Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Anderson Silva / Hannap

Anderson SilvaSonhei que tava tendo uma festa numa praça. Tipo uma feira numa praça grande, aberta.
Tava eu e meu pai Jorge. A gente tava andando, fumando maconha.
E tinha polícia. A polícia tava vindo atrás da gente.
Uns policiais começaram a caminhar atrás de mim.

Eu já não tava fumando e pensei: — Aahh o policial vai ir lá naquela outra galera que tá fumando. Eu tô de boas.
Eu falei pro meu pai: — Vambora! E a gente foi pra parada de ônibus.
Chegando lá meu pai percebeu que esqueceu alguma coisa na praça, um chapéu.
Eu falei: — Vai lá e busca então.
Eu fiquei na parada esperando ele voltar. Nisso chegou o José Aldo e mais um outro lutador que não me lembro quem era.
Eu pensei: — Bah, que legal, o José Aldo!
Aí eles pegaram o ônibus e foram embora.

Depois chegou o Anderson Silva e um outro lutador também brasileiro, negro e carismático, tipo o Anderson Silva, só que era um lutador que não existe na vida real. Era como se fossem dois Anderson Silva.
Aí eu pensei: — Aaahh não acredito! Vou ter que fazer uma foto.
Aí comecei a conversar com eles: — Poxa cara. Preciso falar com vocês. Vocês são uma super inspiração pra mim. Eu vejo vídeos de vocês, entrevistas. E quando eu tô desistimulado, preguiçoso, vejo um vídeo de vocês e aí eu levanto, vou trabalhar.

Falei isso. Era verdade no sonho. Eles eram muito importantes pra minha motivação.
Eles gostaram e aí eu disse: — Pô que legal cara! Então vamos fazer uma foto aqui, vamos fazer uma selfie.
Tirei a foto. Aí eu falei: — Pô Anderson. Tu é muito cabeçudo, cara!

Ele ficou atrás de mim e a cabeça dele era maior que a minha na foto.
Aí chegou o ônibus deles e eles foram embora. Depois chegou o meu pai com o chapéu dele.

Polícia do Exército e maconha / Hannap

Polícia do Exército e maconhaSonhei que eu tava numa casa que era um hostel em algum outro país, mas todo mundo que tava lá era brasileiro. Acho que era no Brasil mesmo. Tava o Vini Guerra também. Era um lugar onde todo mundo fumava maconha.

Aí começou a aparecer polícia na rua. Polícia do exército. Cercaram a nossa casa. A galera se ligou e continuou fumando maconha, só que num lugar bem fechado dentro da casa. Um quartinho cheio de portas. Tinha que passar uma porta, uma outra, uma cortina, passar embaixo de um pano e entrar no quarto. Era um quarto fechado com ar condicionado ligado. Ali se fumava maconha, pro cheiro não sair e ninguém ver.

Só que nesse trajeto até o quarto a galera andava pela casa. Era uma casa aberta. Tinha um corredor no topo da casa, que era aberto. Passavam pelas janelas e dava pra ver lá de baixo. A polícia via a movimentação de gente entrando, subindo e descendo. E aí uma hora eu falei pro pessoal: — Olha, se eu fosse da polícia do exército eu ia me ligar que a galera tá fumando. Entra e sai, sobe e desce.

Os caras ficavam ali embaxo. Dois policiais na esquina, mais dois na lateral da casa, mais outros dois na outra lateral. Era uma casa de esquina. Tinha um pessoal mais maconheiro que morava nesse hostel e tinha um pessoal de passagem.
Aí eu pensei: — Bom, parei de entrar e sair do quarto.
Fiquei no hall de entrada do hostel.
Eu nem vi quando a polícia do exército escalou a casa, entrou no quarto, prendeu todo mundo, desligou a internet.

Eu fiquei lá na entrada, na grama. De repente eu tava mexendo no meu celular e a internet travou.
— Ué?! O que aconteceu? Aí me falaram: — Desligaram a internet. Tu não viu que eles entraram, prenderam o pessoal?
— Ihh meu deus!
Depois tava eu e o Vini Guerra andando pela rua dessa cidade. A gente ia conversando e fumando beck na rua.
Neon / Lua

Sonhei que ia pra Paranapiacaba sozinha e encontrava um letreiro de neon imenso no meio da neblina.

