Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Familiares em ritmo tenso / li

Estava na Hungria, misturada com a Romênia. Construções incríveis, antigas, com um mix de estilos. Eu, tia L, as sobrinhas de meu marido e meu marido entramos num táxi tipo microônibus e passeamos, mas o motorista andava em alta velocidade, e eu, ao seu lado, senti medo e pedi para ir devagar,mas ele não entendia a minha língua.
De noite eu estava em casa, que minha cunhada havia alugado, era de 2 andares, e o banheiro era no segundo andar e tinha que ir por fora da casa.
Encontrei tia L e seu filho. Conversavamos com um jovem que era bandido .
Eu estava num bar, quebro dono era JM. Tinha mesas nonpatio davfrente, eram com um tampo de pedra verde. Teve um show e logo fechou, e cada um tinha que levar o tampo de pedra para dentro do bar. Caminhei mais e era o bairro Cidade Baixa, Porto Alegre e vi assaltos com refens em dois bares. Escapei e logo veio a polícia, um batalhão correndo e atirando, e procurei me esconder. Encontrei a tia N é uma amiga e as avisei, voltamos para outro caminho, até entrarmos num museu subterrâneo de química. Logo estava voltando para casar meu prédio havia mudado, estava com uma porta pequena para entrar e uma criança veio me seguindo. Entrei e o porteiro viu a criança e perguntou onde ela ia, e ela se transformou numa mulher adulta com voz sedutora para seduzi-lo e ele a atingiu com uma facada na barriga.
Mãe com pênis / Avê

Minha mãe fez cirurgia de mudança de sexo. Ela agora tinha um pênis e estava tomando hormônios. Ela me mostrou bem feliz com a transformação, apesar de entender e respeitar eu fiquei chateada porque eu não tinha mais uma figura materna mulher. Senti um vazio.
Hermeto terapeuta / Avê

Eu estava em um espaço meio calçada de uma instituição que parece meu colégio da infância, mas era outro lugar. Estava numa roda com amigos que não lembro que são. Perto dali abre uma porta de consultório e alguém chama um nome de paciente. Alguém me conta então que o Hermeto Pascoal está atendendo como terapeuta de artistas. Todos em Curitiba queriam se consultar, eu também.
chuveiro / cau

Eu e Lu fomos visitar o amigo dela Victor. Entramos em um predio com bares, descemos uma escada. Havia um tiozões barrigudos jogando sinuca numa salinha azul calcinha e branca. Seguimos em direção a uma portinha e batemos. Ja era a casa dele la. Por dentro era tudo azul ou branco, poucos móveis, tudo simples, mas bem bonito. A pouca luz fazia o cenário mais cinematográfico que ja era. Conversamos, passamos um tempo e acho que fomos dormir. Quando acordei Lu nao estava mais la. Chamei por ela e nao tive resposta. Levantei preocupado, procurei na sala. Tinha algo guardado pra dizer pra Lu antes dela ir. Ouvi um barulho no quarto dele e fui pra la, cauteloso. Os cômodos eram interligados um ao outro linearmente. Empurrei a porta entreaberta como que num filme de suspense e ouvi gemidos vindo do banheiro. Eles estão transando no chuveiro, será? Continuei sem saber se valia a pena interromper so pra falar o que tinha pra falar. Adentrei o banheiro e resolvi falar o que precisava, mas quando comecei, subi num banquinho pra ver por cima do box. Olhei enquanto falava e V estava transando com um cara que nao conheço. Que merda, desculpa, gente. Eles ficaram bolados e eu sai de la. Fiquei sentado na cama e me arrumei pra ir embora. Quando fui saindo, V também estava se aprontando e me olhou com olhos de raiva. Me chamou de babaca e eu fui embora.
a três / cau

Estávamos eu e Lu andando de ônibus por BH. Dani havia convidado eu e ela pra uma 'visita' em sua casa. Discutimos sobre isso no ônibus e ela me questionou dizendo que não gostava quando convidavam nós dois como desculpa de estarmos namorando, sendo que queriam pegar so um de nós. E que tinha um compromisso nesse horário, que poderia so mais tarde. Percebi que o ônibus estava passando perto da casa de D e dei sinal. Senti um aperto no peito e vi que fazia aquilo sozinho e que faria sim, mesmo L não indo. Disse pra ela ir pra la quando estivesse livre do compromisso também e desci.
paixões na madrugada / li

