Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Frankie Say RelaxHannap 18/08/2009  11:20
Frankie Say RelaxEra uma festa. Uma reunião onde se exibiam e se discutiam obras de arte (músicas e filmes) com a presença de gente conhecida da cultura brasileira.

Ela sai do salão e começa a chorar porque seu irmão faz uma crítica ao seu trabalho em um dos discursos ao público. Eu sento ao seu lado e a consolo. Ela desabafa, deita a cabeça no meu ombro. Chora. Eu sinto pena e ao mesmo tempo admiração. Ela me olha nos olhos e nos beijamos na boca. Um beijo de alívio. Sem paixão. Ela é a Maria Betânia.

Ao lado deste jardim onde estamos, à esquerda, há um pequeno caminho que sai da casa. Estreito entre paredes de outras casas, como um corredor. Por ali corre uma bicicleta acrobática que tem escrita no quadro "frankie say relax". Eu reconheço a pessoa sobre essa bicicleta mas não vejo a sua cara. Só consigo olhar para o tal texto escrito no quadro. Vejo que Maria já está melhor e sigo a bicicleta pela ruela. No ponto mais estreito há uma cobertura de gelo que forma um half-pipe muito comprimido entre as paredes das casas. Nesse U de gelo a bicicleta acrobática faz suas peripécias. Outras bicicletas participam da brincadeira. Neste momento a dona da bicicleta já é outra. É a Raquel Sakristan. Que para suas manobras quando me vê ao lado, admirando aquele esporte. Ela agora empurra a "frankie say relax" devolta ao jardim e vamos conversando pelo caminho.
velhariachuazinha 18/08/2009  10:22
era de noite e eu estava andando na praia com a isabela... fomos dar uma volta para ver uns rapazes bonitos e nos distrair. no meio do caminho estava rolando um show, ou projeção de video e então percebemos que era parte de uma exposição super importante. ficamos pra ver, estava cheio, as caderias ao ar livre lotadas e muita gente passando. quando acaba o video resolvemos entrar na exposição, lá dentro está rolando um jantar chiquérrimo, ao passarmos pelas mesas a Elke maravilha nos vê e pede para que guardemos o lugar dela enquanto ela vai ao palco. eu e isabela sentamos na sua mesa.

em cima da mesa tem duas luvas de dedo indicador feitas com brilhante. são lindas, eu e isabela estamos super excitadas e queremos experimentar as luvas, eu acho melhor não pq pode dar problema com a Elke. a isabela resolve então fotografar e começa a tirar mil fotos das luvinhas.

quando a Elke volta, nos vê fotografando e acha muita graça. resolve nos acompanhar no resto da exposição, na parte de acessórios. vamos conversando até chegar numa sala grande, com as paredes todas cobertas de bolsas, colares, brincos, luvas, tiaras, chapeus, todos os tipos de acessórios de todos os lugares do mundo. era encantador.

meu olhar foi imediatamente atraído por uma serie de colares de pedra, o lugar ficava cada vez mais apinhado de coisa. a Elke fazia comentários e nos dizia as datas das coisas.

entro numa outra sala, e as coisas mudam, vou fazer uma exposição e estamos todos tentando resolver como arrumá-la. o gianguido bonfanti tem a ideia de usar uns armários velhos e vamos checando se eles estão viáveis. alguém fala alguma coisa e o gianguido começa a cantar a música "you love" do outfield. eu canto com ele:

Josie‘s on a vacation far away

Come around and talk it over

So many things that I wanna say

You know I like my girls a little bit older

I just wanna use your love tonight

I don‘t wanna lose your love tonight

I ain‘t got many friends left to talk to

No one‘s around when I‘m in trouble

You know I‘d do anything for you

Stay the night but keep it undercover

I just wanna use your love tonight

I don‘t wanna lose your love tonight

Trying to stop my hands from shakin‘

Somethin‘ in my mind‘s not makin‘ sense

It‘s been a while since we were all alone

I can‘t hide the way I‘m feelin‘

As you leave me please would you close the door

and don‘t forget what I told you

Just ‘cause you‘re right - that don‘t mean I‘m wrong

Another shoulder to cry upon

I just wanna use your love tonight

I don‘t wanna lose your love tonight

enquanto cantamos vejo que o meu amigo lucas está muito irritado, ele está achando uma baboseira a gnete cantar e quer arrumar logo a exposição para que a gnete possa ir embora.
sorvete com pãoli 16/08/2009  20:09
Era o último dia de SL na cidade. Caminhávamos por uma avenida e entramos num hotel antigo, para rever amigos. Pedimos um lanche, que era pão com sorvete. Saímos do hotel e SL lembrou que tinha marcado um almoço com outros amigos e fomos para um restaurante escuro, mas eu não podia entrar lá.
Paralisia do sono-- sonhos lucidosGiulianna 12/08/2009  20:41
Eu sofro de paralisia do sono desde criança, e com isso comecei a ter sonhos lúcidos sem querer . Hoje essa prática é uma das melhores coisas que eu faço. Pena que só pratico nos fins de semana, pois não me sinto segura em praticar durante a noite, não sei por qual motivo, mas a noite a paralisia me vem como uma coisa ruim e não consigo aproveitar, na verdade eu entro num estado de sofrimento até conseguir acordar.

