Estava na casa de FS e descobríamos que éramos apaixonados perdidamente. Caminhei pelo parque Itaimbé, era madrugada, mas havia pessoas ali. Percebi dunas de areia por algumas partes, no parque. Me falaram que MDV estava por ali e logo pensei que eu era, na verdade, apaixonada por ele.
Amizades e mães coroas / Zico •
tava na sala de casa, tava tudo meio escuro. Mas ainda estava dia, acho que era fim de tarde é provável que fosse sábado. A mãe de um amigo meu estava lá, perto da janela. Ela deu em cima de mim, eu percebi na hora. Morri de vergonha mas já esperava que isso acontecesse. Na hora só pensava no que fazer, queria dar um fora nela e ao mesmo tempo queria que aquilo não estivesse acontecendo. Eu não queria nada com ela, só pensava no que fazer: se dizia para meu amigo ou simplesmente dava um fora nela.
Movimento dos Carneirinhos livres!!!! (MCL) / Nunca gostei de usar o divã •
Deveria ter escrito esse sonho antes, não lembro como começou. Ele tem a ver com libertação. Eu só lembro de libertar vários carneiros do campo. Carneiros de todos os tamanhos, acho que era bodes, ou metade bodes metade carneiros, tinha chifre helicoidais. Eu libertei e fui me esconder numa casa simples de dois pavimentos, mas somente o segundo era acessível. Fiquei lá por um tempo, não tinha luz elétrica, tudo escuro. Do nada uma menina que conheço, Brenda, estava lá. Mas não era a Brenda era somente seu corpo, tipo um avatar. A real é que essa menina era a Nathalia, uma amiga minha da internet que nunca conheci pessoalmente e só vi uma foto. Mas acho que ela surgiu como Brenda por causa da maneira que vejo as duas. Nathalia é na dela e Brenda também, e as duas tem temperamento forte. CONTINUANdo... Eu fiquei com medo de ter libertado os carneiros me senti culpado, e pedi pra Brenda/Nathalia para assumir a culpa. A real é: os carneiros seriam a minha essência sendo libertada e eu não teria coragem para enfrentar?
Massagem no pé do caetano / La•
Sonhei que tinha ido na casa da Maria Ana, que tinha se mudado e era uma casa muito legal, cheia de passagens secretas. Uma delas tu entrava num buraco e dava uma cambalhota e descia por um escorregador.
L morava ela, o padrasto, a mãe e dois filhos do padrasto. Eu ouvi uma conversa da mãe com o padrasto, que eles diziam que não iam deixar drogas, nem lícitas nem ilícitas. Começaram a discutir religiões, se alguma se encaixava nesses princípios.
Depois, fui fazer um café, mas não tinha pó e era um coador diferente, e eu não consegui passar muito café. E no fim das contas, ninguém queria café e ele ficou esfriando.
Caetano e Gil estavam lá e eu queria oferecer café pra eles, mas o café já estava frio e eu desisti.
Íamos ver um filme, estava cheio de gente, maior confusão pra todo mundo sentar e achar lugar.
Uma hora o Caetano se sentou em uma cadeiras eu sentei no chão, na frente dele, entre as pernas dele. Comecei a fazer massagem no pé dele. Ele não gostou e perguntou "vc não ia escovar os dentes, não?" Fiquei puta, achei ele machista. Comecei a escovar os dentes e o filme acabou.
Noruega Polônia Brasil / li•
Meu irmão falou que tinha ganhado uma vaca preta e branca e estava feliz. Eu encontrei o vocalista do grupo Aha e saímos de carro, ele disse q iria me mostrar sua casa, na Noruega, que era na avenida Medianeira. Paramos e entramos no pátio, fazia frio e ele se transformou no meu marido. A casa era pequena e rústica, tinha um só cômodo e a cozinha ficava do lado de fora da cada, num corredor na beira de um precipício, que ele dizia ser bem como ele gostava. Logo chegou seu irmão TF, feliz. Ele trazia um presépio e madeira, e montei no chão. Sua prima MG estava ali, sentada e quieta. TF viu que faltava um outro presépio e trouxe outro presépio. Eu fui arruma-mos no chão. Os dois conversavam em polones. Eu sentia frio . TF perguntou se eu ia comemorar a data da independência, e eu disse que a do Brasil não, poderia comemorar a da Polônia e Noruega. TF disse, em português, q tinha q me falar algo.
