nonsenseFer 20/03/2008 15:59
Eu estava deitada no banco traseiro de um carro descendo a protasio alves, era uma noite cinza e com nevoeiro e não tinha NINGUÉM na rua...quando olho pro motorista e vejo que de costas era o tom, mas quando se virou era um monstro!! acho q acordei mas voltei pro mesmo sonho, mas dessa vez minha mãe dirigia o carro...e outra parte do sonho parecia que tinha alguém comigo na cama, meu corpo flutuava e eu sentia algo me puxando pro além, eu e esta pessoa que eu sentia na minha cama transamos, acho até que tive um orgasmo dormindo!!!mas não sei quem era pq tava escuro e eu não vi o rosto...
Bailarinos tailandesesAspros 19/03/2008 16:48
Estava em uma escola et encontrei so um amigo, et nada converasou comigo. Depois fui assistir tv et o ministro mexicano havia recebido a visita do grupo de malabaritas tailandeses, tds com panos coloridos, andando em cordas finissimas equilibrando coisas nos ombros.
Sonho cheio de gatoscaofurao 16/03/2008 00:05
Sonho que estou no quarto de uma casa assistindo TV junto com outras pessoas. Estou sentado e minha gata Branquinha está no meu colo, e estou acariciando seu pelo super-branco. Então, noto falta de outro gato e pergunto para a mulher do meu lado: "Onde está a gata amarela-e-branca que vivia aqui?". A mulher responde: "Você não sabe? A Branquinha a matou!".
No mundo real a Branquinha é uma gata cheia de "mutações": albina, surda, obesa e que anda toda torta, meio aleijada, e não poderia matar ninguém. Mas no sonho não considero isso e saio desorientado do quarto, deixando a Branquinha por lá. Concluo que tenho de pedir ajuda aos mortos (?) e aí desço dois andares (o quarto era no segundo andar da casa) pela escada até o porão, que na verdade é um cemitério.
As paredes do porão são vermelhas, o chão é preto e as lápides são placas de pedra branca rente ao chão. (Curiosamente, essas são as cores de Omolu, o Senhor da Morte, o Orixá que controla a doença e a cura e vem buscar as almas dos mortos nas religiões afro-brasileiras.) Não sei quem está enterrado lá, e não leio o que está escrito nas lápides, e nenhum dos mortos embaixo delas se manifesta de qualquer maneira.
Subo um andar e então saio para a rua. A casa fica numa esquina e não tem jardim, a porta (que fica na quina da casa, entrando em diagonal) dá direto para a rua por meio de uma pequena escada. É uma encruzilhada de ruas de calçamento de pedra, com ladeiras em duas das quatro direções. As pedras estão molhadas como se tivesse chovido a pouco tempo.
Noto que exatamente no meio da encruzilhada estão dois gatinhos pretos, filhotes, muito novos - mal conseguem andar, escorregam e caem nas pedras molhadas o tempo todo. Fico com medo de um carro passar e esmagá-los, e vou lá e pego os gatinhos.
Noto que na outra esquina existe uma casa parecendo essas de subúrbio americano, com um gramado imenso na frente. O tempo está nublado, mas sobre essa casa o sol brilha. Pessoas louras estão tomando sol no jardim, sentadas em cadeiras brancas, rindo e conversando e olhando para alguma coisa na minha direção. Então vejo o que é: é uma ninhada de gatinhos, também muito novos, que está na beirada do jardim, quase na calçada. Todos esses gatinhos são amarelos, louros como as pessoas da casa, mas assumo que são irmãos dos gatinhos pretos que achei, e deixo os gatinhos pretos junto com eles.
trocasli 15/03/2008 22:52
Chovia muito na cidade. A Avenida Osvaldo Aranha estava submersa, eu via o que restava dos prédios mais altos. Alguém me levou para um bazar de uma igreja, onde pessoas expunham o que queriam e trocavam seus pertences. Eu tinha uma velha guitarra comigo, alguém comentou que eu poderia trocá-la por um violão novo. Senti medo de entrar na igreja, preferi esperar no lado de fora. Depois de muito tempo entrei e avistei uma enorme feira de trocas no porão da igreja. As pessoas trocavam peixes, botões, roupas, comida, cds, etc Troquei uns papéis desenhados, que eu tinha no bols,o por anéis chilenos.
Sem títuloSL 15/03/2008 17:25
Eu estava com X em uma outra cidade, nós estávamos indo jogar boliche em uma casa de jogos e encontro Y e W. Y é dono da casa de jogos e W está grávida. Luciano Huck aparece na casa de jogos sozinho, reserva uma pista de boliche e pede pra que eu vá buscar um taxi na rua para ele. Saio imediatamente seguindo suas ordens, caminho até a rua de trás, entro em um hotel e falo com uma mulher, peço um taxi para Luciano Huck que está na casa de jogos. Ela diz que já já vai mandar um. Y fica constrangido ao meu ver, e o computador-geral da casa de jogos mostra que Luciano Huck reservou tal pista para vários amigos, mas como ele estava sozinho, concluí que nenhum deles fora. Depois eu estava mexendo no Google Maps e vi que Buenos Aires fazia fronteira com o Brasil aonde ficava Brasília. E o rio Reno servia como fonte hidroeletrica para ambas cidades.