Quando desperto na madrugada consigo provocar sonhos lúcidos até a hora de ir trabalhar, então acordo muito feliz e com uma sensação de disposição muito grande. Pena que eu sou a única pessoa que eu conheço que tem essa prática. A minha família já esta acostumada com os meus relatos,minha mãe tinha um pouco de medo, até achava que eu não era muito normal. Mas meus amigos não parecem acreditar.

Já tive experiências incríveis . A minha grande vontade era de sair da Terra, e eu consegui.



Em uma tarde de sábado (sempre pratico aos sábados e domingos durante á tarde) eu fui para cama, fiquei na posição de barriga para cima, com as mãos sobre o abdômen , fechei os olhos e pensei positivamente que iria ter sonhos lúcidos(sempre faço isso e quase sempre dá certo). Então comecei a adormecer, tive sorte dessa vez, pois não passei pela paralisia. Quando a paralisia ocorre eu não consigo me desprender da cama e só me resta direcionar para o sexo. Posso garantir que as sensações são muito reais, inclusive o orgasmo. Quando eu era adolescente eu fazia muito isso e quando me levantava ia correndo para o banheiro verificar se eu tinha gozado de fato, e tinha mesmo !! Bom , continuando o sonho..Eu não passei pela paralisia. Já me vi no meu quarto com uma precisão de detalhes muito grande. Eu observei a posição do guarda roupas, do computador. Tava tudo lá e eu tinha certeza que estava sonhando ! Eu não podia perder tempo tinha que tentar novamente sair da Terra(já havia tentado outras vezes ). Então eu sai do meu quarto, passei pela cozinha e fui para o local mais próximo que eu podia ver o céu , um cantinho da minha casa que fica depois da garagem. Eu vi o céu azul, todas as cores estavam bem vivas, esse era um sinal que o sonho ainda não ia acabar. Então , do nada , eu imaginei que era um foguete, e comecei a subir . EU COMECEI A SAIR DATERRA E TIVE MEDO DE NÃO CONCEGUIR RESPIRAR MAS MESMO ASSIM CONTINUEI SUBINDO, LOGO QUE SAI ,EU VI A LUA À MINHA ESQUERDA E A TERRA FOI FICANDO PEQUENA COMO UMA BOLA AZUL BRILANTE, DO MESMO JEITO QUE EU VI NA TELEVISAO OU EM FOTOS . O CEU ERA NEGRO , EU SÓ PODIA VER A TERRA E A LUA. Eu não consegui parar de subir e tudo escureceu e eu acordei. Eu acredito que parei de respirar , pois quando acordei eu estava muito ofegante. Tentei retornar para o mesmo sonho(já fiz isso diversas vezes ) e consegui! Eu fiz o mesmo trajeto e tudo escureceu de novo e eu acordei ofegante da mesmo forma. Tentei de novo, eu queria ir mais longe. Mas na terceira vez curiosamente eu fiquei presa em uns varais de roupa e não consegui subir. Quando acordei eu não estava ofegante... me levantei bem rápido e fui verificar se tinha varais de roupa nesse cantinho, pois as vezes a minha mãe coloca varais lá. Mas não tinha nada , foi apenas uma lembrança dos varais.

Bom gente eu tenho muitas experiências , mas essa foi a mais incrível , principalmente pela realidade das imagens . Uma coisa curiosa que acontece comigo é que eu sinto biologicamente os efeito do sonho, eu não sei se isso acontece com outros onironautas, mas eu tiro muito proveito disso. 



ViajemTina 11/08/2009  22:49
Estava no Galeão, chegando para fazer minha conexão para Buenos Aires... meus pais estavam comigo. Subitamente meu pai tinha a idéia de visitar minha avó de carro, afinal, meu vôo havia sido mudado, para o dia seguinte. Demos muitas voltas e ele não se lembrava do caminho. Acabamos desistindo e voltando para o aeroporto. Chegando lá me dei conta de que havia esquecido várias coisas em casa. Voltava para casa e meu irmão estava usando um casaqinho de lã vermelho meu. Eu lhe dizia: tire já porque vou levá-lo comigo.

