Minha tia tinha alugado uma casa na praia, mas a tal praia era algumas ruas do meu bairro. Eu saí para ver como era a noite do lugar e entrei no Ossip bar.saí do bar quando amanhecia e andei por umas ruas do centro de Porto Alegre. Numa dessas ruas vi o Wander Wildner, completamente sujo, sem sapatos e os pés imundos, com unhas longas e ele visivelmente perturbado psicologicamente. Chegaram dois moradores de rua, deitaram ele no chão e começaram a espancá-lo com um pedaço de pau, e ele sorria, parecia não sentir dor com os golpes tão violentos. Muita gente em volta deles, apenas olhando, e eu irritada pq ninguém fazia nada para interromper tanta violência.
No caminho de volta para casa, encontrei o Hugo Chavez, que me deu carona no seu ônibus. Logo rolou um clima entre nós, e uns beijos, e rapidamente ele começou a me bolinar, e isso me incomodou. Ele me pediu em casamento e eu disse que iria pensar e saí do ônibus. Fui caminhando para casa da minha tia, com muito medo dos seguranças do Chavez estarem me perseguindo, pois ele disse que se eu não casasse com ele, não poderia mais casar com ninguém.
Cheguei na casa, típica de praia, com um gramado, grande varanda e minha mãe, tia e tio estavam ali, sentados, conversando com o Hugo Chavez, todos muito sérios. Eu entrei discretamente, enquanto ele me olhava de forma sedutora, mesmo eu fazendo expressões faciais bem feias, para ele desistir de mim. Minha mãe foi atrás de mim e me falou ‘ agora são 23horas e 19minutos, e te aconselho a pensar muito bem na decisão em relação ao Hugo Chavez, pois tu sabes que tua decisão vai afetar os estados de Sergipe e Ceará‘.