Drömma

Add a DreamConcrete PoetryDreamersRandom Dream aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
O Sonho da Auto-Decapitaçãodromni 02/09/2009  19:35
Sonho que chego à conclusão de que o melhor meio de me barbear é com a cabeça destacada do corpo. No banheiro, pego uma navalha e começo a cortar meu pescoço. Estranhamente, não existe qualquer dor aguda, e apenas filetes discretos de sangue escorrem.



Ocorre um "intervalo" no sonho onde supõe-se que de alguma forma cortei minha cabeça, fiz minha barba e coloquei de novo a cabeça sobre o corpo, pois agora me vejo no espelho de barba feita e com uma fina linha vermelha correndo a circunferência do pescoço junto aos ombros. Estou feliz com o resultado da técnica de barbeamento.



O problema, porém, é que minha cabeça está solta. Não a costurei de volta ou algo assim, e ela está apenas repousando sobre o meu corpo, como um vaso no alto de um pedestal. Assim, qualquer movimento brusco pode derrubar minha cabeça no chão. Eu espero que a coagulação do sangue e a cicatrização dos tecidos logo colem a cabeça de volta, mas enquanto isso ando com muito cuidado, segurando minha cabeça com uma mão como se fosse um chapéu sob ventania. E ando o tempo todo assim, por toda parte. Aparentemente estou numa universidade ou algo assim, pois segurando minha cabeça ando por corredores que dão acesso a salas de aulas, laboratórios, pátios, etc, todos cheios de jovens.



Às vezes faço um movimento mais brusco e sinto que minha cabeça se desloca um pouquinho sobre o corte, deixando beiradas destampadas por onde sai sangue. Além disso, tenho medo de esquecer de segurar minha cabeça, ela cair e eu sofrer uma fratura/traumatismo craniano.



Subitamente, percebo que não faz o menor sentido médico eu ter cortado minha coluna vertebral na altura do pescoço na hora de separar a cabeça e no entanto não ter ficado tetraplégico. Percebo então que aquilo deve ser um sonho. Acordo e noto, feliz, que continuo com a cabeça firmemente unida ao corpo.
Mapie 01/09/2009  21:38
Era algo como a Inglaterra dos filmes medievais, com charnecas verdes e meio soturnas, casas de pedra e coisas do gênero. Havia uma guilhotina e um carrasco. Havia um velho louco que deveria ser executado. Ele começa a rir e seu corpo pega fogo - um fogo que não queimava, de fato.
pistoleirosli 01/09/2009  21:30
Era tempos de guerra, entrei em uma casa antiga e abandonada e ali eu comecei a quebrar os ferros da parede e arrancar as madeiras fortes do alicerce para construir camas para meus amigos, que logo chegariam. Vieram os amigos, alguns se deitaram nas camas prontas, no meio das ruínas, mas era um lugar seguro. Saímos pela cidade, vazia pela guerra, entramos no apartamento da família F e meu pai apareceu ali, rapidamente, me deu 8 mil dólares.

O local foi invadido por quem fazia a guerra, e eu e uma amiga que estava grávida nos escondemos e fingimos estar mortas. Um pistoleiro veio até mim e deu um tiro na minha testa mas eu não conseguia morrer. O pistoleiro se foi e eu me levantei para ver a amiga, que havia se matado e ao mesmo tempo paria. A criança ficaria sozinha, saberia sobreviver, e eu vesti um roupão com listas, esperando para saber quando eu iria morrer, quando eu percebi que a cidade que estávamos era ficava numa praia.
li 30/08/2009  13:49
eu dividia uma casa com XT, grande e num local arborizado. o quarto dele era ao lado do meu, e acordei com ele ao meu lado, que esperava eu acordar. Levantei e fui me arrumar para ir em um aniversário, e notei que eu estava com muita celulite, algumas até sangravam. Vesti uma saia verde, que era da minha prima e disse para XT que ele ficaria só em casa. Voltei rapidamente da festa e encontrei uma moça dormindo na minha cama, que me deixou furiosa e XT falava que não era nada para eu me preocupar.

No centro da cidade encontrei outra versão de XT, em um sebo super legal, XT era duas pessoas distintas, ao mesmo tempo, um o dono do local, e o outro um cliente triste. Era um domingo com uma luz dourada e o o XT dono do sebo ofereceu para o outro XT, de presente, o sebo, deixando o XP cliente irritado.

Logo eu procurava uma meia-calça para usar, com o auxílio da minha mãe.
pipaalho 29/08/2009  10:00
Eu ia a uma festa numa escola, na penha.

Nesta festa haviam muitos muleques de favela. Muitos estudavam ali e outros muitos só eram amigos destes que ali estudavam.

