Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
Ponte do MassacreGuilherme Tasudaro 27/02/2009  07:26
Era impressionante, eu voltava de uma viagem de são paulo, quando alguem me pediu logo pela manhã para ir ao centro da minha cidade (interior de SP) quando me deparei com uma longa ponte onde pessoas caminhavam em direção a algo...

No final dessa ponte tinha varias pessoas batendo em policiais ou algo assim, muitos deles estavam mortos ja... me lembro claramente de um com a cabeça aberta no chão e seu cerebro esparramado.. e depois tinha um policial de pé conversando com algumas pessoas tentando amenizar a situação.. foi mt feio.
Sem título.SL 24/02/2009  12:07
Eu morava com a minha nãe e o meu irmão na mesma casa que X e sua família. Era um apartamento bem grande e bonito, no qual eles haviam concedido um quarto para a gente, porque nós não tinhamos aonde ir. Eu e X haviamos brigado definitivamente, e o clima da casa estava péssimo. Separei todas minhas roupas, que não eram muitas e coloquei numa mala, com a idéia de ir para outro lugar, embora eu não tivesse nenhum em mente. Caminhando da sala para o meu quarto, encontro X e Y em beijos e abraços no sofá e aquilo me deixou absorta. Por vezes eu tentava conversar com X e dizer que tudo aquilo era absurdo, que as coisas não precisavam ser assim, mas ele era sempre irônico e tirava o corpo fora das conversas. Y veio falar para mim "agora tu sabe como que é", e no fim, eu estava sentindo muita raiva, mas consegui conversar com ela normalmente, coisa que nunca havia pensando em fazer antes. Conversamos sobre o que aconteceu e ela se mostrou atenciosa, para o meu espanto. Eu estava na rua, na frente do edificio, com a minha mala em mãos, W saí de um carro que havia esacionado, usando um chapéu que não combinava em nada com ela, dizendo que tinha encontrado um lugar para eu ir. W me levou até lá, era a casa de um menino de 10 anos, que me ofereceu um quarto, dizendo que era temporário apenas e que em breve os donos do quarto voltariam de viagem. Voltei ao apartamento para buscar mais algumas coisas e X e Y no sofá, em beijos e abraços me olham. X fala que tem algo para me dar, entramos em um quarto, ele me entrega um embrulho com um laço. Abro e são dois pijamas. Um é uma camisola enorme, e outra é uma blusa que é para dormir, enorme também, e esta última tinha dois furos. Eu disse - está rasgada e ele disse - é, eu vi, mas achei que tu nao ia se importar. Eu tinha ficado ofendida pelo tamanho das roupas, que deveriam ser algo como "48" e pela indelicadeza de comprar algo rasgado. Conversamos rapidamente sobre o que aconteceu conosco e ele disse que não tinha jeito mesmo. Perguntei como estavam as coisas com W e porque ele estava com ela, ele respondeu que desta vez, estava sendo bom estar com W.

Me mudei para Israel, cheguei no alojamento e um rapaz falava em espanhol comigo a medida que ia me apresentando o lugar e a cidade, conversavamos trivialidades. Quando fui entrar na minha nova sala de aula, encontrei T, de cabelo curto, com uma maquiagem preta no rosto, sentada no chão, rezando. Ela parecia doente, em todos os aspectos e me chamou a atenção. Logo depois disso, encontrei vários conhecidos e familiares, como P, como A e B. Me senti mal por encontrá-los ali e tentei passar escondida por eles.
Cadeirinha flutuanteHannap 24/02/2009  07:19
Sonhei que eu ia na casa da vizinha, Silvia, porque ouvia a filha dela (Laia) chorar. Então eu pegava ela no colo e ela ficava tranquila e sorria. Existia um cinto verde preso a uma grade que sustentava a criança em uma especie de cadeirinha flutuante. A Silvia quis prender-me neste cinto, junto com a Laia, por questão de segurança. Mas a grade ficava na beira de um abismo e dava muito medo. Eu lhe disse que preferia ficar com a Laia no colo normal, que não haveria problema. Enquanto a Silvia fazia coisas pela casa a Laia, que tem menos de um ano, começou a falar frases bem complexas como: - A mamãe tá arrumando a casa. A Silvia quase não acreditou quando lhe contei e então eu pedi pra Laia repetir e ela ouviu.

