Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
/ gui v.

descobri que sempre tive um terceiro casal de avós que meus pais esconderam de mim a vida toda. um avô músico, jamaicano, e uma avó indiana. meu pai está doente, mancando. choro ao pensar que ele pode morrer. converso com minha irmã dentro de uma igreja, ela diz que não sabe o que meu pai tem. tento me preparar. faço uma foto de meu pai em uma torre de telefone.
Parecia rúcula / Ranunculus

Parecia rúculaSonhei, demais, e não consigo lembrar, mas não esqueço, eu chorava, eu aclamava.... cortaram meu pé, antes mesmo de eu saber o que ele é... Que tristeza profunda
/ li

Da janela do meu antigo urato espiei pela janela e vi que era madrugada e que havia um carro na frente da casa da família MP com luz acesa.esperei e logo saiu JM em uma cadeira de rodas com as 2 filhas. Ofereci ajuda e logo elas saiam do quarto da minha avó, e minha avó estava deitada numa cama em madeira na frente da porta de entrada da nossa casa. Vi que JM estava maquiada. Logo eu caminhava numa rua de periferia, local modesto, com cachorros maria e LCV me contava ué pessoas queriam substituir ela no trabalho, por mim. Ela mostrava uma roupa que me presentearia e tentava me explicar uma conexão dessasnpessoas que preferiam o meu trabalho ao dela, que eu não conseguia entender. Num sofá, sua filha me falou “kitty”. Logo eu caminhava com um cara muito legal, um artista, que pedia para eu fotógrafa-ló caminhando. Em frente à uma vitrine de loja , no calçadão, lá dentro alguém falava algo e FJ discordava e eu citei um exemplo dos anos 70 na Mercedes Benz. Vi AKW me saudar.
/ gui v.

eu estava em uma cidade muito pequena. à noite, enquanto andava sozinho pelas ruas do lugar, parei em frente a casa dos pais de lorena. ela havia se suicidado. senti uma energia muito estranha vinda daquele quintal vazio e escuro. mas as luzes se acenderam, e, como um circo de animatrônicos ganhando vida, os pais dela apareceram preparando sanduíches caseiros (5,25 cada um). muitas pessoas vieram comer. perdi o medo, entrei, conversei com a mãe de lorena, mas ela não parecia se lembrar de mim. comprei um sanduíche e fui embora.


sonhei que namorava um cara desconhecido, me sentia cercada de muito amor dele no sonho mas, como sempre, tinha minhas dúvidas. de uma quinta pra sexta dormimos juntos e ele disse que como eu tava sem compromisso e no trabalho dele era tranquilo, eu poderia ir junto. fiquei por um lado contente e por outro relutante, já temendo conhecer os coworkers pela minha timidez. mas acabou que rolou legal, fiquei tranquila e foi um bom dia lá, ele era uma graça comigo. depois fomos pra um happy hour numa galera em um ônibus aparentemente fretado pra aquilo. encontrei uma garota com quem estudava no ensino médio e nos cumprimentamos brevemente e senti uma bad vibe, nem sabia muito porque, ela ficava olhando pra mim e pro tal cara sem parar quando estávamos juntos. não me lembro se eu falei algo ou se ele mesmo percebeu o constrangimento e me contou que ela as vezes frequentava o rolê deles porque é amiga de uma das meninas do trabalho e que em um desses roles eles ficaram. eu fiquei meio desconfortável mas pela minha insegurança mesmo. ficamos ok. passaram uma meia hora e eu fui falar com ela sobre, não queria que ficasse um ressentimento de qualquer tipo entre nós, não me lembro no que deu a conversa, o que ela falou, mas lembro que ficamos bem, não brigamos, nem nada. e por fim minha última memória era de nós dois, eu e o cara, juntos na volta no ônibus, conversando. ele fazia eu me sentir bem, calma e confiante e dizia "eu tô com você".
Cabelos, números e sonambulismo / Lua

No sonho eu via cabelos escuros esvoaçando com uma tempestade que estava vindo. Eles me disseram por pensamento coisas que me chateada sobre duas meninas. Ambas estavam paradas ali e seus nomes eram número 12 e número 14, estavam mortas de vergonha e se sentindo culpadas pela situação.
12 correu chorando com as mãos cobrindo o rosto e eu mesmo estando devastada quis ajudá-la. Corri em sua direção esticando os braços mas ela desapareceu e eu acabei abraçando uma grade.
Comecei a despertar do sonho porém ainda sem controle algum, vi que eu estava de pé em meu quarto agarrada em meu guarda-roupas. Em questão de segundos voltei pra cama, ainda meio inconsciente.
Peguei no sono assim que deitei, voltei pro sonho e enquanto olhava triste pros cabelos escuros, número 14 correu e subiu em um muro pra se jogar. Eu gritei e corri atrás dela, a segurei pela cintura com força e comecei a despertar de novo.
Dessa vez eu não sabia onde estava, sabia que estava acordando e que estava mais pra realidade do que pro sonho, mas aquele não era meu quarto. Apesar de estar escuro, eu sabia que não era meu quarto.
Eu estava agarrada em algo gelado e não soltei até me situar. Fiquei olhando ao redor e encontrei a luz do roteador da internet, vi o número 14 marcado nela (apesar disso não existir) em um tipo de fonte meio enigmática.
Devo ter demorado cerca de 1 minuto pra perceber que eu estava agarrando a janela do meu quarto e de joelhos em cima da cama.
Quando finalmente compreendi a situação, deitei meio aflita com a sensação de que tinha alguém me olhando.
Contact / Ranunculus

Contact I received a text, don't recall if through sound or vibration, but I turned to the wooden stool I use as a bed side table and reached for my charging phone, it was morning, the text read: Hey, something... it made me think, exposing what I was afraid of showing myself...


Estava com o Hugo em casa, me arrumando pra sair enquanto assistíamos tv, que inclusive tinha alguns canais que não existem, com conteúdo de política, cinema, música. Chovia. Um gato preto enorme veio arranjar briga com meus gatos mas o espantei. Estávamos conversando muito acalorados sobre política, concordando. Era noite, saímos de carro, em direção a Avenida Santa Barbara, enquanto passávamos por ela Hugo me contava que as fábricas abandonadas dali eram agora propriedade da polícia mas de forma secreta, me dizia que estava investigando isso há meses, eu me impressionou, sentia um pouco de medo. Não sei se exatamente por mim, ou por ele, queria abraça-lo forte.
Banheiro de bar em casa de chato / li

Estava na casa de CP, um apartamento antigo, grande, arejado e confortável, emPoa. Lá estávamos sentados no sofá, ele, sua esposa, filhas, LV e uma outra amiga. CP era chato, como sempre. Vinha um vento agradável pela janela. E resolvemos ir ao banheiro, mas como em um bar, todos se levantaram e foram juntos. CP entrou junto com as filhas, esposa e LV, e achei estrangoLV ainda ter relacionamento como familiar com eles. Eu fiquei esperando na porta do banheiro até chegar minha vez.
Barra de aço / Lua

Sonhei que tinha um vôo pra outro estado de noite e já voltava pra SP no dia seguinte de manhã, então conversei com meu irmão sobre adiar o vôo da volta pra eu poder ficar mais tempo lá.
Ele me mostrou uma espécie de barra de aço do tamanho de uma vassoura que tinha duas pequenas turbinas nos pés e outras duas próximas de onde se colocava as mãos.
Segurei na barra e sai voando nela pra testar. Funcionava bem mas o combustível acabava rápido.