Estava na casa de FS e descobríamos que éramos apaixonados perdidamente. Caminhei pelo parque Itaimbé, era madrugada, mas havia pessoas ali. Percebi dunas de areia por algumas partes, no parque. Me falaram que MDV estava por ali e logo pensei que eu era, na verdade, apaixonada por ele.
Amizades e mães coroas / Zico

tava na sala de casa, tava tudo meio escuro. Mas ainda estava dia, acho que era fim de tarde é provável que fosse sábado. A mãe de um amigo meu estava lá, perto da janela. Ela deu em cima de mim, eu percebi na hora. Morri de vergonha mas já esperava que isso acontecesse. Na hora só pensava no que fazer, queria dar um fora nela e ao mesmo tempo queria que aquilo não estivesse acontecendo. Eu não queria nada com ela, só pensava no que fazer: se dizia para meu amigo ou simplesmente dava um fora nela.
Movimento dos Carneirinhos livres!!!! (MCL) / Nunca gostei de usar o divã

Deveria ter escrito esse sonho antes, não lembro como começou. Ele tem a ver com libertação. Eu só lembro de libertar vários carneiros do campo. Carneiros de todos os tamanhos, acho que era bodes, ou metade bodes metade carneiros, tinha chifre helicoidais. Eu libertei e fui me esconder numa casa simples de dois pavimentos, mas somente o segundo era acessível. Fiquei lá por um tempo, não tinha luz elétrica, tudo escuro. Do nada uma menina que conheço, Brenda, estava lá. Mas não era a Brenda era somente seu corpo, tipo um avatar. A real é que essa menina era a Nathalia, uma amiga minha da internet que nunca conheci pessoalmente e só vi uma foto. Mas acho que ela surgiu como Brenda por causa da maneira que vejo as duas. Nathalia é na dela e Brenda também, e as duas tem temperamento forte. CONTINUANdo... Eu fiquei com medo de ter libertado os carneiros me senti culpado, e pedi pra Brenda/Nathalia para assumir a culpa. A real é: os carneiros seriam a minha essência sendo libertada e eu não teria coragem para enfrentar?
Massagem no pé do caetano / La

Sonhei que tinha ido na casa da Maria Ana, que tinha se mudado e era uma casa muito legal, cheia de passagens secretas. Uma delas tu entrava num buraco e dava uma cambalhota e descia por um escorregador.
L morava ela, o padrasto, a mãe e dois filhos do padrasto. Eu ouvi uma conversa da mãe com o padrasto, que eles diziam que não iam deixar drogas, nem lícitas nem ilícitas. Começaram a discutir religiões, se alguma se encaixava nesses princípios.

Depois, fui fazer um café, mas não tinha pó e era um coador diferente, e eu não consegui passar muito café. E no fim das contas, ninguém queria café e ele ficou esfriando.

Caetano e Gil estavam lá e eu queria oferecer café pra eles, mas o café já estava frio e eu desisti.
Íamos ver um filme, estava cheio de gente, maior confusão pra todo mundo sentar e achar lugar.

Uma hora o Caetano se sentou em uma cadeiras eu sentei no chão, na frente dele, entre as pernas dele. Comecei a fazer massagem no pé dele. Ele não gostou e perguntou "vc não ia escovar os dentes, não?" Fiquei puta, achei ele machista. Comecei a escovar os dentes e o filme acabou.
Noruega Polônia Brasil / li

Meu irmão falou que tinha ganhado uma vaca preta e branca e estava feliz. Eu encontrei o vocalista do grupo Aha e saímos de carro, ele disse q iria me mostrar sua casa, na Noruega, que era na avenida Medianeira. Paramos e entramos no pátio, fazia frio e ele se transformou no meu marido. A casa era pequena e rústica, tinha um só cômodo e a cozinha ficava do lado de fora da cada, num corredor na beira de um precipício, que ele dizia ser bem como ele gostava. Logo chegou seu irmão TF, feliz. Ele trazia um presépio e madeira, e montei no chão. Sua prima MG estava ali, sentada e quieta. TF viu que faltava um outro presépio e trouxe outro presépio. Eu fui arruma-mos no chão. Os dois conversavam em polones. Eu sentia frio . TF perguntou se eu ia comemorar a data da independência, e eu disse que a do Brasil não, poderia comemorar a da Polônia e Noruega. TF disse, em português, q tinha q me falar algo.