas fui rodeado por 6 amigas minhas, todas vestidas de branco, falando sem parar, mostrando-me coisas. Finalmente consegui chegar ao quarto, onde estava meu pai Eugênio, minha mãe e alguns amigos sentados. Contei, indignado, a historia e vi pela janela que o pessoal do trailer vinha entrando na casa. O rapaz que me havia ameaçado era pequeno e tinha o corpo deformado. Ele vinha cabisbaixo. Sentou-se ele, acompanhado de um casal, que também trabalhava no trailer, na varanda da casa, de frente pra janela do quarto onde estávamos. Senti que ele tinha se arrependido. Os 3 entraram na sala e o homem sentou-se ao meu lado e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu comecei a chorar de soluçar. Uma criança de uns 4 anos, que também estava na sala, começou a chorar ao ver-me chorar. E então meu pai Jorge disse: - Para de chorar Gustavo. Eu lhe respondi: - Deixa-me chorar em paz.
Frankie Say Relax / Hannap

Frankie Say RelaxEra uma festa. Uma reunião onde se exibiam e se discutiam obras de arte (músicas e filmes) com a presença de gente conhecida da cultura brasileira.

Ela sai do salão e começa a chorar porque seu irmão faz uma crítica ao seu trabalho em um dos discursos ao público. Eu sento ao seu lado e a consolo. Ela desabafa, deita a cabeça no meu ombro. Chora. Eu sinto pena e ao mesmo tempo admiração. Ela me olha nos olhos e nos beijamos na boca. Um beijo de alívio. Sem paixão. Ela é a Maria Betânia.

Ao lado deste jardim onde estamos, à esquerda, há um pequeno caminho que sai da casa. Estreito entre paredes de outras casas, como um corredor. Por ali corre uma bicicleta acrobática que tem escrita no quadro "frankie say relax". Eu reconheço a pessoa sobre essa bicicleta mas não vejo a sua cara. Só consigo olhar para o tal texto escrito no quadro. Vejo que Maria já está melhor e sigo a bicicleta pela ruela. No ponto mais estreito há uma cobertura de gelo que forma um half-pipe muito comprimido entre as paredes das casas. Nesse U de gelo a bicicleta acrobática faz suas peripécias. Outras bicicletas participam da brincadeira. Neste momento a dona da bicicleta já é outra. É a Raquel Sakristan. Que para suas manobras quando me vê ao lado, admirando aquele esporte. Ela agora empurra a "frankie say relax" devolta ao jardim e vamos conversando pelo caminho.
Ex-presidiário pela portinha lateral / Hannap

Sonhei que eu estava fechando o portão de casa, tipo aquelas portas de garagem que baixam do teto.

Baixava o portão olhando com medo para um grupo de presidiários que estavam soltos do outro lado da rua.

Um deles me olhava fixamente nos olhos. Era careca e tinha cara de mau.

Ele começou a vir lentamente em minha direção.

Enquanto isso eu fechava as trancas no chão e sabia que ia dar tempo de fazê-lo antes do homem atravessar a rua.

Só que esqueci de fechar uma portinha, no canto direito, daquele tipo de porta que vem embutida no portão.



Ele, tranquilamente abriu a porta e me olhou.

Eu fingi estar armado e apontei o dedo para ele (mão em forma de revólver, polegar ao alto e indicador perpendicular) e disse:

- Sai daqui, senão te mato!

Ele olhou pra mim e disse tranquilamente:

- Tu nem estás armado, isso é a tua mão. Mas não te preocupes, eu só vim dizer que não precisas ter medo de mim, pois não vou te assaltar.



Eu fiquei pasmo e relaxei. Vi então que não havia porque proteger-se tanto.

Cadeirinha flutuante / Hannap

Sonhei que eu ia na casa da vizinha, Silvia, porque ouvia a filha dela (Laia) chorar. Então eu pegava ela no colo e ela ficava tranquila e sorria. Existia um cinto verde preso a uma grade que sustentava a criança em uma especie de cadeirinha flutuante. A Silvia quis prender-me neste cinto, junto com a Laia, por questão de segurança. Mas a grade ficava na beira de um abismo e dava muito medo. Eu lhe disse que preferia ficar com a Laia no colo normal, que não haveria problema. Enquanto a Silvia fazia coisas pela casa a Laia, que tem menos de um ano, começou a falar frases bem complexas como: - A mamãe tá arrumando a casa. A Silvia quase não acreditou quando lhe contei e então eu pedi pra Laia repetir e ela ouviu.

Depois me encostei na parede, sentado no tatame para ver televisão com a Laia no meu colo. A Silvia deu uma parada no que estava fazendo e sentou-se também. Foi quando chegou o marido dela, Esteban, e viu a cena e ficou com ciúmes. Ele disse: - Ya es hora de teneres tu propio hijo, no? Então eu me levantei e o convidei educadamente para vir à festa que faríamos naquela noite na minha casa.
Cachorro do tipo gato / Hannap

Sonhei que estávamos eu, meu pai Jorge e mais um grupo de pessoas no terraço de um prédio onde morava a Yara. Era muito alto, provavelmente o 26º andar. Estávamos comendo, todos em uma mesa, e preocupados com a possibilidade da Drica (cadelinha da Yara) pular o parapeito, que era bem baixinho e a única coisa que separava o terraço da queda livre.

A Yara dizia: - É só não dar muita atenção à ela, não deixá-la excitada, que ela não pulará. De repente meu pai atira um pedaço de carne pra ela, um pedaço de peixe que estávamos comendo. Ela fica louca. Adora e dá um salto em direção ao murinho e escorrega. Cai.

Tristeza geral e a certeza de que nem adiantava olhar, pois ela já estava morta.

A Yara desce, desolada, ao seu apartamento no 4º andar e encontra a Drica estatelada na varandinha. Ela havia caído sobre o toldo do vizinho de cima e escorregado até a varanda da Yara. Quando nos aproximamos dela ela levanta e sai correndo, com a cara um pouco deformada pelo impacto, mas super viva. Nos damos conta de que ela é um cachorro do tipo gato, que tem sete vidas também e contabilizamos que lhe sobravam apenas 6.
Casa bagunçada / Hannap

Casa bagunçadaTinha ido visitar meu pai no Rio, no seu antigo apartamento na Gávea. O ap era do tamanho do andar inteiro. Estava um pouco abandonado, com as janelas todas fechadas. Eu tive que sentar-me e trabalhar com o meu computador. Não pude ir pra rua e aproveitar a cidade. O Nildo, porteiro do prédio, me interfonou e conversamos um pouco. Ele estava com saudades. Abri um pouco as janelas. De repente o meu pai aparece para me buscar e me levar na sua casa nova. Era um lugar bonito, uma casa, mas que também estava abandonada. A Yara e outros amigos do meu pai já estavam lá dentro, nos esperando. Ele viu que eu fiquei incomodado com o descaso da casa e entrou. Eu fiquei lá fora, no quintal, dando uma geral, tirando o lixo acumulado da área dos cachorros. Quando eu entrei meu pai pegou os restos da comida que haviam feito e foi dar para os cachorros. Pobres cães, parecia que não comiam a anos!
Paranóia Sexual / Hannap

Sonhei que estava em uma casa grande, cheia de quartos. Em um deles estava a Tanya. Entrei e deitei na cama com ela. Começamos a conversar e a transar simultâneamente. Era um sexo estranho, não muito bom. Sentia que algo havia dentro da vagina dela. Era um grampo de grampeador, que me fez uma ferida no pênis. Transávamos sem camisinha. Tirei o pau e sentia dor. Logo vi que o grampo havia feito uma ferida e sangrava. Perguntei se ela havia transado com alguém, sem camisinha. Ela consentiu afirmativamente e eu me desesperei. Fui ao banheiro e comecei a mijar e espremer o sangue que saia. Tinha muito medo de haver contraído alguma doença. Estava também a ex-namorada do Antonio, a Iris. Ela era a dona da casa e andava nua, com um kimono japonês de seda, totalmente aberto. Quando ela passou por mim comecei a chorar e pedi um abraço de consolo. Na verdade aproveitei a situação para roçar minha cara nos lindos peitos dela.
Toscani e os monges tibetanos / Hannap

Estava com um grupo de gente (amigos e conhecidos), caminhando por um terreno árido de montanhas de terra vermelha. Haviam vários túneis entre estas montanhas e íamos por eles, um clima meio Indiana Jones. A Lúcia e o Toscani eram os mais conhecidos meus. De repente saímos de um túnel e chegamos a um vale, um lugar plano, rodeado estas montanhas. A planície é de barro seco também, tudo muito árido e vermelho. As pessoas do grupo caminham para o centro da planície e eu e o Toscani ficamos num canto, perto da montanha. Descubro um monte de coisas interessantes: joias, armas, documentos. Chamo o Toscani para ver e começamos a escutar vozes que vem detrás de uma pedra bem lisa na parede da montanha. É um mantra, supostamente entoado por várias vozes. Pressiono a pedra lisa e se abre um portal gigante na montanha. Lá está um grupo de monges (tipo tibetanos), flutuando sobre um lago, em postura de lótus, em um lugar muito lindo e verde, cheio de pássaros, árvores e cachoeiras. Eles nos vêem e saímos correndo. Eu pego algumas das coisas que encontrei e digo ao Toscani para ir voando. Para ele é impossível mas para mim é fácil, dou um impulso e alço vôo. Subo até chegar ao topo de uma montanha (que também é um edifício), sei que estou fazendo algo errado. Logo em seguida chegam os monges (voando também) e aterrisam onde estou. Tranquilamente eles me dizem que mesmo eu sabendo voar daquele jeito, nunca seria como eles se roubasse as suas coisas.
Després de la Mercè, l‘habitació. / Hannap

Estava follando com la Mercè, numa cama.

Uma foda boa. Tínhamos só um preservativo e depois de usá-lo continuávamos animados. Saímos e fomos comprar mais no supermercado. Compramos comida também, para fazer. Era uma sensação boa. De conexão física. Depois eu entrava em um apartamento onde eu iria morar. Ia compartir com mais alguém, mas meu quarto era grande e luminoso. Tinha uma janela bem grande. Lembro que para arrumá-lo segundo o misticismo magnético, saquei uma bússula do bolso. Verifiquei que a parede grande do quarto estava cravada com o norte. Era a parede onde iam ficar as 3 mesas do quarto. Duas grandes para trabalhar (uma para o computer e outra para desenhar e uma escrivaninha, que já estava lá e era cheia de objetos decorativos e pó, onde pensei em deixar as miudezas. Abri a segunda gaveta dessa escrivaninha e encontrei um monte de coisas do meu pai Jorge. Eram desenhos, projetos e esboços de quadros e instalações e algumas fotos. Pensei em guardar todo o material, pois era tudo muito bom. Estava feliz com o meu quarto novo.
Pagode na casa do Carlo / Hannap

Eu estava trabalhando em minha casa e o Carlo Giovani na dele. Eu tinha uma ilustração pra fazer, era o último dia para entregar. Liguei pro Carlo e perguntei se podia ir pra casa dele, trabalhar lá. Ele disse que sim. Fui e quando cheguei na entrada começaram a surgir conhecidos, amigos, gente por todos os lados. A casa do carlo era aberta e as pessoas que passavam pela rua entravam. O Carlo se trancou no quarto dele e eu percebi que ele não gostou do movimento. Estavam a Rafaela Vinotti, o Caco, a Clarisse, e mais um montão de gente, todos rindo alto, aquilo tinha virado uma festa. Eu fiquei desconfortável com a situação porque ao mesmo tempo que era legal encontrar aquelas pessoas todas e divertir-se eu tinha a responsa de um trabalho pro dia seguinte e não estava na minha casa. O Carlo não aguentou e fez um pronunciamento. Ligou um microfone que tinah dentro do quarto dele e disse: - Quero que todo mundo vá embora, inclusive o Gustavo Peres e o Caco Galhardo. Me entristeci muito, vi que havia cagado a história. A polícia já estava chegando para acompanhar todo mundo embora. Me senti mal por haver deixado o Carlo cabreado e um irresponsável, por não haver feito o trabalho.
Guiné Bissau, Moçambique e Angola / Hannap

Estava abrindo uma loja, junto com o a Pat Pinheiro. Ela era a dona da loja. Eu estava colocando umas imagens dentro de molduras. Meu pai também trabalhava na equipe e muito mais gente. A Pat reclamou que eu não centralizava o desenho na moldura.

Saímos de dentro da loja e fomos comer na calçada, num mesão para todo mundo envolvido. No meio do almoço dois meninos, provavelmente filhos de alguém do trabalho, começaram a brigar, briga boba de criança. Nisso vem um policial e dá um esporro nas crianças, empurra o menino branco e puxa o cabelo do pretinho. Eles começam a chorar e eu me levanto pra dar um esporro no policial. Tinha medo de que ele sacasse o revólver e seguro as duas mãos deles, dizendo que ele não é pedagogo, muito menos professor e que dos nossos filhos cuidamos nós. Aquilo não era assunto de polícia.

Depois era quase noite e eu estava na entrada de um casarão vermelho de uma menina rica. Eu estava acompanhado de umas 5 meninas na escadaria, e tínhamos que entrar pra fazer algo. O problema é que quando abríamos a porta, esta menina rica e bonita se transformava em um bicho gigante, tipo um tigre preto, e assustava as outras. Então eu tinha que ficar com ela, transformada em tigre e acalmar o bicho, para que as outras pudessem fazer o que tinham que fazer.

