Hoje eu sonhei que bebia uma bebida apimentada, acho que era tipo aquela bebida do outdoor que eu vi varias vezes essa semana, tabasco ou alguma bebida apimentada. Eu lembro que eu não gostei mas eu continuava bebendo mesmo que eu odeie tudo que tem pimenta, acho que não ardia tanto assim, por isso que eu tava bebendo, acho que era alcoólica e acho que eu tava bebendo direto da garrafa, era um líquido laranja avermelhado, uma garrafa meio gorda. Sonhei também que eu colocava duas das quatro almofadas azuis grandes do lado do sofá e minha irmã não deixava, porque ela disse que a nossa mãe ia brigar comigo e eu não entendi, porque eu sempre fiz isso
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sonhei que estava numa guerra, eu estava muito confusa e não entendia nada, as coisas jorravam num fluxo, eu ficava andando para lá e para cá com as armas na mão até que começou uma chuva de pedras no céu, eu tomei um porre de cachaça, cigarro, maconha & café e fui pra encruzilhada de Meire na pituba ver a lua e comer acarajé (bola de fogo) com a desculpa de que nao tinha almoçado, nao tinha coca zero precisei ir no mercado, era um mercado pequeno e fui entrando, comecei a ouvir a voz e sentir a vibração de um homem bonito no fundo, eu o vi de relance e dps ele veio guardar minhas compras e eu quis passar um tempo com ele então comecei a puxar papo com a mulher do caixa. atras de mim surgiu uma mulher agoniada e com pressa pq o ônibus dela estava pra passar, era um saco de iogurte e um de pão, ela estava prestes a desistir das compras mas eu consegui perceber a tempo de falar que ela podia passar os itens junto com os meus e sair correndo sem pagar. depois me despedi do jovem do mercado, troquei palavras com a moça do caixa e voltei pra encruzilhada com coca pra mim e cerveja pra caio, estava tocando musica cigana, eu dancei e o sonho continuou bastante mas volto pra compartilhar o resto quando tiver ba,eria no meu fone
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sonhei que estava numa guerra pra salvar a terra, eram 4 cavalheir@s da terra versus 1 cavalheir@ do ar, 1 cavalheir@ da água e 1 cavalheir@ do fogo
Não vi o seu rosto / Iasodara•
Sonhei que a gente corria no escuro da noite pela rua principal da minha cidade.
Eu olhava pra trás pra ver se você estava me acompanhando. E você estava sim.
Os passos cada vez mais largos, soltando do chão, e quando você me alcançou a gente se abraçou. Os pés se desprenderam de vez do chão e a gente voou.
A gente ria, senti o frio na barriga da decolagem e mais a alegria sem tamanho de abraçar você. Te disse que desde que soube que você existia era isso que eu queria fazer contigo. Leite de rainha / Iasodara•
Sonhei com uma mulher. Talvez uma rainha - sabe-se lá de que reinado. Seu cabelo era enrolado, vermelho, claro, enorme, volumoso. Seu vestido era todo brocado, tipo bolo de noiva, imenso, quase um monumento. E seus peitos ficavam pra fora, como em pedestais – as meia-taças do vestido. Ela cantava e conforme cantava muito leite escorria dos seus peitos. Outras duas mulheres colhiam as gotas em cálices como algo muito precioso.
dormindo sem corpo na copa da árvore / Iasodara•
Para minha amiga Tatu: vou deixar registrado aqui o dia em que você me convidou pra passar a noite em cima da copa de uma árvore. A gente não tinha corpo, era só consciência. Me acomodei num galho que nem passarinho e já tava quase dormindo quando começou a chover. Aí falei pra você que não ia dar mais né, pra gente ficar ali. E você falou "naaaaaaam, relaxa, Isa, não tem problema nenhum". Aí ficamos e foi bom mesmo. Começou a chover tanto que formava um rio azul enorme embaixo da árvore
cognatas / Leo•
Olá, lembrei do Cognatas conversando com um amigo, lembro disso de 2006... Você ainda tem os arquivos de áudio? Lembrei de uma "meu pai me ensinou que os cara era underground", por aí vai... Cê precisa reviver essa parada, era genial!
Abraço!
em Barcelona / Hannap•
Estava em Barcelona.
Fiz um story dizendo: estic a Barna.
O clima seco, a luz lateral laranja.
Era muito bonito.
Entrei na prefeitura e fui subindo os andares.
Dei de cara com uma mulher sendo atendida em uma mesa.
Parecia a Mana Bernardes. Cheguei mais perto e era ela.
Falei: Caramba!
E deitei a cabeça no colo dela.
Todos os funcionários da prefeitura riram de surpresa.
Falei: Perdona! Pensé, aquesta noia sassembla molt a la meva amiga, la Mana.
Estava na praia com a Rita, dentro do mar.
A água estava transparente.
De repente veio subindo uma onda um pouco maior.
A Rita mergulhou e eu dei um impulso para subir até o topo da onda.
A onda me jogou lá pra cima, bem alto.
Eu olhei pro lado e consegui ver a praia do alto, as montanhas.
Quando olhei pra baixo vi uma baleia com bico comprido, rosa.
Ela estava ao nosso lado, embaixo da água.
A sensação foi muito boa.
Estávamos em um paraíso.
Casa vazia e conchinha com a analista / Hannap•
Sonhei que eu dormia na minha casa, no meu quarto.
Eu não reconhecia a colcha nem a fronha da cama.
Era o quarto do meio da casa.
Quando eu saia desse quarto, todo o resto da casa estava vazio.
Era como se eu morasse com a minha família, mas todos eles já tinham ido embora.
Só tinha ficado eu, no meu quarto.
Eu vou até a sala e tem uma mesa e tem duas peças de cerâmica.
Uma em cima da mesa e outra no chão.
São peças muito estranhas. Eu não acho elas bonitas.
São grandes e redondas.
A casa está totalmente vazia e tem um gato dentro da casa, miando, querendo ir embora.
Aí eu percebo que eu preciso ir embora.
Eu não lembro como, mas, de repente, eu tenho análise.
É hora da análise.
E eu vou encontrar com alguém.
Eu me deito em algum lugar e a minha analista deita atrás de mim.
Só que ela se encosta em mim.
Eu tô só de camiseta, sem cueca.
Ela encosta com a coxa na minha bunda e toca em mim com a mão.
Eu até penso em falar: — Nossa, é a primeira vez que vc me toca!
Mas eu fico quieto e continuo falando com ela.
Eu reparo que ela tem um movelzinho com uma vela acessa dentro.
Eu peço pra ver.
Ela me mostra.
É como se fosse um oratório de madeira.
Ela abre as portinhas.
Eu digo que o móvel é bonito.
Ela segue encostada em mim, com a coxa na minha bunda e eu começo a sentir tesão.
É como se estivéssemos de conchinha.
Eu sinto que ela também está com tesão e começo a tocar na bunda dela.
Depois eu percebo que ela não é a minha analista.
Eu acho que ela é um homem, mas também não é um homem.
Porque eu toco nela e ela não tem pau, nem buceta.
É um ser neutro, andrógino, nem homem, nem mulher.
Eu falo: — Deixa eu olhar você.
Ela diz: — Não! Não pode.
Eu afasto ela e olho e vejo que ela é um ser que eu não sei se é homem ou mulher.
Aí ela se levanta, ou ele se levanta.
Eu me levanto e tá tudo meio esfumaçado. O sonho acaba aí.