Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Casa / lupino

Tem uma casa que eu visitei na primeira vez que eu sonhei com o centro dessa cidade. Toda vez que eu volto no centro procuro essa casa, acordo na hora que encontro. Acordado eu me lembro da primeira visita.

Um tipo de trem fantasma sem trem. Silencioso e pouco iluminado. Me lembro dos cômodos mas não lembro do corredor. Me lembro da apresentação das moças, mas ñ lembro das moças. Sem cenários pintados ou objetos assustadores. Gostoso demais.
Escola / lupino

Aleta, hoje eu sonhei com você. Infelizmente eu te perdia. Tinha um narrador e a gente tava na escola de novo. Távamos no ultimo andar, as pessoas que gostavam de som, imagem e narrativas ocupavam esse lugar no prédio e no térreo eram pessoas mais ligadas umas nas vidas das outras. Você tava com esse cara, que era o seu namorado e eu tinha essas pessoas que me diziam coisas que me deixavam tranquilo. "Tem tanta coisa pra ver e ouvir, ñ fica triste".
Passei pelas pessoas do térreo e fui passear no país vizinho, el dorado. Eles eram culturalmente canibais. Pude ver essas churrasqueiras com pessoas, algumas ja sem pedaços. Um deles era el chapo, um traficante famoso. As churrasqueiras eram montes de carvão em brasa com grelhas fincadas verticalmente no chão e os corpos ficavam de pé.
Tijuca / lupino

O expediente na tijuca ja terminou e notamos q a rua está completamente apagada. A conde de bonfim é um corredor sem luz, n da pra ver ninguem sem a ajuda dos farois dos carros q passam cautelosos. Eu preciso voltar, esqueci um papel importante e rafael me avisa que vai esperar ali mesmo, vou e volto correndo com o papel em mãos e percebo q a rua está mais escura do q o antes, é mt dificil enxergar qualquer coisa, mas eu sei q rafael ta ali me esperando e grito por ele, nao tenho resposta. Vejo pouca coisa, mas consigo ver os veiculos q agora circulam completamente apagados, quase sou atropelado por uma moto. Atravesso e chamo rafael, ele fala q ta ali eu extendo a mão e ele me alcança. Ta mt escuro e quando chego perto vejo q ele ta completamente diferente, transtornado. Ele me puxa e mete uma faca na minha barriga.
vivian walkman / lupino

Vivian Caccuri gravando uma apresentação do DEDO com um walkman panasonic vestida com uma roupa parecida com as que os Kraftwerks usavam em certas ocasiões.
checkpoint / lupino

eu quando converso de olhos fechados perco a referencia do meu próprio tamanho em relação ao outro/espaço físico. Estávamos conversando e me transformei. e senti capaz de passear por toda a superfície do teu corpo. Ao mesmo tempo eu me sentia dentro do seu corpo. Pequeno.
anuta silver box / lupino

estou andando num grande corredor. o lado esquerdo é uma grande pedra e o lado direito uma grande casa. chego até o fim e vejo que a porta aberta. entro e vejo Anuta procurando lugares dentro de uma caixa prateada. Observei a ação por um período.
r/cet-ddnd / lupino

eu sabia que você tava dentro daquele prédio na frente da galeria olido e eu queria te encontrar. alguém me falou que eu demoraria um dia todo pra chegar até o topo. subi mesmo assim. era dia fora mas o interior era escuro, a luz parecia não conseguir passar pelo vidro. cheguei, você tava lá, mas não me viu chegar. permaneci parado olhando você de costas e pensei que estávamos num lugar muito alto. fui até você. a luz mudou muito.
três / lupino

Eu, Singoalla e Emilene fizemos sexo em um comodo especial na casa de Fuks.
dedo jacaré / lupino

Uma infestação de jacarés. No campo de São Bento eu consegui capturar um filhote de jacaré pequenino. Ele se enrolou do meu dedo indicador e me deu uma mordida, não doeu e eu fui levando ele desse jeito até encontrar o pessoal, nós iríamos nos apresentar e o rio de janeiro estava em guerra. Gigantes enormes estavam destruindo a cidade e a população se escondia durante essas invasões. Ficar na rua não era tranquilo. Fui até uma loja que vendia muitas coisas, o jacaré no meu dedo ainda. Encontrei um aquário perfeito pra ele, mas eu sabia que ele ia ficar enorme e eu ia ter que devolver ele pra natureza. Alguma coisa aconteceu, alguém bateu na minha mão com força e o filhote ficou destroçado, joguei no chão e deixei. Voltei andando pelo mesmo caminho e me deparei com mais jacarés, maiores. Dois vieram ao meu encontro, me abaixei e consegui controlar eles, me obedeciam. Um branco/albino e um verde. Eles eram lindos. Sem perceber vi que estava sendo observado por um conhecido, ele estava tirando fotos com o iphone do que estava acontecendo. Era eu abaixado de costas e os dois jacarés comigo. Pensei que poderia ser uma ótima foto para divulgar o nosso projeto nas redes sociais, meu rosto não aparecia e a intimidade com os jacarés impressionava.
cama/túnel/avião/cassete/parentes / lupino