Então eu me sentei numa mesa onde dois desses meninos discutiam sobre "negócios" e quando eu ohava na direção deles eles ora me olhavam feio, ora me diziam pra olhar em alguma outra direção.

Em algum momento nós começamos a conversar e então descubrimos que tínhamos um conhecido em comum, o Zé, e que eles o viam regularmente.

Eu fiz algumas perguntas e dentre elas, se ele ainda empinava pipas.

Eles responderam que sim.

Em seguida, eu estava com esses dois garotos e também com o Zé, no campo do tiquatira e a discussão sobre pipas, cortante e rabiola e sobre o trabalho que isso tudo dava, e também sobre o tipo de linha que cada um usava.

Diziam que o Zé, agora, estava usando linha zero, mas dobrada em dois.

Então fomos todos empinar pipas, juntos, naquele campo.
Eu e uma amiga minha que eu fico de vez em qdo estavamos em uma quebradinha fumando um de boas, e como sempre depois de fumar um fomos pra casa dela, mas qdo xeguei la dei de cara com a tia dela dando em cima de mim; fiquei meio sem graça e tals mas resolvi dar mole, ela era toda gostosa... Ai ela veio quereno me dar, e eu subi la pra cima com ela, mas ai a mae da minha amiga xegou perguntando "nao vai pagar nao? aqui oq vce come vce paga.", ai eu, mas eu nao tenho grana, e ela disse "entao senta ai que vce vai pagar do meu jeito" e me empurrou na cama e veio me deitano e abrino minha calça, meu pinto na mesma hora fico estaladaço de duro e ela começou a chupar ele tudo, e ja veio a tia da minha amiga beijando minha barriga enqto a outra chupava meu pau, e nisso eu ja axando que ia ser a melhor coisa da minha vida, xega minha amiga na porta falando " e eu? vo fica fora dessa? JAMAAAAAS!" e fez akela carinha de safada, e eu ja pensei.. PQP FUDEUUUU! O resto ja nao vo contar pq eh mto detalhe, mas da pra continuar imaginando xD



acordei ate gozado
A terceira gravidez indesejadabelaquack 25/08/2009  13:18
Minha mãe me lembrava que eu tava grávida e que eu ia abortar no dia seguinte, ai eu dizia: "ah é, pode crê". Achava super normal. Ai ela dizia que eu ja tinha abortado outras duas vezes e que era tranquilo! Só que eu não lembrava, mas achava que normal, que eu não devia lembrar pq estava muito doidona de anestesia. Ai eu chegava lá no dia seguinte pra abortar e minha mãe ia comigo e tal. Até que quando tava chegando a hora de eu entrar eu ligava pro André e contava que tava grávida, só que era meio complicado pq eu já tava anestesiada, então tava meio mongol, e a gente tava junto mas ele me tratava mal. Ai eu falava assim: "ó, to grávida, mas não se preocupa que eu ja to aqui na clinica, vou abortar agora." Sendo que isso era a maior missão na verdade, pq como eu tava doidona, eu não conseguia digitar o celular dele certo no meu celular, e eu achava que minha mãe tb não ia conseguir, então ficava la como uma panaca tentando. Sei que ele respondia: "AH BRIGADO POR ME DAR ALGUM VOTO NESSA GRAVIDEZ HEIN!"

Ai eu falava assim: "mas amor, vc dise que não queria ter filhos, vc quer ter um bebezinho comigo?"

Mas ele nao me respondia, a ligação meio que caia, sei lá. E eu ligava de novo pra ele e ele me tratava mal de novo, eu acho. Sei que eu lembrava que tinha ficado menstruada na semana anterior e dizia isso pra minha mãe, e ela: "ah não tranquilo, normal ficar menstruada quando a gente ta grávida."

Sendo que enquanto eu esperava pra abortar iam chegando várias pessoas conhecidas e eu ficava pensando "que droga, todas essas pessoas vão saber que eu vou abortar, não acredito que isso ta acontecendo comigo, vou contar pras meninas e elas não vao acreditar".

Ai sei que chegava uma hora que a médica começava a distribuir umas jujubas e dizer que eles estavam muito felizes porque os chineses estavam comprando todas as balinhas deles.

