Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
uma carta sonho logo depois de acordar. / lupino

Conseguimos um apartamento grande e espaçoso. Fica em cima de um posto de gasolina. Alguns cômodos estão em péssimo estado, beirando a destruição. Encontramos um cômodo escondido, cheio de livros velhos. A casa é repleta de janelas que dão pra um mar de carros, consigo ver um pedaço do posto de gasolina. Estamos longe da escola das meninas. Tudo fica sujo muito rapido, é comum ver uma camada de fuligem cobrindo toda a superficie. Tenho um plano, quero substituir todas as janelas por janelas de aeroporto e instalar um ar condicionado que dê conta de todos os ambientes. Primeiro precisaremos isolar os ambientes destruídos e só depois vamos poder limpar. Não temos dinheiro para contratar especialistas. Não sei como fica quando anoitece. Espero que esteja tudo bem por aí. Beijos.
Voando e fugindo / li

Era madrugada e Fui na mercearia na esquina da minha casa de infância. Entrei e vi ILS comprando algo e tentei sair sem ela me ver, mas ela falou que meu pai estava com carro estacionado na frente da minha casa, há horas. Espiei e o vi, vestia a camisa do Grêmio. Tentei fugir pela outra rua e chegar em casa entrando pela casa da minha tia, pela rua de trás, e então comecei a voar para ir mais rápido. Me encolhia, ficando em forma de conchinha e escolhia um lugar seguro para pouso.
signos / gruszka

sonhei que pegava a estrada à noite com G e A, e enquanto eles conversavam, eu olhava pela janela. de repente, todas as estrelas começaram a se agrupar de forma que formassem um símbolo misterioso no céu. senti medo.
de manhã / li

Estava na casa de minha avó, amanhecia e eu acordava com AG, havíamos dormido juntos e estávamos apaixonados. Levantamos e meu tio estava na cozinha, em frente ao fogão, cozinhava feijão. [Eramos discretos para ele não nos ver. Falávamos da possibilidade de eu estar grávida, já que não estávamos nos cuidando.
fita, lustosa / lupino

fita, lustosaEu, Cainã, Tantão e uma mulher q eu n lembro. a gente tava numa região tipo santa teresa, a gente ia tocar nesse lugar novo. chegamos no pico estranho com camas, espelhos, luzes amarelas e teto preto. a gente com muita cocaína, tinha mta policia. os dois entraram num banheiro, eu fiquei com a mulher, fizemos sexo oral um no outro, cainã saiu do banheiro e voltou, não queria atrapalhar, eu parei. uma tv enorme com grafismos que eu n reconheço. Eu preciso ir pegar uma escultura com Tertuliana, ela ta no centro, mas eu n sei o lugar especifico. eu to sem celular e passo um tempão procurando um orelhão funcionando pra ligar pra Tertuliana, não achei, mas fui andando até uma área q me fez sentir q Tertuliana tava por perto.
ser ruim / li

acordei no meio da madrugada, enquanto dormia na minha cama com meu marido e filha, e vi, debruçado sobre meu marido, um ser com corpo humano, todo cinza e partes do corpo com pelo de rato, tinha guampinhas na cabeça e me ameaçava. Senti medo, mas comecei a rezar e ele ficava pequeno e ia embora com medo.
NY, Arnaldo Antunes e furacão / Hannap

Sonhei que eu estava indo pra NY ver um show de alguma banda grande. No avião estavam também alguns amigos: Bruno Medeiros, um pessoal da Tátil e meu pai Jorge. Quando estávamos perto de chegar, todo mundo no avião (que era um ônibus) começou a se arrumar lá dentro, colocando a sua roupa para ir no show. Coloquei uma jaqueta sobre uma camisa vermelha. Vários homens estavam com uma roupa igual. Isso me deixava à vontade.

Quando desembarcamos saíram todos do local e eu fiquei no saguão mexendo na minha mala. Eu tinha levado muita coisa: revistas, souvenires, cacarecos que eu ia dar para o pessoal da banda.
Também ficou no saguão o Arnaldo Antunes com a mulher dele.
Eu estava concentrado em arrumar minha mala e pegar algumas coisas pra levar pro show. O Arnaldo ficou olhando e se interessou pelas coisas da minha mochila. Dei alguns presentes pra ele.

Percebi que eram 14h e o show só começaria bem mais tarde, à noite.
Falei pro Arnaldo que não conhecia NY, só havia ido a trabalho. Sugeri que fossemos passear e conversar em algum lugar legal. Saímos eu, Lara e Arnaldo em busca de um café.