Sem títuloSL 15/03/2008 17:16
Eu estava com X em uma outra cidade, nós estávamos indo jogar boliche em uma casa de jogos e encontro Y e W. Y é dono da casa de jogos e W está grávida. Luciano Huck aparece na casa de jogos sozinhos, reserva uma pista de boliche e pede pra que eu vá buscar um taxi na rua para ele. Saio imediatamente seguindo suas ordens, caminho até a rua de trás, entro em um hotel e falo com uma mulher, peço um taxi para Luciano Huck que está na casa de jogos. Ela diz que já já vai mandar um. Y fica constrangido ao meu ver, e o computador-geral da casa de jogos mostra que Luciano Huck reservou tal pista para vários amigos, mas como ele estava sozinho, concluí que nenhum deles fora. Depois eu estava mexendo no Google Maps e vi que Buenos Aires fazia fronteira com o Brasil aonde ficava Brasília. E o rio Reno servia como fonte hidroeletrica para ambas cidades.
Paulo 15/03/2008 08:07
Estávamos chegando em nosso acampamento no meio da selva. Íamos eu, o cacique, a minha namorada e mais alguns índios. Ao chegarmos no local, o cacique levantou a folhagem do chão e mostrou que do cocô haviam nascido muitos cogumelos, todos muito bonitos e grandes. Pedi para o cacique um deles e o abri para ver se eram da espécie alucinógena. Eram. Fiquei um pouco eufórico, queria comer logo. Mas, o cacique, muito sábio falou que iria perguntar para a Shaman e ver ser era aconselhável. O tempo passou e estava eu e a minha namorada indo de volta para um primeiro acampamento de um outro sonho, um que eu havia ajudado os índios a encontrar. Os tempos haviam mudado, os índios agora eram perseguidos pelas autoridades e nós, sendo índios, tinhamos que andar disfarçados pela multidão. Eu e minha namorada iámos correndo agachados junto a uma cerca-viva que dividia duas ruas movimentadas. Os nossos cavalhos haviam sido deixados de lado. Esprei o transito aliviar, mas passou uma viatura e fiquei quieto na minha. Assim que ela passou, mas parou alguns metros a frente no trânsito, eu resolvi arriscar e corri por entre os carros, simulando logo que estáva fazendo um cooper e ia para o parque, onde se localizava o nosso acampamento. Eu sabia que a minha namorada vinha logo atrás e nesse momento eu vi a resposta da shaman para o cacique que disse "Os cogumelos apareceram nesse novo acampamento para aquele homem que os havia ajudado a encontrar um acampamento no passado". Estáva de volta no parque e corria, sabia que devia andar de cabeça baixa pois não podia ser reconhecido como índio por ninguém, muito menos pelos guardinhas. Corria, fingindo que fazia cooper, entrei em uma construcão e ia me encaminhando para a saída, logo depois da outra porta devia virar a esquerda e andar por entre as arvores para chegar no acampamento. Mas, quando cheguei perto, vi que haviam bloqueado a antiga saída e que agora construíram uma nova em direção ao estacionamento. Não queria quebrar o meu disfarce e então continuei correndo e saí, mas era o caminho errado, me vi em umas escadas de concreto com umas três câmeras me vigiando. Resolvi pular para fora do campo de visão delas, tinha como pular a cerca e ir para o acampamento, mas lá havia sido desativado, estava tudo escuro e eu conseguia ver alguns vultos. Liguei para a minha namorada querendo saber por onde ela andava. Ela me disse que havia ido ao banco sacar dinheiro já que iríamos precisar de dinheiro depois que saíssemos do acampamento. Não gostei que ela não havia vindo comigo mas sabia que ela estava certa. Reclamei que ela não iria conseguir entrar no parque naquele dia pois já haviam fechado tudo e então teríamos que abortar a missão para o próximo dia. Falei para ela que ia ser perigoso pois agora a região para onde estávamos indo havia sido desativada, se tornado escura e clandestina e provavelmente andavam por aí os maiores vilões de londres.
O Ego e a inspiraçãoPaulo 15/03/2008 07:53
Meu amigo e eu estávamos em sua casa, conversando sobre drogas. Então, eu falo que a cocaína deve dar uma sensação de se respirar melhor, parecido com vick vaporub. Ele, que já tinha experimenta me pergunta como que eu sabia. Eu respondo meia-boca já que na hora realmente não me lembrava, mas aí eu me lembro e falo que uma vez quando tive uma bad-trip estava me achando muito, bem metido e toda vez que tinha pensamentos que inflavam o ego eu me via inspirando descontroladamente. Então, cheguei a conclusão de que a respiração tem muito a ver com o que nos passa em nosso espírito. Ou seja, quando entramos em depressão expiramos mais do que o normal e vice-versa. O ideal é controlar, nem expirar demais e nem inspirar demais. E já que apesar de nunca ter experimentado, sempre soube que a cocaína era uma droga do ego, tinha concluído que melhorar a inspiração deveria ser um de seus efeitos. O meu amigo confirmou, mas me disse que também se espirrava demais e que uma vez que se usa, sempre se sente aquela vontade de usar outra vez. Me conhecendo, sabia que nunca deveria experimentar pois logo ficaria viciado.
killer!Fer 13/03/2008 20:31
Estava num lugar e veio o olivio Dutra me trovar, saímos pra rua e eu empurrei ele no chão, o velho caiu e estourou a cabeça no asfalto, eu ainda fui e bati bem com a cabeça dele ate abrir e sair os miolos, nisso muitas pessoas q estavam passando começaram a me chamar de assassina, logo depois eu estava indo pra fabico e uma professora megera me impediu de entrar pq eu havia matado o Olívio, me expulsaram da Ufrgs, me sentia uma criminosa, quando surgiu um cara que falou que ia depor a meu favor, eu chorava muito no sonho e tava muito arrependida por ter matado o cara.