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Felicidade
Paulo 31/03/2008 08:14
Eu e o M. e mais alguém, estávamos todos indo até uma praia menos conhecida perto de São Paulo. A praia, muito bonita, era rodeada por montanhas e tinha uma bacia que tinha o formato de um útero. A praia era deserta, maravilhosa, ensolarada. Nunca havia me sentindo tão feliz em toda a minha vida. Algo me disse que aquilo era uma recompensa por uma vida justa, honesta. Mais ou menos assim: "Quando nós fazemos algo de muito bom mas ninguém fica sabendo, deus nos recompensa assim" Percebi que era a minha consciência feliz com ela mesma. Eu perguntei se não seria possível construir uma casinha lá, o meu amigo me disse que era sim era só querer e eu falei que teria que perguntar pra minha namorada se ela iria querer. Logo começaram a vir idéias de como poderia até me mudar para lá, construir uma barraquinha na praia, vender produtos naturais, orgânicos e fazer comida de qualidade. Visualizei o sanduíche, grande, recheado e o cliente poderia pedir com ou sem agrião.
Corrida de Cadeirantes
Paulo 30/03/2008 06:35
Tudo começa com a narração da globo sobre um brasileiro que era paraplégico e foi o primeiro cadeirante a participar de uma maratona no Rio de Janeiro. Logo no começo ele se mostrou um bom atleta e conseguiu do presidente um aval para participar das competições e até mesmo um salvo conduto para ir no exterior. Ele se destacava nas competições mesmo com um equipamento menos moderno mas volta e meia ele caia e então dava tudo de si conseguindo tempos impressionantes. Logo ele foi passando para outras categorias como corrida de carros e até mesmo de caminhões. Uma coisa que chamava atenção nas corridas de cadeirantes é que era um pouco sujo, um trombava no outro, eles caiam e volta e meia alguém se machucava. O que acabou passando para as outras categorias. Em uma das corridas de caminhões, ele parou o veículo do lado de um pedágio em um posto de gasolina e ameaçava o oficial da corrida. O oficial se escondia detrás de uma parede de concreto mas o cadeirante, agora perfeitamento normal e parecendo um bandido não dava ares de demonstrar qualquer medo. O oficial agora com uma uzi atirava contra a parede, perfurando ela e atingindo o tanque do caminhão cheio de gasolina, mesmo assim o marginal continuaval sem medo e nessa hora ele foi até o reservatório de gasolina do posto e quis mostrar o quão perto ele chegou de explodir tudo atirando uma bituca de cigarro lá, mas quando foi pular para escapar da explosão, perdeu uma das mãos e então ficou paralisado pois já que não tinha as pernas, as mãos era tudo o que tinha. Foi preso no posto mesmo, ajoelhado junto com os outros criminais e sem uma das mãos da onde jorrava sangue.
Eu era um animal como o homem, mas não era homem.
Éramos um bando de uns 20 e vivíamos numa época em que não tínhamos construções modernas e que havíam, além de nós, ferozes e infalíveis predadores, porém nossos conhecimentos filósoficos eram bem desenvolvidos.
Apesar da falta de « infra-estrutura », haviam caminhos bem-feitos - de terra batida, porém bem-feitos - e largos, tão largos como estradas, que cortavam aquela floresta densa, de árvores e folhas enormes, por onde andávamos.
Éramos, bem possivelmente, nômades, e estávamos andando, procurando um lugar para ficar por algum tempo.
Estávamos talvéz num vale, onde, quanto mais baixa a altitude, mais perigos e predadores haviam e discutía-se numa impresssionante e avançada retórica, os perigos e as vantagens de se dormir ali. Tínhamos que , logo, dormir. Alguma coisa tinha que acontecer o mais cedo possível. Talvéz a caminhada que se sucederia, não sei.
Lembro-me de ter usado todos os mais sofisticados recursos retóricos para convencer os outros líderes daquele bando a não optarem por ali ficar, durante aquela noite, eu sabia que aquilo poderia ser o fim de nossas vidas.
Depois de longamente discutir e contra a minha vontade, todos deitaram-se ali mesmo, naquela esquina onde paramos para discutir, enquanto eu fui dar uma última olhada para ver se nào havia nenhum predador se aproximando. Quando olhei, nada de aterrorizante consegui ver, porém ainda restava a clara sensação de que aquilo seria o fim de nós todos.
