Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Felicidade / li

Estava eu, CVS, TF, AMC, meu marido e filha caminhando por uma bonita cidade medieval europeia. Jantamos num restaurante e eu tinha dificuldades para me comunicar com TF, só conseguia falar português. Fomos s para casa, caminhamos pelas ruas estreitas e floridas até chegar em casa, que era em Curitiba, na beira do mar, é tinham s que passar por uma ponte no meio das rochas à beira-mar para chegar na nossa casa. Estávamos felizes.
Uber Corcel no mato / dmtr

saindo de um lugar fui pegar um uber compartido. coincidentemente as pessoas q estavam comigo tb foram e paramos todos no mesmo carro. era um carro antigo tipo um corcel com um senhor cabeca branca dirigindo. a gente pediu pra ir pra outro lugar e ele logo tomou a primeira rua reta praticamente saindo da cidade. assim como em cacapava do sul a cidade acaba em algumas quadras, vi sao paulo acabar em poucas quadras e achei que seguiriamos a direita numa estrada de terra costeando o mato, mas ao contrario, o motorista seguiu em frente passando pela sanga e através do arame farpado e campo adentro.
Ficamos fascinados por quão rural era ali, e bucolico. muito bonito. algumas espinheiras, logo mais arvores e varias espécies de animais. alguns lobos guará estranhos, muito altos, búfalos e algumas espécies variadas, como se fossem muitas misturas de tudo. pensei em fazer uma piada e deixar mais 10 reais no painel do carro pra ele logo nos levar onde estariam os extraterrestres, mas estava tudo tão estranho que fiquei com medo de fazer isso.
depois da experiencia conversei com os dois outros passageiros do carro e perguntei o que eles viram. cada um descreveu coisas diferentes, então pensei que havíamos visto coisas sobrenaturais e cada um interpretou com seu repertório. o meu eram animais estranhos e muito selvagens, de outra era.
muitas cobras. cobra vermelha. / DdN

Eu andava com ela pelo meio do mata. Não me lembro quem era ela. Entravamos meio agachadas em um lugar. De repente vemos uma cobra vermelha. nos agachamos. ela me diz que me deite e confie. a cobra passa pelo meu corpo. eu respiro e me entrego. ela ela rasteja sobre mim. e enfim vai embora. eu estou mt tranquila. continuo a caminhada e vou para um lugar onde estamos todos dormindo juntos. uma acampamento sob uma tenda com camas com mt palha embaixo. aparecem mais cobras.
Lagartos

Sonhei que estava na casa em que morava há alguns anos atrás, no meu antigo quarto, tentando ver algo no notebook e do nada começaram a aparecer lagartos por toda parte. Eu não sabia o que fazer e tentei fugir mas eles vinham atrás de mim mesmo assim, então resolvi matá-los. Tentava e tentava mas eles não morriam, numa hora apareceu um outro pelas minhas costas e mordeu meu pé.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
em busca de um lugar / li

Eu e FMP, que às vezes era LV, caminhávamos perdidas numa nova cidade muito grande. Estávamos perdidas pelo subúrbio, tentando voltar. Pedíamos informações e nenhuma orientação dos transeuntes nos fazia voltar para casa. Nos separamos e eu comecei a pedir informações em restaurantes e bistrôs e a cada lugar que entrava, eu comia algo. Chamava táxis que não chegavam. A parada de ônibus que encontrei tinha fila imensa e carros muito velhos e quebrados, um operário me falou que os ônibus iam somente para o litoral.
Voltei a encontrar minha amiga e juntas pedimos para uma pessoa orientação para voltar, a seguimos e fomos parar no meio de uma favela, no morro. Começou a anoitecer e nós ficamos mais perdidas nas ruelas estreitas de terra da favela. Achamos perigoso e fugimos atravessando um mato. Chegamos em uma grande e movimentada avenida, região industrial da cidade. Encontramos um local com um pátio com pessoas e fomos pedir ajuda. Chegando próximo, vimos que era um manicômio e pulando em uma cama elástica estava o cartunista Laerte num corpo de anão. Ele tentava seduzir mórmons e militares que ali passavam.
Entramos no lado do prédio do manicômio, que era um teatro e haveria um concerto, pois ali estaríamos seguras durante a noite. Ao entrar, percebemos que só havia dinamarqueses e alguns russos. O ambiente era muito familiar, todos com sua família, bebês e demais filhos, mas de repente, todos começavam a cheirar cocaína. As crianças brincavam caminhando por cima da droga, e o clima começou a ficar hostil. Procuramos sair dali, pois não conhecíamos ninguém, não falávamos o idioma, e só ouvíamos barulho de cartão de crédito em mesas e narizes aspirando.
sentado / cauli

Era quase hora de ir dormir. Sentado na cadeira, olhando para o monitor, em pose de trabalho. Tudo parece mais escuro do que o comum. Tem um gato deitado ao lado do meu monitor olhando pra mim, e o estranho é que não é o Nico. Me pergunto se estou sonhando, não é possível! Ainda não fui dormir.

Faço o teste de realidade, mesmo não acreditando ou não querendo muito que aquilo fosse um sonho, pois eu estava num humor péssimo. Tapo o nariz com a mão direita, e inspiro com vontade. O ar entra pelo nariz. Estou sonhando!

Agora que sei que estou sonhando, faço carinho naquele gato o máximo que posso. Percebo que na vida real minha mandíbula está tensa. Abro e fecho minha mandíbula na vida real. O sonho se dissolve aos poucos e me vejo em terceira pessoa, ali ainda sentado na cadeira, girando num vácuo preto. Escuto o ruído que me transporta entre estados de consciência. Acordo.
Pelados / li

A Brigitte Bardot estava morando numa casa num balneário da serra. Ela tinha o hábito de caminhar nua pelas imediações da sua casa. Eu avistei ela, jovem, caminhando nua e encontrando um fotógrafo aquático, que também fotografava nu.
Cachorro Branco / DdN

Dormindo encima dos barris azuis e muito macios deitados na vertical e cheios de água. Apareceu um cachorro branco raivoso, que se acalmou e ficamos juntos. Eu fazia sexo com uma pessoa e depois virei e acabei fazendo com outra e me surpreendia como era bom. O lugar eram umas casas feitas de lata/aço.
Nadadores Telepáticos / dmtr

Sonhei com dois meninos brasileiros que lembravam o filme "os filhos de francisco". Eles haviam quebrado uma série de recordes de natação e também tinham um tipo especial de telepatia enquanto nadando embaixo dágua. Eles estavam bem emocionados com as olimpíadas e a possibilidade de mostrar pro mundo o que eles haviam "descoberto". Ainda haviam algumas questões burocráticas a ver com a idade, etc.