Depois já era dia e fazia muito calor. Estava em um clube tomando banho naqueles banheiros que tem várias duchas, separadas por um murinho de azulejos que só deixa ver a cabeça do companheiro ao lado. Meu companheiro era o Mussum. Ele cantava feliz e ensaboava o suvcaco. A gente ria juntos. De repente apareceu o Tim Maia, em plena fase racional, com aquele cabelão. Ele estava sério e o Mussum disse pra ele tomar um ducha também. Ele tomou ( o black power não molhava ) e começou a cantar também. Fiquei encantado, estava ao lado de duas figuras raras que eu sabia que já tinham morrido. Saímos do banheiro e fomos pra grama brincar com uma bola de futebol. Eu queria muito pegar minha câmera e registrar que eu havia estado com os dois, mas o clima estava tão bom e íntimo que ia soar coisa de fã.
Silêncio na oração / Hannap

Era volta às aulas. Eu estudava com o pessoal da Tátil. Minha família me levava de carro para o colégio. Eu ia escovando os dentes no carro porque estava atrasado. Estava lá o Marcelo Lopes que me cumprimentou no estacionamento. Na cozinha estava a Bia Lamanna fazendo uma sopa gostosa. Provei. Depois da aula apareceu a Tanya e fomos dar um passeio pela região. Tinha um templo budista com um lama que ia fazer uma oração. Estávamos sentados: O lama, eu, a Tanya, a Pat Lobo, a Joaninha, a Paloma e mais gente. Alguém do grupo começou a leitura e a Tanya começou a resmungar baixinho no meu ouvido. Eu gritei - Que chata! O lama me olhou e pediu respeito. Ela continuava resmungando e atrapalhando a oração. O lama pediu silêncio mais umas 3 vezes. Na última ela se levantou e foi embora. Meus colegas me olharam e tiveram pena de mim. Acabou a oração, todos foram embora e eu fiquei. O lama disse que ia descer para a cidade e me acompanhou. Fomos conversando. Eu ia para uma festa da turma. Ele tentava falar-me e eu não ouvia por causa do barulho dos carros. Nos despedimos no meio da rua. Depois me ligou a Pat para me consolar.
Amante ladrão provoca suicídio alheio / Hannap

Sonhei que tinha marcado de fazer sexo com um homem do meu trabalho (?). Era um homem bonito. Fomos juntos em um trem onde havia muita gente conhecida. Estávamos disfarçados. Ele era tb o condutor desse trem.

Chegamos a uma casa. Era minha casa. Eu morava com a Tanya. A casa era pequena e bagunçada. Estou eu deitado no sofá e a Tanya sentada em frente ao computador e aparece o tal homem para assaltar-nos. Depois vem a polícia. Eu sigo deitado no sofá bem tranquilo, durante todo o tempo. Depois me levanto e vou à cozinha, lá aparece minha Tia Alice e diz que a Tanya e a minha prima Lu tinham se suicidado. Era um momento difícil.
Polícia Portuguesa / Hannap

Estava em Portugal, entrando em um shopping com a Tanya. Eu levava um beck no bolso. Quando descemos uma escada rolante havia um grupo de policiais abaixo, com seus cães farejadores. Um pastor alemão virou-se pra mim e latiu. Depois ficou me seguindo com o nariz no meu bolso. Eu, discretamente, tirei o beck do bolso e coloquei-o na boca, partido em dois e tentei escondê-lo entre o lábio e a gengiva, na parte interna do buço. Mas logo percebi que o beck ali dificultaria a minha fala, já que fatalmente eu seria interceptado pelos policiais. Surgiram mais dois cachorros atrás de mim, um mini-poodle e um coelho farejadores!. Já estávamos no estacionamento do shopping. Engoli o beck no instante em que apareceram dois policiais. Ele me analisaram e viram que havia cheiro de marijuana vindo da minha boca. Eu lhes disse: - Qual o problema?! Fumei um beck antes de entrar no shopping. Por acaso isso é crime em Portugal? Fomos levados a uma varanda. Um lugar bonito, agradável, onde estavam uns 15 estagiários de policiais. Eram todos da nossa idade, ou mais novos. Os dois policiais mais velhos se foram e ficamos ali, eu e Tanya, a conversar com os estagiários. Eram muito divertidos e se riam de mim, do meu sotaque brazuca. Falei: - Pô, qual o problema de fumar um beck? Vai dizer que ninguém aqui nunca fumou. Todos riam e concordavam. Me irritei e dei dois golpes com a mão, como se batesse numa mesa... Sem querer acertei a coxa de uma das policiais. Ela era muito bonita e ficou com uma cicatriz vertical ao longo de toda a coxa. Eu pedi desculpas e ela disse que não tinha nenhum problema, que entendia a minha raiva. Mas sua cara era de dor. Os outros estavam comendo laranjas e eu pedi um pedaço. Um deles disse que a laranja bloqueava a presença do beck na análise do laboratório e eu disse: - Aaaahh só um pedacinho... E todos riram. Era muito fácil de escapar de onde estávamos, mas eu e Tanya esperávamos o regresso dos cops numa boa. Perguntei para um dos estagiários se aqueles dois policiais estavam cheirados e ele levantou os ombros e as sombrancelhas de uma maneira afirmativa, sem dizer nada. Depois anoiteceu e acabou o trabalho deles. Percebemos que os policiais tinham esquecido da gente e fomos todos embora. Me lamentei por haver perdido uma tarde inteira em Portugal no meio daqueles policiais, sem fazer nada, mas ao mesmo tempo gostei da experiência.
Russo Negão / Hannap

Estava em minha casa com a Tanya. Morávamos juntos no Brasil em um apartamento. Era miuto ensolarado. Vou descendo, saindo do prédio quando vejo, no corredor, a janela que dá para o pátio interior. As roupas da Tanya estão voando para dentro do prédio. Chego perto da janela e uma espiada. O Cláudio Negão (meu falecido ex vizinho em Botafogo, policial aposentado e homem muito excêntrico) está vasculhando o cesto de roupas limpas e dobradas. Ele estava desarrumando tudo e cantando feliz. Eu pulo a janela e agarro ele pelo colarinho. Como ainda tenho dúvidas grito pela Tanya para confirmar se aquelas roupas são mesmo dela. Deixo o Cláudio e pulo para dentro do prédio outra vez. Encontro minha mãe e meu pai Eugênio no corredor. Explico a situação e peço para que eles chamem a Tanya. Afinal ela chega e confirma que as roupas são mesmo suas. Mas o Cláudio já não está mais lá. Saio irado atrás dele. Nossa empregada se assusta com minha raiva e com um olhar de medo tenta convencer-me:

- Seu Gustavo, deixa ele. Ele não sabe o que faz. Ele é Russo.

- Russo?! Como que ele Russo se ele é negão!?
Wasabi / Hannap

Estava viajando com um grupo de mais ou menos 40 pessoas. Éramos liderados pelo Rodriguinho e pelo André Patrocíneo. Íamos todos no mesmo ônibus. Paramos para dormir em um monastério budista. Em um pátio interno haviam 40 camas, distribuidas em 3 andares. Fui dar um passeio pelo templo e encontrei um lugar mais escondido, no alto de um edifício de onde se via o tal pátio interno com todas as camas. Na varanda de onde eu estava havia uma estátua linda e gigante do Buda, gordo e sorridente. Dei a volta nela e descobri que atrás havia outra representação do Buda. Era uma cara menor e mais misteriosa, mais abstrata também, que só se enxergava de um ângulo específico. Pensei em fotografar no dia seguinte, pois já anoitecia. Fui dormir nesse mesmo quarto, longe dos outros, junto com uma mulher bonita e uma cadela branca, labrador. Nos despertamos e ouvíamos barulhos de molas rangendo que vinham das camas no pátio. Parecia que todos estavam fazendo sexo, pelo barulho. Quando olho pela janela vejo que estão todos em adhomukha sobre a cama e que o barulho das molas era da prática de yoga. Nesse instante, instigados pelo barulho, começamos a transar, eu e a mulher bonita. A cachorra entra no meio do sexo e começa a lamber a mulher e acabamos por transar os 3 ao mesmo tempo. A sensação era de luxúria total. Sabia que logo seguiríamos viagem e ouço que já não há barulho de molas. A yoga já havia acabado. Nesse instante a cadela senta-se sobre a mulher que está deitada, (que agora é uma japonesa), e começa a esfregar-se nela e gritar. As duas gozam e ejaculam muitíssimo. Eu fico olhando impressionado. Quando me dou conta, olho pela janela e vejo que todos já se foram. Começo a correr desesperado para não perder o ônibus. Lembro-me da foto que tenho que tirar e volto correndo para a varanda. Fico dando voltas na estátua, buscando o melhor ângulo, mas estou nervoso e não consigo tirar nenhuma foto. De repente piso em uma parte do chão que é de vidro. O vidro se rompe e eu caio com a perna e a câmera dentro de um reservatório de wasabi. Fico desesperado, começo a chorar e me arrependo de não ter feito yoga e tirado a foto antes. A imagem do buda me olha com uma cara feia, de reprovação. Saio chorando em direção ao ônibus que me espera. Conto a história da foto e a Tanya vai correndo comigo. O Zé Miguel vai atrás. Ela consegue escalar uma parede perigosa para pegar um pano pendurado na árvore, pra limpar a câmera. O Zé Miguel começa a resmungar reprovações à ela. Ela desce, tiramos a foto juntos, bem iluminada. A estátua sorri para nós dois. Nos beijamos e vamos embora.
Estados Unidos / Hannap

Estava em uma praia nos Estados Unidos, com um amigo. Era noite e passou uma estrela cadente linda no céu. Falávamos com 3 pessoas, brazucas também. De repente surge um satélite da NASA, muito perto, voando envolta da praia, dando rasantes no mar. Parecia um robô. Era impressionante para mim. Para o resto das pessoas na praia parecia algo normal, que eles estavam acostumados a ver.

Depois estava em um hotel, dividindo um quarto com meu amigo Franklin. Haviam outros amigos da Tátil também no hotel. Todos queriam sair de festa. Eu não. Me diziam que eu estava aburrido. Depois, quando todos sairam eu fui a um restaurante comer sozinho e na mesa ao lado estavam 4 pessoas, um homem mais velho, duas peruas e um rapaz mais jovem. Todos americanos. Me chamaram para sentar com eles. Fiquei lá jogando cartas e bebendo licor até altas horas da madrugada. Pensei: O Franklin quado chegar no hotel e vir que eu não estou vai pensar que estou de festa e que não sou um aburrido.
Spielberg lança Medo e Paixão / Hannap

Spielberg lança Medo e PaixãoEu e Paula Mello, estávamos juntos numa casa de madeira em algum lugar no interior do Brasil. Era noite de fim de ano. A Aline também estava (sentada em uma mesa comendo com a família). Eu queria que fossemos viajar juntos, para um lugar ainda mais no meio da natureza. Estávamos sentados num morrinho vendo a lua. A lua era gigante, amarela. Demasiado grande. Vimos que aquilo não era a lua, pois a lua verdadeira estava do outro lado, num tamanho normal. Aquilo era um anúncio de um filme projetado no céu. Era um filme do Spielberg. O anúncio projetava palavras: Medo e Paixão. Em várias línguas. O Manu e a Rosa me diziam que esse filme era "la hóstia". Apareceu no programa do Jô, alguém que ia falar do filme. Era como uma febre mundial. Todas as pessoas no programa do Jô sabiam cantar a música tema do filme. A banda do Jô tocava e um homem muito gordo, tipo o Tim Maia, cantava acompanhado de todo o público.

O filme ensinava que devíamos destruir o Medo e a Paixão (era um conceito entre paixão, euforia e excitação). Segundo os ensinamentos, somente vivendo sem a influência dessas duas emoções é que poderíamos libertar-nos.
Sampa Andaluz / Hannap

Estava saindo de uma estação de metrô em são paulo.

Era de noite, no centro. A impressão que eu tinha da cidade era que tudo era meio improvisado e estragado. As placas na rua, as grades, a calçada... A cidade estava suja e eu fiquei com medo. Conheci um cara alto e combinamos de encontrar-nos umas horas mais tarde em um cruzamento (tipo paulista com consolação). Eu disse: - Me dá teu telefone. E ele disse: - Não. Nos encontramos aí pelas 3, 3 e meia. Pensei: - Iiihhh, não vai rolar. Não vou ficar plantado nessa rua esperando esse cara. Eu ia caminhando de uma maneira meio torpe. Passava alguns passantes e logo depois me cansava e eles passavam por mim. Todos me olhavam e estranhavam meu comportamento. Mais adiante vi um grupo de 3 pessoas. Eram Antonio e Clara e alguém mais, não identificado. Seguimos caminhando juntos até que paramos em um tabuleiro de doces. Era um vendedor ambulante com doces incríveis. A Clara arregalou os olhos e disse: - É tudo que precisamos!!! O vendedor estava do outro lado da rua, atendendo a outros clientes. O Antonio começou a comunicar-se com ele por leitura de lábios e a Clara não se deu conta e ficava excitada dizendo: - Como vamos fazer para comprar isso? Será que pegamos e saímos correndo. Eu peguei no braço dela e disse: - Shhh, silêncio que o Antonio tá negociando. O vendedor entedia o Antonio porque ele tinha um sotaque andaluz.
Congresso de jornalistas feministas em Barcelona / Hannap

Eu e Tanya estávamos dentro de um ônibus em Barcelona, sentados em um banco na frente. Estávamos excitados, mas alí na frente havia muita gente e ficava difícil fazer qualquer coisa. Nos mudamos para um banco no meio do ônibus, em frente à porta de saída. Comecei a fazer uma carícia nela. Coloquei discretamente a mão dentro das suas calças, mas o acesso estava difícil. Tinha alguém atrás da gente que via e ouvia perfeitamente tudo que fazíamos. Eu e Tanya falávamos palavras explícitas, achando que ninguém entendia. Eu disse: - Ai! Tá difícil pegar essa bucetinha. E ela disse: - Espera, agora não. A pessoa que estava atrás se levanta para descer e na saída diz pra mim: - Tu deverias tomar mais cuidado com o que falas e fazes nessa vida. A Tanya e eu nos surpreendemos e ela muda de banco, vai pra um ao lado. Na frente do banco dela estão sentadas 3 brasileiras que escutam a cena e começam a falar alto para mim. - Seu machista! E perguntam à Tanya se eu havia tentado fazer algo com ela. A Tanya resolve fazer um teatro e diz que sim. Elas se viram pra mim e começam a xingar-me A Tanya ri ligeiramente, adorando o teatro! No ônibus estavam um monte de jornalistas brasileiras feministas voltado de um congresso. Todas elas se revoltam contra mim e me ameaçam, dizendo que vão me denunciar à polícia. Elas descem do ônibus a na parada seguinte descemos eu e Tanya. A Tanya ria-se muito. O teatro dela havia sido engraçado, fazendo-se passar por vítima violentada. Vamos caminhando à beira de uma praia onde estão meu pai Jorge e meu tio André. Tiramos todos a roupa e mergulhamos no mar cristalino. Eu estava triste com a história do ônibus.
A responsabilidade das plantas / Hannap

