Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
A Casa, os tios e a bicicleta. / Binário Armada

De repente me pego num carro como quem estava escapando de algo. Fragmentos desse sonho lembravam que estava levando algo ou alguém, me escondendo em lugares misturados como se fossem uma mistura de vários lugares que visitei na vida.

Enquanto ando com o carro como quem anda na Rio Santos perto da Barra do Una em SP. Dou meia volta com o carro na Rodovia e entro numa parada de estrada que parece ter umas casas e quando vejo o lugar muda e parece que eu mudei para uma rua que morei no Conjunto Habitacional Acaracuzinho no Ceará. Quando tiro a roupa para tomar banho chegam dois tios que eu não consigo identificar quem eram, mas conversava com eles como se sempre estivéssemos próximos. Peço uma toalha a eles e desço uma rampa da casa para pegar uma bicicleta na rua enquanto falo para esse minha tia que eu iria pedir ajuda a uma amiga professora para ajudá-la numa última aula que ela perdeu para sua formatura.

Chegando no fim da rampa encontro a mãe de um amigo que faleceu e estava bem jovem, como saúde e que tinha morrido de Covid. Converso com ela elogiando como ela estava bem, mas ela pede para não abraçá-la pois ela falava que estava com um pouco de tosse. Ao subir a rampa vejo os filhos dela brincando com seus netos. Cumprimentava a todos mais de longe enquanto subia com a bicicleta, pois tinha receio de falar com eles.
Casa no burburinho / Binário Armada

Sonhei que estava em casa e boa parte dos meus parentes já falecidos estavam lá. A rua era uma rua da minha infância, uma rua que meu avô morou. A casa era no mesmo ponto do lugar em que ele morou e a única diferença era que, ao invés da casa ser uma casa térrea, essa casa tinha mais de um andar.
Meu pai apareceu num momento que eu estava perto da escada quando ele olha para baixo, vê duas senhoras de biquíni tomando Sol na laje vizinha e ele olha para mim e sorri.
caminho 02

mata ou ilha? mulher mais velha. éramos 3 pessoas e algo estranho havia acontecido. tinha um segredo que a velha não podia contar. situação de maltrato. Mau e Misa vestiam uma 2 meias calças arrastão preta em mim na casa onde cresci.
caminho 01 / DdN

Estava numa dobro com Fla e Guri indo paradas na frente do ateliê de Cari, vários craqueiros passavam em volta do carro e tentavam roubar coisas que tinham nele. Eu tentava proteger as coisas. Guria tinha mudado o corte de cabelo.
Junto com grandes artistas / Hannap

Sonhei que estava numa festa enorme. Havia várias pessoas, gringos e muitos artistas.
Tinha artistas consagrados, tipo o Van Gogh tava lá, só que ele era jovem.
Tava rolando uma comida e eu me ofereci pra lavar a louça.
As cozinheiras eram duas meninas incríveis, muito inteligentes, jovens e eloquentes.
Comecei a lavar a louça e fiquei discreto.

Eu pensava que ainda não era um artista conhecido como outros lá, mas talvez um dia eu chegasse a ser.
Passou alguém atrás de mim que foi perguntado se tinha violão.
Ele disse que sim, mas apontou pra mim e disse: - Ele toca melhor e canta melhor.
Eu me fingi de morto e continuei lavando a louça.
O Rafa Sieg tava lá e se ofereceu pra lavar a louça também.

Depois eu me sentei numa mesa com a Nana, o Wagner Moura, o Van Gogh e uma mulher gringa, muito bonita, muito intensa. Eu falei com o Wagner, disse que já tinha ido vê-lo num ensaio e que a Nana tinha me alertado que ele era muito legal, mas que era possuído.
- Ele é capaz de fazer qualquer coisa, disse ela. Ele achou interessante e concordou.