Revirava o quarto, que já estava uma bagunça e procurava as coisas que faltavam. Minha mala estava muito vazia...
tesourome 11/08/2009  20:02
Uma voz esclareceu que, naquela região da África, não havia livros de religião tal como encontramos em outras culturas. Nem sequer havia um conceito de religião, pois ela estava plenamente mesclada à natureza e à vida, a própria natureza e a vida já grafavam a religião. Contudo, os povos locais foram se extinguindo. Um padre, preocupado com as perdas culturais, escreveu tudo que pode da religiosidade, sem adulterar nada. Usou tinta venenosa, graças à qual muitos morreram, inclusive ele. Anos depois, um menino encontrou o corpo, abraçado no livro, submerso num córrego cristalino. O padre não havia se putrefeito, as águas já haviam lavado o veneno. O menino descobria o livro sob o olhar de espíritos ancestrais.
berne armagedômicoen_drigo 11/08/2009  11:01
eu olhei de cima a mangueira - ou curral, como dizem os brasileiros - e vi que os bois e vacas tinha berne. O estrago era feio pois os animais tinham buracos grandes nas paletas. Passei um bom momento observando o que acontecia em cada buraco. Em alguns, haviam ratos, que guardavam ali pimentões (vermelhos e amarelos). Em outros, larvas.

fiquei com um pouco de pena dos bichos, que pastavam distraídos.
travelli 07/08/2009  13:23
Eu passeava de carro com o meu pai, e ele me mostrava lugares da cidade que eu não conhecia. Entramos em um bairro, e já era Z que estava dirigindo o carro. Vi um pequenoo clube e pedi para pararmos e conhecer o lugar, pois parecia bonito. Caminhamos por piscinas com formatos diversos, por uma quadra de volei e por um parquinho infantil. Comentávamos que era um clube tranquilo, simples e agradável, bom se tivésssemos crianças par levar. Conversei com as pessoas dali, que eram super simpáticas e logo Z mudou de humor e ordenou que fóssemos embora.

Fomos comer um lanche na rua, e eu contava toda a minha vida para Z, falava que ia morar em Curtitiba e que depois ia para Israel, e uma semana no interior da França,ele ficou desconfortável com essas notícias.

Logo, já estávamos em Jerusalém, dentro de uma biblioteca enorme, um prédio super moderno, em forma de cilindro, mas muito estreita, com mais de 60 andares. Subíamos pelas escadas e cada andar tinha livros de diferentes formas e de todas as épocas. Não dava tempo de ver tudo, mas subimos até o último andar. Encontrei uma moça que disse para eu ver a cidade pela janela. Olhei a cidade e era muito diferente de tudo que eu já tinha visto, eu via um aeroporto, logo um conjunto habitacional muito grande, prédios modernos, sinagogas lindas, prédios antigos e mais adiante o Monte das Oliveiras, mas percebia que a luz do sol era muito diferente na cidade.

Nesse último andar da biblioteca tinha um vitral lindo no teto, e ali se reuniam pessoas para fazer suas orações, várias facções de judeus, árabes, católicos, todos dividindo o espaço com muita harmonia e respeito, e com trajes típicos religiosos, que eu não conhecia.

Descemos para ir em um restaurante, e nesse momento eu já estava com vários brasileiros. Entramos numa fila grande, pegamos uma bandeja pequena e fomos nos servir no buffet. O primeiro prato era um ensopado de esqueleto de peixe, porém com a cabeça intacta, e o segundo prato era um filé amarelo, e foi o que coube na minha bandeja. A funcionária do local, uma brasileira, me falou que a minha combinação não era das melhores, mas mostrei que na minha bandeja não caberia mais nada.
Mafalda na cabeçaLola 07/08/2009  07:27
Eu trabalhava em uma lj de calçados, em um shopping, e qdo me dei conta disso pensei, ah não, não acredito que estou trabalhando no comércio de novo! Fiz amizade com minhas colegas, elas eram mt divertidas e gostavam mt de mim, mas aquele era meu último dia e o clima era de festa. Eu estava usando sapatos de salto mt fino, e o piso da lj era revestido de um carpete mt fofo, então eu tinha que passar o tempo tdo me equilibrando nos saltos. As colegas riam mt e diziam que eu não precisava atender nenhum cliente pq eu já estava indo embora, mas eu ficava atenta e qdo alguma ia atender alguém eu tentava ajudar dando dicas do que oferecer. Eu usava um gorro de lã cinza com uma Mafalda do Quino bordada na testa, tentei tirar para que a gerente não implicasse mas por baixo meu cabelo havia ficado mt oleoso, me senti suja, achei nojento e mantive o gorro. Parei na porta da lj esperando a entrada de clientes e V passou por mim. Voltou para me cumprimentar e perguntou se eu sabia onde havia um banheiro. Peguei a chave do banheiro e fui acompanha-la, as colegas me dariam cobertura. V me abraçou e disse que eu estava mt bonita, então me dei conta de que eu vestia um vestido de sêda de um vermelho sangue, lindo, se ajustava bem ao meu corpo e tinha uns babados delicados na barra da saia. V me contou que estava fazendo seu segundo mestrado, mas não se decidia se era sobre Antonio Cicero ou Antonio Candido.
li 06/08/2009  19:57
eu passava uns dias numa casa entre montanhas e um grande lago. Tinha um homem comigo, mas não sei quem era, só sabia que era uma pessoa legal, de confiança. A paisagem era bonita, muito verde, lugar calmo e isolado. Olhei pela janela e vi uma lancha da guarda florestal, que cuidava do lugar. Pensei que eu poderia não estar no Brasil, pois uma guarda florestal tão eficaz não é comum, nesse país.