Cachorro do tipo gatoHannap 11/02/2009 19:38
Sonhei que estávamos eu, meu pai Jorge e mais um grupo de pessoas no terraço de um prédio onde morava a Yara. Era muito alto, provavelmente o 26º andar. Estávamos comendo, todos em uma mesa, e preocupados com a possibilidade da Drica (cadelinha da Yara) pular o parapeito, que era bem baixinho e a única coisa que separava o terraço da queda livre.
A Yara dizia: - É só não dar muita atenção à ela, não deixá-la excitada, que ela não pulará. De repente meu pai atira um pedaço de carne pra ela, um pedaço de peixe que estávamos comendo. Ela fica louca. Adora e dá um salto em direção ao murinho e escorrega. Cai.
Tristeza geral e a certeza de que nem adiantava olhar, pois ela já estava morta.
A Yara desce, desolada, ao seu apartamento no 4º andar e encontra a Drica estatelada na varandinha. Ela havia caído sobre o toldo do vizinho de cima e escorregado até a varanda da Yara. Quando nos aproximamos dela ela levanta e sai correndo, com a cara um pouco deformada pelo impacto, mas super viva. Nos damos conta de que ela é um cachorro do tipo gato, que tem sete vidas também e contabilizamos que lhe sobravam apenas 6.
apartamento novoli 09/02/2009 23:37

minha mãe tinha acabado de alugar um apartamento no antigo prédio que morava, era o apartamento 13. Tudo estava muito bonito, o apartamento reformado e bem decorado. Ela me mostrou o meu quarto, que ficava no meio do apartamento e não tinha paredes, e isso me deixou triste, pois eu não teria privacidade ali. A vizinha do apartamento 43, nossa amiga veio dizer que estava vendendo o apartamento dela, que era muito mais bonito que o atual, por apenas 90.000,00 reais. Ficamos na dúvida em compra-lo e como fazer com o recém apartamento alugado. Descobrimos que no estacionamento havia, na parede, um buraco de 10cm que tinha uma disforme escadaria secreta que conduzia ao apartamento 13. Ficamos com medo, e imediatamente comecei a cobrir o buraco com cimento, mesmo que o zelador alegasse que poucas pessoas sabiam da existência dessa escadaria e que poucas pessoas eram capazes de conseguir entrar por um espaço tão pequeno.
li 08/02/2009 13:54
no quintal da casa da minha tia, minha mãe conversava com ela e apontava que ela estava quase sem cabelos, mesmo sabendo que ela já havia morrido. meus primos preparavam-se para ver como a casa seria após a morte dela. como eu já sabia como seria o futuro pós-morte dela, não participava das conversas. Meu médico, FCL, entrou pela porta da cozinha, tinha chegado do hospital e trazia suas filhas, duas meninas, bebês, gêmeas, lindas e com olhos azuis. Ele me ensinou a pegar as duas, no colo, e disse que eram minhas filhas também.
INVASÃOJohon 06/02/2009 12:44
Estava caminhando na rua quando escuto um forte baralho seguido de uma onda de pressão. Sou jogado ao chão junto a outras pessoas perplexas com o ocorrido. Olho para o foco da explosão e do nada pequenas porções de gelatina arredondada e esverdeada se fixam ao meu corpo. Sinto uma leve picada onde cada um daqueles seres se colocaram. Não penso duas vezes e corro para o hospital do exército. No local do Hospital São Camilo, em São Paulo, só que com cara de laboratório da CIA. Todos me tratam bem e preocupados e eu peço pra ser isolado. Tinha certeza da minha morte e por isso pedi, a equipe de médicos que pudesse gravar um vídeo para família, amor e amigos. Dizia que não ia encontrá-los, por que a vida deles estaria ameaçada com a minha presença. Que ficassem atentos, pois nem todos os infectados haviam se isolado da sociedade e que o perigo poderia acontecer. Mas que eu os amava demais para fazê-los sofrer.
Barco de VimeLola 01/02/2009 12:38
Eu estava no mar, em uma praia, mas o mar era gigantesco, e eu estava em cima de uma onda do tamanho de uma montanha, num barco que parecia um barco viking, mas era leve como se feito de vime, e vermelho, igual vime vermelho. A onda gigante avançava para a terra e o barco deslizava como um jacaré, o repuxo nos trazia de volta para o fundo e a onda quebrava novamente e o barco, muito leve, era muito seguro. O trajeto do barco lá de cima da onda gigante até a quase a areia era aterrador e dava um frio na barriga.
FUTUROJohon 29/01/2009 07:50
Acordei. Era uma mulher, de cabelos castanhos claros lisos e cursos, na faixa dos 40 anos. Tudo estava muito escuro, da janela via alguns clarões que pareciam focos de incêndio. Caminhava pela apartamento, não havia ninguém. Institivamente sai e entrei num elevador. Quando vi estava tudo claro, era dia. Uma luz branca e suave entrava pela janela. Pessoas conversavam e comiam a minha volta. Era um cenário calmo, para um mundo pós-apocalíptico. É, eu tinha consciência disso. Poucos haviam sobrevivido. Era uma era pós-nuclear e todos não ligavam para isso. Haviam sobrevivido e estavam recomeçando um novo mundo. E eram os reis nesse novo mundo. Descemos para um passeio, para pegar mantimentos num shopping center. Nas ruas algumas pessoas andavam, aparentemente cegas, mas com certeza apáticas. Elas vinham em bandos. Fiquei um pouco assustado, mas quem estava comigo não ligava. Eles eram párias, logo desapareceriam. Subimos de novo. Me lembro que tive vontade de ir ao terceiro andar, não podia. A imagem do terceiro andar me assustava, escuridão e fogo. Uma coisa Mad Max e Exterminador do Futuro, nas cenas da luta de homens X robôs. Alguém me contava em seguida que eu havia acordado do coma, e que tudo aquilo não havia passado de um sonho.
abduzidoxandre 28/01/2009 10:10

