Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
20.11 / gruszka

essa noite sonhei que tentava desesperadamente embarcar num avião sem rumo, mas chegando ao guichê da companhia, percebia que tinha esquecido meu passaporte em casa.
sonho antigo não categorizado #1 / gruszka

tinha sido convidada para uma festa que aconteceria numa casa de madeira de três andares, abandonada, próxima das ruínas do são francisco. chegando lá, percebi que todos estavam fantasiados, menos eu. entrei, cumprimentei brevemente alguns conhecidos, e subi para o último andar. lá havia uma passagem secreta para um cômodo anexo.

o sonho então corta e eu estou andando com mais duas amigas pelo largo da ordem. já é de manhã, e tem um casamento acontecendo na igreja do rosário, que logo é interrompido para dar lugar a um velório, o próximo evento do dia. os noivos e convidados então se dirigem para um carrinho que corta a cidade sobre trilhos, e a medida que a igreja vai se esvaziando, observo o caixão sendo carregado para dentro, por homens de terno que se misturam com os amigos e familiares dos noivos. saco minha câmera e tiro uma foto.

há então um outro corte, e agora estou num quarto com uma das minhas amigas. ela está deitada nua sobre a cama, e diversas maçãs espalhadas compõem o cenário. tiro outra foto.
Relacionamentos estranhos / li

Era noite fria de inverno em Curitiba, e meu marido dormia num canto da rua. Ele e o namorado de LV gostavam de caminhar na madrugada, pelas ruas vazias do centro.
Meu marido conheceu uma moça que vivia na rua, magra, branca, com cabelos curtos e uma borboleta desenhada num de seus olhos. Ele foi comprar roupas para ela, e eu senti ele apaixonado por ela.
Encontrei FS e nos descobrimos apaixonados. Decidimos viver juntos, e ele terminava seu relacionamento. Sua namorada estava furiosa, e trouxe um ex namorado para viver junto, um jovem moreno, expansivo e chato. Percebi que eviviamos no apartamento que vivi em Paris, mas estávamos em outra cidade, que eu não sabia qual era.
/ gruszka

essa noite sonhei que meus amigos moravam todos em um porão com paredes vermelhas. cada cômodo era dividido por uma coluna de concreto que não chegava ao teto, mas era suficiente para garantir um pouco de privacidade. o lugar lembrava uma garagem, úmido e abafado.

exatamente no meio do espaço, havia um buraco no teto, de onde baratas de diversos tamanhos saíam. sugeri que jogássemos veneno lá e fechássemos o buraco, mas já era de madrugada e ninguém parecia tão incomodado quanto eu.
/ gruszka

sonhei que estava trabalhando de freelancer na produção de um filme no Rio Grande do Sul, lugar onde nunca estive. os acessórios e partes do cenário ficavam nesse galpão gigante, bastante industrial. resolvi tirar uma pausa para fumar um cigarro, e ao sair de lá, percebi uma trilha nos fundos da propriedade. essa trilha passava por um bosque muito parecido com um bosque que costumava visitar, e dava para uma casa de vidro. nessa casa de vidro morava um amigo. parei em frente às janelas e observei a família dele por um momento, eles estavam assistindo a uma partida de futebol entre o internacional e o grêmio, e bebendo chimarrão. pensei em entrar e chamar por ele, por um momento, mas hesitei e segui meu caminho.

chegando a cidade de novo, entrei numa loja de 1,99 e encontrei uma conhecida. ela me cumprimentou enquanto escolhia mamadeiras e chupetas. cumprimentei de volta e segui para o caixa de mãos vazias.
/ Smithe525

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/ Smithb980

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Armadilha / li

Fui convidada por ED para um churrasco em uma feira da cidade. Peguei úm taxi com um motorista negro e gay, , muito amigável, mas que dirigia com a cabeça entre os joelhos, pouco enxergando o trânsito e saltei antes da chegada, por medo de acidente. fui ao ginásio da feira, encontrei ED e ele me conduziu até os fundos do local, afastado da feira. Achei estranho e percebi que se tratava de assédio, pois assuntos eruditos não eram tratados, e sim, preferências banais. Falei que não era para esse assunto que tinha ido ali. Próximo de nós tinha um casebre de madeira, que era um antiquário camelô, que vendia coisas interessantes e porcarias. ED se aproximou e começou a assediar uma jovem atendente. Fugi, me escondia e corria, até sair do local. Sai na rua e era um trevo, com muitas estradas.corri e decidi procurar um taxi, mas corria e não encontrava. Percebi que eu poderiavestar em Florianópolis.
perdida / li

Eu estava no 8Andar, num prédio de consultório medico, onde os corredores eram cinzas, esperando o elevador. Percebi que o elevador balançava e sõ ia ate o 7 andar. Fui avisar as pessoas e ouvi a sirene de incêndio, e logo sai por um corredor de emergencia, onde vi meu tio O.
depois de um dia, percebi que minha filha tinha ficado no prédio, com a empregada nova, e me desesperei, pq não sabia noticias dela. descobri que havia pessoas num hotel, entrei no carro e fui atrás. chegando lá, havia um forte sistema de segurança, o exercito controlando o lugar. consegui explicar que eu buscava saber da minha filha, e me indicaram um menino chamado Nicolau, que era seu amigo e também estava sem a mãe junto. Logo minha filha veio, a abracei, e cuidei. íamos ficar num quarto com grande portas de vidro, no andar térreo. Eu tentava cuidar do menino Nicolau junto.
Perdida / li

Voltava de um lugar, ao entardecer, pelas imediações do bairro ROsario e avenida Rio BRANCO. Estava com minha filha e caminhávamos abraçadas, ela grande, era um abraço quentinho. Perto da rua Ernesto Beck , havia uma curva e várias ruas surgiam, e nenhuma parecia conhecida, todas abandonadas, sem calçamento e pobres. Senti medo, não sabia para onde ir. Eu já havia estado ali e passado pela mesma situação e tentava lembrar como havia voltado, sem sucesso. Perguntei para um homem que passava ali, e ele falou o caminho
, mas não sabia se eu podia confiar nele.