E ai no fim das contas eu ia pra uma sala onde tinham mais cinco pessoas operando ao mesmo tempo que eu, e eu achava esquisito, mas tudo bem, minha dizia que era ok. e ela tava lá tb o tempo todo.
AlephSL 24/08/2009  02:37
Eu ia todo dia em um clube nadar na piscina e era em uma cidade diferente das que já estive, todas quadras tinham exatamente a mesma aparência e a cidade estava sempre nublada. O caminho que eu fazia da minha casa até o clube era sempre diferente. Um dia decidi entrar numa galeria e encontrei X, que era dona de um bazar estilo R$ 1,99. X veio até mim fazer irônias quando respondi simplesmente por quebrar um vaso d‘agua em sua cabeça, e ela tirou do bolso uma loção com um Aleph escrito na embalagem, dizendo que aquilo iria acabar comigo.
O Sonho dos Gatos, das Árvores e do Macacocaofurao 22/08/2009  21:06
Sonho que estou em uma versão escura e decadente de meu próprio apartamento, que além de tudo está dividida em cômodos "errados". Sei que meus primos J. & A. estão hospedados na casa comigo. Não vejo A., mas sua voz grave parece ser ouvida ao longe em outro cômodo, talvez falando com alguém no telefone. Estou no mesmo cômodo que J., uma suíte, e J. se prepara para entrar no banho. J. observa que meu apartamrnto tem gatos demais. Autoritário e definitivo, digo que os gatos só saem dali quando morrerem, ou seu um dia eu comprar uma casa e me mudar do apartamento. Em seguida, noto que J. já está nu, fico atraído pelo seu corpo moreno sarado (que está molhado e reluzente, com água escorrendo pelos gomos abdominais e pingando do pênis mole, do saco e dos pelos pubianos; talvez ele estivesse isso sim é saindo do banho?), e pergunto se ele achou tudo de que precisava no meu computador. Ele diz que sim. Pergunto se ele achou a pasta de filmes, pois eu tinha muitos baixados que ele podia usar para se destrair. Ele disse que achou e que já deu uma olhada em todos. Lembro então de que existe uma pasta de pornô gay dentro da de filmes, e fico ao mesmo tempo um tanto sem jeito e um pouco orgulhoso de J. ter provavelmente descoberto minha orientação; agora as chances de rolar alguma brincadeira com ele talvez sejam um pouquinho maiores que zero.



A seguir, vejo-me em uma segunda parte completamente diferente do sonho. (Ou talvez seja um segundo sonho que começou logo depois do primeiro; interpretem como quiserem.) Estou em um grande jardim (talvez seja na verdade um pomar) com várias árvores crescendo em filas. Pelo jardim anda uma velha chorando, trajada em roupas cinza-claro. Sei que ela é um espírito, e chora porque morreu há pouco tempo. Em um canto do jardim, junto a uma das árvores, há uma segunda velha, de roupa rosa-bebê e um chapéu enfeitado com flores naturais da mesma cor. Ela parece cuidar de "sua" árvore sem notar a primeira velha. Então, chega uma terceira velha com ar preocupado, caminhando em direção à segunda. A Velha Rosa imediatamente a nota e se dispõe a ouvir o que ela tem a dizer. A Velha Preocupada cochicha algo ao ouvido da Velha Rosa. A Velha Rosa então caminha em direção à primeira, a Velha Cinza. A Rosa diz para a Cinza que tudo vai ficar bem, que não há o que temer e nem porque chorar. Então a Rosa coloca a Cinza junto a uma árvore, coloca uma coroa de flores sobre a cabeça da cinza, e declara: "essa agora é a *sua* árvore". Entendo no sonho que a Velha Rosa é uma deusa o espírito das árvores, e tem o poder de "encarnar" os espíritos dos mortos em árvores vivas. Sei também que a Velha Preocupada é uma pessoa viva, aparentemente uma médium capaz de se comunicar com essa deusa.



Ando para outra parte do jardim e encontro um macaco chorando num canto. Eu o percebo como um "macaco" no sonho, mas agora que estou acordado sei que era uma criatura incompreensível: parecia em sua cor e feições um aborígene australiano, com um rosto grosseiro e esquisito e longos dreadlocks marrons descendo pelas costas. Mas essa criatura é minúscula, menor que um babuíno, e tem um rabo coberto de pele humana morena, sem pelos. Além disso, ele veste roupinhas brancas. Pergunto ao macaco porque ele chora e ele diz que é porque tem de levar uma mensagem ruim para alguém. Me ofereço para levá-lo até essa pessoa, ele aceita e eu o carrego no colo, ele agachado sobre minhas mãos cruzadas na altura da barriga, voltado para frente de modo a ver por onde ando.



