Un caballo muy eleganteags ags 06/05/2008 07:55
Estaba sentada en el piso de un cuarto. Venía un pica flor, cortaba un hilo de mi tricot (era como un acrílico marrón, pero lindo) y salía volando con el en dirección al techo. Cuando llegaba al techo pegaba el hilo y quedaba yo así mirando desde abajo por el hilo. Cuando me levantaba tenía un agujero en el top que era tipo un bolerito. Salía de esa sala y me encontraba con un señor exibiendo un caballo muy gracioso. Primero le veía el trasero que era todo forrado de algodón aczul francia, igual que el manniqui de Udi Lagallina. Después cuando se daba vuelta le veía la cara que era genial. Era como la cara de una persona pero magnificada y con la boca bien prolongada tipo un pico gigante. Tenía unos dientes enormes y bien blancos y el pelo grisáceo como se veterano. Era muy elegante, tenía en el cuello rayado azul y blanco de camisa clásica, como si estuviera usando una camisa. Después miraba al dueño y era muy parecido al caballo. El contaba que este equino era un regalo para su hija y que ellos eran criadores de caballos. En este momento el evento parreciá la grabación de un programa de tv.
Silêncio na oraçãoHannap 05/05/2008 13:57
Era volta às aulas. Eu estudava com o pessoal da Tátil. Minha família me levava de carro para o colégio. Eu ia escovando os dentes no carro porque estava atrasado. Estava lá o Marcelo Lopes que me cumprimentou no estacionamento. Na cozinha estava a Bia Lamanna fazendo uma sopa gostosa. Provei. Depois da aula apareceu a Tanya e fomos dar um passeio pela região. Tinha um templo budista com um lama que ia fazer uma oração. Estávamos sentados: O lama, eu, a Tanya, a Pat Lobo, a Joaninha, a Paloma e mais gente. Alguém do grupo começou a leitura e a Tanya começou a resmungar baixinho no meu ouvido. Eu gritei - Que chata! O lama me olhou e pediu respeito. Ela continuava resmungando e atrapalhando a oração. O lama pediu silêncio mais umas 3 vezes. Na última ela se levantou e foi embora. Meus colegas me olharam e tiveram pena de mim. Acabou a oração, todos foram embora e eu fiquei. O lama disse que ia descer para a cidade e me acompanhou. Fomos conversando. Eu ia para uma festa da turma. Ele tentava falar-me e eu não ouvia por causa do barulho dos carros. Nos despedimos no meio da rua. Depois me ligou a Pat para me consolar.
GasKaneda 05/05/2008 00:33
Fiquei em casa, estava sozinho. Resolvi cozinhar algo para comer, mas esqueci o gás de cozinha aberto. O gás esvaziou pelo fogão e comecei a sentir o cheiro até desmaiar.
Eco sem lógicaPat Lobo 04/05/2008 18:38
sonhei que estava no sítio com o Guilherme, a Joana e o Maurício. Dentro do meu quarto tinha uma escada que ia pro outro andar aonde dormia o Guilherme. Eu pedia pra ele descer e vir dobrar as roupas mas eu olhava pra escada e via ela toda cortada em vários pedaços que se repetiam e iam diminuindo até que o pedaço final era muito menor que o pedaço inicial. A Joana tava num sofá dentro do quarto mas eu num via ela só sabia que ela falava com o pai dela no telefone.
perdasli 03/05/2008 14:29
eu e minha amiga caminhávamos pela 5a. avenida, em NY, abraçadas no Paulo Coelho. Eu fui ao encontro do PC Peréio, no seu apartamento. Éramos muito amigos, bebíamos e ríamos muito. Ás vezes eu era sua namorada. Sentada no sofá do seu apê, esperando ele chegar, eu jogava dominó. Peréio entrou no apê, acompanhado de um amigo, e imediatamente teve um colapso que o levou a morte instantânea. Entrei em desespero, chorei muito, nada me consolava. Eu tirei do bolso um minúsculo bebê, que era seu filho, e dois ovos cozidos, estes nossos filhos. Levei o bebê e os ovos para uma banheira com água quente e fiquei cuidando deles. Fui caminhar em uma praça japonesa, estava com os pés descalços e sentia as pequenas pedras massagearem os meus pés. Chorando muito, encontrei Z, q era garçon de um bar nas imediações da praça. Ele me levou ao restaurante q trabalhava, escolheu uma mesa para conversarmos. Não tínhamos nada a dizer um ao outro.
PassionKaneda 02/05/2008 13:31
Sentado no sofá da casa de Onib estavam todos os meus melhores amigos! Tchubaruba, logo sonhei. Encontro feliz. De repente fomos todos a casa de Olem, e quem se quer dá as caras por lá? Ela mesmo. A própria. A que me faz ter borboletas na barriga. E mais que surpreso ela senta-se ao meu lado e começamos a conversar e depois a beijo com carinho. Todos os meus amigos estavam felizes e me viram ao lado dela...
surpresa no showchuazinha 02/05/2008 09:47
ia ter um show, acho que na lapa, de um artista muito conhecido e apreciado. estava de noite e eu encontrei com um monte de gnete na fila. O antonio e a barbarba estavam lá com umas pessoas. abracei o antonio bem forte pq achei que ele não iria. minha irmã estava mais atrás com uns amigos rindo. ela me disse que a mamãe e o papai iriam no show também.
eu não fiquei na fila, ficava transitando pelas pessoas que conhecia, depois resolvi entrar de uma vez.
o show estava rolando, cheguei bem perto do palco e vi que o chão deste era todo forrado com lã de ovelha recém tirada, era muito macio. fiquei um pouco horrorizada pq o chão de lã devia ter quase meio metro de altura. meus pais estavam sentados um pouco atrás, em bancos altos. minha tia riva estava com eles.
