aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum
Drömma Dreaming Logger
(1417)
Istambul
SL 24/07/2008 09:52
Eu recem havia chegado em Istambul e me hospedado em um hotel que parecia uma pensão. Tinham alguns brasileiros e a pensão ficava dentro de um apartamento no vigéssimo andar de um edificio em uma parte não-nobre da cidade. Fiquei vários dias sem sair do meu quarto, olhando a vista que a janela me proporcionava, eu não conseguia achar nada naquilo bonito ou encantador. Certo dia decidi sair, fui falar com o recepcionista aonde poderia encontrar uma Lan House pois queria falar com X. Ele não soube me explicar direito. Saí de qualquer forma, sem ter muita idéia de como chegar até uma. Fazia sol, estava quente e as ruas estavam lotadas pois era alguma data religiosa e muitas delas estavam em meio a procissões e grandes caminhadas. Encontrei JP no meio da rua, achei muito estranho, ela estava sendo carregada por um homem que não pude identificar, apenas notei como ela havia crescido devido ao comprimento de suas pernas que eram mais brancas que as minhas. Continuei caminhando, o bairro aonde eu estava radicada era horrível, decadente, muitas das casas haviam sido demolidas portanto havia um irreparável espaço em branco no meio da cidade que ninguém se importou em refazer. Voltei para o hotel e decidi entrar pela entrada dos fundos. Nestes fundos, haviam brasileiros e eu conversei com algum deles. Eles estavam matando galinhas em sacrefício a algum deus. Me retirei e decidi ligar para T, dizendo para ele me buscar lá. Ele primeiramente disse que não queria sair de casa e eu insisti. Ele aceitou. Chegou lá de moto, e ele estava diferente: era um homem mais velho, um pouco grisalho, com olhos muito escuros. Fomos até a casa dele. Chegando lá nos beijamos, T tirou minha blusa e eu comecei a sentir que a ir até Istambul havia começado a ganhar um novo propósito.
Deslizando pelo ar
Renato 23/07/2008 01:10
Eu estava numa festa, uma pista iluminada onde as pessoas dançavam e ao redor existiam balcões onde as bebidas eram servidas...eu ficava há uns 20 centímetros do chão e deslizava dançando pelo ar em alta velocidade bem rente aos balcões, ouvindo a música sem parar..sentia uma sensação de liberdade incrível, não cansava
Gavetas
SL 22/07/2008 01:45
Eu havia roubado o carro do meu pai, o predileto de dele e decidi viajar até o Panamá. Sabendo que se tratava de uma longa e cansativa viagem decidi passar no supermercado para comprar um saco de dormir e bastante comida. Coloquei tudo no porta-malas do carro e comecei a dirigir. Quando estava perto da divisa de SC vi uma casa no meio da estrada e tive que parar o carro, pois ela estava bloqueando a passagem. Era uma casa pequena de maneira, com a pintura descascada e sem janelas. Fiquei pensando como ia fazer parar continuar com a minha viagem. Tentei empurrar a casa com as minhas mãos e me dei conta que eu precisaria de alguém bem forte para me ajudar. Saí dali a pé e fui atrás de alguém. Eu estava no meio do nada quando começou a ficar noite. Voltei para onde havia deixado o meu carro e a casa havia sido empurrada para o lado. Fiquei pensando que alguém mais forte que eu que também precisava passar por aquele trecho da estrada havia feito isso. "Tudo bem", pensei, entrei no carro e continuei a dirigir. Em certo ponto da madrugada parei em um posto de gasolina para colocar gasolina e fazer um lanche no restaurante. Entrei no restaurante, as paredes eram em cor roxo-claro e a atendente usava uma roupa da mesma cor. As mesas eram para uma única pessoa, as cadeiras eram muito altas e eu não conseguia subir. Fiquei esperando alguém vir me atender. Naquele lugar havia mais umas três ou quatro pessoas jantando e tomando café. Todas em silêncio. A TV estava ligada e falava que Júlio Cortazar e Kafka iriam se reunir em Bagdá para fumar narguilé e lutar contra o fim do surrealismo tcheco. Eu tava tão cansada de dirigir que nem fiquei impressionada. Ninguém vinha me atender quando caminhei até a mulher com avental da mesma cor das paredes e falei que gostaria de beber um expresso