Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
nascimento de tartarugas / apta

Eu estava num lugar meio casa de praia, meio cidade. Do nada ovos meio casulos apareciam na minha frente e eu via tartarugas nascendo. Uma delas era muito grande e quando ela saia de dentro do ovo ela lambia os meus pés.
privada baixa de peixes / apta

Sonhei que eu ia fazer xixi mas quando eu levantava a tampa da privada (que eu ja achava estranha por ser um quadrado e super baixo) eu via um aquario cheio de peixes grandes e estranhos, nao conseguia fazer xixi e ficava encantada com vontade de nadar na privada
sala de espera dos sonhos / apta

Sonhei que estava em um lugar que era tipo um café que era uma sala de espera dos sonhos. Você ficava lá sentado esperando o sonho chegar. A sensação que eu tive no sonho era uma mistura entre tédio e que aquilo era super comum e eu só tinha percebido naquele momento que a sala de espera de sonho era normal.
estrada que descia em 90 graus / apta

estrada que descia em 90 graussonhei com uma estrada que descia num angulo de 90 graus, vários carros não conseguiam descer e se espatifavam, explodiam ou eram engolidos pela estrada, acho que era a estrada pro inferno
Tour subterraneo com presidiarios e a doença do fósforo baixo / apta

Foram dois sonhos.
O primeiro eu e Dimi estávamos numa espécie de tour com presidiários. Um dos passeios do tour era um lugar onde você descia varios lances de escada, e ficava muitos metros abaixo do chão. O lugar era sem luz alguma. O próposito desse lugar era fazer com que os presos pudessem pensar melhor sobre os crimes cometidos. Segundo o pessoal do tour, sem luz a mente acalma e você consegue se ouvir e pensar com mais claridade. Como sabia que iriamos ficar sem comida, levei 4 sanduiches pra mim e pro Dimi.

Segundo sonho.
Era meio a continuidade do tour. Eu estava em um lugar cheio de pessoas tipo turistas mas nao eram presidiarios. Estavamos num lugar bem de passeio, tipo visitando algo bonito. De repente um senhor começa a falar que esta passando mal, mas que nao é nada demais é só o fósforo dele que esta baixo. Imediatamente achei uma caixa de fósforos, acendi e apaguei o fosforo no lombo do senhor. Isso aconteceu como se fosse a coisa mais normal do mundo, era algo normal de se fazer quando alguem ficasse com o fosforo baixo.
/ apta

- sonho do dia 8 de Fevereiro -
Era uma papelaria super bonita, cheia de coisas legais tipo uns cadernos fofinhos e coisas claramente vindas do japão. Entre elas, um conjunto de lapiseiras cujo desenho era um gatinho. Eram duas, uma rosa e uma amarelinha ou azul (nao recordo direito, era uma cor bem pastel) junto com as lapiseiras vinham dois ecstasys. Era almoço e meu pai me forçava a tomar um dos ecstasy, ele nao descia de jeito nenhum, ficava parado na minha garganta de um jeito meio pastosos horrível, estava aflita, nao queria ficar louca na hora do almoço, mas ja era tarde demais. Todos comiam e eu olhava engraçado pra comida.
Droga estranha da vizinha chic descabelada / apta

-sonho do dia 9 de Fevereiro-

Estou procurando um lugar novo pra morar e encontro tipo uma pensão para mulheres. O lugar é deprê. Frio, azulado e meu quarto nao tem porta, ele da para tipo uma cozinha onde tem uma mesa umas cadeiras e as pessoas passam por ele. Nao gosto do lugar mas é ali que vou ficar. De repente, esse lugar se transforma num apto meio decadente e chic, ele é todo arrumado e arredondado, mas é meio caído e cafona. Uma mulher toca o interfone e sobe. Ela é uma senhora muito arrumada mas meio descabelada, meio acabada tambem. Ela estava la pq ia vender um tipo de mdma novo para uma outra mulher. Ela me mostrava e o mdma além dos cristais tinha também uns pedaços de papel celofane vermelho junto, era uma droga vinda da Holanda super nova. A mulher faz a transação no meu apartamento e eu fico meio aflita. No dia seguinte eu peço um pouco da droga para experimentar, fico com um pouco de medo pq a mulher diz q tomou na noite anterior e ficou meio mal, mas mesmo assim além de me dar ela toma mais e insiste muito para eu tomar com ela, fico assustada. Ela fala do marido, e que mora bem perto de mim, é minha vizinha.
Mercado com um tarado / apta

