Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Velório vivo / li

Estava num velório de um dos primos da minha avó, daqueles familiares que eu não conheci pessoalmente, mas que ouvi histórias durante toda a vida. Estavam também os vários primos radialistas.
No velório percebi que o velado estava vivo e isso parecia normal. Fiquei intrigada em saber como se daria o sepultamento, com a pessoa Ainda consciente, imaginei como um assassinato. O tempo passou e a hora do enterro se aproximava e o parente no caixao estava muito triste. Os primos radialistas falaram pequenos discursos e no fim uma prima falou, com sua voz bonita e jovem, contraste com sua aparência idosa.
O velado pediu um tempo para sair e caminhar, antes de ser enterrado, e todos permitiram, e eu achei a situação mais estranha possível. Ele saiu a caminhar pelo pátio agora, percebi que tinha as mesmas feições açorianas da família. Eu via seu percurso, como se fosse um filme, ele caminhando no pátio, que se transformava num campo, encontrava dois homens e se escorava numa cerca de troncos, e assim eu o via, e logo essa imagem aparecia como se distanciando, até ficar longe dos meus olhos.
O homem voltou para a sala do velório, triste e chorando e todos os esperavam. Senti angustiada com a situação.
nova brasília / cauli

nova brasília- Sonhei que eu tava em Brasília
- mas era tipo um pântano turístico assim
- as atrações arquitetônicas ficavam numas plataformas de pedra na altura da água
- e eram meio barrocas assim
- tipo, não era niemeyer
- a plataforma de pedra tinha musgos e era molhada
- e aí na plataforma principal tinha igreja, prédios oficiais do governo, e até um galinheiro
- lembro que tinha turistas e uma veio conversar comigo
- Ela: "Eu senti que você sabe disso"
- Ela: "Onde fica (tal coisa das galinhas) que vi no livro da (tal livro de história da arte)?"
- Eu: "Ahh o livro (tal) já li, mas não conheço (tal coisa)"
- Aí a senhora turista fez cara de desapontada como se eu tivesse desmerecendo a mediunidade dela
- Eu: "Mas ali tem um galinheiro olha (a coisa que ela procurava tava relacionada a um galinheiro)"
- E qnd eu olhei pro galinheiro resolvi ir pra lá pq vi atrás um grupo de turistas numa balsa primitiva
- Tinha um guia que manejava a balsa e ele disse que ela ia dar uma volta pelo "litoral" que parecia ser uma pequena praia ali, atravessando aquele mangue estranho
- (detalhe: eu tava num dos cantos do mundo)
- (tinha um paredao onde acabava a cidade do meu lado)
- aí eu caí na agua
- e a balsa continuou
- mas deu tudo certo pq tinha uns bancos de areia e de pedra
- e eu me safei
- só sei que agora eu tava no meio da cidade onde moravam as pessoas MESMO
- tinha um pouco de vibe de favela, com as coisas meio improvisadas em lona azul e amarela e vermelha
- corredores estranhos, chão rústico
- mas agora tava começando a escurecer
- e as pessoas entraram em suas casas bem rápido
- eu era o único humano nas ruas daquele lugar
- porque tinha muitos bichos exóticos no chão e eles comiam qualquer coisa
- primeiro eu fiquei com medo de pisar nos siris
- porque tinha siri por todo lado
- siris pequenos e daí uns caranguejões grandes
- mas aí me assustei ainda mais quando vi umas formigas comendo um caranguejão
- eram muitas
- e subi num muro de uma casa onde não me alcancavam
- aí vi um bicho que parecia uma mistura de caranguejo com lagosta, tinha o tamanho de um cachorro pequeno
- e comia QUALQUER coisa
- aí eu pulei numa cerca de madeira pra fugir dele e percebi que tinha um cachorro bem quieto me olhando com cara de medo mas seguro num palanque com chão de grama, cercado. Percebi que ele tava a salvo dos bichos e que tava preocupado por mim
- mas aí olho pro chão e tem um poodle vira-latas andando pelos corredores
- e a lagosta caranguejo vai pra cima dele ???? ????
- e aí eu me pergunto pq vou interferir e chuto a lagosta caranguejo e ela desiste
- aí eu abri a porta de uma casa qualquer e deixo o poodle entrar
- ouço de longe os donos da casa esperneando "QUEM DEIXOU A PORTA ABERTA?"
- aí o sonho acabou
Portal para o passado / li