Estava subindo em um elevador, junto com a Leonor e o Manuel da Casa Portuguesa. Eles estavam indo pro trabalho (acho que era uma espécie de estúdio de design) e eu acho que estava lá para ajudar-los com um trabalho. A porta do elevador abriu e saímos. Eles foram por um lado e eu segui por um corredor, bastante amplo e claro, até o final onde tinha uma porta. Era um bonito ambiente de trabalho, pensei. Dessa porta sai o Huan. Com uma cara de preocupado e triste. Ele se encosta na janela e começa a me contar: - Tio, ela colocou meu nome como responsável dessas plantas. Foda tio. E apontou pra umas plantas grandes que estavam no corredor. Eu disse: - Aaaahhh... Ela precisa que alguém se responsabilize formalmente por uma questão de burocracia do prédio. E tu és a pessoa que fica mais tempo aqui. Olhamos para uma planta que já estava muito grande e não tinha mais pra onde crescer. Ela já estava amarelando nas pontas. Ele disse: - Se essa planta morrer a culpa vai ser minha. E começou a chorar.
Carne humana / Hannap

Sonhei que estava em um grande mercado público, que era também um albergue onde eu estava hospedado. Tudo tinha um aspecto muito nojento. Eu estava me preparando para encontrar amigos, saindo do albergue com a Juliana da capoeira. Tentei ir ao banheiro, mas não consegui entrar. Estava imundo. Eu alertei a Juliana, que tamém tinha vontade de ir e nenhum dos dois entrou. Caminhei até o nosso ponto de encontro onde estavam o Marcio Angst e a Mari Fontes, sentados em uma mesa conversando. A Juliana chegou depois. Na mesa estavam embalados pedaços de carne vindos do supermercado. Eram partes do corpo humano. A maior parte era um tronco, aberto no meio, sem cabeça nem braços, nem órgãos internos. O outro pacote eram pernas (do joelho para baixo, incluindo os pés). E o terceiro pacote era apenas um peito (este não estava aberto no meio, estava fechado). Eu subi na mesa e comecei a mover os pacotes, tentando colocá-los na distância certa para reproduzir um corpo.

A carne humana embalada parecia muito normal para todos. Era alimento. Comecei a ficar muito enjoado com vontade de vomitar. Os pacotes tinham aquele sangue que fluia entre a carne e o plástico. Me dei conta que o primeiro pacote era fora de escala, desproporcional em relação às pernas, muito pequeno.

De repente surge um ciclista frances e se aproxima da mesa. Ele começa a fazer perguntas em espanhol: - Donde hay un supermercado para comprar comida? - Y donde se puede dormir?

Eu ia respondendo muito rapidamente a cada pergunta, mas ele não prestava muita atenção. No final ele pergunta calmamente: - Y donde están las dependencias?
Sem sair da cama / Hannap

Sonhei que estava em um quarto, deitado na cama. Estava indo dormir ao lado da Tanya, minha namorada. Quando me desperto ela está ali, deitada do meu lado, mas não é mais a Tanya, é a Luiza Chuazinha. Eu não estranho a diferença, trato ela como minha namorada, e lhe pergunto se ela dormiu bem. Ela diz que sim, mas que logo depois que eu adormeci ela saiu com o outro namorado dela, o Igor. E que recém tinha chegado da noite. Eu observo melhor e verifico que o cabelo dela fede a cigarro. Ela se levanta e sai pela porta. Eu vejo que o Igor está esperando ela do lado de fora. Os dois vão embora. Depois entra a Tanya pela porta e vem deitar-se do meu lado. Me sinto feliz. De repente, no pé da cama, levanta uma cabeçinha. É o irmão dela, eu falo: C‘mon Jason, join us! (o idioma do sonho troca pro inglês). Ele salta pro meio da gente e me diz que seu nome não é Jason. É Alberto (con sotaque gringo). A Tanya começa a rir e eu percebo que ele está me sacaneando. A cara dele é idêntica a do Pau, irmãozinho da Patricia, minha companheira de piso.
Um passeio de camelo em busca de uma pizza barata / Hannap

Eu morava com minha família toda, numa casa de dois andares, numa esquina. A cidade era Torres. O pai e a mãe sairam e deixaram a gente sozinhos. A Juliana teve fome e queria comer pizza. Havia uma pizzaria em frente da nossa casa. Mas ela queria comer uma mais barata. Subimos no nosso transporte. Era um camelo que às vezes virava um elefante. Dava vergonha de sair com ela, montando num animal, mas eu gostava do bichinho. A Ju foi "dirigindo" e passamos por cima de jardins, cercas, calçadas. Demos uma volta em toda a cidade e destruímos bastante coisa. No final encontramos uma pizzaria barata. Ela ficava detrás de nossa casa e abastecia a pizzaria cara que ficava em frente.
Tapete Toalha / Hannap

Estávamos eu, Jorge meu pai, e alguém mais. (acho que era o Bessa)

Subíamos a pé, lentamente, por uma estrada cheia de verdes. Era uma vegetação tropical. Parecia um trecho da Floresta da Tijuca. Estávamos indo ao sítio da Clara (amiga catalana) que tinha feito uma festa no dia anterior, para celebrar o seu aniversário. No meio do caminho, numa curva pra direita há uma vista incrível, de um campo, com montanhas no fundo e um lago. Um terreno aberto. Estavam todos lá. A festa ainda continuava, as pessoas haviam dormido, acordado e continuavam bebendo e festejando, mas de uma maneira mais tranquila.

A Clara estava lá, meio bêbada e passava de grupo em grupo para conversar. Eu, meu pai e o Bessa sentamos na mureta que separava a estrada de asfalto do tal terreno. Tinha gente ali com a gente, sentada na estrada, tomando um sol. Passou um cara vendendo cachaça com suco de fruta e meu pai comprou 5 copos e disse que ia revender e ganhar dinheiro lá embaixo. No meio de um grupinho ao nosso lado, meu pai reconheceu o Pep Monserrat, e me perguntou se era mesmo ele.

No meio do lago havia um pier de madeira. Sobre ele um tapete lindo, indiano, que tocava a água. Eu pensei: - Que falta de cuidado, molhar um tapete daquela importância. A Clara veio vindo em nossa direção, super contente. Perguntei da festa e comentei do tapete. Ela me disse que aquilo era uma toalha da Turma da Mônica e chamou a toalha. A toalha veio voando, bem durinha e ficou sobrevoando a gente. Eu estendi o braço e peguei ela. Joguei-a pra cima e ela pairou e pousou bem esticadinha na grama, pra eu deitar ao sol.
Homem forte / Hannap

Eu estava com a Tanya, transando na sala de uma casa.

Era dia. De repente surge um cara no meio.

Ele quer transar junto, fica ali do lado de pau duro.

Ele tem tesão nela e fica passando a mão nas costas dela enquanto transamos.

Eu fico muito bravo e a Tanya acha engraçado.

O cara insite com os chamegos.

Eu começo a discutir com ele.

Peço ajuda à Tanya pra ela segurar os braços dele enquanto eu dou socos na cara dele.

Mas os socos saem muito fracos, moles.

Eu e Tanya fugimos, entramos em outro quarto e nos trancamos ali.

O cara não desiste. Não fica bravo de eu ter batido nele.

Diz que não se importa e que está apaixonado pela Tanya.

A Tanya acha engracada a atitude dele.

Saimos para a sala outra vez e ele está deitado no sofá.

Eu estou morrendo de medo de ele querer me bater.

Ele é muito maior que eu e muito forte.

Ele diz que não seria covarde. Que não vai me bater só porque eu bati nele.

Diz que me entende o meu ciúme.

Mas diz que não consegue se controlar pela Tanya e sinaliza sua gigante ereção, visível por baixo da calça.

Na sala estão além de nós dois mais dois amigos que moram na mesma casa.

Todos riem com o jeito do homem forte, inclusive a Tanya. Eu fico muito puto e com raiva.
Prefiro ser um avião / Hannap

Estava nos fundos de uma casa (dos meus pais), deitado num colchão dormindo com a Tanya. Estávamos ao relento, encostados no muro. Já era dia, eu estava acordado e ela ainda dormia. Eu ouço o barulho de gente chegando em casa. É minha mãe com a família. Minha mãe vem toda sorridente até onde eu estou e pergunta com tom sarcástico: - Quem é essa? Maria Antonieta? Eu não respondo nada, ela se vai.

Ao meu lado existe um corredor que passa por trás da casa do vizinho. Resolvo ir por ali visitar meu amigo Lúcio, que mora nos fundos de uma casa próxima. Passo pelo corredor, há muita gente nele. Chego na casa, lotada de gente. Conheço algumas das pessoas que estão ali. Cumprimento um homem. Ele está mais velho desde a última vez que eu o vi. Pergunto se ele se lembra de mim e ele assente que sim.

Nesta casa está a Tati. Ela está rodeada de "chicos guapos" que tentam seduzir-la. Muitos velhinhos sentados pela casa. Cumprimentos todos porque quero ir ver meu amigo Lúcio que mora nos fundos. Cumprimento finalmente a dona da casa, perto da porta.

Nisso aparece um suposto amigo meu (de codinome "Japa"), um cara forte de aparelho nos dentes e fala prejudicada e praticante de taekwondo. Ele vem falando ao telefone e ao mesmo tempo comigo. Ele me diz: - Quer dizer que tu anda ganhando torneios de taekwondo e nem me conta nada? Eu lhe digo que não, mas ele não dá muita bola pois está ao telefone.

Resolvo sair para finalmente ver meu amigo. Dou a volta na casa, chego ao jardim e ouço que o Japa vem atrás querendo conversar.

Ele agora está furioso e se transforma num cachorro gigante, preto, do tamanho de um cavalo, só que mais pesado. Um dos rapazes guapos também se transforma em um cachorro do mesmo tamanho, só que branco. Tenho medo, eles querem me morder. Vejo uma árvore e calculo que se me penduro em um dos galhos eles não me alcançarão.

Dito e feito. Penduro-me no galho e os cachorros saltam um de cada vez para morder-me. A cada salto eu recolho as pernas fazendo uma flexão abdominal. Penso: - Como vou sair daqui? Não tem como.

Fecho os olhos e imagino que sou um avião e que desligo o motor e começo a cair em queda livre. O céu é dividido por duas nuvens horizontais e tem 3 tons de azul diferentes que vão do mais escuro ao mais claro.
Vizinha / Hannap

Eu morava num edifício e a minha janela ficava muito perto da janela do edifício vizinho. Por ela eu via diariamente pasar uma mulher alemã. Sempre trocávamos olhares. Eu achava que ela era empregada da casa. Um dia eu saltei da minha janela pra dela, com o consentimento dela. Transamos em sua cama. Ela era muito magrinha. Descobri que ela tinha um filho, que era infernal, não parava nunca. Os companheiros de casa dela me viram no quarto e vieram falar comigo dizendo que eu não podia dormir ali.

Um dia eu apareço na porta da frente do edifício dela de bicicleta. Ela estava saindo com uns amigos da alemanha prum show. Eles foram na frente e nós ficamos conversando. Ofereci carona na minha bicicleta e ela adorou. Fomos super rápido e felizes pela estrada. Passamos os amigos dela e desaparecemos nos horizonte.
Pálpebras Cortadas / Hannap

Estava em uma festa de aniversário de um amigo rico. Estávamos, eu e ele, vestidos de clown, jogando "air ping-pong", fazendo o som da bolinha com a boca. Para divertir as pessoas da festa. De repente meu amigo começou a escrever com uma caneta no meu rosto, passando sobre as pálpebras. Meus olhos não podiam mais abrir. Para abrir-los tinha que passar um estilete exatamente sobre as letras. Minha amiga Aline colocou minha cabeça no colo dela e começou a cortar as letras que estavam sobre meus olhos, com muito cuidado. Com muitas dificuldades fui abrindo os olhos, "descolando" as pálpebras.
9 Wraeteurs / Hannap

9 WraeteursEstava com minha família, mudando para a França em função de uma manobra política dos Estados Unidos. Junto conosco estavam o André Vianna e o Caco Galhardo. Eu havia conversado pessoalmente com o George Bush e ele tinha me contado seu plano. Era muito ruim. Ele estava fazendo uma cagada que poderia destruir o mundo.

Caminhávamos por uma estrada de barro molhado, muito estreita e difícil de andar.

Estávamos na França e procurávamos a casa que seria o nosso refúgio (segundo os norte-americanos). Tínhamos que achar a casa "9 toalha". A indicação dizia que esta casa ficava perto de uma subida (um barranco). Estávamos todos cheios de barro. Escalando o barranco, segurando em raízes de plantas para não cair. Minha mãe estava desesperada, pois passávamos por inúmeras casas número 9, mas nenhuma era a tal casa "9 toalha".

Subi antes de todos e encontrei a casa. Senti que era ela, mesmo sem ver o número. Quando vi, estava escrito 9 wraeteurs. Justo abaixo do número havia um computador da casa, conectado à internet. Entrei no google images em francês e confirmei que wraeteurs era de fato toalha em francês.
Preta Gil / Hannap

Eu tava numa cidade desconhecida acompanhado de um pessoal. Eram apresentadores de televisão, brasileiros, tipo Fátima Bernardes, só que mais desconhecidos. Éramos uns 5, só uma mulher. Todos tinham a clássica cara séria, cabelo semi-grisalho, terno. A cidade era toda branca, com casas de arquitetura mediterrânea. Eu supostamente também era jornalista e estávamos trabalhando nessa ciadade.

