Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
encontro especifico / tici

encontro especificoeu pegava um trem. umas pessoas bem antigas com vestes coloniais estavam na estaçao do trem que na verdade parecia uma sala. um casal sentado no sofá, o cara parecia estar meio mal, com gorfo escorrendo da boca. um outro senhor mais simples cuidava do trem. ia pra um lugar bem cheio de arvores, parecia uma praça, uma parte central de gramado, em volta pequenos espacos com mesas grandes e bancos compridos, tudo feito de pedra. tinha uma galerinha reunida na mesa, nao lembro sobre o que falavamos, mas tinhamos que cada um tomar um copinho de metade agua com metade de uma mistura bem escura que parecia coca cola. vampirao, ju thire e aquela amiga da barbara que eu nem conheço. eu voltava correndo pra void antes de fechar.

Esconder embaixo da cama / li

Estava numa casa grande, quando me falaram que a casa estava sendo a nvadida por bandidos. Encontrei LCD e tentávamos nos últimos acender. Fiquei sabendo que os bandidos não encontravam pessoas se nos enrolássemos numa coberta e ficássemos embaixo da cama. Eu tentava fazer isso, mas embaixo da cama ficava apertado.
Casamento pelo Padre Pio de Pietrelcina / li

Era noite e eu estava sentada no coreto da praça com outras pessoas. De repente senti algo ao eu lado, e eu já estava dormindo na minha cama e percebi que tinha uma ratazana enorme no meu pescoço, gritei pela minha mãe.
Caminhava por uma grande casa, com alguns amigos. Minha irmã CSB me falou que sua amiga de infância, AG havia se separado do marido e vivia com sua avó. Logo, caminhávamos pela rua, já era noite, e meu marido falou para casarmos na igreja, dizendo que pegando dois táxis, cada um com 5 pessoas, chegaríamos no localcerto. E logo nos deparamos com uma capela aberta e perguntamos se poderíamos casar, e o padre confirmou. Eu usava um antigo vestido vermelho e fiquei preocupada que não teria tempo para trocar de roupa. Logo achei no altar um grande corte de tule branco e comecei a improvisa-lo para fazer um véu, usando a tiara branca de princesa da minha filha, e logo a tiara de bailarina que foi da minha sobrinha. Estava preocupada com meubvestido vermelho, pouso padre, que estavavla dentro, era enérgico e dizia q casamento só de branco. Achei uma toalha de mesa branca e fiz um vestido improvisado. O padre, que era o santo Padre Pio de Pietrelcina, foi ao altar e eu não sabia se fazia a entrada de noiva ou se já ficávamos pelo altar, já que eram poucas pessoas.
Bares / li

Estava num bar e encontrava LDN e seu marido e filha. Seu marido havia mudado fisicamente e quase não o reconheci. Ela estava fumando e estranhei, além de muito apressados, e logo o bar se transformou em uma estação de trem e eles voltariam à Portugal e eu abraçava muito a filha deles.
Sai dali e anoitecia. Caminhei para casa e era as imediações da ria Lima e Silva com André da Rocha, e estava cheia de bares e movimentada. E num dos bares vi GD e senti um pouco de saudades, mas não o cumprimentei.
Terraços e violência / li

Eu e minha filha ainda bebê estávamos passando uns dias em Porto Alegre, hospedadas num hotel no centro, e meu quarto ficava na cúpula da Casa de Cultura Mario Quintana. Era um quarto antigo, meio velho, espaçoso e com grandes janelas de vidro. À noite, FB veio me visitar e caminhamos pela cidade.
De repente todos falavam-se uma onda de ataques violentos na cidade, que todos os grupos de WhatsApp estavam anunciando e amezcando. Nós não víamos nada e tudo parecia bem.
De repente ví que no restaurante ao lado do meu quarto começou a ter ataques violentos. Eu e FB começamos a fechar as grandes janelas, mas elas eram velhas e não fechavam-se, então resolvemos descer do quarto. Na rua vimos uma casa com festa e fomos abusá-los que seriam atacados. Logo chegou um carro da polícia e juntos deles fomos ajudá-los a pegar os rebeldes. De repente me lembrei que havia esquecido minha filha no quarto de hotel e voltei apavorada para encontrá-la. Nesse tempo subimos em árvores e me armei com uma garrafa de vidro para me proteger e tentar acertar algum malfeitor.
Estava num terraço arborizado e SO chegou e me apresentou uns vizinhos de terraços, donos de cafés, um era português m.
Viva ou morta / li

