Drömma

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Drömma Dreaming Logger - Coleção de Sonhos
callli 19/02/2009  17:15
atendi o telefone a uma voz masculina falou:

-minha esquelética e feia esposa não está feliz por tua causa.
CereméiaE. M. 18/02/2009  09:04
Era de noite, e eu tomava meu café no deck, olhando pro Rio Negro, que de fato pode ser amplamente avistado da minha casa.



Passou por mim um grupo de garotos, com pequenos saquinhos verdes em suas mãos, sorrindo e cochichando, sempre a me olhar. Foi então que me ofereceram a "Cereméia" (substância verde com resquiços pretos, misturados e ambos em pó).



Lambi o pó, e o cheirei, mas nada ocorreu de diferente.



Pense direito! - disse um dos garotos, observando que nada acontecera comigo.



Pensar em que? - retruquei.



Pense no que mais deseja, é assim que funciona! - Respondeu o garoto com tom de obviedade.



Assim o fiz, e cheirei a tal cereméia.



De imediato, cheguei a um pátio diferente, e ainda de pé, avistei um rapaz de pele clara, regata branca, cabelos negros, e sorriso confiante.



Nos olhamos, e tempos depois, sentei a um banco se mnada dizer e ele se sentou à meu lado. Nos beijamos.



Mas ainda não sei o seu nome, como se chama? - perguntei-lhe



Como não sabe meu nome? Sou eu, Henrique Piccini! - respondeu-me espantado e frizando a forma da grafia de seu sobrenome



Era ele, pra mim.
X é louco e por favor ajudem.SL 18/02/2009  09:03
X e eu estávamos juntos na casa de uma pessoa desconhecida. Ele estava deitado no sofá me mostrando algo no jornal que era desinteressante. Eu tentava conversar, mas cada vez que eu abria a boca para falar ele fazia alguma besteirinha, como tapar os ouvidos, começar a rir bem alto, etc. Uma criança que eu nunca havia visto, me disse que X estava transando com uma mulher que eu havia conhecido nessa mesma casa, ela era muito feia e tinha algum problema mental. Perguntei a X se ele estava fazendo isso e ele negou enquanto fumava um cigarro perto da janela, falando mal dos fumantes e disse que o ideal era fumar deitado.

Eu, Y e mais algumas pessoas haviamos sido sequestradas no meio da noite e levadas para um parque, aonde nossos corpos estavam amarrados a uma lagoa cheia de ossos humanos. Y conseguiu soltar-se da corda que envolvia suas mãos e me ajudou a fugir. Saimos correndo mas fomos pegas novamente. Nos levaram para uma espécie de subsolo, aonde nos trancariafam e começaram a abrir nossas bolsas, mexer em tudo o que tinha ali dentro, e eles se reunião e se divertiam com o que levavamos dentro das nossas bolsas, como delinhador, como canetas, pentes de cabelo, agendinhas cheias de anotãções, etc. Depois de algum tempo presa com eles ali eu havia começado a responder grosseiramente e falar palavrões para ele. Quando eu percebi que eles nunca faziam nada eu vivia xingando eles e pedindo explicações por estarmos lá, enquanto as outras pessoas nem se quer reclamavam. Com as mãos atadas consegui pegar meu delinhador de olhos em cima da mesa, que eles haviam retirado da minha bolsa, e escrevi muito rapidamente em um pedaço de folha de papel higienico: "POR FAVOR AJUDEM". Embora a gente não tivesse idéia de como aquilo fosse nos ajudar, todo o grupo de sequestradas ficou aliviado.
The Strange StoreKaneda 13/02/2009  20:05
The Strange StoreApareci numa loja de objetos antigos, quem era responsável era uma japonesa que não tinha rosto familiar e me parecia ter idade durante transição de adulta para idosa.

Eu era uma espécie de ajudante de Papai Noel, tinha o poder de dar um presente que as pessoas tinham desejado de coração. Aquela senhora japonesa, todos os anos eu a visitava. Era só mais um ano de presenteio a ela, pois tinha recordações dela ser muito boa de coração para os outros. E, mesmo ganhando todos os anos e tendo a loja, nunca deixara de ser boa pessoa.

Eu só a visitava pouco, nem mesmo recordava-se da minha feição, me tratava como qualquer e, por isso, julgava ainda melhor o seu bom coração. Ela mantinha uma expressão de tristeza porque talvez não conseguiria o que queria. Mas eu estava disposto a ajudá-la.

Ela me mostrou dois peixes e dois espécimes que não reconheci dentro de uma sacola.

Os peixes estavam vivos, ela havia ganhado de algum amigo. Os outros dois espécimes começaram a se debater e sairam da sacola. Quando me dei conta, eles pularam e começaram a se transformar em centopéias no chão. Olhei para os lados e quando me dei conta não eram mais centopéias, eram formigas pequenas mas com as cabeças do tamanho de uma bola de gude, com seus corpos totalmente desproporcionais à cabeça.

Uma das formigas, furiosamente, me atacou.
um poucoli 13/02/2009  13:48
era uma festa em uma fazenda, numa casa grande, com um terraço imenso, cheio de óleo no chão. Encontrava muitos familiares distantes, todos com suas famílias, só eu que não tinha família ali. As pessoas programavam vários passeios em grupo pela fazenda, alguns diziam que iam procurar um planetário perdido no campo, outros, só caminhariam para ver onde o campo acabava. Eu não estava em nenhum grupo. Encontrei W e ficamos juntos, ele estava super legal, muito querido e carinhoso. Logo ele saiu pq ele tinha que trabalhar lavando o chão. Enquanto ele trabalhava eu andava pela casa, encontrei Y e ficamos juntos, mas escondido das pessoas. Y estava mais magro, mais jovem e feliz. Vez ou outra eu ia ver W trabalhar, lavando o chão e beijava ele.

