Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Peixe.SL 25/07/2009  12:00
Eu andava de carro com mais algumas pessoas desconhecidas em uma ponte, em uma estrada que ia em direção ao interior do estado. Fazia sol e frio mas não muito frio. No meio dessa ponte haviam algumas mulheres vendendo comidas em banca e o senhor que dirigia o carro (era um fusca azul) parou o carro na frente da banca de comida, pois a mulher dele queria comer seja lá o que estivesse sendo vendido. Ele abriu a porta do carro muito brabo, e perguntou de onde essas vendedoras ambulantes eram. Elas responderam que eram de Curitiba e o senhor puxou sua esposa pelo braço, dizendo que ela deveria comer peixe só dos vendedores do nosso estado e não de outros. As mulheres vendedoras ficaram olhando sem entender e ele disse, num tom de desculpa, que devido a feira de peixe que estava acontecendo no nosso estado, ele tinha que comer os peixes vendidos pelos vendedores naturalmente nascidos no nosso estado.
MargaridaSL 24/07/2009  16:53
Tinha uma rua que insistia em aparecer em todos os lugares que eu andava. Ela tinha muitas margaridas plantadas na grama da rua. Eu caminhava pela cidade pequena e a rua aparecia de quadra em quadra, cada vez com mais margaridas.
legume jardimli 24/07/2009  14:26
Numa parada de ônibus, com uma amiga, começamos a fazer um pequeno jardim. Plantamos couve e brócolis, enquanto as outras pessoas que esperavam ônibus nos insultavam por termos plantado legumes. Defendíamos que os legumes enfeitavam a paisagem urbana, além de depois servir de alimentação para pessoas carentes.
bronca minha e do marchuazinha 24/07/2009  11:26
saía de uma casa com um casal, eu conhecia o menino mas não a menina. sabia que eles estavam juntos e não me agradava muito essa formação. acho que eu tinha ciúmes. ele tinha me pedido, como favor, que eu os acompanhasse pq ele queria fazer uma supresa pra ela e precisaria de ajuda. relutante fui. entramos num barco, quase uma canoa, e então mar adentro. eu tinha que remar enquanto eles se declaravam um ao outro. eu estava realmente incomodada, não por mim mas por outra menina, uma espécie de ex desse menino.

a garota percebeu minha frustração e começou a me implicar. o mar foi ficando mais revolto, com ondas muito altas e grandes. ela falava que eu não gostava dela pq ela era a prova de que o menino não iria ficar mais com minha amiga. eu não entendia pq ele tinha pedido logo pra mim o favor.

veio uma onda enorme e derrubou a todos. fomos levados para a praia, a menina sufocando sem ar. deitei ela na areia. nessa hora tinha me tornado um personagem de um programa de tv, era uma médica chamada miranda bailey. assim que consegui fazer a menina vomitar a água fui embora irritadissima. mudei de ideia e voltei apontei para o menino, que nesse momento era outro personagem de tv, derek, e lhe dei uma bronca, falando que a menina era uma idiota e que minha amiga tinha sim, já esquecido ele, para ele parar de usar meninas imbecis para esfregar da cara da minha amiga o término da relação.

sonhei em inglês.
O bug na contagemTuk 23/07/2009  20:39
O bug na contagem



Eu tava numa corrida e eu tinha escrito o software que controlava quantas voltas cada corredor já tinha dado. E todo mundo na corrida sabia que tinha um bug no contador (que era que eu não estava usando transação no NHibernate) que fazia com que eu estivesse sempre uma volta atrás. Na última volta, o pessoal todo facilitou pra mim e eu passava todo mundo numa boa, porque eles sabiam que eu tava uma volta atrás de todos por causa do bug.
Dreams "The highway of knowledge"bitxu 22/07/2009  22:31
The dreams are connected on an unconcious plane,

Like an neurologic internet,

The minds are network,

Information infiltrating...
monstruosa e lindame 22/07/2009  22:10
seus quatro olhos

feito os indianos

todos ao meu gosto

eram lindos monstros

dois dos olhos

tal como os humanos

dois dos olhos

nas maçãs do rosto
Cartas molhadas.SL 22/07/2009  13:38
Eu entrava em um mar, muito gelado e a água era cristalina. Haviam muitas ondas e eu não conseguia nadar direito. Eu mergulhava e via coráis e peixes e até raias, e passava por tudo isso sem sentir medo. Em um determinado ponto da profundidade do mar, eu encontrei uma caixa de correio, e abri ela, encontrei várias cartas para mim, que não continham endereço nem nada, apenas meu nome. As cartas eram de um tal de Gustavx. Elas estavam um pouco molhadas e eu não conseguia ler direito. Eram muitas cartas. Decidi nadar de volta a costa, com as cartas dentro de um plástico protetor. A costa ficava longe e nem eu conseguia entender como havia nadado tanto. Eu tinha muita curiosidade em ler a carta. Sem conseguir esperar chegar em um pedaço do mar aonde eu desse pé, eu abri as cartas em baixo da água mesmo, e imediatamente, uma corrente muito forte me puxou e eu vi, em câmera lenta, todas essas cartas se despedaçarem em mil pecadinhos.
Grávida?SL 22/07/2009  13:29
Eu ia na casa de X e a mãe dele me esperava com um embrulho nas mãos. Eu abri e vi que era uma necessaire, muito boa, cheia de repartições e compartimentos, exatamente o que eu estava procurando. Ela dizia que dentro de um dos compartimentos tinha um presente. Eu abri o zíper e tinha uma passagem de ida para a capital do Taiwan, dizendo que era para eu ir até lá me encontrar com X. Dei um abraço nela e fui direto para o aerporto. Chegando lá, a TAM estava em greve e eu não consegui embarcar. Me sentindo muito mal por ter perdido o voo, telefonei para X contando tudo o que tinha acontecido. Ele disse que no fim das contas havia sido bom que eu não tinha embarcado porque no meu passaporte estaria com o visto de residência de Israel e agora o Taiwan era um país pró-palestina. Fui para casa, lembrando que havia deixado a necessaire na casa de X. Quando fui buscar alguns dias depois, X estava lá, sorridente, dizendo que tinha conseguido voltar e que ia agora me ajudar a cuidar do nosso filho. E eu perguntei "Filho? Mas eu não estou grávida!" E ele respondeu dizendo que eu estava grávida dele. Fizemos um teste de farmácia e deu positivo. X me abraçava feliz falando que seriamos uma familia. Eu pensava que grávida não iria conseguir viajar para Israel e que assim teria que continuar em Porto Alegre. Fui me encontrar com a minha mãe na casa dela, que ficava em Ipanema, e quando cheguei lá ela estava grávida também e não queria me dizer de quem, dizendo que era uma produção "independente". Ela dizia que ter reencontrado X era a melhor coisa que poderia ter me acontecido e que ter um filho dele era uma bela prova de amor, pois só mulheres grávidas sentiam o amor de verdade.
torturaalho 21/07/2009  14:21
eu morava na antiga casa da Martins Soares e dois homens bateram à porta dizendo que procuravam um terceiro. Eu não conhecia este homem e tampouco conhecia os dois outros mas me juntei a eles e quando o encontramos, os ajudei a torturá-lo e a cortar e arrancar a tampa da cabeça desse homem.