Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Pai, filho e espírito santo / dmtr

Sonhei com o insight que Deus, Jesus e o Espírito Santo eram formas de vida / energia fluorescentes, marinhas como planctons articulados luminescentes, flutuantes no vazio do espaço como se fossem pairando em um líquido, e que eu me dava conta que tudo fazia muito sentido e que sempre havia visto de alguma forma esses aspectos primários da energia universal.
Marido / li

Meu marido chegou e me presenteou com meinhas azuis de criança. Na minha rua caminhávamos, voltando para casa, quando chegou VV, segurou meu marido pelo braço e disse para ele ir na casa dela, logo à frente, para comer um creme amarelo. Percebi que meu marido era só mesmo tempo meu tio OTV.
Antigo Trabalho / Aspros

Voltei para meu antigo trabalho e me deram uma caixa para entregar ao meu ex-chefe. No caminho encontrei o namorado do meu amigo, e ele usava um casacão que dava quase que o dobro dele. Achei que estava fazendo frio, mas sentia nada, outras pessoas também estavam usando casacões.
Entrei na sala onde eu trabalhava, trabalhava na mesma sala que meu chefe e mais três pessoas. Quando entrei deixei a caixa cair e tudo que estava dentro se esparramou pelo chão. Havia alguns livros/cadernos que eram usados como fluxo de caixa ou coisa assim e um monte de maço de dinheiro. O pessoal da sala começou a rir, não entendi muito bem a graça, mas me agachei e peguei tudo que estava esparramado, pus na caixa e entreguei ao meu chefe que ainda estava rindo.
visita / cauli

Eu estava na casa de algum gringo muito rico, e tinha muita gente lá também. O motivo da visita era ele mostrar todos os artefatos que colecionou do mundo inteiro, porque ele era muito rico.

A premissa do sonho era ridícula, mas a arquitetura do lugar era incrível. Tinha um ar contemporâneo muito agradável, verdadeira arquitetura de interiores de qualidade. Estávamos em um mezanino, e tudo tinha uma cor alaranjada/amadeirada, com luzes quentes, piso em madeira bronzeada, e estruturas metálicas pretas. Eu estava interessado numa cabeça esculpida de madeira, do tamanho que dava pra um adulto abraçar. Parecia Maori, indígena de uma qualidade mágica.
Em Minas / li

Estava morando numa casa pequena com grande pátio com árvores, em Minas Gerais. Senti medo pq não conhecia ninguém e a casa não tinha muita segurança. GD chegou e disse q iria ficar um tempo ali. Fui tomar banho e. O que vazava água do teto, para o lado de fora.
Vinho

Estava andando só por uma avenida que tinha várias árvores ao seus arredores, o bairro e ela não eram muito movimentados. Procurava um lugar pra pensar, havia comprado um vinho e queria sentar e beber. Primeiro, fiquei em uma praça mas vieram algumas pessoas estranhas e fiquei incomodada, então fui em busca de um outro lugar. Tinha marcado de encontrar o Lucas depois disso, então estávamos nos falando no celular mas nessa ele tinha parado de responder. Andei muito até que encontrei um bairro distante onde achei que poderia ficar sozinha mas depois de um tempo também vieram pessoas e dessa vez, brigavam e gritavam foi aí que decidi que era hora de voltar pra casa. Fiz todo o caminho de volta e quando cheguei em casa, minha mãe disse que o Lucas tinha passado por lá enquanto eu não estava. Só depois disso vi que ele tinha me respondido dizendo que ia passar lá depois de ter ido a casa da ex namorada dele. Fiquei chateada com o desencontro, queria mesmo vê-lo mas combinamos que nos veríamos mais tarde. Me lembro que esqueci o vinho no último lugar que fui e resolvo voltar até lá para busca-lo.
Pai triplo / li

Eu morava no meu antigo apartamento em Poa, mas o apartamento era maior. Alguns amigos visitavam. RR, meu conhecido, meu marido e um ex namorado, que explicavam para minha mãe que eu estava grávida de um menino, e os 3 eram o pai.
Hospedagens / li

Fui passar um fim de semana numa fazenda de amigos, com Manuel B. E Anelise M., foi um diabo campo e logo era hora de voltar. Fomos procurar ônibus na estrada e vimos a caminhonete Branca do marido de Anelise, lá dentro da fazenda. Logo estávamos chegando num hotel, com Manuel B., meu marido e filha e mais alguém que não lembro. O quarto do hotel tinha um pátio que dava para um lago, e os vizinhos eram partes do presídio. Havia a ala de presos ricos, que tinha um barco para eles passearem. A parte dos presos pobres era toda construída de barro, muito primitiva e lotada. Senti medo e resolvemos voltar. Ao arrumar as malas no quarto eu encontrava brinquedos e sapatos que não eram meus. Embaixo da cama tinha uma sandália cor de rosa, em cima do guarda-roupas, brinquedos, e pensei em levar um para mim, mas logo pensei que era roubo e desisti.anelise M. Usava uma blusa amarelo ouro.
A esperar

Eu estava numa avenida bem movimentada esperando o ônibus e conversando com outras duas mulheres, desconhecidas. Estava de mau humor, com pressa. Me afastei um pouco delas pra ver se o ônibus estava vindo e disse algo que não me lembro, descontente. O ônibus parecia demorar ainda mais.
Casa da tia

Era noite e eu andava só pela minha cidade a procura de uma casa, quando cheguei até ela percebi que era a casa da minha tia Janete mas quando cheguei ela e meu tio estavam de saída pra um compromisso, então disse que não me importava, que estava tudo bem e eu voltaria pra casa mas eles insistiram pra que eu ficasse lá, mesmo sem eles e eu aceitei. Minha tia me perguntou se eu estava cansada e eu respondi que sim, estava. Depois meu tio me mostrou a casa, a área do fundo, que tinha uma porta pra rua, onde havia uma pequena praça ao lado de um campinho de futebol, com uma galera fumando maconha. Fechei a porta. Eles foram ao compromisso e eu fiquei num quarto, sentada na cama, pensando.