De repente, a internet de algumas pessoas começou a abrir o seu antigo orkut e dali um portal de um tempo passado. Eu vi a tela azul em diversos celulares, e as pessoas felizes relembrando.
Pelo meu orkut fui contactada com T e combinamos de nos encontrar numa festa. A festa era familiar, poucas pessoas e numa casa antiga. Eu eT nos declaramos, como um amor apaixonado, mas sem contato físico. RR estava junto e dizia que ele não podia me fazer esperar , não podíamos perder tempo e assim intermediava nosso contato. Perguntava do meu marido e articulava uma solução para nós vivermos o tal amor.
Fui ao banheiro e vi que estava na antiga casa de madeira da minha tia, onde para ir ao banheiro tínhamos que atravessar um quarto e a parede de rabiscos vermelhos continuava igual.
Encontros perdidos / li

Eu morava no meu primeiro apartamento que vivi emPorto Alegre, mas era menor e mais velho, paredes descascadas e úmidas. Logo descobri que eu dividia o apartamento com FP e senti feliz. FP falava que era muito difícil sair à noite emPoa, devido à violência e me mostrava cenas de violência, pela janela. Uma amiga veio nos visitar e conversamos até FP precisar sair na noite. Desci o o acompanhando e encontrei PW, que era dono de um bar na Rua José do Patrocínio.
Conversamos e PW e FP seguiram seu rumo na noite. Antes FP pediu-me para aguardar uma encomenda sua.
No apartamento, me entregaram a encomenda, era o caixao de seu pai, que ao mesmo tempo era Chopin. Eu tinha que cuidar, mas era grande demais e eu não sabia os cuidados necessários, Ainda mais que se tratava de ser 2 pessoas que nutri afeto. Eu tentava colocar flores e telefonava para aFB, sem êxito. Uma bebê engatinhava por cima do caixão. Logo saí do apartamento, que nessa hora era uma casa rústica em madeira, e vi pela janela um novo quadro pendurado, que era uma pintura de Chopin, com luminosos olhos azuis, réu não sabia se chamava o retrato de Chopin, I ou se era meu sogro.
Casas / li

Estava casada com PW, morávamos num apartamento térreo, emPoa, com sacada para um pátio e muitas pessoas começaram a entrar no nosso apartamento. Começou a rolar um clima entre PW e uma moça e logo eles saíram juntos.
Logo eu já havia me mudado para outro apartamento no segundo andar,pelas imediações do shopping Praia de Belas. A persiana de uma janela deslizava até o andar térreo. Minhas sobrinhas estavam juntas e pediam para ligar para a mãe. Pq retornou à casa, e foi arrumar um quarto. Com CP, Fui comprar algo e nos perdemos. Anoitecia e era um local perigoso, com drogados. Não conseguíamos voltar para casa.
Hora Grande / Dmtr

sonhei que era muito aceitável falar as horas no estilo 19:72 e isso era chamado "hora grande".
Acontecia por exemplo quando algo atrasava. vc marcou um encontro as 19h e a pessoa não chegou e já são 20:15, pra você ainda é 19:75.
Ricos, crianças e reencontros / li

