cavalognight 08/06/2009 12:08
andei num cavalo abraçada num cachorro bem grande e todo mundo aplaudiu.
casa na praiachuazinha 07/06/2009 22:52
era de dia, um dia nublado meio cinzento, mas desses que tudo fica com um aspecto meio prateado. estava com a julia, namorada do gui, numa casa. a casa ficava numa praia linda e deserta, dessas que tem encosta de morro em volta e pedras na areia. a casa ficava bem no meio do nada na praia, meio desolada, sua localização era tão aleatória que eu tinha certeza que a casa era casa de sonho. quando a gnete abria a porta dava direto na areia.
eu e julia conversávamos muito, sobre muitas coisas, entrando e saindo da casa, conforme o assunto. sempre que a gnete saía eu tirava umas sandálias pra pisar na areia com pé descalço, depois ao entrar tornava a por. tinha uma sensação muito boa de que podia falar tudo com a julia e que assim ficaríamos íntmas, amigas.
casa 4gnight 07/06/2009 19:47
tenho uma linda casa onde não moro e acho que é porque os muros são muito baixos.
3 sonhosme 07/06/2009 19:10
Por três vezes eu parti
Por três vezes retornei
Duas vezes eu sofri
E numa vez me alegrei
Primeiro, a moça loura
Errou por querer errar
Nada, nada que se louva
Segundo, a moça amiga
Errou querendo acertar
Mas foi a própria inimiga
E no fim, vi todas bem
Erros a se superar
De fantasmas do meu além
Nilsen competitionalho 07/06/2009 06:03
Encontrava com B que foi pra final da comeptição Nilsen para clarinete.
Ele me dizia que também tinha ido para a final um certo fulano que tocava a 10 anos com o mesmo ORGANISTA acompanhador e por isso, era impossível ter ganhado o primeiro prêmio.
Ele não dizia se essa pessoa havia mesmo ganhado e nem em que lugar ele havia ficado.
Eu ficava muito desconfortável com isso.
Passeando pelo prédio Kah 06/06/2009 09:10
Eu estava parada próximo a um prédio, um prédio antigo. Passa um ônibus e eu entro nele, ele começa a passear pelo prédio que para minha surpresa tinha muita coisa pra contar.
Uma amiga minha, que faz História, fazia o papel de guia turístico. Era um outro lugar lá dentro, haviam pessoas passeando, com roupas das mais variadas, e eu, passeava atraves do tempo.
O ônibus sai do prédio e a cidade se transforma no que eu havia visto antes.
Como se eu tivesse cercada de história e precisei passar pelo prédio pra perceber isso.
corda brancame 06/06/2009 09:04

à beira
do caminho
uma corda
corda branca
da direita
pr‘esquerda
de minha mão
à minha outra
eu leio
placas de prata
costuradas
em espanhol
até a ponta
e na ponta
uma chave
e um...
falo?
não
um pêndulo
rústico
Se a corda branca pertence ao neófito,
eu aguardo a próximo cor.
Presa em cidade desconhecidaKah 05/06/2009 10:55
Quando acordei me vi em um quartinho de madeira, totalmente diferente do meu, era muito claro e parecia ser de uma casinha num campo qualquer. Saí do quarto e estava em uma cidade de ruas de terra batida, com poucas pessoas na cidade, parecia que a população era um numero bastante reduzido ali.
Para todos os lugares que eu olhava só via o nome "Sofia Tetrione", estava em nomes de supermercados, vendinhas, em todo o comércio do lugar. Eu parei um menino na rua e perguntei o nome da cidade, já esperando que ele falasse o nome que eu havia visto em todo lugar, "Sofia Tetrione", me surpreendi quando ele me disse que o nome da cidade era "Bora". Foi quando olhei para o outro lado da rua e vi uma rodoviária, ela contrapunha o cenário daquela humilde cidade, era uma construção robusta que mesclava madeira e mármore. De fora parecia pequena, mas ao entrar percebi que era infinitamente grande e alta e muitas pessoas circulavam apressadas por ali, parecia outro mundo.
Saí da rodoviária percebendo que eu não sairia da cidade nem tão cedo, fui parar em um quarto de hotel, um simples quarto, com Luana (uma colega da faculdade) e Thais (uma menina que mora perto de minha casa).
Escuto batidas fortes na porta, abro e um homem muito grande, másculo e mal encarado pergunta por Thais, respondo que ela não está e ele entra pra procurar. Saio por uma varandinha modesta de madeira e vejo um grupo de jovens que pareciam estar com o homem que invadiu nosso quarto e um deles me abraça (OBS: o cara estava de camiseta num frio do caramba e tinha cabelos ruivos desalinhados. Resumindo, eu nunca o tinha visto na vida). Eu sabia que o estranho não tinha boas intençoes e atentei pro fato de que eles não queriam a Thais e sim a mim.
Me pus a correr desesperada pelas ruas escuras da cidadezinha e para minha surpresa eles não vieram ao meu encalço.
Encontrei uma prima minha em um estúdio, a vi pela vitrine, e ela me chamava para ir a uma festa e alertava que nao conseguiríamos mais comprar os ingressos porque todos os mercados (eu só tinha visto um) da cidade já estavam fechados. Nós íamos andando pra casa, até que eu chegava na MINHA casa, e todo aquele cenário bucólico havia desaparecido e tudo voltara ao normal.
E aí despertei, sem entender nada. =/
Quase guilhotinadaKah 04/06/2009 08:54
Estava trancada em meu quarto quando entra minha tia, que fazia o papel de minha mae. Descobri ali que ela era a vilã e que eu morreria, pois ela olhava pra mim de uma forma estranha e nao me parecia amigável. Alias, a simples presença dela no meu quarto já lhe denunciava.
Ela colocara um prato de comida no chao. Eu chorava desesperada presa num quarto escuro, o meu quarto.
Um amigo da faculdade vinha me visitar de tempos em tempos e eu tentava alerta-lo que eu morreria, mas pra ele parecia ser uma coisa normal.
Fui levada até o final da rua em que moro, junto com um grupo de meninas que até onde eu sabia teriam o mesmo fim trágico que eu. Ao passar por esse amigo da faculdade, eu lhe pedi ajuda ao prantos, desesperada, a única coisa que me disse foi: Divirta-se!
Chegando ao final da rua lá estavam meu carrasco, minha tia/mãe e uma oficial de justiça, que nos colocou em fila e anunciou o começo das execuçoes.
Quando chegou minha vez, me joguei no chao chorando, dizendo que era inocente. Então, revoltada com meu desespero minha tia/mãe confessa que me mataria porque meu pai estava para se separar dela e eu era a coisa que mais importava pra ele. Com isso, a oficial de justiça anulou a sentença de morte por guilhotina e levou presa minha tia/mãe.
Fim.
Indo ao cinema / missadmtr 29/05/2009 10:56
tava indo assistir um filme em algum cinema, entrei na fila e fui chegando perto e me dando conta que era meio uma igreja. na entrada recebi um livro rosado com algo estampado na capa. algo como "louvor" ou "Senhor".
Entrei na igreja e vi a Joy com o vestido sierpinski e tb outra menina em outra parte da igreja com o vestido. Fui sentar perto da Joy, que estava surpresa de eu estar indo na igreja. Ela tinha os dentes separados estilo Madonna.
Fiquei bem atrás de um pilar e pensei que não conseguiria ver direito a missa / cinema.