Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Lagartos

Sonhei que estava na casa em que morava há alguns anos atrás, no meu antigo quarto, tentando ver algo no notebook e do nada começaram a aparecer lagartos por toda parte. Eu não sabia o que fazer e tentei fugir mas eles vinham atrás de mim mesmo assim, então resolvi matá-los. Tentava e tentava mas eles não morriam, numa hora apareceu um outro pelas minhas costas e mordeu meu pé.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
sentado / cauli

Era quase hora de ir dormir. Sentado na cadeira, olhando para o monitor, em pose de trabalho. Tudo parece mais escuro do que o comum. Tem um gato deitado ao lado do meu monitor olhando pra mim, e o estranho é que não é o Nico. Me pergunto se estou sonhando, não é possível! Ainda não fui dormir.

Faço o teste de realidade, mesmo não acreditando ou não querendo muito que aquilo fosse um sonho, pois eu estava num humor péssimo. Tapo o nariz com a mão direita, e inspiro com vontade. O ar entra pelo nariz. Estou sonhando!

Agora que sei que estou sonhando, faço carinho naquele gato o máximo que posso. Percebo que na vida real minha mandíbula está tensa. Abro e fecho minha mandíbula na vida real. O sonho se dissolve aos poucos e me vejo em terceira pessoa, ali ainda sentado na cadeira, girando num vácuo preto. Escuto o ruído que me transporta entre estados de consciência. Acordo.
Pelados / li

A Brigitte Bardot estava morando numa casa num balneário da serra. Ela tinha o hábito de caminhar nua pelas imediações da sua casa. Eu avistei ela, jovem, caminhando nua e encontrando um fotógrafo aquático, que também fotografava nu.
Cachorro Branco / DdN

Dormindo encima dos barris azuis e muito macios deitados na vertical e cheios de água. Apareceu um cachorro branco raivoso, que se acalmou e ficamos juntos. Eu fazia sexo com uma pessoa e depois virei e acabei fazendo com outra e me surpreendia como era bom. O lugar eram umas casas feitas de lata/aço.
Nadadores Telepáticos / dmtr

Sonhei com dois meninos brasileiros que lembravam o filme "os filhos de francisco". Eles haviam quebrado uma série de recordes de natação e também tinham um tipo especial de telepatia enquanto nadando embaixo dágua. Eles estavam bem emocionados com as olimpíadas e a possibilidade de mostrar pro mundo o que eles haviam "descoberto". Ainda haviam algumas questões burocráticas a ver com a idade, etc.
casa na Alemanha / li

Eu morava em um pequeno trailler na Alemanha. o lugar era uma ruazinha com trailers colados um no outro, um lugar pobre, na beira de um rio. As janelas não tinham cortinas e eu sentia falta de privacidade, logo resolvi esse problema, colocando um espelho para cobrir o vidro da janela. Saí para caminhar e na volta cruzei com o vizinho do lado, que era um homem idoso estranho, meio tarado. Mais tarde chegou o Edson Celulari e começamos a nos beijar. Só pensava em quando meu marido ia chegar.
Olhei pela janela da cozinha e vi que o rio começava a passar embaixo do meu trailer.
Tartaruga / li

Ia em um apartamento no subúrbio, em cima de um morro, com ruas em curva e de terra vermelha, com alguns lugares perigosos. Entrei no apartamento de VP, e encontrei suas filhas, inclusive a que havia falecido e fiquei confusa. Encontrei dois ex e via como eram relacionamentos ruins, como se tornaram pessoas mesquinhas.
Vez ou outra eu agia como namorada de um dos ex, e me sentia muito infeliz.
Fui pegar o carro para ir embora e VP me falou que estava embaixo de uma ponte, em um local camuflado, pois ali tudo era perigoso.
Logo eu estava em uma praia, deitada na areia com Z e outra moça, talvez sua esposa,e percebi que havia uma grande tartaruga virada de costas, vermelha e amarela, embaixo de nós três,. Sentia as patas da tartaruga nos tocando e sentia nojo e medo.
Fugax / spring

Estou descendo uma rampa gramada, no jardim de uma casa enorme, D está ao meu lado. É final de tarde, já escurecendo. Choveu. A grama está molhada. Minha sapatilha vermelha sai do pé. Enquanto coloco digo para D: “provavelmente essa será a última vez que venho aqui”, ele diz: “eu aposto que ainda terei que voltar pra resolver um monte de coisa”. Entendo o sonho, estamos no escritório onde ele ainda trabalha, mas em breve sairá. Aceleramos o passo, a casa está vazia, mas minha presença ali é um segredo. Entramos na sala em que D trabalha e o chão está coberto por colchões, com lençóis desarrumados. “Nossa, rolou uma festinha aqui”, digo, ele: “foram M e X”. A sala tem aberturas dos dois lados, me deito nos colchões e me cubro com um edredom que estava por ali. Ele se deita comigo e me abraça, mas logo aparece alguém na abertura do lado esquerdo; escondo a cabeça debaixo do edredom e ele sai para falar com a pessoa. Fico sozinha e me sentindo insegura embaixo daquele edredom, naquela sala devassada. Então, aparecem algumas crianças na larga porta do lado direito e começam a falar alto que há alguém embaixo do edredom, tentam levantá-lo e eu seguro o pano sobre minha cabeça com força. Mas não dá pra aguentar muito tempo, resolvo levantar e sair por aquele lado, afinal, eram os fundos e as crianças não me conheciam, eu poderia correr dali. Passei por um corredor e entrei numa saleta, onde vários homens faziam algum conserto, pulei umas furadeiras e abri uma porta branca, que parecia um armário, mas dava para o jardim da frente da casa. Lá, várias crianças brincavam e entendi que haveria uma festa, ou melhor, já estava rolando uma festa. D me ligou, mas a linha caiu quando atendi. Eu não podia esperar, não podia ser vista ali, dei um jeito de passar pela cerca viva e sair da casa. Da rua, mais alta que o jardim e a casa, eu podia ver a festa, cheia de gente bonita e bem vestida, com taças na mão. O celular toca de novo, é D dizendo que vai ter que terminar uns trabalhos e portanto não poderá sair para ir embora comigo. Olho a festa, meio humilhada, e penso que preciso sair dali. A rua é de terra e está tudo muito molhado. Pergunto a uma das seguranças que está do lado de fora onde posso pegar um taxi, ela diz que o ponto é longe e pergunta se eu não tenho aplicativo, “minha bateria acabou”, então ela diz que havia alguns taxis ali perto, esperando convidados da festa, e que algum deles poderia me levar para São Paulo. Pegou um carro da segurança e me levou até onde estavam estacionados dois taxis, um com placa de Guarulhos, outro, de Mogi das Cruzes. Nenhum deles queria me levar para tão longe. Então perguntei ao taxista de Guarulhos se ao menos ele poderia me levar até o ponto de taxi e se ele aceitava cartão. Ele disse, sim e sim. Entrei no taxi e fui embora.