Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
domingo no descampado / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
no descampado / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
domingo de manhã / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
manhã de domingo / li

Estava em Santa Maria, era um domingo pela manhã e eu ia com um grupo de artistas caminhar em algum lugar interessante, que ia por meio de um descampado de camobi. Encontrei ali o MB com mochila e querendo ir junto. Ele nos seguiu e eu não gostei, mas logo conversei com ele e deixei para lá as diferenças. Eu e MB nos perdemos do grupo e seguimos andando para localizar o pessoal. Achamos um vilarejo tipo turístico, com uma casa toda feita de toras de madeira e com esculturas . Entramos em um mercadinho e buscamos coisas para comprar com algumas pessoas da filosofia da universidade. Logo saímos nos prédios dos básicos e no estacionamento acontecia um evento, e percebi que o lugar estava revitalizado e mais bonito.
/ Lua

Chamei uma amiga pra ir numa galeria de arte antiga e meio abandonada. Era um lugar muito bonito com azulejos antigos cor de creme e entrava muita luz do sol por janelas grandes de vidro. Do lado de fora era puro mato, bem verde e vivo.
Nós duas usávamos meias calça brancas finas e roupa de cetim.
Madonna ressentida / li

Assistia televisão com minha prima CVS e outra pessoa, era o programa do Jô, que entrevistava a Madonna. Fiquei chocada com tanto lixo ideológico que ela falava e eu comecei a discorrer o sobre o que ela falava, e me vi com ódio e ressentimento igual ao dela.
/ Avê

Sonhei que eu e vários amigos estávamos vestidos pra uma festa de casamento e tirando fotos bem vestidos, porém jogados no chão. Eu não era a noiva, mas me vestia com um vestido branco e uma rosa vermelha na cabeça com um véu fino branco. Eu me sentia ótima e linda nessa roupa, mas resolvi trocar de roupa pra festa pra não acharem que eu queria fingir que era a noiva. Vesti uma saia preta e uma blusinha meio cigana azul e pensei que seria bom também ficar mais à vontade.
/ Avê

Aparecia um monte sal grosso no teto do meu quarto na casa da minha mãe. Eu via como se crescesse ali. Em algumas partes fazia umas linhas e formas. Fiquei muito impressionada. Chamava as pessoas pra ver, ninguém se importava muito.
Avião caíndo / li

Era noite e eu caminhava pela avenida Dores, próximo ao Corinthians, em Santa Maria. Olhei para o céu e vi um avião voando muito baixo e senti medo. Comentei com algumas pessoas e com a tia NCV sobre voar tão baixo e todos acharam que era normal. De repente vi que algo se desprendeu do avião, ou um míssel ou uma grande parte dele, saindo fogo e seguido de um grande estrondo e impacto por ali.saí correndo pq parecia que o fogo da queda poderia chegar até o de estava. Corri e apavorada telefonei parabéns os bombeiros para avisa-los. De repente percebi que a região da queda tinha varias escolas e pensei em ISV, que poderia estar em aula. Fui até a escola e muitos bombeiros e equipes de psicólogos, alguns vestidos de Papai Noel para confortar crianças que presenciaram ou foram vitimadas nessa situação.
Artes e poças / li

Eu, minha mãe, marido e filha fugíamos de alguém ruim e fomos para casa de um conhecido, em Florianópolis. Dormíamos num quarto, era uma casa de alguém q gostava de rock, mas eu não sabia quem era. Vi bque tinha uma luz perto do colchão e imaginei que estávamos sendo espionados por ali. Eu e minha mãe levantamos mais cedo para o café e chovia. Era um café numa varanda, como em umabpousada. Vi AA por ali e passei por ele e nos olhamos. Precisamos sair correndo e fugindo, ao longe avistei o consulado brasileiro. Um policial nos parou e pediu nossos documentos e mostrei meu visto, mesmo sendo floripa, e ele disse que éramos bem-bondas. paramos no centro de Floripa. Vi que não leva-os dinheiro nem celular e estávamos perdidas e sem comunicação. Andamos por lugares com pessoas perigosas e ameaçadoras, e comerias e calçadas inundadas. Pedi desculpa para minha mãe. Logo minha filha estava junto e a deixamos numa salinha deusa pré escola. Caminhamos perto de uma pizzaria e havia um teatro de rua, assistimos e era chato, com palhaços dizendo textos ruins e doutrinadores, nem minha filha gostou. Descemos por um morro e chegamos num mercadinho que meubmarido estaria esperando, e ele e filha esperavam arrumados, em frente a uma prateleira, ele brabo conosco. Entrei correndo num teatro e era fim de uma peça e mostrei para minha mãe um ator q ela gostava no passado, que era o Rock Hudaon com rosto do Alain Delon. Correndo, Subi no palco e tirei, que fez um efeito bonito com unha longa saia, e logonpercebi que minha calcinha branca havia caído. Fui ao camarim me arrumar e o diretor foi junto, era um camarim com móveis antigos e com uma energia ruim. Tirei a calcinha e a guardei pq não consegui vesti-la. A peça começou e era chata, logo o diretor entrava em cena, era um homem muirobpeueno, corpo como da minha filha, usava barba e roupa azul e dourada e repetia uma frase mencionando negros, que me soava racista é inadequada. Resolvemos ir embora.