Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
li 15/04/2009  13:43
Minha tia tinha alugado uma casa na praia, mas a tal praia era algumas ruas do meu bairro. Eu saí para ver como era a noite do lugar e entrei no Ossip bar.saí do bar quando amanhecia e andei por umas ruas do centro de Porto Alegre. Numa dessas ruas vi o Wander Wildner, completamente sujo, sem sapatos e os pés imundos, com unhas longas e ele visivelmente perturbado psicologicamente. Chegaram dois moradores de rua, deitaram ele no chão e começaram a espancá-lo com um pedaço de pau, e ele sorria, parecia não sentir dor com os golpes tão violentos. Muita gente em volta deles, apenas olhando, e eu irritada pq ninguém fazia nada para interromper tanta violência.

No caminho de volta para casa, encontrei o Hugo Chavez, que me deu carona no seu ônibus. Logo rolou um clima entre nós, e uns beijos, e rapidamente ele começou a me bolinar, e isso me incomodou. Ele me pediu em casamento e eu disse que iria pensar e saí do ônibus. Fui caminhando para casa da minha tia, com muito medo dos seguranças do Chavez estarem me perseguindo, pois ele disse que se eu não casasse com ele, não poderia mais casar com ninguém.

Cheguei na casa, típica de praia, com um gramado, grande varanda e minha mãe, tia e tio estavam ali, sentados, conversando com o Hugo Chavez, todos muito sérios. Eu entrei discretamente, enquanto ele me olhava de forma sedutora, mesmo eu fazendo expressões faciais bem feias, para ele desistir de mim. Minha mãe foi atrás de mim e me falou ‘ agora são 23horas e 19minutos, e te aconselho a pensar muito bem na decisão em relação ao Hugo Chavez, pois tu sabes que tua decisão vai afetar os estados de Sergipe e Ceará‘.
drinks no infernoLola 14/04/2009  04:41
Estava em um bar em Ipanema com C, o marido dela e minha irmã. Era um bar subterrãneo, ficava um nível abaixo da construção, numa espécie de porão. C estava se dando mt bem com o marido, e eu achei curioso porque pensei que não andavam se dando bem. Olhei para o lado e C estava em pé com os pés apoiados nos ombros do marido, mexendo em algo que estava em uma janela bem no alto da parede, mas sendo o bar subterrãneo a janela dava para o nível do solo acima de nós. Em seguida C e o marido brincavam com uma espécie de malha trançada de um material gelatinoso e gosmento, com o formato de talharim, só que mais largo que talharim. C se desentendeu com o dono do lugar, que era um homem loiro com ares de John Constantin. Já amanhacia e eu me afligia porque minha mãe iria se preocupar e pedi para irmos embora. C e o marido iam abrindo o carro, mas então pegaram uma porção de vermes esverdeados e anelados que se retorciam repulsivos e os cortavam com estiletes, os vermes se multiplicavam nas cisões e C e o marido os espalharam nos vidros e no banco de trás do carro, onde eu e minha irmã nos sentaríamos. Achei aquilo muito nojento, peguei minha irmã pela mão e saímos correndo a procura de condução. Ia passando uma lotação que nos deixaria em frente de casa, eu gritei por minha irmã que já havia atravessado a rua mais à frente, ela voltou e a lotação parou, mas estava lotada de pessoas em pé. Ela me disse para mostrar os livros que assim nos dariam preferência dos assentos, mas eu não estava carregando livro algum.
blusa na paredeli 13/04/2009  18:30
eu andava pela minha rua. Perto da sorveteria encontrei uma blusa minha pendurada na parede de um prédio. Lembrei que eu tinha esquecido minha mala de roupas por ali.
Fraco, muito fracoDerevko 11/04/2009  20:38
Em frente ao que parecia ser um clube, um carro - talvez um taxi- parou e esta moça saiu. Ela vestia jeans e um casaco claro. Entramos, com um sentimento de alívio e liberdade. Era uma festa, mas nós estávamos sozinhas numa passarela escura, tudo acontecendo debaixo de nós. Ela parou, sorriu. Eu dei uns dois passos em sua direção e nos beijamos. Por melhor que fosse a sensação daquele beijo, uma voz surgiu me dizendo "fraco, muito fraco".
sapatosli 10/04/2009  17:37
eu ganhei uma sacola grande com muitos sapatos. Comecei a experimenta-los. Calce um tamanco prateado, mas era muito pequeno, então dei para minha mãe. Procurando sapatos, já que quase todos não me agradavam, encontrei 2, de salto alto, bonitos. Percebi que estes dois únicos sapatos que eu queria estavam avulsos, não eram um par.
Funerária.SL 06/04/2009  15:24
Eu e X estávamos numa funerária, fazendo todo o tramite e escolhendo caixão para o pai dele. Ele já havia falecido há muito tempo, mas X só estava fazendo isso naquela hora. O agente funerário ia mostrando os caixões e eles eram muito estranhos, em formatos diversos e cores gritantes. X perguntou se ele tinha o caixão do Zé do Caixão para vender. O Agente disse que estava em falta no estoque. Peguei um avião para Brasília e Y me buscava no aeroporto. Y dizia que havia conseguido um caixão do Zé do Caixão para o pai de X.
Derevko 06/04/2009  13:31
Havia marcado uma consulta com uma psiquiatra, uma mulher morena, plastificada e elegante. Estávamos num lugar com muitas árvores, mas numa cidade. O nome da avenida era Plínio Brasil Milano, mas nada parecida com a real. Havia pessoas ao meu redor, a médica me olhava séria. Foi quando sua secretária falou em tom de repreesão "Não é a primeira vez que ela remarca a consulta! Sempre faz isso quando quer ficar fumando maconha até altas horas! Olhem os olhos dela!". Acordei vermelha de alergia.
li 06/04/2009  02:46
Encontrei LV e ML, tarde da noite, no inverno. Eu ia fazer uma cirurgia na manhã seguinte e não tinha onde dormir. ML estava cansada e convidou eu e LV para irmos dormir com ela, numa igreja de madeira, abandonada, que o pai dela emprestava para quando ela estava cansada. Entramos na igreja, LV e ML deitaram em bancos próximos e conversavam, me excluindo da conversa. Elas tinham cobertores e eu não.