nessa hora o artista falou alguma coisa e todo mundo riu, percebi que ele me conhecia, conhecia minha família toda. ele ia participar de uma surpresa que meu pai tinha preparado para minha mãe. ele ia pedir ela em casamento. o artista anunciou que meu pai ia aparecer nas escadas, quando a minha mãe olhou ele jogou um anel de diamantes pra ela, mas errou. o anel ia cair no chão, eu peguei devolvi pro artista e mandei ele fazer direito.
ele falou então que meu pai estava caindo das escadas, todo mundo olhou novamente correndo e então ele acertou o anel nela. todo mundo entendeu e riu. o anel tinha uma fileira de diamentes brancos, outro de diamentes verdes, outra de diamentes amarelos e no fim outra de brancos. era um anel comemorativo do Brasil. tinha também uma pulseira de esmeraldas que eu vesti, mas que não tinha como fechar.
dinheiro e jukeboxchuazinha 01/05/2008 12:15

Estava saindo de um prédio, passei pela marina, irmã do igor, e então comecei a descer uma calçada inclinada. quando olhei para o chão vi uma moeda de 50 centavos, abaixei pra pega-la e pensei em colocá-la no meu cofrinho. então vi outra do lado esquerdo, fui e peguei. e aí tinha outra do lado direito... de repente comecei a achar várias moedas de 50 centravos, das antigas e das novas, todas dispostas com o 50 virado pra cima. fui descendo a calçada pegando as moedas até que qndo cheguei mais próxima da rua o dado apareceu e me viu catando as moedas... primeiro riu e me sacaneou mas então chegamos no fim da calçada onde tinham MUITAS moedas, e dessa vez de 50 e 10 centavos, mas também de 1 real e de 1 e 2 euros. começamos a catar todas, os dois, como se fosse um jogo, eu ia colocando todas nos bolsos e pensando o quanto meu cofrinho ia ficar pesado e cheio.
eram tantas moedas que começamos a ignorar as de 5 e 10 centavos, pois tinham muitas mais de valores mais altos e nossas mãos estavam cheias. o igor apareceu estranhando a situação mas qndo entendeu quis catar tb, mas aí eu e dado já tínhamos pegado quase tudo. levantamos e fomos contar. comecei a tirar as moedas dos bolsos e incrivelmente elas já sairam separadas em grupos de 10 e 5 centavos, 1 real, 5 centavos, e moedas de euros. saiu do meu bolso tb um monte de jukebox antiga e a nova, a 5 edição. isso me chamou a atenção então a peguei para ver.
O formato era maior e o papel era como um vegetal, só que não tão translucido. era bom esse papel, mais grosso, e ficava realmente bonito a impressão nele. a capa tb tinha mudado e, nessa tinha o desenho de um rapaz que já era um personagm conhecido, mas fora redesenhado por alguém da revista, talvez o igor.... enquanto o igor explicava o porquê da capa comecei a folheá-la, as primeiras páginas continham uma história em rima que concluía uma série, pois tinha tido esse tipo história nas outras edições tb. a história era de um menino nas férias, mas na verdade falava mesmo sobre a revista, pois a princípio o personagem era um garotinho fazendo wind surf, de desenho parecido com o calvin, depois vinha uma aquarela sinistra mostrando que o tempo mudara e o mar ficara revolto, e então as frases em rima terminavam a história falando que o menino tivera que adaptar suas férias por causa da mudança do tempo que afetara o mar, na hora considerei ‘as férias‘ como a ‘jukebox‘ e o ‘menino‘ como todos nós.
depois vinha o editorial, tb com uma história em quadrinhos, mas misturada com um texto, que falava sobre crescer. falava sobre como crescer é mudar (os desenhos mostravam um menino bebe, que virava uma criança, depois um jovenzinho, e quando ele era bebê passava um trem, mas ele não entrava porque era bebê, nao tinha como entrar e ficava afoito desesperado. depois já jovem ficava sentando esperando e sorrindo, entendendo que dessa vez qndo o trem passasse novamente ele ja poderia pegá-lo).
aí vinha uma pagina com as tipografias usadas pela jukebox em todos seus tamanhos e umas informações de design. depois vinham as histórias: primeiro uma outra história do igor em nanquin e p&b, na qual tinha um velho sentando numa caderia de balanço; depois vinha uma história de uma menina que eu acho que era como se fosse a paula jardim, porém o nome era outro. aí vinha uma adptação da animação do meton ‘tá ligado no movimento‘ . então comecei a folhear a revista de trás pra frente e vi que as últimas páginas estavam todas em branco, até chegar num ensaio de fotografia com uma menina posando.
Não entendi como era possível tantas páginas em branco! sabia que era por causa dos cadernos, da encadernação da revista, mas como tinham deixado imprimir a revista com tantas pags sem nada? eu msm poderia ter contribuido com uma matéria contando sobre uma exposição que vi... qndo fui perguntar o porquê minha intuição me disse que era pq não se queriam mais matérias, só quadrinhos e se não tivesse quadrinhos a revista sairia com nada, o igor, acho, começou a me responder algo assim. mas aí eu acordei.
Tio Bexigalatzina 28/04/2008 16:33
Eu tenho um tio da praia magrinho, grisalho e discreto. E minha irmã tem um sogro, o Gugu, mais fofinho, cabelo preto, sorriso largo e fala tudo o que vem à cabeça. Na vida real, acordei GARGALHANDO, nunca me aconteceu de acordar com o barulho da minha gargalhada. Eu tinha acabado de sonhar com o meu irmão dizendo que o Gugu era uma bexiga do tio Aderbal, que se auto-inflou e pintou o cabelo.