Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casa assombrada, dedo queimado / Hannap

Casa assombrada, dedo queimadoSonhei que estava na praia. Era o arpoador. Estava cheio de amigos, Palomita, etc. Era fim de tarde. Do outro lado da rua havia um casarão abandonado. Entrei para ver o que tinha dentro. Era uma mansão cheia de coisas, lotada de materiais estranhos. Digna de um filme de terror mas com um ar de fábrica abandonada. Cada cômodo tinha algo diferente, latas de tinta, pedaços de metal. Em um dos quartos encontrei uma pilha de ovos brancos com um ovo enrolado em papel alumínio no topo. Desenrolei o ovo e vi que esta era uma obra da Raquel Sakristan. Entrei em um quarto que tinha uma varanda com vista para o mar do lado oposto da praia do arpoador. Era um precipício, e o mar ficava muito lá embaixo batendo violentamente nas pedras. Parecia perigoso, mesmo assim eu desci a escadinha e mergulhei. Subi novamente para o quarto e resolvi voltar para o arpoador. Fiz o trajeto de volta dentro da casa. A casa tinha algo estranho, parecia que não havia ninguém mas quando eu caminhava por ela sempre via um vulto de alguém com uma camiseta vermelha e cabelo raspado entrando em algum cômodo e saindo do meu campo de visão. Quando voltei pra praia já era noite, a maioria dos meus amigos já tinha ido embora e me dei conta de que havia esquecido o meu celular dentro da casa. Fiquei com medo de voltar sozinho e chamei dois amigos para entrarem comigo, um deles era o Fernando Baldino.
Descobrimos que em cada cômodo moravam algumas pessoas. Era um local ocupado ilegalmente. Em um dos quartos haviam 3 negões, 2 deles africanos, não falavam português. O outro falava um pouco e perguntei se ele havia encontrado algum celular. Ele disse que não. Sai do quarto e pedi discretamente para o meu amigo ligar para o meu número. O celular tocou lá dentro do quarto deles. Entrei e vi. Disse que ia chamar a polícia se ele não me devolvesse. Fiquei muito puto e peguei o cigarro que ele estava fumando e comecei a queimar o dedinho da mão dele. Queimei tanto que um pedaço do dedo caiu. Peguei o celular e fui embora.