Tem uma mulher sentada na calçada, na frente da gente. Ela usa uma máscara, tem o corpo grande e o peito semi-desnudo. Tatuado na altura do colo, duas palavras "RITMO e ALEGRIA", com letras maiúsculas. Ela ia ser nossa entrevistada.

Entramos em uma casa e comentamos que era muito interessante a entrevistada. Logo ela chega já sem a máscara. É a Preta Gil. Comentamos de entrevistá-la pelada pois assim se poderia ver todas as suas tatuagens. Ela me cumprimentou com um selinho. Éramos amigos. Ela tava organizando uma festa infantil e na mesa haviam vários saquinhos de brinde de festa, cheios de dinheiro. Eram moedas de 2 euros.
Rato Romário / Hannap

Rato RomárioEstava em Porto Alegre, no bairro da Tristeza, minha antiga casa. Na frente da casa há um parque com um campo de futebol. Eu estava ali, vendo uma árvore. Ela tinha sido mutilada. Depois eu soube que havia sido o meu pai, Eugênio, quem tinha mandado cortar. Fiquei triste e com raiva por tamanha estupidez. Lhe perguntei o motivo e ele disse que a árvore estava fazendo sombra sobre a casa.

Depois eu estava brincando no mesmo lugar com o meu irmão Eduardo. Ele tinha achado um rato e colado ele na ponta de um cano. Brincávamos com o rato para cima e para baixo. Meu irmão foi pra casa e deixou o rato por lá em algum lugar. Eu procurava e não achava. Perguntei ao moço que limpava o parque (esse moço era o Romário e estava "aposentado"). Ele me mostrou uma árvore e disse que tinha colocado o rato ao pé dela. Fui até lá, vi o rato e fui voltando pra casa. No caminho encontrei a Luciana Mello. Ela conversava comigo em espanhol. Um espanhol muito tosco. Rolou em clima entre a gente e seguimos caminhando.
Galpão do pão / Hannap

Eu estava em umas pedras na beira do mar, onde estava armada uma estrutura de metal de um galpão. Haviam mais dois homens comigo. Eles estavam tentando se pendurar na estrutura e virar de cabeça pra baixo. Sempre que tentavam caiam de costas no chão e um deles era meu pai, Jorge. Essa pendurada de cabeça pra baixo eu sei fazer bem. No princípio eu estava olhando eles de umas pedras que estavam mais acima. Depois eu desci pra mostrar pra eles como se fazia a tal pendurada. Chegando lá me pendurei e vi que a estrutura estava solta na extremidade oposta. Não dava pra fazer. Disse pra eles segurarem a estrutura, mas eles não entendiam.

Logo começou a chegar gente trazendo coisas. Na verdade aquele galpão era uma fábrica de pão e eu trabalhava ali. Havia uma esteira, toda feita de pão, com um toca-discos encima. Um senhor, antigo funcionário dessa fábrica, estava intrigado porque o som saia mais baixo, com a rotação lenta. Me chamou para ver e tentar resolver. Eu olhei cada mecanismo da esteira de pão e farinha e descobri um pãozinho que girava. A base dele estava presa por 4 parafusos e um deles estava mal apertado e fazia um atrito no pão de cima, que deixava a rotação lenta.

Apertei o parafuso e a música tocou normalmente. O senhor disse, tu és um gênio da eletrônica. Eu lhe respondi que 90% dos problemas eletrônicos são na verdade problemas mecânicos.

Amigo estranho / Hannap

Estava em uma biblioteca moderna, vermelha e com arquitetura estranha.

Eu tinha um celular muito novo, horizontal e com a tela gigante. Minhas coisas eu tinha deixado no banheiro (mochila, casaco e algo mais). Comecei a ver um filme no meu celular. O filme era passado pela biblioteca. Fiquei uma meia hora vendo o tal filme e depois "desliguei" o filme. Quando fui ver no meu celular normal haviam várias mensagens de texto de amigos meus. (amigos que não se conhecem fora da realidade onírica). As mensagens de texto nesse celular funcionavam como nos emails, com a possibilidade de reply to all. Eu demorei a entender. Eles estavam combinando de fazer alguma coisa e estavam todos muito perto de onde eu estava.

Sai pra rua e esqueci minhas coisas no banheiro.

Por acaso encontrei com uma parte dos meus amigos, que já estavam se juntando para fazer algo. Quando me dei conta surge um conhecido com minhas coisas na mão. Ele vem todo sorridente e me devolve. Não era um cara muito amigo do grupo, eu só tinha visto ele uma vez na vida, ele era mais velho e com cara de bêbado, mas enfim... me devolveu minhas coisas... Fiquei intrigado por saber que ele também estava na biblioteca, me reconheceu e também reconheceu as minhas coisas.
Rottweiler / Hannap

RottweilerEu estava em uma rua escura rodeada de muros altos, de pedra.

De um lado da rua havia um portão de uma casa. Um portão de ferro antigo.

Nele vivia uma velha e um cachorro rottweiler. Todos tinham medo do cachorro, ele tinha fama de ser feroz.

Eu passei por ali e fiquei vendo de longe o cachorro. Ele era velho e grande.

A velha resolveu sair e começou a abrir o portão.

Eu dizia: Não por favor, eu não queria molestar, só estava olhando.

Mas ela abriu o portão e soltou o cachorro normalmente.

As pessoas que estavam por perto, alguns amigos meus, já haviam saido correndo.

O cachorro não estava ferroz, estava normal.

Mesmo assim eu atravessei a rua e subi num muro alto.

Nisso veio o cachorro, deu um salto e "escalou" o muro e deu uma dentada no ar, na altura do meu braço, e voltou a cair no chão.

Aquele muro era fácil para ele subir. Eu comecei a fugir andando pelo muro e cheguei a uma parte mais larga do muro, onde estava a velha sentada. Eu parei um instante e vi que o cachorro vinha na minha direção.

O cachorro chegou e conversamos. Ele me disse que não aguentava mais que as pessoas tivessem medo dele. Que ele era triste assim. Eu disse: Eu te compreendo, tua fama te incomoda e faz com que tu sejas cada vez mais feroz, desculpa ter fugido de ti. Nos abraçamos e eu chorei.
David Beckham / Hannap

David BeckhamEu comecei a fazer uma tatuagem na minha cara, com uma faca.

Eu passava a ponta da faca no rosto mas não sangrava, só marcava, e depois eu sabia que ia ficar tipo um quelóide mais escuro. Era uma técnica nova que eu pensava que tinha inventado.

Enquanto eu estava tatuando soube que o David Beckham também tinha feito o mesmo tipo de tatuagem no rosto.

Ele tinha um grupo, uns cinco caras, todos com essas marcas no rosto, como uma gangue.

Me arrependi profundamente de ter começado a fazer aquilo e deixei a tatuagem pela metade.



Depois eu estava num campo, sentado à beira de um rio. Era de noite e de repente vejo minha mãe chegando com duas taças de champagne e uma garrafa de vinho na mão. Eu falei assim pra ela: Me invitas un champagne?

Ela vinha com uma expressão parecida com a minha de desolação. Ficamos bebendo em silêncio.
Canguru / Hannap

Sonhei que tinha um amigo, filhote de canguru, que era do meu tamanho e que andávamos abraçados de um jeito super hermético, como se fóssemos um só ser.

Andávamos pulando, ele dava o impulso e eu a direção do salto. Estávamos felizes, descobrindo lugares dentro de um prédio, que parecia uma escola antiga.

Muita gente se surpreendia e ficavam encantados com o canguru.

Descemos uma escada, dentro de um pátio interno e ao final nos soltamos um do outro. Ai surgiu um cara, que era o responsável pelo canguru e disse que a pata dele tava machucada com um furinho.

Eu chequei nos meus bolsos e vi que tinha coisas pontudas, como chaves e canetas que podiam ter furado o bichinho durante nossos pulos.
Pastilhas na final da copa do mundo. / Hannap

Era final da copa do mundo.

O Brasil jogava com alguém que não me lembro.

Eu estava em país estranho. Não sabia qual era, mas sabia que ali não se gostava muito de futebol.

Estava eu e o Villas num quiosque de comidas no meio da rua.

Eu não tinha muita fome, mas tinha vontade de comer.

O lugar só vendia sanduiches de carnes, tipo camarão e butifarra.

Não me lembro se comi, mas lembro que o Villas não, porque ele é vegetariano.

De repente o Brasil fez um gol contra o tal país. No estádio não havia torcedores. Foi pouca a vibração. Logo teve o intervalo de jogo e a gente começou a pintar e desenhar o tal quiosque que virou um atelier ao ar livre e o Villas virou o Caco.

O homem que vendia as carnes foi embora com a churrasqueira dele enquanto eu e Caco estávamos fazendo uma colagem e pinturas.

De repente ele apareceu com uma pastilha igual àquelas pastilhas de sabão em pó de máquina de lavar roupa.

Era uma droga. Ele disse que era como um sonho incrível.

E que não podia tocar nela quem fosse comê-la. Ou seja, alguém tinha que te dar na boca.

Estavam mais duas amigas e o Caco colocou a pastilha na boca delas.

Era um pastilhão gigante com textura de paçoca. Meio seco.

Depois ele perguntou se eu queria e eu disse que não. Perguntei que onda dava e ele disse que ficava-se imprestável. Eu tinha muita coisa pra fazer no outro dia e neguei. Dei a pastilha na boca dele ai uma metade se esfarelou na minha mão e eu acabei comendo um pouco. Pensei que o pouco que eu havia ingerido podia funcionar como "vacina".

Estão todos viajando, Caco e as duas meninas e chega a minha vó. Ela pergunta quanto está o jogo e ninguém sabe. Eu tento dissimular que estamos doidos e digo que a última vez que eu vi tava 1x0 pro Brasil, gol do Robinho.
Amb català / Hannap

Meu primeiro sonho em catalão.

Sonhei que eu conversava com uma amiga minha (Lígia), mais velha, tradutora, que era minha vizinha no Rio. A gente conversava em castellano e até aí tudo bem. Então chegou uma amiga dela e começaram a conversar algo, ainda em castellano. Logo, elas me olharam disfarçadamente e trocaram o idioma. Começaram a falar catalão. Eu me esforçava para entender mas não conseguia. Era provavelmente um assunto que eu não podia saber.

Brazo alheio / Hannap

Brazo alheioEu tinha feito um transplante de braço.

Na verdade eu tinha trocado o meu braço esquerdo pelo braço da Clarisse. No sonho, o meu braço esquerdo era o que tinha as tatuagens. No princípio parecia uma boa idéia. Não sei porque. Tivemos a idéia e transplantamos muito rápido. Depois percebi que o braço doia um pouco, perto do cotovelo, onde tinha uma tatuagem tosca, tipo de presidiário, com um símbolo que parecia do euro.

Liguei pra Clarisse do meu celular e ela apareceu do meu lado e me disse que aquele ponto era um pino que ela tinha colocado e que doia um pouco sim. Eu fiquei puto porque não sabia isso antes da cirurgia. Ela me disse depois: - Pô Gustavo, fiz cagada. E eu perguntei: - Tu borrou as tatuagens?

Ela disse que sim, que tava tentnado apagá-las. Estavam horríveis. Ela me disse tb que estava fazendo um tratamento pra alongar o braço novo, já que ele era muito menor que o original. Foi ai que eu percebi que realmente, o meu braço novo era muito maior que o outro. A mão era maior e os dedos tb. Era até suavemente de outra cor. Pensei que talvez por isso estava mais fácil tocar violão.

Na mesma calçada na rua, em frente a uma vitrine, apareceu o Silvio Santos na televisão, cantando uma música do Oasis traduzida. Era uma música que falava de sexo, drogas e tinha uns palavrões.

O Sílvio tava apaixonado e tinha chutado o balde e ficado menos careta, mas o programa continuava brega.
Violência e transporte / Hannap

Eu estava no corredor de entrada de um banheiro e tinha um cara muito forte que as pessoas escreviam bilhetes pedindo para ele bater nos outros.

Alguém pediu pra ele me bater e ele me deu uns socos. Na saída de lá fui pegar minha bici que estava amarrada na grade de um prédio.

Não lembro como, mas no meio da muvuca eu acabei saindo com duas bicis.

Uma era do meu amigo Antônio. Era azul e de corrida. Eu ia pedalando na minha e lavando a outra com a mão, ao lado.

Apareceu uma menina chamada Lauren, negona e gorda e me pediu emprestada a bike. Emprestei e fomos juntos.

Subimos num ônibus e eu deixei minha mochila num dos bancos, ao lado de um cara. Nisso aparece o fortão do banheiro e começa a agarrar a amiga da Lauren por trás. A Lauren diz: - Isso, isso, ela gosta assim!. Estimula ele para que ele fique sem graça e desista de molestar. Funciona. Ele vai embora e desce do ônibus. Quando vou pegar minha mochila, meus tênis e alguma outra coisa não estão mais lá. O cara do lado tinha pego. Começo a brigar com ele para que ele me devolva.

Ele me diz que no bairro onde ele mora não existem tênis. Eu fiquei com pena, mas não dei meu tênis pra ele, pois era o meu único.

Desci do ônibus em paz, com minhas coisas mas esqueci todo meu material de desenho no último banco do ônibus.
Casa do presidente / Hannap

Tava com a Clau numa praia pequena e de areia escura.

Tinham poucas pessoas, umas 5 cangas com mulheres bonitas. A gente tava atrás de todas. A Clau falou pra gente ir mais pra frente e puxou a canga pro meio delas. Eu fui meio abaixado.

Para entrar no mar eu fui rolando pela areia. Nadei um pouco e sai com sede.

Fui até a rua do outro lado, numa casa gigante, e sai entrando. Era a casa do presidente Lula no Leblon. Uma mansão. Fui procurando uma torneira pelo jardim. O segurança chegou junto e disse que não tinha água. Eu perguntei: - O Lula costuma chegar que horas? Ele disse que não sabia.

Fui saindo e passei em frente ao casarão. Lá estavam jantando muitas pessoas. A família do Lula. Tinham uns caras iguais a ele só que sem barba. Era uma mesa com muita fartura.