duplo. Ela me disse para procurar o que eu quero nas gavetas que estão atrás da porta de entrada. Com toda naturalidade do mundo eu fui lá, atrás da porta havia uma parede cheia de gavetas de todos os tipos, tamanhos e cores. Abri uma que ficava quase grudada no chão e dentro dela havia muitas lagartixas e aranhas de plástico. Levei um susto e fiquei pensando que a mulher do avental queria me pregar uma peça. Mas continuei a abrir as gavetas porque achei que o meu café expresso duplo poderia estar ali. Em uma outra gaveta havia um livro chamado "Teorias Dobem". Peguei, dei uma olhada e dentro do livro havia um recado para nunca desistir de olhar as gavetas. Eu continuei buscando pelo meu café quando a mulher de avental me trouxe uma escada de plástico e eu subi para que alcançasse bem lá no alto. A parede parecia não ter fim. Fui abrindo várias, muitas estavam vazias muitas tinham outras gavetas dentro que por sua vez tinham outras gavetas dentro... Eu fiquei cansada e já havia perdido muito tempo naquilo lá, eu pensava que só queria tomar um café, e um homem com chapéu de palha e sem dentes disse que ali eles não serviam cafés porque não cabiam dentro das gavetas. Fiquei muito braba por não terem me avisado antes, abri uma das gavetas e cuspi dentro com raiva. Quando eu estava entrando no meu carro em direção ao Panamá, a mulher de avental roxo correu até mim e me entregou um aparelho telefônico branco muito pequeno que tinha muitos fios pretos, disse que através dele eu poderia me comunicar com o mundo quando quisesse e até mesmo acessar o conteúdo babilônico das gavetas, pois eu poderia precisar em um futuro breve. Fui embora. De longe avistei o homem sem dentes cair no chão.
18
li 20/07/2008 15:36
Meu tio O começou a se sentir doente no meio da madrugada. Um médico avisou à família que ele iria morrer nas próximas horas. para atenuar suas dores, ele tomava gotas que saíam de uma comprimido. Ele estava deitado na cama e rapidamente percebíamos sua piora. Fiquei muito triste, queria que ele soubesse o quanto eu gostava dele. Quando o memento de sua morte se aproximou ele levantou da cama, mostrou-me um relógio, dizendo que quando fosse 18horas, ele estaria morto. Fui conferir a hora neste relógio, quando vi que na numeração do relógio, os números não seguiam o padrão de um relógio de ponteiros, e todos os números eram o 18. Sempre seria 18 horas.
Després de la Mercè, l‘habitació.
Hannap 18/07/2008 10:25
Estava follando com la Mercè, numa cama.
Uma foda boa. Tínhamos só um preservativo e depois de usá-lo continuávamos animados. Saímos e fomos comprar mais no supermercado. Compramos comida também, para fazer. Era uma sensação boa. De conexão física. Depois eu entrava em um apartamento onde eu iria morar. Ia compartir com mais alguém, mas meu quarto era grande e luminoso. Tinha uma janela bem grande. Lembro que para arrumá-lo segundo o misticismo magnético, saquei uma bússula do bolso. Verifiquei que a parede grande do quarto estava cravada com o norte. Era a parede onde iam ficar as 3 mesas do quarto. Duas grandes para trabalhar (uma para o computer e outra para desenhar e uma escrivaninha, que já estava lá e era cheia de objetos decorativos e pó, onde pensei em deixar as miudezas. Abri a segunda gaveta dessa escrivaninha e encontrei um monte de coisas do meu pai Jorge. Eram desenhos, projetos e esboços de quadros e instalações e algumas fotos. Pensei em guardar todo o material, pois era tudo muito bom. Estava feliz com o meu quarto novo.
voando
saborga 18/07/2008 09:52
voava muito! Era super real e possível. Não havia nenhuma pararfenália ou equipamento. O start do voo era feito a partir de um progama de computação que o adriano administrava. Primeiro voei muito sobre a água... do tipo fernando de noronha... clarissimo. Eu queria tirar foto mas ia estragar a câmera, então dei para a o Gustavão entregar para a Babi e eu continuava voando livremente muito feliz em um dia lindíssimo e dava uns rasantes na água. Outro salto foi em cima do santa mônica e eu ficava impressionada como era simples voar e como eu me sentia bem!