Eu estava no mercado com meu pai, a Carla e meu irmão. Eu tinha uma lista de coisas a comprar na mão e eles me ajudavam. Eu carregava uma cesta e ela ia ficando pesada demais conforme eu ia colocando as coisas. Lembro de alguns itens da compra; uma massa de bolo chamada Danscschen Cuca, alguns produtos de limpeza, um requeijão. Eu ficava tentando achar coisas que me agradassem também tipo um leite de arroz ou aveia, mas só encontrava uns leites de soja, isso me deixava irritada, lembro tambem de ficar nervosa pq no mercado não tinha nada do que eu gostava muito.
Na hora de pagar estava no caixa (aparentemente meus pais nao estavam mais comigo) e um sujeito muito nojento me da uma encoxada de frente, fico muitissimo puta com o cara e dou um escandalo. Ele começa meio baixo e de repente o mercado inteiro para para olhar e faz um silencio. Estou num outro caixa falando com o gerente sobre o ocorrido, falo com muita raiva e angustia. Chego pro nojento e digo "eu sou uma bruxa, ninguem mexe comigo desse jeito, meu corpo é fechado, pra me tombar vai custar muito seu nojento" e fico indo e voltando do caixa do gerente pro caixa onde o sujeito ta xingando. Ai o Dimitre surge pra me resgatar, tenta pegar o telefone pra ligar para um taxi mas eu quero sair logo. O sujeito nojento chega perto da gente e fala "ah é seu namorado é?" e começa a tipo se esfregar em nós dois, nessa hora não sinto só raiva, mas sinto muito medo também, percebo que a coisa é meio séria e que o sujeito é igual o anão que não é anão do Carnivale, peço pro Dimitre pra gente sair correndo. Saímos e eu quero ir o mais rápido possível. Ai me dou conta que tenho um saco de pao de queijo nas mãos mas comprei eles meio frios e crus, tento aproveitar alguma parte boa deles mas nao tem. Continuo fugindo do mercado com medo do tarado encontrar a gente, estou num local de ruas bonitas e com flores e trepadeira nas paredes das casas, vejo uma mulher voando e balbuciando alguma coisa sobre alguém.
Caos no interior e minha fuga no caminhão de frango / apta

Estava em um grande festival de música eletrônica em um lugar tipo meio do mato. Estava com o Dimitre, minha mãe e ela segurava meu cachorro Max no colo. Em alguns momentos eu andava pelo festival com a minha mãe, em outros com o Dimitre. Estava vendo um DJ, ele era bem gordo e bem desforme, usava uma tunica preta e parecia o King Buzzo mas era um dj que tocava umas coisa bem estranhas, aí ele chamou pra tocar alguma coisa com ele e na verdade era só digitar uma música que ela tocava, saí fora do palco. Do nada, estava com meu primeiro namorado retardado e a gente ia casar meio que naquele momento porque ele queria e tava com todos os documentos, achei legal e topei. Na igreja o padre estava mal humorado e impaciente, quando me dei conta da desgraça saí correndo, o mais rápido que pude. Percebi que nao estava em Sao Paulo, estava tipo num sitio ainda e fui parar no meio da estrada. Sai correndo e em alguns momentos pedia carona, desesperada. Um caminhão muito longo tipo a limusine do clipe do Aphex Twin (tão longo que demorava muito para eu chegar onde o cara dirigia) perguntei se ele ia pra SP mas ele respondeu que ia para outro lugar, agradeci com uma reverencia o motorista. Continuei andando e fui parar tipo num parque infantil cheio de criança carente (?) eu pedia desesperadamente para eles qualquer dinheiro porque tava fugindo e ia embora, consegui uns 25 centavos e resolvi sair de la. Voltei pra estrada e logo depois pedi outra carona e era tipo um caminhão de frango congelado, o cara disse que ia pra SP mas que precisava passar na casa dele numa cidade no caminho antes. Estava com muito medo desse namorado que ia casar comigo estar atrás de mim muito puto. Fiquei brava comigo por ter aceitado tamanho absurdo de casar com ele. Chegando na casa do motorista de caminhão de frango eu me escondi com medo. Aos poucos fui ver a casa dele e era muito estranha, ele tinha uma nora que usava roupão de seda e umas coisas na cabeça e ficava assistindo um programa tipo Faustão rebolando e descascando mexericas. Aí apareceu o filho dele que tentou me agarrar e me pedir em casamento, eu dei uns beijinhos nele e disse que nao ia casar nao. Estava anoitecendo e eu queria muito ir pra casa. Fomos embora e no caminho pra SP o filho do motorista ficou me bulinando o caminho todo, estava de saco cheio. Quando percebi estava na av. Estados Unidos perto de casa, ele parou o caminhão saí correndo e subi para a rua de casa. Acordei.
Ibuprofeno400mg 3em1 / apta