De repente apareceu o Rodrigo Bozano fumando um cigarro.

Eu falei: - Ué!? Ta morando aqui agora?

Ele disse: - Sim, poisé... Tô afim de me embrenhá nesse mato.

- É a melhor coisa que tu faz, eu disse.

- Vou perguntar pra Carol.

- Pra Carol?

- Uhm, melhor não né... Melhor um nativo...

- Claro. Véio, tem uma cachoeira de 20 metros no topo da pedra da gávea. Tu tem que ir.

Nisso apareceu outra pessoa que morava lá também mas não conhecia a tal cachoeira.

Eu tento explicar como chegar lá e o sonho acaba.
Fronteira perigo / Hannap

Estávamos viajando juntos, eu e Clau. Acabavamos de voltar do interior da Bahia. Eu levava uma sacola cheia de frutas "de verdade", com gosto caipira.

Estávamos em um lugar de terra vermelha, donde partiam ônibus para outra cidade. O Tião, o Seu José e o João (porteiros do prédio que eu morava na gávea) estavam lá. Eram os motoristas desse ônibus que atravessava a fronteira.



Eu contei que tinhamos voltado da Bahia e descasquei uma banana e dividi em 4 para eles e para mim.

O clima era bom, tinha um riozinho que passava ao lado, de água pura.



Combinamos de pegar o ônibus que o Seu José ia conduzir. A Clau tave dentro de outro ônibus, dormindo (tava muito cansada). Fiquei tranquilo.

De repente o ônibus do Zé se preparava para sai e eu comecei a gritar para a Clau, mas ela não vinha.

Quando eu entro no ônibus onde ela está, para acordá-la, o outro ônibus parte.



Eu e ela vamos correndo atrás, cruzamos o rio (e a fronteira) e eu fico dizendo que ele deve estar nos esperando depois da curva. Porque ele é meu amigo e não ia nos deixar.

Mas não achamos mais o ônibus. Atônitos, perdidos. Começam a surgir pessoas estranhas, ciganos-mendigos, e nos cercam.

Eu começo a rodar como um peão, com a bolsa de frutas na mão, para espantá-los. A gente fica com medo e volta correndo para o outro lado do rio.



Lá está sentada a Joana Medeiros, numa relva, na beira da água, com mais umas ciganas do bem.

A gente comenta que perdeu o bus e a Clau fala que isso é porque ela não consegue fazer cocô como eu, que faço em qualquer lugar.



Eu respondo que faço para sobreviver.
Duas luas / Hannap

Duas luasSonhei que estava em uma casa, com minhas irmãs, minha mãe e meu pai (eugênio). Meu pai era muito agressivo, contestava mal todo que eu falava. Peleamos mas ele era muito mais forte que eu. Tinha vontade de bater nele mas não conseguia.

Estávamos em um condomínio de férias com outras casas com outras famílias. Joguei um futebol no gramado com outros guris.



Depois fui embora fazer uma viagem de ônibus. Quando entrei no bus havia gente de todos os lugares do mundo. Eu conversei com un tipo inglês que disse que me viu jogando futebol no condomínio e que eu jogava muito bem. Eu disse que não. Na verdade eu era muito ruim no futebol e pensei que de repente nós brasileiros jogávamos realmente muito melhor do que os outros.



O ônibus fazia paradas e numa delas eu arrumei o meu quarto (era exatamente este quarto em barcelona). O ônibus buzinou avisando que iria sair. Eu tentei arrumar minha mala com minhas coisas mas percebi que tinha muita coisa e não ia conseguir arrumar tudo a tempo e acabei ficando.



Depois já era fim do ano e eu estava no ap da família da minha Tia Alice. Era um ap muito foda, no térreo de um prédio de gente rica. Eles iam viajar pra praia e eu ia ficar sozinho lá. O ap tinha dois elevadores de acesso, um para a parte íntima, quartos e tal e outro para a parte social, sala.

Dentro do elevador havia um vaso sanitário. Quando todos sairam eu fiz um cocô imenso lá e não puxei a descarga.



Eu me sentia muito bem, muito feliz. Sai para a varanda do ap e vi a coisa mais linda de todo o sonho. Entre as árvores haviam duas luas. Era o último dia do ano e o céu estava lindo. Pensei em fotografá-las com uma máquina de filme 35mm para poder comprovar autenticidade. Mas eu estava tão feliz que resolvi guardar esse momento raro sólo en minha memória.



Caminhei sorrindo até a borda da varanda onde passava um rio embaixo. Lá estavam meu tio Dé, minha prima Nonô e meu pai Jorge. Desci com eles e começamos uma brincadeira que consistia em deitar-se na água e deixar o rio nos levar.

Era uma brincadeira perigosa, cheia de pedras e obstáculos, mas era muito prazeroso. Eu fui na frente e os outros iam se segurando em mim. Íamos rápido, boiando, deslizando pelo leito do rio. O rio descia numa ladeira e entre os desníveis de altura haviam buracos, tipo tubos construidos para o escoamento da água. A gente passava por dentro deles. Lembro que existia um clipe do Sandy e Júnior que era assim tb. Os dois fazendo a mesma brincadeira.

Continuamos a travessia e ao fundo tocava uma trilha sonora. Era Hero dos Wallflowers, cantado por uma mulher.



Cada vez a travessia ficava mais difícil e chegou uma hora que tínhamos que saltar de um desnível alto, uma construção de concreto, tipo uma represa, para poder seguir o rio.



Meu pai foi na frente e chamou nós 3. O Dé e a Nonô foram e eu fiquei. Era um salto de uns 15 metros e havia pedras embaixo. Fiquei na represa olhando os 3 saltarem, com medo de ir e com medo de eles se machucarem. Ai apareceu a fada Sininho do Peter Pan e piscou o olho pra mim, comunicando que eu não havia de temer pq ela estava cuidando deles.
Nirvana sobre o rio / Hannap

Nirvana sobre o rioEu estava no Nirvana (centro de yoga) acho que saindo de uma aula. Eu me sentia um clandestino lá. Nos corredores encontrei um professor que me levou até uma sala onde guardava-se equipamentos. Ele me explicou que o Nirvana estava começando a sofrer infiltrações. O prédio tinha sido construido ao redor de um rio, nas duas margens e uma parte suspensa sobre o rio.

Eu fiquei indignado falando: Poxa, como constróem um prédio desses colado no leito do rio!? É lógico que ia dar problema.



Ele me contou que tinha uma aula de corrida que ele dava que ficou prejudicada por causa das infiltrações. A pista que era construida ao lado do leito do rio estava toda torta e alagada. Ele disse que levou os alunos para correrem dentro do rio e eles adoraram. Era um riachinho muito raso que dava pra caminhar nele sem quase se molhar. Eu disse que achava ótimo isso, a iniciativa de aproveitar o rio e não interferir na estrutura dele.



Logo depois do outro lado do rio vi umas casinhas tipo japonesas, onde as pessoas dormiam (os alunos mais xiitas). Lá eu encontrei uma menina conhecida se preparando para dormir de camisola. A gente se cumprimentou e comentou que se conhecia. Ela disse que estava com uma amiga lá dentro. A amiga era a Juliana, que quando me viu abriu um sorriso e veio me abraçar e me deu uns selinhos.

A gente ficou muito feliz de se encontrar.



Lembro que eu criticava o Nirvana porque eles faziam projeções de mandalas na lua, que estava cheia.



Estávamos eu e Juliana na pontezinha sobre o rio e meu pai me chamou de volta para o outro lado, para jantar com a Isabela Fortes (a dona do Nirvana).

Comi um frango com arroz cremoso. Tava bom. Chegou um cara para comer com a gente e tb pediu esse frnago, só que veio sem arroz e ele achou ruim. Eu disse que tava bom.



Tinha uma televisão que passava comerciais e um deles era de uma marca chamada Bessa. Tinha sido o Bessa que tinha feito a marca e eu achei muito boa. Percebi na hora que o Bessa deveria fazer trabalhos autorais pq ficava muito bom.



Me deu uma vontade absurda de fazer cocô e eu sai de lá desesperado. No sonho o cocô estava saindo e como eu morava ali perto queria fazer em casa. Fui saindo do Nirvana, estava tudo lotado de gente. Ia começar algum evento lá. Na saída encontrei com o Quito, o Caê e o Bessa na roleta, entrando com credenciais falsas. Nem falei com eles pois eu não aguentava mais. Sai correndo para casa, a rua era escura e suja. Bem diferente de lá dentro. Acordei do sonho antes de chegar em casa.
Aluísio / Hannap

AluísioEu e Caco estávamos num albergue para gringos. Ninguém nos entendia pois falávamos português, só o gerente do lugar, só que ele não estava atento. Então pegamos uns pães fresquinhos numa cesta para comer.

Na saída, o gerente pediu pra eu escrever o nome do lugar numa parede. Era um nome muito longo e difícil, algo do tipo: Escola Aluízio Azevedo Magalhães. Eu errei várias letras na hora de escrever na parede, mas foi bom pois o erro gerou um improviso gráfico para concertar a grafia e ficou um letreiro bonito, bem irregular.
Era reveillon e eu não sabia / Hannap

Era reveillon e eu não sabiaTava eu e Claudinha, chegando à noite, em uma suposta casa minha. A casa era totalmente devassável. A janela da sala dava de frente para a janela de vários vizinhos. Todos eles surgiram ao mesmo tempo na janela. Eu fiquei assustado, pensando que tínhamos feito algo de errado, mas todos eles estavam ao telefone e eu me liguei que era reveillon. Todos estavam falando com suas respectivas famílias. Os fogos começaram a explodir.

Eu fiquei preocupado e fui checar meu telefone pra ver se não tinha nenhuma ligação perdida da minha família. O telefone tava na bolsa da Claudinha, mas só tinha uma mensagem nada a ver da Cris Grether. Fiquei aliviado.
Ser humano gosta de problema / Hannap

Sonhei que tinha ido à praia e estava um dia excepcionalmente bom.

Na volta estávamos eu, Claudinha, Alain e mais alguém, caminhando pela rua à pé.

Viemos pela Bartolomeu Mitre, passamos em frente ao hospital Miguel Couto e entramos na rua do canal.



Era inacreditável, a água do esgoto do canal estava transparente, muito limpa.

Ficamos muito felizes.

Eu e Alain entramos na água e ficamos brincando muito, rindo!



No trajeto dessa rua em direção à Rodrigo Otávio encontrávamos pessoas, todas felizes. Era um dia inacreditável. Como a natureza é forte e consegue se recuperar do pior, pensávamos.

No final dessa rua, a calçada estava toda quebrada e o cara que estava consertando (um negão grande) também estava muito feliz. A sensação era de esperança.



A natureza dizia pra gente que tudo podia ser limpo denovo e nosso grupo tinha a consciência de que agora que estava tudo zerado ninguém iria mais sujar.



No canteiro do meio da rua Rodrigo Otávio vimos uma confusão acontecendo. Tava rolando uma agitação violenta, um quebra-quebra.



Pensamos: Como o ser humano gosta de problemas.

Não conseguem aproveitar essemomento bom e manter tudo em ordem.



O Jorge e a Neide brigavam violentamente no canteiro da rua. Ele dava socos nela e todos olhavam. Depois a briga virou um teatro.



Profecia codificada / Hannap

Sonhei que estava de carro, dirigindo pelo centro do Rio (não conheço bem). Descia de uma rua até o cruzamento de uma pista grande com canteiro no meio, cheia de carros (Av. Zona Sul). Quando o trânsito deu uma aliviada eu passei até o meio das duas pistas. Lá tava cheio de gente embolada, empurrando carro. Eu quis voltar porquê não tava legal. Resolvi andar na rua com meu carro.



Descobri um vilarejo com várias casas, chão de areia. Uma cachorra meio cega, só que ela sabia tudo.



Eu andava rala var e a gatalha cachorra atrás.

A dona dela me falou que eles cozinham junto a massa e é ótimo.

Ela tinha uma carteinho para poder vandar pro na sanal, e mando pra vida. Ela toma cafezinho e volta.
Anel de rubi / Hannap

Sonhei que estava na Espanha, já estava anoitecendo.

Eu tava na bilheteria de um lugar que eu achei que fosse pra beber e dançar.

Na hora de comprar o ingresso o cara do caixa me pediu um anel de rubi. Eu expliquei pra ele que no Brasil não era comum as pessoas terem anéis de rubi, pq era feio.

Um dos seguranças era brasileiro e me ajudou a reforçar a idéia.



Passei por um outro segurança mal encarado e consegui entrar.

Quando eu subi, vi que não era uma boate e sim uma exposição.

Andei por lá, encontrei duas brasileiras e resolvi descer.



Na volta o mesmo segurança mal encarado me pediu o anel de rubi.

Eu expliquei que tinha entrado sem o anel. Ele disse que era impossível. Eu tentei chamar minhas testemunhas (o segurança brasileiro e as brasileiras que encontrei), mas ele estava se exaltando. A discussão foi aumentando e ele sacou uma faca.



Eu estava carregando umas malas e não consegui correr muito rápido. Fomos parar num canteiro do outro lado da rua, cada um de um lado de uma grande árvore.

Eu ficava fugindo dele com a árvore no meio.

Até que ele caiu sobre mim e ia me enfiar a faca.

Eu consegui pegar a faca, imobilizei o homem e cortei o pescoço dele. Matei o cara pq do contrário ele iria me matar.



O crime abalou a cidade e eu tentava explicar que tinha sido em legítima defesa, mas não adiantava muito. A opinião pública me chamava de "monstro brasileiro".
Meu irmão era meu filho / Hannap

Meu irmão era meu filhoEncontrei com a Luiza na minha casa e fizemos um revival.

Antes dela chegar eu estava com o meu irmão Dudu.

Ele era do tamanho do meu dedo.



A Luiza chegou e a gente começou a transar sem camisinha.

A mihna voz mudou (ficou séria) e eu disse: Luiza...

Ela não esperou eu terminar e disse: Sim!

Ela já tinha entendido que eu ia perguntar se ela estava transando com outros de camisinha.

