spokójB 26/04/2009 05:55
Szedłem przez góry. Absolutnie puste. Cisza, spokój. Wszędzie las, tylko co jakiś czas wieś, i łąki. Wsie też były absolutnie puste. W pewnym momencie dołączyłem do pewnego faceta. Spracowany smolarz, szedł z opuszczoną głową, i winem w ręce. Zeszliśmy do Berehów, a dalej, tylko nam znaną ścieżką do chatki. Nie rozmawialiśmy wcale, jego spuszczona głowa, a moja nietęga mina wyrażały dokładnie to samo, nie musieliśmy o tym nic mówić. Chatka była na końcu drogi. Z dala widzieliśmy że ktoś już tam jest. Byli gamonie jakieś. Hałas robili, że aż uszy bolały. Na nasz widok spakowali się, i odeszli. Znów była cisza. My dwaj, zatroskani o własne troski, i las, spokój
tempo nublado em genebraalho 25/04/2009 20:38
R e B vinham a genebra.
Eu primeiro os abraçava e depois começava a descorrer sobre as montanhas em volta da cidade e sobre como elas influenciam no clima da cidade.
Depois íamos até uma loja comprar uma bateria 9v. O vendedor que nos atendia era brasileiro e nos mostrava um modelo de bateira completamente estranho.
Feijão com costelinha de genteLola 21/04/2009 10:31
Eu era da polícia federal ou algo parecido e investigávamos o caso de um grupo de pessoas que morava em uma favela próxima a casa onde estávamos instalados. Essas pessoas teriam sequestrado, matado e comido um pop star, e com as sobras, tipo falange dos dedos, orelha, essas coisas, teriam feito uma feijoada. Logo que souberam que havia pessoas novas na redondeza os canibais forçaram uma visita e não lembro bem como, antes de saírem, roubaram minhas chaves da casa. Entrei em pânico e começamos a elocubrar uma estratégia contra um possível ataque que aconteceria na noite que já chegava. Durante a noite o cabeça da nossa equipe teve que se ausentar e quando vimos os canibais estavam do lado de fora da grade querendo entrar. De repente lembrei que eles tinham as chaves mas um deles ja estava dentro da casa. Tentei distrai-los enquanto ligava para o chefe, a líder canibal, uma mulher idosa, magra e com cara de bruxa ancestral ficava à minha volta tentando descobrir o que eu dizia e meu chefe na linha, aflito, pedia que eu fosse mais discreta ao telefone porque ela devia estar entendendo tudo que eu dizia graças ao meu medo.
invasãoli 20/04/2009 15:05

eu caminhava por ruas em Londres, mas Londres era como uma pequena cidade do sul do Brasil, pouco desenvolvida, muitas casas e poucos prédios. No meio de uma rua tinha uma piscina, e ali encontrei minha amiga J nadando. Ao me ver ela ficou braba comigo, por eu não ter avisado que estaria na cidade que ela estava morando. Ela pediu para eu dar uma volta pela cidade, até que ela terminasse de nadar.
Caminhando por ruas de terra batida, senti um tremor no solo, e logo pessoas correndo, em pânico. Fui ver o que acontecia, perguntava para as pessoas o porquê de estarem fugindo apavoradas, mas elas falavam um idioma desconhecido. Ao longe, avistei duas grandes naves espaciais que pousavam no meio da rua, era como enormes barris de alumínio que desciam do céu.
Comecei a fugir para um morro, onde eu imaginava que estaria protegida.
Monster GirlKaneda 20/04/2009 04:43

Sonhei que namorava com X. Estávamos curtindo o namoro e tudo. Um dia Y chegou em casa e nos levou à praia, chegando lá o lugar para dormir era pequeno, nos acomodamos. Eu fiquei nu, e X tirou a roupa comigo. Ficamos nos acariciando um ao outro, passava levemente a mão entre suas madeixas louras, ela me abraçara... Y então, chegou nu também... Achei estranho, fiquei raivoso, não entendi o que Y queria ao ver minha namorada nua. Quis socá-lo, mas o deixei. Todos ficamos nus, um ao lado do outro, e então, deitamos. A sensação de incomodo estava comigo todo o tempo enquanto tentava cobrir X da visão de Y. Intimamente estava super desconfortável.
Going UnderKaneda 20/04/2009 04:36