Era um entardecer ou amanhecer de um dia nublado na praia de Capão da Canoa. O céu era cinza e rosado e estávamos na areia. De repente o mar recuou muito e logo ele voltou, com muita força, invadindo a orla. Minha irmã CSB, que era criança, desapareceu por uma onda grande, a vi no topo da onda gigante e depois desapareceu. Eu consegui sair da zona de perigo, muitos fugiam. De repente eu não sabia mais se estavaviva ou morta. Sensação de vazio e tristeza pelo desaparecimento da minha irmã.
Pé feio / li

Eu namorava meu antigo psicanalista, PR. Eu não era apaixonada por ele, não o amava, mas estava muito feliz junto dele. Ele tinha pés feios. De carro, fomos para um lugar lindo ndo, com Rio em água cristalina, natureza exuberante, que era Gramado, e me impressionei que houvesse lugar assim por lá. Saímos caminhando e PR me conduziu para uma casa de um velho senhor negro, onde havia duas crianças brincando. Não entendi pq não ficamos lá fora, que era tão lindo. Ficamos em clima quente, de beijos e abraços, e eu cuidava para as crianças não perceberem nos.
nunca foram meus colegas / li

Estava numa festa de encontro de ex colegas de escola. Vi AM, que comentava que a vida de milionário exigia que ele trabalhasse muito. Perguntei se ele lembrava que havíamos sido colegas, e ele disse que não lembrava, mas eu duvidei. Sua esposa estava perto e sempre era inconveniente. Na hora de sentarmos à mesa para almoçar, ela trocou meu de lugar e fiquei desconfortável. Logo todos os colegas subíamos num palco e ouvi um grito, era a esposa de AM que havia caído do palco, e ele a resgatou e seu corpo todo estava coberto de terra. Achei estranho que ela não se movia, apenas gritava e ele a segurava sem tirar a terra de cima dela, inclusive do seu rosto.
Eu vi que chegou JA e outros colegas das outras turmas, e que eu pouco conhecia. Um deles ficou ao meu lado e segurou forte a minha mão, mas ele parecia nao ter bom caráter.
Era domingo à tardinha e minha sobrinha ACB, que ao mesmo tempo era um menino, me trouxe um presente e fui levar ela embora, desci do apartamento e caminhei pela Place de Vosges, em Paris, que parecia um lugar perigoso.
Entrei pelas suas calçadas cobertas e estava na parte antiga do colégio Marista Santa Maria, e vi que os corredores estavam alagados, uma água amarelada.
Barulho de Galhos quebrando / li

Era noite e morávamos no antigo apartamento de Santa Maria, meu marido trabalhava na sacada, e de repente entrou, perguntando de onde vinha os barulhos de galho quebrando que ouvia e o incomodava. Eu olhei pela janela da cozinha e vi que de repente começou a ventar intensamente, um forte vento que mudava de direção a todo momento.
Elon Musk e a picanha de 1308 reais / Tuk

Sonhei que eu estava em uma propriedade que pertencia ao Elon Musk. Um lugar muito grande, tipo uma colônia de férias. Tinha várias áreas abertas, gramados, aposentos, lugar fechado com palco e outras coisas. Eu estava jogando algum jogo de videogame com uma galera e em algum momento decidimos fazer um churrasco. Já era fim da tarde, umas 18h.

Fui atrás de carne, mais especificamente de picanha, e tinha um lugar cheio de geladeiras e lotado de carnes, mas eu só enxerguei frango e cortes de carne que eu não queria. Aí tinha umas geladeiras que ficavam completamente fora do alcance, e você precisava chamar um funcionário do lugar pra te ajudar. Em uma dessas geladeiras avistei uma peça de picanha maturada embalada a vácuo e fui atrás de um funcionário.

O tal funcionário estava ajudando um dos meus amigos a passar uma fase no jogo de videogame. Quando chamei o cara pra me ajudar a pegar a picanha, o meu amigo disse pra mim que eu deveria perguntar para o cara se ele cobrava extra pra ajudar com a picanha, porque tínhamos acertado com ele um valor para ajudar em coisas diversas durante a nossa estadia no lugar, e a ajuda com o jogo a gente já sabia que estava incluída. Logo o funcionário disse que ele podia ajudar com isso sem precisar nada a mais, e lá fomos nós atrás da geladeira inacessível da picanha.