Tentei falar alguma coisa sobre o Bart Simpson e elas não demonstraram interesse e dormiram nos bancos da igreja.

Saí caminhando pela rua, de madrugada. Passei pela avenida João Pessoa e entrei em um apartamento que a mãe de ML estava morando. Ela mandou eu fazer um exame numa loja de xerox, necessário para minha cirurgia. Fui fazer o exame, que era xerocar o meu cabelo, com uma luz muito forte que ardia muito a minha cabeça, enquanto o rapaz do xerox dizia que talvez eu perdesse todo o cabelo.

Amanheceu e eu não tinha ninguém para ir ao hospital, meu cabelo estava muito quente e eu atrasada para a cirurgia.
apartamento cheioli 05/04/2009  23:31
Alguns jovens estudantes que eu não conhecia estavam vindo morar no meu apartamento comigo. Eu arrumava colchões pelo chão de todo apartamento e faltaria um, então eu tentava gerenciar uma espécie de rodízio, quando uma pessoa deveria dividir o colchão com outra por uma noite. Um primo meu apareceu, também para morar junto, e me mostrou que meu apartamento tinha um cômodo a mais, que eu nunca tinha visto, pois para chegar nesse cômodo, deveria pular o muro da área de serviço, com cuidado para não cair no poço de luz do prédio.

Pulei o muro e vi que o tal cômodo era bem legal, grande e tinha muitos móveis empilhados. Comecei a tentar arrumar para fazer um quarto legal, porém, não me agradava a idéia de toda vez que alguém tivesse que sair do quarto, tinha que pular o muro, correndo o risco de despencar do oitavo andar.
Provável torcicoloLola 05/04/2009  20:19
R havia comprado uma TV de plasma e a pendurou na parede completamente torta, em vez de a colocar retangularmente em relação à parede fez com que ela ficasse com duas pontas para cima e duas para os lados. Fiquei olhando para a tela pendurada e imaginando como ele esperava ver TV assim.