Eu fiquei puto, pq ela já tinha transado com outro cara, mesmo que de camisinha.

Fiquei com medo.



Fui levar o Dudu para dormir no quarto ao lado (idêntico ao meu)

Coloquei ele entre vários travesseiros para ele não cair do alto da cama.



Percebi então que ele era meu filho.
PSD amigo / Hannap

Sonhei que alguém na internet me mandou por email um monte de imagens legais, em alta e recortadas, super a ver com o meu trabalho, pra eu fazer colagens.

A Pat Lobo e a Luiza estavam copiadas no email. Era um PSD grande.

Me lembro que tal material era pra fazer um trabalho dedicado ao meu pai.
Sexo, internet e Faustão / Hannap

Um dos sonhos mais bizarros que eu já tive.



Eu era um jovem ator e estava num set de filmagem com uma atriz de 60 anos. Já era tarde e nós dois estávamos bêbados. Todos já tinham ido embora e nós estávamos indo dormir num quarto que havia por lá. Eu estava com uma câmera filmadora na mão, dessas bem pequenas, e resolvi filmar a velha tirando a roupa.



Eu apertava REC e STOP bem rápido, pra não dar bandeira. Sem querer acabei me filmando e não filmando a velha. Eu aparecia pelado nesses pequenos trechos gravados e meu rosto aparecia em close.



Como eu estava bêbado resolvi deletar as cenas e tentar denovo. Só que nesse meio tempo a velha me agarrou e me jogou na cama, a câmera continuou filmando. Eu entrei na pilha da velha e tentei comer ela, mas não fiquei com vontade. Eu estava sem camisinha tb, então fiquei meio receoso de transar. Essas cenas: eu ajoelhado na cama, sobre a velha, os dois pelados, estavam gravadas na câmera.



Só que tudo que filmava nessa câmera passava em tempo real numa sala de tecnologia do lugar. O Jr. era o cara que trabalhava nessa sala e estava acordado vendo tudo em tempo real. Ele começou a gravar de lá as cenas e colocou na internet tudo editado.



A edição não deixava dúvidas, aparecia meu rosto em close, depois eu pelado, depois uns movimentos e por último eu e a velha na cama pelados. Parecia que nós tínhamos transado.



A repercursão do vídeo foi instantânea. Todo mundo debochava do cara bêbado que tinha comido a velha atriz escrota. O vídeo foi para a TV e ia passar no Faustão. Até a velha estava no programa do Faustão, dando entrevista, rindo da história. Eu estava em casa já, do lado da minha mãe no sofá, quando o Faustão anunciou que ia passar o vídeo.

Minha mãe falou:

- Tu viu essa história? Que absurdo, que barbaridade!

Eu tive que falar pra minha mãe:

- Mãe, sou eu nesse vídeo. Eu sou esse tal cara idiota que tanto falam. Mas não aconteceu nada disso que estão insinuando.



E o vídeo começou a passar na tela da TV. Minha mãe de boca aberta e eu ruborizado de vergonha.
Todos gostam de um bom carro / Hannap

Tô com uma menina mais um casal. A gente tá saindo de algum lugar (tipo a lapa) e eu falo brincando: - vamos no meu carro. E aponto o carro mais bonito do estacionamento.

A minha menina vai até lá e liga o carro. (a chave estava na ignição).

Nós 4 saímos pra passear. Eu lembro que tenho que ligar pra avisar que estou atrasado para o trabalho.
Barro nos outros / Hannap

Eu estava descendo a escada acompanhado por uma mulher que tinha algum problema de locomoção. Ela estava indo encontrar com seu marido. Ele chega numa camionete na beira da escadaria. Ele vem pelo barro, muito barro, rápido e o barro suja ela. Ele é pouco carinhoso com ela.
Cocô é íntimo / Hannap

Sonhei que estava na casa da Luiza, conversando com a mãe dela (Vitória) no banheiro. Eu estava fazendo cocô e ela sentada do meu lado. Eu ficava indignado com o excesso de intimidade.

Ela não se importava com o mau cheiro. Eu me limpava com o chuverinho. Era muito cocô. Depois sai do banheiro e fui pra sala e encontrei os amigos da Luiza. Eles todos se apresentaram pra mim com nomes diferentes, de brincadeira.
Freela da Camille / Hannap

A Camille, cantora da Nouvelle Vague, veio aqui na minha casa olhar meus cadernos (para fazer um freela). Só que rolou uma confusão no corredor do meu prédio e ela ficou assustada e foi pro Baixo Gávea.

Lá ela conheceu o Marcelo, um amigo meu e desistiu de fazer o freela comigo.
Bad trip com Darlene / Hannap

Sonhei que eu estava num carro com a Darlene. estávamos viajando. A cidade estava muito assustadora. Tanques muito grandes, quadrados e prateados da polícia e dos bandidos se batiam nas ruas. Todos os tanques eram iguais e tinham um tamanho equivalente a 4 carros.



Estávamos atravessando o túnel Zuzu Angel e dois desses tanques vieram na direção do nosso carro e nos esmagaram contra a parede, sem querer pois estavam brigando. Felizmente o nosso carro não sofreu muito. Saindo desse túnel, uma blitz. A Darlene estava muito cansada e eu assumi a direção, só que quando o guarda chegou na janela do carro e pediu o documento eu troquei de lugar com a Darlene, ela sentou no banco do motorista e mostrou o documento, porque eu estava sem.



Um casal com um filho entrou no nosso carro.

A polícia perseguia professores segundo eles.



Fomos para uma praia deserta, um clima de refugiados.

O lugar dava medo pois chegamos por uma ruína escura, como se fosse um velho castelo de pedra. A tal praia ficava do outro lado do castelo e para chegar nela tinha atravessar as ruínas.



O Huan Gomes apareceu, também refugiado do clima tenso da cidade e comentou que aquela nossa viagem era uma bad trip.
Bicicleta robusta / Hannap

Sonhei que estava trab alhando na Tátil, entre o Bessa e o Cláudio, fazendo um layout que eu não conseguia salvar.

Deu a hora do almoço e eu tinha que fazer coisas na rua.

Sai de carro com um motorista. Quando entrei no carro eu era diferente, mais velho, um senhor sério.



O motorista andava por uma rua de mão dupla, estreita e congestionada no sentido que íamos.

Ele parou em uma loja onde eu tinha que fazer algo e quando voltei pro carro ele pegou a direção contrária.

Eu assumi o volante e fiz uma manobra bandalha 180 graus no sinal fechado.



Quando eu me viro na direção certa já não estou mais de carro, estou sozinho de bicicleta. Uma bicicleta muy robusta, grande, pneu balão. Minha coluna ficava reta, eu bem no alto com os braços abertos.

De bike eu podia passar todos os carros congestionados e descia escadas com muita facilidade. A sensação era muito boa.
Spaghetti Barilla / Hannap

Spaghetti BarillaSonhei que estava numa casa com minha família, minhas duas irmãs, mãe e pai (Eugênio). Eu tava cozinhando um molho de cachorro-quente, com tomate e salsichas cortadas em rodelas.



Meu pai estava com fome, só que tinha acabado o pão. Minhas irmãs comeram um cada uma e eu comi o último.



Todo mundo continuou com fome e minha mãe me disse pra fazer uma massa e aproveitar o molho. Eu joguei água fervendo sobre o molho e tudo numa panela tipo chinesa gigante que ficava no chão.

Fiquei bem atucanado cozinhando com uma colher enorme.

A massa era Barilla spaghetti.
Eliana / Hannap

ElianaEu estava em uma praia que era impossível de surfar. As ondas eram muito grande e explodiam fechadas, com violência.

Os surfistas desciam as ondas deitados nas pranchas com as quilhas para cima porque assim era mais seguro.

Eu achava perigoso, pois a quilha poderia machucá-los.

Eu ficava bem na beirinha desse mar e quando virei para trás encontrei a Eliana dos dedinhos.

Ela tava muito gostosa de biquini e a gente ficou batendo papo na areia. Ela tava com a sua equipe de gravação e eu fiquei paquerando ela.
Frankfurt / Hannap

Estava viajando com a Luiza de mochila, no improviso. A gente tava chegando em Frankfurt vindo de Buenos Aires (eram cidades próximas no sonho).

Conhecíamos uma galera que estava fazendo a mesma viagem, um cara gordão.

Frankfurt era uma cidade pequena que não tinha mais para onde crescer. Era uma cidade rica, cheia de casas e carros. Não tinha ninguém na rua.



Os policiais eram amigos e indicaram a delegacia pra gente ficar à vontade.

La dentro tinha um quarto com 4 camas de casal e uns brasileiros deitados nus fazedo suruba.

Deitamos eu e Luiza sozinhos em uma das camas e ficamos pelados. O gordão conhecido tava na cama ao lado com mais 3 pessoas. A Luiza achou um baseado na bolsa dela e era normal fumar 1 nesse quarto da delegacia de Frankfurt.
Santo Sudário / Hannap

Santo SudárioSonhei que estava estudando em algum lugar e dividindo apartamento com o João Gordo. Nos dois estávamos voltando para casa e íamos fazer um bolo mas não tinhamos forma de bolo. Aí resolvemos bater na casa da minha vó Sulema que morava ali perto, na ladeira onde a gente morava. Pedi uma forma e ela não entendeu, me apontou um móvel que ficava sob a televisão e disse que eu podia levar. A casa dela estava cheia de gente velha conversando sobre a copa perdida. O João Gordo ficou ali com a galera velha (supostamente meus parentes) vendo televisão.

Eu andei pela casa e cheguei a um quarto sombrio. Havia um buraco no chão onde estavam vários panos, um sobre o outro. Era um santo sudário em layers. Tinha a imagem de um homem santo gigante. Ela disse que a forma estava ali. Fomos levantando (eu e mais dois homens da família) layer por layer do enorme tecido.

Entre cada layer haviam coisas antigas amarradas, como livros, estátuas e formas de bolo. Levantamos um por um dos aproximadamente 10 layers pesados.

Peguei a forma e perguntei ironicamente para minha vó: - Tu não costumas fazer bolo né?

Ela disse: - Não muito.
PAranÓIa e sintonia mental na relação de pai e filho! / Hannap

Sonhei que estava com meu pai e com a Yara em um bar comprando água de coco. Meu pai precisava ir no médico. Nós pedimo o carro do dono do bar emprestado. O carro estava cheio de cervejas vazias no porta-malas. A Yara não podia emprestar seu carro, tinha que ir pro trabalho. Meu pai foi dirigindo o carro com o porta-malas aberto. Eu sabia que estávamos roubando o carro. Falei pra ele que daquele jeito iríamos ser parados pela polícia, sem documentos e com aquelas cervejas aparecendo. Ele concordou e estacionamos (agora eu estava dirigindo) no final de um túnel. Saímos do carro e eu estava de bicicleta. Tínhamos chegado em uma vila pobre e perigosa. Para entrar na vila tinha que descer um monte de escadarias. O lugar era cheio de negões rastafari tranquilos. Eu tive um instante de medo na hora de descer as escadas de bicicleta, mas abstrai e desci todas. Meu pai estava eufórico, desesperado. Todos percebiam. Chegamos lá embaixo num campo de terra perto de uma árvore e ele se jogou no chão de quatro. Ficava catando larvas e comendo. Eu fiquei do lado dele e pensei que os outros iam achar que ele estava louco. Eu sabia que ele estava agindo com o instinto e que aquilo era bom pra ele. Não importava o que os outros dissessem eu estaria do lado dele. Ofereci uma água de coco do bar do outro lado da rua mas ele disse que não queria.
Tartaruga Inca / Hannap

Sonhei que tinha ido cedo para Grumari nadar no mar. Sozinho, tipo 6 da manhã. Não tinha ninguém na praia. Ae me deu vontade de nadar até a Prainha (no sonho as duas praias eram diferentes). Nadei até lá e cheguei atrás de uma ilha que ficava na beira da Prainha.
Depois resolvi ir até a encosta, a pedra da lateral da praia. Cheguei lá e descobri uma trilha que seguia pela pedra. Na margem da trilha tinha uma grande tartaruga de cerâmica que eu identifiquei ser INCA. Descobri na beira da água com a areia um tesouro arqueológico enterrado. Cheio de cerâmicas. Umas pequenas era só cavar e tirar com a mão. Botei algumas no bolso. Havia um túnel grande nesse local, quando cavei apareceu inteiro. Era alto e tinha duas barras laterais de ferro e ao longe tinha uma bifurcação.
Eu fiquei ali o dia inteiro, guardando o lugar. Pedi ajuda para um guri. Queria uma tábua para tapar o buraco na areia. O guri era mongolóide e ficava correndo de um lado pro outro. Eu não conseguia pegá-lo porque não podia sair dali. O pai dele me ajudou meio incrédulo. Não tapamos o buraco. Ficamos ali parados. À noite chegou a vigilância da praia. Era a Virgínia, acompanhada do Regener, e me explicou tudo sobre a arte que eu tinha achado.
Skank / Hannap

SkankHoje sonhei que estava com uma amiga minha, a Claudinha...
A gente tava fazendo uma viajem pra serra, ela dirigia.
Me lembro que estávamos levando um "green" para algum lugar. Eu ia com o baseado na minha mão e tinha uma blitz na estrada que mandou a gente parar.
Era nítido que íamos ser pegos e então ela não parou na blitz... Passou batida.
Eu fiquei morrendo de medo, achando que a polícia ia seguir atrás da gente.
Ela seguiu tranquila e eu percebi que tudo poderia ser justificado para a polícia como um erro de interpretação da nossa parte... Achando que o sinal que eles tinha feito era para o carro de trás.
Ae eu relaxei.
/ hannap

Sonhei que eu estava em uma praia, pico forte de surf dos mais radicais. Eu entrei no mar pela lateral (pelas pedras) com um pranchão. As ondas eram absurdamente gigantes e eu tinha medo.

Em um momento eu estava remando para passar uma onda que estava se formando e a onda passou por mim mas foi puxando a minha prancha e eu fui indo rebocado até a areia (1) sem tomar caldo.
Cheguei na areia e fiquei na caçamba do carro com uns amigos.
Ninguém tinha nada de comida mas eram todos muito ricos.