Ele pegou uma escada muito alta, alcançou a tal picanha e gritou de lá de cima me perguntando se era aquela mesma. Eu, não tendo visto nenhuma outra, falei que sim. Ele abriu e 'limpou' a picanha e me deu, na mão, um pedaço de carne sem gordura e com um osso no meio e aquilo era a picanha. Nada se falou sobre o preço. Nem liguei pro fato da tal picanha não ter gordura e ter um osso no meio, eu só queria agora achar uma churrasqueira, e ali por perto tinha uma. Lá estava indo eu, em direção a ela com a carne na minha mão, quando meu telefone toca e era o Elon Musk. Acontece que uma pessoa da administração do lugar deu pela falta da peça quase que imediatamente, avisou o Elon, descobriu o que aconteceu e passou pra ele o meu número. Ele disse o seguinte:

- Oi, Lúcio. Olha, se você quiser essa picanha, ela é sua. Ela é de uma vaca de uma coleção particular minha, e elas valem um milhão de reais cada uma, mas o erro foi do meu funcionário que não falou isso pra você, então você comprou sem saber. Por isso pode ficar com ela se quiser, mas preciso te avisar: você está sem como poder preparar essa picanha do jeito certo. Você deve ter notado lá na entrada os cartazes e a festa toda, certo?

Acontece que estava tendo um festival enorme. Uma espécie de festa de São Vito ou Achiropita, com tudo que essas festas têm: carnes, lanches, massas, bebidas, jogos, brincadeiras e todo tipo de barraquinha. Eu tinha passado por isso na entrada, mas eu tinha chegado muito cedo e estavam ainda montando as barracas naquele horário, por isso na verdade eu não sabia. Eu tinha sentido um cheiro muito bom de comida aquela tarde, e só imaginei que outras pessoas hospedadas estivessem cozinhando, mais nada. Ele continuou:

- A gente tem várias churrasqueiras muito boas aqui. Mas todas as churrasqueiras do lugar que serviriam pra essa carne estão em uso para o festival. Você pode fazer uma fogueira, ou pode usar uma das churrasqueiras altas, mas simplesmente não vai dar. Se você tá com a carne com você agora, você pode perceber que mesmo antes de assar essa picanha está soltando do osso. Pois na churrasqueira alta ela vai se desmanchar antes de você conseguir selar ela, e numa fogueira vai virar carvão.

- É um desperdício enorme, você vai estragar essa peça e eu não faria isso com uma picanha dessa qualidade. Não me entenda mal: a peça é sua. Ela foi vendida pra você sem você saber o que era, então não espero que você pague por ela, mas é um desperdício muito grande. Além disso, você poderia aproveitar o festival e simplesmente comprar tudo o que você e seus amigos querem comer.

No que ele falou sobre a carne soltando do osso, eu verifiquei e realmente estava, mesmo crua. Acreditei nele, e perguntei: "Mas e agora, o que eu faço?"

- Pede pro meu funcionário um saquinho e sal grosso. Salga esse pedaço de carne, coloca ele em um congelador e depois eu asso.

E lá estou eu com um pedação de carne na mão, procurando alguém que me arrumasse um saquinho plástico pra fazer o que ele tinha sugerido. Voltei ao lugar das geladeiras e me deparo com o próprio Elon, que lamentou de novo o que aconteceu, tirou do bolso um saquinho plástico e me deu. Perguntei:

- Beleza, mas... você tem sal grosso aí?

Ele pensou um pouco, foi até um outro lugar onde tinha uma estante com vários livros. No meio dos livros tinha um saquinho aberto de sal grosso que ele pegou, voltou, me deu e foi embora. Taquei a carne dentro do saquinho, que estava meio rasgado, e lotei de sal grosso, sem economizar. Não deu para fechar muito bem, mas ficou assim.

Fechado o saquinho, fui atrás de um congelador. Eu tive a impressão de ter visto um congelador dentro de uma sala administrativa do lugar, mas eu não tinha acesso a essa sala porque a porta estava trancada. Quando tentei abrir a porta porém, ela simplesmente abriu. Por coincidência, duas funcionárias da administração estavam saindo da sala no momento exato em que eu tentava entrar e eu entrei sem falar nada, e não me perguntaram nada também.

A sala era simples, estreita e corria no centro dela uma estante que ia do chão ao teto, como uma espécie de armário embutido sem portas no centro da sala, e cheia de livros e arquivos. Percebi que esse teria sido o lugar de onde o Elon teria pego o sal grosso pra mim, e eu tinha uma impressão muito forte de ter visto um congelador nessa sala em outro momento. As mulheres conversavam em inglês, aí eu perguntei em inglês se não tinha um congelador ali antes. Lembrei que uma das mulheres tinha me atendido mais cedo e falava português. Repeti a pergunta em português e ela disse "Me acompanhe".

Indo atrás dela, chegamos em uma cozinha onde tinha de fato um congelador. Agradeci e me lembrei de uma outra instrução que o Elon tinha dado: "quando for guardar no congelador, coloca meio escondido, pra ninguém achar assim super fácil". Fui ajeitando a sacola atrás de outras coisas, quando percebi naquela sacola uma etiqueta que eu não tinha visto antes. Dizia: "Picanha tals. Tantos kg. R$ 1308".

Fechei o congelador, voltei para o festival, comprei algo para comer e acordei.