Pegamos um avião pra algum lugar que eu não sei e percebi que estávamos voando baixo. Fiquei assustado com a ideia de colidir com uma montanha. O avião entrou em um túnel e nada aconteceu, continuamos voando baixo, saímos desse túnel e aguardamos tranquilos o pouso da aeronave.

Estávamos em uma casa com alguns parentes seus que eu não conhecia. Seus irmãos estavam bem diferentes e uma irmã apareceu. O quarto era escuro e ficávamos na cama o tempo todo conversando. Passamos muito tempo colados um no outro e os parentes iam revezando nas sessões de conversa. Saímos desse lugar e eu pude ver que estávamos em uma grande ladeira iluminada por postes de luz laranja. Um grande amigo apareceu e ficou conversando com a gente. Eu passei a maior parte do sonho na cama com você e a sua irmã carregava muitas fitas cassete.
pq ele fez isso? / lupino

Eu estava com meus dois companheiros de banda na frente do meu prédio aguardando. Um carro parou e de dentro saiu um homem. Ele pegou um galão de gasolina e derramou nele e no carro. Ele sentou no banco do carona e acendeu um fósforo. O carro começou a pegar fogo com ele dentro. Ele chorava e gritava muito. Fomos chegando perto e conseguimos ouvir o que ele estava dizendo. "ta doendo muito, por favor esfria, por favor esfria". e a voz dele foi sumindo e o corpo dele também e tudo virou uma grande bola de fogo.
festa / lupino

Uns amigos foram pra Europa fazer alguns shows e voltaram com um boa quantidade de heroína pura. Tava rolando uma festa aqui em casa e tinha pra todo mundo. Eu só pensava que era a melhor coisa do mundo e que deveria aproveitar o máximo. Depois de usarmos uma boa quantidade fomos até um bar específico. No caminho encontrei um amigo da minha cidade natal que percebeu as marcas no meu braço/comportamento. Ele me deu uma lição de moral e eu falei que era impossível eu me viciar por conta da quantidade disponível.
heroingranola / lupino

O departamento foi transferido pra minha casa e todos os meus companheiros de trabalho passaram a ocupar o mesmo espaço da minha família. Eu estava acompanhando a vida da minha vizinha (http://heroingranola.tumblr.com/) pela janela. Eu via ela tirando as selfies que apareciam no meu dispositivo. Ela passava um tempão anestesiada e as vezes acordava pra realizar tarefas no iphone. Eu recebi algumas cartas dela e encontrei ela na rua. Não consegui revelar que eu era o vizinho dela.
fusão / lupino

fusãosonhei que o diretor financeiro da empresa que eu trabalho tirou minha mulher de mim. Eles estavam deitados em uma cama de casal localizada em um apartamento no topo de um edifício. O lugar era só janela e tinha uma luz muito bonita. Eles não falavam nada e eu simplesmente saí.
Cadáveres Chineses / Pai / lupino

Reencontrei amigos de um grupo especifico de Niterói e como de costume nos encontramos na casa do Breno. Todos presentes, mas ao invés de assuntos relacionados a nossas bandas favoritas, tudo girava em torno de uma ideia maluca de abrir uma empresa com novidades para o mercado da "noitada". Saí fora, eu e minha filha. Fui encontrar alguém na mesma rua, dois cadáveres estavam aguardando na portaria, na minha cabeça eu só poderia entrar depois que alguém removesse eles dali. Dois homens ensacaram os dois cadáveres chineses, eles já eram mais velhos e estavam bem vestidos.