3 dormitórios e tudo mais / li•
Eu estava no meu novo apartamento, num prédio luxuoso, uma cobertura e bem grande. Brincava com minha filha ainda bebê e chegou meu pai. Ele olhou e perguntou se era de um quarto e fui mostrar que não tinha 3 dormitórios e dependência de empregada, além de pátio. Logo era meu tio OV, que olhava impressionado o apartamento.
Cheiro de suor / li•
Eu tinha ido morar num quarto junto com meus ex colegas de trabalho, ES, AKW, BP, MEB e CP. Acordei e reclamei que senti cheiro de suor masculino, mas estava feliz em morar com eles.
Colegas / li•
Encontrava TZ, minha antiga colega, ela grávida do seu segundo filho, em uma casa grande e bonita, com decoração em tons cinza e vermelho. Logo eu estava numa sala de universidade, que era no colégio Santa Maria. Eu tinha uma sala individual, feita pelos padres, em madeira e tons verde-escuro. Para sair era como labirinto, corredores e escadas que confundiam.
extraterrestes me curam / apta•
sonhei que o mundo estava acabando, eu estava muito preocupada em encontar pessoas, meus cachorros, tentar dar um jeito antes de tudo ir embora.
acordei.
voltei a dormir e no sonho minha mae falava que nao era que o mundo estava acabando, era que os extraterrestres estavam chegando na terra para ajudar as pessoas com problemas mentais, psiquicos.
do nada estava num quarto, que parecia ser o quarto da minha avó, e uma luz muito forte entrava, eu estava de bruços, assustada, sabia que eram eles chegando, senti minhas costas muito muito muito quentes, e senti a presença de seres perto de mim, pouco depois, senti gotas do que parecia ser óleo quente na minha lombar e uma tensão muito forte no lugar, fiquei com medo, entendi que era um sonho e pude ouvir minha mae na sala conversando, quis me mexer mas nao conseguia de medo, os seres se foram e lentamente fui acordando e entendendo o que aconteceu.
tiros / li•
Caminhei pelo calçadão e vi MC sentado, de calça verde e com uma perna amputada.
Eu, filha e meu marido estávamos em Gravataí, mas na escola Maria Rocha de santa Maria, e tentamos pegar um microônibus para voltar para casa, ao chegarmos na porta do microônibus, lotou e ficamos de fora. A outra condução demoraria muito para chegar.
Fomos caminhar pelo centro e logo deu um tiroteio nas ruas e muita polícia chegou. Eu via uma arma, tipo um cano de canhão para carregar nos ombros, que disparava fortemente, e dispararam ao meu lado. Me joguei no chão com minha filha, e via os disparos passarem perto. Entramos num consultório de uma médica e ela indicou um uber para nós, que era um carro azul que chegava na calçada. Fui falar com o motorista e ele falou que ia beber água. Logo estávamos numa casa que as portas não fechavam bem, ali circulava várias pessoas humildes, gente boa, mas todos fortemente armados e com um discurso de legalização da maconha e contra o governo. Logo chegou a polícia, fazendo um cerco grande. Tentamos sair dali, mas policia e bandidos armados por todos os lados. Minha filha era maior e saiu sozinha, eu e marido procurávamos desesperadamente. Saímos correndo e meu marido e minha filha entraram num lugar, eu fique para trás e tiros estavam perto de mim, me joguei para um muro, que do outro lado havia muitas árvores.