estava em uma fazenda grande quando fui abduzido por uma nave grande e brilhante nde tinha dois seres pequenos e cinzas com lhos grandes, corpo pequeno e sem boca...
conduçõesli 28/01/2009 00:50
Eu vivia numa cidade da Alemanha e encontrava conhecidos brasileiros. Desci uma rua e em cada casa morava uma antiga colega de escola, todas me chamavam e me ofereciam roupas para comprar. Comprei algumas, não muitas, a maioria roupas estilo ‘tia-anos-80‘. Cheguei na região central da cidade e chovia bastante. Encontrei amigos mais velhos e descobri um novo estilo de helicóptero que parecia brinquedo. Era um tubo incolor, só para uma pessoa, e podia voar sobre a cidade e fazer viagens, em pé, para locais mais distantes. O veículo não apresentava todas as normas de segurança para ser utilizado, mas convenci um amigo a usar, depois uma amiga passeou e logo o Iggy Pop apareceu para conferir o novo meio de transporte. Eu estava dentro do veículo e não sabia conduzí-lo, voava baixo e eu via a cidade alemão, muito organizada, começando a ficar inundada. Desci num parque e amigos queriam me levar para um túmulo que estava dentro do parque. Eu nao queria visitar túmulos e me amarrei em correntes. Na verdade eu queria estar dentro de um ônibus que partia, logo adiante.
Maquina fotografica na águaxandre 26/01/2009 06:56
Estava na praia com alguns amigos, quando em uma pedra grande apareceu um lagarto enorme de um lado e um bixo amarelado do outro, os dois começaram a brigar e eu apontei para meu amigo peguei minha camera para tirar foto quando ele me puxou, perdi o equilibrio e minha camera caiu na água, fiquei nervoso tentando ligar e nada.
Casamentogringo 23/01/2009 07:22

Era uma grande festa de casamento numa casa parecida com aquelas do sul dos EUA. Todos estavam dentro da casa comendo e bebendo. O noivo era um grosso, estúpido e a noiva um tanto neurótica. Ele estava bêbado e enciumado, fumava muito. Algum primo tinha feito uma graça com a noiva que retribuira com um sorriso. Ele saia da casa com um amigo, com um cigarro na boca para ir mijar do lado de fora da casa. Por que eu não podia mijar do lado de fora? Por que minha mãe não me deixava mijar do lado de fora? Me vi uma criança loira de franja, meio fortinha, querendo também fazer xixi na rua. Dei a volta pela casa para fazer xixi. Me senti um marginal, um desbravador, mijando onde não podia, fazendo a maior de todas as artes. Um senhor negro me observava e me chamou até ele. Ele estava sem camisa, dentro de uma garagem. Ele estava se masturbando enquanto me observava. Seu pau tinha um metro, embora não fosse muito grosso. Ele me pediu para tocá-lo. Imediatamente gozou, e seu gozo era de catupiry. Ele me afastou e eu voltei pra casa.