Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Cachorros no caminhão / Nheery

Fui analisar a obra feita antes de entregar o apto alugado. Chegando la tava tudo certo, mas algumas coisas da minha infancia estavam la. Brinquedos principalmente. Olhei pela janela e um grupo de homens com muitos cachorros no meio da rua. Um caminhão vem e rapidamente todos os cachorros e homens sobem, o caminhão sai e da um salto como se tivesse passado por grande quebra molas... Era um dos cachorros.
Mergulho de cabeça nas pedras / Hannap


Sonhei que estava numa cidade turística com os meus pais. Meu pai já conhecia o lugar e estava dirigindo o carro. Minha mãe estava com fome. Paramos o carro no final da rua do centro da cidade, ao lado de um bar que eles conheciam. Minha mãe sentou-se em uma mesa para comer. Eu desci e fui explorar o lugar.

A rua terminava em uma escadaria que descia em direção à praia. Era uma cidade do norte do Brasil.
A praia era de rio. Desci a escadaria enorme até chegar na areia. Estávamos no meio da pandemia, mas havia muita gente amontoada naquele lugar. Fiquei um pouco distante.

No final da escadaria, antes de chegar na areia, havia uma pedra enorme, que cruzava a areia e invadia a água. Dava pra subir nessa pedra e pular na água. Fui até a ponta da pedra e imaginei que desse pra saltar de lá. Perguntei para um rapaz se dava pra pular de cabeça, se tinha alguma pedra embaixo.
Ele disse que dava pra pular, mas não vertical, porque tinha pedra no fundo. Tinha que saber pular.

Eu achei que ele estivesse exagerando na prudência. Resolvi pular de cabeça. No instante em que toquei na água o rapaz segurou o meu tornozelo e freiou o meu mergulho. Eu toquei levemente a mão em uma pedra e percebi que o mergulho era muito raso. Eu iria me machucar muito se ele não tivesse me segurado.

Levantei e agradeci a ele. Joguei o meu corpo suavemente pra dentro da água e comecei a boiar.
A água já não parecia de rio, pois havia um horizonte no infinito. Parecia o oceano.
Encontrei com o Dimitre boiando também.

Era uma sensação boa.
Paola Carosella / Hannap

Sonhei que eu estava em um lugar, tipo uma escola.
Eu ficava com uma menina bem jovem e com a Ariny.
Em algum momento eu fiquei a sós com a professora, Paola Carosella.
Peguei ela no colo e nos beijamos. Estávamos escondidos da turma.

Mas a Ariny apareceu filmando. Nos pegou de surpresa.
Eu reagi ficando sério e dizendo: olá, caloura!

Ela me disse que achava nós dois bonitos juntos, mas que eu deveria parar de seduzir todo mundo.
Eu estava feliz e não devia nada pra ninguém, mas entendi na hora que ela havia ficado magoada.

Fui com a Paola pra cozinha e disse: sabe o que seria muito bom agora, um chá de casca de abacaxi.
De repente olho para o fogão e tem um mamão formosa na chama do fogo.
Falei: que absurdo é esse? E desliguei o fogo. A Paola olhou pra mim muito calmamente e disse pra deixar, que ela estava fazendo uma receita. Eu admirava a Paola e tinha tesão nela.

Era muito melhor do que ficar com as meninas novinhas.
pueblo / nheery

territorio paisagem patagonica antiga a noite uma fogueira e uma mulher envolvida em pele de animal repete a palavra pueblo. eu fico um tempo ouvindo pueblo pueblo pueblo e a partir de um momento ela fala "não existe um povo que tenha sido extinto"
cogumelos são a base de tudo / zibag

sonhei que no mundo tudo era feito de cogumelos. a maior parte das coisas eram feitas de cogumelos esbranquiçados maiores, compondo 98% das coisas. mas o mais importante estava na formação dos 2% das coisas, compostos por cogumelos muito muito pequenos e avermelhados, que constituem as coisas mais importantes e complexas no mundo.
cogumelos são a base de tudo / zibag

sonhei que no mundo tudo era feito de cogumelos. a maior parte das coisas eram feitas de cogumelos esbranquiçados maiores, compondo 98% das coisas. mas o mais importante estava na formação dos 2% das coisas, compostos por cogumelos muito muito pequenos e avermelhados, que constituem as coisas mais importantes e complexas no mundo.
/ zibag