Chegamos a uma casa rica e linda ao lado do jardim, onde uma mulher bonita está agachada cuidando das plantas. O macaco tenta falar com ela do portão, mas ela faz uma cara feia e vai embora. Quando nos afastamos um pouco, o macaco diz, "seu eu me despir dessa falsidade de roupas, ela me ouvirá". No instante seguinte, o macaco está magicamente nu, e eu o levo de novo ao portão. A mulher está lá novamente, exatamente do mesmo jeito que a encontramos da primeira vez, como numa aberração do Tempo. O Macaco então diz (e dessa vez ela para e presta atenção) que tem uma mensagem muito importante mas muito triste de seu Senhor, da qual ela é mais que uma amante, é uma... e ela completa: "cortesã". No mesmo instante, ela desaparece no nada, e o Macaco salta de meu colo e vai para um canto no portão de outra casa. Pergunto ao Macaco se ele quer que eu o leve a outro lugar, e ele não só não responde como começa a urinar na minha direção; me afasto rápido mas alguns pingos ainda acertam minha perna. Ouço então uma ambulância, que descubro ter entrado na casa da mulher avisada, que está morta. Na compreensão interna ao sonho, entendo que de alguma forma a mulher tinha um relacionamento com a própria Morte, o Senhor do Macaco, que é seu arauto.



De volta ao grande jardim, vejo crianças - um menino e uma menina louros - brincando com um velho e um grande cachorro no grande gramado ao lado das árvores. A Velha Cinza continua junto à sua árvore, com sua coroa de flores, e continua chorando. Sinto que agora porém as lágrimas são um misto de tristeza e felicidade, pois as crianças são os netos da velha, e o velho é seu marido viúvo. Ela agora sabe que sempre vai estar junto deles, sempre vai vê-los, enquanto a árvore na qual ela se tornou viver. Uma outra deusa das árvores, desta vez uma senhora negra de com buço, arruma a coroa de flores da Velha Cinza.
Noite de vento, noite dos mortosLola 20/08/2009  03:36
Noite de vento, noite dos mortosVentava muito. J andava me assediando e tentava se passar por outra pessoa. Eu gostava de quem ele parecia ser, mas algo me dizia que era J quem andava a minha volta. Me sentia um pouco mal por causa de meu namorado, mas sentia uma atração muito forte por aquele desconhecido. Um dia ele me levou até sua casa e na calçada encostava seu corpo ao meu. Fiquei muito excitada mas me afastei, ele correu atrás de mim e me enlaçou com força, tentei me desvencilhar e minha camisa abriu-se deixando o sutiã a mostra. Uma vizinha ia chegando em casa e nos olhou com reprovação. Do outro lado da rua, que era uma ladeira, o freio de um carro soltou-se e ele foi engavetando com os outros carros que estavam estacionados no meio fio. Uma mulher carregava o porta malas com um casal de filhos adolescentes, foram para a calçada em tempo de escaparem ilesos e o carro de trás bateu na traseira deles. A menina fez uma cara de imenso desgosto porque perderiam o avião e a mulher disse, entre aliviada do susto e resignada com o prejuízo, “Ah, nem adianta fazer essa cara, no próximo ano vamos a Sydney então, vais ter que te contentar com a Bahia”. J, que era partidário de um socialismo burro e vingativo, disse satisfeito: “Bem feito, é bom ver a burguesia se fuder de vez em quando.” Entrei em sua casa e ele tinha então dois filhos de uns 8 ou 9 anos, os meninos jogavam vídeo game. Como eu já os conhecia, fiz cócegas em um para distrai-lo do jogo, numa brincadeira, e ele meio divertido meio incomodado disse “ isso não vale”. Segurei a mãozinha do outro num carinho demorado e ele ficou contente e sem jeito. Eram crianças doces e tímidas e pareciam me conhecer e gostar de mim. De repente me dei conta de que amava meu namorado e não deveria estar ali, quis ir embora e J tentava me impedir, eu disse para ele me esquecer e nunca mais me procurar, me senti péssima por causa de meu namorado. Subi em minha bicicleta e minha gata me seguia pela rua. J também me seguia e suplicava, e dizia que queria saber o que havia feito para que eu sentisse repulsa por ele. Respondi “ Sinceramente as asneiras que você disse e fez quando nos separamos foram totalmente desnecessárias. Não me procure mais.” A bicicleta estava com um pneu murcho e o guidão muito baixo, se deslocava muito devagar. J continuava me seguindo quando gritou algo que não entendi e entrou em uma igreja luterana. Eu estava aflita para chegar logo em casa e abraçar meu namorado, me sentia culpada. Atravessei a avenida mas minha gata ficou do outro lado porque havia muitos cachorros e eles tentavam a amedronta-la. Chamei-a e ela atravessou a rua. Perto de mim havia muitas crianças, todos meninos, e cães que tentaram agredir a gata. Um menino tentou pega-la no colo para protege-la e eu o alertei: “Não tente pega-la, ela é mansa mas está com medo, desse jeito ela fica mais perigosa do que um cachorro porque ela é muito rápida.” O menino a largou e lembrando com desagrado de J, torci para que ele não me procurasse mais e pensei, “ Como dizia Ana Terra, noite de vento, noite dos mortos.” Ventava muito, mas era dia.