De repente me avisaram que tinha surgido uma rua na fazenda, e era a rua da casa da minha infância. Em cada uma das casas tinha um palco e em cada palco tinha um show super bom. Eu assistia um pouco de cada show, teatro, orquestra, show de rock, mágicas, e para cada show eu convidava W ou Y para ir comigo. Z também estava sempre por perto.

Y sempre me olhava com um sorriso meio malandro e feliz.

W tinha vergonha do trabalho dele, mas eu não me importava, queria ele feliz por outras coisas.
Estranho.SL 13/02/2009  07:25
Uma multidão de pessoas estava na frente da minha casa, enquanto eu ficava em pé na frente da Casa Psiquiatrica, e de repente, surgiu X, todos aplauridam, ele sentou em uma rodinha com violão e tocou "Biscuit" do Portishead. Todos aplauridam muito e eu mesma havia ficado surpresa porque foi bem tocado e bonito. Y chegou do nada, e me abraçou, me deu um beijo e caminhamos em direção ao meu apartamento, totalmente aparte de tudo aquilo que estava acontecendo. X passou por mim correndo sem olhar, havia uma festa no fim da quadra é era para lá que ele ia.
Cachorro do tipo gatoHannap 11/02/2009  19:38
Sonhei que estávamos eu, meu pai Jorge e mais um grupo de pessoas no terraço de um prédio onde morava a Yara. Era muito alto, provavelmente o 26º andar. Estávamos comendo, todos em uma mesa, e preocupados com a possibilidade da Drica (cadelinha da Yara) pular o parapeito, que era bem baixinho e a única coisa que separava o terraço da queda livre.

A Yara dizia: - É só não dar muita atenção à ela, não deixá-la excitada, que ela não pulará. De repente meu pai atira um pedaço de carne pra ela, um pedaço de peixe que estávamos comendo. Ela fica louca. Adora e dá um salto em direção ao murinho e escorrega. Cai.

Tristeza geral e a certeza de que nem adiantava olhar, pois ela já estava morta.

A Yara desce, desolada, ao seu apartamento no 4º andar e encontra a Drica estatelada na varandinha. Ela havia caído sobre o toldo do vizinho de cima e escorregado até a varanda da Yara. Quando nos aproximamos dela ela levanta e sai correndo, com a cara um pouco deformada pelo impacto, mas super viva. Nos damos conta de que ela é um cachorro do tipo gato, que tem sete vidas também e contabilizamos que lhe sobravam apenas 6.
apartamento novoli 09/02/2009  23:37
apartamento novominha mãe tinha acabado de alugar um apartamento no antigo prédio que morava, era o apartamento 13. Tudo estava muito bonito, o apartamento reformado e bem decorado. Ela me mostrou o meu quarto, que ficava no meio do apartamento e não tinha paredes, e isso me deixou triste, pois eu não teria privacidade ali. A vizinha do apartamento 43, nossa amiga veio dizer que estava vendendo o apartamento dela, que era muito mais bonito que o atual, por apenas 90.000,00 reais. Ficamos na dúvida em compra-lo e como fazer com o recém apartamento alugado. Descobrimos que no estacionamento havia, na parede, um buraco de 10cm que tinha uma disforme escadaria secreta que conduzia ao apartamento 13. Ficamos com medo, e imediatamente comecei a cobrir o buraco com cimento, mesmo que o zelador alegasse que poucas pessoas sabiam da existência dessa escadaria e que poucas pessoas eram capazes de conseguir entrar por um espaço tão pequeno.
li 08/02/2009  13:54
no quintal da casa da minha tia, minha mãe conversava com ela e apontava que ela estava quase sem cabelos, mesmo sabendo que ela já havia morrido. meus primos preparavam-se para ver como a casa seria após a morte dela. como eu já sabia como seria o futuro pós-morte dela, não participava das conversas. Meu médico, FCL, entrou pela porta da cozinha, tinha chegado do hospital e trazia suas filhas, duas meninas, bebês, gêmeas, lindas e com olhos azuis. Ele me ensinou a pegar as duas, no colo, e disse que eram minhas filhas também.
INVASÃOJohon 06/02/2009  12:44
Estava caminhando na rua quando escuto um forte baralho seguido de uma onda de pressão. Sou jogado ao chão junto a outras pessoas perplexas com o ocorrido. Olho para o foco da explosão e do nada pequenas porções de gelatina arredondada e esverdeada se fixam ao meu corpo. Sinto uma leve picada onde cada um daqueles seres se colocaram. Não penso duas vezes e corro para o hospital do exército. No local do Hospital São Camilo, em São Paulo, só que com cara de laboratório da CIA. Todos me tratam bem e preocupados e eu peço pra ser isolado. Tinha certeza da minha morte e por isso pedi, a equipe de médicos que pudesse gravar um vídeo para família, amor e amigos. Dizia que não ia encontrá-los, por que a vida deles estaria ameaçada com a minha presença. Que ficassem atentos, pois nem todos os infectados haviam se isolado da sociedade e que o perigo poderia acontecer. Mas que eu os amava demais para fazê-los sofrer.