Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Crocs / Avê

Sonhei que era legal usar crocs e eu usava um crocs rosa shock com uma roupa preta. Eu usava ele e fugia de um assassino. Saltei de uma tirolesa, voei sobre a cidade e me senti muito esperta.
Meu corpo profanando / Avê

Sonhei que eu tava ficando com N e senti que saiu de mim uma gosma fértil, eu passei a mão e fui ver o que saiu e era uma gosma que parecia uma placenta com uma imagem. Eu achei muito bonita a imagem. Não consigo lembrar o que era, mas tenho a sensação de que era um quadro da Santa Ceia em tons avermelhados. Eu ficava mostrando pras pessoas orgulhosa do que tinha saído de mim.
Estranha manhã / li

Era verão e eu estava no meu apartamento e acordei e VK estava deitada no meu lado. Nos abraçamos e perguntei onde estava o bebê na sua barriga, e ela me mostrou que estava mais ao lado da barriga. Sentíamos como um grande amor, uma pela outro. Na outra parte do apartamento nossos maridos faziam suas coisas normalmente.
Bomba Kodak / Lua

Sonhei que arrumava um emprego e no meu primeiro dia encontrava uma bomba disfarçada de câmera descartável da Kodak. Em desespero, falava pra todo mundo sair de lá enquanto eu e um cara tentávamos jogar a bomba por cima de uma grade pra cair e explodir no terreno vizinho. Os braços ou a bomba pareciam muito mais pesados do que realmente eram e demoramos um pouco pra conseguir nos livramos dela. Ao cair no terreno, explodiu e ficamos todos bem.
Festa das garrafas quebradas / li

Encontrei algumas mães do ballet e fomos ao shopping, mas logo elas resolveram seguir para uma casa, no trevo da rua Euclides da Cunha, onde havia uma festa e parecia a casa da minha prima DRM. Entrei e estava cheio de gente, mal podíamos caminhar no pátio. Logo anoiteceu e vi amigos da época da adolescência e queriam repetir o q faziam nas festas do tempo da adolescência. Um ato era quebrar garrafas de refrigerante na borda da janela, e vi RS fazendo isso.
jim jones / gruszka

M. fugia sem se despedir ou avisar ninguém e se juntava a um culto estilo jim jones, cujo objetivo era o suicídio. ao invés de a ideia ser incutida aos "fieis" em conjunto, a lavagem cerebral era feita individualmente todos os dias, em sessões que duravam cerca de 40 minutos. acabei descobrindo seu paradeiro e fui convencê-la a voltar para casa e a desistir disso, mas ela estava completamente fora da realidade. depois de alguns dias, a sequestrei.

depois sonhei que voltava para casa, um apartamento onde eu morava sozinha, e A., que tinha os cabelos grisalhos embora não fosse velha, estava lá. eu me assustava e perguntava como ela havia conseguido entrar, ao que ela respondia que tinha uma cópia da chave. dei de ombros com uma certa indiferença, mas acho que estava contente em ter um pouco de companhia, ainda que ela não falasse nada e apenas andasse de um lado para o outro fumando cigarros.
/ gruszka

a terra ia se tornando um lugar cada vez mais difícil e impróprio para a vida. muitas das pessoas que sobraram, escolheram morar no fundo do mar. uma dessas pessoas era uma mulher com quem eu mantinha uma amizade, mas que só existe no universo desse sonho. eu ia visitá-la acompanhada de T., mas ao chegar lá, descobria que ela tinha viajado inesperadamente. T. então começou a abrir um buraco no chão da sala, de onde saia uma espuma marrom que ia lentamente se espalhando e cobrindo os cômodos da casa.
/ gruszka

estava na casa de N. e nós cozinhávamos para seus pais. o pai dela era um homem chatíssimo e new age, de barba branca e turbante, metido a guru, mas extremamente rico. ele demandava que fizéssemos batatas para o jantar. quando ele se retirava da cozinha, a mãe de N. aparecia e nos contava que estava apaixonada por uma amiga da filha, que não aceitava seu amor.

depois sonhei com um ritual de magia para ressuscitar pessoas recém mortas, que consistia em transar com certas raças especiais de cavalos.
Polvo Carente / Lua

Sonhei que estava em uma praia —sempre a mesma que minha cabeça criou para sediar sonhos litorâneos— o clima estava nublado e haviam algumas pessoas se banhando na parte rasa do mar, que estava agitado com a água bem mexida, quase barrosa.

Eu entrava na água e sentava em um banquinho, avistava minha irmã e falava pra ela tomar cuidado com as ondas. No mesmo momento, uma onda de tamanho médio se formava na frente dela, fazendo-a mergulhar por baixo dela. Quando a onda passou por mim, eu pude ver várias conchas e pedaços de corais boiando. Via, também, uma concha grande, cor de rosa e muito bonita. Quando a onda recuou, fazendo com que o nível de água da beira do mar baixasse, eu vi na areia muitas outras conchas do mesmo estilo. Me aproximei para pegar uma mas logo as perdi de vista.

Boiando em minha frente, apareceu um pedaço de tentáculo de polvo —com uns 20cm de diâmetro, dava pra ver que era de um polvo grande— cor de rosa, assim como as conchas. Fui até minha irmã, que estava mais pro fundo e senti outro pedaço de tentáculo batendo em meu braço. Olhamos pra trás e vimos que mais à direita havia um polvo grande e morto boiando de ponta cabeça, mas ele era acinzentado com nuances verdes e azuis.

Nos viramos para frente e fomos surpreendidas por uma onda enorme sendo formada e vi que atrás dela havia um outro polvo, mas dessa vez, estava vivo e era absurdamente grande, com mais de 10 metros. Ele tinha a mesma cor rosa linda e atrativa das conchas e também dos pedaços de tentáculos que boiavam soltos. Se não mergulhássemos por debaixo da onda, ela arrebentaria em cima de nós e, se mergulhássemos, daríamos de cara com o polvo.

Sem muito tempo para pensar no que fazer, mergulhamos, e então pude ver o grande polvo se esticando dentro da água, que estava mais cristalina. Ele tentava agarrar nossas pernas e nós nos esforçávamos para nadar pra longe dele —sem muito sucesso, porque parecia que mal nos movíamos—. Ele agarrou as pernas da minha irmã e então eu a segurei pelo braço e a puxei o máximo que pude. O polvo acabava indo cada vez mais para o raso e isso facilitou eu a soltar de uma vez.

Nós duas saímos da água e ficamos na areia observando o polvo, que parecia triste ao me olhar. Segundos depois, eu recebi uma mensagem no celular vinda de uma pessoa querida.
"O que nós somos?" aparecia no visor e eu pensava comigo mesma a resposta, mas sem enviar: "Você disse que nada.".

Voltava a olhar o polvo me sentindo sozinha.
Mão Sobrenatural / li

eu estava deitada na cama com o filho da Manene, como se estivéssemos feito sexo, sem roupas e com um cobertor lilás. de repente eu estava totalmente embaixo das cobertas e comecei a sentir algo pressionando minha virilha esquerda. Não havia ninguém e senti que era uma mão sobrenatural e não sabia o que fazer.