Acabo de ter tres sonhos diferentes, um seguido do outro.

I) Estava na casa de Itaipava do Joao, conversando com o meu pai sobre alguma coisa do meu apto novo. Entramos em uma discussão sobre o pintor. Primeiramente o assunto relacionado ao pintor era para ser resolvido com a Carla, mas meu pai começa a falar sobre isso. Tento explicar que esse assunto é para ser resolvido com a Carla, uma vez que ela disse que era para ser resolvido. Meu pai não ouve o que eu digo, sai andando e me deixa falando sozinha. Entro em desespero e começo a chorar muito, compulsivamente Carla aparece e tento recapitular o que foi combinado, sobre o assunto ser resolvido entre nos, sem meu pai opinar, falo tambem da dor que foi falar com ele e ele me deixar falando sozinha. Vou atrás dele para falar que ele nunca mais na vida devera fazer isso, aponto o dedo na cara dele, falo que ele mal educado, que isso nao é bonito, que quando ele age assim ele age feito um bebezao que nao quer ser contrariado, que nao quer ouvir o que é para ser ouvido, por isso ignora e sai correndo. Fim do primeiro sonho.

II) Estou na casa do Joao em Itaipava, estão todos numa piscina aqui na casa mesmo, não no clube. Na piscina estao meus primos, meu pai, irmão. As crianças brincam e fazem muito barulho. Estou de macacao jeans olhando todos. Meu pai fala para mim "que saco mais uma vez voce ai com vergonha de por um maio, de tirar essa roupa, um saco isso" fica resmungando, falando varias coisas sobre eu ter vergonha. Isso me deixa tão puta, tão irritada que eu tiro metade da minha roupa e entro com o resto, caio na piscina de roupa e tudo. Assim que pulo na agua, sinto alguem me puxando rapido pela agua, fazendo com que eu nao respire. De repente estou fora da agua desesperada, sem ar, é meu pai que havia me puxado e estava me dando uma bronca. Caio num choro profundo e triste, de chorar alto. Saio do quarto. Fim do segundo sonho.