Eu e meu pai fomos para uma festa em um lugar que era a mistura de uma rua com um corredor bem largo de algum edifício. Chegamos tarde, encontramos um amigo dele que já estava muito alterado. Perguntei se ele não sabia de alguma pessoa que estava vendendo maconha, ele tirou do bolso uma quantidade boa e disse que ele mesmo tinha. Eu comecei a negociar, mas meu pai interferiu e ofereceu 250. Na hora eu pensei que isso era muito mais do que eu estava disposto a pagar, ele tirou o dinheiro do bolso e pagou pela minha maconha. Achei um amigo, Rafael W., e perguntei o que ele achava. Ele viu e falou que aquilo era um tipo especial de maconha, que eu tinha dado sorte e que era pra eu tomar cuidado com a quantidade. Meu pai se orgulhou. Ficamos horas desfazendo, eu, meu pai e Rafael. Era muito bonito, verde claro com cristais brancos e pequenas pétalas de uma flor desconhecida.
a morte do meu sogro/a transformação do jacaré / lupino

Foi do nada, todos ficaram apavorados com a surpresa, menos eu. O velório aconteceu em um lugar alto, com vista para praia em uma capela simples. Os entes queridos e interessados em se despedir estavam chegando, tristes. Eu nunca tinha visto um cadáver tão rosado. Quando anunciaram que o enterro iria acontecer ele levantou, ficou sentado no caixão e pediu um copo d'água. Eu já sabia que ele não estava morto. Eu fiz uma lista com cinco itens, mas não me lembro quais eram.

Estávamos em nosso estúdio, que era igual ao segundo andar do MAM-RJ, enorme, e uma equipe de TV chegou para fazer uma matéria sobre o que estávamos realizando. Fomos até um tanque/jaula e tiramos o nosso jacaré para exibi-lo. Ele fugiu e se transformou em uma mulher que vi em um site de câmeras russo. Fomos atrás dela, desesperados e espantados com a transformação. Conseguimos chegar perto, mas ela se transformou em um cachorro preto e se misturou com outros cachorros pretos.
foi muito... / lupino

Encontrei uma das filhas do meu padrasto no quarto da minha vó, ela segurava uma de suas filhas e em voz muito baixa começou a me contar uma história de que tinha descoberto o prazer através de orgias. Eu não soube como reagir, não achei que era uma boa noticia, mas ouvi tudo o que ela tava me falando.
eu não quero matar ninguém / lupino

Eu tinha me mudado pra cobertura de um prédio que ficava na frente de uma grande comunidade e por algum motivo uma guerra começou. A polícia disponibilizou armamento pesado para população. Eu com minha metralhadora automática ficava atirando pro céu, sem acertar ninguém, fiz isso até o fim do confronto. A guerra acabou rapidamente e a população foi homenageada. Abri a porta de casa e recebi meus vizinhos, você estava entre eles. Entramos todos em um pequeno quarto sem janela, luz fria. Eu só conhecia você.
no pé pequeno / lupino


Brunão me chamou pra tocar com ele no terraço de uma casa no Pé Pequeno. Cheguei lá e só tinha ele arrumando o som, trocamos uma ideia e começamos a tocar. Começamos cantando por cima de batidas quebradas e ruídos acidentais, variávamos entre gritos de macaco e ruídos de máquina. As pessoas começaram a chegar, terminamos a primeira música e rapidamente a segunda começou. Era uma batida de rap, me senti muito inseguro, vi na plateia o Gustavo (Black Alien) e o DJ Rodriguez, fui pro lado deles e entreguei o microfone pro Gustavo que começou a rimar e deixou o terraço, fui com ele.
Eu: O que houve Gustavo?
Gustavo: Ta foda
Eu: Que isso cara, a vida é um mar para ser curtido.
Gustavo: Porra nenhuma, essa porra de ficar colocando coqueirinho pra deixar tudo mais bonito é uma merda, um grande caô.

Entramos em uma sala toda revestida de azulejo azul claro e ele começou a me contar uma história.

Gustavo: Porra, tava muito doido e resolvi fumar dois baseados. Quando eu vi já tava vendo vários vídeos russos de neguinho saindo na porrada, maltratando animais, tortura e o caralho, toda vez é a mesma coisa. Preciso parar com isso.
você ali nas nuvens de vários jeitos / lupino


Sonhei com você hoje. Eu ia te visitar na sua nova residência, um apartamento de dois andares. Você tava começando um projeto novo, era uma câmera instalada no segundo andar que filmava uma tartaruga dentro de uma caixa. Eu levei uma câmera fotográfica e pedi pra você me ensinar a tirar o filme, eu sei fazer isso, mas na minha cabeça você ia me ensinar de um outro jeito e começou a desmontar a câmera e me falar coisas sobre rebobinar e ampliar o filme na própria máquina, com a mão. Tiramos o filme e você estava curiosa para saber o que tinha ali, eu também, não sabia. Uma criança afro-brasileira apareceu e nós três conversamos sobre a apresentação de dança que ela tinha feito, que tinha sido ótima e ele ficava dizendo que a parte mais difícil foi ter ficado pelado na frente de tanta gente.