Unhas
SL 29/03/2008 13:03
Sonhei que uma mulher loira que usava a fantasia da mulher maravilha arrancava minhas unhas, uma por uma, com um alicate.
sex drugs and rock & roll
Kaneda 28/03/2008 13:42
Estou na minha cama agradável, dormindo. Quando # veio e se aproximou de mim... Nos beijávamos calorosamente, com abraços fortes, mãos e braços percorrendo ambos os corpos. Foi então que # tirou a roupa e eu também tirei a minha, fizemos amor e então # começou a fazer sexo oral para mim...
Terremoto
Aspros 27/03/2008 10:28
Estava na cidade et assumi uma forma gigante, deitei em cima de um predio e la fiqvei, ev era tão grande que qnd tocava o chao com um dedo, cavsava terremotos. Cavsei um et td mvndo q morava no predio saiu para o pátio.
di caprio zumbi
Fer 25/03/2008 11:59
Eu estava saindo de casa a noite quando vejo o leonardo di caprio parado numa esquina, só que ele era um zumbi e queria me pegar! entrei desesperada num restaurante que tem na esquina da minha casa pra fugir dele, tava muito escuro e me deram uma lanterna, então eu desci a protasio alves correndo e quando olho pra tras o leonardo vem vindo atras de mim...nao sei como eu consegui despistar ele e fui pra casa de um colega de trabalho, chegando la ele me deu um beijo e eu achei aquilo muito estranho.
Sonho Hitchcockiano de zumbis
dromni 22/03/2008 22:25
Sonho que estou no Prado e subindo no viaduto que vai dar do outro lado do rio, já no Padre Eustáquio - um caminho que fiz umas boas vezes nas épocas em que morava no Prado ou na divisa de Carlos Prates com Padre Eustáquio. É um dia de sol com poucas nuvens. Mas - como em vários outros sonhos meus - as ruas estão completamente desertas, sem pessoas e sem carros. O problema é que nesse sonho *sei* pelo Conhecimento Onírico que as ruas estão assim por causa de uma infestação de zumbis. (Imagino que devem ser zumbis-vampiros igual os do "I am Legend", para explicar porque eles não perambulam pelas ruas de dia.)
No melhor estilo Hollywoodiano, estou acompanhado por uma moça e um menino que nunca vi mais gordos (de novo, "Eu sou a Lenda"). Estamos procurando uma base improvisada do exército onde estão pesquisando uma vacina para a infestação zumbi e acolhendo refugiados não-infectados.
Acabamos achando a base na comprida ladeira do Padre Eustáquio logo depois do viaduto. É uma casa dos Anos 60, dessas "modernosas" sem telhado com garagem embaixo e o deck residencial em cima - acho que tem colunas em Y também. Há um jardim estupidamente verdejante e muito denso na frente, e hera corre pelas paredes e muros. (Em retrospecto, talvez o jardim oculte as luzes e atividades da casa, tornando-a pouco chamativa para os zumbis à noite.) Ah, e a casa é branca e vermelha, com paredes de azulejos brancos alternadas com outras de tijolinhos vermelhos.
Os milicos nos alojam no primeiro andar da casa. Curiosamente eu não tinha medo quando estava andando na rua, no sol, mas dentro da casa sinto muito medo. É que tenho a consciência de que, no porão da casa, estão os cientistas fazendo experiências com zumbis. Às vezes imagino que estou ouvindo gritos horríveis, quase inumanos, vindos de baixo, mas o som é muito abafado e distante e pode ser também vindo da rua.
Em algum momento, quando os milicos por algum motivo baixam a guarda, resolvo descer para o porão e espiar o que está acontecendo. Encontro o laboratório vazio, e tudo parece bem bagunçado, com móveis tombados, vidros derramados sobre a mesa e manchas de um líquido verde gosmento em algumas paredes e vidraças. O laboratório é enorme e todo subdividido com divisórias de vidro ou opacas. Ando com muito cuidado e muito medo, tentando não fazer barulho, porque minha suspeita é a de que um ou mais zumbis escaparam e os cientistas e milicos já estão todos ou mortos ou transformados. No momento em que vou cuidadosamente abrir uma porta, com muito medo do que está por trás dela, o sonho acaba.
