Drömma

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Drömma Dreaming Logger — Coleção de Sonhos — Sonhário
Trajetos / li

Fui ajudar a cuidar de VMM no hospital, seus pais não poderiam estar na hora que ele saísse da cirurgia. O quarto ficava num andar no subsolo,lembrava o local da escola Maria Rocha. Entrei no quarto e Ainda estavam arrumando, vi sujeira, havia fezes na cama.
Fui em uma loja, emPortugal, e havia roupas lindas, mas todas eram fabricadas no Brasil, e não entendia como não encontrava o nas lojas Brasil. Pensei em comprar um vestido de tricot Branco, pensei em parcelas de 20 euros.
De repente eu tinha me mudado para nova casa, onde morou ACKA e sua mãe, na rua PaulHarris. Abri a casa e muitas pessoas passeavam pela rua e vinham me visitar, primeiro meus primos, depois ACKAe sua irmã é conhecidos da minha adolescência. A frente da casa se transformou num point e eu tentava levar bancos para as pessoas sentarem. Chegou Alexandra, amiga da minha irmã e nos cumprimentamos. Vi que minha filha precisava tomar banho e dormir e pedi para as pessoas irem embora. Fecheis casa e senti pouco segura, vi na porta um vão acima só com um vidro. Perguntei paraACKA se era seguro ali e ela assegurou que sim.
Viagens / Lykos

Estava viajando pelo interior do centro-oeste. Fui a uma cidade do interior do MS e estava num bairro de periferia de uma cidade pequena. um homem estava tocando pagode de casa em casa, incomodando os moradores. Ele foi incomodar um traficante, o traficante subiu ao segundo andar de uma casa e na casa da frente, outros dois ajudantes do traficante seguraram o pagodeiro. Falaram que iam matá-lo, atirando na cabeça, mas baixaram as calças dele e falaram que era só pra dar um susto nele. Eu fiquei assustado. Fui embora. Na estrada parei numa espécie de bar de estrada (parecia na verdade uma estalagem), uns caras começaram a dar em cima de mim e eu falei que não podia perder tempo e nem dei bola também. Saí de novo, encontrei uma hospedagem, e custava R$ 327,00 a diária, me falaram isso depois que toda a minha bagagem já tinha subido pra um quarto que era coletivo, supostamente. Disse que não queria gastar tanto e nem tinha dinheiro para isso.
Sono dos anjos / li

Era madrugada e eu estava na sala de um apartamento grande, com tia L, seu marido e filhos, todos dormindo. Eu e minha filha também dormíamos e de repente mais nha filha levantou e foi se debruçar na janela, mas a cama da minha tia ficava abaixo e ela conseguiu segura-lá. Eu e a tia ficamos acordadas e ela me falava que quando sua família dormia, via sinais de seus sonhos, todos interagiam, e assim eu também comecei a ver, eram dele casos Söns, ventos e aromas no ambiente. Ela dizia que o sonhos tinham presença de anjos. Eu toquei num objeto prateado, como um instrumento de sopro e cordas ,da estante, e fez um forte sim de harpa. Pedi desculpas por ter atrapalhado o silêncio do sono.
Casa do terror / li

Estava visitando uma amiga, e sua casa era grande, construída de pedras antigas e com grande jardim. Ela me falava que a casa era estranha, não gostava de viver ali, mesmo tudo sendo tão bonito. Me falou que a peça em anexo, que era seu atelier, tinha uma parte que ela não usava, pois acontecia coisas estranhas. Eu sai e voltei à casa, quando comecei a ver cenas horríveis pelas casa,pessoas sofrendo, fazendo ameaças, falando atrocidades. Eu sabia que eram visões, mas sentia medo. Rezava a oração de exorcismo de Santo Antônio sem parar.
Logo, eu estava em um mercadinho, num prédio antigo da rua Astrogido de Azevedo, fazia as compras e encontrei LDN, manda colega de minha filha. Guardávamos nossas compras embaixo de uma mesa, mas logo as minhas sumiram. Eu separava muitas frutas para comprar.
bobagem do Japão / li

era madrugada e eu estava numa rua de terra batida, com minimercados de bairro. Um antigo conhecido chegou trazendo um amigo que iria para o Japão trazer mercadorias para vender, e eu imediatamente pedi para trazer uma pequena máquina de tirar bolinhas das roupas, e ele disse ser impossível, pois só conhecia onde comprar chás e outros artigos. Logo estava meu antigo colega GCastro, muito bonito e simpático. Conversamos muito e minha mãe veio me mostrar fotos da família Castro, onde sua mãe e irmãs eram todas iguais e os tios também iguais, todos com olhos azuis.
Marido trocado / li

Meu marido estava preocupado, e às vezes ele era Z. Era noite Estava na área dos fundos da casa da minha avó, fechávamos a porta do corredor, mas ele nervoso ficou do lado de fora. Nesse momento ele era Z e no meio de suas coisas encontrei cápsulas pretas, com um número gravado, e vi que parecia um medicamento. Ele me disse que eram drogas que estava usando. Logo me falou que estava com problemas de dinheiro, que só na última noite havia gastado 300 dólares com prostitutas. Eu não sabia o que fazer por meu marido ter se transformado em Z, queria ajudá-lo, mas por ele ter sido a pessoa do meu marido que casei e não a figura de Z.
/ gruszka

o sonho de hoje foi uma continuação da noite passada, mas nele caminhávamos abraçados conversando pelo bairro de madrugada. você me fazia perguntas que eu não conseguia responder e eu sequer prestava atenção, a única coisa que importava era o conforto dos seus braços.
Surpresas / li

Era noite e eu caminhava na rua do Acampamento, emSanta Maria. De repente 3 pessoas usando cabeças de boneco enormes vieram correndo, um me puxou e me pegou pelas pernas e me arrastou pela rua e me largou. Senti medo e que poderia ter morrido.
Segui e encontrei o bar do GNM e entrei. Ali todos comentavam que ele havia descoberto sua verdadeira mãe. Logo a mãe dele chegou e era uma mulher negra, muito diferente dele. Ela falou que o pai de GNM teve um relacionamento com ela é certa vez a polícia levou-o atras dela, em Itu, mas ela havia se mudado para a Bahia. Falei para ela que eu gostava e queria GNM muito bem.
O abraço / Sonhadora Dandara

Eu te abraçava mas eras
um assobio
Assombrações / li

Era um dia de verão, à tardinha, e eu estava numa casa grande e elegante, na Avenida Presidente Vargas, em Santa Maria,era casa da minha prima LCV e ela recebia convidados. Chamei a prima CVS para chegar. Logo, a casa já era de VS e CVS chegou, falava alto e seu estilo era diferente da recepção elegante dali. Mas VS ficou cativado por ela, e logo vi que ele fez um vídeo institucional que citava CVS como pessoa com grande energia e a relacionava com algo de budismo.
Fomos ajudar profissionais de uma escola ao lado a colocar uma extensão de luz. O fio passava por cima de prédios e entre casas, e eu e CVS o puxavamos e levava para onde uma coordenadora orientava. Acabamos entrando em uma casa abandonada, mas ainda mobiliada e cheia de entulhos. Dizia que a casa havia sido comprada pelo vizinho e logo a reformaria. Eu comecei a ver coisas sobrenaturais, como a aura de um adulto e uma criança, projetada numa parede branca. Logo CVS entrou num escritório abarrotado de livros velhos e encontrou um senhor, que com sotaque, dizia que queria se comunicar em inglês. Senti medo e comecei a recitar uma pequena oração de exorcismo ensinada por Santo Antonio.