Drömma

aisling . dream . rêve . sogno . sonho . sueño . traum . śnić
Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
dulces transportes deslizantes / ags

Ibamos vicky, ligia y yo en una bicicleta triple deslizante (no se podia dar pedal). Yo en el medio, ibamos por una calle super ancha que se transformaba en un tunel con dibujos de santos y religión. Estabamos buscando unos dulces. En el camino nos cruzamos con 3 obispos, cada uno iba en una silla amarilla deslizante, estaban voltando para el hotel (nosotras veníamos del hotel) iba cada uno con un paquete gigante de dulces. En un momento llegabamos al final del corredor, estaban "los de 2do" con muchos pacotinhos troquelados y unidos llenos de potes de dulce de leche y de unas cosas blanduzcas.

dente da sorte / en_drigo

a frente do espelho, os meus dentes da frente caíram, um a um.

com eles, joguei búzios na pia do banheiro,

que era de palha.

MUTAÇÃO CORN FLAKES / Latzina

Esse faz tempo. Eu tava numa festa tipo de formatura com um vestido justo e senti q começou a incomodar, apertar de um jeito estranho. Fui no banheiro com a minha mãe e ela me ajudou a tirar o vestido e eu vi no espelho que estavam nascendo em mim corn flakes presos por uma argola de metal. E doía muito quando eles brotavam até sair da pele. A parte da argola era a que mais doía. As mulheres ficaram horrorizadas e correram do banheiro ao me ver com vários corn flakes maiores do que um palmo presos por argolas no meu corpo todo. Não teve solução.
Maratona russa / Karen

No começo, era um dia comum e eu caminhava pela Avenida Paulista, rumo à Rua da Consolação. quando vi, já estava correndo e não conseguia parar. O estranho era que eu corriamovendo os pés para frente, e não para trás. Parecia uma dança russa. Da Consolação, eu dei uma volta bizarra pela cidade e subi a Brigadeiro Luís Antônio, e, quando cheguei de volta à Avenida Paulista, cruzei a faixa em frente ao prédio da Gazeta. Eu tinha acabado de vencer a Corrida de São Silvestre.
faço melhor com as mãos / en_drigo

descobri, então,

ao caminhar com as mãos

correr mais rápido

comparado aos pés.



Só me movimento

plantando bananeira.
Maratona russa / Karen

No começo, era um dia comum e eu caminhava pela Avenida Paulista, rumo à Rua da Consolação. quando vi, já estava correndo e não conseguia parar. O estranho era que eu corriamovendo os pés para frente, e não para trás. Parecia uma dança russa. Da Consolação, eu dei uma volta bizarra pela cidade e subi a Brigadeiro Luís Antônio, e, quando cheguei de volta à Avenida Paulista, cruzei a faixa em frente ao prédio da Gazeta. Eu tinha acabado de vencer a Corrida de São Silvestre.
pescaria com “cizo“ / indio

na sequencia de um sonho que não me lembro mais pela bizarrera do que estaria por vir, abro a porta de um apartamento, nas mãos um caniço, convicto da pescaria, me preparo. Na sala um velho meio gordo, ao lado o filho me falava sobre os tipos de anzois e suas especificidades. Me fazendo de entendido de tudo aquilo, olho pro meu.... um dente cizo, extraido da minha própria boca, ainda com um pedaço de osso do maxilar, dada a proeza do dentista!; o guri me olha com uma cara de que concorda com aquilo. Convicto fui ao local da pesca. O banheiro! dentro do vazo um churrasco... picanha linguiça, um vazio cortato em tiras.. olho pra tráz e o guri ja vinha falando que era a isca pro tal peixe.. Da sala o velho gritava: - De hoje ele não escapa!!

Eu ja não estava mais acreditando naquilo tudo, resolvi perguntar a quanto tempo eles estavam querendo pegar o tal peixe. O guri me responde 3 anos. Silencio e eu lanço o caniço desacreditado. Poucas vezes tinha pescado. Derepente começa a borbulhar a água do vazo... uma cutucada no caniço... o guri me olha assustado. Eu deixo o bixo correr um pouco com a linha.. e puxo... sai um peixe preto com uma aparência desagradabilissima... o velho URRA da sala! chama a mulher... todo mundo feliz com o tal peixe.. eu não consigo tirar os olhos do peixe, que parecia um surubi com uma aparencia de presunto estragado, só que preto.

O velho pega o peixe, coloca embaixo da agenda e faceiro assina um cheque. Me paga 2400 pelo ato... eu pergunto o que ele tava fazendo e ele me diz.. fica frio que eu acho que consigo um 8000 por ele no ebay!
icq `a direita no campo de visão / en_drigo

sonho constante: enquanto enxergo um mundo aparentemente normal, `a direita do meu campo de visão percebo piscar o ícone do icq. "mensagem para mim?". intuitivamente, viro o meu rosto na direção do ícone, mas o foco do meu olho nunca o alcança. o ícone permanece, sempre, no canto inferior à direita do meu campo de visão. é impossível alcançá-lo, como é impossível morder a própria orelha. e assim segue, aquele ícone flutuante, um apêndice da minha visão, piscando, eu não posso focá-lo, não posso clicá-lo, sequer tocá-lo, é mensagem para mim?
ladeira infinita / en_drigo

descia eu uma ladeira toda ladrilheira, ladeada por casas portuguesas coloniais; uma ladeira sem fim, durante um final de tarde imutável, com um por do sol estático ao pé da lomba. não escurecia e, a tal ladeira, não terminava. tive a sensação, por vezes e vezes, de um padrão de casas portuguesas repetindo-se, ora ao lado par da rua, ora ao ímpar, revezando-se. depois de horas de descida ininterrupta (acredito ter durado boa parte do meu sono, este sonho), cogitei não ser uma ladeira infinita, mas uma ladeira circular, onde descia-se sempre ao mesmo lugar para voltar a descer. a minha conclusão foi interrompida por uma igrejinha rococó, construída no meio da rua, cuja porta inevitavelmente colidi. e `a minha pancada, a porta abriu-se; e dentro dela, Alfred E. Newman (o garoto da capa da revista Mad) fazia as vezes de um homem banda, tocando bumbo, cimbals e flauta a um só tempo. a flauta, ele tocava com o nariz, pois a boca ostentava aquele imperturbável sorriso que lhe faltava um dente. olhei para cima e, na campana, badalava um sino, escurecendo o céu ao fundo.
dente/osso espiral / dmtr

faz tempo já, sonhei que os meus caninos estavam caindo, só que o mais bizarro é que a raiz era muito profunda, e parecia um osso cortado, como uma chuleta, e ainda por cima era uma especie de espiral. tirei todo ele e ficou aquele buracão. tentei colocar rapidamente de volta, pensando que assim ele podia voltar pro lugar, só que eu tinha que colocar como um parafuso, porque o buraco também era espiral, e o dente era tão grande que eu sentia ele dentro do rosto, perto do olho, saiam algumas lágrimas