Morava num prédio de luxo, no 8 andar. Era vizinha de AD e sua esposa. Fomos no playground do prédio e vi uma piscina de pedra num jardim inglês do condomínio. Conversei com FLS e minha filha desapareceu. Pior sensação.
A esposa de AD veio conversar e falava que o seu andar, o terceiro, as paredes estavam emboloradas.
No hall do prédio chegava a mudança de vizinhos árabes milionários, com sofás e móveis requintadíssimos e vi que minha foi pular nos sofás.
A esposa de AD foi no meu apartamento e logo seu filho foi para o lado de fora da janela, no parapeito e eu o segurei pelo braço.
Desci para a portaria do prédio e no pátio externo, próximo calçada havia minha penteadeira com muitos pertences meus. Estranhei que ficasse sempre ali e ninguém roubava nada.
Estava numa casa antiga, rica, era festa de encontro da minha família V . Encontrava parentes desconhecidos e não conseguia conecta-los à minha árvore genealógica. Somente pessoas mais velhas, até uma empregada mencionar um nome feminino de uma foto antiga, que eu havia ouvido falar alguma vez. Tratava-se de uma senhora rica que foi morar no exterior e faleceu por lá. Nunca tiveram notícias da sua. Ida longe. Minha mãe chegou ao encontro e estava deslocada, até chegar um homem muito comunicativo e popular, que todos diziam der sobrinho do presidente Getúlio Vargas, mas ele insistia que seu sobrenome era Pinto e que o tio não foi bom presidente. Minha mãe caiu em choro ao encontrá-lo, só me explicou que ele morava na rua Euclides da Cunha e não o via há muitos anos.
Encontros / li

Eu e meu marido caminhávamos na rua Professor Braga, era um dia nublado e úmido, e vimos um grande javali entrando no Senac. Apavorados, entramos no prédio da frente, pedimos ajuda ao porteiro, e percebemos que tinha uma mendiga vivendo não portaria, que carregava uma boneca Susi vestida de noiva. Ninguém nos acreditava, e espiamos o Senac e tudo parecia normal, pessoas entrando e saindo e nenhum sinal do javali. Nos demos conta que não lembrávamos mais onde havíamos deixado nossa filha.
De repente eu vivia uma história de amor com PW, em Porto Alegre, na cidade baixa. Éramos muito felizes, até que PW viu uma publicação no Facebook, que dizia "delação Fogaça " e era uma festa orgia com muitos políticos, travestis, e PW estava no vídeo postado, e ficou muito abalado. Sua ex estava junto e procurava nos ajudar.
Logo eu estava assistindo uma peça de teatro de uma escola, uma superprodução, e no intervalo o público trocava de sala, e acabei sentando numa mesa de restaurante junto de Z, seu filho e uma menina que não sei se era sua filha. Seu filho sorria-me amigavelmente, Z desconfortável comigo. Vi fotos da família de Z, a esposa e os filhos, fazendo uma coreografia com funcionários fantasiados de uma fábrica de chocolates de Gramado.
Encontrei minha prima CVno teatro e sentamos próximas.
Ampulheta / cauli

Finalmente entramos na banheira escaldante, ainda com o sentimento de desconhecido apertando o meio das costelas. A água quente preencheu um pouco demais o volume daquilo que era para nós dois menos um corpo de água relaxante e mais uma ampulheta que media nossa compatibilidade sexual, ainda que em constante avaliação inconsciente. L enxerga no espelho d'água seus olhos borrados e só pode ter visto algo absolutamente diferente do que eu estava vendo. Ela tenta se esquecer da sensação de ter acabado de lacrimejar por um estranho misto de agonia, prazer e medo de estar presa para sempre nessa armadilha, a banheira transbordando com nossos corpos. Afinal ela só poderia transbordar caso tudo tivesse acontecido de um jeito melhor do que o esperado, mesmo com tanta conversa sem toque, tanto conhecer sem ver... e antecipação gera expectativas exageradas, mas não dessa vez. "Sou um panda", desvia. Eu me aproximo do seu rosto com a língua que já sentia falta do toque macio da sua pele e retiro lentamente com um golpe todo o panda que restava no olho dela. Só quero que ela fique sem defesas, e deu certo. Ela se confunde profundamente nos sentimentos que ainda não sabe descrever, e encosta a cabeça no canto da banheira como se me dissesse "Eu me rendo" enquanto seus pés me alcançam lentamente por baixo da água.
Casa com rio / li

Fui passar as festas de fim de ano no litoral. Era a casa de Z, e estava cheia de gente hospedado, inclusive seus pais, o marido de minha mãe e desconhecidos. Entrei e fui me alojar em algum lugar e percebi que a casa ficava em cima de um pequeno morro e entre a sala e quartos havia uma ponte, pois no meio da casa passava um rio. Senti medo, pq a casa era velha espremia desabar a qualquer momento. Eu não tinha para o de ir, mas não queria ficar ali.