De repente um barulho de helicóptero sobrevoando escrito PIG embaixo (2)!

Havia um único quiosque na praia e ele tinha sistema de auto-falantes e anunciou que aquele helicóptero não era da polícia.
Desceram dele 2 playboys riquinhos para assaltara a galera. Como ninguém tinha nada eles só levaram um celular e 10 reais. Foi ridículo.
Ninguém se apavorou, pareciam que conheciam os 2.

Eu corri para perto do quiosque onde eles tinha pousado e esperei ali no chão.
Quando um deles passou eu segurei e girei a perna dele.
Ele caiu no chão. Eu perguntei na boa pra ele porque ele fazia aquilo já que não precisava.
Ele disse que tinha vontade de ser pintor e era meio frustrado.
Eu disse que ele poderia, que era ridículo ele ficar roubando os amigos.

Ele era o Mauro, ex da Joaninha, que estava lá tb, junto com a Pat Lobo!
Eles foram embora e eu me abracei com a Joana. Conversamos, ela perguntou o que o Mauro havia dito, eu disse que ele tava meio perdido.

A Pat, antes do assalto ficava me criticando, conversando com a Joana. No final eu tava feliz e tinha mostrado pra Pat que eu não era um idiota.
Convidei a Joana para seguirmos viagem para o norte, já que a estrada para voltar para o Rio estava absurdamente congestionada.
Carro do Sílvio Santos / Hannap

Carro do Sílvio SantosSonhei que eu e o André Vianna (amigo meu) trabalhávamos pro Sílvio Santos. Ele pedia que a gente
fosse pegar umas coisas em outro lugar. Um lugar tipo a casa dele, ou um quartel general.
Na ida o André foi dirigindo (o Sílvio emprestou o carro). Era um carrão foda, grande e cheio de conforto.
O André foi dirigindo, eu fui atrás e o Sílvio no banco do carona. A gente subiu um terreno acidentado, mas o carro aguentava o tranco. estacionamos numa garagem futurísta. Um platô blindado com vista lá para baixo (era um lugar alto).

Na volta eu fiquei afim de dirigir e pedi para o André. Ele relutou mas deixou. Só que agora o carro era outro. A direção e os pedais eram no banco de trás, exatamente atrás do banco do motorista. Era ruim de dirigir, tinha que colocar os pés embaixo do banco da frente. O banco se mechia e atrapalhava. Meu pé escorregava do pedal do acelerador e o banco atrapalhava muito a visão. E tinha a cabeça do André na frente que atrapalhava tb.
Era muito ruim a sensação. Apertado e desconfortável, além de perigoso.

Desta vez voltamos eu dirigindo no banco de trás, André na frente (no suposto lugar do motorista) e mais alguém na carona. Não era o Sílvio dessa vez. O Sílvio resolveu voltar num carro grande, tipo um tanque com motorista.
Eu passei um perrengue pra dirigir aquele troço e me lembro de ter me arrependido de pedir pra dirigir. O André morria de rir, sem noção.
Colar de pérolas / Hannap

Colar de pérolasSonhei que estava em NY andando sozinho à noite. Era a segunda vez no dia em que eu descia do hotel para caminhar na rua. Agora estava chovendo e eu andava lentamente, distraído, olhando para uma vitrine de uma loja. De repente esbarrei na Juliana, uma menina que eu havia ficado um dia. Esbarrei nela e arrembentou seu colar de pérolas. Inúmeras bolinhas de tamanhos diferentes ficaram espalhadas na calçada perto de um bueiro. Me agachei e fui recolhendo lentamente as bolinhas que não rolavam.
Fiquei muito feliz de encontrá-la e combinamos de sair mais tarde. Marcamos encontro em uma esquina onde saia um transporte coletivo que levava as pessoas até um show de rock. O show do Oasis!
Pesadelo fatal / Hannap

Sonhei que na minha casa tinham se matado 4 pessoas. Um casal, uma mulher e o seu filho, um bebê. Essas pessoas foram até minha casa, estavam dormindo lá uns dias. Um certo dia, quando eu sai de casa eles começaram a discutir e se jogaram da janela do meu quarto. Eu não estava em casa, mas quando cheguei vi os corpos mortos no chão do prédio. Tinha sobrado um adolescente, também filho da mulher. Ele estava dormindo no meu quarto.
Senti um medo terrível. Sabia que todos iriam pensar que era minha culpa. Que eu tinha assassinado as pessoas.
Todos do prédio batiam na minha porta, com pedaços de pau, revólver, querendo me matar. Era desesperador.
O Antônio, meu vizinho de baixo, chegou lá embaixo, entre os corpos e assoviou para mim. Ele estava barbudo e gritou: Teu passaporte tá aqui, acho que tu vai precisar dele!
Ele desconfiava de mim, também achava que eu tinha matado as pessoas...
Meu apartamento parecia ser de 7 andar.
O sonho era desesperador. Parecia real.
No final do sonho entrou a Erika no meu ap e me deu uma moral, me tranquilizou. Ela sabia que eu não tinha culpa das mortes.
Goleira Vertical / Hannap

Hoje sonhei que chegava em uma quadra de futebol de cimento cercada com uma tela gigantesca, muito alta. Estava eu e o Felipinho, amigo meu. O que chamou minha atenção era o formato do gol, verticalíssimo e tão alto quanto a grade. Íamos jogar com alguns profissionais daquele campo e como a gente não tava acostumado a regra era a seguinte: não vale "colocar" e significava que não valia chutar alto. Os profissionais tinham uma técnica muito foda de chutar alto, inclusive para o outro campo que ficava ao lado, passando a bola sobre a grade.
Torres / Hannap

Sonhei que estava em Torres / RS passeando pela cidade onde morei anos atrás. Eu tava bem solto, entrando nos lugares de peto aberto e chamando a atenção, acho que eu estava de sunga. Uma hora eu estava dentro de um shopping e surgiu uma menina bonita que veio falar comigo. Ela disse que me conhecia, ai me lembrei dela tb.
Tinha sido numa vez que eue estava na praia e havia convidado ela pra mergulhar. Essa tinha sido a única vez que havia visto a menina, uns 10 anos atrás. Ela parecia ser um pouco altista, mas tinha boa memória. Não fazia nada da vida. Fiquei facinado.
Furacão / Hannap

Sonhei que ia passar um furacão no Rio Grande do Sul. Ele ia ser mais forte no sul do estado. Eu morava em Santa Maria. Todos lá foram alertados. A gente limpou a casa em SM, só deixou uns colchões e coisas básicas de sobrevivência. Meu medo era que destroços viessem voando do sul e nos atingissem. Em Porto Alegre tinha outra casa, da minha família, só que lá a gente não mexeu em nada, ficou tudo como estava.

No sonho POA era mais ao norte do que SM, portanto o furacão ia chegar mais brando por lá.

Em SM apareceram uns amigos, Dimitre, Agus e mais duas meninas. Uma dessas meninas tinha sido minha namorada. Eu qeuria transar com minha ex namorada antes do furacão, mas o Dimitre e a Agus falaram com ela e impediram. Uma das meninas que estava na casa com a gente resolveu ir correndo para POA.

Me lembro que eu tinha encontrando com Deus e ele tinha me dado uma arma e me ensinado a manejar.

Lembro também que eu tinha que comprar um pano de 10 metros x 2 metros para estender num varal gigante que um velho gigante, professor, mandou eu comprar.
Plataforma umbilical / Hannap

Plataforma umbilicalAcho que morávamos no meio do mar numa plataforma gigante (eu, Caco, Paula Mello). Eu me suspendia por uma corda elástica na base da plataforma e ficava fazendo pêndulo para tentar pisar na plataforma de maneira suave. Nossa maneira de se transportar era de elicóptero. Voávamos muito. A sensação desse sonho era de pairar no ar.
Mendigos Eestrela / Hannap

Sonhei que estavamos indo para minha casa (eu, chico e leo) no fim da tarde. A gente chegou lá e não tinha comida na geladeira mas tudo bem. O Leo era também o Bessa às vezes e não aparecia muito no sonho. De repente liga o Lorenzo, proprietário, e diz que está indo pra lá. Eu recém tinha aberto a geladeira e visto que nada tinha ali e organizei umas coisas. Me deu vontade de ligar para o Lorenzo e pedir para que ele trouxesse um spaguetti e uns tomates. (eu estava om muita fome). Nesse meio tempo eu vou até o final do corredor do prédio (ponta do prédio virada para o posto) e me debruço na janela. Olho lá para baixo e vejo 5 pivetes deitados na grama fazendo um desenho bonito de uma estrela. Eu chamei o Chico para ele ver e ele veio. De repente a polícia chega na graminha. (3 policiais). Pegam um pedaço de pau e e vão retirar uma pedra que ficou presa num galho de uma árvore alta eque os pivetes jogaram. Um policial com uma vara recolheu a pedra e arremessou com toda a força em direçao ao Zona Sul do outro lado da rua. A pedra rebate e faz um estrago no telhado de lá.

Eu penso: que ignorante, tá combatendo o arremesso de pedras, pagando moral e faz uma dessas! Porra.

Eu pego, com com o Chico, uma pedra dessas e jogo em direção ao policial. (ela vai caindo na cara dele) eu me escondo saindo da janela. O Chico vica vendo e depois conta que a pedra bateu num carro. Que merda, eu tô fudido. Tento disfarçar a janela para os policiais não descobriram. Fecharam uma cortina.
Monges tibetanos / Hannap

Estava em uma cidade diferente da minha e liguei pro dimitre. Ele me convidou para nos encontrarmos para ver o por-do-sol ou uma espécie de paisagem alaranjada. Ele estava acompanhado de umas 3 meninas que ficavam olhando a paisagem sentadas na janela de uma casa. Tenho a impressão que essas meninas eram atrizes famosas.

Depois sai de lá e encontrei o Charlie (um amigo da Argentina) na rua. Eu estava correndo sem camisa. Ele ficou feliz em me ver e me convidou para ir no mesmo lugar que agora tinha uma galera tipo uns monges tibetanos olhando pra mesma paisagem.
Rodízio de massas / Hannap

Sonhei que estava num rodízio de massas que ficava no meu prédio. Lá estavam todos da tátil e meu franklin sentado em outra mesa. Eu tinha investido minhas fichas na Aline, mas quem ficou do meu lado foi a Paula Mello.

Eu fiquei com ela mas nem tava muito afim. Me lembro que as pessoas entravam e saiam o tempo todo e eu continuava lá dentro comendo.

Deixei a Paula de lado. Até que em determinado momento surgiu a suspeita de que o Nélson Rodrigues que morava lá estava saindo de carro da garagem. Todo mundo foi ver mas era só o Alain.
A puta pobre / Hannap

Sonhei que estava com um gringo velhão comendo na Rocinha. Ele queria conhecer o Rio e a miséria real.

Na mesa estavam eu, o gringo e mais 3 pessoas. Eu falava em inglês com o cara e uma mulher, sentada na minha frente, ria e me corrigia o tempo todo. (no sonho meu i9nglês era perfeito, só que pouco coloquial).

Depois estávamos num carro, eu, Juliana da Tátil, mais um jovem gringo sentados no banco de trás. Na frente uma mulher dirigia o carro e meu pai estava sentado no banco do carona.

Eu e Juliana começamos a nos beijar, ela começou a me seduzir meio enlouquecida. Depois pulou para o colo do jovem gringo e tirou a blusa. A gente se assustou e empurrava ela. Ela pulou para o colo da menina que dirigia. Ficamos com medo. A motorista acelerou sem ver direito e passou voando por uma blitz. Eu tava com muito medo.

Juliana queria suruba.

Depois eu e Juliana estávamos na entrada de um shopping. Ela estava com a cara transtornada de louca.

Queria dar para mim. Descobri que na verdade ela era uma puta, que seduzia e dava para todo mundo, pro André, pro rico. Eu entrei atrás dela no shopping e subimos por uma escada rolante muito estranha, diferente. A escada fazia curvas e mudava a sua inclinação, virava esteira...

Segui ela até o topo do shopping. Ocelular dela tocava sem parar. Eram os homens pra quem ela dava que estavam apaixonados.

Entramos no elevador para descer e eu desmascarei ela. Disse que sabia que ela era puta e pobre, que ostentava mais do que tinha e dei 5 reais pra ela.
Nova casa / Hannap

Nova casaSonhei que minha casa era muito bagunçada e que ficava de frente para outro apartamento (janela com janela). Eu via tudo o que o vizinho fazia.

Eu tava me mudando. Dimitre estava lá no meu quarto (na casa nova). Acho que eu morava com o Róger. Dimitre disse que mesmo eu me mudando ia continuar tudo igual. Os vizinhos do apartamento da frente vendiam beck.

Eu acordei no outro dia (no sonho) e a Carol Melo Apareceu lea em casa e me disse que eu tava ratiando (viajando) de estudar. Eu estava fazendo um curso e ela disse que eu não deveria fazê-lo.
Bolo de banana / Hannap

Sonhei que estava andando de montanha russa dentro de uma casa. Havia um trilho que passava por entre vãos muito estreitos da casa. A montanha russa era tão foda e rápida que às vezes eu virava de cabeça pra baixo e desgrudava do banco. Me lembro de sentir meu corpo todo pra fora do carrinho. Essa casa também era estranha, cheia de passagens estreitas. No carrinho da frente estava a Luciana. Ela ria muito, quase diabolicamente. No final pulamos do carrinho e saímos em um quarto. Caímos sentados, eu e ela. Ela estava de pernas abertas e pegou uma faca. Cortou da cintura pra baixo. Mas não era um corpo normal, era uma mistura de corpo deformado com bolo de banana. Ela estava cortando um pedaço de si mesma para dar a alguém. Daí eu pedi pra cortar ela também, um pedacinho. Só que eu cortei muito pra dentro, eu queria uma parte sequinha mas cortei perto do abdômem e tava rechado de bananas. As bananas começaram a escorrer como vermes. Me arrependi.
Verrugas / Hannap

Estava caminhando na praia olhando pra uma verruga no dedo. Eu estava preocupado com ela. De repente vejo que surgiram outras verrugas grandes no braço. Eu via elas brotando grandes, fofas e marrons, na altura do bícepes.