Estava escrito "move on" e eu ficava observando sentada enquanto tomava um café.
Deputados conhecidos / dmtr

Sonhei que me interava que Bat Z. era candidato a deputado federal. achava muito low profile pois ele nunca havia mencionado em nenhuma conversa nem em redes sociais, parecia um pouco chique separar a vida política da vida normal.
E logo descobria que o Marcos G. havia se candidatado também logo depois.
Paris com muitos lugares. / li

Eu estava na Unifra e de repente me confundiram com uma fotógrafa famosa. As pessoas falavam sem parar e eu não conseguia falar que não era a tal fotógrafa. Tentava ir embora, mas me perdia com a saída. Encontrei MDV , e conversamos muito, parecia como se fôssemos namorados, mas logo ele cometa fazer uma performance sexual no restaurante, muito inadequada e violenta e resolvi sair. Atravessava ruas, cercadas de paisagens verdes, com gramados lindos. Cheguei num local que parecia a rua André da Rocha com a av. João Pessoa de Poa, e logo percebi um prédio muito alto, estilo chinês. Fui para perto para fotografar, mas anoitecia e tinha um jovem que ameaçava e percebi que eu estava em Paris. Eu caminhava e via ruas com ladeiras íngremes, pareciam ter 90graus! Uma moça vidente é desconhecida se aproximou e retirou meus cristais radionicos do pé, pq dizia que não eram boa coisa.
Logo cheguei em uma praia, e logo vi um castelo, era no litoral da França. Vi FVC do meu lado e comentei que no castelo havia um restaurante ótimo. Entramos e minha filha sentou na grande mesa e comia sopa. A dona organizzava tudo metodicamente.
Polvinho e titanic / Lua

Sonhei que ia fazer uma excursão com a faculdade mas me atrasava e tive que ir sozinha até o local. Chegando lá, as pessoas tinham que passar por várias catracas simultaneamente, o que deixava tudo mais lento e meio enrolado porque elas ficavam todas juntas, como um obstáculo. Eu ia por último e o segurança me dizia que eu devia passar com as costas abaixadas, numa posição similar a do Keanu Reeves, em Matrix.
As catracas eram a entrada pra uma espécie de realidade utópica. Quando entrei, me vi em uma praia paradisíaca num dia ensolarado, acompanhada de uma mulher e um homem. Quando passei a mão na água, vi que um bichinho grudou nela e se parecia muito com uma estrela do mar, mas ao tentar tirar ele, vi que na verdade era um pequeno polvo. O homem que estava comigo tirou o polvo com cuidado pra colocá-lo de volta na água.
Reparei que atrás de mim havia uma porta e quando eu a abri pra ver o que tinha do outro lado, me deparei com o cenário noturno de um cais. Me emocionei ao ver que o Titanic estava parado ali e automaticamente eu começava a ouvir o instrumental de "My heart will go on", da Celine Dion.
Entrei deslumbrada no navio, passei pelo salão onde serviam o jantar e subi algumas escadas pra ir pra parte externa.
Eu avistava a famosa grade branca na ponta do navio e mesmo com a chuva que começou a cair de repente, eu filmava o caminho enquanto andava em direção a grade. Chegando lá, encontrei a Larissa, que pedia pra tirarmos uma selfie e eu recusei por medo de deixar o celular cair na água.
Amanhecia um lindo dia e eu acordei no momento em que a buzina no navio tocou.
The cutest dream ever / Lua

Sonhei que estava me sentindo triste e então me mandavam uma mensagem no celular dizendo que iam me encher de carinho. Eu sorria e quando olhava pra frente, via a pessoa parada com o celular na mão, abrindo os braços e dizendo "você é tão especial, vou te dar amor", e aí, o celular despertou. Não queria ter acordado.
The Purge / Lua

Sonhei que ainda morava na antiga casa com a minha mãe.
Surgia a notícia de que um presidente xpto era eleito e que tinha mandado explodir alguns bairros de SP. Dito e feito, o nosso bairro e nossa casa eram explodidos. Por sorte, eu e minha mãe não estávamos lá. Fiquei procurando roupas e alimento nos escombros da casa pra gente poder peregrinar por um tempo e encontrar algum abrigo, porque aparentemente o país havia ficado num caos parecido com o do filme "The Purge".


eu tinha chamado o Vitor pra sair mas ele não me respondeu. uns dias passaram e ele me chamou pra sair, também esqueci de responder. ele me disse que o Douglas contou que eu estava viajando, eu confirmei, mas que já havia chego de viagem e queria vê-lo.
Presa / li

Eu arrumava um apartamento antigo e grande, ia receber convidados. Pedi para minha mãe lavar copos. Entrei num quarto com minha mãe e vi uma cobra bege em pé. Faleinpara minha mãe e sentimedo, não sabia colo sair dali. Logo a cobra se enrolou na minha perna e minha mãe não me ajudava. Eu tentava gritar e a voz não saía.