Estava num lugar onde a paisagem era rústica. Era como um sítio de interior. Quando saí da casa onde estava, percebi que haviam cercas em volta do terreno todo, avistei alguns bois e vacas que estavam pastando, uma árvore verde bem alta e que era notória ao longínquo.
celebrityli 17/04/2009 08:16
eu tava participando do Big Brother Brasil, que era no Cine Guion. Comecei a discutir com os demais participantes, que era um falso Big Brother que tinham colocado a gente, pois não tinha piscina nem academia de ginástica. O pessoal, todos jovens e bonitos, ficaram brabos comigo e começaram a dançar. Eu peguei um carro pra sair dali e dei carona pro cadáver do Kurt Cobain. As roupas grunges dele já estavam roidas pelos verdes, da época que ele tinha ficado enterrado. Comecei a agarrá-lo e descobri que mesmo ele morto, nós tínhamos um romance e o nosso desejo era se casar. Fiquei com medo da Courtney Love, que não iria me perdoar por casar com o marido dela, mesmo ele morto.
Comecei a procurar roupas grunges para eu vestir e outras, não roídas, para ele, pois eu seria a nova musa grunge do momento.
Willie Wonka BabyLola 17/04/2009 07:34
Eu dormia com a cabeça abaixo da janela quando senti cheiro de churrasco. Levantei-me e na garagem havia várias peças de carne chamuscadas mas cruas penduradas no varal. Encontrei meu pai e um casal de amigos e eles disseram que não houve tempo de assar carne e fariam o churrasco no domingo seguinte. Argumentei que seria melhor assar a carne naquela noite pois até domingo a carne crua e em decomposição estaria infestada de larvas de moscas, dizia isto e pensava no alce putrefato que o personagem do filme Into the wild matara e não conseguira defumar. Eles concordaram e prometeram voltar mais tarde. Nesta noite as pessoas chegavam para o churrasco e eu estava tomando banho quando A entrou no banheiro porque a porta estava estragada e não fechava, puxou a cortina do box e fez cócegas na minha barriga como se me ver nua fosse a coisa mais corriqueira do mundo, mas senti que havia segundas intenções naquele gesto. Mais tarde eu estava na rua e L veio ao meu encontro. Ela estava chorando, transtornada e tinha um ar meio alucinado, falava várias coisas mas não dizia nada com nada. De repente começou a me abraçar, mas abraçava-me com muita força na altura do meu estômago e minha barriga doía e eu tinha dificuldade para respirar. Em seguida havia um bebê em seu colo e preocupada eu o o trouxe para o meu colo quando alguém disse que ele era a cara do Willie Wonka. Retorqui que ele se parecia realmente com Willie Wonka, mas o Willie Wonka no meu sonho era o Tatu da Ilha da Fantasia.
li 15/04/2009 13:43
Minha tia tinha alugado uma casa na praia, mas a tal praia era algumas ruas do meu bairro. Eu saí para ver como era a noite do lugar e entrei no Ossip bar.saí do bar quando amanhecia e andei por umas ruas do centro de Porto Alegre. Numa dessas ruas vi o Wander Wildner, completamente sujo, sem sapatos e os pés imundos, com unhas longas e ele visivelmente perturbado psicologicamente. Chegaram dois moradores de rua, deitaram ele no chão e começaram a espancá-lo com um pedaço de pau, e ele sorria, parecia não sentir dor com os golpes tão violentos. Muita gente em volta deles, apenas olhando, e eu irritada pq ninguém fazia nada para interromper tanta violência.
No caminho de volta para casa, encontrei o Hugo Chavez, que me deu carona no seu ônibus. Logo rolou um clima entre nós, e uns beijos, e rapidamente ele começou a me bolinar, e isso me incomodou. Ele me pediu em casamento e eu disse que iria pensar e saí do ônibus. Fui caminhando para casa da minha tia, com muito medo dos seguranças do Chavez estarem me perseguindo, pois ele disse que se eu não casasse com ele, não poderia mais casar com ninguém.
Cheguei na casa, típica de praia, com um gramado, grande varanda e minha mãe, tia e tio estavam ali, sentados, conversando com o Hugo Chavez, todos muito sérios. Eu entrei discretamente, enquanto ele me olhava de forma sedutora, mesmo eu fazendo expressões faciais bem feias, para ele desistir de mim. Minha mãe foi atrás de mim e me falou ‘ agora são 23horas e 19minutos, e te aconselho a pensar muito bem na decisão em relação ao Hugo Chavez, pois tu sabes que tua decisão vai afetar os estados de Sergipe e Ceará‘.
drinks no infernoLola 14/04/2009 04:41
Estava em um bar em Ipanema com C, o marido dela e minha irmã. Era um bar subterrãneo, ficava um nível abaixo da construção, numa espécie de porão. C estava se dando mt bem com o marido, e eu achei curioso porque pensei que não andavam se dando bem. Olhei para o lado e C estava em pé com os pés apoiados nos ombros do marido, mexendo em algo que estava em uma janela bem no alto da parede, mas sendo o bar subterrãneo a janela dava para o nível do solo acima de nós. Em seguida C e o marido brincavam com uma espécie de malha trançada de um material gelatinoso e gosmento, com o formato de talharim, só que mais largo que talharim. C se desentendeu com o dono do lugar, que era um homem loiro com ares de John Constantin. Já amanhacia e eu me afligia porque minha mãe iria se preocupar e pedi para irmos embora. C e o marido iam abrindo o carro, mas então pegaram uma porção de vermes esverdeados e anelados que se retorciam repulsivos e os cortavam com estiletes, os vermes se multiplicavam nas cisões e C e o marido os espalharam nos vidros e no banco de trás do carro, onde eu e minha irmã nos sentaríamos. Achei aquilo muito nojento, peguei minha irmã pela mão e saímos correndo a procura de condução. Ia passando uma lotação que nos deixaria em frente de casa, eu gritei por minha irmã que já havia atravessado a rua mais à frente, ela voltou e a lotação parou, mas estava lotada de pessoas em pé. Ela me disse para mostrar os livros que assim nos dariam preferência dos assentos, mas eu não estava carregando livro algum.