Geneva
SL 17/07/2008 22:25
Eu estava em Genebra, havia recém chegado, comigo estava meu pai e namorada. Eles estavam ali pois haviam ido me levar até lá e pretendiam voltar logo depois disso. Estava caminhando em uma rua que era desconhecida, o trajeto todo até a casa de X era desconhecido. Eles ainda estavam comigo e quando fui me despedir, eles falaram que iam aproveitar o dia na cidade e voltar durante a noite ou na manhã seguinte. Achei estranho e fui embora. Quando cheguei na casa de X vi que Y e W moravam lá. A casa era diferente: moderna, construída recentemente. A sala era grande e tinha uma iluminação natural que quase fazia desnecessário qualquer tipo de lâmpada. Os móveis eram em tons claros, tal qual como a parede. Era um apartamento. E havia um corredor muito longo que ao seu decorrer havia também muitas portas. Quando cheguei ao fim dele, Y e W me esperavam. O que me deixou sem graça é que eu estava fazendo uma surpresa e fiquei pensando - como será que elas ficaram sabendo? W me contava como a sua vida era outra após a cirurgia nos seios, que agora eles estavam grandes e que todos os homens adoravam. Levantou a blusa e mostrou. Sem muito interesse dei oi para Y que me deu um oi desanimado também. Caminhei ao ínicio do tal corredor a fim de achar o quarto de X. Havia muito sol na cidade, embora ela estivesse completamente diferente do que um dia eu achei ter visto.
merda
Alho 17/07/2008 17:31
Sonhei que eu estava andando na rua e, de repente, percebia que um pombo ia cagar em cima de mim.
Eu fazia de tudo para fugir daquela merda: corria de um lado parao outro, atravessava ruas, mudava de direção porém nada disso foi eficaz.
De repente eu estava coberto daquela merda que era enorme e escorria pelo meu rosto, alcançando o meu pescoço, ombro...
akoFHAvqVo
yVdrDFbFdL 16/07/2008 17:39
mkYFmv airjhivbogpu, [url=http://ijswbbukheri.com/]ijswbbukheri[/url], [link=http://tftejoorrpru.com/]tftejoorrpru[/link], http://onddkcteulor.com/
sircheese
Um amigo meu, que esta morando fora do país por uns meses, estava na minha casa, era como se já tivesse voltado, porém, a sensação era de que ele logo partiria novamente.
Conversamos um pouco, eu em minha cama, ele na de um dos meus irmãos, ele parecia um pouco apressado, mas não muito.
Ele tinha um celular novo, mesmo modelo que o meu, ele tinha acabado de comprar. O meu celular, estava bem degradado, aliás, exatamente como ele realmente esta!
Como o dele era novo, ele me pediu que lhe passasse alguma coisa interessante, algumas músicas, essas bobagens que só fazemos quando compramos o celular.
Eu passei algumas músicas de bandas que gostamos, e quando cheguei na última, eu disse: "Agora uma balada" - esperava que ele reconhecesse a música de imediado (que seria da banda Incubus, mas, nas verdade era uma trash tosca do Boy George: "Do you really want to hurt me" - a música não era como a original, era cantada pelo vocalista do Incubus e tinha um ritmo um pouco diferente, mais agitado), mas ele não a reconheceu e ainda ficou curioso por saber em qual dos álbuns da banda se encontrava aquela música. Eu lhe mostrei um álbum antigo deles, de 2.001. A conversa meio que parou por aí, acho que depois disso ele precisou ir embora...
(1417)