Eu percebia que aquilo era prenúncio de alguma doença que eu havia contraido e que o corpo estava expelindo.
O celular do destino. / Hannap

Sonhei que morava com a Pat Lobo numa casa muito grande de pé direito muito alto que tinha água na altura de uns dois metros. A gente andava pela casa nadando. No nível da água estavam as janelas da casa. Me lembro de mergulhar na sala pra pegar coisas na gaveta.

A água cobria todos os cômodos. Era muito bom viver lá. Me lembro de nadar nu com uma mulher mais velha.



Depois o sonho mudou de rumo e eu estava em uma praia com meu pai e com a Paula Mello. Era uma praia estranha, pequena com um portão na entrada. A gente entrou e não tinha muito sol porque ela era cercada de árvores. Eu estava com muito medo que a Paula entrasse na água e subi à esquerda em uma pedra que batia sol e fiz uma conta no celular. Na conta eu colocava o nome dela, o tempo de permanência na água e outras variáveis. O resultado apareceu na tela "MORTA". Eu desci correndo pra mostrar pra ela, apavorado, mas ela ficou tranquila, disse que tinha feito a mesma conta com um tempo de permanência menor e que não havia problema. Então nós nadamos na água, no beira, e me lembro da sensação que extremamente boa.
Defrag Cerebral / Hannap

seguinte, eh longo mas é massa...

ambiente tecnológico... tipo uma universidade

tava eu, tu e uma galera que não me lembro, tipo pessoas da nossa turma...

dae tinha um cientista, um cara que inventou uma maquina com um software que as pessoas entravam e faziam um upgrade no cerebro...

tipo um programa que passava toda a historia da tua vida (eu eentrei e vi) muito rapido, dava uma analisada nos seus conceitos morais, tipo uma reciclada, (um scandisk com desfragmentador)...

nos dois participamos da primeira versão desse teste, e rolou, a gente saia desse lugar mais amadurecido e mais sereno...

so que o problema eh que isso era experimental e proibido...

dae numa segunda vez, com um software mais rapido o cara nos chamou (no sonho a gente tava sempre por perto desse lugar) e convidou pra testar a segunda versao desse software...

calma que eh longo e bizarro...

dae entrou tu primeiro numa camera secreta, o cientista bem gurizão tava alucinado, muito na pilha, porque a gente não tinha muito tempo até o supervisor chegar...

dae tu entrou e começou a rodar o software, eu e a ligia olhando ansiosos, dae chega o supervisor e manda desligar os computadores...

o software tava em 91%, tava quase acabando mas o cara desligou...

dae sai tu la de dentro, hahahaha, muito estranho!!!

tipo muito inocente, com o olhar perdido...

nos fomos conversar contigo e dava pra sacar que tu tava mais ingênuo e mais infantil...

muito sutil mas tava...

o cientista falou que isso era inevitavel, mas que o teu processo de amadurecimento seria a partir daquele estágio meio adolecente...

dae no final tu ficou parado numa coluna de concreto, encostado ali, sob uma lu vermelha...

todo mundo te olhando, meio com pena e tu sem saber, a a gente não sabia se contava ou não... hehehehahaha

bah, eu acordei assustado pensando que fosse real, porque foi muito real o sonho...

a interface do software, lembro bem nítida...
Jipe dmtr / Hannap

24/06/2003

Eu, DMTR, Márcio + (Paulo Garcia).

Jipe do DMTR, estávamos fazendo um simulado da facul dae saímos de Jipe. DMTR morava no Rio e fomos para a praia fim de tarde, dae começamos a girar com o jipe, fazer zerinho e cavalinho, entrou no mar girando, virou de cabeça pra baixo com todo mundo, exceto eu que fiquei pra fora de alguma maneira segurando o celular o carregador e a chave de casa.

Uma hora eu deixei cair tudo e perdi...

depois achei tudo na areia, minhas coisas...

"DMTR: Eu gosto de morar no Rio pq aqui a gente não se cansa..."

Antes disso quem me levava na prova simulado era uma mina, e ela me levou duas vezes porque eu esquecia algumas coisas no caminho e eu tava atrazado mas dava tempo de dar umas fodas com ela... hehehehaha, acabou!
Emparelhando morros / Hannap

22/07/2003 12:29

morava em torres com minha familia, no quintal da casa tinham uns morros de terra, tinham uns amigos lá reunidos fazendo um som, um deles (um loiro) tinha várias dinamites que ele enfiava em buracos que ele fazia na terra para emparelhar morros e transformar as curvas em angulos retos.

ele foilá atraes da casa e explodiu um morro e deixou reto, dae eu fiquei puto e expliquei pro cara que assim o solo ficava sem sustentação, que se a gente andasse na berada ele desmoronava,...

pausa pra reunião...

levei o cara pra lá, a gente andou na berada e desmoronou, dae eu falei pra ele: viu!! ele disse: o que eu posso fazer, e eu disse, paga o aluguel daquele pedaço da nossa casa, dae minha mãe ficou puta me chamando de dinherista, dae fui tomar baño, minha irmã tava no banho, dae fui dormir e minha outra irmã estava dormindo... acabou...
Beck tocando Iron / Hannap

29/07/2003 15:23

Eu trabalhava em um escritório de design, que funcionava numa casa futurista, toda branca e de plástico, no alto de um morro, muito longe, que tinha que passar por uma favela para chegar.

Eu ia todo dia de carro, de carona, portanto não sabia qual era o caminho à pé.

Trabalhava em uma sala fechada com uma mulher linda e grande, que transava comigo durante o trabalho inteiro, o dia todo.

Saímos para almoçar a pé, eu e mais uns 3 colegas do trabalho, foi aí que eu percebi que aquele trajeto até a casa só era possível ser feito à pé, e não entendia como até aquele momento eu tinha ido de carro sem me dar conta de que isso era impossível. Tinhamos que escalar pedras e passar por ruelas muito estreitas, túneis de plástico muito apertados onde só cabia uma pessoa agachada. Passamos por encostas íngrimes cercadas por muros fininhos e chegamos enfim ao "centro" da favela.



Lá tinha muita gente, era um lugar mais aberto, e descobri que estava tendo um show do Beck! Só que decepcionei-me ao constatar que não era um show ao vivo. O Beck estava lá, andando entre as pessoas, mas o som saía de um walkman comandado por uma menina com um playlist de várias músicas de vários artistas.

Peguei um autógrafo com ele num papelzinho rosa, e falei em inglês com ele, muito nitidamente: - Take this paper, it''s bigger. Ele escreveu todo torto. Nesse instante chegou uma galera (+ ou - 3 homens) do judô, e ficaram do meu lado. Um deles perguntou o que estava havendo, e eu respondi: - showzinho do beck. Daí o cara ficou muito puto e ameaçou me bater, porque achou que eu estava zoando com a cara dele.

Nesse instante começou a tocar um som do Iron Maiden e a galera foi ao delírio. Com a multidão pulando me dei conta que tinha me perdido de uma amiga do trabalho que estava o tempo todo junto comigo e também que já era hora de voltar para o trabalho, pois eu tinha me demorado muito e esquecido de almoçar.



Tentei ligar pra alguém mas os 4 orelhões por perto estavam quebrados, daí sai correndo a mil, pulando com os dois pés juntos, tipo canguru, começou a chover. Eu passava por um caminho com uma textura no chão que de repente eu percebi que eram ratos mortos, todos jundos formando um pattern regular. Passei pelas gurias do trampo e elas se ligaram no horário, eu segui correndo e cheguei na casa. Lá encontrei o Gustavo (um colega de trabalho que nunca almoça) deitado sobre uma mesa branca, sem camisa e com uma barriga enorme e um sorriso de satisfação. Ele disse que tinha atendido um cliente e comido muito depois disso, e que não tinha mais ninguém no escritório.
Cobras / Hannap

29/08/2003 11:37

sonhei que eu estava numa casa com muro alto e várias plantas, trepadeiras e tal, junto com uma mulher grandona e o pai dela, meio velho e gordo e enrugado..., essa mulher era meio minha namorada, a gente tava se beijando... de repente o pai dela viu uma cobra no jardim, uma cobra que mudava de cor, tipo, era verde, depois ficava roxa, meio holográfico camaleônico, assim, meio digital...

daê, essa cobra deu uma corrida rápida e saltou assim pro lado, quando nós vimos estavamos com o corpo coberto de mini cobrinhas, iguais aquela..., pelo braço, até na cara... daí bateu um pavor, eu e a mina começamos a nos sacudir e entramos na casa...

depois a gente espiou pela janela da área e viu que nos fundos da casa tinham vááááárias cobras, todas em fila indiana, uma atrás da outra, indo para o jardim da frente (lá onde estávamos), pra pular uma de cada vez velho, pai da mina que ficou com as cobras...
Mick Jagger / Hannap

eu tava dirigindo numa avenida grande... seguindo o fluxo e cheguei na entrada de um túnel muito grande, numa descida, onde parecia que todo mundo perdia o freio e deslizava pra dentro do tuúnel que tipo umas seis pistas paralelas. Só que tinha muita gente, muito carro amontoado, tipo impossível e intransitável, todos parados e presos ali, parecia que o túnel era tapado no final e que os carros caiam lá e não tinha saída. Dae antes de eu definitivamente entrar na roubada, dei a volta e fui embora, tipo comecei a subir na contramão. Dae a galera mais antenada foi atrás, meio que me seguindo. Eu fiquei apavorado e comecei a fugir não sei de quem, mas comecei a correr. Dae cheguei numa esquina que tinha um casarão e estacionei e entrei na casa correndo. Só que entrei por fora da casa, fui escalando a parede, pela janela, até o telhado...



chegeui no telhado e tinha um chão de telhados com alguns vão que se eu vacilasse eu poderia cair lá embaixo... Eu seguia fugindo, quando eu olhei pra trás quem tava me perseguindo era o Mick Jagger e outro cara. Tocava uma música muito alta em inglês, tipo som ambiente no sonho, e era um hit tipo do Led Zeppelin, e eu ia pulando de telhado em telhado, escalando e fugindo do Mick Jagger e do amigo dele e a gente ia cantando esse som simultaneamente, muito alto, num esquema meio duelo de Mc''s, um cantava um verso o outro completava e dava em cima da música que rolava no fundo. Era uma música conhecida e eu pensava que era de alguma banda famosa, mas quando finalmente eu desci dos telhados eu percebi que a música era minha, que eu tinha composto o som e que era um hit mundial, e até aquele instante eu não tinha me dado conta disso. dae depois passou isso e eu me lembro de ver um desenho de um cara, só com contorno preto num papel, e surgindo um preenchimento colorido todo riscado por baixo. Dae eu acordei
Briga com violão / Hannap

10/02/2004 11:48

Hoje eu sonhei que estava junto com meu pai e uma galera do teatro num lugar onde eles ensaiavam uma peça. Estava junto também aquele cara o Jorge Fernando da Globo.

Me lembro que no sonho a gente já estava lá ha alguns dias e sempre almoçava china in box ou no restaurante caro do local. O Jorge Fernando comia todo dia o china in box, e nesse dia meu pai tinha sido convidado a comer no restaurante.

Como eu não queria nem um nem outro sai pela rua que tinha vários botecos e restaurantes meio acabados, meio trash.

Daí eu entrei no último da rua, que tinha a fachada azul.



Lá dentro no fundão tinha o buffet com vários pratos escritos em italiano,

eu olhei pra direita, pro balcão, e atrás dele estavam dois caras, irmãos

gêmeos, italianos da cara comprida.

Tinha junto aos pratos uma caixinha com uma frase em italiano, dizendo tipo assim, deposíte aqui sua quantia, um lance assim que no sonho eu sabia que

era italiano. Daí eu perguntei pra eles se aceitava Visa Electron, e eles

disseram que não.

Eu fiquei meio decepcionado e nisso, um cara que estava sentado numa cadeira atrás de mim começou a me xingar. Ele tinha o cabelo grande, tipo black power, todo de caixinhos, ruivo e parecia ser filho de um dos italianos.

Ele começou a dizer que eu era cheirador, que ele me conhecia, pra eu ir

embora que eu queria dar calote. Eu comecei a negar as acusações, mas não

teve efeito então eu tive que bater nele. E eu comecei a espancá-lo com

muita violência e joguei ele numa parede onde estava pousado um violão.

No sonho eu sabia que o violão era de estimação dos italianos então eu

peguei o instrumento e comecei a bater na cabeça do guri, eu batia muito,

muito mas o violão não quebrava. Daí já não existia mais o guri, e eu estava

brigando com o violão, eu queria quebrá-lo. Então a última cena do sonho, eu olho o violão de cima, ele no chão, e que nem o Bruce Lee eu dou um golpe de misericórida com os dois pés e o sonho acaba.
Prainha Huango / Hannap

Eu, Fabinho e Léo (que mora comigo) estávamos indo pra Prainha, uma praia muito boa aqui do rio, bem cedo, pra chegar e ter vaga e tal. Daí eu e o fabinho descemos do carro dele e o Léo ficou no banco de trás parado.
Me lembro que eu mergulhei no mar rapidamente e voltei pra areia, onde eu encontrei o Huan, junto de um outro amigo que eu não sei quem era, mais um gringo argentino, meio de lado...
Motoboy de Jetsky / Hannap

sonhei que estava em são conrado (bairro do rio - onde fica meu trabalho) procurando casa, só que no lugar do chão era oceano muito profundo e tinham uns motoboys de jetsky

um deles me levava para conhecer umas casas pra eu alugar... só que era tudo muito caro...

daí surgiu uma mina estrangeira que queria uma informação... ela perguntou prum porteiro e o porteiro desenrrolou um inglês tosco...

eu sabia que poderia ajudá-la melhor...

ela foi nadando até a fronteira do bairro que no casa era uma escadinha de piscina que tinha que subir pra atravessar por um túnel e chegar do outro lado...