III) Saio do quarto e subo umas escadas para um outro quarto, onde estavam as minhas coisas. Ainda estou muito assustada e triste com o que aconteceu na piscina. Nesse segundo quarto, havia uma espécie de varanda cuja vista era para o mar. Um lugar bem alto, podia ver o mar do alto. Era fim do dia e estava tudo com uma luz rosa e bonita. Havia um casal no mar, eu observava tranquila. Tinha uma musica que coincidia com a quebra das ondas. O mar foi ficando mais bravo e o dia foi caindo, ficando amarelado. Pude ver o sol se pondo. Nessa varanda, a agua do mar entrava. Era uma coisa meio projetada cuja parede dessa varanda fazia com que a agua caisse para uma especie de lugar vazio feito para essa agua cair. As ondas eram enormes agora, ultrapassando o que deveria ser essa barragem de concreto da varanda. A primeira onda entra um pouco no quarto, fico assustada. A segunda invade mais, fico mais assustada. A terceira onda entra com tudo, entra muita agua no quarto. Chegam Carla e tia Fernanda, elas me ouvem chorar e gritar, eu nao consigo gritar alto pois minha garganta esta ruim, minha voz sai fraca a cada grito. Elas me acalmam como se nao quisessem nada, meio de um jeito despreocupado comigo, falam so para eu parar de chorar e começam a falar de si mesmas. A fernanda senta e cruza as pernas numa cadeira e começa a falar dos proprios sonhos, como se ela soubesse que aquilo que estava sendo vivido no momento era um sonho. Fala calma e tranquila depois de ver a agua invadir o quarto. A Carla me pega no braço e diz "como é que chama aquele negocio que faz com que o carro nao bata na parede?" nao entendo nada, a Carla pede para ir para fora num lugar onde esteja sol.
Fim do terceiro sonho.
achei que era o fim do mundo mas era só um climão numa casa de campo / apta

Era tipo uma piscina numa casa de campo de alguém do ex trabalho. Estava um clima meio tenso, uns ventos, umas nuvens em redemoinho. Todo mundo tinha tomado um pedacinho de ácido - tudo ficou muito mais estranho e ninguém se lembrava que tinha tomado um ácido. Senti um clima meio apocalíptico, como se extraterrestres estivessem chegando na terra. Tinha certeza que isso iria acontecer. Saímos de carro para uma casa, todos meio apreensivos. Cachorros latindo, gente com frio na barriga. Chegando na casa eu e a Ana Livia entramos no banheiro onde todos os produtos de higiene eram cor de rosa. Shampoo, sabonete, condicionador, creme, desodorante, tudo era rosa. Quando tivemos a ideia de tomar banho e usar todos os produtos rosa percebemos que ali era o banheiro da filha da Flavia e aí ela chegou e meio que pegou a gente no pulo usando as coisas da filha dela. Fui para a cozinha e tinha um mordomo muito mal humorado pedindo para eus sair dali, ele pergutnava se eu havia visto uma colher de cabo de vidro e eu insistia falando que estava num lugar mas ele fazia questão de me contrariar. Tinha uma cesta cheia de pedaços de linguiça e a cozinha era simpática e confortavel. Encontrei a Dani do lado de fora da casa toda feliz e serepele, não entendia tanta felicidade. Quando vi, ela estava entrando no carro do Rafael, falei pra ela "voce é muito troxa, tem que se foder mesmo".
bisteca na praça de alimentação e as madrinhas / apta

Estava com o Dimitre num tipo shopping gigante meio ao céu aberto meio Miami, estávamos numa praça de alimentação e o Dimitre comia algo tipo uma bisteca, ele falava que era bom pq tinha bastante proteína. Começamos a caminhar pelo shopping e eu encontro as minhas duas madrinhas me chamando de Mimoli ao mesmo tempo, as duas tinham o cabelo e o rosto parecido com o da Paula.
o produto que não foi entregue para o ensaio no terraço do Copan / apta


Eu precisava entregar um produto para um ensaio que estava sendo feito no Copan. Algumas coisas aconteciam em casa e eu não conseguia de jeito algum sair para levar o tal produto. O Chelo apareceu em casa do nada e ficava falando coisas sem sentido e eu ficava nervosa querendo sair de casa. Quando percebi, já era outro dia e eu não tinha conseguido levar o produto, era de manhã bem cedo e eu estava desesperada. Finalmente consegui ir até o Copan e por algum motivo imaginei que talvez o ensaio estivesse acontecendo. Encontrei o porteiro e disse que precisava ir até o terraço entregar uma coisa de trabalho, ele disse que não havia mais ninguém no terraço. Liguei para a Gio e disse que não havia conseguido entregar o produto a tempo do ensaio, fui demitida por telefone e saí andando pelo centro feliz e aliviada.
Pascal, caramelo com vinho e uma andança / apta