De repente me vi nesta mesa, junto destes grandes artistas e fiquei com a sensação de que talvez eu viesse a ser um artista relevante como eles eram. O Wagner Moura, o Van Gogh, a Nana e essa mulher super artista. Todos eram reconhecidos ali. Eu ficava ali discreto na festa. Falava pouco.

A artista gringa falou pra mim: - Não usa mais essa camiseta vermelha. Tá fora de moda. Eu falei, tá bom.
Ela falou em inglês. Havia ainda vários outros artistas por lá. Era uma casa grande. Eu tinha um cigarrinho de maconha.
Junto com grandes artistas / Hannap

Sonhei que estava numa festa enorme. Havia várias pessoas, gringos e muitos artistas.
Tinha artistas consagrados, tipo o Van Gogh tava lá, só que ele era jovem.
Tava rolando uma comida e eu me ofereci pra lavar a louça.
As cozinheiras eram duas meninas incríveis, muito inteligentes, jovens e eloquentes.
Comecei a lavar a louça e fiquei discreto.

Eu pensava que ainda não era um artista conhecido como outros lá, mas talvez um dia eu chegasse a ser.
Passou alguém atrás de mim que foi perguntado se tinha violão.
Ele disse que sim, mas apontou pra mim e disse: - Ele toca melhor e canta melhor.
Eu me fingi de morto e continuei lavando a louça.
O Rafa Sieg tava lá e se ofereceu pra lavar a louça também.

Depois eu me sentei numa mesa com a Nana, o Wagner Moura, o Van Gogh e uma mulher gringa, muito bonita, muito intensa. Eu falei com o Wagner, disse que já tinha ido vê-lo num ensaio e que a Nana tinha me alertado que ele era muito legal, mas que era possuído.
- Ele é capaz de fazer qualquer coisa, disse ela. Ele achou interessante e concordou.

De repente me vi nesta mesa, junto destes grandes artistas e fiquei com a sensação de que talvez eu viesse a ser um artista relevante como eles eram. O Wagner Moura, o Van Gogh, a Nana e essa mulher super artista. Todos eram reconhecidos ali. Eu ficava ali discreto na festa. Falava pouco.

A artista gringa falou pra mim: - Não usa mais essa camiseta vermelha. Tá fora de moda. Eu falei, tá bom.
Ela falou em inglês. Havia ainda vários outros artistas por lá. Era uma casa grande. Eu tinha um cigarrinho de maconha.
teste3 / dmtr

agora vai
Vamos Desenhar o sonho? / Dimitre

não é um sonho, é um teste
ou o sonho é a realidade?
Teste novo servidor / Dimitre

nao é um sonho, é a vida real.
Testando novo servidor
Fascite plantar e Lula / Hannap


Sonhei que eu estava com o Marcio Paulo Angst.
Estávamos na lagoa, correndo e me deu uma dor na planta do pé.
Eu falei com ele e ele me perguntou se eu lembrava quando eu tinha tido essa dor há muito tempo atrás, na faculdade. Ele disse que também tinha aquela dor.
Eu não lembrava, mas quando ele falou eu lembrei.

Era uma fascite plantar. Nós seguimos caminhando e fomos até o carro do Márcio.
Entramos no carro pra dar um rolê, só que o Márcio não sabia andar de carro na lagoa.
Ele tinha medo de dirigir. Teve um momento que ele parou o carro e eu assumi a direção.
Fui em direção a um hospital. Cheguei lá e fui super bem atendido. Me disseram pra descansar, mudar a postura.

Descemos até a garagem pra pegar o carro e ir embora. Manobro o carro e vemos uma pessoa na garagem causando confusão. Essa pessoa abre a portinha do tanque de gasolina do nosso carro e enfia ali uma bomba de gasolina. Enfia e tira e começa a beber as gotinhas que caem.

É o ex-presidente Lula que está ali bebendo os pingos de gasolina.
Eu começo a ficar muito triste. Começo a chorar ao ver o estado que o Lula estava.