Depois me encostei na parede, sentado no tatame para ver televisão com a Laia no meu colo. A Silvia deu uma parada no que estava fazendo e sentou-se também. Foi quando chegou o marido dela, Esteban, e viu a cena e ficou com ciúmes. Ele disse: - Ya es hora de teneres tu propio hijo, no? Então eu me levantei e o convidei educadamente para vir à festa que faríamos naquela noite na minha casa.
Gênios da músicaalho 22/02/2009  09:55
Fui a um jogo do inernacional e o Tafarel acabara de ser contratado.

Quando eles cantaram o hino, eu percebi que algumas palavras haviam sido mudadas pelo novo jogador e que isso tinha feito com que o hino ficasse muito ruim.

No final do jogo, encontrei Daniel Baremboin, que reclamou muito do hino e com quem eu discuti muito a respeito do hino, como ela era e como ficou após a tal mudança.

Em seguida, X chegou com um instrumento muito pequeno, no qual ele fazia milagres tocando. Ele tocava e cantava o hino, improvisava harmonias que o faziam ficar muito melhor e dizia coisas a respeito do que estava fazendo e cantando e das liberdades que não podiam ser mais tomadas após um certo acontecimento.

Eu só olhava, completamente estupefato com tal habilidade vinda de tais calejadas, mãos e cabeça.
callli 19/02/2009  17:15
atendi o telefone a uma voz masculina falou:

-minha esquelética e feia esposa não está feliz por tua causa.
CereméiaE. M. 18/02/2009  09:04
Era de noite, e eu tomava meu café no deck, olhando pro Rio Negro, que de fato pode ser amplamente avistado da minha casa.



Passou por mim um grupo de garotos, com pequenos saquinhos verdes em suas mãos, sorrindo e cochichando, sempre a me olhar. Foi então que me ofereceram a "Cereméia" (substância verde com resquiços pretos, misturados e ambos em pó).



Lambi o pó, e o cheirei, mas nada ocorreu de diferente.



Pense direito! - disse um dos garotos, observando que nada acontecera comigo.



Pensar em que? - retruquei.



Pense no que mais deseja, é assim que funciona! - Respondeu o garoto com tom de obviedade.



Assim o fiz, e cheirei a tal cereméia.



De imediato, cheguei a um pátio diferente, e ainda de pé, avistei um rapaz de pele clara, regata branca, cabelos negros, e sorriso confiante.



Nos olhamos, e tempos depois, sentei a um banco se mnada dizer e ele se sentou à meu lado. Nos beijamos.



Mas ainda não sei o seu nome, como se chama? - perguntei-lhe



Como não sabe meu nome? Sou eu, Henrique Piccini! - respondeu-me espantado e frizando a forma da grafia de seu sobrenome



Era ele, pra mim.
X é louco e por favor ajudem.SL 18/02/2009  09:03
X e eu estávamos juntos na casa de uma pessoa desconhecida. Ele estava deitado no sofá me mostrando algo no jornal que era desinteressante. Eu tentava conversar, mas cada vez que eu abria a boca para falar ele fazia alguma besteirinha, como tapar os ouvidos, começar a rir bem alto, etc. Uma criança que eu nunca havia visto, me disse que X estava transando com uma mulher que eu havia conhecido nessa mesma casa, ela era muito feia e tinha algum problema mental. Perguntei a X se ele estava fazendo isso e ele negou enquanto fumava um cigarro perto da janela, falando mal dos fumantes e disse que o ideal era fumar deitado.