sonhei q estava no cassino. caminhava na rua do antigo cinema, indo pra avenida e mtas coisas aconteciam nesse trajeto. atravessado a rua um carro bem pequeno dirigido por um cara grande e gordo me atropelou, ele vinha devagar e não parou. eu fiquei sendo carregada na lateral do capo do carro, batendo no capo pra ele parar e ele seguia se divertindo com a situação. tinha uma mulher na carona dele, bizarro. dai consegui sair, não me machuquei. segui na rua em direção a praia. a ria havia virado mato, um rio cruzava. estava sozinha e uns caras me aconselharam voltar. qndo pulei o rio novamente eu cai nele, pedi ajuda mas a voz nao saia. me dei conta q estava sonhando e pensei em voar. abriram nas minhas costas asas de cigarra, transparentes e voei dali.
ainda antes de chegar na avenida encontrei a paula q queria ver roupas. tinha bastante gente ao redor e estávamos sem máscaras. falei pra ela q estava preocupada com isso.

no fim dos sonhos lembro q a Lua estava se agasalhando pq estava com frio.
indenização / chuazinha

estava numa casa enorme, uma mansão meio castelo, com uma área externa grande com piscina. teve uma festa e a casa ficou meio destruída, um dos DJs queria processar e pedir uma indenização de 20 milhões de $. eu fui me voluntariei para negociar com ele, alguém me disse que seria possível pagar até 200mil$. consegui negociar mas aí um dos donos da festa disse que ainda assim era muito, fiquei frustrada e passei a bola. eles tentaram negociar para 10mil$.

O nome proibido / Tuk

Sonhei que Lucas era um nome proibido para os judeus. Tinha um nome equivalente em hebraico, que eu não lembro, e falar Lucas tudo bem, mas dizer o nome em hebraico era um sacrilégio terrível e horrorizava todo mundo. Mas aí eu tava numa festa de judeus, e eu não sabia disso, e a Lígia veio me explicar. Aí eu confirmei com ela em voz meio alta “Ah, então não pode nem falar o nome X??” Ela ficou desesperada que alguém tivesse ouvido e começou a olhar em volta, mas não tinha ninguém por perto e ninguém ouviu.

Depois disso eu queria cagar e o único banheiro nessa festa era aberto. Era tipo uma plataforma bem larga e aberta com alguns vasos, e um monte de policiais russos em volta. Eu cheguei perto de um dos vasos e vi que ele estava cheio de terra aí pensei “como é que eu vou cagar aqui?” Abaixei as calças mesmo assim e nisso os policiais começaram a se aproximar, aí eu percebi que eles estavam ali pra monitorar se eu não ia falar o nome. Tentei cagar no vaso cheio de terra mas não consegui. Levantei e sem querer derrubei umas caixas de cerveja que estavam por ali por perto, pedi desculpas em russo pros policiais, e perguntei se queriam que eu pegasse e eles disseram pra deixar ali. Eu estava sem camisa e fui voltando pra festa e colocando a minha camisa, que eu tava segurando, quando eu percebi que tinha uma latinha de Brahma dentro de cada manga da camisa. Tentei vestir a camisa sem eles perceberem quando eu vi um banheiro fechado. Entrei mas não era mesmo um banheiro, só tinha pia e espelhos. Quando eu entrei coloquei a camisa, deixei as cervejas de lado, e quando eu me olhei no espelho eu tinha uma cara de asiático e parecia estar com uns 70 anos. Achei aquilo hilário e comecei a dar muita risada aí eu acordei, rindo também.
com mortos / li

Era noite na casa da minha avó e ali na sala eu estava com o Júpiter Apple. Tínhamos um clima de romance. Logo vi que meu tio O se levantou do seu quarto e cuidava-nos. Senti vergonha e não sabia como explicar que não éramos namorados, mas aparentemente meu tio não se importou. Vi tio O sentado na sua cama, parado e olhando para baixo.
Vi aranhas perto de mim e me cuidava por isso. Olhei pela janela do quarto do tio O e avistei a rua sem nenhum movimento. Senti saudades da paisagem da rua.