Andamos por uma rua que era numa parte alta da cidade. Olhávamos para baixo, onde estava a água e lá batia um vento muito forte. Decidimos ir para a beira da praia. O Arnaldo falou: — Aqui não vem furacão, né? Eu ri e disse que não. Mas aquele vento era um resquício do furacão que estava acontecendo no sul.
Abrimos a porta de vidro do lugar onde estávamos e fomos pra rua. descemos uma escada até a beira da água. O vento era fortíssimo mas era muito legal!
Rio / li

Eu e LV estávamos no Rio de Janeiro passeando. Estávamos num apartamento de um conhecido, que ficava em uma parte alta e tinha uma vista linda. Era noite e fiquei na sacada olhando as estrelas e a cidade.
Amanheceu e estávamos num apartamento do Airbnb, de frente para uma praia. Descemos para explorar os lugares e aí voltar nosso apartamento foi invadido por outros homens. Era um grupo de gays gordinhos super invocados e começaram a nos discriminar por sermos heterossexuais e começaram a roubar nossas coisas, enquanto outros bebiam e faziam uma orgia Por tôda parte do apartamento.
Eu tentava recolher minhas coisas, que não cabiam nas malas e pensava para onde ir.
Explosão / Avê

Não lembro bem onde começou, mas acho que era num passeio. Eu e alguns amigos perto de um lago, mas lembro mais do céu quando estávamos indo embora de carro. Eu e o G. Nos penduramos no banco de trás igual criança quando anda de carro e fica vendo a paisagem pelo vidro de trás. O sol estava se pondo e o céu estava lindo. Fiquei muito hipnotizada com as cores, um degradê de lilás, salmão, rosa, laranja e vermelho. No fundo estava a cidade, muitas indústrias. De repente vejo um cogumelo de explosão. Era lindo, mas fiquei impressionada e preocupada se era alguma explosão de bomba ou algo que chegasse até nós. Até vi um vento de poeira sobre caminhões, mas disseram que a explosão era em uma indústria de químicos que era também uma escola psiquiátrica. Meu pai no sonho (um homem q não tem nada a ver com meu pai de verdade, nem fisicamente, nem subjetivamente) pegou o celular, quando do chegamos em um lugar que era seu escritório, e fez uma ligação de incentivo à equipe de trabalho e que aquele era um momento importante pra eles ascenderem no mercado. Pelo que eu entendi, ele trabalhava pra empresa concorrente a que explodiu. Era uma empresa de químicos e escola/hospital psiquiátrico. Ele arranjou um emprego pra mim na empresa e eu iria trabalhar com arte contemporânea, porque era um ramo novo de pesquisa deles. Eu pensei em fazer alguma piada sobre arte e louco, mas achei que ia pegar mal. O sol ainda estava se pondo e fiquei no pátio do escritório vendo o céu. Um arco-íris apareceu saindo alí de um arbusto até o céu e eu fiquei dizendo a todos que eu achei o fim do arco-íris e não tinha pote de ouro, mas mesmo assim ter visto aquilo foi especial. No dia seguinte, o pôr-do-sol que eu vi perto de casa foi muito bonito e o céu tinha cores muito parecidas com as que eu vi nesse sonho.
/ gruszka

eu estava de bicicleta numa estação de metrô em algum lugar da europa com uma amiga, nós subíamos diversos lances de escada para chegar até um trem específico que nos levaria a outra cidade, aparentemente, mas ela não sabia o caminho exato ao trem. chegando na última escada, descobrimos que o caminho estava errado e que teríamos de descer tudo aquilo de novo. desci de bicicleta enquanto ela ia a pé. nos encontramos no primeiro piso e fomos abordadas por um guarda que me informava em francês sobre a multa que eu teria de pagar por estar andando de bicicleta dentro da estação. a multa era de 40 euros e eu respondia em alemão que não tinha esse dinheiro ali na hora. ele então me pedia para anotar um endereço para o qual a multa pudesse ser encaminhada, e eu me esforçava para lembrar mas nada vinha à mente.

sonhei depois que estava em uma prisão que era na verdade um grande alojamento dentro de um galpão afastado da cidade. todas as camas tinham uma divisória, mas não havia celas, grades ou qualquer outra coisa que separasse efetivamente os detentos ou que limitasse a mobilidade deles. ao lado ou acima de cada cama, na parede, havia um adesivo com a sentença de quem a ocupava. fiquei intrigada quando me deparei com a cama de um homem que havia sido condenado a 83 anos por ter matado alguém. a sua cama estava vazia, e ele, presumivelmente morto. a luz do por do sol irradiava por todos os cômodos, projetando tons alaranjados que contrastavam com as sombras. peguei a minha câmera e fiz vários retratos. um deles era minha prima, sentada na beira da sua cama, fumando um cigarro e olhando para longe.