Eu, Y e mais algumas pessoas haviamos sido sequestradas no meio da noite e levadas para um parque, aonde nossos corpos estavam amarrados a uma lagoa cheia de ossos humanos. Y conseguiu soltar-se da corda que envolvia suas mãos e me ajudou a fugir. Saimos correndo mas fomos pegas novamente. Nos levaram para uma espécie de subsolo, aonde nos trancariafam e começaram a abrir nossas bolsas, mexer em tudo o que tinha ali dentro, e eles se reunião e se divertiam com o que levavamos dentro das nossas bolsas, como delinhador, como canetas, pentes de cabelo, agendinhas cheias de anotãções, etc. Depois de algum tempo presa com eles ali eu havia começado a responder grosseiramente e falar palavrões para ele. Quando eu percebi que eles nunca faziam nada eu vivia xingando eles e pedindo explicações por estarmos lá, enquanto as outras pessoas nem se quer reclamavam. Com as mãos atadas consegui pegar meu delinhador de olhos em cima da mesa, que eles haviam retirado da minha bolsa, e escrevi muito rapidamente em um pedaço de folha de papel higienico: "POR FAVOR AJUDEM". Embora a gente não tivesse idéia de como aquilo fosse nos ajudar, todo o grupo de sequestradas ficou aliviado.
The Strange StoreKaneda 13/02/2009  20:05
The Strange StoreApareci numa loja de objetos antigos, quem era responsável era uma japonesa que não tinha rosto familiar e me parecia ter idade durante transição de adulta para idosa.

Eu era uma espécie de ajudante de Papai Noel, tinha o poder de dar um presente que as pessoas tinham desejado de coração. Aquela senhora japonesa, todos os anos eu a visitava. Era só mais um ano de presenteio a ela, pois tinha recordações dela ser muito boa de coração para os outros. E, mesmo ganhando todos os anos e tendo a loja, nunca deixara de ser boa pessoa.

Eu só a visitava pouco, nem mesmo recordava-se da minha feição, me tratava como qualquer e, por isso, julgava ainda melhor o seu bom coração. Ela mantinha uma expressão de tristeza porque talvez não conseguiria o que queria. Mas eu estava disposto a ajudá-la.

Ela me mostrou dois peixes e dois espécimes que não reconheci dentro de uma sacola.

Os peixes estavam vivos, ela havia ganhado de algum amigo. Os outros dois espécimes começaram a se debater e sairam da sacola. Quando me dei conta, eles pularam e começaram a se transformar em centopéias no chão. Olhei para os lados e quando me dei conta não eram mais centopéias, eram formigas pequenas mas com as cabeças do tamanho de uma bola de gude, com seus corpos totalmente desproporcionais à cabeça.

Uma das formigas, furiosamente, me atacou.
um poucoli 13/02/2009  13:48
era uma festa em uma fazenda, numa casa grande, com um terraço imenso, cheio de óleo no chão. Encontrava muitos familiares distantes, todos com suas famílias, só eu que não tinha família ali. As pessoas programavam vários passeios em grupo pela fazenda, alguns diziam que iam procurar um planetário perdido no campo, outros, só caminhariam para ver onde o campo acabava. Eu não estava em nenhum grupo. Encontrei W e ficamos juntos, ele estava super legal, muito querido e carinhoso. Logo ele saiu pq ele tinha que trabalhar lavando o chão. Enquanto ele trabalhava eu andava pela casa, encontrei Y e ficamos juntos, mas escondido das pessoas. Y estava mais magro, mais jovem e feliz. Vez ou outra eu ia ver W trabalhar, lavando o chão e beijava ele.

De repente me avisaram que tinha surgido uma rua na fazenda, e era a rua da casa da minha infância. Em cada uma das casas tinha um palco e em cada palco tinha um show super bom. Eu assistia um pouco de cada show, teatro, orquestra, show de rock, mágicas, e para cada show eu convidava W ou Y para ir comigo. Z também estava sempre por perto.

Y sempre me olhava com um sorriso meio malandro e feliz.

W tinha vergonha do trabalho dele, mas eu não me importava, queria ele feliz por outras coisas.
Estranho.SL 13/02/2009  07:25
Uma multidão de pessoas estava na frente da minha casa, enquanto eu ficava em pé na frente da Casa Psiquiatrica, e de repente, surgiu X, todos aplauridam, ele sentou em uma rodinha com violão e tocou "Biscuit" do Portishead. Todos aplauridam muito e eu mesma havia ficado surpresa porque foi bem tocado e bonito. Y chegou do nada, e me abraçou, me deu um beijo e caminhamos em direção ao meu apartamento, totalmente aparte de tudo aquilo que estava acontecendo. X passou por mim correndo sem olhar, havia uma festa no fim da quadra é era para lá que ele ia.