Acordei no meio da noite com isso e com o coração batendo descontroladamente. Tive dificuldade para voltar a dormir depois. Interessantemente, nesse sonho não cheguei a ver nenhum dos zumbis, mas a simples noção de que eles estavam por perto já me enchia de medo. Nesse sentido eu diria que é um sonho "Hitchcokiano", onde o suspense foi muito trabalhado, sem nada sendo mostrado muito explicitamente...
Polícia Portuguesa
Hannap 21/03/2008 19:56
Estava em Portugal, entrando em um shopping com a Tanya. Eu levava um beck no bolso. Quando descemos uma escada rolante havia um grupo de policiais abaixo, com seus cães farejadores. Um pastor alemão virou-se pra mim e latiu. Depois ficou me seguindo com o nariz no meu bolso. Eu, discretamente, tirei o beck do bolso e coloquei-o na boca, partido em dois e tentei escondê-lo entre o lábio e a gengiva, na parte interna do buço. Mas logo percebi que o beck ali dificultaria a minha fala, já que fatalmente eu seria interceptado pelos policiais. Surgiram mais dois cachorros atrás de mim, um mini-poodle e um coelho farejadores!. Já estávamos no estacionamento do shopping. Engoli o beck no instante em que apareceram dois policiais. Ele me analisaram e viram que havia cheiro de marijuana vindo da minha boca. Eu lhes disse: - Qual o problema?! Fumei um beck antes de entrar no shopping. Por acaso isso é crime em Portugal? Fomos levados a uma varanda. Um lugar bonito, agradável, onde estavam uns 15 estagiários de policiais. Eram todos da nossa idade, ou mais novos. Os dois policiais mais velhos se foram e ficamos ali, eu e Tanya, a conversar com os estagiários. Eram muito divertidos e se riam de mim, do meu sotaque brazuca. Falei: - Pô, qual o problema de fumar um beck? Vai dizer que ninguém aqui nunca fumou. Todos riam e concordavam. Me irritei e dei dois golpes com a mão, como se batesse numa mesa... Sem querer acertei a coxa de uma das policiais. Ela era muito bonita e ficou com uma cicatriz vertical ao longo de toda a coxa. Eu pedi desculpas e ela disse que não tinha nenhum problema, que entendia a minha raiva. Mas sua cara era de dor. Os outros estavam comendo laranjas e eu pedi um pedaço. Um deles disse que a laranja bloqueava a presença do beck na análise do laboratório e eu disse: - Aaaahh só um pedacinho... E todos riram. Era muito fácil de escapar de onde estávamos, mas eu e Tanya esperávamos o regresso dos cops numa boa. Perguntei para um dos estagiários se aqueles dois policiais estavam cheirados e ele levantou os ombros e as sombrancelhas de uma maneira afirmativa, sem dizer nada. Depois anoiteceu e acabou o trabalho deles. Percebemos que os policiais tinham esquecido da gente e fomos todos embora. Me lamentei por haver perdido uma tarde inteira em Portugal no meio daqueles policiais, sem fazer nada, mas ao mesmo tempo gostei da experiência.
li 20/03/2008 20:54
eu lembrava de momentos esquecidos da minha vida. num deles, eu voltava para um tempo que se fazia festas embaixo de uma ponte, com pessoas legais e felizes.Após eu fui para um terraço com minha mãe e minha tia, passou um avião voando baixo, quase nos atingindo. Encontrei uma feira onde pessoas idosas vendiam antiguidades e poemas.Fazia frio e em um sofá, num canto da rua, havia uma família, eram sete irmãs, de diversas idades, mas todas tinham o mesmo rosto. Eu acordava na casa da S, do lado de fora me chamavam para praticar esportes, era uma disciplina de faculdade e se eu faltasse seria reprovada. Fiquei deitada na cama, as gurias me chamando. Avisei que eu não iria. Eu estava deitada numa cama dentro de uma piscina e a água a minha volta estava numa temperatura muito boa.Eu sabia que ali eu poderia chorar, pois com tanta água em volta, ninguém perceberia minhas lágrimas.
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