Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
peixes na lua / Huan

peixes na luaEstava em uma cidade grande procurando uma fantasia de girafa com o Felipe, íamos numas portinhas entre prédios que tinha de tudo, enquanto provava a girafa a dona do local falava pra sentir como era macio passar a mão no pelo da fantasia, mas só num sentido.saímos da loja e enquanto amanhecia o dia, a lua que estava cheia, recortava os peixes que nadavam no céu.
onça verde com pimentão vermelho / Huan

Uma onça verde oliva com rosetas cor de bronze me perseguia ferozmente onde quer que eu estivesse. Ela surgia do nada em lugares aleatórios. Eu sempre conseguia escapar fechando portas mas ela não desistia, mesmo pq as portas que eu fechava não eram perfeitas e sempre trancavam no chão e a danada da onça me dava unhadas pelo lado de fora enquanto eu segurava a porta que fosse. De repente ela sumia, eu tentava sair misturado a outras pessoas ( o Hurley - o gordinho do seriado Lost tb estava) mas não adiantava, ela surgia e vinha apenas na minha direção, eu tentava dominá-la com uma cadeira como um domador mas ela era muito braba, sempre passava a cadeira e me botava pra correr. Meu cachorro apareceu e foi pra cima dela mas ela era muito maior. Depois de afugentá-lo ela voltou a me perseguir, tentei fechar outra porta mas ela não deixava empurrando do outro lado, pela fresta da porta vi que meu cachorro ficava tentando cheirar o rabo dela sem interesse de briga, pedia pra ele sair e fugir mas o danado tava vidrado demais no cheiro da onça. Vi um pimentão vermelho numa fruteira enquanto segurava a porta. Toquei o pimentão na onça e ela o abocanhou e deitou pra devorar o mesmo de uma maneira tranquila. Procurei rapidamente outros pimentões mas não havia nenhum ao redor, mas já sabia como dominá-la.
carteira de identidade / Huan

encontrei um amigo num show, o Gui Nascimento, pedi pra ele me ajudar numa foto que precisava fazer. Fomos num lugar que era tipo uma praça mas para entrar precisava carteira de identidade. Os policiais nos barraram na entrada e disseram q eu não poderia pois eu não tinha CI. Falei que já havia pedido mas que não havia retirado ainda, eles disseram que eu deveria ir naquele momento ou não poderia entrar. Fui. Era no final da santo amaro depois do largo 13, depois de horas caminhando cheguei no local que era um prédio imenso mas a retirada era logo na entrada num corredor comprido e estreito que tinha uma mesa tipo de escola no final do com um cara. pedi minha carteira e ele começou a procurar numa caixa; todas as CI vinham numa embalagem plástica estilo de bonequinho de brinquedo mas a minha já estava aberta e com o numero errado. ele falou que não tnha problema mas eu contestei dizendo que teria pois todos meus documentos diziam outro numero de carteira de identidade. ele então foi ao outro lado da rua numa espécie de livraria e voltou com um carimbo que imitava a CI. olhei pra ele e falei que aquilo era ridículo, que qualquer um podia fazer. ele debochou de mim e começei a me irritar com ele pedindo pra falar com um superior pra resolver aquilo. nisso chegou uma amiga, a Joana Cambeses, que tb disse que aquilo era inadimissível. o cara falou que não, então coloquei ele contra a parede ameaçando bater nele, nisso já havia um monte de gente no corredor fazendo coro: bate bate bate... olhei pra eles e pro cara mas fiquei com pena do sujeito que não sabia nada mesmo sobre o processo pois apenas entregava as CI. saí dali pensando que o Brasil é assim mesmo, imenso como o prédio público mas completamente sem organização ou alguém que possa resolver o problema. Ainda encontrei o Gui Nascimento novamente que havia capturado 2 cobras dagua num aquario redondo e estava olhando de perto, falei q elas podiam pular nele mas ele me disse que o Andre Meyer já havia dito que elas não pulavam. De repente uma pulou e grudou no nariz dele que ficou puto e dizendo que iria falar com o Andre pra reclamar da informação errada.
possiveis vizinhos / Huan

estava com o portão da garagem aberto e uma mulher com cinco boxers foi entrando, segurei meu cachorro mas minha cachorra já estava lá socializando com os outros, o marido dessa mulher entrou e me perguntou como era possível conviver com os vizinhos tão perto e porquê. eu disse que era uma casa que foi dividida no meio por isso éramos tão colados, ele ainda tinha mais 3 cachorros diferentes. fiquei pensando que se ele se mudasse podíamos montar um negócio pois eu já estava com mais 9 da ninhada que havia nascido no mundo real ontem
entremundos / Huan

Floripa era toda de terra, sem carros, mas com muita gente. As praias tinham dunas estranhas cheias de lagoas. As pessoas tinham bicicletas e havia seres estranhos como anões mutantes com pernas compridas que tinham carrocinhas que escondiam segredos e portas para outras dimensões.
Corria atrás do Índio e um anão que desapareceram quando passaram em frente a uma dessas carrocinhas. Depois de analisar a carrocinha que tinha um anão de pernas compridas lendo um jornal e que não respondia a minha pergunta de "onde tinham ido eles" apenas olhou de canto de olho, me joguei de cabeça numa portinha entre um pote de balas e doces e desapareci. Apareci dentro de uma casa onde estava o Carlo mais o Indio com anões assistentes descobrindo formas novas de dobraduras, começei a fazer também e descobri como esconder dobras dentro de dobras.
No mesmo sonho fui visitado por pessoas de países diferentes e tive que arrumar uma casa maior para colocar todo mundo, eles chegavam em aviões que batiam asas pra voar e tinham como missão me analisar para uma missão maior.
entremundos / Huan

entremundosFloripa era toda de terra, sem carros, mas com muita gente. As praias tinham dunas estranhas cheias de lagoas. As pessoas tinham bicicletas e havia seres estranhos como anões mutantes com pernas compridas que tinham carrocinhas que escondiam segredos e portas para outras dimensões.
Corria atrás do Índio e um anão que desapareceram quando passaram em frente a uma dessas carrocinhas. Depois de analisar a carrocinha que tinha um anão de pernas compridas lendo um jornal e que não respondia a minha pergunta de "onde tinham ido eles" apenas olhou de canto de olho, me joguei de cabeça numa portinha entre um pote de balas e doces e desapareci. Apareci dentro de uma casa onde estava o Carlo mais o Indio com anões assistentes descobrindo formas novas de dobraduras, começei a fazer também e descobri como esconder dobras dentro de dobras.
No mesmo sonho fui visitado por pessoas de países diferentes e tive que arrumar uma casa maior para colocar todo mundo, eles chegavam em aviões que batiam asas pra voar e tinham como missão me analisar para uma missão maior.
o jardim do avô / Huan

preparava uma decoração pra uma festa de despedida, faltava colocar uns bonecos, procurava o melhor lugar até que surgiu meu vô que morreu há mais de 20 anos, ele me levou para o jardim que por sinal era o jardim da casa dele em floripa, entre as plantas e os canteiros que já não lembrava virei uma criança de 9 anos novamente, perguntei pra ele se ele vivia ali e ele me confirmou que sim, de repente ele tirou uma cordinha do bolso, marcou um ponto no chão com uma das pontas e caminhando desenhou uma curva no chão com a corda, bem no meio da curva estava o ponto mais aúreo do jardim o lugar mais visível para colocar os tais bonecos.