Era verão e eu estava andando por Montmartre carregando um carrinho de feira cheio de pedacinhos de panos e uns sacos de tapioca, encontrei o Pascal bem nas escadarias do Sacre Coeur, assim como nos encontramos um ano atrás. Apesar do calor, lá do alto ventava muito. Descemos as escadarias e ele contava sobre sua raiva dos parisienses e sobre como o bairro virou um cenário de filme de Los Angeles. Quando descemos seu amigo queniano dono do bar estava a nossa espera, o carrinho misteriosamente desapareceu e eu não me importava, caminhamos até um outro bairro mas havia muita gente, me perdi do Pascal e do seu amigo queniano, não me importava em estar perdida, estava tranquila e com fome. Ouvi o Pascal gritando "Mimoli, Mimoli, Mimoli, estamos aqui" encontrei Pascal com um saco cheio de caramelos numa mão e na outra uma garrafa de vinho. O gosto dos dois juntos era horrível fiquei enjoada.
a praia de areia cor de rosa / apta

a praia de areia cor de rosa Ventava muito, a areia cor de rosa entrava dentro da minha sandália me deixando um pouco incomodada. Encontrei o Dimitre sentado numa espécie de buraco fofo feito pela areia, ele estava sentado com as pernas cruzadas mexendo em alguma coisa que parecia ser uma câmera ou celular. Eu caminhava com dificuldade, e nao havia ainda percebido o lugar que estava, era apenas uma praia. Sentei ao lado do Dimitre e aí sim tive a completa noção, tive um susto. A areia cor de rosa era tão suave que eu mal percebia sua cor. O céu estava azul, muito azul e conforme a lua se movimentava a cor azul ia se modificando. No mar quase nao haviam ondas e eu conseguia ver alguns pontos luminosos na água, eles eram furta cor ou completamente verdes. Observava a praia com a minha mão apoiada sobre a mão do Dimitre, conforme as cores mudavam eu apertava seu punho sobre o meu.
17 anos com a Martina no Mancha / apta

Era um sábado a tarde, estava muito frio e eu estava com pressa para ir logo pra Casa do Mancha encontrar a Martina. Eu tinha 17 anos mas minha aparência era a mesma de hoje, com 24. Eu e a Martina íamos ver um show do Dorgas.

A Casa do Mancha era enorme, gigante. Era tipo a casa da Pãodeforma só que com as pinturas da Casa do Mancha. A Martina usava uma bolsa rosa transparente cheia de glitter, fiquei com muita inveja da bolsa dela.

O show do Dorgas durou umas 3 horas, ele não acabava nunca, estava muito frio, eu sentia muito frio nos braços. Acordei, estava sem roupa.
chá perdido / apta

Eu estava na casa do Savio brincando no Korg dele quando a Carmen aparece com um vestido de veludo azul pedindo para eu fazer um chá.

A cozinha do Savio é muito longe do estudio dele, preciso caminhar um monte e atravessar um jardim que parece com o jardim do IMS. Não consigo de forma alguma encontrar a porta para a cozinha, acabo entrando no que parecer ser o IMS, exatamente o café de lá. Encontro a mão do Guerrinha e tomamos uma garrafa de vinho juntas. Lembro que deixei a Carmen sozinha na sala do Savio esperando o chá e saio correndo. Encontro Carmen e Savio ouvindo Boards of Canada na rede.
cachorro-bebê / apta

Eu tinha que resolver um problema na rua mas precisava ficar em casa para cuidar do meu cachorro que era uma especie de meio cachorro meio bebê ser humano.

Enquanto eu ficava em casa meu cachorro latia e chorava como uma criança e eu não sabia o que fazer exatamente com aquele ser.

Lembrei que precisava aplicara a insulina na minha outra cachorra, quando injetei a dose (ela era cor de rosa neon) o meu cachorro-bebê se transformou em um cachorro 100% cachorro deixando a forma humana.